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A instabilidade no Estreito de Ormuz mantém-se, depois de uma embarcação ter sido atingida durante a madrugada desta terça-feira, por um projéctil de origem desconhecida.

O incidente ocorre num momento em que Washington insiste que decorrem negociações com o Irão para reabrir uma das mais importantes rotas marítimas do mundo, enquanto Teerão rejeita qualquer diálogo directo com os Estados Unidos.

O Presidente norte-americano, Donald Trump, garantiu ontem que as conversações com o Irão estão em curso e poderão conduzir à reabertura do Estreito de Ormuz esta terça-feira.

A resposta iraniana foi imediata. O porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros do Irão negou que existam negociações directas com os Estados Unidos, esclarecendo que os contactos decorrem exclusivamente com Omã, país que procura mediar um entendimento destinado a garantir a segurança da navegação no Estreito de Ormuz.

O estreito permanece, contudo, fortemente condicionado desde o início de Julho, quando fracassou o processo de desanuviamento entre Washington e Teerão e o Irão voltou a restringir a circulação marítima.

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O Município de Chimoio é acusado, pelo Grupo de Educação Social de Manica (Gesom), de pretender destruir uma rádio comunitária, que se localiza no recinto da exposição Feira de Chimoio, para, no mesmo espaço, segundo o coordenador geral da Gesom, construir-se um empreendimento económico.

Sérgio Silva, em conferência de imprensa por si convocada na manhã desta terça-feira, revelou que parte das obras a serem erguidas pelo empresário que ganhou o concurso de requalificação da Exposição Feira de Chimoio irá levar a destruição da estrutura onde está implantada a antena da Rádio e o Centro Multimídia, principal fonte de geração de renda da emissora.

“A Gesom quer uma carta escrita pelo edil a dizer que não vai tirar-nos daqui. Depois disso, iremos ficar calmos, antes disso, nem pouco”, disse Sérgio Silva.

João Ferreira diz que tal não constitui verdade, até porque o Município que dirige sempre apoiou a Rádio Gesom, que sequer paga renda nas instalações pertencentes à edilidade, onde funciona desde 2009.

“Nós não queremos fazer isso (a destruição), só tem um pequeno compartimento que tem que sair para outro sítio e já criamos as condições para isso”, explicou Ferreira

O diferendo entre o Conselho Municipal de Chimoio e a Rádio Gesom já está em sede da Procuradoria da Cidade de Chimoio, onde as duas partes serão ouvidas esta quarta-feira.

A onda cada vez mais crescente de raptos nas principais cidades do país, tem revelado a participação de agentes do Serviço Nacional de Investigação Criminal e da Polícia.

O director Geral do SERNIC reconhece que há dentro da instituição, agentes infiltrados que colaboram com o mundo do crime e diz que a solução do crime organizado, passa pela purificação de fileiras “Para fazer face a criminalidade organizada e transnacional devemos ter um quadro de pessoal devidamente treinado e formado para, com devoção e perícia, exerça com plenitude a sua actividade profissional em estrita observância aos princípios da Instituição. Para tal, urge a purificação das fileiras, desmantelando aqueles que praticam ou colaboram com o crime organizado” argumentou.

Por outro lado, no âmbito da remoção de Moçambique da lista cinzenta, Nelson Rego reiterou a importância de acções operativas afinadas contra os crimes precedentes ao branqueamento de capitais e a detecção e desmantelamento de células terroristas em todo território nacional, e uma permanente de informações e incremento de troca de informações conjuntas transfronteiriças com Serviços congéneres “Relativamente ao financiamento do terrorismo, vamos seguir e rastrear todas fontes de origem ilícita de bens, serviços e valores monetários”

Nelson Rego defende ainda maior colaboração entre as autoridades e as comunidades, passando pela denúncia e recusa de pagamento de resgates “stamos cientes dos desafios que enfrentamos para garantir uma investigação à altura da actual criminalidade complexa, entretanto, quanto ao crime de rapto, reiteramos a nossa determinação na criação da unidade especializada para lidar com este tipo de crime organizado e a necessidade de reforçar os mecanismos de colaboração com as associações económicas e comunidade em geral na denúncia de potenciais delitivos, cativeiros e pedidos de pagamento de resgate” acrescentou Rego.

A procuradora Geral da República diz que diante da modernização do mundo do crime, as autoridades também devem ter técnicas modernas de investigação.

É que para Beatriz Buchili, é importante que os magistrados do Ministério Público e os investigadores do SERNIC, face a dinâmica da criminalidade, tenham o domínio das actuais normas processuais penais, dos procedimentos operacionais, das metodologias, técnicas e tácticas de investigação criminal, de modo a enfrentar com robustez os desafios da moderna criminalidade “já não se faz uma investigação criminal, usando métodos tradicionais” rematou Buchili

Os dirigentes falavam em Inhambane na 9a Reunião Nacional entre a Procuradoria Geral da República e o Serviço Nacional de Investigação Criminal, da qual se esperam autoridades de justiça menos burocráticas, para o bem do cidadão, tal como fez referência o Secretário de Estado em Inhambane.
Na reunião estão presentes investigadores do SERNIC e magistrados do Ministério Público de todo país.

Os árbitros internacionais moçambicanos, Celso Alvação, Arsénio Marringule e Simões Guambe, integram o quarteto de arbitragem que vai apitar o jogo entre as selecções da  Etiópia e Serra Leoa, pontuável às eliminatórias de acesso ao Campeonato do Mundo de Futebol de 2026.

A arbitragem moçambicana continua em evidência no contexto do futebol africano. O trio composto por Celso Alvação, Arsénio Marringule e Simões Guambe volta a dar um salto na sua carreira.

Desta vez, o trio moçambicano, que nos últimos anos tem merecido confiança da Confederação Africana de Futebol (CAF) integra o quarteto de árbitros que vai ajuizar a partida entre a Etiópia-Serra Leoa.

A partida entre os dois conjuntos está inserida nas eliminatórias para o mundial 2026, cuja fase final vai ser consecutivamente nos Estados Unidos de América, México e Canadá.

Celso Alvação vai ser o ábitro principal da partida entre as duas selecções, tendo como primeiro assistente o também moçambicano Arsénio Marringule. Já Simões Guambe será o quarto árbitro, numa equipa que integra também o angolano Ivanildo Meirelles.

A partida vai ser  disputada no El Abdi Stadium, em Marrocos, no dia 15 deste mês. Esta não é a primeira vez que os internacionais moçambicanos são indicados para apitar jogos sob égide da CAF, tanto ao nível das selecções assim como de clubes.

 

ARSÉNIO MARRINGULE NO MUNDIAL DE CLUBES

O árbitro internacional moçambicano, Arsénio Marringule foi nomeado ainda, pela FIFA, para a restrita lista de arbitragem que vai dirigir a 20ª edição do Mundial de Clubes FIFA, que vai decorrer de 12 a 22 de Dezembro, na Arábia Saudita.

Maringule foi indicado juntamente com outros cinco árbitros principais, nove árbitros assistentes e oito árbitros de vídeo, representando todas as confederações de futebol em todo o mundo.

Do continente africano, o jovem árbitro moçambicano será acompanhado por Jean-Jacques Ndala, árbitro principal da Costa do Marfim, Elvis Noupue, árbitro assistente dos Camarões, e Zourak Adil, árbitro de vídeo de Marrocos.

Recorde-se que Marringule fará parte do quarteto de arbitragem que vai dirigir a partida entre as formações do Mamelodi Sundows vs Wydad AC, no próximo domingo, em jogo da segunda “mão” da final da Liga Africana de Futebol.

Arsénio Marringule é o árbitro com mais participações em competições internacionais, tendo atingido os píncaros da sua carreira com a ida ao Campeonato do Mundo, Qatar 2022.

Ao nível do continente africano, o jovem árbitro já desfilou a sua classe tanto nas competições ao nível de selecções bem como de clubes.

Um professor que em vida respondia pelo nome de Felisberto Ernesto, que lecionava a disciplina de filosofia na escola Secundária Bispo Enderson, em Muxúnguè, foi espancado até a morte, pelo marido da sua suposta amante, que estava na companhia de duas pessoas contratadas para o efeito.

O facto ocorreu na passada sexta-feira, em Muxúnguè, província de Sofala, que dista há cerca de 300 quilómetros da cidade da Beira de onde saíram os autores do crime, contratados pelo marido da suposta amante do professor, que estava naquela localidade a estagiar no sector de saúde.

Quando chegaram em Muxúnguè, eles esperam anoitecer e por volta das 21 horas dirigiram-se à residência alugada pela estagiária e bateram à porta.
Ela acrescentou que quando dirigiu-se para fora da residência viu o amante ser espancado por quatro indivíduos com recurso a um objecto que já não se lembra.

Um dos indiciados admitiu que foi contratado para agredir o professor. O marido disse que não agrediu ninguém e atira culpas aos contratados.
A Polícia apelou aos casais a resolverem os casos de infidelidade na base do diálogo.

Refira-se que depois de agredirem o professor, o marido, a esposa e os contratados tentaram fugir. A polícia teve de imobilizar a viatura disparando para os pneus. Um dos indiciados continua em fuga.

Os árbitros internacionais moçambicanos, Celso Alvação, Arsénio Marringule e Simões Guambe, integram o quarteto de arbitragem que vai apitar o jogo entre as selecções da Etiópia-Serra Leoa, pontuável às eliminatórias de acesso ao Campeonato do Mundo de Futebol de 2026.
A arbitragem moçambicana continua em evidência no contexto do futebol africano. O trio composto por Celso Alvação, Arsénio Marringule e Simões Guambe volta a dar um salto na sua carreira.

Desta vez, o trio moçambicano, que nos últimos anos tem merecido confiança da Confederação Africana de Futebol (CAF) integram o quarteto de árbitros que vai ajuizar a partida entre a Etiópia-Serra Leoa.

A partida entre os dois conjuntos está inserida nas eliminatórias para o mundial 2026, cuja fase final vai ser consecutivamente nos Estados Unidos de América, México e Canadá.

Celso Alvação vai ser o ábitro principal da partida entre as duas selecções, tendo como primeiro assistente o também moçambicano Arsénio Marringule. Já Simões Guambe será o quarto árbitro, numa equipa que integra também o angolano Ivanildo Meirelles.

A partida vai ser disputada no El Abdi Stadium, em Marrocos, no dia 15 deste mês. Esta não é a primeira vez que os internacionais moçambicanos são indicados para apitarem jogos sob égide da CAF, tanto ao nível das selecções assim como de clubes.

ARSÉNIO MARRINGULE NO MUNDIAL DE CLUBES

O árbitro internacional moçambicano, Arsénio Maringule foi nomeado ainda, pela FIFA, para a restrita lista de arbitragem que vai dirigir a 20ª edição do Mundial de Clubes FIFA, que vai ter lugar de 12 a 22 de Dezembro na Arábia Saudita.

Maringule foi indicado juntamente com outros cinco árbitros principais, nove árbitros assistentes e oito árbitros de vídeo, representando todas as confederações de futebol em todo o mundo.

Do continente africano, o jovem árbitro moçambicano será acompanhado por Jean-Jacques Ndala, árbitro principal da Costa do Marfim, Elvis Noupue, árbitro assistente dos Camarões, e Zourak Adil, árbitro de vídeo de Marrocos.

Recorde-se que Maringule fará parte do quarteto de arbitragem que vai dirigir a partida entre as formações do Mamelodi Sundows vs Wydad AC, no próximo domingo, em jogo da segunda “mão” da final da Liga Africana de Futebol.

Arsénio Marringule é o árbitro com mais participações em competições internacionais, tendo atingido os píncaros da sua carreira com a ida ao Campeonato do Mundo, Qatar 2022.

Ao nível do continente africano, o jovem árbitro já desfilou a sua classe tanto nas competições ao nível de selecções bem como de clubes.

Próxima segunda-feira, arranca, na Cidade de Maputo, a décima edição do Kinani – Bienal Internacional de Dança Contemporânea. Desta vez, a iniciativa vai celebrar uma década de existência com artistas, promotores e directores de arte provenientes de 15 países, entre os quais África do Sul, Angola, Cabo Verde, Mali, Madagáscar, Marrocos, Nigéria e Tanzânia.

Num primeiro momento, a programação do Kinani inclui uma “Semana preliminar”, que inicia segunda-feira, dia 13, como forma de convidar o público ao que Quito Tembe, director do festival, considera imersão mais profunda no evento. Já de 20 a 26 de Novembro, será a deradeira fase da Bienal Internacional de Dança Contemporânea.

Ao todo, a Cidade de Maputo vai contabilizar 32 espectáculos em teatros, salas convencionais e espaços alternativos. Parte dos 32 espectáculos, inserem-se na bienal Danse em Afrique, que vai contribuir para que a capital do país também seja a capital da dança e de outras artes durante o mês de Novembro. Por isso mesmo, “A grandeza do Kinani, que passa do nosso controlo, traz interesse turístico à cidade. Agora, este é um evento que transcende a equipa de jovens que tem feito o evento acontecer”, afirmou Quito Tembe, durante o lançamento do evento semana passada, no Jardim Tunduru, em Maputo.

Como tem sido habitual, a organização do Kinani – Bienal Internacional de Dança Contemporânea não pretende, nesta décima edição, limitar-se a uma sala ou a um espaço. Pelo contrário, “Olhamos para a cidade como um palco. Por isso, o nosso principal parceiro é a própria cidade. Queremos aproveita o período da bienal para promover as artes e o turismo nacional”, disse Quito Tembe.

Para o Director do Centro Cultural Franco-Moçambicano, Vincent Frontczyk, a sua instituição, parceira do Kinani desde o início, a décima edição do Kinani constitui um momento da consagração para todos os sectores culturais moçambicanos. “Será uma grande festa, com impacto muito positivo pela cidade e pelo país. Gostava de agradecer e felicitar toda a equipa e todos artista. Aos que fazem de Maputo uma expressão de dança muito forte. Temos todos de aproveitar desta grande oportunidade”.

Por sua vez, a Vereadora da Cultura da Cidade de Maputo, Isabel Macie, entende que a décima edição do Kinani será um momento de exaltação da cultura e da força de Moçambique na capital. “Esta edição integra celebrações das festividades da Cidade de Maputo.

Combinando um evento nacional e o outro africano, o que indica que Maputo é uma cidade criativa. Esta plataforma está mais revigorada, a crescer e a enriquecer o roteiro da nossa cidade. A iniciativa de juntar artistas em Maputo prova que a linguagem cultural é aglutinadora, que não tem fronteiras. A arte funciona como vector da busca de soluções”, defendeu a vereadora.

De acordo com a organização do Kinani, a bienal vai apresentar, durante o evento, peças de companhias e a solo, com performances que valorizam a equidade de género e dimensão regional e territorial. As peças em causa, com efeito, resultam de actividades de pesquisa e de residências criativas.

Quanto aos espectáculos da décima edição do Kinani, serão apresentados na Praça da Independência, Jardim Tunduru, Centro Cultural Franco-Moçambicano, Teatro Avenida, Centro Cultural Moçambique-China, Cine-Teatro Scala, Sé Catedral de Maputo, Correios de Moçambique, Cine África, Quarto Andar e e Bairro Polana Caniço.

A organização da Feira do Livro de Maputo foi convidada a participar na terceira edição do Mercado de Indústrias Criativas do Brasil (MICBR), evento a ser realizado de 8 a 12 deste mês de Novembro, em Belém. O evento inclui rodadas de negócios, actividades de networking, showcases, mentorias, conferências, mesas de debate e actividades culturais.

Segundo o Ministério da Cultura do Brasil, o Mercado de Indústrias Criativas do Brasil pretende fomentar e impulsionar o crescimento dos sectores criativos, facilitar a circulação de bens e serviços culturais, estimular a internacionalização da produção cultural nacional e promover a profissionalização dos agentes culturais brasileiros.

O evento vai reunir criadores e empreendedores dos sectores culturais e criativos do Brasil, além de convidados de outros países, abrangendo 15 sectores em sua programação.

A programação inclui, também, rodadas de negócio, apresentações para venda de ideia, projecto ou negócio, apresentações artísticas curtas com fins comerciais e actividades de formação de redes de contactos. Também são realizadas actividades formativas como mentorias, oficinas, palestras magnas (key-notes), mesas redondas e painéis e apresentações artísticas.

A participação da Feira do Livro de Maputo é resultado do trabalho abnegado do certame literário na internacionalização da literatura moçambicana e na criação de um espaço fértil para a mobilidade editorial e diálogo permanente entre os escritores dos países falantes da língua portuguesa, para além de firmar a cooperação que desde a primeira edição da Feira se assumiu “eterna” entre o Conselho Municipal de Maputo e a Embaixada do Brasil em Moçambique, por meio do Instituto Guimarães Rosa.

De acordo com a Coordenadora-Adjunta da Feira do Livro de Maputo e Directora Municipal-Adjunta de Bibliotecas e Arquivos, Verónica Chequele, diversas acções foram realizadas para atender ao convite feito pelo Ministério da Cultura do Brasil. A Coordenadora-Adjunta da Feira do Livro de Maputo, enquanto representante do Conselho Municipal de Maputo e de Moçambique, tem diversos compromissos oficiais durante o evento, participar em reuniões, debates e palestras.

“A presença da Feira do Livro de Maputo no MICBR 2023 reforça a reconstrução das pontes literárias e do importante papel da língua e do livro na valorização, divulgação e internacionalização das letras, artes, culturas e toda rede criativa da comunidade dos países da CPLP. Para nós, o fortalecimento das parceiras oferecerá uma oportunidade de estabelecer um diálogo permanente entre os criadores e a indústrias envolvidas nesta missiva cultural “, afirmou Verónica Chequele.

“Esta é uma excelente oportunidade para elevar a cultura moçambicana para além fronteira, promover os nossos fazedores das artes e fomentar o desenvolvimento da economia criativa na cidade capital. Estes mercados têm a capacidade de potencializar a produção, dar visibilidade e fortalecer as indústrias culturais, gerar empregos de qualidade e promover a comercialização de produtos nacionais e serviços no mundo” apontou a Coordenadora-Adjunta da Feira do Livro de Maputo.

O fotógrafo Mariano Silva vai inaugurar, às 18 horas desta terça-feira, a individual designada “Danças Comigo?”, na sala de exposições do Centro Cultural Franco-Moçambicano, na Cidade de Maputo.

A nova proposta de exposição de Mariano Silva, conforme avança a nota de imprensa do Franco-Moçambicano, reúne uma colecção de fotografias capturadas em performances de dança, vistas através da lente única do fotógrafo português, residente em Moçambique desde 2013, portanto, há 10 anos. “Mariano Silva tem uma paixão especial pela dança contemporânea e tem documentado as principais figuras da dança em Moçambique”, lê-se na na mesma nota do imprensa.

Mariano Silva nasceu em Elvas, Portugal, a 5 de Abril de 1976, com uma licenciatura em Engenharia Civil na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra – Portugal.

A fotografia ocupa a maior parte do seu tempo livre desde 2008, tendo-se tornado um profissional de pleno direito nesta área, já em Moçambique, em 2016.

Como fotógrafo profissional, executa uma infinidade de trabalhos para vários clientes, tendo a fotografia e vídeo empresarial, o trabalho de campo e a cobertura de eventos um stand-out. O seu conjunto de trabalhos já realizados permitiu-lhe adquirir uma vasta experiência profissional em vários sectores da fotografia e do vídeo.

“Danças Comigo?” fica patente no Centro Cultural Franco-Moçambicano até 9 de Dezembro.

 

O Conselho de Segurança das Nações Unidas (ONU) continua num impasse em relação à situação em Gaza, com os 15 Estados-membros a não reunirem um consenso sobre pausas humanitárias, afirmou esta segunda-feira o embaixador norte-americano Robert Wood.

O Conselho de Segurança da ONU reuniu-se hoje, a pedido da China e dos Emirados Árabes Unidos, para discutir o agravamento da situação em Gaza e os recentes ataques aéreos de Israel ao campo de refugiados de Jabalia e a um comboio de ambulâncias perto do Hospital Al Shifa, mas vários diplomatas indicaram no final que “as lacunas” ainda permanecem, um mês depois do início do conflito.

Após a reunião, que decorreu a portas fechadas, Robert Wood disse a jornalistas que, “neste momento, ainda não há acordo”, apesar de terem sido discutidas pausas humanitárias e de os EUA estarem “interessados em alcançar uma linguagem nesse sentido” numa futura resolução que vá a votos no Conselho de Segurança.

A reunião de ontem segue-se a um período de intenso, mas inconclusivo, de negociações do Conselho de Segurança em torno de um possível projeto de resolução sobre a escalada do conflito entre Israel e o grupo islamita Hamas, escreve o Observador, que cita a Lusa.

Ainda ontem, o Primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou que “não haverá um cessar-fogo geral em Gaza sem a libertação dos nossos reféns”.

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