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O Conselho da União Europeia (UE) alargou esta sexta-feira o  quadro das sanções impostas ao Irão e a pessoas e instituições implicadas em ações que ameacem a liberdade de navegação no Médio Oriente, em particular no estreito de Ormuz.

A informação consta de um comunicado, recentemente, divulgado pela  Conselho da UE de acordo com o qual “as ações do Irão contra navios que transitam pelo estreito de Ormuz são contrárias ao direito internacional. 

É uma decisão que alarga o regime restritivo estabelecido em julho de 2023, originalmente para responder ao apoio militar iraniano à Rússia na Ucrânia.

A medida incorpora um novo critério de designação: a vinculação a ações que impeçam a passagem em trânsito ou a passagem inocente pelo estreito de Ormuz, incluindo direitos consagrados pelo direito internacional do mar. 

O quadro de sanções alterado passa também a visar pessoas e entidades envolvidas em ações e políticas do Irão que ameacem a liberdade de navegação no Médio Oriente.

Das medidas anunciadas com o alargamento das sanções, constam a proibição de entrada ou trânsito no território da UE, congelamento de bens e o veto para que cidadãos e empresas europeias ponham fundos à disposição dos visados. 

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O Presidente da República, Daniel Chapo, atribuiu, a título póstumo, o título honorífico de Herói da República de Moçambique ao Tenente-General na Reserva Joaquim João Munhepe Muhlanga, em reconhecimento pelo seu contributo na Luta de Libertação Nacional e na construção do Estado moçambicano.

Segundo um comunicado da Presidência da República divulgado terça-feira, a distinção foi atribuída ao abrigo das competências conferidas pela Constituição da República e da legislação sobre títulos honoríficos do Estado.

O Chefe do Estado destaca o percurso patriótico, revolucionário, militar e político de Joaquim Munhepe Muhlanga, descrito como uma figura histórica da Luta de Libertação Nacional, dirigente das antigas Forças Populares de Libertação de Moçambique (FPLM) e combatente pela independência, unidade nacional, soberania e defesa da pátria.

A Presidência refere igualmente que o veterano desempenhou um papel relevante desde os primeiros anos da luta armada, no seio das estruturas político-militares da Frente de Libertação de Moçambique, com destaque para a organização dos centros de preparação político-militar, estruturação das comunicações das FPLM e consolidação operacional da luta de libertação.

Pelo seu contributo à causa nacional, Joaquim Munhepe Muhlanga foi anteriormente distinguido com a Ordem Eduardo Mondlane de 2.º Grau, a Medalha de Veterano da Luta de Libertação Nacional e a Medalha dos 20 Anos da FRELIMO.

De acordo com o comunicado, a atribuição do título visa igualmente preservar e valorizar o legado de patriotismo, disciplina, coragem e dedicação deixado pelo veterano, cuja acção “permanece inscrita na história da República de Moçambique e na memória colectiva do povo moçambicano”.

O candidato a presidente da Liga Moçambicana de Basquetebol (LMB), Pascoal Isaías, anunciou, há dias, que concorre ao cargo com objectivo de revolucionar a instituição e a modalidade.

Pascoal “Zolas” Isaías, que concorre à sucessão de António Madeira Jr no pleito do próximo dia 4 de Junho, ambiciona inovar, trazer espectáculo aos campos do basquetebol, promovendo a modalidade e atraindo mais público aos pavilhões.

Outro dos desafios a que se propõe, caso seja eleito presidente da LMB, é a proximidade aos clubes filiados, acção que irá facilitar o diálogo e  desenvolvimento da modalidade da bola ao cesto.

 O candidato a presidente da LMB projecta, outrossim, transformar a agremiação e a prova  numa referência desportiva e de entretenimento na região.  

Pascoal Isaías defende, ainda,  apoio institucional, ou melhor, suporte aos clubes no processo de reestruturação interna e um trabalho conjunto na busca de patrocínios locais para os mesmos.

Pascoal Isaías promete, por outro lado,  valorizar todos os intervenientes e ou cadeia do basquetebol  com a realização de uma gala anual de premiação que se transforme no maior evento desportivo do país.

Outra aposta de Páscoa Isaías pretende-se com a redução de barreiras, facilitação de inscrições e transição para novos emblemas que ambicionam abraçar o projecto da LMB.

O antigo praticamente e, actualmente dinamizador do basquetebol, quer criar  canais directos de comunicação, abrindo espaço para discussões abertas com dirigentes para colher sensibilidades sobre o basquetebol.

Pascoal Isaías sonha com uma  uma liga competitiva que consiga atrair atletas estrangeiros de qualidade e nacionais que evoluem fora do país.

No seu elenco, constam figuras conhecidas e referências da modalidade: Carla Silva da Costa, Martinho Sobrinho, Pedro Sinai Nhatitima , Kátia Machai, Cândido Langa, Francisco Faustino, entre outras.

O presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou, esta quinta-feira, o envio de mais 5.000 soldados para a Polónia, dias depois de ter anunciado a retirada do mesmo número de militares norte-americanos da Alemanha.

Donald Trump publicou na sua rede social Truth Social, esta quinta-feira, uma declaração segundo a qual irá enviar 5 mil soldados à Polónia e justificou que a decisão resulta da forte relação entre os dois países. 

“No seguimento da vitória eleitoral do atual presidente da Polônia, Karol Nawrocki, a quem tive a honra de dar o meu apoio, e das nossas relações, tenho o prazer de anunciar que os Estados Unidos enviarão para a Polónia mais 5 mil militares”, anunciou Trump. 

O anúncio surge dois dias após o vice-presidente dos EUA ter informado que o destacamento planeado de tropas norte-americanas na Polônia tinha sido adiado. 

Estes movimentos de tropas norte-americanas estão a ser acompanhados de perto, depois de o Presidente dos EUA ter ameaçado punir os aliados europeus que não apoiassem a sua guerra contra o Irão.

No mês passado, o Pentágono já havia anunciado a retirada de 5 mil soldados da Alemanha e a decisão foi interpretada como  uma reacção às críticas do chanceler alemão, Friedrich Merz, à falta de estratégia norte-americana no conflito contra o Irão.    

No mesmo período, Trump afirmou que a redução poderia ser ainda maior e informou que ponderava retirar tropas também da Itália, após a primeira-ministra Giorgia Meloni, ter defendido o Papa Leão XIV dos ataques do líder norte-americano.

Um grupo de jovens raparigas da cidade de Chimoio, em Manica, beneficiou, esta semana, da entrega de kits de empreendedorismo no âmbito do programa de apoio ao emprego feminino. Com financiamento da agência italiana de cooperação para o desenvolvimento, o projecto está em curso nas províncias de Manica, Tete e Maputo.

O programa visa criar condições para a participação activa das jovens em actividades económicas, reduzir a dependência financeira e combater as uniões prematuras.

Avaliado em 3,5 milhões de euros, o programa decorre até Dezembro e inclui formação prática, entrega de material de trabalho e acompanhamento técnico.

Na cerimónia, Teodora Bomba, gestora do projecto em Manica, afirmou que a entrega constitui um passo concreto para garantir a autonomia das jovens.  

As beneficiárias afirmaram que os kits representam uma oportunidade para iniciar pequenos negócios e sustentar as famílias.

Lourenço Lindonde, Secretário de Estado em Manica, destacou o impacto da iniciativa na redução do desemprego e na promoção do papel da mulher no desenvolvimento económico.  

O projecto arrancou há dois anos e prevê abranger, até Dezembro deste ano, cerca de três mil beneficiárias em três províncias do país: Manica,Tete e Maputo.

Rudêncio Morais é o jovem confiado pelo Governo para gerir os negócios de petróleo e gás nos quais o Estado está envolvido. Trata-se do novo presidente do Conselho de Administração da Empresa Nacional de Hidrocarbonetos (ENH).

Foi nomeado há cerca de uma semana pelo Conselho de Ministros e tem a missão de transformar as reservas de hidrocarbonetos em riqueza para o País. Um dos seus focos deverá ser a Bacia do Rovuma, onde há projectos bilionários.

De princípio, sua tarefa é bastante complexa. Deve garantir que Moçambique tire maior proveito das reservas de gás que possui, principalmente na Bacia do Rovuma, província de Cabo Delgado, actualmente assombrada pelo terrorismo.

Por conhecer a casa, onde ingressou no ano de 2014 como geólogo de pesquisa, o homem que se segue na gestão da Empresa Nacional de Hidrocarbonetos (ENH) tem uma vantagem. Resta agora colocar em prática os seus pensamentos.

Tem formação em Geologia pela Universidade Eduardo Mondlane (licenciatura) e em Engenharia Geológica e de Minas pela Universidade de Coimbra, em Portugal (mestrado), segundo informações partilhadas pela empresa.

Embora ainda jovem, Morais carrega consigo uma larga experiência, tendo já exercido, entre vários cargos, o de presidente do Conselho de Administração da Companhia Moçambicana de Gasoduto (CMG), uma das filiais da ENH.

É através da CMG que a ENH participa na Companhia de Gasoduto da República de Moçambique. De 2020 a 2024, foi administrador de pesquisa e produção na ENH, onde foi também assessor de engenharia e desenvolvimento de projectos.

No seu currículo consta ainda que é escritor, membro da Associação Geológica Mineira de Moçambique, onde foi vice-presidente entre os anos de 2019 e 2022. Desde 2016, é consultor credenciado pelo Ministério dos Recursos Minerais.

Em 2025, Rudêncio Morais lançou o livro “Pesquisa de Hidrocarbonetos em Moçambique”, que faz uma análise crítica sobre a exploração de hidrocarbonetos no País e as suas implicações económicas, sociais, ambientais e políticas.

Foi ainda docente de geoestatística e avaliação de recursos minerais e petrolíferos. Com esta bagagem, o novo timoneiro da Empresa Nacional de Hidrocarbonetos assume o compromisso de dar o melhor de si para o País.

Desde já, promete dinamizar a utilização do gás natural em vários sectores de actividade, um desafio antigo. Actualmente, o gás extraído em Moçambique é usado por uma minoria da população e empresas, nas províncias de Maputo e Inhambane.

“Sobre o gás veicular, continuaremos a criar condições para que mais viaturas possam consumir este produto que Moçambique produz”, prometeu numa das suas primeiras intervenções após a sua nomeação para o novo cargo.

Morais compromete-se ainda em promover a utilização do gás natural como matéria-prima para produzir fertilizantes, um dos principais insumos para o sector da agricultura que ocupa grande parte da população moçambicana.

Entre os fertilizantes que poderão ser produzidos estão a ureia e o amónio. Espera-se ainda produzir o metanol. Depois de conferir posse ao novo PCA da Empresa Nacional de Hidrocarbonetos, a primeira-ministra exigiu trabalho.

Neste contexto, Benvinda Levi desafiou Morais a dinamizar os grandes projectos da Bacia do Rovuma e as iniciativas de monetização do gás no País, de modo a maximizar os benefícios para o desenvolvimento socioeconómico.

Benvinda Levi quer ainda, com a nomeação, que o gás natural seja utilizado como matéria-prima estratégica para a produção de combustíveis e produtos petroquímicos, para impulsionar os sectores agrícola e industrial do País.

Morais substitui Ludovina Bernardo, que ocupou o cargo por cerca de dois anos, desde Agosto do ano de 2024. Assume a função num contexto em que o gás de Pande e Temane está prestes a acabar, ou seja, poderá acabar no ano de 2028.

Como alternativa ao gás prestes a terminar, a Sasol, operadora do projecto de gás de Pande e Temane, poderá recorrer ao gás da Bacia do Rovuma, no projecto Coral Norte, liderado pela empresa italiana Eni.

No ano em que o referido gás vai acabar, espera-se que arranque o projecto de gás do consórcio liderado pela norte-americana ExxonMobil, para se juntar ao operado pela empresa italiana Eni, que exporta gás natural desde o ano de 2022.

Outro projecto estruturante é o da TotalEnergies, cuja Decisão Final de Investimento já foi tomada, e espera-se que se invistam cerca de 20 biliões de dólares, dos quais, USD 4,5 mil milhões serão gastos em bens e serviços no País.

O Presidente da República, Daniel Chapo, entregou, esta quinta-feira, dois sistemas de abastecimento de água nos distritos de Mandimba e Mavago, na província de Niassa, reafirmando o compromisso do Governo em continuar a melhorar, de forma gradual, as condições de vida das populações.

As infra-estruturas fazem parte de um projecto que abrange igualmente os distritos de Majune e Muembe, no quadro do reforço do acesso à água potável naquela província do norte do país.

Durante a cerimónia de inauguração do sistema de abastecimento de água de Mandimba, o Chefe do Estado afirmou que a obra representa um avanço importante para as comunidades locais, estimando-se que mais de 60 mil pessoas sejam actualmente beneficiadas, número que poderá ultrapassar 80 mil no futuro.

“Viemos aqui para entregar o vosso sistema de abastecimento de água”, declarou o Presidente, acrescentando que o Executivo pretende expandir o acesso à água em diferentes regiões do país.

Segundo Daniel Chapo, os sistemas resultam da cooperação entre Moçambique e o Japão, que financiou o projecto no âmbito da parceria bilateral para o desenvolvimento.

“Conseguimos construir este sistema graças aos nossos irmãos, o povo do Japão, que trabalha connosco como um país irmão”, afirmou.

O Governo japonês considera que a iniciativa se enquadra igualmente nos esforços de apoio ao desenvolvimento do Corredor de Nacala, visando melhorar o bem-estar das comunidades e assegurar benefícios duradouros às populações.

Na sua intervenção, o estadista moçambicano defendeu que a paz e a segurança são indispensáveis para o desenvolvimento do país, apelando às populações para rejeitarem actos de violência motivados por rumores e desinformação.

“Não há nenhum país no mundo que se desenvolva sem paz e segurança”, afirmou, alertando para a circulação de informações falsas em algumas regiões do país.

O Presidente condenou igualmente boatos relacionados com alegados desaparecimentos ou atrofiamento de órgãos genitais masculinos, classificando tais informações como tentativas de desestabilização social.

“É mentira! É boato! Querem distrair o povo. São inimigos do desenvolvimento e da paz”, declarou.

Daniel Chapo considerou ainda que os novos sistemas de abastecimento de água irão reduzir o sofrimento das famílias, sobretudo das mulheres e raparigas, tradicionalmente responsáveis pela recolha de água.

“Hoje, com torneira em casa, já não precisa de acordar cedo para procurar água. Basta abrir a torneira no quintal e a água sai”, afirmou.

Segundo o Presidente, a proximidade do acesso à água poderá igualmente contribuir para melhorar a frequência escolar e aumentar a produtividade das famílias.

O Chefe do Estado revelou ainda que o Governo lançou recentemente, em Maputo, o programa nacional ProÁguaS, destinado a mobilizar financiamento e acelerar a expansão dos sistemas de abastecimento de água em todo o território nacional.

“O nosso objectivo como Governo é criar melhores condições de vida para o povo”, afirmou, acrescentando que o programa pretende reforçar o acesso à água “do Rovuma a Maputo, do Índico ao Zumbo”.

O Presidente apelou igualmente à conservação das infra-estruturas e defendeu a necessidade de os consumidores contribuírem para a sustentabilidade dos sistemas através do pagamento pelos serviços prestados, de modo a garantir recursos para manutenção, tratamento da água e expansão da rede.

Na parte final do discurso, Daniel Chapo incentivou as famílias a aproveitarem a disponibilidade de água para reforçar a produção agrícola doméstica, promovendo o programa “uma família, uma horta”.

“Com água em casa e esta terra fértil que estamos a ver aqui em Mandimba, não faz sentido continuarmos a comprar certas coisas”, afirmou.

O Presidente reconheceu ainda que Mandimba continua a enfrentar desafios ligados ao acesso à água, estradas, energia, escolas, hospitais e medicamentos, assegurando, contudo, que o Governo continuará a responder às preocupações das populações de forma gradual.

A República Democrática do Congo cancelou o estágio de pré-temporada da selecção nacional de futebol em Kinshasa, após um surto de ébola no leste do país.

A equipa agora continuará os preparativos na Bélgica, enquanto as autoridades respondem à crise de saúde, que já teria causado mais de 130 mortes.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou o surto uma “emergência de saúde pública de interesse internacional”, embora tenha ressaltado que não o classifica como uma pandemia.

Um porta-voz da equipa, Jerry Kalemo, afirmou que os amistosos na Europa acontecerão conforme o planejado. A equipa está a preparar-se para a sua primeira participação numa Copa do Mundo desde 1974.

A selecção nacional de futebol da República Democrática do Congo enfrentará a selecção nacional da Dinamarca na Bélgica, no dia 3 de Junho, e a selecção nacional do Chile na Espanha, no dia 9 de Junho.

As autoridades também disseram que o período de concentração em Kinshasa foi cancelado, devido às restrições de viagem relacionadas aos Estados Unidos, um dos países-sede da Copa do Mundo, juntamente com México e Canadá.

As autoridades de saúde pública dos EUA proibiram a entrada de pessoas que não sejam cidadãos americanos e que tenham estado recentemente na República Democrática do Congo, Uganda ou Sudão do Sul.

Todos os jogadores, assim como o treinador Sébastien Desabre, estão baseados fora do país, o que significa que as restrições não devem afectar o elenco agora que o período de treinos local foi cancelado.

De acordo com relatos, esperava-se que o evento planeado para Kinshasa atraísse fãs e autoridades, incluindo o presidente Félix Tshisekedi.

Kinshasa fica a cerca de 1800 km da província de Ituri, a leste, onde o surto começou. Nenhum caso foi relatado na capital.

As autoridades de saúde ainda trabalham com dois números diferentes. A Organização Mundial da Saúde relatou 139 mortes em cerca de 600 casos suspeitos, enquanto o Ministério da Saúde do Congo informou à emissora estatal RTNC que 159 mortes foram registadas.

O surto é causado pela rara cepa Bundibugyo do vírus ébola. Actualmente, não existe vacina aprovada para essa variante, e a OMS afirma que o desenvolvimento de uma pode levar até nove meses.

A cidade de Quelimane acolheu, nesta quinta-feira, as cerimónias provinciais de celebração do Dia Mundial da Diversidade Cultural, data instituída pela UNESCO com o objectivo de promover o respeito entre diferentes culturas e incentivar o diálogo entre os povos.

As celebrações reuniram membros do Governo, artistas e fazedores de arte da província da Zambézia. O evento ficou marcado por desfiles culturais, actuações artísticas e momentos de reflexão sobre a necessidade de preservação da identidade dos povos, valorização das tradições e defesa da dignidade humana.

A directora provincial da Cultura e Turismo, Ângela Serrote, que também brindou os presentes com uma actuação musical, destacou que a Zambézia possui um mosaico cultural rico e diversificado, capaz de reforçar a união, a convivência e a aproximação entre os moçambicanos.

Segundo a responsável, a diversidade cultural deve ser encarada como uma riqueza colectiva e um instrumento para fortalecer a paz e a coesão social. Actividades culturais diversas marcaram as celebrações do Dia Mundial da Diversidade Cultural em Quelimane.

A cidade de Quelimane acolheu, esta quinta-feira, as cerimónias provinciais de celebração do Dia Mundial da Diversidade Cultural, data instituída pela UNESCO com o objectivo de promover o respeito entre diferentes culturas e incentivar o diálogo entre os povos.

As celebrações reuniram membros do Governo, artistas e fazedores de arte da província da Zambézia. O evento ficou marcado por desfiles culturais, actuações artísticas e momentos de reflexão sobre a necessidade de preservação da identidade dos povos, valorização das tradições e defesa da dignidade humana.

A directora provincial da Cultura e Turismo, Ângela Serrote, que também brindou os presentes com uma actuação musical, destacou que a Zambézia possui um mosaico cultural rico e diversificado, capaz de reforçar a união, a convivência e a aproximação entre os moçambicanos.

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Actividades culturais diversas marcaram as celebrações do Dia Mundial da Diversidade Cultural em Quelimane.

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