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A Organização das Nações Unidas estimou, nesta terça-feira, que mais dois milhões de sudaneses, deslocados pela guerra civil no Sudão, regressem a casa até ao fim do ano em zonas onde o conflito abrandou, como a capital Cartum.

“Muitos regressam porque acreditam que a segurança melhorou, mas outros o fazem porque a vida como deslocados se tornou insuportável devido a pressões económicas”, indicou em conferência de imprensa a subdirectora-geral da Organização Internacional para as Migrações (OIM) para Gestão e Reforma, SungAh Lee.

Lee, que falou por videoconferência desde o Sudão, recordou que nove milhões de sudaneses continuam deslocados internamente após três anos de guerra civil, que também provocou a fuga de cerca de quatro milhões de pessoas para países vizinhos.

Em Cartum, assinalou a subdirectora-geral, muitos regressam a zonas onde as habitações e infra-estruturas críticas como o abastecimento de água, saúde ou electricidade ficaram destruídas ou sofreram graves danos.

Outros regressaram ao estado de Al-Jazira, a sul da capital sudanesa e uma das principais regiões agrícolas do país, onde os sistemas de rega também sofreram graves danos, o que ameaça os seus empregos e a produção de alimentos para todo o país num momento crítico.

“Sem investimento urgente para restabelecer os serviços essenciais, reconstruir infra-estruturas e retomar as actividades, os retornos de deslocados estão em risco”, assegurou Lee.

“As pessoas querem voltar à sua terra, reconstruir a sua vida e os seus lares”, afirmou a ‘número dois’ da OIM, agência da ONU, que solicitou 170 milhões de dólares para atender às necessidades humanitárias no Sudão, mas até agora recebeu apenas 70 milhões de dólares.

A guerra entre o exército do Sudão e o grupo paramilitar Forças de Apoio Rápido (RSF, na sigla em inglês), iniciada a 15 de Abril de 2023, mergulhou o país na pior catástrofe humanitária do planeta, segundo a ONU, e, de acordo com estimativas dos Estados Unidos, cerca de 400 mil pessoas podem ter perdido a vida durante o conflito.

O conflito no Sudão interrompeu a transição que havia começado após a queda do regime de Omar al-Bashir, em 2019, que já estava enfraquecido após o golpe que depôs o então primeiro-ministro, Abdalla Hamdok.

Segundo o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), mais de 4300 crianças foram mortas ou mutiladas na guerra e pelo menos oito milhões ainda não frequentam a escola.

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As Linhas Aéreas de Moçambique (LAM) vão continuar a assegurar o transporte das equipas que participam no Moçambola, principal campeonato nacional de futebol, durante pelo menos mais dez jornadas. A garantia foi dada por Agostinho Langa Júnior, presidente do Conselho de Administração dos Caminhos de Ferro de Moçambique (CFM).

Segundo o responsável, a continuidade do apoio resulta da intervenção coordenada de um grupo de empresas públicas que inclui, além dos CFM, a Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB) e a Empresa Moçambicana de Seguros (EMOSE), actualmente envolvidas no processo de reestruturação da transportadora aérea nacional.

A decisão surge numa altura em que o transporte aéreo tem sido considerado crucial para o funcionamento regular do Moçambola, tendo em conta as longas distâncias entre as províncias e os custos logísticos enfrentados pelos clubes.

A utilização dos voos da LAM tem permitido reduzir o desgaste das equipas e garantir maior previsibilidade no cumprimento do calendário competitivo.

Embora não tenham sido avançados detalhes sobre o modelo de financiamento ou os custos envolvidos, a medida é vista como um alívio para os clubes, muitos dos quais enfrentam limitações financeiras significativas.

A intervenção das empresas públicas na LAM insere-se num esforço mais amplo de estabilização da companhia, que tem enfrentado desafios operacionais e financeiros nos últimos anos. Ao mesmo tempo, o apoio ao Moçambola é encarado como estratégico para assegurar a continuidade da principal prova futebolística do País.

Com esta garantia, espera-se que o campeonato decorra com maior regularidade nas próximas jornadas, enquanto se aguardam soluções de longo prazo para a sustentabilidade logística e financeira da competição.

 

A participação de Moçambique no 17.º Campeonato Africano de Natação, marcado para decorrer de 5 a 10 de Maio, em Oran, na Argélia, continua em risco, devido à falta de financiamento.

A Federação Moçambicana de Natação (FMN) precisa de cerca de três milhões de meticais para viabilizar a deslocação da selecção nacional, mas, até ao momento, não conseguiu reunir o valor necessário.

O presidente da FMN, Justino Francisco, já havia alertado que o montante é essencial, sobretudo para cobrir despesas de transporte, consideradas as mais elevadas, incluindo viagens a partir de Moçambique e de Portugal, onde alguns atletas se encontram a treinar.

No entanto, dados recentes indicam que o défice financeiro persiste, colocando em causa a presença do País na principal competição continental da modalidade.

Além das passagens aéreas, o orçamento inclui custos com alojamento, alimentação e taxas de inscrição, compondo um pacote indispensável para garantir a participação da delegação. Apesar de várias diligências, os esforços da federação ainda não tiveram sucesso.

Perante o impasse, a FMN tem procurado apoio junto do Governo e do sector privado, sem resultados concretos até ao momento. Em último recurso, a instituição chegou a apelar à contribuição das famílias dos atletas, uma medida que o próprio dirigente classificou de indesejável, mas necessária face à urgência da situação.

A possibilidade de ausência de Moçambique na prova tem gerado preocupação no meio desportivo e reacendido o debate sobre o financiamento das modalidades no País.

Analistas apontam que o caso evidencia fragilidades estruturais, incluindo a dependência de apoios pontuais e a falta de mecanismos sustentáveis de financiamento.

Caso se confirme a ausência, os impactos poderão ser significativos. Para além de limitar a exposição internacional dos atletas, a não participação compromete o desenvolvimento competitivo da natação moçambicana e reduz a presença do País em eventos de alto nível no continente.

Organizado pela África Aquatics, o Campeonato Africano de Natação reúne atletas de vários países e constitui uma plataforma importante para a afirmação e crescimento da modalidade.

Para Moçambique, a incerteza mantém-se, a poucas semanas do arranque da competição, enquanto a federação continua a procurar soluções para evitar o afastamento.

O Presidente francês, Emmanuel Macron, condecorou, nesta terça-feira, 61 pessoas com a Legião de Honra, a mais alta distinção de França, por terem enfrentado os terroristas islâmicos que atacaram a sala de espectáculos Bataclan de Paris em 2015.

A maior parte das pessoas condecoradas são ou foram membros do corpo de polícia que fizeram frente ao grupo extremista que atacou a sala de espectáculos na noite de 13 de Novembro de 2015.

O ataque provocou a morte a 90 pessoas na mesma noite em que outros membros do mesmo grupo realizaram vários ataques nas esplanadas de bares e restaurantes e nos arredores do Estádio de França, Paris, elevando o número total de mortos para 130, além de centenas de feridos.

A cerimónia de condecoração decorreu nesta terça-feira, no Palácio do Eliseu, com muitos dos polícias homenageados usando máscaras para não serem reconhecidos.

O Presidente francês Emmanuel Macron disse durante o discurso que as condecorações constituíam “o reconhecimento de uma nação leal”.

Macron acrescentou que “no Bataclan”, a resposta policial foi uma operação singular, uma intervenção “pela sobrevivência” realizada sob fogo dos terroristas, que exigiu coragem.

O chefe de Estado referiu-se, em particular, aos primeiros dois polícias que entraram na sala e neutralizaram um dos atacantes, o que levou os outros membros do comando radical islâmico a recuar, pondo fim ao massacre.

“Obrigado a todos”, disse Macron aos homenageados.

Macron prestou ainda homenagem ao chefe de Estado francês na altura do atentado, François Hollande, bem como ao então primeiro-ministro, Manuel Valls, e ao ex-ministro do Interior, Bernard Cazeneuve.

“A República manteve-se firme graças às decisões tomadas”, considerou. 

Os três antigos governantes estiveram presentes na cerimónia de ontem no Palácio do Eliseu.

A Liga Árabe exigiu, nesta terça-feira, que o Irão assuma o custo da reconstrução dos danos causados pelos “ataques ilegais” contra vários países e pague as indemnizações e reparações correspondentes, de acordo com o direito internacional.

O secretário-geral da organização, Ahmed Abulgueit, reclamou a Teerão o cumprimento imediato da Resolução 2817 da ONU de 11 de Março e que reconheça a responsabilidade pelos ataques contra os países do Conselho de Cooperação do Golfo Pérsico, a Jordânia e o Iraque.

“Exigimos que o Irão cumpra de imediato a resolução do Conselho de Segurança e assuma a plena responsabilidade pelos danos e perdas causados por estes ataques ilegais”, afirmou Abulgueit, ao intervir numa sessão extraordinária do Conselho da Liga a nível ministerial.

As responsabilidades do Irão devem incluir “a compensação e as reparações estipuladas pelo direito internacional” em casos semelhantes, disse o diplomata egípcio, citado pela agência de notícias espanhola EFE.

O Irão atacou vários países vizinhos que acolhem interesses norte-americanos, na sequência da ofensiva que os Estados Unidos e Israel lançaram contra Teerão a 28 de Fevereiro, que desencadeou a guerra em curso no Médio Oriente.

Além de mais de quatro mil mortos em vários países, maioritariamente no Irão e no Líbano, a guerra causou o bloqueio dos transportes marítimos no estreito de Ormuz, prejudicando as economias regionais e a nível internacional.

Teerão e Washington concordaram com uma trégua de duas semanas, que termina hoje, quarta-feira, mas desconhece-se ainda se as duas partes voltam a reunir-se em Islamabad para tentar negociar um acordo de paz, após uma primeira ronda sem resultados.

No comunicado final da reunião da Liga Árabe, os ministros afirmaram que o Irão “tem plena responsabilidade internacional pelos seus ataques ilícitos contra os Estados árabes”.

A República Islâmica “está obrigada, conforme o direito internacional, a reparar integralmente todos os danos e prejuízos derivados destes ataques”, disseram.

A Liga Árabe condenou novamente os “atrozes ataques iranianos”, que qualificou de “ilegais, injustificados e inaceitáveis”.

Denunciou que os ataques de Teerão constituem uma “grave violação do direito internacional”, uma ingerência na soberania dos estados e um “flagrante desprezo” pelos princípios de boa vizinhança.

Rejeitou também as pretensões do Irão de controlar o golfo Pérsico e o estreito de Ormuz, recordando que a liberdade de navegação nessas vias marítimas internacionais está garantida pelo Direito do Mar.

“Os Estados árabes não foram, nem serão, reféns do Irão para ajuste de contas”, afirmou Abulgueit, que acrescentou que qualquer ataque contra um país da liga é considerado um ataque contra todos.

A organização, com 22 membros, solidarizou-se com os países afectados e elogiou a “resiliência e coragem” dos respectivos líderes e povos face a uma agressão que, segundo denunciou, dirigiu fogo indiscriminadamente contra civis e infra-estruturas civis.

Entre outras medidas, a Liga exortou o Conselho de Segurança da ONU a garantir a plena aplicação da Resolução 2817, que exige ao Irão a cessação imediata dos ataques.

Reafirmou igualmente o direito dos Estados árabes afectados à legítima defesa, individual ou colectiva, conforme a Carta das Nações Unidas.

Com sede no Cairo, a Liga Árabe integra Arábia Saudita, Argélia, Bahrein, Comoros, Djibuti, Egito, Emirados Árabes Unidos, Iémen, Iraque, Jordânia, Kuwait, Líbano, Líbia, Mauritânia, Marrocos, Omã, Palestina, Qatar, Síria, Somália, Sudão e Tunísia.

A província de Tete acolhe, no próximo dia 13 de Maio, o primeiro Fórum Empresarial Provincial, uma iniciativa do Conselho Empresarial da Província (CEP), que visa promover o diálogo entre os sectores público e privado, bem como apresentar o plano de desenvolvimento empresarial da região.

Tete desempenha um papel estratégico no desenvolvimento económico do País, com destaque para os sectores de mineração, energia, agricultura, recursos pesqueiros e comércio transfronteiriço. É neste contexto que surge o fórum, concebido como uma plataforma de concertação, reflexão estratégica e promoção de investimento.

De acordo com o Conselho Empresarial de Tete, o evento pretende ainda divulgar oportunidades de financiamento e investimento, além de fortalecer a articulação entre os diferentes intervenientes do sector privado, com vista à melhoria do ambiente de negócios e à melhoria de um crescimento económico inclusivo e sustentável.

O fórum, com duração de um dia, vai contar com a participação de membros do Governo, agências de financiamento, instituições bancárias, associações empresariais e da comunidade académica.

Lula da Silva afirma que o Presidente dos EUA, Donald Trump, não tem o direito de proibir o Presidente sul-africano, Cyril Ramaphosa, de assistir à cimeira do G20. O Presidente brasileiro apela à união entre os membros para viabilizar a participação da África do Sul..

Os pronunciamentos foram feitos após as declarações prestadas pelo presidente norte americano, Donald Trump, no mês de Novembro último, segundo as quais a África do Sul não será convidada a participar na cimeira do G20, que se realizará este ano na cidade de Miami, na Florida. 

Na ocasião, Trump afirmou que a África do Sul mostrou ao mundo que não é um país digno de participar em nada. 

Em reacção, na noite desta segunda-feira, o presidente brasileiro, Lula da Silva afirmou que os EUA não têm o direito de proibir um membro fundador de participar do G20

O líder brasileiro disse ter aconselhado o presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa, a viajar para a cúpula mesmo sem o aval dos EUA. 

No ano passado, Donald Trump cortou assistência financeira a África do Sul depois de acusar o governo de genocídio contra pessoas brancas, alegando que estavam a ser alvos de perseguição racial e de assassinatos.  

Nos seus pronunciamentos, Lula da Silva acrescentou que impedir que o país africano participe da reunião, é abrir espaço para  que mais países sejam afastados. 

As declarações do presidente brasileiro foram feitas em uma entrevista na Alemanha, após se reunir com o chanceler Friedrich Merz.

Munícipes do bairro de Nhangau, na cidade da Beira, exigem a construção de uma morgue para a conservação de corpos dos seus entes queridos. O Município da Beira diz que o Governo Provincial se recusa a autorizar a construção de infra-estrutura para aliviar o sofrimento das famílias. Albano Carige promete avançar com a obra à revelia, caso não haja resposta.

O facto foi relatado pelos munícipes de Nhangau, que afirmam percorrer cerca de 12 quilómetros, enfrentando estradas em péssimas condições e falta de transporte, para chegar às morgues do Hospital Central ou provincial da  Beira.

Os munícipes pedem socorro, alegando que a situação coloca em risco a saúde pública, devido à permanência dos corpos até ao seu sepultamento. O atendimento nestes casos torna-se oneroso para as famílias.

Por sua vez, o Presidente do Conselho Autárquico da Beira, Albano Carige, reconhece o problema e atribui responsabilidades ao sector da saúde na província de Sofala.

Carige promete avançar com a construção da infra-estrutura, mesmo sem resposta das autoridades competentes.

O “O País” tentou contactar a Direcção Provincial da Saúde, mas sem sucesso.

O ministro da Defesa nigeriano, Christopher Musa, defendeu o ataque aéreo militar ao mercado de Jilli, no estado de Borno, insistindo que não se tratou de um erro, como alguns críticos alegaram.

O ministro afirmou que os alvos eram “todos terroristas ou indivíduos que colaboram com eles”, sublinhando que a operação foi baseada em informações fidedignas. “O incidente em Jilli não foi um erro. Qualquer pessoa encontrada com eles é um deles”, disse, alertando os civis contra o fornecimento de qualquer tipo de apoio a grupos terroristas, incluindo alimentos ou assistência médica. 

Acrescentou que esta assistência permite aos terroristas sustentar as suas operações, referindo: “Se as pessoas pararem de os abastecer, este problema acabará completamente”. 

Abordando as preocupações sobre os repetidos ataques aéreos acidentais que afectam civis, negou que tais incidentes estejam a ocorrer, dizendo que nenhum erro semelhante ocorreu desde o episódio de Tudun Biri. 

Entretanto, homens armados atacaram um autocarro de passageiros no estado de Benue, no Centro-Norte da Nigéria, raptando alguns estudantes que estavam a caminho de fazer o exame de admissão, disseram as autoridades. Os estudantes e outros passageiros foram sequestrados na auto-estrada Otukpo-Makurdi, disse Hyacinth Alia, governador de Benue, em comunicado.

O governador não especificou quantas pessoas foram levadas, mas os meios de comunicação locais informaram que havia um total de 14 passageiros a bordo. “O ataque a cidadãos inocentes, particularmente estudantes a caminho de fazer provas, é inaceitável e vai contra todas as normas de humanidade e ordem civil”, disse Alia.

Israel encerrará na terça e quarta-feira as passagens por onde entra a ajuda humanitária na Faixa de Gaza devido aos feriados israelitas, dificultando ainda mais a situação dos dois milhões de palestinianos que vivem no enclave, foi divulgado nesta segunda-feira.

“Informamos que as passagens fronteiriças entre Israel e a Faixa de Gaza permanecerão fechadas nesta terça e quarta-feira (21 e 22 de Abril) por ocasião do Dia Nacional da Memória e do Dia da Independência de Israel”, indicou, em comunicado, o COGAT, o órgão militar israelita que administra os territórios palestinianos ocupados.

O COGAT salientou que, apesar do encerramento, o trabalho de recolha de ajuda humanitária já presente em Gaza continuará.

Este órgão militar já fechou as passagens fronteiriças de Gaza, que Israel controla na totalidade, durante as duas festas judaicas da Páscoa no início de Abril.

Também as encerrou desde o início da guerra com o Irão, a 28 de Fevereiro, durante dois dias, excepto na passagem de Rafah, na fronteira com o Egipto e a única por onde se realizam evacuações médicas de palestinianos. Esta passagem só reabriu a 18 de Março.

O COGAT diz que permite a entrada de cerca de 600 camiões de ajuda humanitária em Gaza por dia, embora apenas cerca de 120 deles sejam de agências humanitárias.

O restante é carga comercial, que a maioria dos habitantes de Gaza não consegue pagar.

A 07 de Outubro de 2023, um ataque do movimento islamita palestiniano Hamas em Israel causou cerca de 1200 mortos, na maioria civis, e 251 reféns.

Em retaliação, Israel lançou uma operação militar em grande escala na Faixa de Gaza, que provocou mais de 72 mil mortos, segundo as autoridades locais controladas pelo grupo islamita, a destruição de quase todas as infraestruturas e a deslocação forçada de centenas de milhares de pessoas.

O cessar-fogo na Faixa de Gaza entrou em vigor a 10 de Outubro de 2025, sem que Israel esteja a cumprir o acordado em relação à ajuda humanitária, reconstrução, protecção de civis, liberdade de circulação ou autogovernação, de acordo com um relatório elaborado por cinco organizações não-governamentais, com a presença da França.

Desde o início da trégua, Israel e Hamas têm-se acusado mutuamente de violações ao cessar-fogo. Segundo o Ministério da Saúde de Gaza, tutelado pelo Hamas, desde então os ataques israelitas causaram 777 mortos e 2193 feridos, incluindo mais de 180 crianças.

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