O Presidente da República, Daniel Chapo, e o Ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia, Sergei Lavrov, reafirmaram esta quinta-feira, em Maputo, o compromisso de aprofundar a parceria estratégica entre os dois países, com destaque para a cooperação económica, o combate ao terrorismo, o apoio às reformas estruturais e a concertação em matérias da agenda internacional.
O compromisso foi assumido durante um encontro de trabalho realizado no Gabinete da Presidência da República, no qual as duas partes fizeram um balanço da cooperação bilateral e identificaram novas áreas para o fortalecimento das relações entre Maputo e Moscovo.
Falando à imprensa no final da audiência, Sergei Lavrov afirmou que o Presidente Daniel Chapo evocou os laços históricos estabelecidos entre Moçambique e a então União Soviética durante a luta de libertação nacional, considerando esse período como a base da parceria estratégica entre os dois Estados.
Segundo o chefe da diplomacia russa, o apoio soviético à luta pela independência continua vivo na memória colectiva dos moçambicanos, tanto pela assistência prestada durante o processo de libertação como pelo reconhecimento imediato do Estado moçambicano após a proclamação da independência, a 25 de Junho de 1975.
Lavrov referiu igualmente que a cooperação entre os dois países se manteve após a independência, abrangendo o fortalecimento das instituições públicas, o desenvolvimento de uma economia nacional independente e o apoio às reformas levadas a cabo por Moçambique.
A cooperação económica ocupou um lugar de destaque nas conversações. O ministro russo revelou que Daniel Chapo apresentou a visão do Governo para novas reformas económicas e para o reforço da cooperação bilateral, tendo as duas partes acordado integrar essas prioridades nos preparativos da próxima reunião da Comissão Intergovernamental de Cooperação Económica e Técnico-Científica, com vista a apoiar a implementação das reformas.
Durante o encontro foi igualmente abordada a situação de segurança no norte de Moçambique. Lavrov assegurou que a Rússia continuará disponível para responder aos pedidos de apoio apresentados por Maputo no combate ao terrorismo que afecta aquela região do país.
Os dois dirigentes analisaram ainda assuntos da agenda internacional, tendo reafirmado a coordenação entre Moçambique e a Rússia no âmbito das Nações Unidas e de outras plataformas multilaterais, matéria que, segundo Lavrov, será aprofundada nas conversações com a Ministra dos Negócios Estrangeiros e Cooperação.
O representante do Global Africa Investment Summit, Akinwumi Adesina, defendeu que Moçambique deve transformar os seus recursos naturais em capacidade produtiva, através da criação de indústrias competitivas, desenvolvimento do capital humano e reforço das instituições. A intervenção teve lugar na Conferência Internacional sobre Desenvolvimento Inclusivo e Sustentável de Moçambique, onde Adesina foi o primeiro orador.
Com o tema “Criando Prosperidade: A jornada de Moçambique do potencial ao desenvolvimento sustentável”, o representante do Global Africa Investment Summit afirmou que o futuro do país não será determinado apenas pelos recursos que possui, mas pela capacidade de os transformar em desenvolvimento económico e social.
Segundo Adesina, Moçambique reúne condições estratégicas para acelerar o crescimento, destacando a sua localização no oceano Índico, a extensa costa marítima, os recursos energéticos, os minerais críticos, o potencial agrícola e uma população jovem.
“Moçambique é uma nação de oportunidades extraordinárias, mas a história ensina-nos que o potencial não se transforma automaticamente em prosperidade. Os recursos não se transformam automaticamente em desenvolvimento e a geografia não se transforma automaticamente em competitividade”, afirmou.
Para o representante do Global Africa Investment Summit, a diferença está na capacidade de criar uma visão clara, instituições fortes, investimentos estratégicos e uma execução eficaz das políticas públicas.
Adesina apontou cinco pilares fundamentais para a transformação sustentável do país, começando pela construção de indústrias competitivas. Defendeu que Moçambique deve ultrapassar a dependência da exportação de matérias-primas e apostar no processamento local dos seus recursos, criando emprego, competências e maior participação nas cadeias de valor globais.
Sobre o sector energético, destacou as oportunidades associadas ao gás natural da Bacia do Rovuma, sublinhando que o verdadeiro valor destes recursos está na capacidade de impulsionar outros sectores da economia, como a indústria, agricultura, transformação mineral e tecnologia.
“A ambição de Moçambique deve ir além da exportação de recursos. Deve ser construir indústrias, desenvolver capacidades locais e criar empregos qualificados”, disse.
Na agricultura, Adesina considerou que o país possui um enorme potencial, mas alertou que os recursos naturais, por si só, não garantem prosperidade. Defendeu investimentos em irrigação, tecnologia, investigação, armazenamento, financiamento e ligação aos mercados para transformar a agricultura familiar numa actividade económica competitiva.
O desenvolvimento do capital humano foi apresentado como outro pilar essencial. Para o representante do Global Africa Investment Summit, a principal riqueza de Moçambique está também no conhecimento, criatividade e capacidade da sua população.
Defendeu investimentos contínuos na educação, formação técnico-profissional, competências digitais, investigação e empreendedorismo, considerando estes factores determinantes para preparar os moçambicanos para a economia do futuro.
Adesina destacou igualmente a posição geográfica de Moçambique como uma vantagem estratégica regional, apontando os portos de Maputo, Beira e Nacala como plataformas capazes de ligar os países da região aos mercados internacionais.
“A conectividade cria valor. Um porto cria valor porque liga produtores aos mercados; uma estrada cria valor porque liga comunidades às oportunidades”, afirmou.
Na sua intervenção, apelou ainda ao fortalecimento das instituições nacionais, com maior transparência, responsabilidade na gestão dos recursos públicos e criação de um ambiente de confiança para investidores e parceiros de desenvolvimento.
Sobre os desafios climáticos, alertou que ciclones, cheias e outros fenómenos extremos representam também ameaças económicas, por afectarem infra-estruturas, agricultura e investimentos.
Como resposta, propôs a criação de um Fundo de Investimento Resiliente de Moçambique, destinado a mobilizar capital público e privado para apoiar projectos de adaptação climática, agricultura resiliente e protecção dos activos produtivos.
Na conclusão da sua intervenção, Akinwumi Adesina deixou uma mensagem aos investidores: “Não invistam apenas nos recursos de Moçambique. Invistam na transformação de Moçambique”.
Maputo acolhe, esta quarta-feira, a Conferência Internacional sobre Desenvolvimento Inclusivo e Sustentável de Moçambique, um encontro que reunirá decisores políticos, académicos, parceiros de desenvolvimento e representantes de diversos sectores da sociedade para debater os principais desafios e prioridades do desenvolvimento nacional. A iniciativa decorre sob o lema “Do Balanço à Acção – Rumo ao Desenvolvimento Integrado do País”.
A conferência pretende efectuar um balanço do percurso de desenvolvimento de Moçambique e promover consensos em torno das opções estratégicas que deverão orientar o País nas próximas décadas. O encontro visa igualmente criar um espaço de reflexão sobre políticas e acções capazes de acelerar o crescimento económico e social de forma inclusiva e sustentável.
Ao longo dos trabalhos serão debatidos os desafios e oportunidades do desenvolvimento nacional, com enfoque na definição de prioridades estratégicas para impulsionar reformas estruturais, fortalecer a capacidade institucional e melhorar os mecanismos de acompanhamento das acções de transformação do País.
A sessão de abertura será presidida pelo Presidente da República, Daniel Chapo, no Centro Cultural Moçambique-China, na cidade de Maputo.
O Director não-executivo do Banco Nacional de Investimento, Omar Mithá, disse esperar uma visão clara dos pilares do desenvolvimento económico. “Portanto, as falhas do mercado… como podemos conjugar isso com a questão de ensino, a questão da produtividade, a questão da competitividade. Há muitos temas que serão debatidos aqui e penso que teremos uma decisão clara daquilo que teremos nos próximos 20 anos”.
O antigo Primeiro-Ministro, Adriano Maleiane, por sua vez, defende que o encontro vai servir para avaliar se as estratégias desenvolvidas estão alinhadas ao contexto internacional e as necessidades do país.
“Sendo um debate na perspectiva que está aí, ou vai reafirmar que as estratégias e é preciso continuar ou vamos fazer algumas alterações de forma que ao chegar 2030, possamos dizer que o nosso desenvolvimento em Moçambique, pelo menos, conseguimos ter 60 ou 70% da execução”, vincou Maleiane.
Já o reitor da Universidade Eduardo Mondlane, Manuel Guilherme, defende a necessidade de olhar para a capacitação dos recursos humanos, pois “não há recurso que seja importante, caso ninguém esteja capacitado para explorá-lo”.
A Procuradoria-Geral da República manifesta preocupação com a superlotação do Estabelecimento Penitenciário Regional Centro, conhecido por Cadeia Cabeça-de-Velho, na cidade de Chimoio. Projectada para albergar 1.500 reclusos, a unidade prisional acolhe actualmente mais de 2.000, situação que compromete as condições de habitabilidade e o processo de ressocialização.
A preocupação foi manifestada durante a visita de trabalho do Procurador-Geral da República à província de Manica, que iniciou esta terça-feira com uma deslocação ao maior estabelecimento penitenciário da região Centro.
“É um edifício muito grande, tem capacidade para por aí 1.500 reclusos, mas está acima de 2.000 reclusos. Portanto, como podem calcular, já está fora do padrão, e isto é preocupante, porque leva a que algumas celas tenham, digamos, reclusos apertados, e isto não é muito saudável para a própria ressocialização dos próprios reclusos.”
Além da superlotação, a Procuradoria identificou o avançado estado de degradação do muro de vedação da cadeia, uma situação que representa riscos tanto para os reclusos como para as comunidades vizinhas.
“O muro de vedação realmente é um grande perigo para as populações circunvizinhas, no sentido de que a qualquer momento pode desabar, mas é também um perigo para os próprios reclusos, porque, se desabarem, então não sabemos o que pode acontecer. Agora, soluções para isto? Naturalmente que isto passa pela reabilitação de raiz do muro de vedação.”
A visita do Procurador-Geral da República à província de Manica prossegue com a avaliação do funcionamento de outras instituições da administração da justiça, incluindo o Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC).
O sector privado da província de Tete alerta que o mau estado das estradas está a elevar os custos logísticos e operacionais das empresas, comprometendo a competitividade dos negócios.
A preocupação foi manifestada durante o relançamento da Conferência Internacional de Investimentos de Tete, um evento que pretende atrair investidores nacionais e estrangeiros para a província.
A degradação das principais vias de acesso, com destaque para a Estrada Nacional Número 7 (EN7), continua a ser apontada como um dos maiores desafios para o desenvolvimento da actividade empresarial em Tete.
O presidente do Conselho Empresarial Provincial em Tete, defende que a situação tem provocado um aumento dos custos de transporte de mercadorias, dificultando o escoamento da produção e reduzindo a capacidade competitiva das empresas que operam na província.
Segundo o representante empresarial, a melhoria das infra-estruturas rodoviárias é fundamental para criar um ambiente favorável aos negócios e estimular a entrada de novos investimentos.
Apesar dos constrangimentos, o sector privado mantém expectativas positivas em relação ao potencial económico da província, considerando a Conferência Internacional de Investimentos de Tete uma oportunidade para promover parcerias estratégicas, apresentar oportunidades de negócio e atrair novos investidores.
Empresários ouvidos durante o evento afirmam estar preparados para receber investimentos e participar na criação de novas oportunidades de crescimento económico e desenvolvimento local.
Por seu turno, o governador da província de Tete, Domingos Viola, apelou ao envolvimento massivo do empresariado local na conferência, destacando a importância da participação do sector privado na identificação e aproveitamento das oportunidades de investimento.
A Conferência Internacional de Investimentos de Tete decorrerá entre os dias 8 e 10 de outubro e deverá reunir empresários nacionais e estrangeiros, instituições financeiras, parceiros de desenvolvimento e representantes do Governo, com o objetivo de posicionar Tete como um destino estratégico para investimentos.
Pelos menos 5 agências de viagem aproveitaram-se das vulnerabilidades, inerentes ao uso de numerário para o pagamento de serviços relacionados com turismo, para introduzirem fundos de origem ilícita ao sistema financeiro, num montante de mais de 58 mil milhões de meticais. O esquema é despoletado pelo Gabinete de Informação Financeira.
Através de um relatório de análise, o Gabinete de Informação Financeira de Moçambique, despoletou um esquema de branqueamento de capitais que introduziu mais de 58 mil milhões de meticais, no sistema financeiro nacional, entre 2022 e 2025.
O documento explica que os fundos foram introduzidos, na sua maioria em numerário, através de depósitos efectuados por pessoas singulares, em representação de empresas, e transferências, para as contas bancárias tituladas por empresas do sector de agenciamento de viagens e turismo, que posteriormente, enviaram os montantes, de forma fraccionada, para as contas bancárias tituladas por uma Organização Internacional.
“Do trabalho de análise realizado, constatou-se que várias agências de viagens e turismo usaram as contas bancárias particulares, dos seus empregados, incluindo de gestores seniores destas empresas, para efectuarem pagamentos de somas avultadas para as contas bancárias tituladas pelas referidas agências de viagem e turismo, supostamente relacionadas com a actividade operacional destas entidades, facilitando, desta forma, a ocultação desses rendimentos às autoridades fiscais e dificultando, deste modo, a identificação da real origem dos fundos”, refere.
O GIFiM diz tratar-se de avultadas somas em numerário, operações completamente fora do padrão de sector, geralmente é caracterizado por pagamentos com recurso a cartão de débito, transferências bancárias e cheques. Por isso concluiu: “Houve suspeitas da prática de actos de branqueamento de capitais, tendo como crimes precedentes a fraude fiscal e outros crimes tributários, falsificação de documentos”.
A instituição não revela os nomes das agências de viagens nem da organização internacional para qual foram depositados os fundos.
O nosso jornal confrontou o governo sobre os passos subsequentes a esta denúncia e a identidade das entidades envolvidas, mas o porta-voz disse que não tinha conhecimento.
O GIFIM refere que as referidas agências estão localizadas em Maputo, Nampula e Cabo Delgado.
A Comissão de Defesa e Segurança da Assembleia da República considerou legais todas as operações militares realizadas no Teatro Operacional Norte, defendendo que as acções em curso são indispensáveis para salvaguardar a soberania nacional e restabelecer a estabilidade na província de Cabo Delgado.
A posição foi manifestada durante uma visita de trabalho da comissão parlamentar à província, no âmbito da fiscalização da evolução do combate aos grupos terroristas que actuam na região.
Segundo o presidente da Comissão de Defesa e Segurança, Pedro Comissário, as operações conduzidas pelas Forças de Defesa e Segurança decorrem dentro da legalidade e respondem à necessidade de proteger o Estado moçambicano e as populações afectadas pela insurgência.
O deputado sustentou ainda que as críticas de alguns sectores da sociedade relativamente aos métodos utilizados no combate ao terrorismo não se justificam, defendendo que as medidas adoptadas pelo Estado são necessárias para garantir a estabilização da província.
A missão parlamentar deverá igualmente inteirar-se da situação de segurança no Teatro Operacional Norte, avaliar os progressos alcançados pelas forças no terreno e recolher informações sobre os desafios que persistem no combate aos grupos armados que actuam em Cabo Delgado.
A visita insere-se no quadro das competências de fiscalização da Assembleia da República sobre a actuação das instituições do Estado na preservação da segurança e da integridade territorial do País.
O guitarrista e compositor moçambicano Jimmy Dludlu vai assinalar os seus 40 anos de carreira com um concerto em formato inédito, distribuído por duas noites, nos dias 24 e 25 de Julho, no Onix Events, na Katembe, cidade de Maputo.
Promovido pela Top Produções, o espectáculo pretende celebrar quatro décadas de dedicação à música e homenagear um dos maiores embaixadores do afro-jazz africano. Natural do bairro de Chamanculo, em Maputo, Jimmy Dludlu construiu uma carreira de dimensão internacional, tornando-se uma das mais respeitadas referências da música contemporânea do continente.
Sob o conceito “Concerto 2 em 1”, cada noite terá identidade própria, reunindo diferentes formações musicais e convidados especiais de Moçambique e da África do Sul, numa celebração da diversidade cultural da região.
Na primeira noite, a 24 de Julho, Jimmy Dludlu sobe ao palco acompanhado pela banda moçambicana In The Groove, num espectáculo que destaca as suas raízes musicais e a ligação ao País. A apresentação será conduzida por Seth Swaze e contará ainda com as participações de Stewart Sukuma, Mingas, Banda Kakana, Pika Tembe, Onésia Muholove, Elcides Carlos, Prince Chone e do DJ Sérgio Butler.
Já no dia 25 de Julho, o músico será acompanhado pela banda sul-africana C Base Collective, reforçando a dimensão regional da celebração. A segunda noite será apresentada por Izidine Faquirá e terá como convidados a cantora sul-africana Judith Sephuma, Frank Paco, John Hassan, Válter Mabas, Xixel Langa, Gabriela, além dos DJs No Name e Serito.
Segundo a organização, o evento pretende afirmar-se como uma plataforma de valorização da música africana, promovendo o diálogo entre diferentes gerações, estilos e culturas, tendo o jazz como elemento de ligação entre tradição e inovação.
A expectativa é reunir centenas de amantes da música, profissionais das indústrias culturais e criativas, empresários, estudantes e público em geral, numa celebração que reconhece o contributo de Jimmy Dludlu para o desenvolvimento da música africana.
Com uma carreira iniciada ainda na adolescência, Jimmy Dludlu destacou-se como guitarrista, compositor e professor de música, colaborando com alguns dos mais prestigiados artistas africanos e da diáspora. Ao longo de quatro décadas lançou vários álbuns de sucesso, distinguidos em diferentes edições dos South African Music Awards (SAMA), consolidando uma discografia marcada pela fusão entre o jazz e as sonoridades africanas.
O piloto internacional moçambicano Eduardo Campos voltou a representar Moçambique com distinção no RMC National Round 3 e no African Open 2026, provas disputadas no circuito de Zwartkops, na África do Sul. Em representação do Automóvel e Touring Clube de Moçambique (ATCM), o jovem piloto voltou a demonstrar o seu talento entre alguns dos melhores kartistas do continente.
Na sessão de qualificação da classe Mini Max, Eduardo Campos alcançou o quinto melhor tempo entre os participantes, confirmando a competitividade e o potencial para disputar os lugares cimeiros num dos campeonatos mais exigentes do karting africano.
Ao longo das três mangas, o piloto enfrentou corridas intensas e várias disputas em pista, circunstâncias que dificultaram a manutenção da posição conquistada na qualificação. No final da competição, terminou na 14.ª posição entre os 29 pilotos inscritos.
Apesar do resultado final, o desempenho evidenciado durante todo o fim-de-semana deixou indicações positivas quanto à evolução do jovem piloto, cuja velocidade e consistência demonstraram capacidade para competir ao mais alto nível da categoria Mini Max.
A participação no RMC National Round 3 e no African Open representa mais um passo importante no percurso internacional de Eduardo Campos, que continua a acumular experiência em competições de elevado nível, promovendo o nome de Moçambique nas pistas sul-africanas.
Com apenas 11 anos, Eduardo Campos continua a afirmar-se como uma das maiores promessas do karting moçambicano, destacando-se pelo talento, determinação e capacidade competitiva.
Além da participação no African Open, o piloto viveu um momento marcante ao estrear-se numa prova de karts equipados com motores eléctricos, uma competição que apura três pilotos por corrida para o Campeonato do Mundo da modalidade.
Na sua primeira experiência nesta categoria, Eduardo Campos protagonizou uma prestação de destaque, superando vários adversários directos e terminando na quarta posição da classificação geral, ficando muito próximo dos lugares de qualificação para o Mundial.
Após alcançar o Top 5 na qualificação do African Open e do Campeonato Nacional Sul-Africano de Karting, bem como o quarto lugar na corrida de karts eléctricos disputada no domingo, a equipa liderada por Rui Campos garante que continuará a intensificar o trabalho para assegurar a participação do piloto nos próximos desafios da modalidade, mantendo o foco na evolução desportiva e na conquista de novos resultados internacionais.
A seleção portuguesa despediu-se da Copa do Mundo, nesta segunda-feira, após a derrota por uma bola sem resposta para a Espanha, que avançou para as quartas de final. Quem também não passou para os oitavos de final são os Estados Unidos da América derrotado 1-4 pela selecção da Bélgica.
Chegou ao Mundial como um dos favoritos e com a grande ambição de vitória da copa para coroar a carreira Cristiano Ronaldo, um sonho que Portugal não conseguiu segurar… resvalou nos oitavos de final diante da Espanha, com com protagonizou um duelo intenso na noite desta segunda-feira…
O golo da vitória só saiu no primeiro minuto da compensação quando Mikel Merino recebeu livre e chutou firme, sem chances para Diogo Costa defender, embora em muitas outras ameaças o tenha feito e junto do seu homólogo, mas adversário, Unai Simón, tenham transformado o jogo em partida de guarda-redes.
Em outro jogo, a Bélgica venceu os Estados Unidos por 4 a 1 nas oitavas de final e avançou para as quartas de final. Após as quedas de Canadá e México, os EUA são os últimos anfitriões do da competição

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