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O Conselho da União Europeia (UE) alargou esta sexta-feira o  quadro das sanções impostas ao Irão e a pessoas e instituições implicadas em ações que ameacem a liberdade de navegação no Médio Oriente, em particular no estreito de Ormuz.

A informação consta de um comunicado, recentemente, divulgado pela  Conselho da UE de acordo com o qual “as ações do Irão contra navios que transitam pelo estreito de Ormuz são contrárias ao direito internacional. 

É uma decisão que alarga o regime restritivo estabelecido em julho de 2023, originalmente para responder ao apoio militar iraniano à Rússia na Ucrânia.

A medida incorpora um novo critério de designação: a vinculação a ações que impeçam a passagem em trânsito ou a passagem inocente pelo estreito de Ormuz, incluindo direitos consagrados pelo direito internacional do mar. 

O quadro de sanções alterado passa também a visar pessoas e entidades envolvidas em ações e políticas do Irão que ameacem a liberdade de navegação no Médio Oriente.

Das medidas anunciadas com o alargamento das sanções, constam a proibição de entrada ou trânsito no território da UE, congelamento de bens e o veto para que cidadãos e empresas europeias ponham fundos à disposição dos visados. 

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O Grupo Yuxiao, da China, entregou ao Ministério da Juventude e Desportos de Moçambique uma doação de 2.000 bolas de futebol e 7.000 camisolas desportivas. O material será usado no Torneio Nacional de Futebol de Recreação “Chapo Chapo”, iniciativa do Presidente Daniel Francisco Chapo destinada à juventude moçambicana.

A cerimónia, realizada na sede do ministério em Maputo, foi presidida pelo ministro Caifadine Manasse, que agradeceu em nome do governo. Pelo grupo doador, participaram o presidente do conselho de administração, Wu Tao, e o diretor-geral em Moçambique, Dong Hefeng.

Material beneficia milhares de jovens

As bolas, de padrão internacional, podem equipar cerca de 167 equipas juvenis. As camisolas, com o emblema oficial do torneio, dão para vestir aproximadamente 389 plantéis. A estimativa é que a doação cubra pelo menos oito províncias e cerca de 200 clubes, incluindo Maputo, Tete, Sofala e Inhambane.

Ministro destaca compromisso chinês

Durante o discurso, Manasse recordou que a TZM Resources, subsidiária do grupo em Moçambique, opera concessões de areias pesadas (zircão e titânio) em Pebane, província da Zambézia. Além da produção, a empresa investe em iluminação pública, redes elétricas, educação, empregabilidade e habitação, como as 50 casas entregues em Matilde e uma igreja comunitária em Cuinga.

“O mundo está, de facto, a olhar para Moçambique, e os verdadeiros amigos comprometem-se com investimentos de longo prazo”, disse o ministro.

“A mina é a obra subterrânea, a bola é a obra à superfície”

Wu Tao afirmou que Moçambique é um eixo central da estratégia do grupo em África. “A mina é a obra desta geração, a bola é a obra da próxima, afinal, são a mesma obra”, declarou. O presidente do grupo revelou ainda um investimento superior a mil milhões de yuans (RMB) num projeto de grafite de escamas largas, já em produção desde janeiro de 2026.

Ganha-ganha e compromisso com a juventude

Dong Hefeng, diretor-geral da TZM Resources, reforçou que a doação vai além do apoio material: “é um compromisso com o crescimento saudável da juventude moçambicana, com a coesão social e com a vitalidade das comunidades”. O ministro Manasse ofereceu ao grupo uma camisola comemorativa do torneio como símbolo da parceria.

Cooperação sino-moçambicana em destaque

O ato insere-se nos resultados do Fórum de Cooperação China-África (FOCAC) e da Iniciativa do Cinturão e Rota. “Com a bola por amiga, lado a lado com Moçambique”, conclui o documento, que classifica a doação como o presente mais simples e duradouro do capital privado chinês à próxima geração moçambicana.

O FMI prevê uma trajectória de crescimento económico positivo para a África Subsaariana nos próximos anos. A recuperação gradual das economias da região, impulsionada por reformas estruturais e investimentos estratégicos, sustenta a projecção de um crescimento médio de 4,4% até 2027.

De acordo com o relatório regional do Fundo Monetário Internacional, publicado recentemente, a economia da África Subsaariana deverá crescer 4,3 por cento em 2026 e atingir 4,4 por cento em 2027. 

Entre os factores que sustentam esta perspectiva estão a estabilização macroeconómica após períodos de inflação elevada, o aumento do investimento em infra-estruturas e energia, além do crescimento do consumo interno e da urbanização.

Enquanto a economia global deverá crescer 3,1 por cento em 2026 e 3,2 por cento em 2027, os países da África Subsaariana mantêm um desempenho superior, sustentado também pelo dinamismo dos sectores mineiro e energético.

O relatório aponta que, embora os indicadores gerais sejam favoráveis, o ritmo de crescimento permanece abaixo da média de crescimento populacional, estimada em cerca de 3,5 por cento ao ano, o que pode resultar em ganhos reduzidos ou até negativos quando analisado o rendimento por pessoa.

Segundo o FMI, as maiores economias da região, a África do Sul  lidera o ranking em valor económico, seguida da Nigéria, Angola, Quénia e Etiópia.

As Forças Armadas da Nigéria anunciaram a eliminação de 175 combatentes ligados ao grupo jihadista. A ofensiva resultou na neutralização de líderes considerados estratégicos para a estrutura do movimento.

A operação foi  realizada no âmbito da campanha militar no nordeste do país, em coordenação com forças norte-americanas. 

As autoridades militares nigerianas revelaram que as operações elevaram para 175 o número total de jihadistas Estado Islâmico da Província da África Ocidental mortos. 

Segundo o exército, um dos alvos eliminados foi Abd-al Wahhab, identificado como responsável pela coordenação de ataques terroristas e pela propaganda do grupo rebelde. Também foi confirmada a morte de Abu Musa al-Mangawi, descrito pelas autoridades como uma peça importante dentro da estrutura operacional da organização.

As forças de segurança anunciaram igualmente a eliminação de Abu al-Muthanna al-Muhajir, apontado como um dos principais responsáveis pela produção de conteúdos de comunicação do grupo. Para as autoridades, a sua morte representa um duro golpe à capacidade de influência e recrutamento do movimento jihadista.

Além das baixas humanas, a operação destruiu infra-estruturas consideradas estratégicas, incluindo depósitos de armas, plataformas logísticas, postos de controlo e redes de financiamento. O comando militar garante que a ofensiva vai continuar, numa altura em que o nordeste da Nigéria permanece há mais de uma década sob ameaça persistente da insurgência armada.

Mais de mil crianças de duas escolas da Cidade da Matola aprenderam a fazer a travessia da estrada com segurança. A iniciativa integra a semana nacional de segurança rodoviária 2026, que decorre sob o lema “O Cuidado é o melhor caminho”. 

A Fidelidade Impar, em parceria com a Polícia de Trânsito, o Conselho  Municipal da Cidade da Matola, INATRO e a Direcção Distrital de Educação, organizou palestras educativas, simulações práticas de travessia segura e sessões de  literacia financeira 

Foram ainda distribuídos 70 coletes reflectores à Polícia de Trânsito e instalada sinalização  rodoviária junto das escolas: passadeiras, placas de prevenção e os sinais que dizem ao  trânsito que ali passam crianças. 

A Fidelidade Ímpar mantém o programa activo na Escola Primária da Matola Gare desde  Novembro de 2025 e prevê alargá-lo a outras zonas escolares do país.   

Uma investigação desenvolvida na Universidade Lúrio (UniLúrio) concluiu que a planta medicinal conhecida como “batata africana” (Hypoxis hemerocallidea) poderá conter compostos com potencial relevância no apoio ao tratamento de pacientes com HIV, abrindo caminho para futuras pesquisas laboratoriais e clínicas.

O estudo, ainda de carácter teórico, foi desenvolvido pelo recém-graduado em Farmácia Hamza Daúde, em parceria com a docente de Química Farmacêutica Laize Beca, e baseou-se na análise de literatura científica e no cruzamento de dados assistido por inteligência artificial.

De acordo com os investigadores, foi identificado um fitoquímico denominado proxenidina A2, que poderá actuar sobre o receptor CCR5 — mecanismo associado à entrada do vírus HIV nas células humanas.

Hamza Daúde explica que o composto poderá impedir a infecção ao bloquear o processo de ligação viral.

“É um fitoquímico que foi identificado contra o receptor CCR5, responsável pela entrada do vírus na célula do hospedeiro. O efeito seria bloquear essa entrada, impedindo a infecção”, afirmou o investigador.

O estudo defende que o conhecimento tradicional sobre plantas medicinais pode ser integrado com ferramentas modernas de análise científica, permitindo validações laboratoriais mais robustas.

Apesar dos resultados promissores, os investigadores alertam que a pesquisa ainda não tem aplicação clínica e necessita de testes laboratoriais aprofundados, incluindo estudos de toxicidade e segurança.

Hamza Daúde sublinha que o objectivo não é substituir os tratamentos já existentes, mas sim contribuir para a validação científica de conhecimentos tradicionais.

“A ideia não é substituir os fármacos usados na prática clínica, mas validar o conhecimento tradicional. Existem muitas limitações e seria necessário optimizar a molécula”, explicou.

O estudo foi submetido à revista científica internacional Clinical Traditional Medicine and Pharmacologic em Setembro de 2025 e publicado em Maio de 2026, após cerca de sete meses de avaliação.

A investigação insere-se num movimento mais amplo de inovação científica na Universidade Lúrio, onde estudantes têm recorrido a tecnologias emergentes, incluindo inteligência artificial e ferramentas digitais, para desenvolver soluções na área da saúde pública.

Entre os projectos em curso destaca-se um sistema de mapeamento de criadouros de mosquitos com recurso a drones, desenvolvido pelo estudante Dalton Edítio.

O projecto visa identificar zonas com água parada e potenciais focos de proliferação do mosquito transmissor da malária.

“Queremos identificar os potenciais criadouros antes da fase adulta do mosquito, porque sem mosquito não há malária”, explicou o estudante.

Outro projecto em desenvolvimento é uma plataforma digital de saúde que permite aos pacientes registar parâmetros clínicos como pressão arterial e glicemia, além de aceder a conteúdos educativos e suporte informativo.

A médica e mestranda em Saúde Pública Imersa Sigaúque afirma que a ferramenta pretende reduzir a distância entre consultas e melhorar o acompanhamento dos doentes.

“Os pacientes têm dúvidas entre consultas. A plataforma inclui uma biblioteca de saúde para esclarecer questões nesse período”, referiu.

A direcção da Universidade Lúrio reconhece que várias destas iniciativas ainda requerem validação científica e aprovação de comités de bioética antes de avançarem para aplicação prática.

Segundo o representante académico Alexandre Biquisa, os projectos representam uma oportunidade para fortalecer a produção científica e atrair financiamento para investigação aplicada.

“Queremos usar estas iniciativas como motor para melhorar a produção científica e captar financiamento”, afirmou.

Os projectos apresentados reflectem uma tendência crescente de integração entre ciência tradicional, inovação tecnológica e inteligência artificial na investigação em saúde em Moçambique, num contexto em que instituições académicas procuram soluções locais para desafios como o HIV e a malária.

Embora ainda em fase inicial, os estudos abrem perspectivas para futuras pesquisas mais aprofundadas e eventual desenvolvimento de novas abordagens terapêuticas e tecnológicas no sector da saúde.

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O Presidente da República, Daniel Chapo, recebeu esta terça-feira, em audiências separadas, representantes de três grandes grupos empresariais internacionais, Sasol, Varun Beverages e Philip Morris International, encontros que serviram para reforçar o interesse destas multinacionais em investir e expandir operações em Moçambique.

As reuniões decorreram em Maputo e centraram-se em oportunidades de investimento nos sectores de energia, indústria alimentar, bebidas e desenvolvimento industrial, num momento em que o Governo procura consolidar a atracção de capital estrangeiro e dinamizar a economia nacional.

Durante a audiência com o Director Executivo da Sasol, Simon Baloi, foram analisados os principais investimentos da empresa no País, com destaque para os projectos ligados ao gás natural e programas de desenvolvimento comunitário.

No final do encontro, Simon Baloi reafirmou o compromisso da multinacional energética com o desenvolvimento económico e social de Moçambique, destacando o avanço da segunda fase do programa de desenvolvimento local, denominado LDA2, avaliado em cerca de 43 milhões de dólares norte-americanos.

O responsável referiu igualmente o projecto PSA, estimado em aproximadamente mil milhões de dólares, destinado ao fornecimento de gás natural à central térmica da CTT, indicando que a empresa aguarda apenas a conclusão das infra-estruturas energéticas para iniciar o fornecimento.

Outro tema abordado foi a construção de um terminal de gás natural liquefeito, considerado estratégico para reforçar a integração energética regional e responder à crescente procura de energia na África Austral.

Já o Director Executivo da Varun Beverages Zimbabwe & East Africa, Vijay Behel, manifestou o interesse da empresa em expandir os seus investimentos para Moçambique.

Segundo o empresário, o grupo pretende investir no sector de lacticínios e fortalecer operações ligadas ao negócio da PepsiCo, incluindo bebidas gaseificadas, água engarrafada e sumos.

“Estamos muito satisfeitos porque o Presidente da República transmitiu-nos que Moçambique está aberto ao investimento. Ficamos encorajados e esperamos iniciar este negócio em breve”, afirmou Vijay Behel.

O responsável explicou que a proposta será submetida aos órgãos de direcção da empresa para mobilização dos recursos necessários à implementação do projecto no País.

Por sua vez, o Director Global de Operações da Philip Morris International abordou com o Chefe do Estado as oportunidades de cooperação e investimento em Moçambique, reiterando o interesse da multinacional em aprofundar relações económicas com o País.

Embora os detalhes do investimento não tenham sido divulgados, o encontro decorreu num contexto de crescente interesse de grupos internacionais pelo mercado moçambicano, impulsionado pelos sectores de energia, indústria e infra-estruturas.

As audiências concedidas pelo Presidente da República reflectem os esforços do Governo na promoção de um ambiente favorável ao investimento privado, industrialização e criação de emprego, num momento em que Moçambique procura posicionar-se como um dos principais destinos de investimento na região austral de África.

Moçambique e Quirguistão reforçam cooperação diplomática e económica

Daniel Chapo recebeu, ainda esta terça-feira, no seu Gabinete de Trabalho, o Ministro dos Negócios Estrangeiros da República do Quirguistão, Zheenbek Kulubaev, num encontro orientado para o reforço das relações diplomáticas, económicas e comerciais entre os dois países.

A reunião decorreu no âmbito da aproximação política entre Moçambique e o Quirguistão, num contexto de crescente interesse do país asiático em expandir relações de cooperação com o continente africano.

Durante o encontro, Zheenbek Kulubaev destacou o papel estratégico da cidade de Maputo como um dos principais centros logísticos e económicos da África Austral, sublinhando o potencial da capital moçambicana para impulsionar o comércio regional e internacional.

O chefe da diplomacia quirguiz descreveu Maputo como uma cidade de “história rica, cultura vibrante e atmosfera única de abertura”, elogiando igualmente o processo de modernização urbana e o desenvolvimento das infra-estruturas portuárias em curso no País.

O governante destacou ainda a liderança do Presidente Daniel Chapo, afirmando que o estadista moçambicano é visto no Quirguistão como “um líder de nova geração”, comprometido com reformas económicas e fortalecimento da independência económica de Moçambique.

Segundo Zheenbek Kulubaev, apesar da distância geográfica entre os dois países, o actual contexto internacional cria oportunidades para uma cooperação bilateral mais próxima e vantajosa.

Neste âmbito, o dirigente defendeu que o desenvolvimento de Maputo como porta marítima estratégica de África e da cidade de Bishkek como importante centro de trânsito da Ásia Central poderá abrir novas perspectivas de interacção económica e logística entre as duas regiões.

O Ministro dos Negócios Estrangeiros do Quirguistão considerou igualmente histórica a sua deslocação a Moçambique, sublinhando que o país se tornou o primeiro destino oficial da sua visita ao continente africano.

Segundo explicou, a deslocação enquadra-se numa nova etapa da política externa quirguiz, marcada por maior aproximação estratégica aos países africanos.

Por sua vez, o Presidente Daniel Chapo reiterou a abertura de Moçambique ao aprofundamento das relações de cooperação com o Quirguistão, incentivando o estabelecimento de parcerias nas áreas económica, logística, energética, comercial e de transportes.

As duas partes manifestaram confiança de que os contactos estabelecidos poderão abrir um novo capítulo nas relações bilaterais, criando bases para um diálogo político regular e para o desenvolvimento de iniciativas de benefício mútuo.

A Administração Nacional de Estradas (ANE) está em confronto com comerciantes instalados na zona da baixa de Nguluzane, no município de Xai-Xai, devido aos valores propostos para indemnização e remoção de barracas situadas em área considerada de intervenção pública.

Os proprietários das barracas exigem compensações entre 100 mil e 350 mil meticais, alegando perdas acumuladas, investimentos feitos ao longo dos anos e ausência de alternativas viáveis de reassentamento. Por sua vez, a ANE afirma estar disposta a pagar um valor fixo de 30 mil meticais por comerciante.

Os vendedores afirmam que os valores propostos não correspondem ao investimento realizado nas estruturas comerciais nem às perdas resultantes da interrupção da actividade.

Celso, um dos comerciantes, afirma que os valores não cobrem sequer parte dos custos investidos ao longo dos anos.

“Eu já investi para o Conselho Municipal mais de 144 mil meticais… querem nos burlar e depois ficar com o dinheiro. Mas nós não vamos sair daqui”, declarou.

Outro comerciante, Maida Dulobo, questiona a ausência de documentação formal sobre o processo de remoção e acusa falta de transparência nas negociações.

“Desde que começamos as reuniões, até hoje, não temos nenhum documento que nos diga que temos que retirar os estabelecimentos”, afirmou.

Já Pedro, também comerciante, defende uma compensação mais elevada ou a reposição integral das estruturas comerciais afectadas.

“A minha proposta é me darem 250 mil meticais ou então implantarem o imóvel igual àquele. 30 mil meticais eu não vou aceitar”, disse.

Alguns vendedores alegam ainda que a actividade comercial no local representa o principal sustento das famílias, criticando a forma como o processo está a ser conduzido.

Do lado da Administração Nacional de Estradas, o delegado da instituição na província de Gaza, Jeremias Mazoio, afirmou que os valores em discussão não constituem indemnizações, mas sim apoio social para reassentamento temporário e reconstrução de pequenas estruturas.

Segundo o responsável, o montante de 30 mil meticais destina-se à aquisição de material básico para a construção de barracas simples em locais alternativos.

“Com 30 mil meticais isso é possível. Não se trata de compensações. Quem estiver disponível aceita o apoio e abandona o local”, afirmou.

A ANE defende ainda que os comerciantes têm liberdade para aceitar ou recusar a proposta, sublinhando que o objectivo é permitir a continuidade das obras de requalificação e intervenção na área.

O caso gerou um impasse entre as partes, com os comerciantes a recusarem abandonar o espaço enquanto não houver um acordo considerado justo e formalizado, e a ANE a manter a posição de que o valor proposto é suficiente para apoiar o reassentamento.

Até ao momento, não há indicação de acordo entre as partes, mantendo-se a tensão sobre o futuro das barracas e a continuidade das obras previstas na zona.

O Governo de Moçambique anunciou ter executado em cerca de 95% o plano de recuperação pós-cheias nos sectores da agricultura e pescas, numa intervenção destinada a apoiar famílias afectadas e assegurar a reposição da produção agrícola perdida no início do ano.

A informação foi avançada pelo ministro da Agricultura, Ambiente e Pescas, Roberto Albino, durante um balanço preliminar apresentado esta quarta-feira, sem, contudo, detalhar a distribuição dos recursos aplicados no processo de recuperação.

Segundo o governante, o plano teve como principal objectivo evitar a perda da época agrária 2025/2026, garantindo condições mínimas para a retoma da produção em zonas afectadas por inundações registadas no início do ano em várias regiões do país.

O ministro afirmou que o Governo conseguiu assegurar quase a totalidade do financiamento necessário para a implementação das acções previstas, permitindo apoiar agricultores e famílias atingidas pelas cheias.

No entanto, não foram divulgados pormenores sobre a alocação dos fundos nem sobre o número total de beneficiários abrangidos pelo programa de recuperação.

As declarações foram feitas durante a abertura de um diálogo político de alto nível sobre ambiente e alterações climáticas, que contou com a participação de representantes da União Europeia e de várias instituições governamentais moçambicanas.

Na ocasião, o ministro apelou aos parceiros de cooperação para o cumprimento de compromissos financeiros ligados ao financiamento climático, considerados essenciais para reforçar a resiliência do sector agrícola face a eventos climáticos extremos.

O embaixador da União Europeia presente no encontro destacou a importância do diálogo como instrumento para garantir a mobilização de financiamento e a resolução de desafios estruturais no sector ambiental e agrícola.

O evento contou ainda com a participação de representantes dos ministérios da Planificação e Desenvolvimento e dos Recursos Minerais e Energia, entre outras entidades públicas e parceiros de cooperação.

As autoridades presentes sublinharam a necessidade de reforçar a coordenação institucional e a eficiência na gestão dos recursos destinados à adaptação climática e à recuperação pós-desastres naturais.

Moçambique continua entre os países mais vulneráveis a eventos climáticos extremos, incluindo cheias e ciclones, que afectam regularmente a produção agrícola e a segurança alimentar de milhares de famílias, sobretudo nas zonas rurais.

A recuperação do sector agrícola após desastres naturais tem sido apontada como uma das prioridades do Governo, num contexto em que a dependência da agricultura de subsistência torna muitas comunidades particularmente expostas a choques climáticos.

O balanço apresentado pelo Executivo surge num momento em que se intensificam os debates sobre financiamento climático e necessidade de maior previsibilidade nos mecanismos de apoio internacional ao desenvolvimento agrícola sustentável no País.

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