Os EUA aconselham os seus cidadãos a reconsiderar viagens à Nigéria devido a riscos de segurança. O alerta surge na sequencia do terrorismo, agitacao civil e sequestros.
O Departamento de Estado dos Estados Unidos da América emitiu um alerta, no qual colocou pelo menos 23 estados nigerianos na categoria mais grave, não recomendando visitas, afirmando que a situação de segurança nessas áreas é instável e incerta.
Os EUA alertam para riscos de terrorismo, agitação civil e sequestro. O país autorizou a saída de funcionários não essenciais e seus familiares da Embaixada dos EUA em Abuja, citando o que descreveu como uma deterioração do ambiente de segurança.
Autoridades americanas não informaram quando as saídas autorizadas da embaixada ocorrerão, nem se a medida afeta apenas o pessoal americano ou também os funcionários contratados localmente.
A medida ocorre em meio a um recente aumento de ataques mortais em partes da Nigéria, apesar da cooperação contínua entre Washington e Abuja no combate ao terrorismo, segurança marítima, compartilhamento de informações e treinamento militar.
O alerta advertiu que ataques podem ocorrer “com pouco ou nenhum aviso prévio” em locais públicos, incluindo mercados, hotéis, locais de culto, escolas e terminais de transporte.
As autoridades nigerianas ainda não responderam formalmente ao último alerta. No passado, autoridades argumentaram que tais avisos não refletem melhorias na segurança em partes do país e correm o risco de prejudicar a imagem internacional da Nigéria.
A obra “Reformas Eleitorais em Moçambique” é o mais recente livro lançado esta quinta-feira, na cidade de Quelimane, da autoria do Professor Doutor Luís Cavalo. A publicação reflecte as dinâmicas do processo eleitoral ao longo dos anos no país.
Com 236 páginas, estruturadas em oito capítulos, a obra interpreta o presente com vista a perspectivar o futuro. Subordinado ao tema Reformas Eleitorais em Moçambique: um olhar à Comissão Nacional de Eleições, o livro apresenta uma análise crítica, baseada na experiência de quem dedica a sua vida ao órgão de gestão eleitoral, com destaque para o Secretariado Técnico de Administração Eleitoral.
Gaudêncio Matavel foi, na ocasião, um dos apresentadores da obra. Na sua intervenção, destacou que o livro retrata a realidade moçambicana e as instituições responsáveis pela gestão eleitoral, defendendo a necessidade de reformas que promovam a união entre os actores políticos em prol do bem comum.
Luís Cavalo ocupa, actualmente, o cargo de Director do STAE na província de Nampula.
O Museu Banco de Moçambique, na cidade de Maputo, acolheu a exposição temporária “Diálogo das Paisagens de Jacob e Mucavele”, que reúne 12 obras de pintura de dois nomes de referência, Jacob Macambaco, a título póstumo, e Estêvão Mucavele.
A inauguração da exposição temporária “Diálogo das Paisagens de Jacob e Mucavele” surge numa iniciativa que cruza as diferentes abordagens técnicas destes autores e destaca o contributo das artes plásticas para a identidade cultural moçambicana.
Jacob Macambaco é reconhecido como um dos primeiros artistas plásticos negros do País e as suas criações são inspiradas em locais onde viveu e que percorreu, transformando memórias e observações directas em narrativas visuais marcantes.
Ao lado de Macambaco, Estêvão Mucavele apresenta um estilo distinto, marcado por cenários imaginários e pela liberdade criativa. As suas obras exploram uma dimensão mais poética e abstracta da paisagem, criando um contraste que enriquece o diálogo artístico da exposição.
Segundo os organizadores, a iniciativa visa valorizar o papel dos artistas e aproximar o público das artes. “É uma celebração das artes e uma forma de fazer as pessoas perceberem o valor destes artistas, sobretudo para encorajar aqueles que continuam a produzir”, destacou Felisberto Tlhemo, Curador da exposição.
Para Languana, presidente do Núcleo de Arte, a exposição evidencia ainda a complementaridade entre os dois estilos. “Estamos a ver paisagens de diferentes formas: o Macambaco com uma abordagem mais rural e o Estêvão com uma visão mais criativa. No fundo, fundem-se numa só paleta”, afirmou.
Trata-se de uma iniciativa do Banco de Moçambique, que reforça o compromisso desta instituição com a promoção das artes nacionais. O banco central já promoveu 3 exposições temporárias no Museu Banco de Moçambique e prevê realizar mais 2 até ao final deste ano.
Estevão Mucavele, actualmente com 85 anos, considerou o reconhecimento significativo e aproveitou a ocasião para incentivar as novas gerações. “Não pensava que a minha obra pudesse estar aqui tão bem-apresentada. Os jovens devem trabalhar mais e apostar na arte”, apelou.
Além das obras do Banco de Moçambique, fazem parte da exposição 5 obras de um coleccionador anónimo. A exposição está patente até ao mês de Maio.
Um ataque levado a cabo por grupos jihadistas contra uma base militar no nordeste da Nigéria provocou a morte de um general do exército e de vários soldados, segundo fontes governamentais e de inteligência citadas pela Africanews.
O Brigadeiro-General Oseni Omoh Braimah é o segundo oficial de alta patente a ser morto em cinco meses, numa altura em que se regista um agravamento da violência no norte do país, maioritariamente muçulmano.
De acordo com quatro fontes, incluindo o exército, o ataque ocorreu durante a noite numa base localizada a cerca de 75 quilómetros de Borno. Uma fonte de inteligência apontou para pelo menos 18 mortos.
Este balanço eleva para quase 100 o número de vítimas mortais desde domingo no norte da Nigéria, onde grupos jihadistas e gangues criminosos têm intensificado ataques contra instalações militares e aldeias, sobretudo em zonas próximas do Sahel.
A Nigéria, o país mais populoso de África, enfrenta há cerca de 17 anos uma insurgência jihadista, iniciada em 2009 com o grupo Boko Haram e posteriormente agravada com o surgimento de dissidências, como a Província da África Ocidental do Estado Islâmico.
Mais de 70 países juntaram-se esta sexta-feira à Indonésia para condenar os ataques contra a Força Interina da ONU para o Líbano , num contexto de escalada da guerra contra Beirute, apesar das conversações de paz com Israel.
Embaixadores de uma dezena de países expressaram profunda preocupação com a escalada da tensão no Líbano desde 02 de março do ano corrente e o impacto na segurança das forças de paz, na sequência da morte de três forças de manutenção de paz das Nações Unidas e depois de militares de França, Gana, Nepal e Polónia terem ficado feridos.
As missões diplomáticas sublinharam que as forças de paz nunca devem ser alvo de ataques e alertaram que estes factos podem constituir um crime de guerra, ao mesmo tempo que fizeram um apelo à ONU para que continue a investigar todos os ataques.
Estas delegações também deram ênfase à situação humanitária no Líbano, especialmente devido ao elevado número de vítimas civis, à destruição generalizada de infraestruturas e à deslocação em massa de mais de um milhão de pessoas.
Na quinta-feira, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, anunciou que o Governo israelita iniciará negociações directas com o Líbano para desarmar o Hezbollah e estabelecer relações pacíficas.
Israel foi instado a cessar imediatamente a agressão militar contra o Líbano, reiterando que o cessar-fogo também inclui este país. Os bombardeamentos massivos violam o direito internacional, após o assassínio de mais de 300 pessoas no Líbano desde o início da trégua.
O Seleccionador Nacional de Futebol Sub-17 garante que, apesar de Moçambique estar num grupo forte, há condições para passar a segunda fase do Campeonato Africano da categoria. Inserida no Grupo C da prova, a selecção nacional vai defrontar o Mali, Tanzânia e Angola.
A um mês do arranque da prova, Moçambique já conhece os seus adversários, tal como ditou o sorteio. Sem escolhas nem preferências, o seleccionador nacional tem noção do que vai encontrar no seu Grupo.
A selecção nacional parte para a competição com a ambição de qualificar para a segunda fase, sonho que só se pode concretizar com muito trabalho.
Moçambique está no Grupo C juntamente com o Mali, Tanzânia e Angola. A prova será disputada de 13 de Maio a 2 de Junho, em Marrocos.
O Presidente Volodymyr Zelensky disse que os militares ucranianos abateram drones Shahed, de fabrico iraniano, em vários países do Médio Oriente, durante a guerra com o Irão, confirmando a participação em missões no estrangeiro.
Zelensky fez o primeiro reconhecimento público das operações internacionais na quarta-feira, em declarações à imprensa.
Segundo o Presidente da Ucrânia, citado por Lusa, as forças de Kiev participaram em operações no estrangeiro utilizando aparelhos aéreos não tripulados de intercepção de fabrico ucraniano, eficazes contra drones Shahed de fabrico iraniano utilizados pela Rússia na Ucrânia.
A Ucrânia participou nas operações defensivas antes do cessar-fogo provisório no Médio Oriente, alcançado entre o Irão e os Estados Unidos.
Zelensky não identificou os países envolvidos, mas afirmou que os efetivos ucranianos operaram “em várias nações”, ajudando a reforçar os respectivos sistemas de defesa aérea.
Anteriormente, Zelensky tinha declarado que 228 especialistas ucranianos estiveram destacados na região do Médio Oriente.
Em troca, a Ucrânia está a receber armamento para proteger as instalações de energia, bem como petróleo, gasóleo e, em alguns casos, apoio financeiro, disse o chefe de Estado.
O líder ucraniano afirmou que os acordos vão reforçar a estabilidade energética da Ucrânia e descreveu as parcerias como algo que será promovido, à medida que Kiev procura formalizar e expandir conhecimentos no setor da defesa.
A revelação surgiu no momento em que há preocupações de que o conflito no Médio Oriente possa desviar o apoio militar ocidental da Ucrânia, particularmente o fornecimento de equipamento para a defesa aérea.
Zelensky afirmou que os parceiros da Ucrânia continuam a fornecer mísseis aos sistemas Patriot, adiantando que um novo lote chegou nos últimos dias e que a Ucrânia está a trabalhar com todos os parceiros para garantir que as defesas aéreas se mantêm em funcionamento.
Doze pessoas morreram, incluindo seis crianças, na quarta-feira, num ataque com drones numa cidade controlada por paramilitares no estado do Darfur do Norte, no Sudão, noticiou ontem a agência France-Presse (AFP) citando uma fonte médica e ativistas locais.
Doze corpos foram levados para o hospital, 16 pessoas ficaram feridas, incluindo mulheres e crianças, e estão a receber cuidados médicos, segundo a fonte médica. O comité de resistência de Al-Fashir, um grupo pró-democracia, precisou que o ataque atingiu o bairro de Al-Salama, perto de uma escola para raparigas, atribuindo a responsabilidade pelo ataque ao exército, em guerra com os paramilitares das Forças de Apoio Rápido desde Abril de 2023.
No dia 24 de Março, as Nações Unidas indicaram que os ataques com drones mataram mais de 500 civis entre Janeiro e meados de Março, alertando para o “impacto devastador” destas armas em zonas povoadas.
Na sexta-feira, a organização Médicos Sem Fronteiras (MSF) confirmou a morte de pelo menos 10 pessoas, incluindo sete profissionais de saúde, também num ataque com drone contra um hospital no estado do Nilo Branco, no sul do Sudão.
A guerra civil no Sudão, que eclodiu em Abril de 2023 devido a desacordos em torno da integração do grupo paramilitar nas Forças Armadas, resultou já na morte de dezenas de milhares de pessoas.
O número pode ultrapassar 400 mil, segundo os Estados Unidos. Este conflito, que mergulhou o país numa crise humanitária considerada das piores do mundo, interrompeu a transição que havia começado após a queda do regime de Omar al-Bashir, em 2019, que já estava enfraquecido após o golpe que depôs o então primeiro-ministro Abdalla Hamdok.
Há registo de milhões de deslocados e refugiados, bem como alarme internacional devido à propagação de doenças e aos danos em infraestruturas críticas, o que dificulta o atendimento a centenas de milhares de pessoas afectadas.
O edil de Nampula fez mexidas no seu governo e avisa que haverá mais exonerações até acertar a dinâmica que precisa. Num contexto de problemas de mobilidade devido aos buracos nas estradas, Luís Giquira promete intervir, à medida da disponibilidade de meios e dinheiro.
A primeira mexida foi no dia 4 de Março e cessaram funções, dentre outros, os vereadores dos pelouros de Finanças, Planificação e Património e da Educação, Cultura, Juventude e Desportos. Esta quarta-feira, Luís Giquira voltou a fazer mexidas, tendo movimentado o vereador de Salubridade que passa a assumir a pasta de Administração e Recursos Humanos.
O edil de Nampula justifica a medida com a necessidade de imprimir uma nova dinâmica no funcionamento do município, até porque, segundo afirma, alguns funcionários exonerados já estavam cansados.
“Queremos ter um município que responda a visão do presidente e o compromisso que nós assumimos com a nossa população de tudo fazermos para termos uma cidade melhor, com mais água e desenvolvimento”, afirma Giquira, que garante que ainda haverá mais mexidas nos próximos dias.
Enquanto procura calibrar a sua equipa, o dia-a-dia na cidade é um dos maiores desafios. A avenida 25 de Setembro estava muito esburacada e já está em obras, mas há mais vias na cidade esburacadas.
Sobre o problema, Giquira assegura que a edilidade já tem um plano de reabilitação de algumas vias que já foram identificadas. Para essa empreitada, a edilidade está a trabalhar na busca de parceiros para aquisição de equipamentos.
Esta quinta-feira o Município de Nampula e a Universidade Rovuma assinaram um memorando para passarem a trabalhar em conjunto para o desenvolvimento da cidade, sobretudo na área de Engenharia Civil. A UniRovuma tem cursos de engenharias que poderão ser a base desta relação com o Município de Nampula.
Os membros do Comité Central da Frelimo dizem que, sem comprometer a agenda da reunião do partido, a Sessão do Comité Central deve fazer uma análise realista da situação económica e social de Moçambique.
Entrevistado pouco antes do início da Sessão, Eliseu Machava, antigo Secretário-geral da Frelimo, não ignorou os pontos da agenda publicamente apresentados, mas exortou para que os trabalhos não se limitem à vida interna do partido.
“O Comité Central, como sempre, faz a melhor análise da situação política, econômica e social, e projecta para o futuro aquilo que é o desejo de muitos moçambicanos, que é de ver o país a progredir, ver o país a enfrentar positivamente os problemas, ver o país unido e ver o país a pensar no futuro risonho dos nossos filhos e dos nossos netos.”
Membro do Comitê Central e Chefe da Bancada Parlamentar do Partido na Assembleia da República, Feliz Sílvia, espera que a sessão seja incisiva na estruturação da reunião de quadros.
“O Comitê Central antecede a Reunião Nacional de Quadros, onde já há um debate muito grande sobre o futuro econômico, político, mas também social do nosso país. Nós achamos que este Comitê Central vai se debruçar profundamente sobre a vida econômica, política e social. Em termos de perspectivas nossas, é que saíamos daqui mais focados nos resultados que pretendemos alcançar, mesmo a nível da independência econômica.”
Já o porta-voz do partido, Pedro Guiliche, diz que a quinta sessão é o ponto de partida para a Frelimo começar a perspectivar os resultados almejados nos próximos pleitos eleitorais.
“A Frelimo, desde que termina um processo eleitoral, a sua tradição e a sua prática é preparar-se com vista aos próximos pleitos eleitorais. Portanto, este Comitê Central vai servir para fazer um balanço geral de todo o grau de preparação da Frelimo com vista aos desafios não só eleitorais em 2028 e 2029, mas sobretudo os desafios de como melhor servir o povo moçambicano”
A reunião do Comitê Central iniciou esta Quinta-feira e termina no dia 12 de Maio, Domingo.

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