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As Forças Armadas de Defesa de Moçambique (FADM) contam, a partir de agora, com novos militares habilitados para integrar as forças de comandos, na sequência do encerramento do 31.º Curso de Comandos, realizado na cidade de Nacala, província de Nampula.

O curso teve como objectivo dotar os militares de conhecimentos e técnicas específicas para o cumprimento de missões que exigem elevado nível de preparação física, táctica e psicológica.

Durante a cerimónia, que contou com a presença de altas patentes militares e outras entidades, os formandos participaram em actos protocolares e demonstraram parte das competências desenvolvidas durante a formação.

A cerimónia de encerramento foi marcada por demonstrações de disciplina e preparação militar, com os novos comandos a exibirem as capacidades adquiridas ao longo do processo de formação.

A conclusão do 31.º Curso de Comandos representa mais uma etapa no processo de preparação das FADM para responder aos desafios de defesa e segurança do país, particularmente em contextos que exigem unidades com capacidade de actuação especializada.

 

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Trata-se de 11 cidadãos de nacionalidade paquistanesa e sete bengalis, que foram interpelados no último Domingo, no posto administrativo de Kambulatsitsi, no distrito de Moatize. As autoridades migratórias em Tete dizem que os imigrantes  estão retidos por não possuírem  vistos de entrada e não usaram os postos oficiais para fazer o movimento migratório.

A PRM explicou os contornos da retenção  dos imigrantes, e disse que em conexão com o caso estão detidos três Cidadãos moçambicanos indiciados de facilitação de imigração ilegal.

Os três indiciados detidos pela Polícia da República de Moçambique, entre eles  um intermediário, um alojador e um guarda, todos confessos, disseram ao “O País” que se têm  envolvido no esquema em troca de valores monetários.

Só neste ano, a PRM  efectuou a apreensão de treze viaturas, quatro motorizadas e deteve cerca de 21 facilitadores da imigracão ilegal.

A província de Tete  possui uma extensão de linha de fronteira de 1,450 km maior parte da qual aberta.

Continua lento a aderência ao processo das matrículas da primeira classe, na cidade e província de Maputo. Algumas escolas não ainda não preencheram sequer 20 por cento das metas e os gestores escolares temem não alcançar as metas até 31 de Dezembro.  

As matrículas da primeira classe decorrem há um mês, mas o que se verifica em algumas escolas, da cidade de Maputo,é a fraca afluência de pais e encarregados de educação.

Algumas escolas chegam a passar dias sem inscrever nenhum aluno para o ano lectivo 2026 e em resultado, encontram-se longe de alcançar as metas. 

Na Escola Primária A Luta Continua,  por exemplo, apenas 23 alunos dos 100 previstos haviam sido matriculados até as primeiras horas desta segunda-feira. 

“Não é um balanço positivo porque ainda estamos aquém do desejado, continuamos expectantes para que os pais possam vir e matricular os seus educandos porque ainda continuamos com muitas vagas”, explicou Valdimar Mbenhane, director da Escola Primária A Luta Continua. 

A mesma situação verifica-se em algumas escolas da província de Maputo. 

“A meta que temos é de matricular 400 alunos da primeira classe, mas até agora só conseguimos 52 crianças”, explicou Ezequiel Marcolino, director adjunto da Escola Primária Matola Sede, que revelou que as enchentes têm se registado quando faltam poucos dias para o fim das matrículas. 

Na província de Maputo a expectativa é de matricular mais de 50 mil alunos, entretanto “até a última sexta-feira tínhamos conseguido matricular 10.566 novos ingressos da primeira classe, correspondente a 22 por cento da realização da nossa meta. Contudo, estamos a fazer um trabalho que visa necessariamente trabalhar com as comunidades para que os pais e encarregados de educação adiram ao processo das matrículas para o ano lectivo 2026 ”, explicou Sérgio Matsinhe, representante da direcção da Educação da província de Maputo. 

Os gestores escolares explicam que, em parte, a fraca afluência deve-se à expansão das famílias aos novos bairros, mas também, mas também ao hábito de deixar tudo para última hora. 

“Muitos pais mudaram-se para os arredores da cidade de Maputo e com isso levam os seus filhos e netos para estudarem lá, outro fenômeno é que os encarregados de educação deixam tudo para a última hora, esperamos ter mais alunos”.

Os gestores escolares apelam para que se adira ao processo, de modo a evitar enchentes. 

As matrículas da primeira classe terminam a 31 de Dezembro e o processo é gratuito.  

Uma mulher foi detida na Beira, acusada de roubar uma recém-nascida de apenas duas semanas de vida. A acusada teria enganado a mãe do bebé com promessas de emprego, tendo depois roubado o seu bebé e apresentado ao marido como se fosse fruto da relação entre os dois. 

Um caso aconteceu na terça-feira da semana passada, quando uma senhora de 30 anos de idade, aproximou-se de uma adolescente de 16 anos, que já era mãe. A indiciada estava grávida de sete meses e, algumas horas antes de cometer o crime, perdeu o seu bebé. 

“Quando saí para casa, encontrei com uma mãe no portão, com o bebé dela pequeno. Então, saímos juntas e ela decidiu ir ao mercado para comprar algo. Quando chegamos lá [ao mercado] ela se distraiu um bocadinho e ela estava muito pesada. Como estava muito pesada, deu-me o bebé para segurar, quando se distraiu um pouquinho, e eu peguei o bebé naquele desespero e fui para casa”, relatou a acusada.  

A indiciada  alegou que pretendia apresentar o bebé roubado ao marido como se o mesmo fosse fruto da relação entre os dois. “Porque eu acabava de perder meu filho. Estava naquele desespero de como vou explicar para o meu marido”, declarou. 

Além da acusada, a Polícia deteve também o pai do bebé roubado. “Podemos perceber que o pai cometeu o crime de união prematura, visto que a mãe da referida bebé ser uma menor de 16 anos de idade, facto que levou com que o pai fosse igualmente detido”, explicou Honório Chimbo, porta-voz da PRM na Beira.

O crime foi esclarecido graças a denúncias populares. A bebé já foi devolvida à sua mãe e as duas estão a ter acompanhamento hospitalar.  

Pelo menos 26 pessoas morreram devido ao deslizamento de terra no oeste do Quénia e outras 25 continuam desaparecidas. O país encontra-se na sua segunda época de chuvas.

Chuvas intensas têm atingido a região ocidental do Vale do Rift, no Quénia, desde semana passada. A  Cruz Vermelha daquele país afirma que as zonas mais afectadas ainda não são acessíveis por estrada devido a deslizamentos, lama e inundações repentinas.

O número de vítimas mortais que até este domingo estimava-se em 21 subiu para 26, 25 desaparecidos e 25 feridos .

 Vinte e cinco pessoas com ferimentos graves foram transportadas de avião para um hospital na cidade vizinha de Eldoret para tratamento, enquanto outras com ferimentos leves receberam cuidados no local.

Os esforços de resgate continuaram até sábado, apesar da chuva intensa persistente, enquanto as agências de desastre procuravam entre os escombros das casas desabadas por pessoas desaparecidas.

À medida que os esforços de busca e salvação continuavam este domingo, as autoridades locais afirmam que estão a trabalhar urgentemente para fornecer assistência humanitária e apoiar as famílias afectadas.

Mais de 1.000 casas foram destruídas pelo fenômeno. O ministro do Interior do Quénia apelou aos residentes que vivem perto de rios sazonais, ou em áreas onde ocorreram deslizamentos, para se mudarem para locais mais seguros.

O país encontra-se na sua segunda época de chuvas, também conhecida como “chuvas curtas”, quando normalmente experimenta algumas semanas de tempo húmido, em comparação ao período mais intenso e prolongado ocorrido no início do ano.

Centenas de pessoas morreram nos últimos anos devido a deslizamentos de terra e inundações no Quénia.

A presidente da Tanzânia, Samia Suluhu Hassan, tomou posse esta segunda-feira numa cerimónia limitada a convidados, após eleições contestadas, o que  provocou protestos mortais. As manifestações ocorreram depois que dois dos principais candidatos da oposição foram impedidos de concorrer. 

A cerimónia, que contou com a presença do Presidente da República, Daniel Chapo, foi realizada em terrenos pertencentes ao governo na capital administrativa, Dodoma, e  limitada a convidados,  uma mudança em relação ao passado, quando o presidente tomava posse em estádios de futebol lotados e abertos ao público.  A tensão permaneceu alta na capital comercial, Dar es Salaam, após três dias de protestos eleitorais. 

Postos de gasolina e mercados fechados, e as ruas quase desertas, enquanto funcionários do governo continuam a trabalhar a partir de casa. Em Dodoma, a maioria das pessoas permanece em casa. As eleições de 29 de Outubro foram marcadas por violência, à medida que manifestantes saíram às ruas das principais cidades para protestar contra as eleições e impedir a contagem de votos. 

O exército foi mobilizado para ajudar a polícia a conter violência, à medida que manifestantes saíram às ruas das principais cidades para protestar contra as eleições e impedir a contagem de votos. Houve corte de Internet neste país da África Oriental, o que perturba viagens e outras actividades.

O governo adiou a reabertura das universidades, prevista para esta segunda-feira. As autoridades não informaram quantas pessoas foram mortas ou feridas na violência. Mas a oposição que rejeita as eleições, fala de cerca de 700 mortos. 

Um porta-voz do escritório de direitos humanos da ONU, por sua vez, disse na sexta-feira que havia relatos credíveis de 10 mortes em Dar es Salaam e outras cidades da Tanzânia. 

A violência eleitoral na Tanzânia levou ao encerramento do posto fronteiriço com o Quénia em Namanga, onde produtos agrícolas transportados em camiões têm estado a apodrecer há seis dias.

As províncias de Cabo Delgado, Sofala e Cidade de Maputo já têm garantido um representante no Moçambola 2026, com a qualificação de duas equipas locais para a finalíssima da poule de apuramento para a prova. 

As formações do Desportivo de Pemba e Associação Desportiva de Pemba, ambas de Cabo Delgado, vão lutar por uma vaga na maior prova futebolística nacional, facto que, caso aconteça e caso o Baía de Pemba garanta a manutenção, vai fazer com que a província tenha dois representantes. 

O mesmo poderá acontecer com a província de Sofala, em que as formações da Liga Desportiva de Sofala e FC da Beira vão disputar, entre si, o acesso ao Moçambola 2026, após garantirem um lugar na finalíssima. À semelhança de Cabo Delgado, a província central de Sofala poderá, também, contar com dois representantes no próximo ano. 

Ou seja, uma das equipas que lutam por uma vaga na prova poderá juntar-se ao Ferroviário da Beira que, ao que tudo indica, vai garantir a manutenção na maior montra do futebol nacional. 

LONGA ESPERA PARA MAXAQUENE E ESTRELA

Já na zona sul, o Maxaquene e o Estrela Vermelha vão travar um combate que se espera venha ser electrizante. As duas equipas vão representar  a Cidade de Maputo na finalíssima. 

Há seis anos fora do Moçambola, ou seja, desde 2019, o Maxaquene tem todas as baterias viradas para a maior prova futebolística nacional, após sucessivos falhanços. Em contrapartida, os “tricolores” terão pela frente um Estrela Vermelha arredado do convívio dos grandes desde 2016, ou seja, há nove anos. 

Assim, a Cidade de Maputo voltará a ter quatro equipas no no Moçambola 2026. A equipa apurada vai juntar-se ao Ferroviário de Maputo, Costa do Sol e Associação Black Bulls. 

Com um percurso quase que imaculado ao nível das duas séries, as duas formações venceram a concorrência de equipas como o Clube de Chibuto, Ferroviário de Gaza e Incomáti de Xinavane, esta última que até à última jornada tinha chances de se qualificar à finalíssima, tendo claudicado frente à turma chibutense, empatando sem abertura de contagem. 

O jogo entre o Clube de Chibuto e Incomáti de Xinavane terminou em escaramuças, com os adeptos dos “açucareiros” a agredirem a equipa de arbitragem chefiada pelo internacional moçambicano, Celso Alvação. 

Devido à gravidade da agressão, um dos árbitros auxiliares teve de ser socorrido para o Hospital Provincial de Xai-Xai, sendo que Alvação foi assistido numa unidade sanitária local. Os jogos da finalíssima, que serão disputados em duas mãos, estão agendados para os dias 8 e 16 do mês em curso. 

Membros da sociedade civil em Gaza defendem a mudança na Constituição da República para reduzir os poderes presidenciais. O grupo considera urgente a despartidarização do estado, incluindo revisão estruturante da lei eleitoral, bem como a redução da carga tributária nos produtos de primeira necessidade. As informações foram avançadas, em Xai-Xai, durante um encontro no quadro do reforço do Diálogo Nacional Inclusivo.

As organizações da sociedade civil na província de Gaza defendem a revisão da Constituição da República para a redução dos poderes do Presidente da República, bem como a revisão da lei eleitoral para a prevenção e gestão de conflitos pós-eleitorais no país.

Os mesmos, que falavam durante a auscultação no âmbito do Dialogo Nacional Inclusivo, na cidade de Xai-Xai, província de Gaza, consideram que há muito trabalho que deve ser feito para que situações de crise pós-eleitoral sejam ultrapassadas.

Filipe Mahanjane, do FONGA, por exemplo, questiona a possibilidade da introdução da votação electrónica, como forma de se evitar fraudes eleitorais. “Ficamos quase três meses a quatro meses para a Comissão Nacional de Eleições divulgar os resultados oficialmente e o Conselho Constitucional validar. Será que é isso que nós queremos? Ou precisamos de que a Comissão Nacional seja reestruturada?”, sugere e questiona.

Por seu turno, Mário, também da sociedade civil, diz que o principal motivo da realização desta auscultações são as manifestações pós-eleitorais “decorrentes dos ilícitos eleitorais”, e por isso assume que “a consequência jurídica da fraude é a anulação dos resultados eleitorais”. 

Para este, “nós estamos a dialogar nada”, fazendo parelha ao facto de que não havendo mudanças, tudo continuará como está. 

Já Lutero Miguel, outro membro da sociedade civil em Gaza, pede que os poderes do Presidente da República sejam reduzidos, para que não influenciar nas decisões de outros poderes no país.

“O presidente da República não podia ser ele a nomear o Procurador-Geral, os órgãos de segurança e defesa do Estado, as associações dos juízes, entre outros órgãos. No Poder Legislativo também não podia interferir. Tinha que haver separação”, propõe. 

A despartidarização do Estado, combate à corrupção, revisão de IVA nos produtos básicos de consumo, entre outras propostas para o resgate da harmonia social, foram apresentadas pelos membros da sociedade civil reunidos na capital provincial de Gaza. 

Abner, por exemplo, diz que há necessidade de se “desmamentar” o Governo, porque “o que acontece é que em todos os sectores do Governo, o partido está lá dentro. Então como é que as pessoas vão trabalhar? Não tem como”, afirma.

Lutero Miguel vai mais longe ao questionar a proveniência de uma candidato a Presidente da República. “O Presidente da República pertence ao Partido ou não? E o Presidente da República é que nomeia o Comandante-Geral da República. O Comandante-Geral e os seus subalternos devem obediência ao Comandante-Chefe. Então como é que essa polícia vai ser apartidária?”, questiona.

Mário Silva sugere a abolição do Imposto sobre o Valor Acrescentado, IVA, nos produtos de primeira necessidade, argumentando que “de certa forma torna os produtos mais encarecidos”. 

Os defeitos do Legislativo, a qualidade do ensino, incluindo a falta de transparência no sector extrativo, não passaram despercebidos nas propostas da sociedade civil.

“Há muitas instituições de ensino superior politécnico, que formam enfermeiros, formam técnicos de medicina, formam muitos quadros. Mas depois da formação não tem enquadramento no mercado de emprego. Esses institutos são de quem?”, questiona Mário.

A sociedade civil sugere ainda a revisão dos contratos de exploração dos recursos naturais, para garantir que 50% dos benefícios possam reverter a favor das comunidades.

“Nós enriquecemos mais o estrangeiro, porque o estrangeiro vem aqui a Moçambique, vem levar a nossa matéria-prima num valor muito baixo e vai transformar a matéria-prima lá no seu país e consequentemente vem nos vender a um preço muito elevado”, denuncia Artur, membro da sociedade Civil.

Participaram na sessão, no quadro da auscultação para o Diálogo Nacional Inclusivo, várias associações da sociedade civil, baseadas em Gaza. 

O Hospital Provincial de Tete tem estado a receber, nos últimos dias, mais pacientes com hipertensão arterial e diabetes, devido a elevadas temperaturas que se fazem sentir na província.

Nos últimos dias, os termómetros registam temperaturas acima de 40 graus celsius na cidade de Tete. A situação está a criar problemas de vária ordem na saúde de alguns munícipes, sobretudo para quem se faz à rua sem protecção para enfrentar o sol escaldante.

As autoridades de saúde na capital provincial de Tete alertam para o aumento de casos de doenças crónicas, como a hipertensão e a diabetes.

Teresa Salcuchepa foi diagnosticada com hipertensão arterial há onze anos e conta que estar nessa condição em Tete é um desafio, sobretudo no período de calor intenso.

Tal como Teresa Salcuchepa, Feliciana António também enfrenta dificuldades para lidar com a doença na época quente. O “O País” disse que já passou mal de saúde, por conta das altas temperaturas, enquanto caminhava.

As autoridades sanitárias recomendam a hidratação constante com água, sobretudo, para auxiliar a regulação da temperatura do corpo, e redução de actividades em locais de maior exposição nas horas de calor intenso.

O partido ANAMOLA realizou, este sábado, uma marcha de saudação à direcção daquela formação política, na cidade de Maputo, que culminou com a actividade de inscrição de novos membros na Praça dos Trabalhadores.

Os primeiros passos da marcha, que tinha como destino a Praça dos Trabalhadores, na baixa da cidade, começaram na Praça dos Combatentes, seguindo pela Avenida das FPLM.

Descrita como uma marcha de saudação ao partido na capital, o movimento reuniu membros e simpatizantes do ANAMOLA de todas as idades.

Com cânticos e punhos no ar, jovens e mulheres aproveitaram o momento para expressar as suas preocupações.

De longe, moradores assistiam das suas casas, enquanto outros dançavam pelas ruas.

A direção do partido afirma que, para além de uma mera saudação, o movimento visa também reactivar as forças internas.
O partido, recentemente oficializado, diz ter sido recebido de braços abertos pelos citadinos da capital.

Além da Avenida das FPLM, o percurso incluiu a Rua Polana Caniço B, Vladimir Lenine, Rua da Malhangalene, Joaquim Chissano, Milagre Mabote, Eduardo Mondlane e Guerra Popular, antes de chegarem à baixa da cidade, onde decorreu um comício popular e o registo de novos membros.

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