O ministro da Juventude e Desporto, Caifadine Manasse, recebeu em audiência o embaixador da Argélia acreditado em Moçambique, num encontro marcado pela vontade política de aprofundar a cooperação bilateral nos sectores da juventude e do desporto.
Durante a audiência, as duas entidades passaram em revista diversos aspectos estratégicos ligados ao desenvolvimento da juventude e à promoção do desporto, sublinhando a importância de fortalecer os mecanismos de cooperação institucional e dinamizar a implementação de projetos conjuntos de interesse mútuo.
O encontro evidenciou uma convergência de visões sobre o papel da juventude e do desporto como instrumentos de desenvolvimento social, inclusão e fortalecimento das relações entre os povos.
Na ocasião, Manasse reiterou o convite anteriormente formulado, durante a sua deslocação à Argélia, dirigido aos ministros da Juventude e do Desporto daquele país, para efectuarem uma visita oficial a Moçambique.
O objectivo da visita é aprofundar o diálogo bilateral, identificar novas áreas de parceria e consolidar iniciativas concretas de cooperação entre as duas Nações.
Por sua vez, o embaixador da Argélia manifestou satisfação pelo actual nível das relações entre os dois países, destacando o compromisso de trabalhar para que, durante o seu mandato, a cooperação bilateral alcance patamares ainda mais elevados, com resultados concretos para a juventude e o desporto.
Importa salientar que Moçambique e Argélia mantêm relações históricas de amizade e solidariedade desde o período da Luta Armada de Libertação Nacional, um legado que continua a servir de base sólida para o reforço contínuo das relações diplomáticas e da cooperação estratégica entre os dois Estados.
Moçambique participa da 14.ª Conferência Ministerial da Organização Mundial do Comércio (OMC), de 26 a 29 de Março, na cidade de Yaoundé, República dos Camarões. A conferência reúne os ministros do sector do comércio e outras entidades relevantes do sistema multilateral mundial.
A Conferência decorre num contexto internacional marcado por tensões geopolíticas, incertezas económicas, rápidas transformações tecnológicas e desafios crescentes ao Sistema Comercial Multilateral. Sendo parte desta organização, Moçambique participa da Conferência com uma delegação multissectorial chefiada por Basílio Muhate, Ministro da Economia.
A MC14 assume particular relevância, num contexto em que Moçambique, na qualidade de Coordenador do Grupo Africano na Organização Mundial do Comércio (OMC), teve a responsabilidade de liderar o processo de concertação africana, em preparação à 14ª Conferência Ministerial da OMC.
A Reunião dos Ministros Africanos do Comércio, realizada a 26 de Fevereiro de 2026, em Moçambique, produziu a Declaração Ministerial de Maputo, um instrumento adoptado, que reflecte a posição Africana a ser apresentada na 14ª Conferência Ministerial da OMC.
A agenda da MC14, prevê que sejam debatidas e decididas matérias estruturantes para o futuro da OMC, com destaque para a reforma institucional da Organização, a agricultura, as subvenções à pesca, a moratória sobre o comércio eletrónico, bem como questões específicas de interesse para os Países Menos Avançado (PMA), categoria na qual Moçambique se insere.
A participação de Moçambique ao mais alto nível político permitirá: Reafirmar o compromisso do País com o sistema multilateral de comércio, baseado em regras; Defender de forma eficaz, os interesses nacionais e dos PMA, nas negociações multilaterais; Influenciar as discussões sobre a reforma da OMC, de modo a torná-la mais inclusiva, responsiva e alinhada com as realidades dos países em desenvolvimento; Acompanhar e intervir nas negociações sobre temas sensíveis para a economia nacional, como agricultura, segurança alimentar, subsídios à pesca e comércio digital; Reforçar a visibilidade e o posicionamento de Moçambique no seio da OMC e junto dos seus parceiros de desenvolvimento.
Moçambique precisa de investir em infra-estruturas rodoviárias e ferroviárias eficientes para reduzir o tráfego e o tempo de espera nos corredores logísticos, segundo o sector privado. Os patrões falavam no seminário sobre o Desenvolvimento do Corredor Logístico do Norte, com participação do Japão.
Novas ideias de investimentos e negócios podem sair dessa sala, onde estão reunidos empresários moçambicanos e japoneses a discutir o desenvolvimento do Corredor Logístico do Norte.
O porto de Nacala tem uma capacidade de manuseamento de carga equivalente a 252 mil contentores, que, segundo o sector privado, é de extrema importância para a viabilização dos negócios.
Para o feito, a melhoria das vias e expansão da capacidade de manuseamento de carga é urgente, daí que a cooperação com o Japão é vista como impulsionadora do crescimento económico.
Já o embaixador do Japão reconheceu o valor estratégico do porto de Nacala, sobretudo para o desenvolvimento da região Norte.
Em representação do Governo, a secretária de Estado da Indústria e Comércio apontou reformas legais feitas pelo Estado para melhorar o ambiente de negócios e atrair mais investimento estrangeiro.
Moçambique empenha-se em consolidar o Porto de Nacala e o respectivo corredor logístico como uma plataforma de integração económica regional e materialização da Zona de Comércio Livre Continental Africana.
A primeira-ministra desafia os investigadores a desenvolverem pesquisas científicas viradas ao desenvolvimento económico, social e cultural do país. As declarações foram feitas hoje, em Maputo, por Benvinda Levi, durante a abertura da conferência de Jovens Investigadores da CPLP.
Maputo acolhe, de 25 a 27 de Março, a quarta Conferência de Jovens Investigadores da Comunidade dos Países da Língua Portuguesa, um evento com o objectivo de promover o uso da ciência na governação.
Cristina Molares, presidente da Associação de Jovens Investigadores da CPLP, fala do evento como uma oportunidade para pôr a ciência a serviço do desenvolvimento.
“A ciência e a política muitas vezes encontram-se em tensão e conflito. No entanto, sem ciência não há desenvolvimento sustentável. É essencial compreender que todos partilhamos um objetivo comum. Ultrapassar as dificuldades crónicas e contribuir para uma África muito marcada de desgraças. Até agora usamos as políticas sem a ciência. Não está a dar certo. Devemos passar a pôr a ciência a nosso favor, mas desta vez, não a ciência importada”, defendeu.
A primeira-ministra, que esteve em representação do Presidente da República, desafiou os jovens investigadores a usarem a ciência para o desenvolvimento do país.
“Que as vossas pesquisas e investigações não se limitem apenas a relatórios académicos e teóricos, pois devem propor soluções práticas e concretas que contribuam para a melhoria da vida social e económica das comunidades, concorrendo, desta forma, para o desenvolvimento sustentável e inclusivo dos nossos países”, disse Benvinda Levi.
No domínio da inovação tecnológica, Levi deixou apelos aos pesquisadores.
“Hoje a inteligência artificial aparentemente resolve todos os problemas, mas é preciso também ver os desafios que ela nos coloca, os riscos que ela traz. Facilita-se a vida, mas não resolve tudo.”
O presidente do Conselho Municipal de Maputo, Rasaque Manhique, reafirmou, por seu turno, a aposta da edilidade na valorização do conhecimento como motor de desenvolvimento.
Rasaque Manhique falava na abertura da IV Conferência de Jovens Investigadores da CPLP-ÁFRICA, um evento que decorre até sexta-feira, sob o lema “Diversidade cultural, inovação digital e saberes ancestrais: construindo futuros sustentáveis em África”.
Nos três dias da conferência, haverá apresentação de 60 trabalhos de jovens da CPLP, virados para as pesquisas para o desenvolvimento.
A transformação do comércio informal, para o formal e a modernização da instituição Tributária configuram os desafios actuais da Autoridade Tributária, 20 anos depois da sua criação. A informação foi partilhada, hoje em Maputo, durante a cerimónia de celebração do dia do contribuinte, assinalado a 22 de Março corrente.
A 22 de Março corrente celebrou-se o dia do contribuinte, uma efeméride que coincide com a criação da Autoridade Tributária de Moçambique.
Nesta quarta-feira, a instituição reuniu contribuintes e antigos funcionários para reflectir em torno dos 20 anos de existência, avanços e desafios do sector.
O Presidente da Autoridade Tributária destacou o percurso da instituição que hoje dirige, com marcos notáveis na contribuição nas contas públicas.
Aníbal Mbalango disse ainda que “Apesar dos ganhos alcançados ao longo das duas décadas, estamos conscientes que ainda persistem desafios ligados ao alargamento da base tributária e da melhoria da eficiência e eficácia institucional, devido à persistência da informalidade fiscal, complexidade e sofisticação dos negócios em resultado da globalização da economia e necessidade da digitalização de processos e procedimentos tributários. A estes desafios exigem-se respostas claras e inequívocas, que vão desde o reforço permanente da capacidade técnica dos funcionários, a aceleração do processo de transformação digital, a atualização da estrutura orgânica de modo a torná-la mais ágil e funcional e também a atualização do estatuto do pessoal, com vista a garantir maior empenho e dedicação dos funcionários, bem como do reforço dos seus direitos e obrigações”, disse.
A primeira-ministra, que orientou a abertura das celebrações, diz que a transparência e integridade na gestão das receitas, é essencial para o alargamento da tão necessária base Tributária.
“O rácio da cobertura fiscal conheceu uma evolução progressiva, passando de 57,33% em 2006 para 78,26% em 2024, refletindo o alargamento da base tributária, o fortalecimento dos mecanismos de cobrança e o aprimoramento da administração fiscal. A tendência global aponta para uma maior capacidade do Estado em financiar o seu orçamento com recursos próprios, reduzindo de forma progressiva a dependência de financiamento externo e reforçando a sustentabilidade das finanças públicas, apesar das flutuações conjunturais decorrentes de choques económicos internos e externos”.
Por seu turno, o investigador Hermínio Sueia entende que o executivo deve se atentar na cobrança de impostos aos grandes contribuintes, que no seu entender pouco contribuem.
“Resolvam esses problemas com os grandes contribuintes. Só para citar alguns exemplos.
Outros tantos pedidos, com finalidade de prorrogação de isenções fiscais fora da lei e até quase obrigando que as leis pontuais sejam aprovadas para acomodar a pretensão da poderosa classe dos investidores. Vejam os condicionalismos que são impostos ao Estado, pelas multinacionais exploradoras da bacia do Rovuma, compensação por acionamento da cláusula da força maior, negociação de infinitas isenções nos contratos, etc.. Este é um dilema nacional e que tem que ser atendido para que haja efectivamente sustentabilidade orçamental”, defendeu o antigo funcionário da AT, Hermínio Sueia.
O evento serviu, também, para a premiação dos melhores contribuintes, referente ao exercício económico 2025.
A Federação Moçambicana de Futebol (FMF) vê reforçada a sua capacidade técnica com a distinção de cinco formadores nacionais, que foram oficialmente certificados com o FIFA Coach Educator Diploma, uma qualificação especializada concedida a profissionais capacitados para formar, mentorar e certificar outros treinadores de futebol a nível global, no âmbito do seu programa de desenvolvimento de treinadores.
A atribuição do diploma surge após a participação activa no FIFA Coach Educator Development Pathway e no Assessment Practice Programme, iniciativas que visam elevar os padrões de formação a nível global. No fim do processo, foram distinguidos os formadores Tomás Bonda, Sara Simone, Idrisse Mossagy, Félix Issufo e Ernesto Fumo.
Numa comunicação dirigida à FMF, a FIFA destaca o empenho demonstrado ao longo do percurso, sublinhando que os formadores “demonstraram elevado profissionalismo e dedicação” durante todo o processo de capacitação.
A mesma comunicação reconhece ainda o impacto estrutural da formação, ao referir que o programa “dotou os participantes de competências essenciais para apoiar a elevação contínua dos padrões de formação de treinadores” no País.
Este reconhecimento internacional reforça o compromisso da FMF com o desenvolvimento técnico e humano do futebol moçambicano, numa aposta clara na qualificação dos seus quadros.
Para a FIFA, estas conquistas “evidenciam a liderança da associação no desenvolvimento do futebol” e terão “um impacto profundo e duradouro na formação de treinadores a todos os níveis”.
Com esta distinção, Moçambique dá mais um passo consistente na consolidação de uma base técnica sólida, essencial para o crescimento sustentado do futebol nacional.
A Federação Moçambicana de Futebol encoraja os formadores distinguidos a continuidade deste trabalho, que se reflecte directamente na qualidade do jogo dentro e fora das quatro linhas.
O arguido Abdul Gafur Gulam, um dos 40 indivíduos indiciados pela prática dos crimes de branqueamento de capitais, fraude fiscal, associação criminosa, falsificação e uso de documentos falsos, chega hoje a cidade de Maputo, extraditado de Portugal, onde esteve detido.
Trata-se da Operação STOP BC, no âmbito do processo nr. 3/GCCCOT/22, no qual foram constituídos em arguidos 40 indivíduos e 32 sociedades comerciais, indiciados pela práticas dos crimes de branqueamento de capitais, fraude fiscal, associação criminosa, falsificação e uso de documentos falsos.
O arguido Abdul Gafur Gulam, que se encontrava em parte incerta, foi detido em Portugal, em resultado ao mandado de captura internacional e por consequência alerta vermelho pela Interpol.
As autoridades nacionais solicitaram a extradição do arguido, que o Tribunal da Relação de Lisboa decretou. Assim, Abdul Gafar aterrou hoje em Moçambique, extraditado de Portugal.
Abdul Gafar Gulam teria criado cerca de oito empresas de fachada, usando para o efeito, terceiras pessoas, entre as quais, de nacionalidade estrangeira e nacionais.
Criadas as empresas, Abdul Gafar Gulam, por intermédio de testas de ferro, em nome de quem constituiu as empresas, abriu contas em diferentes bancos comerciais, através dos quais passou a receber elevadas somas de dinheiro, maioritariamente por depósito em numerário e cheques.
Sem que as referidas empresas tivessem efectivamente exercido alguma actividade comercial para qual teriam sido supostamente criadas, passaram a transferir montantes para várias jurisdições estrangeiras, entre as quais: Portugal, Turquia, China, Hong Kong, Maurícias, Tailândia, Japão, Emirados Árabes Unidos, Malásia, alegadamente para pagamento de mercadorias que nunca foram importadas, ou seja, nunca deram entrada no território aduaneiro moçambicano.
Com vista a justificar as transferências de valores ao estrangeiro e dissimular a falta de entrada da mercadoria à Moçambique, Abdul Gafar Gulam, contando com auxílio de alguns despachantes aduaneiros e alguns colaboradores de bancos comerciais, forjou termos de compromisso de intermediação bancária, facturas proformas supostamente de fornecedores e documentos únicos das Alfândegas, que posteriormente os apresentou junto aos bancos comerciais e entidades públicas.
Abdul Gafar Gulam, com recurso a este “modus operandi”, transferiu para o estrangeiro, entre 2019 a 2022, o equivalente a cerca de cento e quarenta milhões de dólares americanos, alegadamente para compra de mercadorias que nunca foram desembaraçadas no território aduaneiro nacional.
O embaixador do Irão no Paquistão afirmou, nesta quarta-feira, que não aconteceram negociações directas ou indirectas com os Estados Unidos, apesar da afirmação do presidente Donald Trump sobre conversações em curso para tentar acabar com a guerra.
A guerra no Médio Oriente entrou em seu 26º dia e a violência ganha força. Nesta terça-feira , por exemplo, o Irão lançou mísseis em direção a Israel, horas depois de o exército israelita confirmar ao menos um ataque no norte do país durante a madrugada.
Os EUA transmitiram ao Irão um plano de 15 pontos para acabar com a guerra, segundo os media norte-americanos e israelitas. Entretanto Teerão continua a negar negociações com a administração de Trump. O embaixador do Irão no Paquistão afirmou nesta quarta-feira que não houve negociações com os Estados Unidos, apesar da afirmação do presidente Donald Trump sobre conversações em curso para tentar acabar com a guerra.
“Também tomamos conhecimento dos detalhes por meio da imprensa, mas, segundo as informações de que disponho e ao contrário do que afirma Trump , até agora não houve negociações, nem directas nem indirectas, entre os dois países”, afirmou o embaixador.
O conflito, já deixou milhares de mortos e deslocados.
O treinador da União Desportiva do Songo, Daúde Razaque, está suspenso de exercer as suas acitividades por vinte dias, numa decisão da Federação Moçambicana de Futebol.
A suspensão surge na sequência de o técnico não ter participado na cerimónia de premiação após a derrota da sua equipa diante da Associação Black Bulls por 2-3 na lotaria de grandes penalidades, em jogo da Supertaça Mário Esteve Coluna.
A FMF entende que Daúde Razaque terá faltado ao respeito à instituição, assim como aos adeptos. O técnico deverá também pagar uma multa de 20 mil meticais.
O Governo moçambicano anunciou a reestruturação do Instituto Nacional dos Transportes Rodoviários (Inatro) após verificar “disfunções institucionais graves”, que incluem indícios de corrupção, atrasos nos serviços e deterioração do atendimento.
O Ministério dos Transportes e Logística decidiu proceder à reestruturação profunda do Instituto Nacional dos Transportes Rodoviários com vista a proteger o interesse público, melhorar a qualidade dos serviços prestados ao cidadão e salvaguardar o papel da instituição enquanto autoridade reguladora dos transportes rodoviários do país”, lê-se num comunicado do ministério, citado por Notícias ao Minuto.
A decisão foi tomada com base nos resultados de uma auditoria realizada pela Inspeção-Geral do Ministério dos Transportes, complementada por uma inspecção independente do Ministério da Administração Estatal e Função Pública, que concluíram “de forma clara” que o Inatro enfrenta “disfunções institucionais graves”.
As disfunções verificadas incluem “falhas recorrentes nos sistemas informáticos, atrasos significativos na prestação de serviços, fragilidades na gestão interna, indícios de corrupção e deterioração do atendimento ao público”, indica-se no comunicado.
Segundo o Ministério dos Transportes e Logística, até meados de Fevereiro, o instituto tinha cerca de 40 mil cartas de condução por imprimir e cerca de 32 mil processos pendentes, o que “tem gerado insatisfação dos utentes”, além de comprometer a credibilidade institucional.
A reestruturação do Inatro vai implicar a mobilidade gradual de funcionários, o reforço das equipas técnicas com quadros de outros setores da administração pública moçambicana e a estabilização dos sistemas tecnológicos que suportam a prestação de serviços.
O documento avança ainda que o processo será acompanhado por uma equipa técnica interinstitucional, que vai monitorizar a concretização das medidas até Agosto de 2026, garantindo a continuidade dos serviços essenciais e a reposição da confiança dos cidadãos.
“Com esta decisão, o Governo reafirma o seu compromisso com a melhoria da qualidade dos serviços públicos, a transparência e a defesa do interesse dos cidadãos”, concluiu o Ministério dos Transportes e Logística de Moçambique.
Em Março de 2025, o ministro dos Transportes e Logística pediu ao Inatro para agilizar a entrega de 5 MIL cartas de condução pendentes e retomar a fiscalização rodoviária para reduzir acidentes de viação.
“Não podemos continuar a ter o cidadão a ficar muito tempo à espera de cartas de condução como tem estado a acontecer”, disse na altura João Matlombe.
Em 28 de Janeiro, a instituição anunciou que um novo provedor de cartas de condução começaria a operar até o final do primeiro semestre, para acelerar a produção e impressão deste documento.
Já em 09 de Março, o Instituto Nacional dos Transportes Rodoviários anunciou a impressão de 25 mil cartas de condução, dos 35 mil pedidos pendentes, desde finais de janeiro, em resultado das “medidas extraordinárias”.
A entidade referiu ainda que o resultado foi também impulsionado pela entrada em funcionamento de mais uma máquina de impressão das cartas de condução, que permitiu a duplicação da capacidade instalada de impressão de 750 para 1500 cartas por dia, bem como o aprimoramento dos sistemas informáticos intervenientes no processo de impressão.

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