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A 61.ª edição da Feira Agro-Comercial e Industrial de Moçambique (FACIM), que encerra já este domingo, tem na exposição da pecuária um dos seus pontos de maior destaque. O certame serviu de palco para o anúncio, por parte do Ministro da Agricultura, Ambiente e Pescas, da importação de 800 touros com o objectivo de melhorar a raça de gado bovino no país.

O certame, que decorre desde segunda-feira, permitiu aos criadores exibir exemplares de genética melhorada, animais de crescimento precoce e elevada qualidade de carne. Este esforço colectivo tem como meta estratégica reduzir a dependência das importações e fortalecer a soberania alimentar. 

O Governo reiterou, na ocasião, que acompanha de perto o movimento, garantindo que esta iniciativa será acompanhada pela transferência de tecnologia e pela implementação de boas práticas junto dos produtores.

Para os pecuaristas, que aproveitaram o leilão realizado no sábado para transaccionar os seus melhores animais, começa a consolidar-se uma mudança de paradigma. A consciência de criar gado de corte, vocacionado para o mercado, ganha terreno face ao modelo tradicional de acumulação de cabeças de gado por longos períodos. 

O apelo aos investidores nacionais é claro: existe um vasto mercado por explorar, uma vez que a oferta interna se revela ainda deficitária face às necessidades de consumo.

A modernização estende-se, igualmente, a outros sectores. Além dos bovinos, a feira exibiu aves de elevada produtividade, demonstrando que a procura pela qualidade se alastra a toda a produção pecuária. 

Moçambique enfrenta agora o desafio de fazer crescer os efectivos exponencialmente, aproveitando as oportunidades de negócio que a FACIM, uma vez mais, evidenciou como motores para o desenvolvimento económico do país. 

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O número de mortos no acidente de viação que envolveu, no sábado, um autocarro na ilha do Fogo, Cabo Verde, subiu para 25, havendo ainda 18 feridos, quatro dos quais em estado grave, indicou hoje à Lusa fonte oficial.

Estão internadas 18 pessoas, com idades entre seis e 11 anos, quatro das quais em estado grave”, afirmou. Um balanço anterior apontava para 18 vítimas mortais. Segundo a Câmara Municipal de São Filipe, o “autocarro transportava alunos num passeio” quando saiu da estrada e caiu de uma altura de cerca de 30 metros, na localidade de Campanas de Cima, no município de Santa Catarina do Fogo.

A Câmara Municipal de São Filipe adiantou ainda que mantém uma equipa no local, em articulação com a Delegacia de Saúde, a Polícia Nacional, os Bombeiros Municipais Voluntários e outras autoridades, para prestar assistência às vítimas e aos familiares.

O município declarou dois dias de luto municipal e anunciou uma reunião extraordinária para hoje, para deliberar sobre os apoios aos familiares das vítimas.

Numa mensagem publicada na rede social Facebook, o Presidente da República, José Maria Neves, apresentou as condolências às famílias das vítimas e desejou uma “rápida recuperação aos feridos”.

O primeiro-ministro, Francisco Carvalho, manifestou nas redes sociais o pesar

do Governo pela perda de vidas no acidente e apresentou as condolências às famílias das vítimas, estendendo a solidariedade aos feridos e à população do Fogo.

O chefe do Governo desejou ainda uma pronta recuperação aos feridos e reconheceu o trabalho dos profissionais de saúde, das equipas de socorro e de todos os que estão a prestar auxílio às vítimas.

O Presidente russo, Vladimir Putin, anunciou este sábado uma suspensão das hostilidades com a Ucrânia, com a duração de três dias. A cessação dos ataques, que entra em vigor à meia-noite deste sábado, foi justificada pela necessidade de garantir a segurança para a realização de reuniões com uma delegação norte-americana, actualmente em visita à região para negociar o fim do conflito.

De acordo com o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, a ordem de suspensão dos ataques a Kiev foi dada directamente pelo líder russo. Esta interrupção das operações militares destina-se a facilitar a acção diplomática de uma delegação enviada pelos Estados Unidos, composta por Steve Witkoff e Jared Kushner, que se encontra em Moscovo.

O facto é que a viagem dos representantes americanos, longamente preparada, tem como objectivo estabelecer um contacto directo com ambas as partes. Após os encontros em Moscovo, onde foram recebidos pelo enviado presidencial Kirill Dmitriev, Witkoff e Kushner seguirão para Kiev, a fim de prosseguir as negociações com o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky. 

O próprio Zelensky já havia sinalizado que a Ucrânia não realizaria ataques durante a presença da delegação, tendo apelado a que a Rússia adoptasse uma postura recíproca.

Na passada sexta-feira, o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que os seus enviados levam uma proposta “para acabar com a guerra”. Contudo, o governante norte-americano reconheceu a complexidade do cenário, sublinhando que Putin e Zelensky “se odeiam profundamente”, o que torna as negociações de paz um processo difícil.

A missão diplomática é vista com expectativa, embora subsistam incertezas. Segundo fontes citadas pelo jornal The New York Times, não é claro se Witkoff e Kushner apresentarão um novo projecto de paz ou se a sua intervenção se centrará em solucionar questões pendentes de negociações anteriores, como o controlo do Donbass, território no leste ucraniano que continua a ser um dos principais pontos de fricção entre as duas nações. 

O Presidente de São Tomé e Príncipe, Carlos Vila Nova, tomou posse, para um segundo mandato de cinco anos, numa cerimónia realizada na Assembleia Nacional, na capital são-tomense.

A investidura contou com a presença de várias chefias de Estado e de Governo, bem como de outras altas individualidades estrangeiras. Entre os convidados estiveram os Presidentes do Gabão e da República Democrática do Congo e os Primeiros-Ministros de Portugal e de Moçambique.

Carlos Vila Nova assumiu pela primeira vez a Presidência da República em 2021, com o apoio da Acção Democrática Independente (ADI), partido de centro-direita.

Nas eleições presidenciais realizadas em Julho deste ano, o Chefe de Estado foi reeleito logo na primeira volta, ao conquistar mais de 55 por cento dos votos. Vila Nova superou o seu principal adversário, Nito Abreu, deputado à Assembleia Nacional, que contou com o apoio do antigo Primeiro-Ministro Patrice Trovoada.

Apesar da vitória expressiva, o escrutínio ficou marcado por uma elevada taxa de abstenção, que atingiu 59 por cento, uma das mais baixas participações eleitorais registadas no país.

Em São Tomé e Príncipe, o Presidente da República exerce sobretudo funções de representação e arbitragem institucional, enquanto os principais poderes executivos estão concentrados no Primeiro-Ministro e no Governo.

A escolha do próximo chefe do Governo deverá ocorrer na sequência das eleições legislativas marcadas para 27 de Setembro. O resultado desse escrutínio será determinante para definir a composição do próximo Executivo são-tomense.

A disseminação do vírus do Ébola na República Democrática do Congo está descontrolada.  É a conclusão do Centro Norte-Americano para o Controlo de Doenças.

Numa análise divulgada recentemente, especialistas revelam que todos os controlos operacionais estão abaixo do estabelecido e pedem expansão dos rastreios, da capacidade de isolamento e mais testes à população.

A esperança, diz a organização mundial da saúde, reside nos os ensaios clínicos de três vacinas contra o ébola. Espera-se que possam começar a ser distribuídas na República Democrática do Congo em Outubro ou Novembro deste ano. 

A OMS espera iniciar em outubro ou novembro a distribuição de três vacinas experimentais contra o Ébola na República Democrática do Congo. 

 

A falta de pagamento de salários ao abrigo da Tabela Salarial Única (TSU) e o atraso no pagamento de subsídios de gestão estão a gerar descontentamento entre os juízes, que decidiram avançar com queixas-crime contra funcionários dos Ministérios das Finanças e da Função Pública.

Numa acção pouco comum, a Associação Moçambicana de Juízes submeteu, na quarta-feira, duas queixas-crime contra funcionários das Finanças e da Função Pública, alegando irregularidades no pagamento de salários e subsídios.

Uma das queixas foi apresentada na Procuradoria da Cidade de Maputo, onde os magistrados pedem a investigação de potenciais crimes de abuso de cargo, fraude e corrupção por parte dos gestores do sistema de pagamentos.

Em paralelo, a Associação Moçambicana de Juízes solicitou a intervenção da Procuradoria-Geral da República para intimar as instituições governamentais a reporem os salários retidos e a cumprirem escrupulosamente a lei.

Segundo a associação, entre os prejudicados estão juízes desembargadores já nomeados e magistrados com progressões aprovadas pelo Tribunal Administrativo.

Nos processos, a Associação Moçambicana de Juízes afirma que irá constituir-se assistente e que, nos próximos dias, vai indicar os seus mandatários judiciais.

Quanto aos magistrados que irão conduzir os processos, a associação assegura que os mesmos actuarão com integridade.

O Porto de Maputo prevê ultrapassar a marca de 17 milhões de toneladas de carga movimentada este ano, impulsionado pelo reforço da capacidade operacional com a entrada em funcionamento de dois novos guindastes móveis.

O anúncio foi feito pelo presidente executivo da Sociedade de Desenvolvimento do Porto de Maputo (MPDC), Osório Lucas, durante a cerimónia de apresentação dos novos equipamentos, adquiridos mediante um investimento de 13,2 milhões de dólares, equivalentes a cerca de 11,3 milhões de euros.

Os dois guindastes, da marca Liebherr, elevam para oito o número de equipamentos móveis da mesma série disponíveis no Porto de Maputo. Segundo Osório Lucas, cada equipamento tem capacidade para movimentar entre 360 e 400 toneladas de carga por hora.

Os novos guindastes vão substituir gradualmente equipamentos que se encontram em operação há cerca de 11 anos, numa estratégia destinada a aumentar a produtividade, reduzir interrupções e melhorar o atendimento aos navios.

O responsável destacou o crescimento registado pelo porto nos últimos anos, que passou de volumes inferiores a 15 milhões de toneladas em operações directas para mais de 15 milhões actualmente.

“Eu acho que vamos fazer mais de 17 milhões este ano”, afirmou Osório Lucas, citado pela Lusa.

O presidente executivo da MPDC salientou, contudo, que o aumento da capacidade depende não apenas da modernização dos equipamentos, mas também da preparação das equipas responsáveis pela operação, manutenção e segurança.

Neste contexto, defendeu a continuidade da formação dos trabalhadores, sublinhando que o aumento da produtividade não deve colocar em causa a segurança.

“Um resultado atingido à custa da segurança e da vida das pessoas não é um bom resultado”, advertiu.

Na mesma ocasião, o ministro dos Transportes e Logística, João Matlombe, considerou que a entrada em funcionamento dos novos guindastes representa um reforço da capacidade operacional e da competitividade do Porto de Maputo perante outros portos e corredores logísticos da região.

Para o governante, os equipamentos permitirão acelerar o atendimento aos navios, aumentar a fiabilidade dos serviços prestados aos clientes e melhorar a capacidade do porto para disputar cargas no mercado regional.

Matlombe defendeu, no entanto, que o crescimento da actividade portuária deve ser acompanhado por investimentos nos restantes segmentos da cadeia logística.

O ministro apontou a necessidade de reforçar as infra-estruturas ferroviárias, rodoviárias e fronteiriças, de modo a evitar que limitações fora do porto comprometam o escoamento de mercadorias.

O reforço da capacidade do Porto de Maputo surge, assim, num contexto de crescimento da actividade logística e de procura por maior eficiência na ligação entre Moçambique e os mercados da região.

Cinco congoleses, incluindo duas crianças, terão ficado feridos durante confrontos entre manifestantes anti-imigração e estrangeiros em Durban. A Polícia deteve um estrangeiro acusado de ferir um agente.

Uma manifestação contra a presença de imigrantes sem documentos terminou em confrontos, na quinta-feira, na cidade portuária de Durban, na África do Sul, onde se registam, há várias semanas, protestos contra a imigração irregular.

Segundo a Polícia sul-africana, cerca de 100 manifestantes pertencentes a um grupo anti-imigração participaram numa operação que classificaram como uma “campanha de limpeza”, visando um acampamento onde se encontram centenas de estrangeiros, instalado em frente a um edifício governamental.

Durante os confrontos, pedras foram lançadas pelos dois grupos. A Polícia afirmou que uma das pedras, atirada por um estrangeiro, atingiu um agente, tendo o suspeito sido detido. As autoridades não divulgaram a identidade do detido nem outros detalhes sobre o caso.

Um dos líderes da comunidade estrangeira, o bispo Raphael, natural da República Democrática do Congo (RDC), afirmou à AFP que cinco cidadãos congoleses, incluindo duas crianças, ficaram feridos durante os confrontos.

“A marcha de hoje foi muito violenta. Eles encontraram-nos aqui e atacaram imediatamente o nosso povo. Não estamos a cometer nenhum crime por estarmos aqui. Isto é injustificável”, declarou.

De acordo com o bispo, os manifestantes estavam munidos de paus e tentaram avançar contra o acampamento, enquanto a Polícia procurava impedir o confronto entre os dois grupos.

Raphael afirmou ainda que as forças policiais utilizaram granadas de efeito moral para dispersar os manifestantes, o que, segundo ele, terá contribuído para os ferimentos registados.

Muitos dos estrangeiros instalados no local afirmam ser refugiados da RDC e dizem ter procurado protecção na sequência de actos de hostilidade contra imigrantes sem documentos na África do Sul.

 

VIOLÊNCIA AUMENTA

 

Durban tornou-se, nas últimas semanas, um dos principais focos de manifestações contra a imigração irregular no país. A tensão aumentou depois de grupos radicais anti-imigração terem estabelecido o dia 30 de Junho como prazo para que os imigrantes sem documentos abandonassem a África do Sul.

A vaga de protestos e confrontos já provocou a morte de pelo menos quatro estrangeiros, segundo dados da Polícia sul-africana, embora alguns governos estrangeiros apontem para um número superior de vítimas.

Mais de 200 mil pessoas terão abandonado a África do Sul, de acordo com uma contagem da AFP baseada em dados divulgados por governos africanos que organizaram o repatriamento dos seus cidadãos.

As autoridades sul-africanas enfrentam agora o desafio de conter a violência e, simultaneamente, responder às preocupações relacionadas com a imigração irregular, num contexto marcado pelo aumento das tensões entre comunidades estrangeiras e sectores da população local.

 

Empreiteiro solicita extensão do prazo de execução. Município de Maputo ainda não decidiu. As obras de saneamento e drenagem na cidade de Maputo, que se prolongam há cerca de três anos, poderão não terminar dentro do prazo inicialmente estabelecido. O empreiteiro responsável pelo projecto solicitou ao Município de Maputo a extensão do prazo de execução, estando o pedido ainda em análise.

De acordo com o contrato celebrado entre o Município de Maputo e o empreiteiro, as obras deveriam estar concluídas até 27 de Outubro do corrente ano. Entretanto, face aos constrangimentos registados durante a execução do projecto, a empresa solicitou a prorrogação do prazo.

O Director do Gabinete de Desenvolvimento Estratégico e Institucional do Município de Maputo, Danúbio Lado, confirmou a existência do pedido, explicando que o mesmo está a ser analisado do ponto de vista técnico.

Segundo Lado, a decisão sobre o deferimento ou indeferimento do pedido será tomada depois de uma verificação no terreno, com vista a avaliar a fundamentação apresentada pelo empreiteiro. Sem avançar o período adicional solicitado, o responsável assegurou que o município deverá pronunciar-se após a conclusão da avaliação técnica.

Enquanto isso, as obras deverão continuar a condicionar a circulação rodoviária na baixa da cidade. Entre 8 de Setembro e 25 de Outubro, o trânsito poderá enfrentar constrangimentos acrescidos no entroncamento entre as avenidas 25 de Setembro e Guerra Popular, duas das principais vias daquela zona da capital.

A intervenção ocorre numa altura em que se aproxima a época chuvosa, levando o município a defender a necessidade de acelerar os trabalhos para garantir o escoamento das águas pluviais. “Com esta intervenção pretendemos fazer a ligação para escoar a água da montante para jusante, na baía de Maputo”, explicou Danúbio Lado.

Apesar das obras, a Avenida 25 de Setembro não será totalmente encerrada ao trânsito. Contudo, o Município de Maputo recomenda aos automobilistas que optem por vias alternativas, com destaque para as avenidas Eduardo Mondlane, Guerra Popular e Josina Machel.

O prolongamento do projecto poderá, assim, significar mais tempo de obras e novos constrangimentos para os munícipes e visitantes, que aguardam pela conclusão das intervenções de saneamento e drenagem na cidade.

A Empresa Moçambicana de Seguros (Emose) já desembolsou cerca de 25 milhões de meticais em indemnizações, cobrindo cerca de nove mil produtores nas duas últimas campanhas agrícolas. O balanço foi apresentado pelo administrador técnico-operacional da seguradora, Santos Magaia.

O responsável destaca a estratégia da empresa para mitigar o impacto dos eventos climáticos extremos no sector produtivo nacional.

Embora reconheça que o nível de adesão e de consolidação do seguro agrícola no país ainda se encontra numa fase incipiente, muito impulsionado pela complexidade técnica da avaliação de risco e estudos agrícolas prévios, a seguradora pública mantém uma visão optimista quanto à expansão deste ramo.

Para responder às especificidades do mercado, a Emose disponibiliza o produto em duas modalidades: o índice climático, que cobre riscos associados a anomalias meteorológicas (secas e precipitações extremas); e o índice de rendimento, que protege o produtor contra perdas directas na produtividade da colheita decorrentes de pragas ou doenças.

Segundo o administrador da empresa, este canal viabiliza a operacionalização do micro-seguro, tornando-o financeiramente acessível ao pequeno produtor.

Magaia destaca os apoios que estão a ser prestados no Norte do país. Na campanha 2024/2025, dos cerca de 7 mil agricultores segurados entre as províncias de Nampula e Zambézia, os produtores do distrito de Muecate (Nampula) registaram perdas significativas na cultura do amendoim e encontram-se a receber as respetivas indemnizações.

“A mensagem que queremos levar aos produtores é que, estando agregados, podem ter solução para os problemas climáticos e sanitários que enfrentam no campo”, disse o administrador Técnico-Operacional da Emose.

Ao marcar presença na Feira Internacional de Maputo (FACIM), a seguradora aproveita a grande concentração de decisores e investidores para reforçar a sua posição no mercado como entidade estratégica do agronegócio e da resiliência climática em Moçambique.

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