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O País – A verdade como notícia

A produção da tilápia, na província da Zambézia, vai baixar este ano devido aos efeitos dos ciclones Ana e Gombe, que assolaram a província no início deste ano. As intempéries destruíram alguns tanques e gaiolas já povoados de 19 dos 22 distritos que se dedicam à produção de peixe. 

A província da Zambézia conta com pelo menos mil produtores de tilápia em cativeiro. Nos últimos anos, o número de produtores aumentou, facto que animou o sector da aquacultura. Só este ano, as previsões apontavam para uma produção de mais de 370 toneladas de peixe, mas, devido às intempéries, a produção não irá para além de 270 toneladas. Ou seja, a província da Zambézia perdeu 100 toneladas de peixe cultivadas em cativeiro.

De acordo com o chefe do Departamento Provincial de Promoção e Desenvolvimento da Aquacultura na Direcção Provincial da Agricultura e Pesca, Amândio Mandara, os ciclones Ana e Gombe destruíram tanques e gaiolas que estavam totalmente povoados.

“Com ventos fortes, muitos tanques sofreram o arrastamento dos solos e de alevinos em cativeiro. Isso fez com que a produção reduzisse em 100 toneladas este ano. Mas, na verdade, nada está perdido, até porque os níveis de produção em termos de qualidade são animadores e, por isso, continuamos a incentivar os nossos produtores a avançar”, afiançou o responsável.

Mandara fez saber ainda que, anualmente, o sector da aquacultura investe, na província da Zambézia, acima de MZM dois milhões para construir gaiolas, compra de alevinos e ração para os produtores.

O investimento, explicou, é feito, sobretudo, para aqueles produtores que pretendem iniciar a actividade, mas não tem capacidade para arrancar.

“Aplicámos os investimentos na abertura de tanques, compra de alevinos e ração numa fase inicial. Sentimos que os valores são exíguos, mas é o que o Estado pode dar neste momento. Talvez, um dia, os fundos possam vir a ser incrementados e, aí, podemos aumentar os níveis de capacidade dos tanques”, precisou Amândio Mandara.

Fernando Ngonde, que iniciou a produção de peixe tilápia este ano com quatro tanques, povoou nove mil alevinos.

O produtor conta que, como consequência das intempéries, perdeu parte da sua criação. “Estimava produzir 2000 quilogramas, mas, com as intempéries, este ano, a produção poderá atingir 1200 quilos”, lamentou.

Ngonde está animado com a produção de peixe, mas não deixa de lamentar o facto de estar a enfrentar grandes dificuldades para aquisição de ração para os animais. “Inicialmente, tive que comprar ração em Maputo. Os gastos de operações foram enormes, até porque, ao nível da província, não temos unidades de produção de ração capazes de satisfazer o mercado. Hoje, compro ração na província de Nampula, onde já existem unidades de produção capazes de satisfazer o mercado”, disse o produtor.  O Departamento Provincial de Promoção e Desenvolvimento da Aquacultura na Direcção Provincial de Agricultura e Pesca da Zambézia encoraja a produção de peixe no modelo e regime de gaiolas flutuantes. 

O Presidente da República, Filipe Nyusi, exigiu, hoje, da Electricidade de Moçambique (EDM), que as ligações de energia sejam feitas nas casas das pessoas e não apenas nas sedes distritais.

É um facto e o próprio Presidente reconheceu: Moçambique nunca antes tinha tido a taxa de crescimento de acesso à energia como a que está a ser registada nos últimos anos.

“Neste percurso de quatro décadas, a actual taxa de acesso da população à energia passou de menos de 2% para 41%, mesmo com as várias conjunturas extremamente difíceis. Ainda assim, esta taxa corresponde a 12 milhões de moçambicanos, o que revela que, apesar do excelente trabalho que a EDM está a realizar, ainda há muito trabalho por fazer”, descreveu o Presidente.

O Chefe de Estado não deixa de entender que a EDM deve ser motivo de orgulho de todos e, quiçá, por isso, ser acarinhada. Porém, Filipe Nyusi diz ser necessário que não se perca o que ainda se tem em termos de trabalho.

“Estamos a 23% de ligar energia em todas as sedes dos postos administrativos, conforme nos comprometemos e isso vai acontecer até 2014. Até lá, mais dez milhões de moçambicanas terão energia nas suas casas e comunidades pela primeira vez”, assegurou.

Entretanto, para Filipe Nyusi, o valor desta meta não está em fazer chegar a energia às sedes distritais ou postos administrativos, e sim nos impacto que terá na vida das pessoas. “Podemos pensar que estamos a distribuir, estamos a transportar, mas estava eu em contacto, porque estou sempre no campo… há postos administrativos aonde chegou a energia, mas tem de chegar lá na casa da pessoa, na sua serralharia ou restaurante; não chegar à vila e dizer que já chegou; temos de ir ao encontro, porque ele é cliente e deve pagar por isso”, exigiu.

CORRUPÇÃO NA EDM

Enquanto 2024 não chega e as promessas não se concretizam, o Presidente da República lembra que há um desafio actual que afecta instituições e várias empresas públicas: a corrupção, da qual a EDM se deve distanciar.

“A EDM deve pautar pelos princípios de honestidade na contratação de serviços, distanciando-se das práticas do nepotismo ou de troca de favores e de outros comportamentos que lesam o bom nome da empresa e a sua prosperidade”, acautelou.

MATRIZ ENERGÉTICA DIVERSA

Num contexto em que o mundo inteiro fala do abandono completo de energias fósseis, o Presidente da República pediu que a EDM seja proactiva na criação de fontes alternativas.

“Estamos numa posição demasiadamente vantajosa. Todo o tipo de energia que se produz no mundo, nós podemos produzir. Não produzimos de carvão por respeito à natureza, mas, se for necessário… Mas produzimos de água, produzimos com sol, com gás a partir daqui da Sasol e também podemos produzir com o vento”, pelo que o Presidente da República não vê espaço para que não se aposte na diversificação da matriz energética.

Aquando da criação da EDM, a 27 de Agosto de 1977, apenas 15 distritos é que tinham corrente eléctrica da rede nacional. Neste momento, todas as 154 sedes distritais já têm energia e a meta é, até 2030, todos os moçambicanos estarem ligados à rede nacional de energia eléctrica. 

O Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco de Desastres (INGD) diz que ainda é cedo para estimar o dinheiro necessário para fazer face à época chuvosa que se inicia em Outubro próximo. A instituição reuniu-se ontem, em Maputo, com o INAM e outras entidades.

A época chuvosa e ciclónica 2022/2023 começa no mês de Outubro. Faltam aproximadamente 35 dias. Ainda assim, o Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco de Desastres, INGD, diz que ainda é cedo para avançar qualquer dado sobre o plano de acção para evitar o drama e os estragos comuns em todos os anos.

“É ainda muito prematuro fazermos esta estimativa porque, primeiro, temos que ter as previsões climáticas sazonais para sabermos quais são os locais que poderão estar em risco de serem afectados e, dentro desses locais, qual é a população em risco, o que lá existe em termos de infra-estruturas que podem ser afectadas, qual é a sua quantificação, qual é o défice e as necessidades. Portanto, é a partir destes elementos que quantificamos o que é necessário.”

Já o director-geral do Instituto Nacional de Meteorologia refere que ainda está a trabalhar nas previsões e só a partir da próxima semana poderá partilhar informação com outros sectores, incluindo o INGD.

“Os técnicos ainda estão a trabalhar com a previsão sazonal. Muitos dados estão a ser colectados para produzir a informação meteorológica. Mas, em Setembro, na segunda semana, a previsão será divulgada para o consumo público.”

Em 2021, o Governo aprovou o Plano de Contingência quase duas semanas depois do início da época chuvosa.

É um número preocupante, de tal forma que a Procuradoria Provincial de Inhambane já manifestou a sua preocupação. Este ano, a província de Inhambane teve um registo de 7590 processos criminais relacionados com homicídios, violência doméstica e assaltos.

Os dados foram apresentados pela porta-voz da Procuradoria Provincial de Inhambane, Juliana Boa, que assegurou que o Ministério Público está a trabalhar com as comunidades locais, com vista a estancar a onda de criminalidade naquele ponto do país.

“Em Inhambane, é preocupante o número de homicídios e, nesse acto, do papel que temos feito, para sensibilizar as pessoas a não pautarem por essas vias de criminalidade, o nosso forte são mesmo as palestras. Este ano, já foram proferidas 26 palestras em toda a província”, disse Juliana Boa, para quem o “o número pode ser baixo e estamos a trabalhar no sentido de melhorarmos ou termos mais palestras”.

Do trabalho de sensibilização a ser realizado, segundo a porta-voz da Procuradoria Provincial de Inhambane, “o nosso grupo-alvo tem sido a comunidade e as escolas, porque sabemos que alguns desses infractores são estudantes”, afirmou Juliana Boa, sempre citada pela Rádio Moçambique.

SUICÍDIOS PREOCUPAM GAZA

Enquanto isso, as autoridades estão preocupadas com a onda crescente de suicídios na província de Gaza.

A título de exemplo, foram registados, há dias, dois casos sendo que o primeiro foi no distrito de Bilene, onde uma jovem de 24 anos se enforcou.

Já o segundo ocorreu no distrito de Limpopo, onde, uma vez mais com recurso a uma corda, um cidadão de 25 anos tirou a sua vida.

O chefe das Relações Públicas no Comando Provincial da Polícia da República de Moçambique, Carlos Macuácua, citado pela RM, apela às comunidades para pautarem pelo diálogo permanente nas famílias para resolver diferendos, que, na sua maioria, terminam em luto.

Edis de cinco municípios da província de Cabo Delgado, sob gestão do partido no poder, dizem que não poderão não cumprir os planos previstos para o presente mandato, devido à insurgência naquele ponto do país.

Os ataques terroristas, que sacodem a província de Cabo Delgado desde Outubro de 2017, provocaram mais de dois mil mortos, deslocados e destruição de infra-estruturas sociais e económicas público-privadas.

A insurgência afecta directa e indirectamente os planos de desenvolvimento definidos pelas autarquias, dada a fuga do seu pessoal e debandada das populações que, normalmente, procuram por abrigos seguros.

A situação é considerada grave em Mocímboa da Praia, onde ocorreu o primeiro ataque dos insurgentes há cinco anos. A vila, tomada por terroristas em Agosto de 2020 até que o exército moçambicano pusesse fim à situação quase um ano depois, está destruída e o presidente da autarquia passou quase todo o mandato fora da vila. Cerca de 62 mil pessoas abandonaram a vila costeira devido à violência armada.

“Eu tive muitas realizações, tal como a construção de estradas e alguns trabalhos que deviam ter um grande impacto na governação. Infelizmente, aconteceu o que aconteceu. O terrorismo forçou-me a abandonar a vila. Tínhamos um plano por cumprir, mas tal pode não ser cumprido por conta dos ataques”, explicou Carlos Momba, edil da Mocímboa da Praia, situado a 70 quilómetros a sul da área de construção do projecto de exploração de gás natural, em Afungi, Palma.

Ideia não diferente foi partilhada por Manuel Alavalane, presidente do Conselho Municipal de Mueda, que lamenta a situação que se vive em Cabo Delgado e que precipitou a saída de vários agentes económicos.

“Alguns empreiteiros fugiram. Os bancos fecharam e os comerciantes abandonaram Mueda. As bombas de combustível fecharam”, lamentou Manuel Alavalave, edil de Mueda.

Para o edil de Montepuez, Ecílio Chabane, os ataques terroristas trouxeram retrocesso no processo de desenvolvimento da autarquia.

“O nosso plano era construir cinco salas de aula por ano. Hoje, estamos a precisar do triplo. Temos um trabalho de limpeza de resíduos sólidos diariamente, mas hoje precisamos também de reforçar este trabalho”, notou o edil de Montepuez.

O possível incumprimento das promessas e dos planos de governação autárquica em Cabo Delgado foi anunciado durante a reunião de avaliação do desempenho dos municípios governados pela Frelimo ao nível da província.

Pemba, Montepuez, Mueda e Mocímboa da Praia são os quatro dos cinco Municípios de Cabo Delgado governados pela Frelimo.

Dezassete moçambicanos partiram, hoje, para França, onde serão formados em diferentes ramos, entre os quais petróleo e gás, Engenharia Eléctrica e Química. A iniciativa é da TotalEnergies e Embaixada da França em Moçambique.

Os primeiros 17 dos 22 estudantes moçambicanos que se beneficiam de bolsas de estudos para os níveis de licenciatura e mestrado, concedidas pela TotalEnergies, partiram, esta terça-feira, para França.

Na ocasião, os beneficiários mostraram-se satisfeitos e prometeram dar o melhor de si.

“Espero poder adquirir conhecimentos científico-técnicos, na área de Engenharia Química para, de seguida, vir aplicar no desenvolvimento de novas indústrias aqui, em Moçambique”, disse Milena Viegas, estudante beneficiária da bolsa.

“Vou fazer Engenharia Mecânica, focada no sector industrial. Assim, pretendo vir ajudar a desenvolver o ramo e o país”, reiterou Escina Cossa, estudante beneficiária da bolsa.

Juduson Matusso, natural da Beira, vai frequentar o curso de Engenharia Eléctrica e espera obter ferramentas para ajudar na expansão de energia no país.

“Escolhi a Engenharia Eléctrica, exactamente com esse propósito que é de poder contribuir na área de produção e distribuição, assim como de fontes renováveis”, disse Juduson Matusso, estudante beneficiário da bolsa.

Por sua vez, a TotalEnergies diz que a iniciativa responde às necessidades de capacitar quadros para servir o país, sobretudo nos mega-projectos.

“Depois desta formação, os jovens voltarão mais aptos para contribuírem para o desenvolvimento das suas comunidades, em empresas e os demais lugares. Esta iniciativa é definitivamente a confirmação do forte compromisso da TotalEnergies para a contribuição para o desenvolvimento de Moçambique”, afirmou Jennifer Cheveie, vice-presidente para Assuntos Corporativos da TotalEnergies.

A Embaixada da França em Moçambique realçou a importância do projecto para a juventude.

“O objectivo da TotalEnergies e da Embaixada da França não está só em formar quadros para a empresa, mas sim em tornar os jovens moçambicanos mais competentes para trabalhar noutras empresas nacionais em prol do desenvolvimento de Moçambique”, reiterou Laurent Perez-Vidal, da Embaixada da França em Moçambique.

A Embaixada da França acrescentou que o programa vai continuar todos os anos, na perspectiva de melhorar a formação dos estudantes moçambicanos.

A multi-nacional francesa atribuiu 43 bolsas de estudo, num total de 1581 candidatos, em dois anos.

O Presidente da República, Filipe Nyusi, profere amanhã, às 19h, uma Comunicação à Nação, no âmbito da Situação actual da COVID-19.

A última comunicação à Nação sobre a pandemia aconteceu em Abril passado, momento em que Filipe Nyusi anunciou o fim da Situação de Calamidade Pública.

O fim da Situação de Calamidade Pública foi anunciado dois anos depois de ter havido uma série de Estados de Emergência com um fechamento quase completo e depois seguiram-se actualizações de medidas constantes de decretos de Situação de Calamidade Pública, sendo que alguns estabelecimentos nunca tiveram permissão para voltar a funcionar, como é o caso das discotecas.

Há falta de sangue nos hospitais das províncias de Nampula e Cabo Delgado. A informação foi partilhada, esta segunda-feira, pela direcção-geral do Serviço Nacional de Sangue na Cidade de Maputo.

Doar sangue é uma das linhas de ordem do Ministério da Saúde com o crescente número de acidentes de viação que demandam maior procura do líquido.

Desde o início do ano, o país registou mais de 61 mil doações, no entanto o banco de sangue possui, actualmente, apenas três mil unidades para todo o país.

“Mas posso dizer que as províncias que mais nos preocupam neste momento são as províncias de Nampula e Cabo Delgado, que têm um stock muito reduzido”, explicou a diretora-geral do Serviço Nacional de Sangue, Sara Salimo.

Reagindo aos últimos acidentes em Nampula, uma das províncias que menos sangue têm, Sara Salimo reforça o apelo à população para intensificar as doações de sangue na região.

“Pedimos aos doadores de sangue para continuarem a dar o seu contributo para salvar a vida destas pessoas que sofrem em acidentes de viação”, salientou a directora-geral do Serviço Nacional de Sangue.

Falando à margem do Dia Nacional do Dador de Sangue que se assinalou esta segunda-feira, a vice-ministra da Saúde revelou que apenas 45% das doações de sangue são voluntárias.

“A nível nacional, foram colhidas e testadas 122 632 unidades, sendo apenas 45 por cento provenientes de doações voluntárias. Portanto, a disponibilização de sangue seguro deve ser considerada como parte integrante dos esforços nacionais para diminuir a morbidade e mortalidade da população africana e melhorar a sua qualidade de vida”, ressaltou a vice-ministra da Saúde, Farida Urci.

E é sobre ser voluntário e salvar vidas que Joaquim Abílio, dador de sangue há cerca de 17 anos, fez 122 doações e ganhou um diploma de mérito.

“Treino como o necessário e a comida é normal, por isso me sinto à vontade e tenho-me sentido, às vezes, doente, mas não perco a oportunidade de fazer as minhas quatro doações por ano”, detalhou Joaquim Inácio Abílio.

O Dia Nacional do Dador de Sangue decorre sob o lema “Doar sangue é um acto de solidariedade, junte-se à causa para salvar vidas”.

O ministro das Obras Públicas revelou, ontem, que são necessários quase nove mil milhões de Meticais para reabilitar infra-estruturas que foram destruídas pelas chuvas na passada época chuvosa. Já a Ordem dos Engenheiros de Moçambique diz que a má qualidade das obras tem a ver com o que chama de “penduras” na área.

As mudanças climáticas são o desafio presente. Todo o mundo está a braços com as consequências dos eventos extremos da natureza. Moçambique não é uma excepção. De acordo com o ministro das Obras Públicas, a fúria da mãe natureza tem estado a destruir empreendimentos como estradas e pontes. Para repor o que foi destruído pelas chuvas do ano passado, é preciso muito dinheiro.

“Aquilo que nós vimos no ano passado, com as últimas chuvas, são cerca de 8,7 mil milhões de Meticais para a recuperação das infra-estruturas”, revelou Carlos Mesquita, ministro das Obras Públicas, Habitação e Recursos Hídricos.

O dinheiro de recuperação de infra-estruturas destruídas podia ter sido poupado se as obras tivessem sido feitas por engenheiros profissionais.

“Em muitas situações, nós temos obras feitas por aqueles que eu considero como penduras no nosso ramo. Estes penduras não percebem alguns dos fenómenos que acontecem na engenharia, mas nós vamos fazer o máximo, como Ordem dos Engenheiros, para melhorar a situação do nosso país”, apontou Feliciano Dias, bastonário da Ordem dos Engenheiros de Moçambique.

As declarações foram proferidas, esta segunda-feira, no IX Congresso Luso-moçambicano de Engenharia, que decorre até dia 01 de Setembro, sob o lema “Desafios da Engenharia para o Desenvolvimento e Combate às Alterações Climáticas”.

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