A União Africana reintegrou a República da Guiné-Conacri, após ter sido suspenso em 2021, na sequência de um golpe de Estado que derrubou o Presidente Alpha Condé.
A readmissão da Guiné Conacri foi decidida pelo Conselho de Paz e Segurança da UA, que analisou em Adis Abeba, Etiópia, a situação política na República da Guiné. Para chegar à decisão, a organização continental analisou as últimas eleições presidenciais de Dezembro passado, tendo classificado o processo como “bem-sucedido” após a implementação do roteiro de transição política no país.
No último sábado, Mamady Doumbouya, ex-líder da junta militar, tomou posse para a presidência da república, cinco anos depois de ter destituído Alpha Condé, o primeiro presidente eleito democraticamente do país
A sociedade civil em Conacri disse que as eleições foram uma farsa. Na mesma linha, os candidatos da oposição afirmaram que a votação foi repleta de irregularidades.
Disputas entre os guineenses, o facto é que Conacri está de volta à União Africana.
Duplas nacionais preparam a primeira etapa do Campeonato Regional de Voleibol de Praia, que terá lugar em Windhoek, capital da Namíbia, de 20 a 22 de Fevereiro.
Trata-se de José Mondlane/Osvaldo Mungoi e Vanessa Muianga/Mércia Mucheza, actuais campeões, que conquistaram todas etapas na época passada.
A pouco menos de um mês para a prova, a Federação Moçambicana de Voleibol enfrenta dificuldades financeiras para custear a participação das duas duplas, que deverão partir para Namíbia sem o seu respectivo treinador.
A baixa de 03 de Fevereiro tornou-se o primeiro ponto de interrupção total na ligação rodoviária entre as províncias de Maputo e Gaza, devido às chuvas intensas registadas na última semana. O ministro dos Transportes e Logística visitou a área, onde já decorrem obras de reabilitação, e anunciou que a estrada só será reposta daqui a duas semanas.
“Primeira coisa que queremos alertar, devido ao corte da estrada, é que não haverá condições para a reposição até aos próximos 15 dias”, afirmou o governante, explicando que a intervenção depende, primeiro, da diminuição das águas e, posteriormente, da avaliação das obras necessárias.
A situação tem gerado concentrações de pessoas nas margens norte e sul do troço interrompido.
O governante revelou que está em estudo uma via alternativa para conectar as duas províncias, através das ligações Moamba–Magude e Magude–Cruzamento de Xinavane. “Na medida em que as condições permitirem, vamos repor a estrada como via imediata de acesso à EN1, para fazer a conexão entre Gaza, Maputo e o resto do país”, acrescentou.
Haverá cabotagem marítima Porto de Maputo–Doca de Chongoene
Para responder à demanda de produtos alimentares, numa altura em que já há relatos de especulação de preços em Gaza, o ministro anunciou que, a partir deste sábado, a província vai receber alimentos através da Doca de Chongoene, ainda em fase de construção.
“Amanhã começamos a fazer o transporte de produtos alimentares a partir do Porto de Maputo para Gaza, e a medida será extensiva à província de Inhambane, que também precisa reforçar o stock, tendo em conta que recebe parte da alimentação a partir da cidade e província de Maputo”, disse.
Decorre a verificação da infraestrutura rodoviária para reforçar o abastecimento de comida em Gaza. O governante informou ainda que a linha férrea está em condições, pelo menos até Magude, partindo de Maputo.
Sobre o abastecimento de combustível, foi iniciado esta quinta-feira o reabastecimento em Gaza, e, ainda hoje, Xai-Xai será reforçada com produtos petrolíferos, a partir do Porto da Beira.
Os antigos Presidentes da República, Joaquim Chissano e Armando Guebuza, manifestaram profundo pesar pela morte da antiga Primeira-Ministra, Luísa Dias Diogo, e enalteceram o seu legado como inspiração para os moçambicanos, sobretudo mulheres que sonham com um Moçambique melhor.
“O país perdeu uma filha, servidora exemplar do Estado, íntegra e comprometida com o interesse público”, afirmou Chissano, lembrando a dedicação de Luísa Diogo e o seu papel na promoção da mulher na liderança política.
Armando Guebuza destacou igualmente, o legado da antiga governante. “Foi uma dirigente firme, patriota e dedicada, que deixou uma marca duradoura na governação e na gestão económica do país”, disse, sublinhando a importância do exemplo de Diogo para futuras gerações.
Luísa Diogo foi a primeira mulher a assumir o cargo de Primeira-Ministra de Moçambique, entre 2004 e 2010, e anteriormente serviu como Ministra do Plano e Finanças.
A Ministra das Finanças, Carla Louveira, destacou o legado institucional deixado por Luísa Diogo. “Perdemos uma referência na gestão das finanças públicas e no fortalecimento das instituições do Estado. O seu exemplo de rigor e compromisso deve ser preservado e seguido”, afirmou, acrescentando que a sua trajetória inspira todos os servidores públicos.
A antiga Primeira-Dama, Maria da Luz Guebuza, sublinhou que o legado de Luísa Diogo deve ser seguido, sobretudo pelas mulheres. “Ela mostrou que as mulheres moçambicanas podem liderar ao mais alto nível com competência e coragem. O seu percurso deve inspirar novas gerações”, declarou, destacando a contribuição da antiga Primeira-Ministra para o empoderamento feminino e o desenvolvimento do país.
As cerimónias fúnebres decorrem esta sexta-feira, com honras de Estado, culminando com o enterro no Cemitério de Lhanguene, em Maputo, reunindo familiares, dirigentes políticos, representantes do Governo e cidadãos que prestam a última homenagem à antiga Primeira-Ministra.
O Secretário-Geral da Frelimo, Chakil Aboobacar, afirmou que o partido e o país perderam uma das suas mais marcantes dirigentes com a morte de Luísa Dias Diogo, destacando o seu papel ímpar na história política nacional, regional e internacional. Falando em nome da Comissão Política, do Comité Central e dos militantes, sublinhou que a antiga Primeira-Ministra foi uma mulher de pensamento lúcido, liderança serena e profundo compromisso patriótico.
A Frelimo realçou o contributo de Luísa Diogo como deputada da Assembleia da República por três legislaturas, governante em áreas-chave da economia e primeira mulher a assumir o cargo de Primeira-Ministra, além da sua militância activa e coerente no partido, onde integrou órgãos centrais até à data da sua morte.
Segundo o partido, Luísa Diogo deixa um legado político, moral e institucional duradouro, assente na ética, na responsabilidade pública, na unidade nacional e na defesa intransigente dos interesses do povo moçambicano, valores que continuarão a orientar as gerações vindouras.
Representantes de diferentes organismos do Estado, associações profissionais, instituições financeiras e organizações sociais prestaram, hoje, homenagens à antiga Primeira-Ministra de Moçambique, Luísa Dias Diogo, durante as cerimónias fúnebres realizadas em sua memória.
Antigos Secretários-Gerais e Secretários-Permanentes dos Ministérios recordaram Luísa Diogo como uma dirigente exigente, disciplinadora e rigorosa, mas profundamente humanista, sublinhando o seu papel decisivo na reforma do sector público e na modernização da administração do Estado. Destacaram ainda a sua capacidade de liderança, de construção de consensos e o elevado sentido de patriotismo.
A Associação Moçambicana de Economistas descreveu a antiga governante como um “capital intelectual raro” do país, realçando o seu contributo para a consolidação do quadro macroeconómico, a gestão das finanças públicas, a renegociação da dívida e o diálogo com instituições financeiras internacionais, sempre em defesa da soberania nacional. Para os economistas, a sua obra permanece como património duradouro da economia moçambicana.
O Absa Bank Moçambique, onde Luísa Diogo exerceu funções de liderança, destacou a sua integridade, visão estratégica e humanidade, sublinhando o impacto do seu exemplo na formação de lideranças conscientes e responsáveis.
Por sua vez, a Organização da Mulher Moçambicana (OMM) enalteceu Luísa Diogo como referência incontornável na luta pela emancipação feminina, lembrando o seu percurso como a primeira mulher a ocupar o cargo de Primeira-Ministra e o seu compromisso permanente com o empoderamento das mulheres e o desenvolvimento do país.
As mensagens convergiram no reconhecimento de Luísa Dias Diogo como uma estadista de exceção, economista de mérito e mulher que deixou marcas profundas na história política, económica e social de Moçambique.
A Federação Internacional de Futebol (FIFA) anunciou oficialmente a realização da 6.ª edição do Exame de Agentes de Futebol, referente ao ano de 2026, conforme comunicado através da Circular n.º 1956, datada de 21 de Janeiro de 2026.
A decisão surge na sequência do elevado número de candidaturas registadas na edição de 2025, que contou com 7745 candidatos em todo o mundo, tendo sido a primeira edição realizada em formato online.
Com vista a aumentar a acessibilidade e dar resposta à crescente procura, a FIFA decidiu alargar o número de sessões de exame, passando de duas para seis datas possíveis ao longo de 2026.
De acordo com aquela circular, o período de candidaturas vai de 20 de Janeiro a 6 de Março de 2026 e as datas de exame são 28, 29 e 30 de Abril de 2026 e 5, 6 e 7 de Maio de 2026. As sessões de Maio serão abertas para inscrição mediante procura por parte dos candidatos.
A FIFA esclarece ainda que estas serão as únicas sessões do exame em 2026, pelo que todos os interessados em obter a licença de Agente de Futebol deverão submeter a sua candidatura dentro do prazo estabelecido.
Os termos e condições oficiais, bem como o Regulamento do Exame de Agentes FIFA serão disponibilizados oportunamente na FIFA Agent Platform e no site oficial da FIFA.
As contas do Sporting são mais fáceis em relação às do Benfica. Ainda assim, são muitos cenários e com uma mãozinha do Benfica à mistura para os “leões” de Geny Catamo chegarem aos oitavos-de-final de forma directa, uma vez que a qualificação para o play-off está garantida. Para o Benfica, as contas são ainda mais complicadas.
O triunfo (2-1) frente ao PSG, na passada quarta-feira, confirmou o Sporting como uma das equipas cujo trajecto na Champions não irá ficar pelo caminho na fase de liga.
Os leões vão terminar a ronda em questão como um dos primeiros 24 classificados, pelo que a passagem ao play-off está já garantida.
Agora, Rui Borges e os seus pupilos encaram a deslocação ao reduto do Athletic Bilbao com alguma tranquilidade, mas não só. Isto porque o conjunto leonino pode, ainda, terminar no top-8 da Liga dos Campeões e evitar, desta forma, dois jogos adicionais no já apertado calendário.
Resta, então, olhar para os cenários em cima da mesa, de forma a perceber que equações entram nas contas do universo leonino. Importa, antes de tudo, salientar que uma derrota na última jornada torna o sonho leonino praticamente impossível, face aos diversos cenários que teriam de acontecer a favor do Sporting.
Isto porque os leões ficariam com os mesmos 13 pontos que possuem actualmente e poderiam ser ultrapassados na tabela por diversas equipas – isto ignorando a diferença de golos entre os vários candidatos a subidas na classificação final –, o que tornaria o objectivo de findar no top-8 uma autêntica miragem matemática.
Olhemos, então, para os restantes cenários.
OS CENÁRIOS EM CASO DE VITÓRIA OU EMPATE
Por outro lado, se o Sporting não perder no mítico San Mamés, a história é diferente, bem como as contas do apuramento.
Caso os leões vençam o Athletic Bilbao, o Sporting precisa, idealmente, que pelo menos um dos seguintes cenários aconteça: Real Madrid perca com o Benfica; Liverpool perca com o Qarabag; Tottenham não vença o Eintracht Frankfurt; PSG e Newcastle empatem; Chelsea não vença o Napoli; Barcelona não vença frente ao FC Kobenhavn.
Ainda assim, se nenhum destes cenários se vier a confirmar, existe outro factor a ter em conta: a diferença de golos que cada equipa possui neste momento. Desde que o Sporting consiga vencer e fazer com que a diferença de golos seja superior a um ou mais adversários que ficariam com 16 pontos e que entram, naturalmente, nesta corrida.
Se, por outro lado, o Sporting registe uma igualdade frente ao Athletic Bilbao, as contas são muito mais complicadas para os leões, face ao confronto directo, na última jornada, entre PSG e Newcastle – duas equipas com aspirações de terminar no top-8.
Em termos de possibilidades, empate entre PSG e Newcastle obriga a que: Chelsea perca frente ao Napoli; Barcelona perca frente ao FC Kobenhavn; Manchester City não vença o Galatasaray; Atlético de Madrid não vença o Bodo/Glimt; Atalanta não vença o Union St. Gilloise; Borussia Dortmund e Internazionale empatem; Juventus não vença o Monaco.
Caso o PSG ou o Newcastle vençam o duelo, o cenário acaba por ser ligeiramente mais fácil para o Sporting, que precisa ‘apenas’ que seis dos sete cenários enumerados anteriormente aconteçam. Não obstante, evitar a derrota no San Mamés é o primeiro – e crucial – passo para que os leões sonhem com a presença directa nos “oitavos” da prova.
A Federação Moçambicana de Futebol e a Liga Moçambicana de Futebol reuniram-se ontem para projectarem o Moçambola 2026. No encontro, foi criada uma comissão conjunta responsável por estudar os melhores mecanismos para a organização da prova.
O Moçambola continua a mexer com as estruturas do futebol nacional. Nesse sentido, a Federação Moçambicana de Futebol sentou-se à mesma mesa com a direcção da Liga Moçambicana de Futebol, diga-se, para entender tudo à volta da prova.
Os dois organismos discutiram sobre o melhor modelo do Moçambola deste ano, daí que foi criada uma comissão.
O arranque do Moçambola 2026 poderá ser conhecido nos próximos dias e o respectivo modelo a ser usado.
Chefes de Estado e de Governo reúnem-se, nesta quinta-feira, em Bruxelas. Foram convocados pelo presidente do Conselho Europeu depois das ameaças tarifárias de Donald Trump a oito países, seis dos quais fazem parte da União Europeia.
Os chefes de Estado e de Governo foram chamados a Bruxelas por António Costa. O presidente do Conselho Europeu quer ouvir opiniões sobre a forma de reagir caso a ameaça de Donald Trump de anexar a Gronelândia se concretize, segundo escreve a RTP Notícias.
A reunião acontece um dia depois de Trump anunciar um recuo na sua intenção de aplicar um novo pacote de tarifas comerciais a oito países europeus, seis dos quais membros da União Europeia, à luz de um possível acordo com a NATO sobre a Gronelândia.
Na sua rede social Truth, Donald Trump afirmou que tinha chegado a um acordo com o secretário-geral da NATO sobre um quadro de um futuro acordo sobre a Gronelândia . Mas a informação foi desmentida pelo SG da NATO, que esclareceu que esse assunto não esteve em cima da mesa.
Espera-se também que, desta cimeira, saia uma declaração de unidade perante as ambições territoriais do presidente norte-americano, que, nas últimas semanas, se propôs adquirir, à força, a Gronelândia, território autónomo sob a soberania da Dinamarca.
Por outro lado, o Parlamento Europeu suspendeu, por tempo indefinido, os trabalhos sobre o acordo comercial entre a União e os Estados Unidos, na sequência das ameaças do presidente norte-americano sobre a Gronelândia.

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