O Presidente do Conselho Municipal de Chimoio, entidade responsável pela gestão da Casa Mortuária da cidade, pediu desculpas à família de uma mulher cujo cadáver foi encontrado com uma das orelhas removida. O edil garantiu que o caso está a ser investigado pelas autoridades competentes, devendo ser responsabilizado quem estiver na origem do sucedido.
Falando sobre o caso, o Presidente do Conselho Municipal de Chimoio reconheceu a gravidade da situação e manifestou solidariedade à família enlutada. “Muito humildemente, pedi desculpa à família pelo ocorrido. Vamos apurar realmente o que aconteceu e, se houver algum responsável, será punido”, afirmou, admitindo que o autor poderá ser um funcionário municipal, um profissional do hospital ou alguém estranho às duas instituições.
O edil afastou, entretanto, a possibilidade de o caso estar relacionado com tráfico de órgãos, argumentando que, segundo as informações de que dispõe, nenhuma outra parte do corpo da vítima terá sido retirada.
Na sequência do incidente, o Conselho Municipal de Chimoio anunciou o reforço das medidas de controlo na Casa Mortuária. Entre as medidas previstas está a coordenação com o hospital para que a entrada de cadáveres seja feita, sempre que possível, durante o período diurno. Em casos de falecimento durante a noite, deverá ser estabelecido um horário e um procedimento específico para a recepção dos corpos, garantindo a presença de um funcionário responsável.
Entretanto, o sector de Medicina Legal esteve, na manhã desta segunda-feira, a analisar os cortes encontrados no cadáver, com o objectivo de determinar a sua origem e esclarecer se foram provocados por intervenção humana ou por animais roedores.
As autoridades aguardam pelos resultados das investigações para determinar as circunstâncias exactas em que ocorreu a remoção da orelha e apurar eventuais responsabilidades.
Engenheiros moçambicanos querem ser reconhecidos nos países falantes da língua portuguesa. A pretensão foi apresentada, hoje, pelo bastonário da Ordem dos Engenheiros, após um encontro mantido com o Presidente da República.
Moçambique vai acolher, de 9 a 13 de Julho, na Cidade de Maputo, o primeiro Fórum dos Engenheiros Africanos de Expressão Portuguesa.
Após se reunir, esta terça-feira, com o Presidente da República, o bastonário da Ordem dos Engenheiros de Moçambique explicou que o evento visa internacionalizar a profissão.
“Nós somos engenheiros, e cada país tem os seus critérios para a avaliação da engenharia. Nós queremos que os critérios entre os países africanos falantes da língua portuguesa sejam padronizados, de modo a que cada um de nós possa trabalhar num ou noutro país sem restrições”, explicou Feliciano Dias, acrescentando que Moçambique e Portugal já têm este acordo de partilha de profissionais.
O bastonário da Ordem dos Engenheiros de Moçambique, Feliciano Dias, diz que o evento tem como objectivo três principais pontos: “Nós encontrarmo-nos, uma vez que nunca nos encontramos como ordem dos países africanos. O segundo é avaliar a possibilidade de reconhecimento profissional e o terceiro é a mobilidade dos engenheiros entre os nossos países”.
Angola e Cabo Verde já confirmaram a sua presença no fórum, aguardando a confirmação da Guiné-Equatorial. São Tomé e Príncipe e Guiné-Bissau não irão participar no evento, devido a questões não justificadas pelo interlocutor.
Filipe Nyusi garantiu o seu apoio na organização do evento que vai juntar engenheiros africanos de expressão portuguesa.
Superar a prestação do ano passado, em que os Mambas foram eliminados nas meias-finais, é o objectivo de Chiquinho Conde na 22ª edição da Taça COSAFA. Além disso, o seleccionador nacional diz que a competição vai servir para observar alguns jogadores jovens.
Participante assíduo da Taça COSAFA e, por isso mesmo, já com um lugar cativo na plêiade das selecções da região austral de África, Moçambique vai procurar superar-se na 22ª edição desta competição, que este ano vai ser disputado na cidade sul-africana de Durban. À procura de um lugar ao sol, os Mambas arrancaram, esta segunda-feira, com os trabalhos de preparação, quando faltam três dias para o início da prova.
A primeira sessão de treino, que foi orientada pelo seleccionador nacional, Chiquinho Conde, no Estádio Nacional do Zimpeto, esteve essencialmente virada à recuperação dos jogadores, muitos dos quais que estiveram envolvidos na 11ª jornada do Moçambola ao serviço das respectivas equipas.
Nessa sessão, o seleccionador nacional não pôde contar com os jogadores da Associação Black Bulls, que justamente na segunda-feira tinham uma partida diante do Ferroviário de Lichinga, em que perderam por 0-1. Os referidos atletas poderão começar a trabalhar com o grupo esta quarta-feira, um dia antes de o combinado nacional partir para Durban.
Com o tempo quase apertado, a equipa técnica dos Mambas definiu uma agenda de preparação que pressupõe sessões de treino bidiárias, para imprimir mais intensidade nos jogadores.
Até porque o combinado nacional está ciente de que poderá enfrentar muitas dificuldades ao longo da prova, tendo em conta a qualidade dos seus adversários, mormente a Angola, país com o qual, futebolisticamente falando, tem uma enorme rivalidade.
E é justamente diante de Angola que os Mambas vão começar, esta sexta-feira, a longa caminhada da Taça COSAFA. As duas selecções estão inseridas no grupo C da prova, juntamente com as Ilhas Maurícias e Lesotho.
Na segunda jornada, no dia 10, o combinado nacional vai medir forças com Lesotho, fechando a fase de grupos defrontando as Ilhas Maurícias, no dia 12. Essencialmente, para passar para outra fase, os Mambas terão de se aplicar a fundo para terminarem a fase de grupos bem posicionados na tabela.
SUPERAR A PRESTAÇÃO DO ANO PASSADO
Na edição passada da Taça COSAFA, os Mambas foram até às meias-finais, tendo sido eliminados pelo Senegal, por 2-4, na lotaria das grandes penalidades, depois de se ter registado um empate a uma bola no tempo regulamentar.
Os senegaleses participaram, recorde-se, na qualidade de convidados na prova. E porque águas passadas não movem moinhos, Chiquinho Conde diz que há, na presente edição, necessidade de fazer diferente, ou seja, não se pode repetir a história, mas sim escrever uma nova.
“Temos responsabilidade nesta competição, porque no ano passado nós fizemos uma prestação muito boa, em que fomos eliminados nas meias-finais. Queremos, nesta edição, fazer de tudo para superarmos o que fizemos no ano passado”.
Para esta empreitada, Chiquinho Conde conta com um naipe de jogadores que muito bem conhece, na medida em que o núcleo duro fez parte da equipa que esteve no CHAN, prova na qual cometeu a façanha de se qualificar pela primeira vez para os quartos-de-final.
“Para superarmos o que já fizemos passa, fundamentalmente, por trabalharmos muito bem, resgatando aquelas que são as nossas ideias, visto que estamos há muito tempo sem esse conjunto. Temos de estar preparados para esta competição”.
Mais do que superar a prestação passada, o seleccionador nacional espera explorar outros ângulos na presente edição da Taça COSAFA.
“Temos a possibilidade observar e introduzir no grupo de trabalho alguns jogadores jovens que têm um historial na selecção nacional e que, acima de tudo, se tenham destacado nas selecções inferiores, Sub-20 e Sub-23”, explica Chiquinho Conde, ajuntando que “não vieram em grande número. Temos o Fazito, que está há bastante tempo a trabalhar connosco. Temos o Ezequiel, que é um miúdo muito promissor, e temos o Gianlunca, o qual se destacou nos Sub-23. Gostaria de ter trazido mais alguns jogadores, mas nesta fase inicial contamos apenas com esses três”.
Sobre o facto de os Mambas serem orientados pelo seleccionador nacional adjunto Victor Matine, Chiquinho Conde explica que é um procedimento normal. Não só o seleccionador nacional tem o desiderato de superar a prestação que os Mambas tiveram na 21ª edição da COSAFA, mas os jogadores também.
“Temos um grupo muito forte e alegre. Desta vez, temos de voltar para Moçambique com a taça e darmos alegria ao nosso povo. Essa é uma das coisas que, neste momento, nos preocupa bastante”, diz Telinho.
Debutante na selecção principal, Ezequiel está, por essas alturas, a “tocar o céu”.
“Sinto-me feliz por fazer parte deste maravilhoso grupo. Espero, por isso, poder dar o meu contributo para ajudar a selecção a alcançar resultados satisfatórios”, congratula-se Ezequiel, que, de resto, faz parte da selecção Sub-20 que sob comando técnico de Dário Monteiro conquistou a Taça COSAFA da categoria.
“Gostaria de chegar à minha segunda final nesta competição. Apelo ao povo moçambicano para que confiem em nós. Prometemos dar o nosso máximo, de modo a trazer alegria a este povo que muito bem merece”, apela o jovem jogador Ezequiel.
Um indivíduo incendiou a casa da sua namorada por supostamente não ter aceitado o término da relação. O caso deu-se na madrugada de hoje, no bairro Mapulene, Cidade de Maputo.
A casa incendiada pertence a uma chefe do quarteirão 51, no bairro Mapulene, na Cidade de Maputo. Segundo conta a dona da residência que foi reduzida a cinzas, o jovem de pouco mais de 30 anos de idade, com que “amantizava”, decidiu incendiar a sua casa por não aceitar o término da relação amorosa que durava havia sete anos.
Por ver o seu amor não mais correspondido pela sua “amante”, nos últimos tempos, o homem partiu para a “justiça” pelas próprias mãos. Era pouco mais da meia-noite de hoje.
O motivo da separação é o comportamento do jovem nos últimos dias. Casado e curiosamente vizinho da sua ex-parceira, o homem vinha-se aproveitando dos bens da “amante”.
“Eu já não gostava do comportamento dele. Sempre vinha para minha casa roubar as minhas coisas. Em Março, roubou-me sete mil Meticais de poupança, prometeu pagar, mas, até aqui, nada foi feito. Quando bebesse, vinha criar confusão perante a minha família”, desabafa Albertina Macupe, ex-amante do homem que queimou a casa.
Segundo conta a dona da casa, o jovem ateou o fogo pela janela, após várias tentativas de conversa com a sua ex-parceira.
“No sábado, saí para Magoanine, e ele viu-me saindo. Depois de me ter visto, decidiu ligar-me e pediu que conversássemos à minha volta. No regresso, não lhe dei sinal. Ligou-me várias vezes, mas não atendi. Tempo depois, foi à minha casa, bateu à porta, alegando que queria conversar, mas recusei-me a abrir. Fez-se à janela, pediu igualmente que abrisse, neguei. Quebrou o vidro e, por ver a atitude dele, decidi sair para o quarto das crianças. Quando a minha filha foi espreitar no meu quarto, viu que a cama já estava em chamas”, descreve Albertina Macupe os contornos do crime.
Após o cometimento do crime, o homem acusado de queimar a casa saiu do bairro Mapulene. Ainda assim, não se rende à decisão da ex-companheira. Contactado telefonicamente pela sua ex-companheira, confessou o crime e exigiu um frente-a-frente com ela.
“Tomei aquela atitude porque não estava a ser clara comigo. Sempre lhe ligava pedindo para conversar, mas nunca me deu ouvidos. Nos últimos dias, andava indiferente e a dar voltas. Devia ter-me dito que estava noutra relação e que tinha acabado tudo entre nós. Se o tivesse feito, não mais teria ligado para si”, confessa o crime o jovem, para de seguida exigir um frente-a-frente.
“Nós os dois precisamos de conversar para colocarmos ponto final nesta história. Seja honesta e diga-me que acabou”, atira o homem que, para os vizinhos, já devia ter-se rendido à decisão da sua amante.
“É um mau exemplo que ele está a dar aos homens da zona e não só. Nós, as mulheres, teremos medo de nos relacionarmos temendo algo igual. Amor não se força. Quando dizem ‘acabou’, tem de aceitar e ir-se embora”, sentencia uma das vizinhas.
Alguns académicos e membros da sociedade civil defendem a não realização das eleições distritais marcadas para 2024. No seu entender, o país precisa de consolidar o actual modelo de descentralização.
Na sequência da auscultação pública em torno da viabilidade da realização das eleições distritais em 2024, alguns académicos e membros da sociedade civil defendem a não realização do sufrágio.
Para o académico Vensis Muyuwai, “o país não tem condições financeiras de realizar estas eleições distritais. Pior do que isso é que a existência de vários órgãos administrativos poderá prejudicar a gestão administrativa e complicar a vida do cidadão”, disse, apelando para que o importante, agora, seja a harmonização dos órgãos existentes, por forma a ultrapassar os desafios verificados no terreno, onde continua ténue a linha das funções de Governador e do Secretário de Estado.
Durante o encontro, promovido pela comissão de Administração Pública e Poder Local do Parlamento (4ª comissão), definiu-se que é preciso olhar para as prioridades do país.
Isabel Lampião, em representação de uma entidade da sociedade civil, defende que Moçambique deve focar-se nos desafios que está a enfrentar neste momento, com destaque para a crise salarial nos sectores da saúde e educação, bem como na recuperação pós-intempéries.
“Este orçamento que poderá ser gasto no processo eleitoral, por que não usar na saúde e educação? Foco-me na saúde por que estamos a assistir. Será que o orçamento para saúde é suficiente? Por que não nos focarmos nestas áreas e adiarmos as eleições para um momento oportuno?”, questionou Lampião.
No entender de Paulo Tembe, também membro da sociedade civil, o problema está muito acima da disponibilidade ou não de dinheiro para o processo, uma vez que “igual a outros processos, podemos ter dinheiro, através de parceiros. Mas, será que estamos preparados?”, questionou.
Sobre a proposta de consolidação do actual modelo de descentralização, o deputado da Renamo, António Muchanga, que é também relator da quarta comissão parlamentar, diz haver problemas na lei.
“O que está a criar problemas entre o Secretário de Estado, por exemplo, e os governadores é a regulamentação das leis, porque elas deram esfera governativa ao Secretário de Estado, assuntos que não são do Governo central, e não será o Secretário de Estado que diz que ‘isto eu vou devolver’. Não cabe a ele fazer isso, cabe a quem regulamentou mal corrigir”, disse António Muchanga.
Recorde-se que a bancada da Frelimo, na Assembleia da República, submeteu uma proposta de revisão pontual da Constituição da República, que retira a data das primeiras eleições distritais, prevendo que ocorram quando houver condições.
O Município de Nampula está a requalificar um mercado e diz que não vai indemnizar os vendedores cujas barradas serão demolidas. Os lesados estão indignados e pretendem entrar com uma acção no tribunal.
Oficialmente é Mercado 25 de Junho, mas é popularmente conhecido como Mercado do Matadouro. A diferença de nomes não é tão relevante se comparado com a polémica que se instalou devido ao projecto de requalificação do mercado que o município pretende levar a cabo, alargando os acessos para que garantam melhor circulação.
O comunicado do Município foi afixado na semana passada, dando um prazo de três dias para os afectados retirarem os seus pertences para dar lugar aos trabalhos de requalificação. O vereador da área afasta qualquer possibilidade de indemnização. E porque os afectados não concordam com a posição do Município, dizem que vão recorrer à justiça para ver reconhecido o seu direito de indemnização.
O Município goza de privilégio de execução prévia, o que significa que pode levar a cabo o seu plano, mesmo com o processo no tribunal, mas ficará obrigado a reparar os danos dos particulares se for condenado.
De 1 de Julho a 31 de agosto, estão abertas as candidaturas ao Prémio Imprensa Nacional/Eugénio Lisboa, um galardão instituído pela Imprensa Nacional-Casa da Moeda [INCM], que premeia, anualmente, trabalhos inéditos no domínio da prosa literária produzidos por cidadãos moçambicanos ou a residir em Moçambique há mais de cinco anos.
Segundo avança uma nota de imprensa sobre a iniciativa, à semelhança da edição anterior, nesta 7.ª edição do Prémio Imprensa Nacional/Eugénio Lisboa as candidaturas fazem-se exclusivamente online no site da Imprensa Nacional.
Na sétima edição, o júri do Prémio é composto pelo escritor e professor Lucílio Manjate (que o preside), pela professora Sara Jona Laisse e pela editora-chefe da Imprensa Nacional-Casa da Moeda Paula Mendes.
O vencedor receberá um prémio pecuniário no valor de 5000 euros, cerca de 350 mil meticais, e verá o seu trabalho publicado pela Imprensa Nacional, a chancela editorial da INCM.
As edições anteriores do Prémio Imprensa Nacional/Eugénio Lisboa já distinguiram, entre vencedores e menções honrosas, os trabalhos Mundo Grave, de Pedro Pereira Lopes, Bebi do Zambeze, de António Manna, Saga d’Ouro, de Aurélio Furdela, Sonhos Manchados, Sonhos Vividos, de Agnaldo Bata, A Ilha dos Mulatos, de Sérgio Raimundo, O Homem que Vivia Fugindo de Si, de Japone Agostinho, Marizza, de Mélio Tinga, Eva, de Léo Cote e Teatro de Marionetes (ou Ensaio sobre a Mecânica Descritiva da Desertificação dos Homens), de Jofredino Faife.
A Imprensa Nacional-Casa da Moeda criou este prémio no intuito de incentivar a criação literária em Moçambique e, ao mesmo tempo, de prestar homenagem a Eugénio Lisboa, seu autor e cidadão e homem de cultura nascido em Lourenço Marques, actual Maputo, Moçambique. Eugénio Lisboa é doutor honorário das Universidades de Aveiro e Notthingham, Inglaterra, e Oficial da Ordem D. Henrique.
O Camões — Centro Cultural Português em Maputo é o parceiro na promoção e divulgação deste prémio em Moçambique.
O Concurso de Barman juntou, na fase final, 20 profissionais de mesa e bar para testar as suas habilidades na preparação de bebidas destiladas. Carlos Matecane sagrou-se o maior vencedor do certame, enquanto que Fred Conge e Licesinho Munguambe ocuparam o segundo e terceiro lugares respectivamente.
Citado numa nota de imprensa, Carlos Matecane, quem sai do certame com produtos para o auto-emprego avaliados em 100 mil meticais, mais do que um concurso, ter participado significou uma aprendizagem, porque, como sabem, “os barman são artistas acima de tudo e são aquelas pessoas que estão sempre para alegrar os clientes”.
O evento foi dirigido pelo Vice-Ministro da Cultura e Turismo, que referiu, na ocasião, que o serviço de barman é um fenómeno turístico que exige a atenção do Governo e estes concursos são absolutamente necessários e produtivos para construir uma história positiva que concilie os interesses turísticos de todos: dos turistas, visitantes e servidores.
Fredson Bacar sublinhou que “o nosso compromisso enquanto sector é facilitar os apoios para a materialização dos diferentes tipos de turismo e as possibilidades oferecidas pela Diageo – e outros actores envolvidos na cadeia de valor de turismo – é incentivar projectos transformadores, alinhados com os objectivos programáticos do Governo para o turismo.
“O principal objectivo deste programa é incentivar os profissionais de mesa e bar, a melhorar continuamente a sua performance profissional, mas também investigar, produzir e divulgar os seus feitos, através das bebidas destiladas, mas com um toque genuinamente moçambicano”, acrescentou Bacar, acrescentando que o principal mote para este concurso é formar profissionais com uma visão transversal que lhes permita compreender os serviços de barman numa perspectiva territorial e cultural e que possa proporcionar conhecimento para criar empresas responsáveis que melhorem a economia do turismo”.
O Presidente do Pelouro do Turismo da CTA considerou que estes tipos de eventos são necessários para dar maior visibilidade e consequentemente rendimento ao sector. “Para o sector privado é uma valia muito grande, uma vez que vem dinamizar o nosso sector, pois há bastante templo clamava por acções como esta”, destacou.
Refira-se que esta iniciativa é do Ministério da Cultura e Turismo, através do seu braço executivo, Instituto Nacional do Turismo (INATUR), responsável pela promoção de Moçambique como destino turístico e de formação de profissionais neste sector e a Diageo Moçambique, uma marca líder mundial em bebidas Premium.
Israel realizou, este domingo, vários ataques aéreos na Síria, perto da cidade de Homs, controlada pelo governo. A informação foi avançada pela agência estatal síria, citada pela Euronews.
Em comunicado, o Exército israelita indicou que um foguete antiaéreo foi lançado da Síria em direcção a Israel e que “explodiu no ar sobre o território israelita”.
De acordo com o Observatório Sírio para os Direitos Humanos (OSDH), um membro da Guarda Revolucionária do Irão morreu num bombardeio na periferia de Homse quatro combatentes ficaram feridos.
Os ataques israelitas também atingiram, alegadamente, uma base de defesa aérea em Qadmus.
O filosofo José Castiano lança, às 18 horas de terça-feira, na Livraria Fundza, na Cidade da Beira, o seu mais recente livro, designado O inter-munthu: em busca do sujeito da reconciliação.
Publicado sob a chancela da Editorial Fundza, o livro de José Castiano pretende ser um marco na filosofia africana em qualquer das línguas que o autor conhece e destina-se a transformar-se num clássico, pela inovadora forma de filosofar, simultaneamente africana e profundamente universal. De igual modo, O inter-munthu: em busca do sujeito da reconciliação é um contributo muito significativo para a reflexão filosófica e intelectual em geral, e não apenas para filósofos ou africanos. “Aliás, tenho a profunda convicção de que o mundo académico do Norte global teria muito a aprender com este livro se predispusesse verdadeiramente a aprender com a reflexão que se faz fora do seu contexto, o Atlântico Norte, um contexto que, contrariamente às suas pretensões, é cada vez menos global e mais provinciano”, lê-se na contracapa do novo título do académico.
O livro com aproximadamente 600 páginas é constituído por sete capítulos, designadamente, Robben island: o “santuário”?; O inter-munthu, o sujeito da reconciliação; Missionarismos e espiritualidades; Políticas de identidades e de reconciliação; Do bunthu ao munthu, em direcção ao inter-munthu; Tecnocultura; e Discurso sobre a democracia reconciliatória.
Na cerimónia de lançamento, O inter-munthu: em busca do sujeito da reconciliação será apresentado pelo académico Samuel Simango.