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O País – A verdade como notícia

A Primeira-Dama, Isaura Nyusi, prestou homenagem, esta sexta-feira, em Majune, na província de Niassa, à rainha Bibi Achivangila, falecida em Abril passado, vítima de doença.

Isaura Nyusi foi recebida na manhã desta sexta-feira na sede do Distrito de Majune, na província de Niassa, para onde se deslocou com o propósito de homenagear, no povoado de Malila, a rainha de Niassa, Bibi Achivangila, e prestar solidariedade à família.

“Acompanhámos todos os momentos. Quando a rainha perdeu a vida, isto foi uma grande mágoa para nós, para mim, para o camarada Presidente e para os moçambicanos. Estamos aqui para dar o nosso conforto e dizer que estamos juntos. Temos que chorar sim, mas ela está connosco. Ela foi-se, mas sentimos que ela está aqui connosco, porque a obra dela é uma obra presente.”

Segundo fontes orais, o nome Bibi Achivangila foi atribuído há mais de 100 anos a uma mulher que conseguiu, com a sua coragem, salvar muitos escravos da morte, sendo aclamada como rainha.

Já passaram várias gerações de rainhas, sendo que a falecida era a quinta, e a família, na pessoa de Mário Wilamo, sobrinho, agradeceu a visita da Primeira-Dama e o gesto de solidariedade.

“Agradecemos o vosso apoio e sentimo-nos honrados com a vinda da Primeira-Dama. Tivemos muito apoio do camarada Presidente da República, do governo do distrito, no momento em que a nossa mãe, tia e avó esteve doente, até à hora do seu falecimento. Agradecemos muito o gesto.”Na mesma ocasião, a Primeira-Dama saudou Joaquina Nhenje, que recentemente foi legitimada e aclamada rainha Bibi Achivangila, no caso a sexta a ocupar o cargo. Isaura Nyusi e comitiva deslocaram-se ao local onde jazem os restos mortais das anteriores rainhas Bibi Achivangila, exceptuando a primeira, que foi sepultada à beira da estrada que liga Lichinga a Majune e a terceira, que, segundo fontes locais, foi sepultada na sua residência.

A presidente da Organização da Mulher Moçambicana (OMM), Isaura Nyusi, disse, em Niassa, que não quer divisionismo na eleição de cabeças-de-lista da Frelimo para as eleições autárquicas.

Exibindo cartões de eleitor nas mãos, os membros da OMM, organização social do partido Frelimo, demonstraram estar aptos a eleger e ser eleitos. Até ao dia das eleições autárquicas, agendadas para 11 de Outubro próximo, o partido já terá elegido os seus candidatos que vão encabeçar a lista que vai concorrer nas autarquias, e a mulher da OMM não quer ficar de fora e por isso Isaura Nyusi reuniu a OMM em Niassa para dizer que quer um processo pacifico.

“Vamos fazer do nosso processo de eleições internas que se avizinha um momento de verdadeira festa e não criemos agitações nem divisionismo, cumprindo rigorosamente as directivas do partido. Como organização orientada pelos ideais do nosso glorioso partido Frelimo, continuemos sempre unidos e coesos, empenhados em mobilizar mais membros para a Organização da Mulher Moçambicana e para o nosso glorioso partido.”

Com o recenseamento a terminar este sábado a presidente da OMM apela a todos os que ainda não se recensearam para o fazerem e, ao mesmo tempo, as camaradas são chamadas a aprofundar os seus conhecimentos acerca do processo eleitoral em curso.

“O nosso empenho, como mulheres, é determinante para a superação de todos os obstáculos. Neste momento crucial, em que as nossas atenções estão viradas para as eleições autárquicas, em Outubro próximo, é imperioso que tenhamos o domínio de todos os instrumentos legislativos de modo a dar vida ao processo democrático que nos caracteriza, como organização.”

No encontro, que decorreu em Lichinga, a presidente da OMM lançou um apelo às mulheres de todo o país para aderirem ao processo de alfabetização de modo a adquirir mais conhecimentos e habilidades.

O Presidente da República visitou esta quinta-feira a província de Manica onde inagurou um sistema de abastecimento de água na região de Nhampassa, distrito de Báruè, que vai beneficiar mais de 12 mil habitantes.

Assim mais de 15 mil habitantes de Nhampassa deixam de beber água imprópria, bem assim percorrer longas distâncias para terem acesso ao líquido.

As autoridades locais e a governadora de Manica consideram que o sistema de abastecimento de água reduzir o sofrimento da população de Nhampassa.

Depois de Bárue, Nyusi rumou a Chissassa, sede do distrito de Macate, onde inaugurou o Tribunal Judicial local, orçado em cerca de 60 milhões de meticais.

Nyusi exigiu dos magistrados celeridade processual.

Tendem a aumentar, nos últimos anos, os eventos extremos no país. Na passada época chuvosa e ciclónica, por exemplo, choveu de forma intensa em todo o país, o que não acontecia há muitos anos.

O destaque dos eventos extremos na última época, vai para o ciclone tropical Freddy, que causou muita precipitação, e, segundo o director-adjunto do Instituto Nacional de Meteorologia (INAM), Mussa Mustafá, foi tão forte que o Malawi sofreu, pela primeira vez, os impactos de um ciclone, de tal forma que os impactos são vividos até hoje.

A informação foi avançada durante o balanço da época chuvosa 2022/2023, em que foi dito que a mesma foi caracterizada por muita chuva, em todo o país.

“Em outras épocas, o que tínhamos era mais chuva nas zonas Centro e Norte e, na zona Sul, seca. E nesta, tivemos chuvas em todo o país, e de forma intensa, algo que não víamos há muitos anos. Já tivemos duas épocas consecutivas de seca na zona Sul, enquanto no Centro e Norte a situação era diferente, mas, para o caso específico dessa época, o cenário foi completamente diferente”, explicou Mussa Mustafá.

A Direcção Nacional de Gestão de Recursos Hídricos (DNGRH), que também esteve no programa, sublinhou que as chuvas que caíram nos meses de Outubro, Novembro e Dezembro foram caracterizadas por cheias de magnitude baixa em quase todas as bacias hidrográficas.

Já nos meses de Janeiro, Fevereiro e Março, conforme explicou Isac Filimone, as cheias foram de magnitude moderada alta, nas bacias de Maputo, Umbeluzi, bacias costeiras das províncias de Zambézia e Inhambane, incluindo a bacia do Licungo e o baixo Zambeze.

“Em termos de armazenamento, as bacias de Nampula, Nacala, Mugica e Chipembe registaram um incremento do volume de armazenamento, tendo terminado a época chuvosa a 100 por cento da sua capacidade. Isso causou inundações nas zonas agrícolas, infra-estruturas e agregados.”

Segundo Isac Filimone, uma das formas de minimizar os impactos é a criação de infra-estruturas de retenção, pois as que existem no país não são suficientes para fazer face.

“As barragens que temos, para altura em que foram planificadas, conseguiam dar conta do recado, mas a esta altura não. Se tivéssemos mais uma barragem por cada bacia, a situação estaria minimizada”, detalhou.

Outra solução para o problema, segundo Dina Ribeiro, secretária permanente do Ministério dos Transportes e Comunicações, é o aviso prévio do estado de tempo, e já está em curso o programa “Um Distrito, Uma Estação Meteorológica”, com o objectivo de mitigar e adaptar-se às mudanças climáticas.

Para além dessa iniciativa, a representante do Programa Mundial da Alimentação em Moçambique, Antonella D`Aprille, comprometeu-se a continuar a ajudar o país a melhorar a previsão do tempo.

Na reunião de balanço da época chuvosa e ciclónica, participaram, para além do INAM e a Direcção de Recursos Hídricos, a Electricidade de Moçambique, a Associação Nacional de Estradas, o Ministério da Saúde e Centro Nacional Operativo de Emergência, que, além de fazer o balanço, falaram das lições aprendidas.

Mais de dois milhões de crianças estão envolvidas no trabalho infantil no país. A informação foi avançada hoje, pela Primeira-Dama, Isaura Nyusi, por ocasião da celebração do Dia Internacional da Criança. Isaura Nyusi apela ao envolvimento de todos na protecção das crianças.

Ao meio da manhã desta quinta-feira, a Primeira-Dama, Isaura Nyusi, desembarcou na cidade de Lichinga, na província de Niassa, para orientar as cerimónias centrais do Dia Internacional da Criança.

Na Praça dos Heróis, depositou uma coroa de flores, para depois seguir ao local do comício, onde as crianças moçambicanas apresentaram as suas preocupações.

Ouvindo atentamente a mensagem das crianças, a Primeira-Dama instou a sociedade a envolver-se ainda mais para melhorar a situação da criança no país.

De acordo com dados do Ministério da Criança e Acção Social, foram reunificadas, no ano passado, 546 crianças que estavam em uniões prematuras. Isaura Nyusi faz notar que o bem-estar da criança é uma preocupação do Governo.

A representante do Fundo das Nações Unidas para a Infância, em Moçambique, reconheceu avanços na protecção da criança, mas notou persistência de desafios.

A Primeira-Dama ofereceu ainda cadeiras de rodas a crianças com problemas motoras. E porque é dia de festa, não faltou música e dança.

A Universidade Pedagógica de Maputo quer massificar a produção sustentável de alimentos por meio de energias renováveis. Nesta quinta-feira, mais de 30 alunos foram capacitados sobre a matéria, no âmbito das comemorações do 01 de Junho, Dia Internacional da Criança.

Mais de 30 alunos de diferentes escolas primárias e secundárias da cidade de Maputo deslocaram-se, esta quinta-feira, ao Centro de Pesquisa, Treinamento e Produção Sustentável de Alimentos da Universidade Pedagógica de Maputo, no distrito de Marracuene.

O objectivo era capacitá-los em matérias de produção sustentável de alimentos, com recurso ao uso de energias renováveis. Trata-se de uma iniciativa que se enquadra nas comemorações do 01 de Junho, Dia Internacional da Criança.

No local, os petizes aprenderam, na prática, o plantio de sementes e os seus benefícios nutritivos para a saúde, segundo disse Tayla Maguegy, aluna da Escola Portuguesa. “Aprendemos diversas técnicas que dizem respeito a energias renováveis, que é algo tão importante, tendo em conta que as questões climáticas influenciam a todos. Por isso, esperamos que as técnicas possam ser usadas de forma mais abrangente não só no país, mas em todo o mundo”, disse a aluna.

Da teoria à prática, a aula foi ao ar livre e em contacto directo com o solo. O objectivo era ver de perto, aprender e com suas próprias mãos introduzir sementes no solo para a produção de alimentos. O espaço serviu para interacção entre os alunos e os agricultores, para colocação de perguntas e respostas.

A iniciativa é da Universidade Pedagógica de Maputo, que pretende, através do Centro de Pesquisa, Treinamento e Produção Sustentável de Alimentos, massificar o uso de energias renováveis.

“A Universidade Pedagógica de Maputo tem como um dos desafios contribuir para o desenvolvimento sustentável, no âmbito da transição energética. Tratando-se do Dia da Criança, procuramos proporcionar-lhes um dia diferente”, explicou Urânio Mahanjane, docente da Universidade Pedagógica de Maputo.

Uma experiência única que marca o Dia Internacional da Criança. No local houve também plantio de árvores e lições sobre a importância das frutas para o organismo.

Este ano, o Dia Internacional da Criança é comemorado sob o lema “Por uma sociedade comprometida com a protecção da criança”.

A Polícia apreendeu, numa residência, na cidade de Chimoio, mais de 70 armas de fogo com as respectivas munições e outro material de guerra. Em conexão com o caso, estão detidos dois cidadãos estrangeiros.

São ao todo 71 armas de diferentes tipos e calibres, carregadores, baionetas e rádios de comunicação que fazem parte do material apreendido pela Polícia, esta quinta-feira, no bairro Trangapasso, na cidade de Chimoio. Estavam na residência de dois indivíduos, um de nacionalidade portuguesa e outro, zimbabweano, segundo avançou o porta-voz da PRM em Manica.

“Há um trabalho que está a ser feito em toda a província de Manica, visando prevenir casos de assaltos com recurso a armas de fogo. Mais uma vez, apelamos à sociedade em geral, que é o olho da polícia, para que seja vigilante sempre que se aperceber de comportamentos tendentes à desordem e à insegurança públicas, que se dirigiam às autoridades para que a Polícia possa fazer o seu trabalho, que é identificar, neutralizar e responsabilizar criminalmente os infractores”, disse Mateus Mindú, porta-voz da PRM em Manica, lembrando que o tipo de armamento apreendido só pode estar com as Forças de Defesa e Segurança.

O material de guerra apreendido pela Polícia é novo. Questionámos ao porta-voz se na posse dos detidos estarão alguns documentos de importação. “É um material que estava na posse deles de forma ilegal. Se fosse legal, a Polícia não teria feito a apreensão. Se recuperamos o armamento, é porque tem que estar nas mãos das Forças de Defesa e Segurança. Infelizmente, estava em mãos alheias. Mas, graças ao trabalho feito pela Polícia, o material já está nas nossas mãos.”

Aos jornalistas, os indiciados preferiram não responder a perguntas.

Falando durante a inauguração da rede de energia nacional, o Presidente da República destacou o facto de esta iniciativa dar claras indicações do contínuo desenvolvimento humano. Filipe Nyusi apelou ainda aos potenciais consumidores de energia, em Chupanga, para honrarem os seus compromissos na qualidade de clientes.

É uma boa nova para a população de Chipanga, no distrito de Marromeu, na província de Sofala. É que, a partir desta quinta-feira, 1 de Junho, mais de quatro mil pessoas passaram a beneficiar-se de energia eléctrica da rede nacional, no quadro do programa de electrificação de todas as sedes e postos do país. São, ao todo, quatro postos de transformação de 5km de linha de média tensão instalados, bem como 120 candeeiros para a iluminação pública e efectuadas 801 ligações das 800 previstas, que totalizam 94 milhões de Meticais investidos pelo Governo.

Foram criados 51 novos postos de trabalho na região de Chupanga. Com a inauguração, 31 dos 33 postos administrativos de Sofala passaram a estar electrificados. A previsão é que, até 2024, os restantes dois postos administrativos sejam electrificados.

A iniciativa, do Governo moçambicano, tem como principal objectivo o alcance da meta de acesso universal à energia eléctrica até 2030.

Falando durante a inauguração da rede de energia, o Presidente da República, Filipe Nyusi, destacou o facto de esta iniciativa dar claras indicações do contínuo desenvolvimento humano e, de forma particular, das crianças que, por sinal, assinalaram o seu dia esta quinta-feira.

O Chefe de Estado moçambicano disse, ainda, que, com a instalação da rede de energia em Chipanga, estão criadas as condições para acelerar cada vez mais o desenvolvimento deste ponto do país. Nyusi frisou, também, que era inquestionável o efeito transformacional da energia para a população.

“Ela propicia a instalação de novas indústrias para processar os nossos produtos agrícolas de uma forma mecanizada e eficiente. Podemos pensar em unidades hoteleiras e de restauração. Queremos ver as vossas bancas evoluírem e serem restaurantes”, desafiou Nyusi.

O Presidente da República exortou os potenciais consumidores de energia, em Chipanga, a honrarem os seus compromissos na qualidade de clientes, assim como a tudo fazerem para evitar a vandalização das infra-estruturas da Electricidade de Moçambique (EDM), situação que atrasa o desenvolvimento do país.

“É preciso efectuar o pagamento regular à EDM pelo consumo. A EDM também paga salários a estes que trabalham para nós. E, se não pagarmos, a EDM não vai conseguir pagar as dívidas que contraiu para poder comprar o material”, frisou.

O consumo fraudulento de energia, que lesa a EDM, foi também motivo para Nyusi apelar às populações para redobrarem esforços em denunciar as pessoas que praticam estes actos.

“São verdadeiras barreiras ao bem do desenvolvimento e bem-estar de todos os moçambicanos. De Janeiro a Março deste ano, foram constatados muitos prejuízos causados pela vandalização de infra-estruturas eléctricas estimados em cerca de 7,8 milhões de Meticais. Toda a ligação deve ser autorizada e inspeccionada”, advertiu o Chefe de Estado.

A população de Chupanga manifestou a sua satisfação pela instalação de energia da rede nacional naquele posto administrativo, prometendo honrar os seus compromissos. “Hoje, tenho o meu negócio por causa da energia. Agora, podemos cortar cabelo com máquina porque, antes, cortávamos com lâmina. Agora temos energia e abri o meu negócio”, enalteceu um dos beneficiários.

O ensino pode ser impulsionado, segundo os populares, até porque “podemos passar a estudar à noite depois de fazer o negócio”.

O líder comunitário disse que as crianças, que festejam o seu dia hoje, tiveram uma prenda especial com a electrificação de Chipanga.

Ainda esta quinta-feira, Filipe Nyusi inaugurou, na cidade da Beira, o armazém regional centro de medicamentos.

Algumas unidades sanitárias da Cidade e Província de Maputo estiveram a funcionar a meio gás como resultado da greve anunciada pela Associação dos Profissionais de Saúde de Moçambique. Alguns pacientes revelam que tiveram alta hospitalar antes do tempo previsto por causa da situação.

No Hospital Provincial da Matola, na Província de Maputo, o jornal O País constatou uma saída massiva de pacientes no primeiro dia da greve anunciada pela Associação dos Profissionais de Saúde. Nem todos deviam sair das instalações, nesta quinta-feira, por carecerem de cuidados, mas foram mandados para casa.

“Eu devia sair na próxima semana, mas fomos recomendados a prosseguir com o tratamento nos centros de saúde dos bairros, porque a situação está mal. Praticamente, o hospital está vazio na medida em que as pessoas estão a ser dadas altas forçadas. Eu, por exemplo, ainda sinto dores e era aqui onde recebia melhores cuidados. Agora não sei o que será de mim”, lamentou Fábio MucaveL, paciente que recebeu alta hospitalar.

Ademais, Ângelo Machavane disse que o médico recomendou apenas que lavasse a ferida diariamente com água e sabão e que não precisava de ir a uma unidade sanitária mais próxima para prosseguir com o tratamento.

Há quem estava já na sala de cirurgia, mas teve que abandonar. Foi para casa aguardar por uma eventual chamada do hospital. Este é o caso de Gonçalves Macarringue, que se mostrou agastado com o tratamento que recebeu, pois entende que os pacientes não têm responsabilidade nas reivindicações dos profissionais de saúde, mas são os mais prejudicados.

Ainda na Matola, o Centro de Saúde de Nkobe estava às moscas. Os pacientes eram recomendados a voltar para casa até que a situação se normalize, isto porque a maior parte dos profissionais não estava a trabalhar.

Igual situação registou-se no Centro de Saúde de Mavalane, na Cidade de Maputo, onde alguns sectores estavam encerrados na sequência da greve.

“Se tivesse conseguido fazer exames de Raio X, entregá-los-ia ao médico para que me receitasse uma medicação, para, talvez, melhorar a minha condição. Assim, vou arquivar os papéis. Que farei? Não tenho alternativa”, indagou Teresa Miambo, uma paciente mandada voltar em Mavalane.

Segundo uma fonte do Centro de Saúde de Mavalane, boa parte dos profissionais não trabalhou devido à greve. Entretanto, nem todos estavam alinhados, por isso os serviços de consulta decorriam normalmente.

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