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As obras de emergência para a reabilitação de troços críticos da Estrada Nacional Número 1 (N1), na província de Sofala, já arrancaram, meses depois de as chuvas terem provocado danos em importantes pontos da via.

Um empreiteiro encontra-se já no terreno a trabalhar em cerca de 12 quilómetros considerados críticos, com o objectivo de repor a transitabilidade da estrada, segundo garantiu ontem o ministro dos Transportes e Logística.

Sofala foi uma das primeiras províncias a sentir o impacto das chuvas registadas em Outubro do ano passado, que danificaram parte da N1 no troço entre Save e Inchope.

O ministro dos Transportes e Logística reconhece, contudo, que o problema não poderá ser resolvido apenas com intervenções de emergência ou simples “tapa-buracos”. Grande parte do pavimento da estrada encontra-se desgastada, razão pela qual o Governo aposta numa reabilitação profunda da principal via rodoviária do país.

O financiamento continua a ser um dos maiores desafios. Parte das obras em curso no centro do país está a ser custeada por fundos disponibilizados por parceiros de cooperação, enquanto, para os restantes lotes, o Governo prevê recorrer a recursos do Orçamento do Estado.

A meta estabelecida pelo Governo é ambiciosa: garantir que a Estrada Nacional Número 1 esteja transitável em toda a sua extensão até ao final do actual mandato.

Para alcançar este objectivo, o ministro defende a necessidade de deixar para trás as intervenções meramente paliativas e avançar para a reconstrução e reabilitação efectiva da principal estrada nacional.

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O Presidente da República, Filipe Nyusi, inicia, esta quarta-feira, uma visita de trabalho de dois dias à província de Nampula.

De acordo com um comunicado da Presidência enviado esta tarde ao jornal O País, o Chefe do Estado vai inaugurar, amanhã, a Rede Eléctrica do Posto Administrativo de Chinga.

Morreu, esta terça-feira, aos 89 anos, num hospital privado em Abidjan o ex-presidente da Costa do Marfim, Henri Konan Bédié. A notícia foi anunciada ontem por um membro da comunicação do seu partido, citado pelo Notícias ao Minuto.

Após o anúncio da sua morte, que ocorreu na Polyclinique Internationale Sainte Anne-Marie (PISAM), na capital da Costa do Marfim, começou a juntar-se uma multidão em frente à residência do antigo chefe de Estado.

Chefe de Estado entre 1993 e 1999, Henri Konan Bédié não tinha descartado ser candidato às próximas eleições presidenciais na Costa do Marfim.

Bédié foi apontado no final de Março como candidato único à sua sucessão na presidência do Partido Democrático da Costa do Marfim (PDCI), principal movimento de oposição e partido do primeiro presidente costa-marfinense, Félix Houphouët-Boigny, cuja eleição está agendada para o próximo congresso do partido em Junho.

No final de Março, o ex-presidente apelou aos membros do seu partido para se unirem, para vencer as próximas eleições presidenciais em 2025, que se seguirão às eleições municipais e regionais marcadas para 02 de Setembro.

Henri Konan Bédié também tinha sido indicado como candidato nas últimas eleições presidenciais de 2020.

Garantia tinha sido dada pelo vereador de Mobilidade do Município de Maputo, Alexandre Muianga, e não chegou a ser concretizada. Edilidade remete agora à Empresa Municipal de Transportes Públicos de Maputo

Batalha-se diariamente por um espaço em autocarros e viaturas de transporte semicolectivo de passageiros na região metropolitana do Grande Maputo, enquanto falha mais uma promessa das autoridades para reduzir o drama do transporte.

No último dia 31 de Julho, terminou o prazo que tinha sido avançado pelo Município de Maputo para a reintrodução de autocarros articulados. A promessa foi feita pelo vereador de Mobilidade na autarquia da capital do país no dia 29 de Junho, deixando claro que, em Julho, os autocarros articulados já estariam em circulação na capital: “Vamos iniciar já no próximo mês (Julho), a introdução de autocarros articulados, isto tudo com vista a melhorar o sistema de transporte no nosso município”.

O jornal O País contactou o vereador Alexandre Muianga, mas o mesmo remeteu os esclarecimentos à Empresa Municipal de Transportes Públicos de Maputo (EMTPM), tutelada pelo Município. A mesma remissão à EMTPM foi feita pela Agência Metropolitana de Transportes. No entanto, o PCA da empresa de transportes, Lourenço Albino, disse que só se pode pronunciar com a autorização do Ministério dos Transportes e Comunicações.

Questionado esta terça-feira no fim da Sessão do Conselho de Ministros, o porta-voz do Governo, Filimão Suazi respondeu que o assunto não foi abordado na reunião do Executivo e que faria o esclarecimento assim que o assunto fosse abordado no encontro.

Até Dezembro do ano passado, já tinha sido lançado o concurso público para a identificação do operador que iria introduzir os autocarros, conforme anunciou, na altura, a Agência Metropolitana de Transportes. Já em Março, o Ministro dos Transportes e Comunicações, Mateus Magala, revelou que o concurso já tinha terminado e as propostas já estariam em avaliação, fase que terminaria até Abril.

A editora Ethale Publishing manifestou, esta segunda-feira, sentir-se defraudada pela organização da nona edição da Feira do Livro de Maputo, pois, segundo revela em comunicado de imprensa, “notamos pouco ou nenhum interesse de entidades e do público em geral em aderir ao evento, o que acabou afectando a uma das finalidades da realização de uma feira, as vendas”. A seguir, a nota de imprensa na íntegra.

 

“Nos dias 27, 28 e 29 de Julho decorreu no Paços e átrio do Conselho Municipal de Maputo, a edição 2023 da Feira do Livro de Maputo. O evento começou a ser divulgado em meados do mês de Junho de 2023, um mês antes do início da mesma. A comunicação era feita sobretudo através das redes sociais da feira, particularmente o Facebook e Instagram.

A Ethale Publishing, uma editora que actua no mercado livreiro nacional desde 2016 com enfoque na promoção de narrativas africanas, foi uma das feirantes. Como editora nos sentimos defraudados pela organização, pois a feira teve, por um lado, um enorme déficit organizacional, e por outro, notamos pouco ou nenhum interesse de entidades e do público em geral em aderir ao evento, o que acabou afectando a uma das finalidades da realização de uma feira, as vendas. Como editora esperávamos que tivéssemos tido um maior engajamento com o público e com os demais actores do circuito livreiro e cultural nacional, pois uma feira é essencialmente uma oportunidade de negócio, o que não aconteceu.

 

Sendo assim, e porque temos interesse em ver a Feira do Livro de Maputo a ser feita com o devido profissionalismo e a dignificar a cidade e aos seus munícipes, gostaríamos de apresentar as nossas sugestões para que as futuras edições sejam melhores.

 

  • Desafiamos o Município de Maputo a passar a gestão da feira para uma equipa de profissionais da indústria cultural, que possa assegurar que a feira seja uma verdadeira oportunidade de venda, exposição de livros e divulgação da criatividade nacional;
  • Desafiamos o Município de Maputo a preparar com pelo menos doze meses de antecedência e a envolver diversas entidades, sejam públicas e privadas que olhem para o livro e a leitura como motores de desenvolvimento social e económico do país;
  • Que a feira seja realizada num local mais espaçoso e onde outras actividades complementares de promoção da cultura e animação turística possam decorrer – exemplo do Jardim Tunduru;
  • Que a comunicação sobre a Feira seja abrangente, envolvendo escolas, universidades, meios de comunicação, mídia, actores públicos, sector privado, companhias aéreas, aeroportos, e etc;
  • Que o pagamento da taxa de inscrição para a participação dos feirantes se reflicta em contrapartidas mais concretas, e não apenas ao uso de mesa, sombra e corrente eléctrica, pois o investimento dos participantes durante os três dias não são cobertos pelas fracas vendas;
  • Que o Município de Maputo faça valer a sua responsabilidade na divulgação e promoção do livro, subvencione os livreiros, de modo a garantir maior acesso ao livro por parte dos munícipes de Maputo, através de descontos acordados entre a comissão organizadora e os livreiros;
  • Que no fim da feira sejam produzidos relatórios contendo reflexões e propondo novos caminhos e soluções, com base nos temas apresentados. Que o conteúdo daí resultante seja colocado à disposição de quem queira consultar, podendo ser em formato impresso ou digital, em modelo de revista ou jornal. Não julgamos ser salutar a feira não produzir nenhum pensamento.

Como editora, gostaríamos de reiterar o nosso compromisso de continuar a colaborar com o Município de Maputo e outras autoridades de promoção da leitura, do livro, da cultura e do turismo em geral, desde que estejam asseguradas as condições mínimas.

A nossa expectativa é que a Feira do Livro de Maputo seja verdadeiramente uma feira, funcionando como uma oportunidade para a promoção da indústria cultural e do turismo na cidade, tendo o livro no centro”.

A 1 de Outubro de 2015, em Yaoundé, Moçambique e Nigéria protagonizaram um jogo de “loucos” nos quartos-de-final do “Afrobasket” com as nigerianas a vencerem por 71-66.

Naquela magnífica quanto decepcionante tarde, Odélia “Mafa” Mafanela, com um duplo-duplo (18 pontos e 11 ressaltos), e Deolinda Carmen Ngulela, com 16 pontos e quatro assistências, lideraram as “Samurais” num jogo disputado até ao limite.

Do outro “lado da barricada”, estava uma inspirada Joyce Eziaku Ekworomadu que contabilizou 20 pontos, quatro ressaltos e três assistências, conduzindo, desta forma, as “D’Tigers” para às meias-finais do certame.

Mas este não foi o único encontro entre as selecções nacionais de Moçambique e Nigéria. Em 2003, numa final dramática, no pavilhão do Maxaquene, as nigerianas venceram por 69-63. Os 21 pontos de Clarisse “Match” Machanguana foram insuficientes para levar Moçambique aos Jogos Olímpicos Atenas 2004.  Mfon Udoka brilhou com 28 pontos, ficou-nos o consolo de Deolinda Carmen Ngulela ter sido indicada jogadora mais valiosa (MVP).

Em 2011, novo encontro entre Moçambique e Nigéria nos quartos-de-final do “Afrobasket”, sendo que nesta prova as nigerianas voltaram a ser mais fortes, ao vencerem por 77-49, num duelo em que Sara Ogoke foi determinante com 17 pontos. Houve “vingança”, em 2013, no “Afrobasket” realizado em Maputo. O combinado nacional, então orientado por Nasir “Nelito” Salé, venceu a Nigéria, por 77-74. Clarisse Machanguana foi a melhor cestinha da partida com 17 pontos, tendo sido secundada por Leia “Tanucha” Dongue com 13.

No “Afrobasket” 2007, em Dakar, a Nigéria afastou Moçambique dos quartos-de-final com vitória por 69-61. Com 28 pontos, Carla da Silva foi a melhor cestinha da selecção nacional, enquanto Olayinka Sanni liderou a Nigéria com 21.

O advogado José Caldeira defende a necessidade de criação de um regulamento que clarifique a questão dos serviços mínimos em caso de greve. No seu entender, tal evitaria danos como os que estão a ser registados com a greve dos médicos.

José Caldeira, que falava no Programa Hora do Consumidor, da Stv Notícias, disse que o direito à greve está plasmado na Constituição da República, no seu artigo 87, assim sendo, este não deve ser negado.

Entretanto, para o caso da greve dos médicos em curso no país, há alguns aspectos que, segundo José Caldeira, precisam de ser observados. O primeiro tem a ver com a lei que fixa como os serviços essenciais, como o caso do serviço de saúde, devem ser regulados e como devem ser exercidos.

“Isto deve ser interesse, não só do Estado, mas também dos cidadãos. Se houver clareza da forma como o exercício dos serviços mínimos será feito, os cidadão estarão mais preparados para enfrentar a situação que está a ocorrer neste momento ou futuramente”, explicou.

Conforme explicou, a questão da greve para o sector privado está muito mais fundamentada e detalhada na Lei de Trabalho, mas o mesmo não acontece para os funcionários de Estado, por isso defende a busca de soluções rápidas que possam atenuar as consequências desta greve.

“O Estado deve negociar com os médicos para ver até que ponto é possível existir um equilíbrio, relativamente à reivindicação dos médicos, mas também ver uma forma de estabelecer os serviços mínimos com menos danos e prejuízos para os utentes do Serviço Nacional de Saúde”, referiu Caldeira.

Já Uriel Menete, outro jurista, diz que, com a existência deste regulamento, seria muito mais prático observar o cumprimento ou não de alguns estatutos. Por exemplo, estaria descrito quais são os serviços mínimos e quantos médicos devem estar a trabalhar em determinados serviços.

Disse, ainda, que essa tal lei determinaria quais são os moldes em que a greve deve acontecer e assim o cidadão saberia onde e o que contestar caso esses estatutos não estivessem a ser cumpridos.

“O que sabemos é que, embora esta lei específica não exista, os médicos gozam de um direito que está consagrado na Constituição. O cidadão sente-se amarrado a contestar o que quer que seja porque os médicos estão a exercer o seu direito da forma que é possível. Se há uma responsabilidade a ser feita deve ser em aquele que tem por obrigação suprir as necessidades de saúde do cidadão e não para o médico.”

Segundo os juristas, os médicos, junto do regulador, precisam de definir o que seriam serviços mínimos, para que sejam criadas balizas neste tipo de manifestações e em caso de danos, por exemplo, os infractores possam ser responsabilizados.

No Centro do país, poderá haver ocorrência de chuvas fracas a moderadas nas próximas 24 horas. De resto, a semana será de tempo fresco em todo o país.

O frio intenso que se verifica desde esta terça-feira continuará até à tarde de amanhã, na zona Sul do país. Esta é uma previsão do Instituto Nacional de Meteorologia, que fala também de chuvas fracas a moderadas para as províncias de Maputo, Gaza, Inhambane, nas próximas 24 horas.

“A zona Sul do país está sob a influência de uma frente fria pouco activa que culminou com a queda de uma chuva fraca ao longo da faixa costeira e consequente descida da temperatura. Para as próximas 24 horas, nós esperamos a continuação de chuvas fracas na zona Sul, mas com melhoria ao entardecer”, disse Júlio Langa, meteorologista do INAM.

Segundo o meteorologista, o sistema vai afectar também o estado de tempo da zona Centro com ocorrência de chuvas fracas em Sofala, Manica e moderadas na Zambézia.

Já para os restantes dias da semana, o INAM prevê tempo fresco para todo o país.

Nenhum partido político foi apresentar a sua intenção de se candidatar às eleições autárquicas desde que arrancou o processo de submissão de candidaturas há 13 dias. A CNE diz que as enchentes de última hora poderão limitar o processo.

Já há 13 dias que se iniciou o processo de submissão de candidaturas, a 20 de Julho, para as eleições autárquicas de 11 de Outubro, depois de ter terminado a inscrição das formações políticas. De acordo com a Comissão Nacional de Eleições, até esta terça-feira, nenhum partido se tinha aproximado ao Centro de Conferências Joaquim Chissano, onde decorre o processo.

“Ainda não tivemos nenhuma submissão de candidaturas. A única coisa que podemos fazer é pedir aos proponentes para se aproximarem mais cedo porque o tempo começa a escassear.”

A submissão de candidaturas está programada para acontecer em 23 dias, devendo terminar no dia 11 de Agosto corrente, ou melhor, só faltam 10 dias para o fim do processo.

Quanto à aquisição do material para as eleições autárquicas de 11 de Outubro, o porta-voz da CNE diz que decorre, neste momento, a recepção de propostas por parte de empresas interessadas no fornecimento.

Entretanto, depois da submissão de candidaturas, seguir-se-á a fase do contencioso, em que os interessados terão a oportunidade de reclamar e recorrer das decisões que recaírem sobre os seus expedientes.

Tarde de 10 de Setembro de 2019. Estádio Nacional do Zimpeto, ou melhor, adeptos dos Mambas com os nervos à flor da pele. Para tanto, pesava o facto de as feridas causadas pela frustrante e desgastante campanha dos Mambas para o CAN Egipto 2019, além de maus resultados na luta pelo acesso ao CAN Interno, não estarem saradas. Com alguns soluços, os Mambas sofriam para desatar o “nó” e resolver, logo, a eliminatória diante das Ilhas Maurícias para assegurarem a presença na fase de qualificação para o Mundial Qatar 2022.

Com olhos de lince, e augurando um futuro promissor, Luís Gonçalves olhou para o banco e sinalizou para que Genny Catamo fosse lançado. Aposta acertada, até porque o génio de Genny deu cartas e, aos 74’, cobrou com categoria uma grande penalidade, assinando o 2-0 a favor dos Mambas. Luís Gonçalves, antigo seleccionador nacional, recua no tempo e diz que já havia identificado enormíssimo potencial no extremo.

“Quando apostamos num jovem jogador e lançamos à equipa principal, a selecção nacional, é porque, realmente, reconhecemos o valor, potencial e capacidade. Não é o reconhecimento por parte de quem lidera, o treinador, e neste caso seleccionador nacional, mas também dos seus pares. Quando nós apostamos num jogador, pensamos, naturalmente, que o caminho não é imediato mas sim longo. Há, evidentemente, algumas pedras ao longo deste caminho. Acreditamos, no entanto, que o essencial está lá: a capacidade, a inteligência e muita vontade de vencer, que é um ingrediente para qualquer ser humano que quer singrar em qualquer ramo de actividade. Daquilo que eu conheço, o Genny tem tudo isto. Agora está a mostrar e a provar tudo aquilo que já augurávamos”, notou o agora treinador do Inter de Angola.

Com três golos na pré-época e uma exibição cinco estrelas no duelo com o Villarreal, partida na qual fez uma assistência para o terceiro golo do Sporting, Catamo encantou o treinador Ruben Amorim e os adeptos leoninos. Genny Catamo, garante Luís Gonçalves, tem qualidades para se impor no plantel principal do Sporting.

“Está, agora, a ter oportunidades, também porque as lesões já não o atormentam tanto. Este é um aspecto importante para a carreira de um jogador. Era espectável que o Genny pudesse projectar-se, afirmar-se, e ter uma carreira de sucesso. Estou muito satisfeito pelo facto de o Genny estar a ter esta oportunidade”, observa Luís Gonçalves.

A imprensa portuguesa aponta, nas suas crónicas, que o internacional moçambicano poderá ter a forte concorrência de Esgaio na luta por um lugar no “onze” do Sporting. O que pensa Luís Gonçalves sobre esta possibilidade? “Genny e Esgaio são diferentes. Tudo depende daquilo que Ruben Amorim pretende para o jogo. Tudo depende da evolução e do próprio modelo de jogo. Não podemos esquecer que o modelo de jogo, numa equipa, está em constante evolução e adaptação. Não vejo o Genny Catamo como lateral puro, mesmo nesta forma de jogar do Sporting poderá jogar no lado direito, por exemplo, fazendo todo o corredor”.

Estas são conjecturas de quem conhece as potencialidades de Genny Catamo, internacional moçambicano que, em Setembro de 2020, assinou contrato profissional com o Sporting. Mas acabou por ser emprestado, e hoje tem a oportunidade de voltar a mostrar todas as suas qualidades. “O futuro dirá tudo. Acredito que o Genny vai ter mais oportunidades, finalmente, mas tudo vai depender de quem é o adversário e de que forma o Sporting aborda os jogos. Só o Ruben Amorim poderá responder. Mas é claro que jogadores como Genny poderão afirmar-se”.

Ao longo da sua curta carreira, o talentoso jogador tem sido assolado por muitas lesões. Para Gonçalves, “este é um dos aspectos mais importantes na carreira de um jogador”.

E, no caso particular, diz o treinador, “Genny Catamo é um jogador bastante jovem, que tem sido incomodado por algumas lesões, realmente. Espero, sinceramente, que as lesões não sejam um problema na sua carreira. Espero que consiga ultrapassar esta questão. São questões e aspectos que ninguém pode contornar, mas pode, com melhor conhecimento e bom acompanhamento e rigor, os atletas podem, realmente, ultrapassar estas questões.”

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