A Federação Moçambicana das Associações dos Transportadores Rodoviários (FEMATRO) esclarece que o minibus envolvido no acidente transportava mais de 15 passageiros, apesar de ter partido de Mochungwe com 15 passageiros.
O presidente da FEMATRO, Paulo Muthisse, considera que o excesso de passageiros resulta do incumprimento das regras por parte do motorista, sublinhando que esta não é uma orientação do patronato nem das associações que zelam pelo cumprimento das regras de transporte naquela rota.
Segundo Paulo Muthisse, a viatura envolvida no acidente é de matrícula estrangeira e realiza transporte de passageiros entre Moçambique e a África do Sul.
O presidente da FEMATRO esclarece ainda que o acidente, ocorrido por volta das 20 horas, não pode ser associado ao horário de circulação nocturna, uma vez que, naquele momento, a viatura encontrava-se dentro do período permitido.
Paulo Muthisse explica que, de acordo com as informações disponíveis, o motorista do minibus não terá sido responsável pela colisão, alegando que a viatura foi atingida por um camião que terá invadido a sua faixa de rodagem.
“Não é porque foi de noite. Poderia ter acontecido de dia”, afirmou o presidente da FEMATRO, defendendo que, neste caso, terá havido um erro por parte do motorista do camião.
Perante o acidente, Paulo Muthisse apela aos condutores de camiões, minibuses e autocarros para que adoptem uma condução defensiva e cumpram rigorosamente as regras de circulação rodoviária.
O presidente da FEMATRO sublinha que a segurança nas estradas depende do comportamento de todos os intervenientes, independentemente do período do dia em que estejam a circular.
A comunidade de Changulo, no distrito de Mossurize, província de Manica, já não precisa de percorrer 10 quilómetros para ter acesso à assistência médica e medicamentosa, com a inauguração do Centro de Saúde de Changulo.
A infraestrutura, avaliada em cerca de 26 milhões de meticais, foi construída com fundos disponibilizados por um empresário local.
Changulo dista cerca de 70 quilómetros de Espungabera, sede do distrito de Mossurize. Antes da inauguração da unidade sanitária, a população recorria aos serviços de saúde em Mpengo, situação que representava uma dificuldade para os moradores daquela região.
A entrada em funcionamento do centro de saúde marca, assim, o fim das longas deslocações da população de Changulo em busca de assistência médica.
Durante a cerimónia de inauguração, a governadora de Manica apelou à população para evitar a prática de justiça pelas próprias mãos. O apelo surge num contexto em que, segundo as autoridades, em Mossurize é reportado pelo menos um caso de homicídio por semana.
A governadora explicou que a prática de justiça pelas próprias mãos retarda o desenvolvimento.
O Centro de Saúde de Changulo dispõe de um bloco de atendimento geral, maternidade, farmácia, consultas pré-natais e internamento, com capacidade para 18 camas.
Uma equipa das Nações Unidas visitou, sexta-feira, a localidade de Kimoka, na província de Kivu Norte, no Leste da República Democrática do Congo (RDC), numa região sob controlo dos rebeldes do M23.
A missão avaliou as condições de vida das populações que estão a regressar às zonas afectadas pelo conflito armado, num momento em que o país enfrenta também um dos seus mais graves surtos de Ébola.
Durante a visita, o coordenador das actividades humanitárias das Nações Unidas na RDC, Damien Mama, reuniu-se com mulheres que trabalham nos campos agrícolas, observou as suas colheitas e ouviu as principais necessidades das comunidades.
Segundo Damien Mama, as mulheres manifestaram a necessidade de receber gado e acesso a mais terras agrícolas, como forma de reforçar a sua capacidade de subsistência e resistência aos efeitos do conflito.
Dados das agências humanitárias das Nações Unidas indicam que, até 4 de Fevereiro de 2025, cerca de 30.384 pessoas, correspondentes a 5.064 famílias, tinham regressado às zonas de Kimoka e Sake, nas proximidades de Goma, principal cidade de Kivu Norte.
A ONU indica ainda que mais de 1.400 pessoas, na sua maioria mulheres que regressaram de centros de acolhimento de deslocados internos, estão a beneficiar de apoio à agricultura e de projectos de reintegração socioeconómica em várias aldeias do território de Masisi.
Sifa Asifiwe é uma das beneficiárias dos programas de apoio. Através da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO), recebeu financiamento para desenvolver actividades agrícolas.
“No meio de todas estas dificuldades, os nossos irmãos da FAO vieram e acolheram-nos”, afirmou Sifa Asifiwe.
As comunidades deslocadas relatam igualmente melhorias nas condições de saúde, sobretudo entre as crianças, associadas à melhoria da alimentação proporcionada pelas culturas produzidas pelas mulheres.
Apesar do regresso de milhares de pessoas, cerca de 95 mil deslocados internos permanecem nas proximidades de Goma devido à violência perpetrada por grupos armados.
Paralelamente, dados divulgados esta semana pelas autoridades congolesas apontam para 3.398 mortes e 7.022 casos de Ébola, agravando o quadro humanitário já marcado pelo conflito armado e pelo deslocamento de populações.
As autoridades suspenderam, temporariamente, todos os membros dos postos de fiscalização envolvidos no controlo de viaturas, enquanto decorre um inquérito instaurado para apurar as circunstâncias que permitiram a circulação de um veículo com excesso de lotação.
Segundo as autoridades, foi constituída uma equipa de inquérito que irá investigar o caso e determinar eventuais responsabilidades dos agentes de fiscalização. A medida abrange os funcionários dos postos de controlo identificados ao longo da província de Inhambane, desde a zona norte até ao sul.
As autoridades justificam a suspensão com o facto de os agentes não terem prevenido ou detectado, durante a fiscalização, que a viatura transportava passageiros acima da lotação permitida.
O inquérito deverá esclarecer as circunstâncias em que ocorreu a falha na fiscalização e determinar as medidas a adoptar em função das suas conclusões.
O presidente da Associação Moçambicana para as Vítimas de Acidentes de Viação (AMVIRO), Alexandre Nhampossa, defende que, para além do comportamento dos condutores e das condições técnicas dos veículos, deve ser analisada a configuração da Estrada Nacional Número Um (EN1) na zona de Quissico, face à recorrência de acidentes graves naquele troço.
Nhampossa afirma que uma análise preliminar realizada pela AMVIRO indica que, desde Janeiro de 2024, foram registados, naquela zona, quatro acidentes graves, que resultaram em cerca de 82 vítimas, entre as quais pelo menos 32 mortos.
O presidente da AMVIRO cita, como exemplo, um acidente ocorrido em Agosto de 2025, que provocou quatro mortos e 13 feridos, nove dos quais em estado grave. Segundo Nhampossa, alguns destes feridos poderão ter posteriormente evoluído para óbito, razão pela qual considera necessário um acompanhamento mais aprofundado dos dados sobre a sinistralidade.
Para o dirigente, a repetição de acidentes graves num perímetro relativamente reduzido deve levar as autoridades a analisar não apenas o comportamento humano, mas também as características da própria estrada.
“É chegada a hora de olhar para a geografia da estrada naquela zona de Quissico”, defende Alexandre Nhampossa, questionando se o actual desenho da infra-estrutura responde aos parâmetros técnicos necessários para garantir uma circulação segura numa estrada com elevado volume de tráfego.
O presidente da AMVIRO chama particular atenção para as curvas existentes no troço de Quissico, sobretudo para quem circula no sentido Maputo–norte, bem como para a configuração da estrada nas proximidades do hospital e na descida em direcção à zona de Helena.
Nhampossa considera que esta análise deve ter em conta as características da EN1, que suporta tráfego intenso e a circulação permanente de veículos pesados e ligeiros.
O dirigente recorda igualmente a sua participação na comissão de inquérito criada na sequência do acidente ocorrido em Maluana, em 2021, que provocou 32 mortos. Segundo explica, naquela altura foram analisadas questões relacionadas com a infra-estrutura rodoviária, com a participação da Ordem dos Engenheiros.
Nhampossa refere que o relatório da comissão identificou aspectos críticos relacionados com a estrada e recomendou o aprofundamento de algumas matérias técnicas.
O presidente da AMVIRO defende ainda uma reflexão sobre a passagem da EN1 pelo interior de algumas vilas, apontando o caso da Manhiça como exemplo. Na sua perspectiva, a construção de variantes poderá ser uma alternativa para retirar o tráfego de longa distância do interior das zonas urbanas e reduzir a exposição das populações aos riscos rodoviários.
Apesar de reconhecer que o comportamento humano continua a ser um factor importante na ocorrência de acidentes e que as campanhas de sensibilização não devem ser descuradas, Alexandre Nhampossa entende que a prevenção deve adoptar uma abordagem mais abrangente.
O responsável considera igualmente importante analisar as condições técnicas dos veículos, a fiscalização e outros factores associados à segurança rodoviária, mas defende que as características das infra-estruturas devem ocupar um lugar central nas investigações sobre acidentes recorrentes.
A posição é apresentada numa altura em que uma equipa multissectorial foi anunciada para trabalhar na análise dos acidentes registados na zona. Nhampossa diz que a AMVIRO aguarda os resultados desse trabalho, esperando que sejam identificadas as causas e apresentadas medidas concretas para reduzir a sinistralidade.
Para o presidente da AMVIRO, a intervenção sobre as infra-estruturas deve igualmente ser considerada no âmbito das estratégias internacionais de segurança rodoviária, incluindo as orientações da Década de Acção para a Segurança Rodoviária das Nações Unidas.
Moradores de Olifantsfontein, na África do Sul, realizaram uma vigília em memória de uma mulher cujo corpo foi encontrado a flutuar num rio, em Clayville, a leste de Joanesburgo.
A mulher, que se acredita ter cerca de 20 anos, foi encontrada morta no dia 7 de Setembro, nas proximidades do centro comercial Mall of Thembisa. Até ao momento, a sua identidade não foi divulgada.
Os moradores concentraram-se junto a uma esquadra da Polícia, de onde seguiram em cortejo até ao local onde o corpo foi encontrado. Durante a vigília, rezaram, cantaram hinos e acenderam velas em homenagem à vítima.
Os participantes exigiram às autoridades maior empenho na investigação e apelaram à Polícia para identificar e levar à justiça os responsáveis pela morte da mulher.
O caso passou a integrar uma investigação mais ampla sobre a morte de mulheres cujos corpos foram encontrados em diferentes pontos de Ekurhuleni e arredores, nos últimos dois meses. A Polícia procura determinar se os casos estão relacionados.
A investigação abrange actualmente nove mulheres, cujos corpos foram encontrados em zonas como Kempton Park, Clayville, Olifantsfontein, Rhodesfield, KwaThema e Dawn Park.
A possibilidade de os crimes estarem ligados a um único autor aumentou os receios de que possa estar em actividade um alegado assassino em série. Contudo, as autoridades sublinham que, até ao momento, não foi estabelecida qualquer ligação definitiva entre os casos nem identificada a responsabilidade de um único suspeito.
Para reforçar as investigações, foi criada uma equipa multidisciplinar especializada. A Polícia apelou ainda às famílias de pessoas desaparecidas para que comuniquem os casos às autoridades, de modo a contribuir para a identificação das vítimas.
Para os moradores que participaram na vigília, o acto serviu não apenas para prestar homenagem à vítima, mas também para exigir respostas e maior segurança para as mulheres na região.
O Conselho de Segurança da ONU reúne-se hoje para a terceira ronda de votações informais para designar o próximo secretário-geral da organização, que assumirá o comando de uma instituição profundamente dividida e assolada por crises.
Cinco mulheres e três homens estão atualmente na disputa para suceder ao antigo primeiro-ministro português António Guterres, de 77 anos, que concluirá o seu segundo mandato de cinco anos em 31 de dezembro. Outros candidatos ainda podem apresentar-se.
Este processo ocorre num momento em que a ONU atravessa um dos períodos mais difíceis da sua história, enfrentando uma proliferação de conflitos, divisões persistentes no Conselho de Segurança e sérias dificuldades financeiras.
Reunidos à porta fechada pela manhã, os 15 membros do Conselho devem atribuir anonimamente a cada candidato um voto a favor, contra ou “sem opinião”.
Numa votação inicial em julho, Rebeca Grynspan, ex-vice-presidente da Costa Rica e chefe da Agência das Nações Unidas para o Comércio e o Desenvolvimento (UNCTAD), de 70 anos, foi quem recebeu mais indicações favoráveis, de acordo com fontes diplomáticas.
Numa segunda votação em agosto, Carolyn Rodrigues-Birkett, ex-ministra dos Negócios Estrangeiros da Guiana, de 52 anos, assumiu a liderança.
Muitos países estão a pressionar para que uma mulher assuma a presidência da ONU pela primeira vez em 80 anos de história.
Para vencer o processo seletivo, que pode levar semanas, um candidato terá que obter o consentimento de pelo menos nove países, evitando o veto dos cinco membros permanentes (Estados Unidos, Rússia, China, França e Reino Unido).
O nome será então submetido à Assembleia-Geral, que, na prática, segue a nomeação do candidato recomendado pelo Conselho de Segurança.
Outros candidatos incluem o chefe da Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA), o argentino Rafael Grossi (65 anos), a ex-presidente chilena Michelle Bachelet (74 anos) e o ex-presidente senegalês Macky Sall (64 anos).
A antiga chefe da diplomacia do Equador María Espinosa Garcés (62 anos), o diplomata ugandês Olara Otunnu (76 anos) e a diplomata equatoriana Ivonne A-Baki (75 anos) também estão na disputa.
A votação de hoje ocorre a poucos dias do Debate Anual da ONU, que começa na terça-feira em Nova Iorque, onde são esperados cerca de 150 chefes de Estado e líderes de todo o mundo.
A Polícia da República de Moçambique (PRM) manifestou profunda preocupação com a ocorrência de acidentes graves nas estradas nacionais, na sequência do sinistro que matou 24 pessoas no distrito de Zavala, província de Inhambane.
Falando sobre o acidente, o comandante da PRM apontou o comportamento humano como um dos principais fatores que continuam a contribuir para a ocorrência de tragédias rodoviárias no país.
“A Polícia da República de Moçambique continua profundamente preocupada com a ocorrência de acidentes graves nas nossas estradas, um dos quais resultante de comportamento humano”, afirmou o comandante.
Segundo a autoridade policial, as primeiras averiguações realizadas no local, envolvendo a Polícia de Trânsito e outros intervenientes, indicam que o fator humano terá tido um peso significativo na ocorrência.
“Das primeiras determinações que foram apuradas quando a Polícia de Trânsito e outros intervenientes ocorreram, o fator humano é que pesou para este acidente”, declarou.
O comandante lamentou ainda a dimensão da tragédia, sublinhando que a perda de 24 vidas constitui um acontecimento que afecta não apenas as famílias das vítimas, mas a sociedade em geral.
A PRM volta, assim, a chamar a atenção dos condutores para a necessidade de adoptar comportamentos responsáveis nas estradas, numa altura em que os acidentes de viação continuam a provocar perdas de vidas humanas no país.
O escritor moçambicano Eduardo Quive apresenta, na próxima terça-feira, 22 de Setembro, em Maputo, o seu primeiro romance, “A cor da tua sombra”, numa sessão que promete aproximar o autor dos leitores e colocar em debate temas como memória, identidade, trauma e relações humanas.
O lançamento terá lugar às 17h30, no Business Lounge by Nedbank, em Maputo, sob a chancela da Catalogus.
O encontro contará com a participação do autor numa conversa com a jornalista Leia Chingubo, além de momentos de leitura conduzidos por Negro. A iniciativa pretende proporcionar aos leitores um contacto directo com Eduardo Quive e com o universo ficcional que sustenta a sua estreia no romance.
Autor de obras de poesia e contos, entre as quais “Mutiladas”, finalista do Prémio Mia Couto, em 2026, Quive tem desenvolvido um percurso literário marcado por uma abordagem ficcional e poética de questões ligadas à memória, às identidades, às tensões sociais, à família e às relações humanas, explorando também a forma como as experiências individuais se cruzam com a história colectiva.
Ambientado num Moçambique contemporâneo, “A cor da tua sombra” percorre diferentes espaços e realidades, da Zambézia a Maputo. A narrativa parte de uma família desestruturada por sucessivas tragédias e desenvolve-se entre memórias fragmentadas, dilemas identitários e desafios sociais que tornam mais complexas as relações entre as personagens.
No centro da história está uma família estilhaçada, onde o passado permanece como uma ferida aberta. A narrativa é construída a partir de duas vozes: a de Eurípedes, que carrega consigo a imagem da irmã à beira do suicídio, e a de Anchia, marcada desde cedo pelo abandono, pelo preconceito e por uma violência que parece acompanhá-la ao longo da vida.
Unidos por uma dor comum, os dois protagonistas vêem-se confrontados com acontecimentos que julgavam enterrados, entre eles o regresso do pai de Anchia, o mesmo homem que, no passado, tentou vendê-la para um ritual de sacrifício.
Entre o trauma e a resistência, a culpa e a sobrevivência, “A cor da tua sombra” propõe uma travessia por algumas das zonas mais profundas da condição humana, ao mesmo tempo que interroga as marcas que o passado deixa sobre os indivíduos e as famílias.
Com esta obra, Eduardo Quive estreia-se no romance, ampliando um percurso literário já reconhecido na poesia e no conto e trazendo para a narrativa longa uma escrita centrada nas feridas da memória, nos conflitos identitários e nas múltiplas dimensões das relações humanas.
O Presidente da República, Daniel Chapo, manifestou profunda consternação pelo grave acidente de viação ocorrido na Estrada Nacional Número 1 (N1), ocorrido na noite de quinta-feira, no distrito de Zavala, província de Inhambane, que provocou a morte a pelo menos 24 pessoas na sequência de uma colisão frontal entre um veículo de transporte colectivo de passageiros e um camião.
Falando em nome do Governo e do povo moçambicano do Rovuma ao Maputo, e do Zumbo ao Índico, Daniel Chapo endereçou as mais sentidas condolências e a solidariedade de toda a nação às famílias enlutadas.
APELO À PRUDÊNCIA E RESTRIÇÕES À CIRCULAÇÃO NOCTURNA
O Presidente da República informou que equipas da Polícia e demais autoridades competentes se encontram no terreno a realizar averiguações para apurar com exactidão as causas do aparatoso acidente e determinar as devidas responsabilidades.
Perante a dimensão da tragédia, Daniel Chapo dirigiu uma firme exortação a todos os condutores para que respeitem os limites de velocidade. O Chefe de Estado fez um apelo específico aos transportadores de passageiros, em especial aos operadores de longo curso, no sentido de evitarem a circulação durante o período nocturno.
“Queremos apelar para que evitemos o excesso de velocidade e a circulação nocturna, principalmente para viaturas de longo curso, para que as nossas estradas não continuem a derramar sangue e a semear luto nas famílias”, declarou o Presidente da República, reiterando os sentimentos de pesar a todos os familiares das vítimas.