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O País – A verdade como notícia

Sunderland não desiste de Geny Catamo

O Sunderland não está perto de desistir de tentar contratar Geny Catamo ao Sporting, mas a verdade é que o preço pode ser um entrave

Sunderland não desiste de Geny Catamo

O Sunderland não está perto de desistir de tentar contratar Geny Catamo ao Sporting, mas a verdade é que o preço pode ser um entrave

O Conselho de Disciplina da Liga Moçambicana de Futebol (LMF) decidiu anular o jogo entre a Associação Desportiva de Vilankulo e o Ferroviário de Lichinga, partida que foi realizada no Estádio Municipal de Vilankulo, recinto interditado pela Federação Moçambicana de Futebol.

Além de anular o jogo, o Conselho de Disciplina da Liga Moçambicana de Futebol instruiu, ainda, a Direcção do organismo que gere o Moçambola a remarcar a partida.

Nesse sentido, a Associação Desportiva de Vilankulo deverá indicar um outro campo aprovado pela Federação Moçambicana de Futebol, sem prejuízo de coordenação com a Liga Moçambicana de Futebol.

O Ferroviário de Lichinga havia apresentado um protesto na sequência da realização do jogo no Estádio Municipal de Vilankulo, recinto que não reúne condições para acolher jogos do Moçambola. A Liga Moçambicana de Futebol, depois de analisar os factos, julgou-o procedente.

“A bem da verdade, vale igualmente sublinhar que aquela decisão da FMF simplesmente formalizou factos que se puderam observar no dia do jogo: que o Campo Municipal de Vilankulo não dispõe de condições mínimas, de quaisquer natureza, para a realização de um jogo de futebol, quanto mais de alta competição.”

O estádio só poderá voltar a ser usado assim que forem corrigidas as irregularidades, tal como o Departamento de Licenciamento de Clubes da Federação Moçambicana de Futebol recomendou à Associação Desportiva de Vilankulo.

Aliás, esta formação já havia disputado o jogo da Taça de Moçambique ZAP, frente ao Ferroviário de Maputo, no Estádio Municipal de Vilankulo.

Sobre esse assunto, a Federação Moçambicana de Futebol recomendou à Associação Desportiva de Vilankulo que realize os seus jogos do Moçambola no Campo Municipal de Maxixe, que recentemente se beneficiou de uma requalificação.

Os árbitros indicados pela Comissão Nacional de Árbitros de Futebol (CNAF) para dirigir esta partida não se deslocaram a Vilankulo, tendo a Liga Moçambicana de Futebol recorrido a juízes amadores, que se encontravam nas bancadas do Estádio Municipal de Vilankulo. Os “hidrocarbonetos” acabaram por vencer a partida por quatro bolas a duas.

As reclamações sobre o estado do piso desta infra-estrutura desportiva não são de hoje. Ano passado, muitas formações que se deslocaram ao Estádio Municipal de Vilankulo contestaram o facto de se insistir em marcar jogos para este recinto.

O piloto moçambicano, Rodrigo Almeida, voltou a demonstrar o seu talento excepcional em Lausitzring, na Alemanha, em provas a contar para o campeonato DTM ADAC GT4. Ao volante do seu portentoso Mercedes, Rodrigo Almeida enfrentou desafios intensos e destacou-se com uma performance audaciosa e resiliência inabalável, sobre um intenso calor, com temperaturas a chegarem aos 35º C.

Na corrida de qualificação, Rodrigo Almeida esteve notável, ao conquistar uma impressionante classificação em 4º lugar, a meros 0,070 segundos do líder, tendo sido o melhor Mercedes da sessão.

A acção nas pistas intensificou-se, mais adiante, na corrida 1. A determinação e as manobras brilhantes de Rodrigo Almeida permitiram ao piloto entregar o carro ao seu colega checo, Joseph Knopp, na 2ª posição, após realizar a melhor volta da corrida.

A dupla manteve-se firme no 3º lugar durante a maior parte da corrida, demonstrando controlo e estratégia impressionantes. Contudo, um inesperado ingresso ao “safety car” nos últimos oito minutos da corrida provocou uma mudança na dinâmica da prova. Mesmo diante das adversidades, Rodrigo Almeida e Joseph Knopp continuaram a lutar e a enfrentar batalhas difíceis até ao último momento, assegurando o 7º lugar.

No domingo, 20 de Agosto, a dupla iniciou a corrida na posição 12. Mesmo após um arranque falso que resultou numa penalização (penalty lap), os pilotos mantiveram uma atitude positiva e a determinação em alta. Joseph Knopp entregou o carro a Rodrigo Almeida na 17ª posição e, mesmo com problemas técnicos a comprometerem a classificação, o piloto moçambicano colocou o Mercedes AMG GT4 na 12ª posição, arrecadando, assim, pontos importantes para o campeonato e demonstrando uma resiliência e profissionalismo admiráveis.

Para Rodrigo Almeida, “tanto as vitórias quanto as adversidades são parte integrante de qualquer desporto. Cada corrida é uma oportunidade para aprender, crescer e superar limites. “Continuaremos a trabalhar incansavelmente para conquistar resultados notáveis, em qualquer ambiente, incluindo os desafiadores”, disse o jovem piloto.

Rodrigo Almeida e a sua equipa preparam-se, agora, para os próximos desafios, com corridas agendadas para as próximas semanas, nomeadamente, em Sachsen (de 08 a 10 de Setembro), Spielberg (de 22 a 24 de Setembro) e Hockenheim (de 20 a 22 de Outubro).

A resiliência e o espírito de luta demonstrados pelo piloto durante o fim-de-semana em Lausitzring reflectem a sua dedicação ao desporto e a sua determinação em alcançar novos patamares.

O técnico do Ferroviário da Beira, Hélder Duarte, foi suspenso por vinte dias e multado em 75 mil meticais pelo Conselho de Disciplina da Liga Moçambicana por alegadamente proferir palavras injuriosas contra a equipa de arbitragem do jogo entre a sua equipa e o Costa do Sol.

O fervoroso “Caldeirão” do Chiveve viveu, no passado domingo, momentos de grande emoção e tensão no duelo mais importante da 15.ª jornada do Moçambola-2023.

Com a luta pela liderança da prova em causa (o Ferroviário da Beira precisava vencer para ascender ao primeiro lugar, após o empate a zero da Black Bulls com os “locomotivas” de Quelimane), não faltaram excessos, sendo que  um dos protagonistas foi Hélder Duarte que adoptou atitude incorreta e proferiu palavras injuriosas contra a equipa de arbitragem.

Ainda no calor das emoções, Artur Faria, director Desportivo do Ferroviário da Beira, invadiu o campo e usou expressões grosseiras contra o árbitro principal.

Analisados os factos, o Conselho de Disciplina da Liga Moçambicana de Futebol decidiu sancionar Hélder Duarte com “vinte 20 dias de suspensão e ainda uma muita de 75 mil Meticais por adoptar atitude incorreta e proferir palavras injuriosas contra a equipa de arbitragem”

Por sua vez, Artur Faria “apanhou” uma “multa de 100 mil Meticais “por ter adoptado atitude incorrecta, invadindo o terreno do jogo usando expressões grosseiras contra o árbitro principal João Nhatave”.

No capítulo das penalizações, o Conselho de Disciplina da Liga Moçambicana de Futebol aplicou uma multa de 5 mil Meticais ao avançado do Costa do Sol Richard Mbulu, por ter sido admoestado o cartão amarelo pela quinta vez no Moçambola.

O Conselho de Disciplina da Liga Moçambicana de Futebol multou, semana passada, o treinador da Black Bulls, Custódio Gune, em 75 mil Meticais “por ter adoptado atitude incorrecta, proferindo palavras injuriosas para contra a equipa de arbitragem” no desfecho da partida entre os “touros” e o Ferroviário de Nacala, inserido na 14ª jornada do Moçambola-2023. Os “touros” perderam com os “locomotivas” de Nacala por 2-1.

A Federação Moçambicana de Patinagem diz ter submetido, há três meses, o pedido de apoio ao Fundo de Promoção Desportiva, solicitação que viria a ter desfecho negativo. Secretaria de Estado de Desporto rebate, considerando que tal pedido devia ter sido feito ano passado.

O hóquei em patins bateu fundo. De uma modalidade prestigiada, que em 2011 maravilhou o mundo ao ocupar o quarto lugar no Mundial do Grupo A, em San Juan, na Argentina, colocando em sentido a temível e respeitável Espanha, a modalidade entrou este ano para a história pela…negativa. É que, faltando dois dias para o arranque da 2ª edição do Campeonato Africano, no Cairo, Egipto, a Federação Moçambicana de Patinagem anunciou a desistência da prova do vice-campeão, estatuto conquistado em 2019 em Luanda, Angola. A polémica não tem fim à vista e ganha novos contornos a cada dia que passa.

A desistência, e outra coisa não seria de esperar,  atira Moçambique para a Taça Challenger (uma espécie de terceira divisão do hóquei em patins), onde vai medir forças com selecções menos cotadas. A modalidade que, em 2006, conquistou o Mundial do  Grupo “B”, no Uruguai, e em 2019 açambarcou o troféu da Taça Intercontinental, em Barcelona, Espanha, foi simplesmente banalizada. O futuro dirá, na verdade, se virão outras penalizações. Internamente, cresce o coro de indignação e lamentações por esta desistência que belisca uma modalidade que, ao nível de clubes, também inscreveu o some nome nos anais da mesma com a conquista, em 1991, do Campeonato Africano pelo Estrela Vermelha reforçado por Pedro Pimentel, então jogador do Desportivo de Maputo. Muita história colocada no “caixote de lixo”.

A Federação Moçambicana de Patinagem diz que precisava de cinco milhões de Meticais para viabilizar a participação das selecções sub-19 e principal no Campeonato Africano, tendo, segundo esta agremiação, submetido um pedido de apoio ao Fundo de Promoção Desportiva à Secretaria de Estado de Desporto há três meses. “Apesar da federação egípcia ter garantido que ia ajudar-nos com dois milhões de Meticais para alojamento e alimentação, a família do hóquei em patins criou um grupo para angariação de fundos. Conseguimos aproximadamente 200 mil Meticais que não dava para comprar passagens”, começou por explicar Sidique Aly, vice-presidente da Federação Moçambicana de Patinagem para Relações Internacionais. Mas, afinal, qual foi o “timing” para formalização do pedido de apoio ao Fundo de Promoção Desportiva, financiador das actividades das selecções nacionais? E qual foi a resposta da instituição dirigida pela “polémica” Amélia Chavana? “Há três meses atrás metemos uma carta a pedir apoio na ordem de cinco milhões de Meticais. O próprio disse que, se puderem pagar alimentação e alojamento, podia nos aliviar”, acusou Aly.

Agora, o país aguarda serenamente pelas penalizações que virão por parte da Word Skate. Uma coisa é certa: o hóquei em patins moçambicano, em termos de intervenção internacional, perde forças e abrem-se feridas ao nível da família desta modalidade sobre rodas. “Fizemos uma carta ao presidente da Word Skate a explicar esta situação. Vamos esperar. Vamos ver o que eles irão decidir.”

TEM A PALAVRA A SED

Após as eleições realizadas em finais de Novembro de 2020, que culminaram com a vitória de Eneas Comiche Jr (candidato da lista A) com oito votos contra três de Nelson Costa (candidato da lista B), o candidato derrotado impugnou as mesmas por alegadas irregularidades. Esta situação atirou o hóquei em patins para uma guerra fora nos “rinks”, ou seja, nos tribunais com providências cautelares atrás de providências cautelares. Este caso não passa despercebido aos olhos da Secretaria de Estado de Desporto, quando abordada sobre a polémica desistência da selecção nacional do Campeonato Africano. “Como vocês sabem, houve um processo eleitoral muito recentemente que não teve um desfecho apaziguado entre as partes, esteve em tribunal durante muito tempo. Isso levou a que a própria direcção da federação estivesse inoperante durante muito tempo”, recordou Gilberto Mendes.O tempo de submissão do pedido de apoio foi igualmente convocado por Gilberto Mendes para justificar a não providência dos dinheiros requisitados.

“Toda a logística para ser feita tem que se preparar com antecedência, a requisição de apoios por aí adiante. Ficou estranho uma modalidade conceituada como hóquei em patins não ter conseguido nenhum apoio. Isto é sintomático de todo o problema que esteve por detrás de toda a administração. Três meses é este ano. Eles deviam ter submetido ano passado. Sabe que o orçamento do Estado é feito no ano anterior. Por vezes a gente consegue intervir e noutras vezes não porque os desafios são enormes. Veja quantas selecções nos temos a trabalharem fora”, argumentou.

A finalizar, Mendes deixou claro que o Governo reconhece o historial desta modalidade. “O hóquei em patins já nos habituou a grandes resultados. Sempre trouxe glórias para o país. É uma modalidade que o Governo acarinha muito. Infelizmente, estão a passar por um momento meio conturbado.”

A Associação Black Bulls deverá encaixar 500 mil euros (perto de 35 milhões de Meticais), caso o Sporting adquira os 80% remanescentes do passe do internacional moçambicano Geny Catamo até dia 12 de Setembro, a troco de 600 mil euros. Ainda assim, Junaide Lalgy, presidente da Black Bulls, torce o nariz em relação a este negócio. E, em entrevista ao jornal “A Bola”, Lalgy não hesitou em dizer que “alegra-nos a todos mas confesso que, como já disse, o negócio foi malparido.”

Geny Catamo, 22 anos, era quase um ilustre desconhecido dos espectadores do futebol português até ao momento em que, no Troféu Cinco Violinos diante do Villarreal, após ter marcado três golos na pré-época, o talentoso canhoto enrolou dois defensores adversários e ter colocado a bola direitinha no pé de Paulinho para mais um golo.

Este foi o momento do extremo adaptado a lateral ser chamado a um palco maior, mas o moçambicano está longe de ser um desconhecido para os clubes nacionais e, inclusivamente, depois de ter brilhado nas camadas jovens do Maxaquene – clube no qual era conhecido por Messi – e, na Academia Black Bulls, esteve com um pé no FC Porto.

A história é contada por Junaide Lalgy, proprietário do Black Bulls e que foi investidor do Amora, por agora na Liga 3. “O FC Porto tinha uma parceria com o Black Bulls para receber jogadores mediante certas condições previamente definidas e queria o Geny para o integrar na equipa de sub-19. No entanto, esta parceria estava a expirar e nós entendemos que a transferência do jogador deveria ser feita noutros moldes, o que o FC Porto não aceitou. Isso foi em Janeiro de 2018, quando o Geny estava prestes a completar 17 anos. Como o acordo com o FC Porto não avançou, decidimos inscrevê-lo no Amora e, nessa época, ainda fez alguns jogos [4] pela equipa principal”, conta Lalgy.

O percurso de Catamo no Amora continuou até que na época seguinte deu o salto para o Sporting. “O acordo foi mal elaborado por quem o conduziu, pois está inclinado para um dos outorgantes e não estou a falar de verbas mas de outros trâmites”, conta o dirigente moçambicano que foi investidor no Amora até 2020, altura em que o capital social do clube do Sul do país foi vendido a capitais norte-americanos.

Contas feitas, o Sporting tem até final do mês de Setembro para comprar, a troco de 600 mil euros, os 75 por cento do passe de Catamo que ainda estão na posse do Amora. Mas Lalgy faz uma ressalva: “Dessa parte dos direitos económicos do jogador que estão no Amora, 85 por cento são do Black Bulls.” Ou seja, caso a compra da totalidade do passe de Catamo por parte do Sporting se efetive – como tudo o indica -, o emblema moçambicano vai receber 510 mil euros.

Na sua página oficial, a Black Bulls escreve, sem avançar muitos detalhes do fim do “casamento” com Hugo Martins: “A Associação Black Bulls comunica a todos de que chegou a acordo para a rescisão amigável de contrato com o mister Hugo Martins. O clube agradece ao mister pelo empenho, dedicação e elevado sentido de profissionalismo demostrado ao longo dos meses que durou a ligação. É de certeza um de nós.”

Mais uma “chicotada psicológica” no Moçambola, mais um treinador sacrificado por resultados que não vão ao encontro da direcção do clube.

Hugo Martins, técnico português, deixa o comando da Black Bulls na sequência do empate a zero com o Ferroviário de Quelimane, resultado que conjungado com a vitória do Ferroviário da Beira diante do Costa do Sol (2-1) fez com que os “touros” perdessem a liderança da prova.

Os “touros” estão na segunda posição com 28 pontos, menos um que os “locomotivas” do Chiveve quando faltam sete jornadas por se disputar no Moçambola-2023.

Na sua página oficial, a Black Bulls escreve, sem avançar muitos detalhes do fim do “casamento” com Hugo Martins: “A Associação Black Bulls comunica a todos de que chegou a acordo para a rescisão amigável de contrato com o mister Hugo Martins. O clube agradece ao mister pelo empenho, dedicação e elevado sentido de profissionalismo demostrado ao longo dos meses que durou a ligação. É de certeza um de nós.”

Hugo Martins, que sucedeu a Inácio Soares no comando da Black Bulls no arranque da época, conquistou o Campeonato da Cidade.

A Black Bulls esta no quartos-de-final da Taça de Moçambique ZAP, sendo que no próximo dia 3 de Setembro irá defrontar, no seu campo, o Costa do Sol no jogo mais importante desta fase.

Lembre-se que, semana passada, o Ferroviário de Nampula demitiu Antoninho Muchanga do cargo de treinador desta formação por alegados maus resultados no Moçambola. Muchanga deixou a equipa na 9.ª posição com 17 pontos.

Os “axinenes” foram, igualmente, afastados da Taça de Moçambique ZAP pelo Baía de Pemba.

Antes, precisamente em Junho, Artur Makasar foi demitido do cargo de treinador do Ferroviário de Lichinga, contando-se, ainda, o afastamento de Rogério Balate (Zulu) do Ferroviário de Quelimane.

Em cinco jornadas, Balate venceu um e perdeu quatro partidas, o que provocou contestação por parte dos adeptos do Ferroviário de Quelimane.

Mas há mais treinadores afastados: Artur Comboio foi demitido do Ferroviário de Nacala, tendo sido substituído por Dário de Jesus Monteiro. O mau ambiente criado pelos adeptos acabou ditando o afastamento do jovem treinador.

O Sagrada Esperança de Angola, adversário do Ferroviário de Maputo na 1ª eliminatória de acesso à fase de grupos da Taça das Confederações (Taça CAF), vai disputar, desde ontem até dia 30 de Agosto corrente, no Lubango, um torneio de futebol com a participação de quatro clubes para possibilitar as equipas técnicas de ensaiarem as variantes dos modelos de jogo a utilizar no Girabola 2023/2024 e na Taça de Angola.

Para além do Sagrada Esperança, clube em que evolui o internacional moçambicano Lau King, a prova irá contar com a participação do Kabuscorp do Palanca, FC Bravos do Maquis e o anfitrião Desportivo da Huíla.

O Sagrada Esperança defronta, hoje, o Clube Desportivo da Huíla, no Estádio do Ferroviário da Huíla, e no período da manhã, o FC Bravos do Maquis mede forças com o Kabuscorp do Palanca no Campo do Benfica.

A segunda jornada, a disputar-se na sexta-feira, reservou as partidas Desportivo da Huíla e Bravos do Maquis, no Campo do Benfica, às 08h00, enquanto o Kabuscorp do Palanca mede forças com o Sagrada Esperança, no Estádio do Ferroviário da Huíla, às 15h00.

O torneio encerra-se no domingo, com o Kabuscorp do Palanca a defrontar o Desportivo da Huíla, às 08h00 no Campo do Benfica. O FC Bravos do Maquis e o Sagrada Esperança jogam à mesma hora no Estádio do Ferroviário da Huíla.

Na reacção à imprensa, na capital huilana, Luís Borges, técnico-adjunto do Desportivo da Huíla, considerou oportuna a disputa da prova, pois vai suprir o défice de jogos pré-competitivos que habitualmente se regista na pré-época.

“Iremos defrontar equipas que preparam, igualmente, a participação no Girabola. É um torneio que vem em boa altura. Vamos efectuar bons jogos de controlo, com o grau de exigência necessário”, enalteceram.

O braço-direito do português Paulo Torres, no comando da equipa, considerou que, durante a disputa da competição, a equipa técnica vai testar os modelos de jogo e aferir o grau de assimilação dos atletas.

A formação afecta à Região Militar Sul reforçou-se com o médio central, Madou Jarju, proveniente do clube Operário dos Açores da 2ª Liga de Portugal, o avançado, Ailiu Barry, Bailo Bah Gâmbia e ainda o médio ofensivo, angolano, João Mucuia, ex-Futebol Clube Serpa de Portugal. Integram a lista das aquisições, Karanga e Beny (ex-Petro de Luanda), Malamba e Manadu (ex-Sagrada Esperança), Baby (ex-Desportivo da Lunda-Sul), Hamilton (ex-Sporting de Cabinda), Santos Nkiambi Kuaku e Edú (ex-Académica do Lobito).

O Governo moçambicano acumulou, desde Dezembro de 2017, dívidas no valor de 14 milhões de meticais com atletas, no quadro do Regulamento de Premiação Desportiva.

O instrumento legal  estabelece a atribuição de valores monetários aos atletas e respectivos acompanhantes  que conquistem medalhas nas competições internacionais de carácter oficial, compromisso que o Estado não está a cumprir.

O facto, que deixa os atletas com os nervos à flor da pele, foi confirmado esta quarta-feira pelo Secretário de Estado de Desporto, Carlos Gilberto Mendes. O SED justificou que o Governo priorizou  o financiamento para a participação das diversas selecções nacionais em eventos internacionais. Diz ainda que, nos próximos dias, o assunto será solucionado.

O  regulamento de premiação desportiva prevê a atribuição de valores monetários aos atletas e treinadores que conquistam medalhas  nos  Jogos Olímpicos e Paralímpicos; Campeonatos do Mundo; Campeonatos Africanos e  Jogos Africanos.

O seleccionador nacional de futebol, Chiquinho Conde, divulgou, esta terça-feira, a lista de 42 atletas pré -convocados para o jogo decisivo diante do Benim, a 9 de Setembro, no Estádio Nacional do Zimpeto. Inserido na sexta e última jornada do grupo L de qualificação ao CAN 2024 nos Camarões. O destaque vai, sem sombra de dúvidas, para a chamada de Ricardo Martins Guimarães (Guima), jogador do GD Chaves de Portugal, e Jonathan Eusébio Muiomo (Jonathan), que evolui no FC Carl Zeiss Jena, na Alemanha. Os dois viram concluídos, recentemente, os respectivos processos de naturalização. Destaque, outrosssim, para Faisal Bangal que volta a entrar na convocatória, e Zainadine Júnior, jogador do Maritimo que ficou de fora frente ao Ruanda. Zainadine Jr foi remetido ao banco no duelo com o Senegal, no Estádio Nacional do Zimpeto, devido a desavenças com Chiquinho Conde. Gian Chande, guarda-redes que evolui na Suíça, foi igualmente chamado novamente por Chiquinho Conde.
A entrada da última jornada, Senegal lidera (13 pontos),seguido de Moçambique (7 pontos), Benin (5 pontos) e Ruanda (2 pontos). Os Mambas precisam apenas de um empate para se qualificarem ao CAN. Veja a seguir a lista de convocados.

Guarda-Redes:

Ernan Alberto Siluane (Ernan), Fasistêncio João Faza (Fazito), Gion Fadri Chande (Gionfi), Victor Alcino Guambe (Victor), Ivane Oficial Urrubal (Ivane).

Defesas:

Domingos João Macandza (Mexer), Danilo Muze (Danilo), Edmilson Gabriel Dove (Edmilson), Bruno Alberto Langa (Bruno), Bheu António Januário (Bheu), Fidel De Sousa (Fidel), Francisco Muchanga (Chico), Martinho Thauzene (Martinho), Zainadine Júnior (Zainadine), Edson Andre Sitóe (Mexer), David Zeferino Malembana (Malembana), Daniel Agustinho Mutambe (Danito), Fernando Data Chambuco (Chamboco), Feliciano Jone (Nené).

Médios:

Amade Momade (Amadou), João Bonde (João), Ricardo Martins Guimarães (Guima), Manuel Nhanga Kambala (Kambala), Ali Abudo Zacarias (Ali), Ezequiel Idalina Machava (Ezaquiel), Dário Melo (Dário), Shaquille Nangy (Shaquille), Luis José Miquissone (Miquissone), Melque Melito Alexandre (Melque), Nelson Drivrassone (Nelson), Clésio Palmirim Bauque (Clésio), Geny Cipriano Catamo (Geny), Jonathan Eusébio Muiomo (Jonathan) – FC Carl Zeiss Jena, Gianluca Lorenzoni (Gian) – Gudja United, Elias Gaspar Pelembe (Dominguês), Witiness João Quembo (Witi), Gildo Lourenço Vilanculos (Gildo), Stélio Marcelino Ernesto (Telinho).

Avançados:

Isac de Carvalho (Isac), Stanley Ratifo (Ratifo), Faisal Bangal (Faisal), Pachoio Lau Ha King (Lau King).

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