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O País – A verdade como notícia

A Procuradoria Provincial de Cabo Delgado está a investigar os gestores do município de Pemba, capital de Cabo Delgado, por suspeita de corrupção no concurso público de contratação de empreiteiro para a construção da estrada ANE-Chuiba.

“Recebemos uma denúncia anónima e estamos a investigar, para ver se não existem infracções de natureza criminal, como é o caso de corrupção, porque entendemos que, havendo irregularidades como as que foram relatadas na denúncia, é possível que tenha ocorrido, também, o crime de corrupção como quaisquer outros crimes”, revelou Gilroy Fazenda, porta-voz da Procuradoria Provincial de Cabo Delgado.

Entretanto, enquanto decorrem investigações, com base na denúncia, a Procuradoria abriu um processo administrativo devido à gravidade de irregularidades arroladas no documento.

”Neste momento, decorre um processo em fase de instrução contra os gestores do município para efeitos de responsabilização financeira, por entendermos que houve infracções de natureza financeira”, confirmou Gilroy Fazenda.

Além da estrada ANE-Chuiba, a procuradoria está a investigar outros casos relacionados com crimes de corrupção no município de Pemba, onde o respectivo edil não se mostrou disponível a reagir sobre o processo administrativo aberto contra os gestores municipais.

Na sua última visita à província de Manica, o Presidente da República, Filipe Nyusi, alertou que estava a ocorrer naquele ponto do país o recrutamento de jovens para engrossar as fileiras terroristas, que, há mais de cinco anos, semeiam pânico em Cabo Delgado.

Nyusi referiu que, apesar dos esforços para “empurrar” jovens para a insurgência, os terroristas têm estado a redundar no fracasso, uma vez que esta camada social tem estado a mostrar resistência em se alinhar às fileiras criminosas.

“Aqui em Manica, eles estão à procura, para levar miúdos para lá (para Cabo Delgado). Só que estão a ter muitos problemas aqui em Manica”, disse Nyusi, para quem os jovens da província são vigilantes e sérios.

Como que a fazer fé nas palavras de Filipe Nyusi, as autoridades do bairro Centro Hípico, arredores da cidade de Chimoio, “abortaram” o recrutamento de 14 jovens que, supostamente, engrossariam as fileiras terroristas.

O líder daquele bairro, Bernardo Canazache, revelou que, semana passada, uma mulher de nacionalidade Zimbabueana contactou alguns jovens de um grupo cultural da zona, para alegadamente viajar a Inhambane onde esperariam por “patrões” que viriam de Cabo Delgado levá-los para emprego em empresas que não revelou.

“Informaram-me que estavam para ser levados com uma mulher zimbabueana. Perguntei se já conheciam lá (Cabo Delgado), e se lhes foi dado algum dinheiro. Responderam que foram contratados pela mulher e que seriam levados por brancos para Cabo Delgado, e são trinta brancos”, contou Canazache.

De acordo com o líder, tais jovens decidiram contar o sonho de ter emprego, que, na sua óptica, já se estava a concretizar, e este alertou as autoridades policiais que trataram de prender a referida cidadã.

Neste momento, segundo referiu, o caso está sob investigação, mas resultados preliminares, que estão na sua posse, indicam que os jovens já estavam na rota de tráfico para fins terroristas.

O fenómeno já começa a preocupar as autoridades municipais, de tal maneira que o edil de Chimoio, João Ferreira, juntou, esta segunda-feira, jovens de vários bairros da cidade para apelar à vigilância.

“Quando virmos uma pessoa estranha, temos que dizer ‘aquele ali é estranho, aquele ali temos que controlar’. Como é que se explica que alguém que só vem com uma garrafa de água, pouco tempo depois, já é empresário? Como se explica isso? Não queremos isso na nossa cidade de Chimoio”, referiu Ferreira, perante centenas de jovens que aderiram ao encontro.

O suposto recrutamento de jovens para o terrorismo na cidade de Chimoio ocorre numa altura em que a insurgência começa a alastrar-se para outras províncias, como é o caso até agora, de Nampula e Niassa.

O prognóstico do Instituto Nacional de Meteorologia ( INAM), para esta terça-feira, aponta para  ocorrência de tempo quente. A cidade Tete poderá registar a temperatura mais elevada de hoje, de  38 graus.

Assim, as cidades de Maputo, Xai-xai, Inhambane e Vilankulo poderão registar máximas de 28, 28, 29 e 30 graus Celsius, e mínimas de 22,20,24 e 23, respectivamente.

Para as cidades da zona centro do país, Beira,Chimoio, Tete e Quelimane, a previsão é de máximas a atingirem 31,31,38 e 32 e mínimas de 22,15,25 e 22 graus, respectivamente.

Já para as cidades na região nortenha de Moçambique, prevêem-se máximas de  33,30 e 28  e mínimas de 21,26 e 14 graus Celsius, respectivamente.

Na sua última visita à província de Manica, o Presidente da República, Filipe Nyusi, alertou que estava a ocorrer naquele ponto do país o recrutamento de jovens para engrossar as fileiras terroristas, que, há mais de cinco anos, semeiam pânico em Cabo Delgado.

Nyusi referiu que, apesar dos esforços para “empurrar” jovens para a insurgência, os terroristas têm estado a redundar no fracasso, uma vez que esta camada social tem estado a mostrar resistência em se alinhar às fileiras criminosas.

“Aqui em Manica, eles estão à procura, para levar miúdos para lá (para Cabo Delgado). Só que estão a ter muitos problemas aqui em Manica”, disse Nyusi, para quem os jovens da província são vigilantes e sérios.

Como que a fazer fé nas palavras de Filipe Nyusi, as autoridades do bairro Centro Hípico, arredores da cidade de Chimoio, “abortaram” o recrutamento de 14 jovens que, supostamente, engrossariam as fileiras terroristas.

O líder daquele bairro, Bernardo Canazache, revelou que, semana passada, uma mulher de nacionalidade Zimbabueana contactou alguns jovens de um grupo cultural da zona, para alegadamente viajar a Inhambane onde esperariam por “patrões” que viriam de Cabo Delgado levá-los para emprego em empresas que não revelou.

“Informaram-me que estavam para ser levados com uma mulher zimbabueana. Perguntei se já conheciam lá (Cabo Delgado), e se lhes foi dado algum dinheiro. Responderam que foram contratados pela mulher e que seriam levados por brancos para Cabo Delgado, e são trinta brancos”, contou Canazache.

De acordo com o líder, tais jovens decidiram contar o sonho de ter emprego, que, na sua óptica, já se estava a concretizar, e este alertou as autoridades policiais que trataram de prender a referida cidadã.

Neste momento, segundo referiu, o caso está sob investigação, mas resultados preliminares, que estão na sua posse, indicam que os jovens já estavam na rota de tráfico para fins terroristas.

O fenómeno já começa a preocupar as autoridades municipais, de tal maneira que o edil de Chimoio, João Ferreira, juntou, esta segunda-feira, jovens de vários bairros da cidade para apelar à vigilância.

“Quando virmos uma pessoa estranha, temos que dizer ‘aquele ali é estranho, aquele ali temos que controlar’. Como é que se explica que alguém que só vem com uma garrafa de água, pouco tempo depois, já é empresário? Como se explica isso? Não queremos isso na nossa cidade de Chimoio”, referiu Ferreira, perante centenas de jovens que aderiram ao encontro.

O suposto recrutamento de jovens para o terrorismo na cidade de Chimoio ocorre numa altura em que a insurgência começa a alastrar-se para outras províncias, como é o caso até agora, de Nampula e Niassa.

Moçambique pretende reduzir ainda mais a desnutrição crónica em menores de cinco anos de idade. Para o efeito, foi lançada, hoje, em Nampula, a campanha “Crescer bem”, que tem como objectivo promover a educação nutricional.

Coube à Primeira-Dama de Moçambique, Isaura Nyusi, proceder ao lançamento da campanha de educação nutricional “Crescer Bem”, na vila sede de Nametil, distrito de Mogovolas, alusivo ao Dia Internacional da Mulher Rural.

Em Moçambique, o difícil crescimento associado ao baixo peso das crianças menores de cinco anos é um grande problema de saúde pública. A estatística mostra que em média nacional, 38% das crianças dos zero aos cinco anos sofrem de desnutrição crónica e Nampula está muito acima, com 46,7%.

E porque os números ainda são altos, o Gabinete da Primeira-Dama da República lidera a campanha “Crescer bem”, que foi lançada esta segunda-feira, em Nampula, devendo, nos próximos cinco anos, apostar na educação nutricional em todas as províncias do Centro e Norte do país.

A Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação identificou dois problemas que podem comprometer o alcance de um desenvolvimento sustentável no mundo.

Mas a aposta no abastecimento de água e no aumento da produção agrícola nos últimos anos permitiu alcançar melhores resultados na luta contra a desnutrição, comparativamente ao cenário anterior.

A Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, o Fundo das Nações Unidas para a Infância e a Agência Japonesa para o desenvolvimento Internacional são os parceiros de financiamento da campanha “Crescer bem”.

A Procuradoria Provincial de Cabo Delgado está a investigar os gestores do município de Pemba, capital de Cabo Delgado, por suspeita de corrupção no concurso público de contratação de empreiteiro para a construção da estrada ANE-Chuiba.

“Recebemos uma denúncia anónima e estamos a investigar, para ver se não existem infracções de natureza criminal, como é o caso de corrupção, porque entendemos que, havendo irregularidades como as que foram relatadas na denúncia, é possível que tenha ocorrido, também, o crime de corrupção como quaisquer outros crimes”, revelou Gilroy Fazenda, porta-voz da Procuradoria Provincial de Cabo Delgado.

Entretanto, enquanto decorrem investigações, com base na denúncia, a Procuradoria abriu um processo administrativo devido à gravidade de irregularidades arroladas no documento.

”Neste momento, decorre um processo em fase de instrução contra os gestores do município para efeitos de responsabilização financeira, por entendermos que houve infracções de natureza financeira”, confirmou Gilroy Fazenda.

Além da estrada ANE-Chuiba, a procuradoria está a investigar outros casos relacionados com crimes de corrupção no município de Pemba, onde o respectivo edil não se mostrou disponível a reagir sobre o processo administrativo aberto contra os gestores municipais

Um indivíduo está detido na Cidade de Maputo por suspeitas de envolvimento em vários raptos. O Serviço Nacional de Investigação Criminal diz que o indiciado facultava viaturas para transportar as vítimas.

O Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC) apresentou, esta segunda-feira, um indivíduo de 43 anos de idade, acusado de participar em vários raptos ocorridos na Cidade de Maputo, de 2020 a 2021.

Segundo o SERNIC, o indiciado facilitava o transporte das vítimas.

“O detido estava mais envolvido na preparação dos raptos, desde a aquisição das viaturas, modificação das chapas de matrícula, até ao seguimento dos indivíduos a serem raptados”, explicou Hilário Lole, porta-voz do SERNIC na Cidade de Maputo.

Embora admita ter recebido ligações telefónicas para o transporte das vítimas, o indiciado nega o seu envolvimento nos crimes, afirmando que “não cheguei a efectivar. O que acontece é que prenderam a pessoa que me contactou e, logo a seguir, entregou-me à polícia”, justificou o indiciado.

A detenção do indivíduo ocorreu numa altura em que cumpria liberdade condicional, por envolvimento em outros raptos ocorridos na província de Maputo.

Sobre o paradeiro do cidadão de origem asiática, raptado há cerca de duas semanas, na avenida Albert Lithule, na Cidade de Maputo, o SERNIC continua sem pistas.

A ministra da Terra e Ambiente quer que os jovens estejam envolvidos no combate aos efeitos das mudanças climáticas. Ivete Maibaze falava, hoje, em Maputo, na abertura da Primeira Consulta Nacional da Juventude sobre Acção Feminista para Justiça Climática.

Moçambique é o terceiro país mais vulnerável às mudanças climáticas a nível de África e 60% da sua população está exposta aos eventos extremos da natureza, porque vive na zona costeira.

A ministra da Terra e Ambiente quer que os jovens ajudem a controlar o fenómeno que compromete o bem-estar de todos.

“Os agregados familiares, em algumas regiões, são mais vulneráveis aos eventos extremos, entre os quais ciclones, cheias e secas. Estes fenómenos afectam, directa e negativamente, a capacidade produtiva das populações, através da destruição de bens e serviços, contribuindo para acentuar os níveis de desnutrição e da vulnerabilidade social, económica e ambiental”, elucidou a ministra da Terra e Ambiente, Ivete Maibaze.

São estes desafios a que a governante quer que os jovens apresentem soluções, até porque “eles têm uma oportunidade excepcional para a acção climática, e reconhecemos, como Governo, que isso representa uma enorme ganho para o país”.

A juventude identificou-se com a causa e vai abraçá-la. Por isso, a vice-presidente do Conselho Nacional da Juventude, Sónia Bila, olha para a Primeira Consulta Nacional da Juventude sobre Acção Feminista para Justiça Climática como um espaço ideal, “onde os jovens poderão discutir ideias para juntos minimizarem as consequências das mudanças climáticas”.

Já a representante da ONU Mulheres, Marie Kayisire, afirma ser esta a oportunidade de os jovens fazerem uma declaração com as ideias que ditam o seu compromisso com a causa das mudanças climáticas, mas alinhado aos objectivos globais.

A Primeira Consulta Nacional da Juventude sobre Acção Feminista para Justiça Climática tem duração de dois dias.

A ministra do Trabalho e Segurança Social, Margarida Talapa, apelou, na manhã do último sábado, na cidade de Tete, a empregadores e trabalhadores da província, num encontro com representantes de médias e grandes empresas, para pautarem pelo diálogo constante, de modo a ultrapassarem qualquer diferendo ou choque de opiniões nas empresas.

Não obstante ter felicitado os visados pelo encorajador rumo que os entendimentos estão a ter entre as duas partes nas empresas da província, Margarida Talapa disse ser necessário que se continue a trabalhar numa plataforma de diálogo permanente e na identificação de potenciais focos de instabilidade laboral nas empresas ou outras unidades de produção. Ainda de acordo com a governante, os resultados dos processos de diálogo em curso, que culminaram com entendimentos e renovação de compromissos, mostram que é possível evitar paralisações laborais ou greves nas empresas. Pois, com elas, a empresa não produz lucros e os trabalhadores não terão a renda desejada.

Atropelos à legislação laboral, maus-tratos, falta de comunicação entre o patronato e os trabalhadores, incluindo o pagamento de salários abaixo do estipulado pelo Governo foram apontados como parte dos problemas que ameaçam o mercado laboral de Tete, e não só.

A ministra do Trabalho e Segurança Social  colocou, mais uma vez, os serviços da administração do trabalho à disposição das empresas, em caso de qualquer dúvida no âmbito da interpretação da legislação vigente, uma vez que tem sido também um dos factores para a origem de injustiça e instabilidades laborais.

Por sua vez, tanto os empregadores como os trabalhadores prometeram manter a linha de diálogo pelo bem do crescimento das empresas, uma vez que, havendo paz laboral, estabelecem-se condições para o aumento da produção e produtividade na empresa.

Margarida Talapa   reuniu-se com as cerca de 40 empresas numa perspectiva de encorajamento pelo esforço que têm vindo a exercer no âmbito do diálogo social, bem como criar uma via aberta permanente em toda a província, na busca de soluções conjuntas aos problemas emergentes no mercado laboral. Na última sexta-feira, Margarida Talapa, depois de ter lançado a primeira pedra para a construção do edifício da Delegação Distrital do Instituto Nacional da Segurança Social (INSS) em Moatize, visitou a empresa Vulcan (ex-Vale Moçambique), de onde saiu satisfeita pelo compromisso assumido pela empresa e pelos trabalhadores,  com vista a ultrapassar a imagem não boa produzida recentemente, que culminou com a paralisação das actividades laborais, sobretudo no contexto do actual momento de transição da empresa, de Vale Moçambique para Vulcan.

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