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O País – A verdade como notícia

Orgulhosamente moçambicano. Chegou, viu e venceu! Dois meses depois de se ter mudado para os Estados Unidos da América (EUA), onde dá prosseguimento à sua carreira e cumpre a formação académica no Cowley College, no Arkansas City, Bruno Nhavene foi distinguido como atleta do mês de Setembro ao nível da instituição.

O jovem talentoso tenista foi reconhecido pelo seu empenho e desempenho, tendo atingido as meias-finais do Torneio da Região Central do ITA na categoria de singulares homens, além de ter conquistado a competição de pares ao lado de Boruch Skierkier.

“Bruno Nhavene é um calouro que causou um tremendo impacto no topo de singulares homens e pares nos ‘Tigres’. Recentemente, ele avançou para as semi-finais em singulares homens e foi vencedor de pares no Torneio da Região Central do ITA. Ele é considerado um dos melhores jogadores de singulares e pares do país”, lê-se no sítio do Cowley College.

Um dos mais talentosos tenistas da actualidade em Moçambique e África, Bruno Nhavene ocupa a 1418ª posição no ranking da Associação de Ténis Profissional (ATP).

Nhavene conseguiu melhorar a sua posição depois de boas prestações no Open Standard Bank, uma competição inserida no Circuito Internacional de Ténis (ITF Men’s Circuit) e reconhecida pela Associação dos Tenistas Profissionais (ATP).

Nhavene evoluiu na Academia da Federação Internacional de Ténis (ITF, sigla em Inglês) em Casablanca, Marrocos, onde cresceu bastante em termos competitivos e depois regressou ao país em Dezembro de 2020.

Aliás, disse que a bolsa é uma conquista individual à semelhança da primeira que lhe manteve durante seis anos no Centro de Alto-Rendimento, em Marrocos, de onde regressou em Dezembro de 2020. Neste momento, evolui nos EUA, depois do convite feito por dois cidadãos norte-americanos que ficaram impressionados com um vídeo seu publicado no canal “Youtube”, no qual exibe o seu percurso e talento nato.

Em Setembro de 2020, Bruno Nhavene esteve no “top 200” do ranking Federação Internacional de Ténis, na categoria de juniores, feito nunca antes alcançado por um tenista masculino.

 

Costa do Sol recebe, esta quarta-feira, a Associação Black Bulls em jogo em atraso da 11ª jornada do Moçambola 2022. Inicialmente agendado para o passado dia 22 de Setembro, este duelo foi adiado devido aos compromissos, na altura, da Associação Black Bulls na Liga dos Campeões Africanos. O duelo será transmitido em directo na Stv.

Jogo de grande risco, sem sombra de dúvidas, até porque a Black Bulls quer vencer ou vencer para manter acesa a chama da luta pela revalidação do título no Moçambola 2022.

Uma vitória sobre o Ferroviário de Maputo, por 1-0, a primeira no curto histórico de confrontos entre as duas formações, abriu espaço para os “touros” voltarem a acreditar que ainda é possível chegar ao ceptro.

Aliás, os “touros” estão há oito pontos do líder União Desportiva do Songo e numa situação de expectativa quanto ao desfecho do “caso de falta de comparência” na Liga Desportiva de Maputo (ndr: não se deslocou a Songo para defrontar a equipa local por ter quatro jogadores ao serviço das selecções de futebol sub-20 e de praia, além dos seus treinadores).

Com o melhor ataque do Moçambola 2022, a Associação Black Bulls marcou 28 golos em 15 jogos já realizados, perfazendo uma média de 1,8 tentos por jogo.

O resultado mais expressivo alcançado pelos campeões nacionais, esta temporada, foi a goleada por 6-0 imposta ao Incomáti de Xinavane, em desafio inserido na 3ª jornada do Moçambola 2022.

Acresce-se a este cenário de pressão enorme sobre o jogo desta quarta-feira o facto de o Costa do Sol vir de uma derrota em Nampula, que fez renascer o “fantasma” de exibições irregulares na presente edição do campeonato nacional de futebol.

Os “canarinhos”, bastante pressionados pelos seus adeptos, conseguiram na 13ª e 14ª jornada vitórias que conferiram tranquilidade ao grupo de trabalho.

Com 17 golos marcados na competição, média de 1,1 golo por jogo. A melhor sequência de resultados dos “canarinhos” esta temporada foram as duas vitórias consecutivas alcançadas na décima terceira e décima quarta jornadas, respectivamente, sobre a Liga Desportiva e Ferroviário de Nacala.

Entretanto, a Liga Moçambicana de Futebol (LMF) remarcou para a próxima segunda-feira, 24 de Setembro, o duelo entre a Associação Black Bulls e Ferroviário de Lichinga, inserido na 16ª jornada do Moçambola 2022.

Inicialmente agendado para domingo, o duelo sofreu, depois, um ajuste de datas devido a problemas logísticos, segundo o comunicado da LMF.

Orgulhosamente moçambicano. Chegou, viu e venceu! Dois meses depois de se ter mudado para os Estados Unidos da América (EUA), onde dá prosseguimento à sua carreira e cumpre a formação académica no Cowley College, no Arkansas City, Bruno Nhavene foi distinguido como atleta do mês de Setembro ao nível da instituição.

O jovem talentoso tenista foi reconhecido pelo seu empenho e desempenho, tendo atingido as meias-finais do Torneio da Região Central do ITA na categoria de singulares homens, além de ter conquistado a competição de pares ao lado de Boruch Skierkier.

“Bruno Nhavene é um calouro que causou um tremendo impacto no topo de singulares homens e pares nos ‘Tigres’. Recentemente, ele avançou para as semi-finais em singulares homens e foi vencedor de pares no Torneio da Região Central do ITA. Ele é considerado um dos melhores jogadores de singulares e pares do país”, lê-se no sítio do Cowley College.

Um dos mais talentosos tenistas da actualidade em Moçambique e África, Bruno Nhavene ocupa a 1418ª posição no ranking da Associação de Ténis Profissional (ATP).

Nhavene conseguiu melhorar a sua posição depois de boas prestações no Open Standard Bank, uma competição inserida no Circuito Internacional de Ténis (ITF Men’s Circuit) e reconhecida pela Associação dos Tenistas Profissionais (ATP).

Nhavene evoluiu na Academia da Federação Internacional de Ténis (ITF, sigla em Inglês) em Casablanca, Marrocos, onde cresceu bastante em termos competitivos e depois regressou ao país em Dezembro de 2020.

Aliás, disse que a bolsa é uma conquista individual à semelhança da primeira que lhe manteve durante seis anos no Centro de Alto-Rendimento, em Marrocos, de onde regressou em Dezembro de 2020. Neste momento, evolui nos EUA, depois do convite feito por dois cidadãos norte-americanos que ficaram impressionados com um vídeo seu publicado no canal “Youtube”, no qual exibe a seu percurso e talento nato.

Em Setembro de 2020, Bruno Nhavene esteve no “top 200” do ranking Federação Internacional de Ténis, na categoria de juniores, feito nunca antes alcançado por um tenista masculino.

Os internacionais moçambicanos Keyns Abdala, médio centro, José Valipavai, defesa esquerdo, e Ezequiel Machava, defesa central, constam do 11 ideal do Torneio Cosafa sub-20. Além de três atletas no 11 ideal, Moçambique viu serem eleitos Fasistêncio João, guarda-redes, e Chamito Alfândega, avançado, como suplentes na equipa ideal da competição.

É um motivo de orgulho para os moçambicanos! É um motivo de orgulho para os activos da selecção nacional, que, mesmo debaixo de muitas dificuldades, conseguiram ser briosos e fazer uma boa campanha no Torneio Cosafa sub-20, que culminou com a qualificação para o Campeonato Africano da categoria, a realizar-se próximo ano, no Egipto.

Três atletas da selecção nacional sub-20, nomeadamente, Keyns Abdala, médio centro, José Valipavai, defesa esquerdo, e Ezequiel Machava, defesa central, foram indicados para o 11 ideal do Torneio Cosafa, prova cujo pano caiu domingo último, em eSwatini.

A eleição foi feita, segundo o sítio da Cosafa, pelo Grupo de Estudos Técnicos da COSAFA. Os internacionais moçambicanos figuram na equipa ideal da prova em resultado das boas exibições que arrancaram nesta competição que teve como grande vencedora a Zâmbia.

Os zambianos já haviam conquistado a competição em 1983, 1986, 1993, 1995, 1997, 1999, 2003, 2010, 2011, 2016 e 2019.

Fazem ainda parte do 11 ideal os angolanos Danilson Makokisa e Domingo Bandeira, os sul-africanos Mdoduzi Tshabala e Puso Dithejane, e os zambianos Dominic Kanda, Gift Mphande, Jeban Thembo e Charles Mumba.

O Grupo de Estudos Técnicos da COSAFA elegeu, ainda, os internacionais moçambicanos Fasistêncio João, guarda-redes, e Chamito Alfândega, avançado, como suplentes no 11 ideal da competição.

Moçambique, lembre-se, perdeu na final do Torneio Cosafa sub-20 diante da Zâmbia, por 1-0, com tento solitário de Mutandwa aos 35.

A Zâmbia vingou-se, desta forma, da derrota sofrida em 2020, em jogo a contar para a terceira jornada da fase de grupos, por 5-4 conseguidos na lotaria das grandes penalidades depois do nulo no tempo regulamentar. Moçambique seguia, desse modo, as meias-finais.

Na fase de grupos da edição 2022 do Torneio Cosafa sub-20, Moçambique fez pleno depois de afastar do seu caminho as Seychelles (5-1), Lesotho (1-0) e  Angola (1-0). Os moçambicanos seguiram as “meias” como primeiros classificados do Grupo “B”. No duelo das meias-finais, o conjunto orientado por Dário Monteiro derrotou Angola por 1-0 com golo apontado por Keyns Abdala.

Os zambianos lideram o palmarés da competição (12), seguidos da África do Sul com sete, Zimbabwe com seis, e Madagáscar e Moçambique com um título conquistado em 2005 e 2020, respectivamente.

O Sporting de Quelimane qualificou-se, domingo, para a Liga Moçambicana de Basquetebol (LMB) após vencer o Instituto Politécnico de Tete, por 67-48, no jogo da última jornada da “poule” regional centro de apuramento à prova. Na zona sul, a A Politécnica também chancelou a presença na Liga Moçambicana ao terminar na primeira posição na “poule” de apuramento. Finalmente, na zona norte, o Ferroviário de Nampula assegurou a presença na elite do basquetebol moçambicano.

Reforçadíssimo pelos irmãos Amarildo, Pio e Augusto Matos, o Sporting de Quelimane fez o pleno na “poule” de apuramento regional centro ao vencer os três jogos realizados no pavilhão Favezal.

Com todas as fichas apostadas para regressar à fina flor do basquetebol moçambicano, o Sporting de Quelimane teve de suar às estopinhas para vencer, na 1ª jornada, a combativa equipa do Município da Beira, por 77-76, num jogo marcado pelo equilíbrio!

Depois, na ronda seguinte, o Sporting de Quelimane “despachou” o Textáfrica de Chimoio, conjunto o qual venceu por 81-34.

No dia da confirmação da qualificação, o pavilhão Favezal voltou a “rebentar pelas costuras”. Com o apoio do público, o Sporting de Quelimane evidenciou, no jogo contra o Instituto Politécnico de Tete, maior clarividência ofensiva no primeiro quarto. Pio e Augusto Matos criaram desequilibraram na quadra, conduzindo os donos da casa a um parcial de 22-13. No segundo quarto, o Instituto Politécnico de Tete ajustou-se defensivamente e condicionou o Sporting de Quelimane que bloqueou, a ponto de não sair da marca dos 22 pontos até ao meio desta etapa. Mas, depois, a equipa da casa melhorou ofensivamente e saiu a vencer por 37-26.

Com a entrada do extremo  Augusto Matos, no terceiro  quarto, o Sporting de Quelimane melhorou a sua pontuação. Aliás, “Gordo” provou o porquê de ser um dos notáveis pontuadores do basquetebol nacional e foi determinante para que o Sporting fugisse no resultado: 57-32.

No derradeiro quarto,  o Instituto Politécnico de Tete não teve capacidade para ir buscar o resultado, tendo perdido por 67-48. Seis anos depois, Quelimane confirmava a presença na Liga Moçambicana de Basquetebol. Na classificação  geral,  o Sporting de Quelimane ficou em primeiro, seguido do Conselho Municipal da Beira, o Instituto Politécnico de Tete  e finalmente o Textáfrica de Chimoio.

Na zona sul, a A Politécnica confirmou, em Inhambane, o regresso à Liga Moçambicana de Basquetebol depois de ter sido despromovida ano passado. O conjunto orientado pelo “coach” José Macuácua terminou na primeira posição na “poule” de apuramento da zona sul à Liga Moçambicana de Basquetebol com quatro pontos, resultantes de duas vitórias em igual número de jogos! Na estreia, os “politécnicos” derrotaram a União Desportiva de Boane por 101-42. Na 3ª jornada (ficou de fora na 2ª ronda devido ao número ímpar de equipas), a A Politécnica aplicou “chapa 100” a Escola Superior de Hotelaria e Turismo: 100-53.

Na “poule” de apuramento da zona norte, o destaque vai para o Ferroviário de Nampula que

Já em femininos, a Lázio de Maputo confirmou a sua supremacia na “poule” de apuramento à Liga SASOL ao vencer os dois jogos diante da Escola Superior de Hotelaria e Turismo. Primeiro, a equipa de Maputo venceu 73-47 e, no segundo embate, nova vitória desta feita por 87-43.

As duas equipas que têm jogadores moçambicanos no principal escalão de futebol português, nomeadamente, Marítimo da Madeira e Desportivo de Chaves, foram eliminadas da Taça de Portugal este fim-de-semana.

Os insulares não contaram com nenhum jogador moçambicano na equipa que perdeu diante do Mafra e confirmou a crise de resultados que se arrasta desde o campeonato da primeira divisão.

Zainadine Júnior, ainda a recuperar da lesão, Clésio Baúque e Geny Catamo, por opção técnica, não foram convocados para esse embate, e os maritimistas acabaram afastados por uma equipa do segundo escalão do futebol português.

O jogo terminou, no tempo regulamentar, empatado a dois golos, e foi já em tempo de prolongamento que o Mafra marcou mais duas vezes, fixando o resultado em 4-2 e a derrota, mais uma, do Marítimo, esta temporada.

Também afastado da Taça de Portugal está Bruno Langa, ao serviço do Desportivo de Chaves. O treinador do Chaves decidiu poupar alguns jogadores preponderantes na estrutura da equipa, Bruno Langa incluso, e viu-se surpreendido pelo Valadares Gaia, com uma derrota por 3-2.

O resultado também foi alcançado no prolongamento, já que, no tempo regulamentar, o empate a dois golos prevalecia.

Assim, nenhum jogador moçambicano das equipas da primeira divisão portuguesa continua na Taça de Portugal.

Quem se mantém na segunda maior competição futebolística de Portugal é Witi Quembo. O internacional moçambicano foi o autor do primeiro golo, aos 14 minutos, na vitória do Nacional da Madeira sobre o Oliveirense, por 3-1, e ajudou a equipa insular a garantir lugar nos oitavos-de-final da prova.

Aliás, o resultado final deste jogo, tal como os outros dois, foi alcançado no prolongamento. É que depois do golo de Witi, a Oliveirense empatou aos 81 minutos e forçou o prolongamento.

Experiente, a turma da Madeira acabou por superar o seu adversário nos 30 minutos extras e garantiu lugar na fase seguinte.

 

DOMINGUES NÃO JOGA MAS EQUIPA AVANÇA

Já em África, onde se disputou a segunda eliminatória das afrotaças, a turma do capitão dos Mambas, Domingues, foi feliz ao eliminar o Zesco United da Zâmbia. O Royal AM da África do Sul foi a Lusaka empatar a um golo diante do Zesco United e garantiu apuramento ao play-off de acesso à fase de grupos.

É que na primeira mão, em Durban, as duas equipas tinham empatado sem abertura de contagem e o golo marcado fora de casa acabou por ser suficiente para a turma de Domingues, que não saiu do banco.

No play-off de acesso à fase de grupos da Taça CAF, o Royal AM vai defrontar o Al Ahli Tripoli da Líbia, que foi eliminado pelo Merreikh Al Sudan, no acesso à fase de grupos da Liga dos Campeões da CAF.

Recorde-se que, nesta fase da Taça CAF, o único representante moçambicano, Ferroviário da Beira, foi eliminado do play-off pelo Diables Noirs da República do Congo, com agregado de 4-2.

A jornada 15 do Moçambola 2022 produziu apenas 12 golos, com destaque para Valter, do Ferroviário de Lichinga, que bisou diante do Matchedje de Mocuba. O topo dos melhores marcadores continua a fervilhar, com Lau King, com oito golos, a ver-se, agora, aproximar por um trio, com seis golos cada.

Foram apenas 12 golos apontados em cinco jogos que tiveram lugar em cinco campos nacionais, apontados nesta jornada do Moçambola. Não é a pior safra da presente edição, que já viu uma jornada com apenas seis golos apontados, mas também não a melhor, ainda, uma vez que já tivemos 15 a 17 golos numa única jornada.

Não é ainda a melhor porque falta disputar um jogo, em atraso, que envolve as equipas da Liga Desportiva de Maputo e o Ferroviário da Beira, que não se realizou porque a turma de Chiveve esteve envolvida nas competições africanas, mais concretamente na Taça CAF, onde foi eliminada pelos Diables Noirs da República do Congo.

Mas o jogador que mais saiu feliz desta jornada pelo golo marcado e, quiçá, pela importância do mesmo, terá sido Isac de Carvalho. O jogador deu uma resposta à dispensa dada pelos “canarinhos” e “vingou-se” com um golo que deu vitória à turma de Nampula.

Aliás, Mário Sinamunda também fez o mesmo, se considerarmos que teve uma saída não agradável do ninho do canário, na altura, orientado por Horácio Gonçalves. “Super-Mário” abriu as hostilidades, apontando o seu terceiro golo na temporada, antes de Beto fazer maravilhas, com o quinto golo esta época.

Mas Isac não só marcou para se vingar e dar vitória ao Ferroviário de Nampula, como também apontou o seu sexto golo, o que o aproxima ao líder dos artilheiros, Lau King, que ficou em branco. São agora dois golos que separam estes dois jogadores.

Isac de Carvalho, que se juntou ao “touro” Victor e ao “maquinista” de Lichinga Valter, na segunda posição dos melhores marcadores. Victor em branco e Valter chega àquela posição depois de apontar dois golos na goleada imposta pelo Ferroviário de Lichinga ao Matchedje de Mocuba.

Agora, a perseguição será ainda mais atraente no topo dos marcadores.

 

Jesus vem ai!

A fechar o topo dos artilheiros, além de Beto Maravilha, com cinco golos, está também Jesus, da Black Bulls. O “touro” derrubou a “locomotiva” de Maputo com um golpe ajudado pelo guarda-redes Frank, apontando o quinto golo e a colocar a sua equipa ainda na luta pelo título do Moçambola, juntamente com a União Desportiva do Songo.

Tem, Jesus, na quarta-feira, a oportunidade de se aproximar ainda mais aos jogadores que estão na frente da tabela dos goleadores, bastando para tal marcar diante do Costa do Sol, na partida em atraso. Aliás teremos este duelo entre Jesus e Beto Maravilha.

 

MAIS GOLEADORES FIZERAM GOSTO AO PÉ

Outros jogadores que marcaram nesta jornada são Rafik, do Ferroviário de Lichinga, Rifel, do Ferroviário de Nacala, Dayo, da União Desportiva do Songo, estes todos agora a contarem com quatro golos cada um, Shelton, do Ferroviário de Nacala, este com três, Betinho, da Associação Desportiva de Vilankulo e Bernardo, do Incomáti de Xinavane, estes dois que marcaram no empate entre ambos.

Betinho já conta com dois golos e Bernardo estreia-se a marcar na presente edição do Moçambola 2022.

O campeonato nacional de futebol caminha para o fim, faltando já sete jornadas para o seu epílogo, e a luta pelo título de melhor marcador vai continuar até às últimas consequências.

 

MELHORES MARCADORES

OITO GOLOS: Lau King (UD Songo)

SEIS GOLOS: Victor (ABB), Isac (Fer. Nampula), Valter (Fer. Lichinga)

CINCO GOLOS: Jesus (Black Bulls), Beto Maravilha (Costa do Sol)

QUATRO GOLOS: Melque (Black Bulls), Wisdom (Costa do Sol), Rafik (Fer. Lichinga), Rifel (Fer. Nacala), Dayo (UD Songo)

TRÊS GOLOS: Edissone (Matchedje), Jafete (Fer. Beira), Khadre (Black Bulls), Soares (Fer. Nacala), Dário Melo (UD Songo), Kito (Fer. Maputo), Shelton (Fer. Nacala), Mário Sinamunda (Fer. Nampula)

DOIS GOLOS: Mário (Fer. Maputo), Danilo I, Mexer (Costa do Sol), Vivaldo, Nené, Hammed (ABB), Munthali, Dinis, Victor Malino, Sibale (AD Vilankulo), Nelson (UD Songo), Pepo (Fer. Beira), Tomás (Incomáti), Betinho (AD Vilankulo)

UM GOLO: Celso, Traóre, Yudi, Mário, Maxwell (Fer. Maputo), Biza e Xirasse (AD Vilankulo), Nelo, Gervásio Mafaite, Mumo, Ling, Edson e Ibraimo (Fer. Beira), Jimmy, Muzaza, Adam, Fokem (UD Songo), Dilson, Jacob, Telinho, Sataca, Danilo II e Jorge (Costa do Sol), Zé Valipavai, Momed, Ivan, Hermínio, Gregório, Elton Langa “German” (Liga Desportiva), Balloteli e Turras (Fer. Nacala), Valter, Zinho, Djei e Kuku (Fer. Lichinga), Armando, Fidel, Rume, Anacleto e Djibril (ABB), Gerson, Tony, Chelito, Salas, Manucho (Fer. Nampula), Madonaldo, Rodrigues, Bernardo (Incomáti), Mendonça, Joaquim e Gito (Matchedje)

 

AUTO-GOLO: Balloteli (Fer. Nacala), Henriques (Liga Desportiva) e Bernardo (AD Vilankulo)

A selecção nacional de futebol de sub-20 não conseguiu alcançar o segundo objectivo do torneio regional da Cosafa, que passava pela revalidação do título conquistado em 2020 e, na final deste domingo, diante da Zâmbia, perdeu a tangente.

Depois de chegar ao primeiro objectivo, a qualificação ao Campeonato Africano das Nações da categoria, prova que terá lugar próximo ano, os Mambinhas buscavam a revalidação do título, mas encontrou uma selecção zambiana bem composta e com todos pergaminhos preparados para este jogo.

Dário Monteiro montou as suas melhores pedras na equipa inicial, com o titular Fazito na baliza, um quarteto defensivo composto por Aylton, General, Edilson e Tropa, um meio-campo que tinha Atílio, António Langa, Zé “DJ” Zavale e Keyns e um ataque entregue a Edson e Chamito, todos motivados.

Aliás, os resultados até então alcançados pelos Mambinhas, quer na fase de grupos, bem como na meia-final diante da África do Sul, que culminou com a qualificação ao CAN da categoria, deixavam os moçambicanos com todas esperanças de vencer a Zâmbia, conquistar o troféu e revalidar o título.

E havia tudo para dar certo! Faltou aos Mambinhas uma réstia e uma pontinha de sorte para que isso fosse possível.

Os pequenos Chipolopolo’s chegaram ao golo ao minuto 35, através de Kingstone, numa altura em que até dominavam, mas que enfrentavam uma boa resposta dos Mambinhas, que não conseguiam encontrar caminho para visar a baliza adversária.

Um lance infortúnio em que Tropa falha um alívio e a bola sobra na área para Kingstone, que mesmo encostado por Atílio, conseguiu o desvio para o fundo das malhas.

O primeiro tempo terminou com a turma da Zâmbia quase que a dominar o jogo em toda largura do terreno.

 

 RESPOSTA MOÇAMBICANA SEM SUCESSO

Na segunda parte esperava-se mais da selecção nacional e, diga-se, em abono da verdade, conseguiu colocar a Zâmbia em sentido.

As várias incursões levadas a cabo por jogadores como Keyns, DJ Zavale, Edson, Chamito e mais tarde, com as substituições feitas por Dário Monteiro, por Xamim e Dénio, davam indicações de querer a todo custo o empate.

E foram muitas as oportunidades criadas pelos Mambinhas para chegarem ao empate, mas a sorte não estava do seu lado e as ocasiões perdiam-se, ou nas mãos do guarda-redes zambiano ou então fora da baliza.

A mais flagrante oportunidade foi desperdiçada por Keyns, depois do minuto 80, quando numa situação de pontapé de canto, a bola chegou-lhe à cabeça, numa posição privilegiada, mas o cabeceamento saiu por cima. Deve estar Keyns ainda a perguntar-se como terá falhado tamanha oportunidade.

Fazito foi outro destaque no combinado nacional, ao conseguir evitar mais golos da selecção zambiana e manter o resultado tangente. Aliás, foram muitas as defesas do guarda-redes do Ferroviário de Nampula.

Até ao final do jogo, os Mambinhas forçaram o empate, mas não havia espaço porque os zambianos fecharam-se em copas e não permitiram uma disputa do título nas grandes penalidades.

Falha a revalidação do título da Cosafa o combinado moçambicano, mas ganha a presença no CAN da categoria pela segunda edição consecutiva, ainda a deixar a sua supremacia na região e, quiçá, no continente.

A Zâmbia lidera o palmarés da competição da categoria com 12 títulos conquistados, seguidos da África do Sul com sete, Zimbabwe com seis, e Madagáscar e Moçambique com um título conquistado em 2005 e 2020, respectivamente.

 

ANGOLA FALHA BRONZE

Entretanto, em partida referente ao terceiro lugar, a selecção de Angola  falhou a medalha de  bronze, depois de perder aos penáltis para a África do Sul, por 4-2,  após o empate a uma bola no tempo regulamentar.

Os Amajitas foram os primeiros a inaugurar o marcador, por intermédio de Mohau Nkot,a aos 10 minutos, mas os Palanquinhas chegaram ao empate por Danilson Makokisa, quatro minutos depois.

Num jogo bastante intenso, disputadíssimo, os angolanos chegaram a ficar em desvantagem numérica, após a expulsão do guarda-redes, Deo Yoka e do meio-campista Dominilson Kipanda, todos na segunda etapa.

Com o empate a prevalecer na etapa regulamentar, o duelo acabou sendo decidido no desempate da marcação das grandes penalidades, onde os sul-africanos acabaram levando a melhor, por 4-2.

A selecção nacional de futebol de sub-20 não conseguiu alcançar o segundo objectivo do torneio regional da Cosafa, que passava pela revalidação do título conquistado em 2020 e, na final deste domingo, diante da Zâmbia, perdeu a tangente.

Há precisamente dois anos e 46 dias (10 de Setembro de 2020), Luís Gonçalves lançou, no Estádio Nacional do Zimpeto (ENZ), o prodígio Geny Catamo às “feras”. Ou seja, com os Mambas mergulhados numa crise de resultados, alicerçada numa frustrante e desgastante campanha para o CAN Egipto 2019, além de maus resultados na luta pelo acesso ao CAN Interno, Luís Gonçalves apostou em Geny Catamo no duelo diante das Maurícias, que ditaria o futuro dos Mambas na fase de apuramento para o Mundial Qatar 2022.

Qual sortudo, Catamo assinou, aos 74 minutos, o livro na marca dos 11 metros. Marcou o segundo golo dos Mambas na vitória diante das Ilhas Maurícias (2-0), chancelando a presença na fase de grupos! Melhor estreia seria impossível, escolha certa do antigo seleccionador nacional que identificou, desde logo, qualidades no activo do Sporting de Portugal. Voz autorizada, por isso, para falar do jogador que foi, uma vez mais, emprestado pelo Sporting por não caber no plantel de Ruben Amorim para época 2022-2023.

Mas mais do que falar de Geny Catamo, Luís Gonçalves abordou o passado, presente e perspectivou o futuro dos internacionais moçambicanos que evoluem em Portugal. Falou, sem reservas, da falta de oportunidades para singrarem nos chamados “grandes” do futebol português. E porque o produto interno dita o ritmo e qualidade a exportar para o estrangeiro, aponta caminhos para o sucesso.

Para não variar, Reinildo Mandava foi nomeado, sábado, “Homem do Jogo” na vitória do Atlético Madrid diante do Athletic de Bilbao, em jogo da 9ª jornada da Liga Espanhola. Trabalhou com Reinildo nos Mambas, certo, e acompanhou todo o seu percurso com uma passagem menos conseguida pelo Benfica de Portugal e, depois, o sucesso estrondoso no Lille da França e a afirmação no Atlético. O que, realmente, falhou e continua a falhar para que Reinildo e outros atletas nacionais não consigam impor-se nos melhores clubes de Portugal?

Nós temos que compreender que o jogador de futebol não é sempre igual ao longo da sua carreira e ao longo da sua formação. Reinildo teve uma experiência no Benfica que não correu da melhor forma, isto no sentido das oportunidades que não teve. Teve poucas oportunidades, também teve uma lesão. E, em determinado momento, o Benfica decidiu apostar noutros jogadores para a posição que Reinildo ocupava. Depois, Reinildo fez o seu trajecto por equipas secundárias de Portugal por empréstimo. Finalmente, representou o Belenenses e, daí, deu o salto para França e, actualmente, está no Atlético Madrid com grande rendimento e sempre a jogar ao mais alto nível. Mas, por exemplo, entendo que  Zainadine, que é capitão do Marítimo, está há muitos anos a jogar em Portugal e poderia, eventualmente, ter tido oportunidade no Sporting, por hipótese, ou outro grande. Isto significa que há um caminho percorrido, mas também há muito por fazer. Os jogadores têm que trilhar o seu caminho. É claro que há aqueles que trazem melhor preparação e, depois, têm capacidade de resposta mais efectiva. Acredito que, com o tempo, isso vai acontecer. E, depois, cada caso é um caso. E Reinildo é mesmo exemplo disso.

Temos os casos de jogadores como Mexer e Zainadine Júnior, que não conseguiram ficar no Sporting, com o primeiro a rumar depois para o Rennes, onde não somente conseguiu impor-se como também conquistou, em 2019, a Taça da França…

Eu acredito que, sinceramente, não falta muito para o jogador moçambicano impor-se em Portugal. Já podia ter acontecido, já esteve em vias de acontecer. No passado aconteceu. O facto é que temos vários jogadores de muita qualidade a actuar em Portugal. Temos o Zainadine Jr. no Marítimo, por exemplo, onde estão também Clésio e Geny Catamo. Temos também Bruno Langa a jogar no Chaves, só para falar de alguns que estão na primeira liga. Há outros jogadores em divisões secundárias, mas não deixam de aportar qualidade e demonstrar que o atleta moçambicano tem qualidade. É preciso que se aposte nele. Talvez os três grandes não estejam despertos para a qualidade do jogador moçambicano e, para isso, contribui o facto de os resultados não serem tão conseguidos ao nível de selecção nacional. Mas também temos o facto de o Moçambola estar todos anos com problemas e ser uma prova considerada com pouca qualidade. Talvez por isso não olhem tanto para o jogador moçambicano. Eu acho que, a breve prazo, vai acontecer, porque os jogadores que rumam a Portugal têm demonstrado qualidade e, no caso de Reinildo, é paradigmático.

Geny Catamo, jogador que lançou na selecção nacional, foi emprestado pelo Sporting ao Marítimo, clube a atravessar um crise sem precedentes, depois de ter falhado a pré-época por problemas físicos. Já no ano passado havia sido emprestado ao Vitória de Guimarães. Como analisa, particularmente, a situação deste atleta com boa margem de progressão?

Esta pergunta sobre Geny Catamo deve ser feita a Ruben Amorim, porque, em três épocas consecutivas, o treinador do Sporting incluiu o jogador na pré-época e, infelizmente, esta temporada não realizou este estágio por questões físicas. Claro que perdeu, de certa forma, o comboio, mas não deixa de ser um activo do clube que está na mira a breve prazo, de certeza. Creio que a sua passagem pelo Vitória de Guimarães foi positiva. Claro que isto também vai dos treinadores ao momento das equipas. Geny está agora no Marítimo, equipa que não está a atravessar um bom momento. Mudou de treinador muito recentemente, mas acredito que, mais cedo ou mais tarde, vai afirmar-se. Acredito que vai regressar ao Sporting para, realmente, ter o seu lugar. O que falhou, concretamente, não sei responder. A qualidade do jogador existe. É um jogador que tem talento, qualidade e margem de progressão que é importante. Mas, por vezes, e é aquilo que eu digo, falta um pouco mais de aposta, porque o jogador moçambicano é visto com alguma desconfiança, porque vem de um campeonato um pouco mais fraco. Acredito que a breve prazo Geny vai voltar ao Sporting.

 

“MOÇAMBOLA PODIA SER UMA PROVA MAIS ATRACTIVA”

 

O Moçambola tem qualidade suficiente para produzir jogadores com qualidade de serem  exportados?

O Campeonato Nacional, o Moçambola, é o que é. É uma prova que sempre desperta interesse. Eu continuo a seguir, particularmente. Claro que, com mais recursos, sendo melhor organizado e sendo uma marca mais atractiva, podia ser uma prova que chamasse mais atenção e despertasse interesse de clubes estrangeiros e internacionais. Eu não me canso de dizer que o jogador moçambicano tem talento, e é preciso dizer isso várias vezes para valorizar o jogador moçambicano.  Claro que o Moçambola, apesar de algumas questões ou confusões que venho acompanhando à distância, vai fazendo o seu caminho. Podia ser uma prova mais atractiva, sem dúvida, mas não deixa de ser a maior prova de um país que é apaixonado pelo futebol. Realmente, no fundo, arrasta multidões, e é importante ter isso em conta. É muito importante que o Moçambola seja acarinhado. É muito importante que tenha mais condições para ser mais atractivo para que o futebol moçambicano melhore.

 O que deve ser feito para que o Moçambola se torne num produto vendável e mais atractivo?

Claro que, para o Moçambola ser mais atractivo e mais interessante, tem que haver uma série de questões que têm que acontecer. Recentemente, li que houve uma equipa que perdeu por falta de comparência de Moçambola. É pena verificar-se que isso acontece e cada equipa ou clube traz as suas razões. São coisas que passam para fora, e é importante toda a gente saber o que se passa em Moçambique. É acompanhado em todo o mundo também. Portanto, esta publicidade não é boa. É importante criar condições para que a prova decorra com a maior regularidade possível, competitividade, de forma saudável e que seja um contributo para que o futebol moçambicano ganhe uma melhor visibilidade em todo o mundo.

A formação joga, claramente, um papel fundamental no processo de construção de jogadores com qualidade. Como é que olha para a formação em Moçambique? Estamos no caminho certo?

O tema da formação e infra-estruturas é muito antigo em Moçambique. Eu já participei em vários debates, na altura quando era seleccionador nacional. Eu também promovi vários debates, porque é importante. Claro que é mais difícil produzir jogadores com infra-estruturas deficitárias, pisos que, realmente, não têm qualidade até para as competições internacionais para a própria selecção nacional jogar. É difícil. Mas como eu também sempre disse e continuo a dizer, acredito que há muita gente boa no futebol moçambicano que quer levar o barco para frente, como se costuma dizer. A formação é fundamental. Quando falo de formação, falo da formação de jogadores, treinadores e dirigentes. É importante para quem lidera os clubes perceber, também, quais são as prioridades, o que é muito importante, e nunca perder de vista o horizonte de evolução do futebol moçambicano, mas também tomar em atenção as necessidades dos seus clubes. Há que mudar e continuar a trabalhar. Mas, apesar de todas as dificuldades que nós conhecemos, há algumas que não só são estruturais mas, por vezes, têm a ver com certas políticas desportivas que os próprios dirigentes utilizam. É difícil, mas existe talento em Moçambique e vão continuar a surgir jogadores, e é preciso que os treinadores estejam muito atentos e aqueles que trabalham nos escalões mais baixos saibam, acima de tudo, lidar com estes jovens e promovê-los. É preciso ensinar estes jovens e desenvolver um gosto e paixão pelo futebol, para que eles continuem a sonhar e a querer fazer aquilo que eles mais gostam. Aliás, muito recentemente, tivemos boas prestações ao nível das selecções nacionais. Isto faz que possamos pensar que, apesar de todas as dificuldades que continuam a existir, temos jogadores de qualidade em Moçambique. Naturalmente, e disso eu sei, mesmo com as condições difíceis, o trabalho dos treinadores continua a dar frutos. Agora, é preciso dar o salto. Precisamos de melhorar o nível com investimento sério na formação e nas infra-estruturas.

Luís Gonçalves fez o seu papel, ajudando na afirmação de vários atletas, além de ter contribuído com ideias em debates, e não só, sobre os caminhos que o futebol moçambicano deve seguir para se transformar numa indústria. Pensa em voltar ao país e continuar a contribuir para o desenvolvimento do futebol moçambicano?

Se eu considero a hipótese de regressar a Moçambique? Claro que sim. Se considero a hipótese de treinar uma equipa que participa no Moçambola? Por que não? Eu respondo como sempre respondi estas questões. Sou um treinador profissional e estou sempre aberto a propostas, a convites e diálogo no sentido de analisar quais os projectos interessantes. Quanto à selecção nacional, Chiquinho Conde está a fazer um óptimo trabalho. É o homem certo no lugar certo. Espero que Moçambique alcance os seus objectivos para o bem da nação, porque isso é o mais importante.

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