O Al Ahly do Egito, recordista de títulos com 12 conquistas, defronta o Espérance Sportive de Tunis da Tunísia, em um confronto de peso dos quartos-de-final da Liga dos Campeões da CAF, edição 2025/26, após o sorteio realizado no Cairo, nesta terça-feira.
Os oito clubes restantes conheceram seus caminhos até a final, já que o sorteio dos quartos-de-final e meias-finais definiu uma série de confrontos imperdíveis.
O Al Ahly viaja para a Tunísia para enfrentar o Espérance no jogo da primeira mão, antes da partida de volta no Cairo.
O actual campeão, Pyramids FC do Egito, também joga fora de casa na partida da primeira mão, defrontando o AS FAR do Marrocos.
O Mamelodi Sundowns da África do Sul, vice-campeão da última temporada, recebe o Stade Malien do Mali, no jogo da primeira mão, enquanto o RS Berkane do Marrocos, terá pela frente o Al Hilal do Sudão, com a primeira mão a decorrer em Rabat.
Os jogos dos quartos-de-final estão agendados para 13 a 15 de Março (jogos da primeira mão) e 20 a 22 de Março (jogos da segunda mão).
O sorteio das meias-finais também foi realizado no mesmo dia, com o vencedor do jogo entre Espérance e Al Ahly, a defrontar o vencedor do embate entre Mamelodi Sundowns e Stade Malien.
Na outra meia-final, o vencedor do jogo AS FAR e Pyramids FC terá pela frente a equipa que sair sorridente entre RS Berkane e Al Hilal.
Os jogos das meias-finais estão agendados para 10 a 12 de Abril (primeira mão) e 17 a 19 de Abril (segunda mão).
As duas equipas que passarem nas meias-finais defrontam-se na grande final, disputada a duas mãos, sendo a primeira a 15 de Maio e a segunda a 24 de Maio.
Em Junho de 2026, a província de Nampula vai acolher a Gala de Turismo de Moçambique & Fórum de Turismo e Investimentos, uma plataforma nacional de reconhecimento e alinhamento estratégico dedicada ao futuro do turismo no País.
Num contexto de crescente pressão competitiva no mercado global, a província de Nampula vai acolher a Gala de Turismo de Moçambique & Fórum de Turismo e Investimentos, uma plataforma nacional de reconhecimento e alinhamento estratégico dedicada ao futuro do turismo no País.
O fórum trará para o centro da discussão uma questão essencial, nomeadamente sobre os os produtos turísticos que Moçambique está preparado para estruturar, priorizar e vender com escala, e como alinhá-los a mercados estratégicos capazes de garantir fluxo e retorno.
O sector irá discutir posicionamento, escala, segmentação, competitividade e articulação entre políticas públicas e iniciativa privada, num espaço que reúne Governo, sector privado, investidores, especialistas e representantes provinciais.
Cada província será desafiada a apresentar uma proposta concreta de produto a desenvolver, criando uma base comparativa internacional e promovendo o intercâmbio com especialistas de destinos globais que já dominam o empacotamento, a segmentação e a comercialização de experiências semelhantes.
Paralelamente, a Gala de Turismo de Moçambique reconhecerá os protagonistas que, diariamente, sustentam o sector, empresários, operadores, comunidades, investidores e instituições que mantêm a cadeia de valor activa e resiliente.
A escolha de Nampula como província anfitriã reflecte a sua massa crítica económica e demográfica, bem como o seu papel estruturante no Norte do País. Com cerca de sete milhões de habitantes, uma dinâmica comercial intensa e um mercado interno activo, Nampula reúne condições de escala raras no contexto nacional.
Aproveitando esta oportunidade, o Conselho Executivo Provincial decidiu realizar, em paralelo, um Fórum Provincial de Investimentos, com o objectivo de mobilizar investidores e reforçar o papel da província como pólo estruturante do turismo no norte do país.
A articulação com o Corredor de Nacala, as ligações ferroviárias e portuárias, a proximidade com mercados regionais e o potencial do seu aeroporto internacional reforçam a sua posição como ponto de mobilidade, integração regional e distribuição turística.
Ao mesmo tempo, concentra diversidade de oferta, património histórico, litoral e ilhas, cultura viva, gastronomia identitária e uma economia vibrante.
O fórum, integrado no contexto da Gala, pretende viabilizar projectos concretos de investimento em destinos como Crussi Jamal, Ilha de Moçambique, Mossuril e Nacala, alinhando-se com a estratégia do Governo de diversificar os pólos turísticos para além de Vilankulo/Inhambane, reconhecida como a Capital Nacional do Turismo.
Trata-se de um momento de convergência sectorial, decisivo para alinhar visão, produto e mercado no turismo moçambicano.
O lançamento oficial da Gala de Turismo de Moçambique & Fórum de Turismo e Investimentos decorreu no passado dia 4 de Fevereiro, na Ilha de Moçambique, e contou com a presença do Secretário de Estado do Turismo, Fredson Bacar; do Governador da Província de Nampula, Eduardo Abdula; e outras personalidades
O acto contou igualmente com a presença de Vanessa Cadir, administradora da Media Craft Mozambique, bem como de outras autoridades governamentais e autárquicas, representantes distritais e agentes económicos provenientes de diversos pontos da província.
O momento marcou o arranque formal desta agenda estratégica e evidenciou a mobilização institucional e empresarial em torno da iniciativa.
As confirmações institucionais e sectoriais adicionais serão anunciadas nos próximos dias, reforçando a dimensão nacional e estratégica desta plataforma.
A Gala Nacional do Turismo e o Fórum Provincial de Investimentos complementam a visão nacional de promoção e atracção de investimentos, reforçando o turismo como área estratégica de diversificação económica e de credibilidade internacional.
Um grupo de 11 homens sul-africanos alegadamente aliciados para combater ao lado de soldados russos na guerra contra a Ucrânia deverá regressar em breve ao país, segundo anunciou o Presidente sul-africano, Cyril Ramaphosa.
Segundo Lusa, com este regresso, sobe para 15 o número de cidadãos sul-africanos que voltaram ao país, depois de quatro homens terem chegado a Joanesburgo na semana passada, após meses a combater nas linhas da frente do conflito entre a Rússia e a Ucrânia.
Os homens terão sido enganados para viajar para a Rússia sob o pretexto de que receberiam formação em segurança.
A Organização Não-Governamental (ONG) INPACT, sediada na Suíça, lançou este mês um relatório em que descreve que o recrutamento de soldados africanos ocorre de diversas formas: através de falsos anúncios de emprego, como segurança privada, construção civil, indústria, trabalho agrícola; promessas de salários elevados e regularização de estatuto migratório; pela facilitação de vistos para a Rússia e transporte e pela utilização de redes informais, intermediários privados e agências de recrutamento.
Segundo Ramaphosa, outros dois sul-africanos permanecem na Rússia, um hospitalizado e outro em fase de processamento antes da viagem de regresso prevista.
Os repatriamentos foram facilitados por via diplomática, na sequência de um compromisso assumido no início deste mês pelo Presidente russo, Vladimir Putin, acrescentou o chefe de Estado.
Segundo a imprensa internacional, pelo menos três pessoas estão a ser investigadas devido à alegada ligação com o recrutamento dos homens para a Rússia, incluindo Duduzile Zuma-Sambudla, filha do antigo Presidente sul-africano Jacob Zuma.
Zuma-Sambudla negou qualquer irregularidade, mas se demitiu do cargo de deputada no parlamento sul-africano na sequência das acusações.
O Governo sul-africano tinha anunciado em Dezembro que recebeu pedidos de socorro de cidadãos que afirmavam estar presos na região oriental do Donbass, devastada pela guerra na Ucrânia.
Os homens, todos com idades entre os 20 e os 39 anos, terão aderido a forças mercenárias sob o pretexto de contratos de trabalho lucrativos, segundo o Governo sul-africano.
O Japão anunciou, nesta terça-feira, planos para deslocar mísseis terra-ar para uma ilha japonesa perto de Taiwan até 2031, ao mesmo tempo que as autoridades japonesas aumentam os alertas sobre as ambições militares da China na região.
“O nosso plano é deslocar ‘mísseis terra-ar de médio alcance’ durante o ano fiscal de 2030”, ou seja, durante o período de 12 meses que termina em Março de 2031, para a ilha de Yonaguni, a cerca de 110 quilómetros a leste de Taiwan, anunciou o ministro da Defesa japonês, Shinjiro Koizumi, durante uma conferência de imprensa regular.
O Japão já tinha declarado em 2022 que planeava este envio de mísseis, mas não tinha especificado um calendário.
A ilha de Yonaguni, isolada e localizada a aproximadamente 2000 quilómetros de Tóquio, já alberga uma base das Forças de Autodefesa do Japão.
Este anúncio surge quando a China tem tomado uma série de medidas económicas, políticas e simbólicas contra o Japão desde Novembro, em retaliação a comentários feitos pela primeira-ministra japonesa, Sanae Takaichi.
A líder do Japão sugeriu que uma intervenção militar do seu país seria possível no caso de um ataque chinês a Taiwan, ilha que é reivindicada por Pequim.
Desde então, a China tem desencorajado os seus cidadãos a viajar para o Japão. Ontem, anunciou que iria sancionar 40 empresas e organizações japonesas acusadas de participar na nova militarização do Japão, nomeadamente proibindo 20 destas de adquirir bens e tecnologias com potencial tanto civil como militar a empresas sediadas na China.
Sanae Takaichi acusou a China na sexta-feira de querer “mudar o ‘status quo’ pela força ou coerção” nas zonas marítimas sobre as quais disputa soberania com os seus vizinhos, sublinhando, no entanto, que o seu desejo era o de estabelecer “relações estáveis construtivas” com a China.
O Tribunal Judicial do Distrito da Manhiça, através da Secção de Instrução Criminal, ordenou a libertação imediata de oito cidadãos pertencentes ao partido ANAMOLA após considerar procedente um pedido de habeas corpus apresentado pelo seu mandatário judicial.
A decisão foi proferida no âmbito do processo nº 01/26/HC, tendo como requerente Júlio Vicente Chivambo e outros sete cidadãos, nomeadamente: Júlio Ricardo Cossa, Nelson Rui Psungo, Santos Salvador Armando Mandlate, Henriqueta Francisco Dzuvane, Gina Flor Mutote, Rui António Chivambo e José Mateus Francisco Bila.
No pedido, a defesa alegou violação dos prazos legais de detenção, detenção sem mandado judicial e fora de situação de flagrante delito, bem como invasão de domicílio, ausência de comunicação imediata ao Ministério Público e falta de assistência por defensor.
Ao apreciar o caso, o tribunal destacou que o habeas corpus é um mecanismo constitucional destinado a proteger a liberdade individual contra prisões ou detenções ilegais ou abusivas, conforme consagrado no artigo 66 da Constituição da República de Moçambique.
Após análise dos autos e audição dos detidos e do responsável pela detenção, o tribunal concluiu estarem reunidos os fundamentos legais invocados pela defesa. A decisão também considerou disposições do Código de Processo Penal relativas aos prazos de apresentação judicial, às condições de detenção em flagrante delito e à obrigatoriedade de mandado judicial nos casos fora de flagrante.
Na sentença, a juíza de Instrução Criminal, Mariza M. Saiete, julgou procedente o pedido e determinou a imediata soltura dos oito cidadãos, nos termos do artigo 264, nº 3, do Código de Processo Penal.
A decisão foi proferida na cidade da Manhiça, nesta terça-feira, 24 de Fevereiro, tendo sido igualmente emitidos os competentes mandados de soltura.
O líder da Renamo diz que António Muchanga ainda não foi expulso, apenas suspenso, podendo vir a deixar o partido em caso de situações reincidentes. Ossufo Momade afirma que as suspensões serão estendidas aos ex-guerrilheiros da Renamo que ocupam ilegalmente as sedes do partido em quase todo o país.
O presidente da Renamo, Ossufo Momade, avisou que depois da suspensão de António Muchanga, crítico da liderança, outros vão seguir-se, porque “já chega de engolir sapos”.
“Ele não foi expulso, foi suspenso, porque primeiro foi chamado e foi advertido e continuou a fazer as suas brincadeiras. Agora foi suspenso e, se ele continuar, é quando vai ser expulso. E não vai ser o Conselho Jurisdicional, vai ser o Conselho Nacional”, disse Ossufo Momade, num encontro com militantes na província de Maputo.
A Renamo, que perdeu nas eleições de 2024 o estatuto histórico de líder da oposição, agravando a contestação interna ao líder do partido, anunciou, a 10 de Fevereiro, a suspensão imediata de António Muchanga, ex-deputado, como membro do partido, por violar os estatutos da organização política.
“Atendendo à gravidade, conduta reiterada e impacto público das violações, o Conselho Jurisdicional Nacional delibera suspender o senhor António Muchanga da qualidade de membro do partido Renamo”, anunciou, em Maputo, o primeiro vogal do Conselho Jurisdicional, Edmundo Panguene.
Três dias antes, num encontro de ex-guerrilheiros da Renamo que exigem a destituição do Presidente e que há vários meses têm ocupado sedes do partido em protesto, António Muchanga defendeu publicamente a saída de Ossufo Momade, acusando-o de “falta de ideias” e de não realizar reuniões regulares conforme os estatutos da formação política, pedindo união para o tirar do poder.
“Vai ser sancionado, sim, vai. Nós não vamos parar. Fora do próprio António Muchanga, vamos sancionar mais outros”, advertiu nesta terça-feira Ossufo Momade, ao comentar pela primeira vez o caso.
Na ocasião, Ossufo Momade avançou que as sanções vão ser alargadas aos ex-guerrilheiros que têm vindo a ocupar as sedes do partido em todo o país.
“Terão de ser sancionados, porque estão a ocupar a nossa delegação [sedes da Renamo em todo o País]. Aquele é um património do partido, estão a fazer aquilo porque nós não matamos. Vai fazer aquilo para a Frelimo [partido no poder]? Não. Estariam vivos? Estariam nas suas casas? Não. Porque nós não matamos, somos democratas”, disse Ossufo, avisando: “Já engolimos sapos, já chega. Os órgãos do partido vão trabalhar para que encontremos uma saída”.
Recorde-se que António Muchanga disse, a 10 de Fevereiro último, que a decisão do partido, de o suspender, “não vale nada” e que o líder contestado “pode ficar com os símbolos” que também ficou proibido de usar.
“Vou tomar que medidas? Aquele anúncio não vale nada. O que posso fazer é esclarecer as pessoas”, disse António Muchanga, defendendo que o Conselho Jurisdicional da Renamo não tem competência para o suspender, considerando tratar-se de uma tentativa de ameaça aos que contestam a liderança.
A província de Nampula registou, desde a eclosão do surto de cólera, um total de 2.714 casos da doença, resultando em 33 óbitos. De acordo com dados das autoridades sanitárias, 25 das mortes ocorreram ao nível das comunidades e as restantes oito foram registadas em unidades de saúde.
Perante o agravamento da situação, o sector da Saúde anunciou o reforço das medidas de controlo e prevenção, com destaque para uma campanha de vacinação preventiva em larga escala, a arrancar na próxima semana. A iniciativa pretende abranger cerca de 845 mil pessoas com idade igual ou superior a um ano.
A campanha será implementada no sistema de Calaporto e deverá adaptar-se ao contexto sociocultural da província, onde a maioria da população professa a religião islâmica. Considerando que o mês em curso é marcado pelo período de jejum religioso, as autoridades sanitárias decidiram ajustar a estratégia de vacinação.
“Pretendemos levar a cabo várias actividades com vista a minimizar a situação e num futuro breve conseguirmos mitigar a situação. Uma delas é mesmo esta que vamos levar a cabo a partir da próxima semana, que é a vacinação preventiva dos casos ao nível do sistema Calaporto. Nós pretendemos vacinar perto de 845 mil utentes com uma idade compreendida de 1 ano para frente e tendo em conta o contexto actual”, disse Jaime Miguel, porta-voz da Direcção Provincial de Saúde Pública em Nampula.
Além das brigadas móveis habituais, equipas de saúde serão destacadas para actuar junto às mesquitas no horário da quebra do jejum. As equipas também percorrerão comunidades a partir das 17 horas, com o objectivo de alcançar as pessoas que não consigam ser vacinadas durante o dia.
“Sabemos muito bem que na província de Nampula a maior parte da população professa a religião muçulmana e sabemos muito bem que este mês é um mês de sacrifício, por isso pensamos em levar algumas equipas a estarem nas mesquitas no horário da quebra de jejum e também que possam passar ao nível das comunidades”, disse.
A vacina contra a cólera é administrada por via oral, o que exige cuidados redobrados durante o período de jejum. Por essa razão, a imunização será realizada apenas após a quebra do jejum, respeitando as práticas religiosas da população.
A campanha será realizada em duas doses, com intervalo de 15 dias entre cada administração. A primeira fase está prevista para decorrer entre os dias 2 e 6 de Março. Duas semanas depois, as equipas regressarão às mesmas residências e comunidades para assegurar a aplicação da segunda dose.
As autoridades apelam à adesão massiva da população, sublinhando que a vacinação é uma das principais medidas para conter a propagação da doença e reduzir o número de casos e mortes na província.
De acordo a Organização das Nações Unidas, há 3,7 milhões de ucranianos deslocados internamente, sendo que 10,8 milhões de pessoas no país vão precisar de ajuda humanitária neste ano.
A ONU alertou, nesta terça-feira, para a existência de 3,7 milhões de pessoas deslocadas na Ucrânia, número que tem aumentado nos últimos meses, devido ao Inverno rigoroso e à falta de energia provocada por ataques russos contínuos.
“Após quatro anos de guerra, a resiliência tem limites”, afirmou o director regional do Alto Comissariado da ONU para os Refugiados (ACNUR), Philippe Leclerc, em conferência de imprensa realizada nesta terça-feira em Genebra, na Suíça.
“Dentro da Ucrânia, os repetidos ataques a habitações, sistemas energéticos e serviços essenciais durante o Inverno deixaram milhões de pessoas sem aquecimento ou electricidade durante longos períodos”, descreveu, referindo que, embora as temperaturas estejam a subir lentamente, os danos permanecem.
De acordo com este responsável, há 3,7 milhões de ucranianos deslocados internamente, sendo que 10,8 milhões de pessoas no país vão precisar de ajuda humanitária este ano.
“Depois de sobreviverem ao Inverno mais rigoroso da década, milhões de ucranianos deslocados enfrentam uma crise crescente marcada por dificuldades e ataques contínuos, enquanto as perspectivas de paz permanecem distantes”, disse, num apelo a que seja mantida a ajuda humanitária e o financiamento necessário.
“Desde o início da guerra em grande escala, o ACNUR e os seus parceiros apoiaram 10 milhões de pessoas com ajuda de emergência, serviços de protecção e apoio psicossocial”, mas neste ano “planeia auxiliar mais 2 milhões de pessoas dentro do país”, caso tenha disponibilidade financeira suficiente, avançou.
É preciso também “dar apoio para recuperação e reconstrução para evitar novas deslocações e criar condições seguras para o regresso”, defendeu Philippe Leclerc.
“Quando as condições o permitirem, os regressos graduais e voluntários serão cruciais para a recuperação da Ucrânia”, disse, garantindo que o ACNUR está a trabalhar com Governo e parceiros para restaurar os documentos das pessoas, apoiar a reabilitação das infra-estruturas sociais e reparar as casas danificadas pela guerra.
O director regional do ACNUR pediu também aos países de acolhimento dos ucranianos que fugiram da guerra para criarem opções de estadias prolongadas que complementem o estatuto de protecção temporária, sublinhando que ainda há 5,9 milhões de refugiados.
Achraf Hakimi, estrela do Paris Saint-Germain, lamenta que “uma acusação de violação seja suficiente para justificar um julgamento”, mas aguarda “com serenidade” para que “a verdade venha ao de cima”.
Achraf Hakimi foi, nesta terça-feira, notificado de que irá ser levado a julgamento, na sequência de uma queixa de violação sexual de que foi alvo por parte de uma mulher, em Fevereiro de 2023, de acordo com informações adiantadas pela agência noticiosa francesa Agence France-Presse.
O Ministério Público de Nanterre, comuna situada no departamento dos Altos do Sena, na região da Île-de-France, entendeu que as suspeitas levantadas pela queixosa são suficientemente sérias para que aquela que é uma das principais figuras do Paris Saint-Germain seja presente ao Tribunal de Instrução Criminal de Hauts-de-Seine.
De acordo com a alegada vítima, o internacional marroquino terá começado a trocar mensagens consigo através da rede social Instagram, em Janeiro de 2023, acabando por convidá-la para ir à sua casa, em Boulogne-Billancourt, no dia 25 de Fevereiro, quando tudo terá acontecido.
Ao chegar ao local, a jovem (então, com 24 anos de idade) terá sido, primeiro, apalpada, e, depois, violada, acabando por conseguir afastá-lo e fugir do local. Já na via pública, terá ligado a uma amiga, que a foi buscar, sendo que a queixa formal só deu entrada no sistema policial três dias depois.
O lateral-direito (actualmente com 27 anos de idade) foi formalmente acusado de violação sexual a 3 de Março desse ano, mas manteve sempre a inocência, que, agora, terá de provar, em tribunal.
Achraf Hakimi recorreu, entretanto, à página oficial na rede social X (o antigo Twitter) para se pronunciar sobre este caso: “Hoje em dia, uma acusação de violação é suficiente para justificar um julgamento, mesmo que eu a conteste e que tudo comprove que é falso. Isto é tão injusto para os inocentes quanto para as verdadeiras vítimas. Aguardo com serenidade por este julgamento, que permitirá que a verdade venha ao de cima, publicamente”.
Uma tomada de posição partilhada pela sua própria advogada, Fanny Colin: “Foi ordenado um julgamento, na sequência de uma acusação que tem como base apenas a palavra de uma mulher que obstruiu todas as investigações, recusando todos os exames médicos e testes de ADN, que rejeitou permitir a análise ao seu telemóvel e que recusou nomear uma testemunha chave”.
A jurista alegou, de resto, que “as duas avaliações psicológicas” levadas a cabo junto da queixosa “revelaram uma falta de lucidez no que diz respeito aos eventos que alega ter denunciado”, além de que “tentou esconder das autoridades judiciais várias mensagens trocadas com uma das amigas, mensagens essas nas quais tinha planeado roubar o Sr. Hakimi”.
Natural de Madrid, mas de ascendência marroquina, Achraf Hakimi completou formação no Real Madrid, clube no qual acabou, no entanto, por nunca conseguir vingar.
Após um empréstimo de sucesso ao Borussia Dortmund, entre 2018 e 2020, foi vendido ao Internazionale, por 43 milhões de euros. O ‘salto’ para o PSG deu-se no ano seguinte por 68 milhões de euros.
O Benfica viajou, nesta terça-feira, para Madrid, onde vai defrontar o Real, na segunda mão do play-off de acesso aos oitavos de final da Liga dos Campeões. Gianluca Prestianni seguiu na comitiva, embora tenha sido suspenso preventivamente pela UEFA, no âmbito da acusação de racismo feita por Vinícius Júnior, jogador merengue, no jogo da Luz.
Depois da derrota por 1-0 no Estádio da Luz, em Lisboa, no primeiro duelo, o Benfica terá de vencer no Santiago Bernabeu, nem que seja pela margem mínima, para igualar a eliminatória e depois poder levar a decisão tanto para prolongamento ou até para o desempate por grandes penalidades.
Esta será apenas a segunda visita dos ‘encarnados’ ao mítico estádio do Real Madrid, a primeira desde 1964/65, quando acabaram derrotados por 2-1, nos quartos de final da Taça dos Clubes Campeões Europeus.
Expulso na primeira mão, o técnico José Mourinho poderá falhar a visita ao emblema de Madrid, que comandou entre 2010 e 2013, numa partida que ganhou uma dimensão ainda maior devido aos incidentes da primeira mão, em que o argentino Prestianni foi acusado de ofensas racistas ao brasileiro Vinícius Júnior.
Por essa razão, numa situação que levou à intervenção da UEFA e que foi abordada intensamente de forma global, o Real Madrid-Benfica, além de ter a importância de estar em causa um lugar nos oitavos de final da ‘Champions’, promete ter todas as atenções do planeta futebolístico.
Mais difícil parece a tarefa da Juventus, de Francisco Conceição, que recebe o Galatasaray em Turim depois de um pesado desaire por 5-2 em Istambul, numa segunda mão do play-off que pode ser de pesadelo para o futebol italiano.
Além de Inter e Juventus, a Atalanta também chega a esta fase em desvantagem na eliminatória, depois do desaire por 2-0 na Alemanha com o Borussia Dortmund, de Fábio Silva.
Ou seja, já depois do Nápoles ter caído com estrondo na fase de liga, o futuro do futebol italiano na Liga dos Campeões tem uma semana decisiva no Norte do País, em Milão, Turim e Bérgamo.
O Paris Saint-Germain, actual detentor do título, ainda apanhou um susto na primeira mão no Mónaco, mas reverteu um 2-0 para 2-3 e parece ter tudo para confirmar a passagem aos ‘oitavos’ na capital francesa, apesar de alguns problemas que tem vivido após declarações polémicas do avançado Ousmane Dembélé, em que criticou a atitude dos colegas de equipa, em que se incluem os portugueses Nuno Mendes, Vitinha, João Neves e Gonçalo Ramos.

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