Três pessoas perderam a vida na madrugada desta segunda-feira, na cidade de Pemba, província de Cabo Delgado, em consequência do desabamento de uma residência devido às chuvas intensas que se fazem sentir há quase uma semana.
A tragédia ocorreu na zona de Chibuabuari, no bairro Cariacó, um subúrbio da cidade, onde uma casa construída numa encosta acabou por ceder, supostamente devido à erosão provocada pela precipitação contínua. Entre as vítimas está uma mulher que, segundo relatos de vizinhos, estaria grávida de cerca de sete meses.
De acordo com testemunhas, o desabamento aconteceu durante a madrugada, apanhando os ocupantes desprevenidos. Um dos vizinhos, Eugénio João, contou que a família ainda tentou reagir ao perigo iminente.
“O homem estava no jogo, então a esposa ligou para ele a alertar que o risco ali era maior e que devia regressar. Depois de ele chegar, foi quando a casa desabou, atingindo o quarto onde estavam. Um dos filhos conseguiu sair e foi chamar a família, dizendo que os pais já não estavam ali. Começámos a cavar por volta das duas horas e só depois conseguimos retirar os corpos. Não foi possível salvá-los”, disse.
Outro residente, Ali Amade, relatou o momento em que ouviu o colapso da estrutura e tentou prestar socorro.
“Houve um grande ruído quando a casa caiu. Acordei a minha esposa e decidimos sair, porque não parecia seguro. As crianças que estavam na casa já choravam e disseram que a mãe tinha morrido. Quando chegámos, juntámo-nos a outros vizinhos para retirar a terra. Conseguimos tirar três corpos. Uma das vítimas era uma senhora grávida de sete meses”, contou.
Segundo os moradores, a área onde a casa estava implantada apresenta sinais visíveis de degradação do solo. A combinação de chuvas intensas e terreno instável terá contribuído para o desabamento.
“Quando chove, toda a área fica coberta de lama. A terra começou a mover-se e os paus que sustentavam a casa foram cedendo com a água até que tudo caiu”, explicou Ali Amade.
Perante o risco crescente, alguns residentes aceitam abandonar o local. “Para mim, devo sair daqui, porque o risco é muito grande. Como pode ver, a terra está a ceder. Preciso de encontrar outro espaço para viver”, afirmou Eugénio João.
Chibuabuari é considerada uma zona de protecção ambiental, mas actualmente se encontra densamente ocupada. De acordo com relatos locais, episódios de desabamento de casas e perda de vidas humanas são recorrentes sempre que se registam chuvas intensas, levantando preocupações sobre a ocupação desordenada e a vulnerabilidade das habitações naquela área.
A vila-sede do distrito de Machanga, na província de Sofala, começa a registar um regresso progressivo à normalidade, depois de vários dias de inundações provocadas pelo transbordo do rio Save, que afectou mais de 39 mil pessoas.
Após cerca de seis dias com extensas áreas submersas, as águas já recuaram para níveis abaixo do alerta, permitindo a reabertura gradual de espaços e a retoma de algumas actividades.
Ainda assim, o cenário continua marcado por danos significativos, com milhares de residências afectadas, infra-estruturas destruídas e serviços públicos interrompidos.
Durante o pico da inundação, o transbordo do rio Save atingiu níveis de cerca de dois metros acima do limite de alerta, deixando um rasto de destruição que inclui mais de sete mil casas, das quais cerca de mil foram totalmente destruídas, além de 17 escolas inundadas, o que obrigou à suspensão das aulas.
Apesar da melhoria das condições, as autoridades mantêm uma postura de precaução. Os seis centros de acomodação continuam activos, acolhendo famílias desalojadas, numa altura em que ainda se prevê a continuidade das chuvas.
“Esta chuva vai perdurar até ao fim do mês de Março. Por isso, é importante que as pessoas permaneçam em zonas seguras. Precisamos continuar vigilantes e viver em harmonia nos centros de acomodação, porque, embora sejamos famílias diferentes, aqui somos uma só”, afirmou o ministro das Obras Públicas, Fernando Rafael, durante uma visita às vítimas.
O governante garantiu ainda que o Executivo está a trabalhar em medidas para minimizar os impactos no sector da educação, uma vez que milhares de alunos estão sem aulas há cerca de uma semana.
“O Governo, através do Ministério da Educação, está a actualizar o plano para garantir a recuperação das aulas perdidas, não só aqui em Machanga, mas também noutras regiões afectadas pelas chuvas”, acrescentou o dirigente.
Entretanto, persistem desafios no terreno, sobretudo no que diz respeito à limpeza das áreas afectadas e à reabilitação de infra-estruturas públicas e privadas. Algumas residências continuam parcialmente inundadas, exigindo esforços adicionais das comunidades e das autoridades para restabelecer plenamente as condições de vida.
Embora o pior cenário pareça ter sido ultrapassado, as autoridades reforçam o apelo à cautela, sublinhando que a época chuvosa ainda não terminou e que o risco de novas cheias permanece.
Três pessoas morreram na sequência de um acidente de viação, ocorrido na noite de domingo, a cerca de 10 quilómetros da vila-sede distrital de Namacurra, na província da Zambézia. O sinistro ocorreu quando uma viatura ligeira, com quatro ocupantes, despistou-se e capotou, provocando três vítimas mortais.
A viatura ligeira seguia no sentido Mocuba–Quelimane e ficou totalmente destruída. De acordo com testemunhas, o condutor terá perdido o controlo do veículo, que se despistou, capotou e embateu contra uma árvore.
Três dos quatro ocupantes perderam a vida no local. A Polícia de Trânsito esteve no local, mas, na ocasião, prestou poucas declarações, uma vez que se encontrava a apoiar na remoção dos corpos. “O carro saía de Mocuba para Quelimane. Estavam embriagados, porque lá dentro tem garafas”, disse um agente da Polícia.
O sector da Saúde, ao nível do distrito de Namacurra, confirmou os quatro óbitos. “Nós, primeiro, tivemos a imformação do acidente de viação e fomos prontamente socorrer e confirmamos três óbitos no local (…) e o quarto foi levado para o Centro de Saúde de Namacura, prestado os primeiros socorros e depois transferido para o Hospital Central de Quelimane. Ele apresentava lesões no corpo e a nível do pescoço, mas estava consciente”, avançou Saquina Missia, directora distrital da Saúde de Namacurra.
O INATRO na Zambézia lamenta a ocorrência do sinistro.
Pelo menos 69 pessoas morreram e outras 89 ficaram feridas na sequência de um ataque aéreo contra um hospital universitário em Darfur, no norte do Sudão.
A informação foi confirmada pela Organização Mundial da Saúde, que denuncia a gravidade do bombardeamento ocorrido, na última sexta-feira, podendo agravar a crise humanitária no país.
O ataque que atingiu directamente a unidade sanitária, provocou a morte de 69 pessoas e 89 feridos, entre profissionais de saúde e pacientes, além da destruição de equipamentos e suprimentos essenciais.
A região de Darfur, actualmente sob forte influência das Forças de Apoio Rápido, tem sido alvo frequente de bombardeamentos por parte do exército sudanês, que procura recuperar o controlo do território.
Nos últimos meses, registou-se um aumento de ataques com drones contra infra-estruturas civis, incluindo escolas e hospitais, numa escalada que continua a gerar condenação internacional. Enquanto os paramilitares acusam o exército de estar por detrás deste ataque, as forças governamentais negam qualquer envolvimento.
O conflito no Sudão do Norte já provocou mais de 40 mil mortes, dos quais mais de duas mil pessoas perderam a vida em ataques contra unidades de saúde, segundo dados das Nações Unidas, embora organizações não-governamentais alertam que o número real poderá ser muito superior.
A vítima entrou em contacto com um cabo de alta tensão no bairro de Maxaquene e acabou por morrer carbonizada. O SENSAP foi tentar ajudar, mas quando chegou já não havia muito por fazer. A família lamenta que a morte do jovem tenha acontecido desta forma e considera que é uma situação muito triste.
Um homem de aproximadamente 30 anos morreu electrocutado na manhã deste domingo, no bairro de Maxaquene, na Cidade de Maputo, quando tentava reparar o telhado de um edifício.
Segundo testemunhas, a vítima utilizava uma escada que acabou por entrar em contacto com um cabo de alta tensão, provocando um choque eléctrico fatal. O incidente gerou momentos de desespero entre familiares e vizinhos, que assistiram sem poder intervir de imediato.
“Foi uma situação muito triste mesmo, porque perder o irmão, numa situação dessas, através de um acidente, é muito triste. E aquilo aconteceu pela manhã. Eu estava em casa e sou a pessoa mais próxima dos irmãos, já que a minha irmã está um bocado afastada, vive próximo à praia da Costa do Sol. Então, ela me ligou toda aflita, a dizer que era uma situação com meu sobrinho, porque estava a acontecer uma coisa. Então pediu que viesse com o pessoal do SENSAP e passei por lá para pedir para que viessem aqui”, relatou um familiar, visivelmente abalado.
De acordo com o mesmo relato, o alerta foi dado nas primeiras horas da manhã, levando à mobilização de serviços de emergência. No entanto, a intervenção foi dificultada pela presença de corrente eléctrica activa no local.
“Quando cheguei, vi a escada encostada ao fio de alta tensão e parte do corpo já exposta ao fio de alta tensão, e via-se uma parte do corpo que já estava a pegar fogo. E, quando chegaram os agentes dos bombeiros, já não havia mais nada para fazer naquele momento”, contou.
As equipas de socorro enfrentaram dificuldades para actuar enquanto a energia não era desligada. “Os bombeiros não conseguiam intervir sem o corte da corrente. Tivemos de esperar”, explicou a testemunha.
Durante o incidente, o contacto com a corrente gerou ainda focos de incêndio, agravando a situação. O cabo eléctrico acabou por, ceder devido ao calor, caindo posteriormente no local.
Familiares lamentam a forma como tudo aconteceu, destacando a impotência diante do acidente. “Foi muito triste ver tudo acontecer e não poder fazer nada”, desabafou um tio da vítima.
As autoridades deverão investigar as circunstâncias do acidente, enquanto reforçam os apelos à observância de medidas de segurança em trabalhos próximos a linhas eléctricas de média e alta tensão.
Um funcionário público aposentado denuncia uma alegada falha do Estado na prestação de assistência médica a servidores reformados, alertando que a situação poderá afectar vários cidadãos na mesma condição.
O denunciante, que trabalhou durante 40 anos para o Estado, afirma que continua a sofrer descontos para assistência médica e medicamentosa, mas, mesmo doente, não tem acesso aos cuidados de que necessita.
Segundo relata, desde Maio de 2023 aguarda uma consulta de neurocirurgia no Hospital Central de Nampula, após ter sido referenciado pelo Hospital Provincial de Pemba. No entanto, até ao momento, não conseguiu beneficiar do atendimento.
“Todas as diligências foram feitas, mas não foi possível ir ao hospital. A doença continua a agravar-se”, lamentou.
O aposentado afirma ainda que recorreu a pedidos formais de apoio junto das entidades competentes, mas diz não ter recebido qualquer resposta até agora. “Já passaram vários meses, e até hoje não tenho resposta”, disse, mostrando-se preocupado com o agravamento do seu estado de saúde.
Além da sua situação individual, o denunciante acredita que o problema pode ser mais abrangente. “Acho que a maioria deve estar a passar o mesmo que eu e continuam a dar voltas simplesmente para obter tratamento”, afirmou.
O caso levanta preocupações sobre o acesso à assistência médica por parte de funcionários públicos aposentados, sobretudo aqueles que continuam a contribuir para o sistema.
Contactadas para esclarecimentos, várias instituições governamentais responsáveis pela assistência médica e medicamentosa não se pronunciaram até ao momento, apesar das tentativas de contacto.
A denúncia reacende o debate sobre a eficácia dos mecanismos de protecção social e o cumprimento dos direitos dos servidores públicos após a aposentação.
O Presidente da Frelimo diz que as inundações e cheias que assolam o país agudizam a pobreza e a insatisfação do povo. Daniel Chapo falava em Nacala Porto, em Nampula, onde dirigiu a Reunião Regional Norte de Balanço no âmbito da preparação da Décima Primeira Conferência Nacional de quadros, a decorrer em Agosto próximo, em Manica.
Daniel Chapo chegou à cidade portuária de Nacala Porto, em Nampula, na manhã deste sábado, para dirigir a Reunião Regional Norte de Balanço no âmbito da preparação da Décima Primeira Conferência Nacional de quadros, a decorrer em Agosto próximo, em Manica.
No encontro deste sábado, alargado aos secretários distritais de Nampula, Cabo Delgado e Niassa, o Presidente da Frelimo disse que as inundações e cheias que ainda assolam o país aumentaram a pobreza e a insatisfação da população.
De acordo com o Presidente da Frelimo, o terrorismo em Cabo Delgado, desde 2017, compromete as actividades do partido.
Sobre a reunião Reunião Regional Norte de Balanço em preparação da Décima Primeira Conferência Nacional de quadros, Chapo explicou que um dos objectivos é preparar a vitória para os próximos pleitos eleitorais.
E desafiou os secretários distritais a ajustar os métodos de trabalho face aos desafios do momento.
A reunião teve duração de um dia.
Queimadas descontroladas destruíram pelo menos 267 mil hectares de florestas no ano passado. O alerta é da Direcção Nacional das Florestas e Fauna Bravia.
O país dispõe de 34 milhões de hectares de florestas que tendem a reduzir anualmente devido a queimadas descontroladas e desmatamento realizados por algumas pessoas.
O desmantamento resulta, muitas vezes, da prática da agricultura e da produção desorientada do carvão, segundo explica o director Nacional das Florestas e Fauna Bravia.
“Naturalmente, as preocupações são os desmatamentos. O país tem registrado níveis de desmatamentos que nós podemos reconhecer que são elevados. E que nós, internamente, ou com a ajuda de parceiros,temos estado a organizar as comunidades no sentido de gerirem de forma sustentável os recursos. Porque, como eu disse no início, essas comunidades, primeiro vivem aqui, e para o seu dia-a-dia dependem das florestas, vendendo carvão, vendendo produtos florestais não madeireiros. Então, eles têm que explorar nessa altura e garantir que os netos, os bisnetos, também possam usufruir desse recurso”, explicou Imede Fulame, director Nacional de Florestas.
Fulame falava no distrito de Matutuine, à margem das celebrações do Dia Internacional das Florestas, que se assinala a 21 de Março. Fez saber, na ocasião, que o país tem registado perdas consideráveis todos os anos como resultado da acção humana.
“Nós temos estimativas de perda das florestas na ordem de 267 mil hectares ao ano, como podem ver, que é uma área significativa que se perde no contexto não só das queimadas descontroladas, como também da produção de carvão. Então, o importante é sensibilizar, a partir de uma data como esta, que esse recurso tem que ser explorado de forma sustentável para que as gerações vendedoras também possam usufruir. Então, nós, como eu dizia, como foi feita a pergunta, nós temos o controle do foco das queimadas no país.”
Segundo a entidade pública, a província de Maputo é das mais afectadas pelas queimadas descontroladas.
“Estão ameaçadas porque tem havido necessidade de abates para além da produção de lenha e carvão, mesmo a própria habitação. E temos a área agropecuária, porque tem uma parte de produção agrícola e outra parte de criação pecuária. Estamos a fazer todo o trabalho no sentido de levantar esta floresta”, explicou Mariamo José, directora Provincial de Florestas.
Como consequência das queimadas descontroladas e do desmatamento, atualmente, há mais de 50 mil hectares de florestas que necessitam de reflorestamento.
“Nós, como operadores florestais, em primeiro lugar temos viveiros por cada distrito, uma coisa de 12 viveiros, toda a província, onde estamos a fazer as mudas para repovoar aquilo que nós já cortamos, que é no sentido de pôr as plantas, tirar as plantas velhas e pôr as novas, para poder deixar o nosso belo Maputo em verde”, disse Agostinho Nhantumbo, presidente da Associação dos Operadores Florestais.
No âmbito do Dia Mundial das Florestas, foram plantadas durante esta semana mais de 4 mil mudas de árvores, na província de Maputo e realizadas actividades de conscientização.
A Nigéria e o Reino Unido assinaram, recentemente, um novo acordo com o objetivo de acelerar o retorno de nigerianos ilegais na Grã-Bretanha, incluindo requerentes de asilo com pedido negado, pessoas que ultrapassaram o período de visto e infratores condenados.
O acordo entre os dois países foi assinado, semana passada, durante a visita de estado do Presidente da Nigéria, Bola Tinubu, ao Reino Unido.
Entre Retornos mais rápidos e menos atrasos, uma característica do acordo é a decisão da Nigéria de aceitar documentos de identificação alternativos, frequentemente chamados de “cartas do Reino Unido”, para indivíduos que não possuem passaportes válidos.
Com o acordo espera-se que sejam eliminados obstáculos administrativos que anteriormente atrasaram as deportações, permitindo que as autoridades do Reino Unido processem os retornos mais rapidamente.
As autoridades do Reino Unido dizem que o acordo pode ter um impacto imediato, numa altura em que dados do governo indicam que cerca de 961 nigerianos esgotaram os seus direitos de asilo.
Enquanto isso, mais de 1.100 cidadãos ilegais nigerianos aguardam por deportação.
Além das deportações, o acordo amplia a cooperação entre ambos os países no combate ao crime organizado relacionado à imigração.
A Nigéria e o Reino Unido já haviam assinado uma parceria estratégica em novembro de 2024 para reforçar a cooperação económica, migratória e de segurança de ambos países.
Com o objectivo de alavancar o empreendedorismo juvenil, o United Bank for Africa, em parceria com a Tony Elumelu Foundation, anuncia este domingo, 22 de Março, os jovens empreendedores seleccionados para a 12.ª edição do seu programa emblemático em África.
A iniciativa prevê apoiar 3200 empreendedores em todo o continente, no âmbito de diversas parcerias estratégicas com instituições internacionais, entre as quais a Heirs Holdings Group, a European Commission, a GIZ e o UNDP.
Segundo o comunicado, o programa recebeu mais de 265 mil candidaturas, oriundas dos 54 países africanos, o que demonstra “o dinamismo do ecossistema empreendedor no continente, bem como a necessidade crescente de financiamento para negócios em fase inicial”. Os sectores mais representados incluem a agricultura, a inteligência artificial, a saúde e a economia verde.
Os candidatos seleccionados beneficiarão de um pacote de apoio, que inclui capital semente não reembolsável no valor de 5 mil dólares, formação em gestão de negócios através da plataforma TEFConnect, mentoria individual e acesso a uma rede alargada de investidores e parceiros.
O processo de selecção é conduzido pela Ernst & Young, garantindo, de acordo com a organização, “rigor, transparência e independência na avaliação das candidaturas”.
Desde a sua criação, a fundação já capacitou mais de 2,5 milhões de jovens africanos e investiu mais de 100 milhões de dólares em capital semente, apoiando mais de 24 mil empreendedores. Estes negócios geraram, em conjunto, cerca de 4,2 mil milhões de dólares em receitas e criaram mais de 1,5 milhão de empregos, contribuindo para retirar 2,1 milhões de africanos da pobreza e impactar positivamente mais de 4 milhões de agregados familiares. Cerca de 46% dos beneficiários são mulheres.
Para Tony O. Elumelu, fundador da fundação, “o futuro de África será construído por africanos que criam empresas, geram empregos e resolvem os desafios do nosso continente. Na Fundação Tony Elumelu, acreditamos que capacitar empreendedores é o caminho mais sustentável para a transformação económica de África”.

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