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O País – A verdade como notícia

Sunderland não desiste de Geny Catamo

O Sunderland não está perto de desistir de tentar contratar Geny Catamo ao Sporting, mas a verdade é que o preço pode ser um entrave

Sunderland não desiste de Geny Catamo

O Sunderland não está perto de desistir de tentar contratar Geny Catamo ao Sporting, mas a verdade é que o preço pode ser um entrave

O Ferroviário de Lichinga protesta contra a Associação Desportiva de Vilankulo. Em causa está o facto de o jogo entre as duas equipas, domingo, 20 de Agosto, ter sido realizado no Estádio Municipal de Vilankulo, recinto interditado pelo Departamento de Licenciamento de Clubes da Federação Moçambicana de Futebol por não reunir condições para a realização dos jogos do Moçambola.

O Departamento de Licenciamento de Clubes da Federação Moçambicana de Futebol efectuou, no dia 12 de Julho, uma vistoria ao Campo Municipal de Vilankulo, tendo constatado que o recinto não reúne condições para continuar a acolher jogos do Moçambola.

Segundo uma carta a que o “O País” teve acesso, enviada no dia 26 de Julho ao secretário-geral da Associação Desportiva de Vilankulo, com o conhecimento da Liga Moçambicana de Futebol e da Associação Provincial de Futebol de Inhambane, o clube deveria indicar um campo alternativo e aprovado pela FMF.

Da vistoria feita, o Departamento de Licenciamento de Clubes deixou recomendações, com destaque para o melhoramento da relva, conclusão da construção do muro, substituição dos bancos de suplentes e reabilitação dos sanitários.

Ainda assim, Liga Moçambicana de Futebol, entidade gestora do Moçambola, marcou um jogo para aquele recinto, passando por cima da decisão da Federação Moçambicana de Futebol.

Para esta partida, a Comissão Nacional de Árbitros de Futebol nomeou Saimone Lucas (árbitro principal),  Lázaro Gomachedza (1.°assistente), Fernando Tauzene (2.° assistente) e Eugênio Nhatave (4.° árbitro) que, entretanto, não se fizeram ao campo.

À hora do jogo, e apercebendo-se da ausência do quarteto de arbitragem, a Liga Moçambicana de Futebol recorreu a árbitros que se encontravam nas bancadas.

O Ferroviário de Lichinga não gostou da situação e, no final do encontro, assinou o protesto na folha do jogo. O Conselho de Disciplina da Liga Moçambicana de Futebol tem uma palavra a dizer agora.

A interdição do campo só poderá ser levantada após a inspecção, a ser efectuada assim que o clube concluir a correcção das anomalias.

A Associação Desportiva de Vilankulo acabou goleando o Ferroviário de Lichinga por 4-2.

OS FACTOS APRESENTADOS

Em carta dirigida ao Conselho de Disciplina da Federação Moçambicana de Futebol, o Ferroviário de Lichinga apresenta os seus argumentos e, no final, exorta ao órgão para que, “com o devido sentido de justiça e disciplina com que sempre pautou nas suas decisões, reponha a verdade desportiva, cumprimento e fazendo religiosamente as correspondentes consequências previstas no Regulamento de Competições, bem assim no Regulamento Disciplinar do Moçambola, para este tipo de violações de normas, tal como se apresentam nos fundamentos do protesto”.

Já está em curso a preparação do processo eleitoral na Federação Moçambicana de Basquetebol (FMB), depois da renúncia, no passado dia 10 de Agosto, ao cargo de presidente da agremiação por parte de Roque Sebastião.

O presidente da Mesa da Assembleia-Geral, Francisco Mabjaia, reuniu esta segunda-feira com o elenco demissionário da FMB para abordar os passos subsequentes para a convocação das eleições no organismo que gere a modalidade da bola ao cesto no país.

Segundo apurou “O País” de fonte da FMB, Roque Sebastião informou, oficialmente, há uma semana ao presidente da Mesa da Assembleia-Geral sobre a sua intenção de deixar a presidência da agremiação.

Sebastião seguiu, desta forma, os estatutos da Federação Moçambicana de Basquetebol que preveem, no seu artigo sexto, que em caso de renúncia o presidente de direcção-executiva deve comunicar ao presidente da Mesa da Assembleia-Geral sobre a sua intenção.

O presidente da Mesa da Assembleia-Geral, Francisco Mabjaia, irá comunicar, depois, às associações provinciais de basquetebol assim como a Comissão de Gestão de Basquetebol da Cidade de Maputo sobre a necessidade de se convocar a reunião magna extraordinária para se preencher a vacatura deixada por Roque Sebastião.

Lembre-se que a mesa da assembleia-geral é composta por um presidente, vice-presidente e um secretário, sendo que o artigo vigésimo sétimo clarifica que, faltando numa assembleia-geral o respectivo presidente, o vice-presidente e o secretário-geral, os trabalhos deverão ser dirigidos por um delegado eleito pelos sócios (associados, entenda-se) presentes.

Roque Sebastião renunciou ao cargo de presidente da Federação Moçambicana de Basquetebol cinco dias depois do Campeonato Africano de Basquetebol sénior feminino, prova na qual a selecção nacional ocupou a 5ª posição, falhando, desta forma, os objectivos que passavam por ficar entre os dois primeiros lugares.

Roque Sebastião bateu com a porta na sequência das interferências da Secretaria de Estado do Desporto na FMB, particularmente, no processo de gestão dos fundos alocados pela TotalEnergies para o patrocínio da selecção sénior feminina de basquetebol.

A gestão pelo Fundo de Promoção Desportiva do valor global de 18,5 milhões de Meticais previstos no acordo com a TotalEnergies, e não pela Federação Moçambicana de Basquetebol, entidade que tutela a modalidade da bola ao cesto no país, nunca chegou a ser consensual com o Governo a ter excessivo protagonismo e a limitar a FMB.

“Passei um pouco mal e, para não continuar a ter estas situações que já preocupam a minha família, vou anunciar que coloco o meu cargo à disposição para o bem do Desporto, da modalidade e para o bem da minha saúde”, desabafou,Roque Sebastião, em conferência de imprensa explicativa sobre o processo de participação de Moçambique no “Afrobasket” e acordo entre a Secretaria de Estado do Desporto e TotalEnergies.

A selecção nacional de hóquei em patins desistiu do campeonato africano da modalidade, por falta de dinheiro para custear as despesas da sua participação nesta prova. O valor necessário era estimado em cinco milhões de Meticais.

A selecção nacional de hóquei em patins, com um histórico de participações internacionais acima da média, vai, sim, falhar o “africano”, prova que arrancou esta segunda-feira, no Cairo, Egipto.

A Federação Moçambicana de Patinagem já tinha, há dias, soado o alarme.
O organismo que gere o hóquei nacional disse, na altura, que precisava de cinco milhões de Meticais para custear as despesas da participação da selecção moçambicana na prova.

Nem os patrocinadores nem o Fundo de Promoção Desportiva, instituição a qual a federação solicitou um financiamento de 60 por cento do valor, abriram os cordões à bolsa.

Sem soluções à vista, a Federação Moçambicana de Patinagem, que até esta segunda-feira tinha esperança de que um possível milagre poderia acontecer, optou pela desistência. E com a desistência vêm as consequências. Moçambique corre o risco, como manda o regulamento, de ser suspenso por quatro anos pelo organismo regulador mundial para desportos sobre patins.

Além da selecção principal, que é actual vice-campeã africana, Moçambique participaria nesta competição com a selecção Sub-19.

Numa partida em que Bruno Langa e Guima foram titulares, a sua equipa Chaves perdeu, domingo, no terreno do Sporting Braga, por 4-2, em desafio da 2ª jornada da Liga Portuguesa. Com Geny Catamo a ser lançado na segunda parte, o Sporting venceu o Casa Pia por 2-1 na sexta-feira.

O SC Braga procurava o primeiro triunfo na Liga, depois da derrota caseira com o Famalicão, e conseguiu-o em Chaves, mas teve de sofrer para conseguir os três pontos. Os minhotos até entraram bem e Bruma deu vantagem ao SC Braga com um belo remate. A reação dos flavienses chegou pouco antes do intervalo com uma cabeçada certeira de Héctor Hernández.  O ponta de lança espanhol, no início da segunda parte, repetiu o gesto e conseguiu a reviravolta no marcador. O empate não era do agrado dos guerreiros e foi nesse momento que o capitão Ricardo Horta voltou a ser decisivo ao aparecer no jogo para voltar a empatar o desafio e dar novo alento à sua equipa. Aos 81 minutos, o árbitro, depois de analisar as imagens no VAR, entendeu trocar o cartão amarelo por vermelho a Ygor Nogueira e na sequência do livre Banza, em voo, voltou a dar vantagem ao SC Braga.O quarto e último golo dos minhotos foi já no período de compensação com Pizzi a aproveitar um ressalto de bola e a ficar isolado na cara do guarda-redes Hugo Souza.

SPORTING DE GENY ALCANÇA SEGUNDA VITÓRIA

Com Geny Catamo a ser lançado na segunda parte, o Sporting venceu o Casa Pia por 2-1 na sexta-feira. Paulinho, que já tinha sido decisivo frente ao Vizela (3-2), ao marcar o golo da vitória, voltou a ser o herói da noite, ao apontar os dois tentos leoninos, o primeiro bem cedo, logo ao minuto 3, o segundo aos 62’. Isto tudo no dia em que celebrava o seu 100.º jogo de verde e branco. Os casapianos ainda sonharam quando Clayton igualou aos 58’, mas o conjunto de Rúben Amorim reporia logo de imediato a vantagem. Ao quarto jogo na época (dois na Taça da Liga), chega a primeira derrota do Casa Pia e os primeiros golos sofridos. Soube-se já após o final do encontro que o primeiro golo do Sporting carecia de validade, uma vez que Paulinho estava fora de jogo, por 9 centímetros. A equipa do VAR terá errado ao marcar como ponto de referência o ombro do atacante leonino e não o pé do jogador, que era precisamente a parte do corpo que deveria ter sido marcada para definir a invalidade do lance. Uma bronca que fará correr muita tinta…Quanto ao jogo, o Sporting teve o jogo quase sempre controlado e sempre que acelerou criou perigo. Os leões criaram mais oportunidades, tiveram mais posse e, até final, conseguiram também anular os fogachos com lances de perigo do conjunto anfitrião.

 

DESTAQUE NO JORNAL “RECORD”

Geny Catamo está a aproveitar da melhor forma o regresso ao Sporting após cedência ao Marítimo, onde ficou “mais adulto”, na visão de Amorim, tanto que foi opção na ala direita frente a Vizela (titular) e Casa Pia (suplente), escreve o jornal “Record”.

Num olhar ao passado, o moçambicano, de 22 anos, revela que na adolescência fez testes nos sul-africanos dos Sundowns, SuperSport e Bidvest, mas nenhum apostou nele. “Tinha 16/17 anos. O Sundowns ajudou-me, foi lá que fui convocado para a seleção de sub-17 [de Moçambique]. Mas, quando Deus fecha uma porta, abre outra, pois agora estou no Sporting”, disse ao ‘KickOff’.

Geny rumou ao Black Bulls, do seu país, até chegar em 2018 ao Amora. Em 2019 custou 150 mil euros por 20% do passe; a SAD tem até setembro para comprar o remanescente, por 600 mil.

Ferroviário de Maputo conquistou, sábado, a Taça Maputo Jogabets 100 Paus em seniores femininos ao derrotar, na final, por 62-47. Flávia Alcino foi a melhor cestinha das “locomotivas” com 13 pontos, enquanto Ingvild Mucauro liderou o Costa do Sol com 19.  O público, que marcou presença em peso, não saiu defraudado.

Os ataques ganham jogos, as defesas ganham campeonatos. Disse, um dia, o titulado “coach” Mário Palma. E esta ideia encontra, sem sombra de dúvidas, paralelo na abordagem do Ferroviário de Maputo na Taça Maputo de Basquetebol Jogabets 100 Paus. É que, na finalíssima realizada sábado, no pavilhão do Maxaquene, Nasir “Nelito” Salé fez muitíssimo bem os ajustes defensivos, anulando o jogo interior do Costa do Sol.

Mais: o “coach” do Ferroviário de Maputo não deu muito espaço para que as “canarinhas” girassem a bola, colocassem na zona pintada e procurassem os extremos para lançarem.

Aliás, os “targets” das campeãs nacionais (Costa do Sol) apontam para 0 em 12 tiros exteriores, portanto, 0% de aproveitamento na zona dos 6,75 metros. Isto contra 4 em 17 do seu adversário que, desta forma, teve um registo- ainda que por melhorar- de 4 em 17 (média de 23, 5%). Mas mais do que um jogo exterior fraco, o conjunto de Leonel “Mabê” Manhique e Marvin Cossa viu-se condicionado por faltas, sobretudo, no último quarto para alem de ter cometido muitos “turnovers”: 26 no total.

Com um cinco constituído por Eleutéria “Formiga” Lhavanguane, Benezita Muchave, Ingvild “Inga” Mucauro, Shelsea Rafael e Nilza Chiziane, o Costa do Sol saiu do primeiro quarto a vencer pelo parcial de 16-13.

No segundo quarto, e com maior clarividência ofensiva e bem ajustado defensivamente, o Ferroviário de Maputo conseguiu fugir para sete pontos no intervalo: 34-27.

Destaque, nesta etapa do jogo, para Flávia Alcino com dois tiros exteriores que embalaram a equipa de Nasir “Nelito“ Salé.

Sem domínio e eficácia na área restritiva, as “canarinhas” não encontraram, no terceiro quarto, equilíbrio também ao nível do jogo exterior. Em situações de pressão, perdiam algumas bolas que propiciavam contra-ataques ao adversário. Ao nível da posição, diga-se, o Costa do Sol não teve em Amelia Massingue, Benezita Muchave e, depois, Sheila Chaguala a tranquilidade para os ataques em posição. Com cinco minutos por se jogar no terceiro quarto, a marcha do marcador indicava 42-34, vantagem para o Ferroviário de Maputo.

Com as ajudas a funcionarem, e o seu adversário a não ter mobilidade e a ser eficaz na marcação do homem, o Ferroviário de Maputo fugiu para dez pontos no final do terceiro quarto: 48-38.

No último quarto, e com índices de confiança mais elevados, e, perante um Costa do Sol sem eficácia ofensiva, as “locomotivas” foram mantiveram uma vantagem na casa de dois dígitos. E, no final, venceram por 15 pontos.

Flávia Alcino foi a melhor cestinha das “locomotivas” com 13 pontos, tendo sido secundada por Stefânia “Papelão” Chiziane com 11.  Ingvild “Inga” Mucauro liderou o Costa do Sol com 19 pontos. Em termos globais, o Costa do Sol concretizou 17 em 44 lançamentos de campo (38, 6 de aproveitamento) contra 19 em 50 do Ferroviário de Maputo (38,0 de aproveitamento).

Na linha de lances livres, o Ferroviário de Maputo apresentou-se com melhor registo: 20 em 27 (74.1%), enquanto o Costa do Sol concretizou 13 em 23 (56, 5%).  Com a conquista da prova, o Ferroviário de Maputo ganhou um cheque gigante de 70 mil meticais, enquanto o Costa do Sol, finalista vencido, ficou com 30 mil.

 

E (QUASE) TUDO A “LOCOMOTIVA” CARREGOU!

 

O domínio do Ferroviário de Maputo na Taça Maputo Jogabets estendeu-se as distinções individuais. Na premiação, destaque para a jovem talentosa Stefânia “Papelão” Chiziane, extremo que foi distinguida como melhor jogadora (MVP) da competição. Não o reconhecimento das atletas do CFVM não se ficou por aí. Flávia Alcino, em destaque na final, chamou a si o título de melhor triplista. Por sua vez, Nasir “Nelito” Salé foi considerado melhor treinador da Taça Maputo Jogabets 100 Paus. O Costa do Sol viu as atletas Ingvild Mucauro e Carla Covane serem consideradas melhor marcadora e ressaltadora, respectivamente. Os vencedores dos prémios individuais levaram para casa 10 mil meticais. As finais da Taça Maputo de Basquetebol sénior feminino foram marcadas pela presença de muito público. Para atrair o público, a Comissão de Gestão de Basquetebol da Cidade de Maputo promoveu, no sábado, feira de gastronomia e saúde, para além de muita animação trazida por alguns cantores. Segue-se o Campeonato da Cidade, maior prova do calendário de basquetebol da cidade de Maputo.

O Órgão de Primeira Instância da Comissão de Licenciamento da Federação Moçambicana de Futebol (FMF), reunido a 15 de Agosto, notificou o Matchedje de Maputo a apresentar, num prazo de cinco dias, a contar da data de recepção da sua deliberação, evidências de que não tem dívidas acumuladas de sete meses com os seus jogadores e funcionários.

Atento à situação, o OPI analisou os factos e deliberou que, se o clube não provar que os jogadores e funcionários têm a seus ordenados em dia, irá retirar a licença de participação nos jogos do Moçambola época 2022-2023.

“Tendo em vista apurar a veracidade dos factos, citar o Clube Desportivo Matchedje de Maputo para, no prazo de cinco dias, contados a partir da recepção desta deliberação/citação, apresentar evidências de inexistência das aludidas dívidas, sob pena de, não fazendo, presumirem-se verdadeiros os factos em alusão e o OPI accionar as devidas medidas sancionatórias previstas no Regulamento de Licenciamento de Clubes da CAF/2022 em vigor, no caso, a retirada de licença, concedida para participação nos jogos do Moçambola, época 2022/23”, lê-se na nota.

O “O País” contactou a direcção do Matchedje, tendo esta referido que o assunto estava acima das suas capacidades, pelo que nos remeteu ao Ministério da Defesa Nacional, a que o clube pertence.

A equipa principal do Matchedje, lembre-se, entrou em greve na segunda-feira, 14 de Agosto, em reivindicação de 700 mil Meticais de salários em atraso.

O jornal  “Record” avança, na sua edição de quarta-feira, que a SAD do  Sporting poderá adquirir os 80% remanescentes do passe do internacional moçambicano Geny Catamo até dia 12 de Setembro, a troco de 600 mil euros.

Enquanto não vê definida a situação em torno do “dossier” de Zanoli, Ruben Amorim continua a ter como opções para ala direita Esgaio, experiente jogador, e Geny Catamo, jovem que, após empréstimos sem sucesso nas últimas épocas ao Vitória de Guimarães e Marítimo, relançou a sua carreira em Alvalade, escreve o “Record”.

Isto porque, depois de ter convencido o técnico de 38 anos na pré-época, o internacional moçambicano de 22 anos ganhou um lugar no plantel de 2023/2024m surgindo como opção válida para Amorim e até a SAD leonina, prestes a investir no passe do jogador, refere a publicação portuguesa.

A evolução pelos verdes e brancos levou a que Geny fosse visto como solução interna ideal para o corredor direito e motivasse o reforço dos seus direitos por parte do Sporting, emblema que apenas detém nesta fase 20% do passe.

Tendo isso em conta, e tal como ficou acordado quando o Sporting contratou o jogador ao Amora, em 2020, a SAD leonina poderá comprar os 80% remanescentes até dia 12 de Setembro, a troco de 600 mil euros, um cenário que está em cima da mesa e será colocado em prática pelo clube leonino. Assim, Geny, que será blindado por 60 milhões de euros e tem contrato até Junho de 2025, motiva uma aposta financeira maior por parte do Sporting, numa época em que pode ser opção para Amorim. No primeiro jogo da época, frente ao Vizela, Geny Catamo foi adaptado à ala direita. O extremo moçambicano foi titular e saiu na segunda parte, merecendo, no final da partida, elogios por parte de Ruben Amorim. “Tirei-o porque senti que já estava cansado e porque não tínhamos controlo do jogo. Ele quando tem a bola quer ir sempre para a frente. Gostei muito da exibição dele. Está muito mais adulto e é bom às vezes os jogadores rodarem um bocadinho. Mesmo não jogando muito, ganham outra maturidade. Estou muito satisfeito com o jogo dele. Ele vai melhorar bastante. Mas o talento, a velocidade e todas essas características, está tudo lá. Vamos melhorá-lo”, disse Amorim.

Black Bulls e Costa do Sol defrontam-se, a 3 de Setembro, no Complexo Desportivo do Tchumene, no  jogo mais importante dos quartos-de-final da Taça de Moçambique ZAP. A Federação Moçambicana de Futebol (FMF) marcou ainda para a mesma data o duelo Baía de Pemba vs Ferroviário da Beira.

Dois seríssimos candidatos à conquista da segunda maior prova do calendário futebolístico moçambicano travam argumentos, no Complexo Desportivo do Tchumene, num duelo que estará no centro das atenções no acesso às meias-finais da Taça.

Ainda que na corrida ao título no Moçambola-2023, Black Bulls, líder da prova com 27 pontos, e Costa do Sol, quarto classificado com 23, apostam as suas fichas nesta competição que apura o representante moçambicano para as competições africanas.

Esta época, precisamente na 3.ª jornada do Campeonato Nacional de Futebol, os “touros” venceram os “canarinhos” por um a zero com tento solitário de Melque.  Já na 13ª jornada, ou seja, na segunda volta, nova vitória da Black Bulls desta feita por 3-1.

Na fase regional, o Costa do Sol teve dificuldades para ultrapassar o Desportivo da Matola (venceu por 1-0), enquanto a Black Bulls despachou o Clube de Gaza com goleada de 3-0.

Ano passado, o Costa do Sol caiu nos quartos-de-final da prova, depois de perder com o Ferroviário de Maputo, por 2-0. Mário, aos 9’, e Pauluana, aos 79’, ditaram a sentença na partida realizada no relvado sintético dos “canarinhos”.  Outrossim, a Associação Black Bulls foi afastada nos quartos-de-final pela Associação Desportiva de Vilankulo com quem perdeu por 5-3, resultado encontrado na marcação de grandes penalidades após o nulo no tempo regulamentar.

Ainda no dia 3 de Setembro, o Baía de Pemba trava argumentos em casa com o Ferroviário da Beira, noutro duelo entre duas formações que evoluem no Moçambola. Nos “oitavos”, o Baía de Pemba bateu o Ferroviário de Nampula por 3-1. Já o Ferroviário da Beira derrotou o seu homónimo de Moatize por 2-1.

Finalista vencido da edição passada, o Ferroviário da Beira pretende voltar a conquistar esta competição e, acima de tudo, levar para as suas vitrinas o quarto “canecão”.

No sábado, 2 de Setembro, a Liga Desportiva de Maputo recebe a Associação Desportiva de Vilankulo que, nos quartos-de-final, vulgarizou o Ferroviário de Maputo ao golear os “locomotivas” por 3-0. Curiosamente, a Liga Desportiva de Maputo também passou com distinção no teste com o Desportivo Maputo, vencendo por 4-1.
O surpreendente Mini Mundo de Inchope trava argumentos, no mesmo dia, com a União Desportiva de Songo que conta com dois troféus nesta competição.  A União Desportiva de Songo falhou, ano passado, o acesso à final ao perder com o Ferroviário de Maputo por 1-0. Os “hidroeléctricos” não querem ser surpreendidos nesta competição, pelo que se vão, seguramente, apresentar na sua máxima força.

Alheia à crise instalada no basquetebol indígena, mormente o facto de o braço-de-ferro entre a Secretaria de Estado de Desporto (SED) e a Federação Moçambicana de Basquetebol (FMB) expor aos potenciais patrocinadores “lutas intestinais” e desorganização, a Comissão de Gestão da Associação de Basquetebol leva a cabo, este sábado, no pavilhão do Maxaquene, as finais da Taça “Maputo Jogabets 100 Paus”. A Politécnica vs Costa do Sol, em masculinos, e Costa do Sol vs Ferroviário “A” são os duelos a realizar-se na “catedral” do basquetebol.

Distante do jogo falado fora da quadra e, acima de tudo, assumindo as responsabilidades pelas quais se comprometeu a levar a cabo durante o seu mandato, organizando permanentemente provas na capital do país, a Comissão de Gestão da Associação de Basquetebol da Cidade de Maputo promove, sábado, mais uma jornada da modalidade da bola ao cesto, numa combinação perfeita entre o desporto e entretenimento.

Na final de seniores masculinos, destaque para a surpreendente A Politécnica, formação que terminou a fase regular sem nenhuma derrota (venceu os nove jogos realizados).

O conjunto orientado por José “Matilo” Macuácua vai procurar contrariar o Costa do Sol, vice-campeão nacional e vencedor do Campeonato da Cidade.

Com uma equipa jovem e aguerrida, na qual se destacam Marlon Uamusse, jogador de 22 anos que faz a posição quatro; Mário Manjate, base de 22 anos; Cleyton Clemente, extremo-forte de 20 anos; e Mouzinho Saíde, base de 24 anos que se formou no Desportivo; os “politécnicos” querem voltar a fazer história nesta competição. História, sim senhor, porquanto em 2018, igualmente sob comando de José “Matilo” Macuácua, os “politécnicos” derrotaram, na final, o Ferroviário de Maputo por 75-62.

Mesmo com a sangria que tem sofrido nos últimos tempos, José “Matilo” Macuácua tem sabido buscar jovens com potencial para moldar a sua equipa. A média de idades, nesta altura, é de 23 anos. Com boa rotação defensiva e saídas em transições, a A Politécnica ambiciona sair vitoriosa na finalíssima da “Taça Maputo Jogabets 100 Paus”.

Mas atenção que, com o investimento feito, o Costa do Sol aponta para a conquista de todas as provas em que está envolvido.

Quais são os destaques do Costa do Sol, afinal? Os “canarinhos” apresentam uma estrutura equilibrada, sendo de destacar que, na posição 1, Miguel Guambe tem como soluções Nilton Seifane e Titos Benjamim.

Nas tabelas, o combativo Egídio Zandamela, o voluntário Asmilton Ribeiro, e os “quatro” Daniel Maveure e Milton Caifaz são algumas das opções no “jersey canarinho”. Nas posições 2-3, o “coach” Miguel Guambe conta com os sempre activos Francisco Braga, Danilo Cumbe, Klaus Bunguele, Ivan Machava, entre outros, já com tarimba para cumprir objectivos dentro da quadra.

O Costa do Sol conquistou o Torneio de Abertura, vencendo, numa final equilibrada, o Maxaquene por quatro pontos de diferença: 59-55. No entanto, perdeu diante do Ferroviário de Maputo na final do torneio de basquetebol sénior masculino “Treinador”, por 64-60.

Recentemente, e para testar as suas capacidades, o Costa do Sol deslocou-se para Joanesburgo, onde efectuou dois jogos de controlo, tendo vencido o Egoli Magic (76-72) e Jozi Nuggets (92-64).

OUTRA VEZ AS “SENHORAS” COSTA DO SOL E FERROVIÁRIO NA DECISÃO DO TÍTULO!

Atractiva, a final da “Taça Maputo Jogabets 100 Paus” em seniores femininos irá colocar frente-a-frente dois velhos rivais: Costa do Sol vs Ferroviário de Maputo. Protagonistas de duelos interessantes, “canarinhas” e “locomotivas” travaram argumentos, nos últimos sete anos, nas finais do Campeonato Nacional de Basquetebol sénior feminino.

Mas não é somente pelas finais por si disputadas que o embate Costa do Sol vs Ferroviário se torna atractiva. Estamos, e o “Afrobasket” 2023 foi disso prova, em presença de duas das equipas que mais contribuem com atletas para a selecção nacional de basquetebol sénior feminino.

O Costa do Sol contou com Ingivild “Inga” Mucauro, Nilza Chiziane e Chelsea Rafael, jogadoras que fizeram parte do “12” eleito por Carlos Ibraimo Aik, seleccionador nacional. Eleutéria “Formiga” Lhavanguane e Carla Covane até foram ao estágio, tendo depois sido preteridas. O Ferroviário, esse, forneceu as atletas Odélia “Mafa” Mafanela, Dulce Mabjaia, Sílvia Veloso e Stefânia “Papelão” Chiziane.

Na fase regular da “Taça Maputo Jogabets 100 Paus”, o Ferroviário de Maputo teve um saldo de seis vitórias e uma derrota, enquanto o Costa Sol terminou invicto. Os vencedores, em ambos, irão receber o valor monetário de 70 mil Meticais. Ao segundo classificado, caberá a quantia de 30 mil Meticais. A organização reserva ainda prémios individuais ao MVP (Most Valuable Player – Melhor Jogador), Melhor Ressaltador, Melhor Defesa, Melhor Triplista e Melhor Treinador, sendo que, para cada categoria, está destinado o valor de 10 mil Meticais.

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