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Estados Unidos da América e Irão acordaram nesta segunda-feira  suspender  temporariamente os ataques militares e vão realizar conversações de alto nível no Qatar na terça-feira, numa tentativa urgente de salvar o frágil acordo de paz. A informação foi avançada pelo portal de notícias norte-americano Axios.

Na tentativa de resolver os diferendos em torno do estreito de Ormuz,  Teerão e Estados Unidos aceitaram suspender qualquer ataque e planeiam reunir-se no Qatar.

O avanço surge após vários dias de escalada de trocas militares que ameaçavam comprometer um memorando de entendimento provisório assinado em 17 de junho, destinado a pôr fim ao conflito iniciado no final de fevereiro e que perturbou o tráfego  na via marítima vital.

Nos termos deste acordo, Teerão comprometeu-se a garantir passagem segura a navios comerciais pelo estreito de Ormuz, enquanto Washington aceitou levantar o bloqueio aos portos iranianos.

Segundo meios de comunicação norte-americanos que citam altos responsáveis dos EUA,  no sábado o presidente norte-americano Donald Trump repetiu os avisos de ação militar total se os ataques iranianos contra navios forem retomados.

Segundo fontes diplomáticas, a reunião de terça-feira estava inicialmente prevista para a Suíça, para abordar questões mais amplas, incluindo o programa nuclear iraniano. 

Porém, após o aumento dos confrontos militares no fim de semana, o local foi transferido para o Qatar e a agenda foi reduzida especificamente ao impasse no estreito de Ormuz.

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Vinte e quatro mulheres foram assassinadas nos primeiros seis meses deste ano no distrito de Mossurize, província de Manica, num cenário que continua a preocupar as autoridades locais e organizações ligadas à defesa dos direitos da mulher. A maioria dos crimes foi perpetrada por parceiros ou ex-parceiros das vítimas, alegadamente movidos por ciúmes.

Os dados foram avançados pelo administrador de Mossurize, Abdul Zacarias, que revelou que, em média, uma mulher é assassinada por semana no distrito. Apesar da gravidade da situação, o dirigente considera que se registou uma redução dos casos em comparação com anos anteriores, período em que eram reportados entre dois e três feminicídios por semana.

Segundo Zacarias, os conflitos conjugais associados ao ciúme excessivo continuam a estar na origem da maior parte dos actos de violência baseada no género que culminam em homicídios.

Por sua vez, a psicóloga Nícia Dzimba defende a necessidade de uma maior atenção aos sinais de relacionamentos tóxicos, alertando para comportamentos possessivos e manifestações de ciúmes excessivos que podem evoluir para situações de violência extrema.

A especialista considera importante reforçar as acções de sensibilização junto das comunidades, de modo a prevenir situações que coloquem em risco a integridade física e a vida das mulheres.

Além de Mossurize, os distritos de Machaze, Gondola e Barué figuram entre os que registam maior número de casos de feminicídio na província de Manica, segundo dados das autoridades locais.

A persistência deste fenómeno continua a constituir um desafio para as instituições de justiça, autoridades governamentais e organizações da sociedade civil que trabalham na prevenção e combate à violência baseada no género.

Continua condicionada a circulação de viaturas em dois sentidos na estrada nacional número um próximo ao Terminal Interprovincial da Junta, na Cidade de Maputo,  após a ruptura de uma conduta de água que abriu uma cratera na via pública. A empresa Água  e Saneamento de Maputo já reparou a conduta e decorrem trabalhos de reposição da via. 

De acordo com um comunicado partilhado com a nossa redacção, os trabalhos de reposição da conduta decorreram ao longo da noite de sábado até à madrugada de Domingo. A empresa Água e Saneamento de Maputo diz tratar-se de uma conduta antiga e cedeu pelo seu desgaste e pela intensidade do tráfego no local. Não foi estimado o número de famílias que ficaram sem água devido ao problema, mas a firma assegura que o abastecimento voltou à normalidade 

O que não voltou à normalidade é o trânsito de viaturas no local. A via continua bloqueada enquanto decorrem os trabalhos de tapamento da cratera aberta para a reparação da conduta.

Homens e máquinas desdobram-se nos trabalhos de reposição da circulação que continua a fluir de forma condicionada. 

Sem gravar entrevista, a Administração Nacional de Estradas disse não haver dado novo sobre a data de normalização,  mantendo-se os prazos anunciados este sábado, de três dias para a reposição da normalidade.

A junta militar que governa Burkina Faso rompeu relações diplomáticas com a França, antiga potência colonial, acusando Paris de agir persistentemente contra seus interesses. O regime militar liderado pelo capitão Ibrahim Traoré, no poder desde um golpe de Estado em setembro de 2022, adota uma política repressiva contra vozes críticas e hostil aos ocidentais, em particular à França.
“O governo de Burkina Faso informa a comunidade nacional e internacional que decidiu romper relações diplomáticas com a França a partir de hoje, 26 de junho de 2026”, anunciou em comunicado lido na televisão nacional do país da África Ocidental.
A junta também acusou a França de abrigar “ambições neocoloniais, evidenciadas pelo seu apoio ativo a redes subversivas e aos terroristas que estão mergulhando nosso país e o Sahel em luto”.

A França classificou a decisão como “hostil e sem fundamento” e disse que “ilustra a preocupante deriva das autoridades burquinenses”, acrescentando que “as medidas recíprocas necessárias estão sendo analisadas”. Burkina Faso, assim como vários de seus vizinhos, sofre há uma década com a violência mortal perpetrada por jihadistas ligados à Al-Qaeda e ao grupo Estado Islâmico.
Segundo o comunicado, esta decisão “diz respeito exclusivamente ao quadro institucional das relações entre os dois Estados a nível diplomático”.

“Em nada põe em causa os laços históricos, humanos, culturais e sociais que unem os povos do Burkina Faso e da França”, afirmou o governo. O sentimento antifrancês é forte em algumas antigas colônias africanas, à medida que o continente se torna um novo campo de batalha diplomático, com a crescente influência russa e chinesa.

Outrora senhora de vastas extensões do norte, centro e oeste da África, a França desempenhou um papel crucial na história pós-colonial do continente, intervindo militarmente repetidas vezes desde o início da década de 1960.

A França prometeu abandonar a chamada estratégia “Francafrique”, através da qual Paris procurou manter a África francófona sob seu controle por meio de conluio político, acesso exclusivo para empresas francesas e acordos financeiros obscuros, incluindo corrupção.

Uma conduta de água rompeu na Estrada Nacional Número Um (EN1), na Avenida de Moçambique, cidade de Maputo, provocando a abertura de uma cratera e condicionando severamente a circulação rodoviária durante várias horas.

O incidente ocorreu nas imediações da Administração Nacional de Estradas (ANE) e do Terminal Interprovincial da Junta. Como consequência, uma das faixas de rodagem ficou parcialmente bloqueada, originando longas filas de viaturas e obrigando os automobilistas a recorrerem a vias alternativas.

Segundo a Administração Nacional de Estradas, a situação deverá levar pelo menos três dias para ser totalmente reposta, devido à complexidade dos trabalhos de reparação da infraestrutura afectada.

O delegado provincial da ANE, Dade Novelo, explicou que o rompimento da conduta ocorreu durante a madrugada deste sábado, tendo-se agravado ao longo do dia devido à pressão do tráfego, sobretudo de viaturas pesadas.

A circulação tornou-se particularmente difícil ao longo do dia, com congestionamentos significativos que chegaram a ultrapassar os dois quilómetros, exigindo a intervenção da Polícia de Trânsito para a gestão do fluxo automóvel.

O automobilista Ricardo Tsambe descreveu a situação como caótica, sublinhando os transtornos causados aos condutores que utilizam diariamente a via.

Os transportadores semi-colectivos de passageiros foram igualmente afectados, tendo registado atrasos nas suas rotas e redução na capacidade de circulação.

As autoridades continuam no terreno a monitorar a situação e a coordenar os trabalhos de reparação, com o objectivo de restabelecer a normalidade da circulação na EN1 o mais rapidamente possível.

As enxurradas registadas este ano provocaram danos severos no Regadio do Baixo Limpopo, na província de Gaza, destruindo infra-estruturas essenciais para a produção agrícola e deixando prejuízos estimados em cerca de 23 milhões de meticais. A situação afectou directamente milhares de produtores e comprometeu uma das principais zonas agrícolas do País.

Com uma área física de 70 mil hectares, distribuída pelos distritos de Xai-Xai, Limpopo, Chongoene e Chibuto, o Regadio do Baixo Limpopo dispõe de cerca de 17 mil hectares infra-estruturados, onde se concentra a maior parte da produção agrícola. Segundo a coordenadora da Unidade de Gestão do regadio, Isabel Sitoe, as cheias inundaram praticamente toda esta área, destruindo mais de oito mil hectares de culturas já estabelecidas.

Entre as culturas mais afectadas destaca-se o arroz, que ocupava cerca de 4.200 hectares. Para além da perda das áreas cultivadas, registaram-se danos significativos nas infra-estruturas de suporte à produção.

“As cheias provocaram assoreamento dos canais e valas de drenagem numa extensão de cerca de 735 quilómetros, danificaram aproximadamente 200 quilómetros de vias de acesso e afectaram seriamente o dique de defesa”, explicou a fonte.

As estações de bombagem também sofreram danos consideráveis. Em alguns casos, houve vandalização e roubo de cabos eléctricos das electrobombas, comprometendo o funcionamento do sistema de irrigação e drenagem.

“O regadio possui estações de bombagem que desempenham uma dupla função: servem para a rega e para a drenagem. A vandalização da estação de Magula, por exemplo, afecta directamente uma área de cerca de 1.050 hectares”, referiu.

A destruição das infra-estruturas deixou o sistema numa situação considerada frágil. O dique de defesa, fundamental para proteger o regadio e a cidade de Xai-Xai das cheias e das oscilações do rio Limpopo, apresenta mais de 14 rombos identificados ao longo da sua extensão.

“Neste momento, qualquer oscilação da maré ou subida do nível do rio pode permitir a entrada de água nas machambas, aumentando o risco de intrusão salina e perda de áreas produtivas”, alertou.

Para além dos prejuízos nas infra-estruturas, as cheias provocaram perdas superiores a 3.200 toneladas de arroz em casca, bem como de diversos insumos agrícolas que se encontravam na posse dos produtores.

Após o levantamento dos danos, o Governo iniciou um processo de mobilização de recursos para a recuperação das infra-estruturas. Algumas intervenções já estão em curso, incluindo o encerramento de rombos nas vias de acesso, permitindo o regresso gradual dos agricultores aos campos de produção.

Paralelamente, decorre a distribuição de insumos agrícolas. Como resultado, alguns produtores já retomaram a actividade. A empresa UMBAU semeou cerca de 700 hectares de trigo no distrito do Limpopo, enquanto outros produtores lançaram aproximadamente 500 hectares, sobretudo de feijão.

Apesar destes avanços, a prioridade continua a ser a reabilitação do dique de defesa e das estações de bombagem.

“A estação de bombagem é fundamental porque garante não apenas a irrigação, mas também a drenagem de mais de 8.500 hectares do regadio”, sublinhou.

A recuperação das infra-estruturas poderá igualmente abrir novas oportunidades de investimento. Actualmente, existem cerca de 700 hectares disponíveis para novos projectos no bloco de Magula e outros 1.200 hectares no bloco de Chicumbane/Car. Com a reabilitação completa do dique de defesa, a área disponível para investimento poderá atingir cerca de dois mil hectares.

Os gestores do regadio defendem ainda a criação de linhas de financiamento com juros bonificados para permitir que os produtores afectados recuperem a capacidade produtiva e contribuam para o aumento da produção agrícola na região.

O sucesso da recuperação do Regadio do Baixo Limpopo é considerado decisivo para a segurança alimentar, geração de renda e dinamização económica de Gaza, após uma das épocas chuvosas mais destrutivas dos últimos anos.

A circulação rodoviária na Avenida Joaquim Chissano, uma das principais vias da cidade de Maputo, foi retomada este sábado, após quase três anos de interdição devido às obras de melhoria do sistema de saneamento e drenagem.

A reabertura da via foi oficializada pelo Conselho Municipal de Maputo, que considera a conclusão desta fase da empreitada um passo importante para a normalização da mobilidade urbana numa zona que, durante mais de dois anos e meio, foi marcada por constrangimentos de circulação e frequentes congestionamentos.

As obras fazem parte de um projecto de reabilitação integrado, que contempla a melhoria do sistema de drenagem de águas pluviais e a construção de uma rede de esgotos, infra-estruturas consideradas fundamentais para reduzir os problemas de inundação e melhorar as condições de saneamento na capital do País.

Segundo a Empresa Municipal de Saneamento e Drenagem (EMODRANA), embora a avenida tenha sido reaberta ao tráfego, alguns trabalhos de acabamento continuam em curso. A empresa garante que a empreitada estará totalmente concluída até ao próximo dia 30 de Junho, estando actualmente a decorrer intervenções destinadas à correcção de pormenores técnicos e à finalização das obras complementares.

Orçado em cerca de 13 milhões de dólares norte-americanos, o projecto registou um atraso de quase um ano em relação ao calendário inicialmente previsto. A entidade responsável atribui o incumprimento dos prazos a diversos constrangimentos encontrados durante a execução dos trabalhos, incluindo desafios técnicos associados às infra-estruturas subterrâneas existentes na área intervencionada.

Entretanto, a Empresa Municipal de Saneamento e Drenagem avançou que as obras em curso nas vias da Baixa da cidade de Maputo já atingiram cerca de 50 por cento de execução.

A meta estabelecida aponta para a conclusão da empreitada até 30 de Outubro deste ano, permitindo melhorar as condições de circulação e reforçar a capacidade de drenagem numa das zonas mais movimentadas da capital moçambicana.

A reabertura da Avenida Joaquim Chissano é vista por automobilistas e operadores de transporte como um alívio para o tráfego na cidade, uma vez que a interdição da via obrigou, durante vários meses, ao recurso a percursos alternativos que contribuíram para o aumento dos tempos de viagem e dos congestionamentos em artérias adjacentes.

O futebol africano voltou a demonstrar a sua crescente competitividade no panorama internacional ao colocar, pela primeira vez na história dos Campeonatos do Mundo, sete selecções na fase a eliminar da competição. O feito representa um marco para o continente e reforça a afirmação de África entre as grandes potências do futebol mundial.

A derradeira jornada da fase de grupos foi determinante para confirmar a presença africana na próxima etapa da prova. O Gana empatou sem golos diante da Inglaterra, resultado suficiente para assegurar a qualificação. Já o Senegal não deixou margem para dúvidas ao golear o Iraque por expressivos 5-0, garantindo igualmente um lugar na fase seguinte como um dos melhores terceiros classificados.

Antes disso, a África do Sul confirmou o apuramento ao derrotar a Coreia do Sul por 1-0. Marrocos voltou a evidenciar a sua qualidade ao vencer o Haiti por 4-2, enquanto a Costa do Marfim superou Curaçau por 2-0 para seguir em frente.

Cabo Verde também escreveu uma página importante da sua história ao empatar sem golos com a Arábia Saudita, resultado que lhe permitiu continuar em prova. O Egipto, por seu turno, garantiu a qualificação ao empatar 1-1 com o Irão.

Com o encerramento da fase de grupos, as atenções centram-se agora nos oitavos-de-final. A África do Sul terá pela frente o Canadá, Marrocos medirá forças com os Países Baixos, a Costa do Marfim enfrentará a Noruega, enquanto Cabo Verde terá um dos maiores desafios da sua história diante da Argentina. O Egipto jogará contra a Austrália. Os adversários de Gana e Senegal serão conhecidos após a conclusão da fase de grupos.

Além das sete representantes africanas, garantiram igualmente a qualificação para a fase a eliminar selecções como México, Estados Unidos, Canadá, Suíça, Bósnia-Herzegovina, Brasil, Países Baixos, Japão, Alemanha, Equador, Bélgica, Espanha, França, Noruega, Argentina, Austrália, Portugal, Colômbia, Paraguai e Suécia. As restantes vagas serão definidas com a conclusão da última jornada dos Grupos J, K e L.

A presença de sete selecções africanas na fase a eliminar constitui um feito sem precedentes na história dos Mundiais e reflecte a evolução do futebol do continente, que entra na etapa decisiva da competição com legítimas aspirações de continuar a surpreender e desafiar as maiores potências da modalidade.

A falta de água potável continua a ser um desafio para os habitantes de
Mulotane, na Matola Rio. Para responder ao problema, decorre a construção
de uma estação de bombagem e de torres de distribuição, cuja conclusão está
prevista para o final de Julho.

Em Mulotane, na Matola Rio, a procura por água continua a fazer parte da rotina de
muitas famílias. Sem acesso à rede de abastecimento de água potável, alguns
moradores recorrem a poços, cuja água é imprópria para o consumo humano. Ainda
assim, é desta fonte que retiram a água para responder às necessidades do
dia-a-dia.

Apesar dos riscos para a saúde, a necessidade obriga adultos e crianças a
recorrerem ao mesmo local.

Há famílias que conseguem comprar água para beber. Mas há anos que esta opção
pesa no orçamento doméstico.

Como forma de solucionar o problema, estão em construção uma estação de
bombagem e torres de distribuição que vão garantir água potável a cerca de 30 mil
habitantes de Mulotane e arredores, assegurou o ministro das Obras Públicas,
Habitação e Recursos Hídricos, que esta sexta-feira visitou as obras.

De acordo com o ministro das Obras Públicas, Habitação e Recursos Hídricos, o
sistema de abastecimento de água poderá operar a partir dos finais do mês de
Julho.

Uma equipa de inspectores do Ministério Público encontra-se na Província da Zambézia para avaliar o funcionamento da máquina administrativa da Procuradoria Provincial, no âmbito de uma orientação do Conselho Superior da Magistratura do Ministério Público.

A missão inspectiva tem como principal objectivo verificar o tratamento dado às petições, queixas e reclamações apresentadas pelos cidadãos, bem como aferir o grau de cumprimento dos procedimentos administrativos adoptados pelas diversas unidades da instituição.

Os inspectores irão trabalhar durante cerca de trinta dias nos vinte e dois distritos da província, analisando o acompanhamento dado aos processos submetidos pela população e a eficiência dos serviços prestados pela Procuradoria.

De acordo com informações avançadas pelas autoridades, a acção visa igualmente identificar eventuais constrangimentos no funcionamento dos órgãos do Ministério Público e propor medidas que contribuam para o reforço da qualidade dos serviços de administração da justiça.

Concluída a inspecção na Zambézia, a equipa deslocar-se-á às províncias de Gaza e Maputo, onde dará continuidade ao programa nacional de actividades inspectivas delineado pelo Conselho Superior da Magistratura do Ministério Público.

 

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