O Presidente do Conselho Municipal de Chimoio, entidade responsável pela gestão da Casa Mortuária da cidade, pediu desculpas à família de uma mulher cujo cadáver foi encontrado com uma das orelhas removida. O edil garantiu que o caso está a ser investigado pelas autoridades competentes, devendo ser responsabilizado quem estiver na origem do sucedido.
Falando sobre o caso, o Presidente do Conselho Municipal de Chimoio reconheceu a gravidade da situação e manifestou solidariedade à família enlutada. “Muito humildemente, pedi desculpa à família pelo ocorrido. Vamos apurar realmente o que aconteceu e, se houver algum responsável, será punido”, afirmou, admitindo que o autor poderá ser um funcionário municipal, um profissional do hospital ou alguém estranho às duas instituições.
O edil afastou, entretanto, a possibilidade de o caso estar relacionado com tráfico de órgãos, argumentando que, segundo as informações de que dispõe, nenhuma outra parte do corpo da vítima terá sido retirada.
Na sequência do incidente, o Conselho Municipal de Chimoio anunciou o reforço das medidas de controlo na Casa Mortuária. Entre as medidas previstas está a coordenação com o hospital para que a entrada de cadáveres seja feita, sempre que possível, durante o período diurno. Em casos de falecimento durante a noite, deverá ser estabelecido um horário e um procedimento específico para a recepção dos corpos, garantindo a presença de um funcionário responsável.
Entretanto, o sector de Medicina Legal esteve, na manhã desta segunda-feira, a analisar os cortes encontrados no cadáver, com o objectivo de determinar a sua origem e esclarecer se foram provocados por intervenção humana ou por animais roedores.
As autoridades aguardam pelos resultados das investigações para determinar as circunstâncias exactas em que ocorreu a remoção da orelha e apurar eventuais responsabilidades.
Esta quinta-feira, às 18:30, na Fortaleza de Maputo, terá lugar o concerto de lançamento do vídeo musical da campanha “A paz é nossa cultura”, uma iniciativa do Secretariado para o Processo da Paz (PPS). A apresentação pública do vídeo musical da campanha “A paz é nossa cultura” acontece numa altura em que o Presidente da República, Filipe Nyusi, e o presidente da Renamo, Ossufo Momade, encerraram, no dia 15 de Junho, a última base da antiga guerrilha em Vanduzi, distrito da Gorongosa, na província de Sofala, no âmbito do processo de Desarmamento, Desmobilização e Reintegração (DDR).
A música e o vídeo da campanha tiveram a coordenação e direção artística de Stewart Sukuma, na qualidade de embaixador do movimento. A canção conta com a participação dos autores: Massukos (Niassa), Dama Ija (Nampula), Júlia Mwitu (Cabo Delgado), Radjha Ally (Nampula), Euridse Jeque (Zambézia), Yolanda Kakana (Maputo), Wazimbo (Maputo), Twenty Fingers (Sofala) e Stewart Sukuma (Maputo).
Os participantes do projecto vão animar a sessão de lançamento oficial do videoclipe.
Segundo uma nota de imprensa, tendo em conta a diversidade nacional, de ritmos, de instrumentos, de culturas, a música bem como o vídeo-clipe procuraram uma abordagem representativa. “Sabíamos que não seria possível termos todas as línguas, todas as províncias ou mesmo todos os artistas que gostaríamos. Ainda assim, criámos uma música riquíssima, destacando instrumentos moçambicanos, vozes nacionais com grande reconhecimento nas suas províncias de origem, ritmos tradicionais e uma forte mensagem de paz, de tolerância, de irmandade”, diz Stewart Sukuma.
A música da presente campanha tem por base as línguas locais, ligadas entre si através de um refrão em língua portuguesa.
O vídeo-clipe foi gravado em vários pontos do país, num conjunto de locais com forte impacto visual e potencial de divulgação de Moçambique no estrangeiro, transmitindo uma imagem de beleza e paz, nomeadamente: Reserva Especial de Maputo e Distrito de Marracuene (Maputo), Lago Niassa (Niassa), Ilha de Moçambique (Nampula), Baia de Pemba (Cabo Delgado), entre outros pontos urbanos de interesse.
A campanha “A paz é nossa cultura” tem como objectivo colocar a arte, e a música de modo particular, ao serviço da Paz, influenciando um debate mais abrangente na sociedade moçambicana.
As vítimas deram entrada no Hospital Central de Maputo, na sequência de dois acidentes de viação que ocorreram durante o fim-de-semana longo. De acordo com a direcção do hospital, os feridos não eram graves e todos tiveram alta.
Depois de um fim-de-semana longo, tem sido comum ouvir sobre mortos e feridos, sobretudo vítimas de acidentes de viação. Desta vez, houve apenas feridos em resultado de dois acidentes de viação que ocorreram na capital do país, entre os dias 23 e 26 deste mês.
“Foram dois acidentes, um ocorreu de manhã e outro no período da noite, e foram observados 19 pacientes. Todos foram tratados e receberam alta”, disse a direcção do Hospital Central de Maputo.
Nestas festividades do Dia da Independência, o HCM registou ainda mais de 800 entradas, um número maior, se comparado ao igual período do ano passado, em que foram observados pouco mais de 700 pacientes.
Ainda neste fim-de-semana, quatro pessoas morreram por doença, no maior hospital do país, e outras quatro deram entrada com queimaduras.
A direcção do hospital ressente-se da falta de bolsas de sangue e apela aos voluntários para a doação.
“Hoje, temos, por exemplo, 176 unidades de sangue, e o hospital usa, por dia, 100 unidades. Gostaríamos de apelar a toda a comunidade [para doar sangue], porque o sangue não é fabricado, não se vende e é primordial para tratarmos os doentes”, disse o director do hospital, António Assis.
Já o Hospital Central de Nampula registou 78 casos de acidentes de viação, cuja maioria foi de motorizadas. Neste caso, também não houve vítimas com gravidade. Mais de 700 pacientes deram entrada naquele hospital, “dos quais sessenta e seis foram internados, tivemos dois óbitos por doenças gerais, que não têm nada a ver com acidentes de viação, quarenta e nove casos de agressão física e dois casos de violação sexual e cinco doentes com diarreia”, disse a direcção do hospital.
Realiza-se, sexta-feira, às 10h00, na sede social da Federação Moçambicana de Futebol (FMF), o sorteio dos oitavos-de-final da fase regional da Taça de Moçambique ZAP edição 2023.
Esta fase contará com a participação de 18 formações, sendo de destacar a cidade de Maputo com oito equipas, seguida da zona centro com seis e, finalmente, a norte com quatro conjuntos a entrarem em acção.
De acordo com o regulamento da prova, ao nível da zona norte, serão necessárias duas eliminatórias na fase zonal para se encontrar o clube que transita para a fase regional.
A disputa da fase provincial foi concluída, sendo que a partir do mês de Julho começa a fase regional da segunda maior prova do calendário futebolístico moçambicano. A fase final, essa, está agendada para os meses de Novembro e Dezembro.
Ao nível da capital do país, transitaram para a fase regional as formações do Costa do Sol, Ferroviário de Maputo e Black Bulls, do Moçambola, Liga Desportiva de Maputo e Desportivo Maputo.
Já na zona norte teremos o Ferroviário de Nacala, Ferroviário de Nampula, Baía de Pemba e Ferroviário de Lichinga. Por sua vez, a zona centro apurou Ferroviário da Beira, Matchedje da Beira, Ferroviário de Moatize e Matchedje de Mocuba.
O Ferroviário de Maputo é o actual detentor do troféu. Os “locomotivas” da capital derrotaram, em Dezembro do ano passado, a União Desportiva do Songo por 1-0 com um tento solitário de Jeitoso.
Esta foi, de resto, a sexta Taça de Moçambique conquistada pelo Ferroviário de Maputo, clube, por sinal, que já não erguia o troféu desde 2011.
O internacional moçambicano poderá estrear-se diante do Ferroviário de Nampula, em jogo inserido na 11ª jornada do Moçambola-2023.
É mais um reforço de vulto para à União Desportiva do Songo, campeã nacional de futebol. Os “hidroeléctricos” asseguraram, há dias, a contratação do internacional moçambicano Reginaldo Faite, avançado que até ao passado dia 31 de Maio estava contratualmente ligado ao Kastrioti Kruje da Albânia.
Com a contratação, a UD Songo pretende reforçar o seu sector ofensivo para atacar à Liga dos Campeões Africanos, competição na qual pretende atingir à fase de grupos.
Reginaldo, de 33 anos, deve-se juntar a Elias Gaspar Pelembe, ou simplesmente Domingues, jogador que também é dado como certo na União Desportiva do Songo.
É objetivo dos campeões nacionais e actuais segundo classificados que Reginaldo Faite se estreie na 11ª jornada do Moçambola-2023, quando a União Desportiva de Songo receber o Ferroviário de Nampula.
Nascido a 14 de Junho de 1990, em Quelimane, Reginaldo evoluiu no Maxaquene e Liga Desportiva de Maputo (antigamente designada por Liga Muçulmana) entre 2009 e 2013, passando também pelo futebol de Portugal, onde representou o Nacional da Madeira e Santa Clara.
Em Setembro de 2016, o internacional moçambicano rubricou contrato com o Luftëtari Gjirokastër da Albânia, tendo, nesta colectividade, efectuando 32 jogos com a camisola do clube e com um saldo de 8 golos e quatro assistências.
Já em 2017, Reginaldo foi contratado sem custos pelo Laçi marcando 19 golos em 34 jogos realizados por esta formação. Conta-se, igualmente, uma passagem pelo Kukësi na temporada 2018–19 (43 jogos e 20 golos) e Shakhter Karagandy, um dos principais clubes do Cazaquistão onde assinou três tentos em 14 partidas.
FERROVIÁRIO DA BEIRA NÃO CONTA COM QUARTETO
O Ferroviário da Beira anunciou, nas suas plataformas digitais, a dispensa de quatro jogadores, nomeadamente os moçambicanos Jafete e Bonera, assim como os estrangeiros Poso Bionick (da República Democrática do Congo) e Elvis Sakiyi (dos Gana). Os atletas não terminaram a sua ligação com os “locomotivas” do Chiveve orientados por Hélder Duarte. Destaque para Poso que chegou mesmo a assumir o estatuto de capitão do Ferroviário da Beira. Lembre-se que o Ferroviário da Beira anunciou, recentemente, a contratação do defesa Salomão, jogador que estava ligado à Black Bulls após passagem pelo Costa do Sol.
A equipa Feminina de voleibol de 4 por 4 que disputa os Jogos Africanos de Praia se qualificou para as meias-finais da prova depois de ter vencido o Níger por 2-0. Já a equipa masculina falhou o acesso aos lugares do pódio depois de perder nos quartos-de-final diante da Tunísia por 2-0.
O sucesso feminino do voleibol de praia continua em alta nos Jogos Africanos de Praia que decorrem na Tunísia, e já concorrem para as medalhas da competição.
As meninas moçambicanas, que começaram a prova vencendo por falta de comparência à Zâmbia, depois perderam diante do Marrocos, no sábado. Este domingo, teve um dia de alegria, ao vencer Burundi na 3ª jornada da fase de grupos, por dois a zero, voltando a vencer nos quartos-de-final, desta feita o Níger, pelo mesmo resultado, com parciais de 23-21 e 21-13, qualificando-se, assim para as meias-finais da prova.
A equipa feminina é composta por Ana Paula Sinaportar, Vanessa Muianga e Joana Simone. Para a equipa masculina, foi o fim da linha na luta pelo pódio e pelas medalhas dos Jogos Africanos de Praia.
Depois de ter vencido por falta de comparência, o primeiro jogo e perdido o segundo este sábado, a equipa masculina de 4 por 4 venceu este domingo o Tchad por 2-1 e assegurou lugar nos quartos-de-final.
Nas eliminatórias, o combinado moçambicano composto por Ainadino Martinho, Jorge Monjane, José Mondlane e Osvaldo Mungoi vergou diante da equipa anfitriã por 2-0 com parciais de 19-21 e 17-21.
Assim, aos moçambicanos resta lutar pelas melhores posições, do quinto ao oitavo lugares.
As duas equipas contam ainda com Ângela Tembe e Natália Intego, em femininos, e Aldevino Nguvo e Alírio Mandlate, em masculinos, como suplentes.
O Presidente de Angola, João Lourenço, felicitou esta segunda-feira o Presidente Filipe Nyusi pelo 48.º aniversário da independência nacional.
Na sua mensagem, o estadista angolano destacou as relações históricas de amizade e cooperação entre Moçambique e Angola.
“Essas relações têm ajudado a reforçar os pilares sobre os quais assentam importantes e sólidas conquistas alcançadas pelos respetivos povos”, salientou o Chefe de Estado angolano, citado pelo Observador.
João Lourenço realçou o “manancial de possibilidades de cooperação” entre os dois países e prometeu continuar a trabalhar com Moçambique no sentido de intensificar acções comuns, que favoreçam o progresso, o crescimento económico e o bem-estar das populações das respectivas nações.
O dia da Independência de Moçambique foi celebrado este Domingo.
As próximas eleições presidenciais e gerais no Gabão vão realizar-se no dia 26 de Agosto deste ano, anunciou, ontem, o governo gabonês.
Um decreto do Conselho de Ministros tornado público nas últimas horas refere a “convocação do colégio eleitoral para a eleição do Presidente da República, dos Deputados à Assembleia Nacional e dos Membros dos Conselhos Departamentais e Municipais, no sábado, 26 de Agosto de 2023”, escreve o Notícias ao Minuto.
O Chefe de Estado, Ali Bongo Ondimba, 64 anos, eleito em 2009 após a morte do pai, Omar Bongo Ondimba, que governou o país durante mais de 40 anos, ainda não anunciou se vai ser ou não candidato.
Entretanto, o Partido Democrático Gabonês (PDG), que domina o parlamento, considera-o “candidato natural” sendo que Bongo tem estado a percorrer intensamente o país há vários meses, deixando pouca margem para dúvidas.
A oposição, apresenta-se de forma muito dispersa, com cerca de 15 personalidades que já anunciaram a intenção de se candidatarem.
Cem dias após o ciclone Freddy ter fustigado a costa da Zambézia, em Março, com seu epicentro no distrito de Namacurra, localidade de Macuze, evento que afectou também as províncias de Sofala, Nampula e Manica, as populações afectadas continuam vulneráveis. Apenas 12 por cento das necessidades humanitárias foram supridas.
A passagem do ciclone, pelo país, uma das tempestades mais mortíferas a atingir o continente africano nas últimas duas décadas e que matou mais de mil pessoas, forçou dezenas de milhares a deixarem as suas casas e dizimou mais de 800 mil hectares de terras agrícolas.
Apesar de os trabalhos de resposta por parte do Instituto de Gestão de Desastres (INGD) e das organizações da sociedade civil para minimizar os impactos da calamidade no seio das populações afectadas, ainda persistem muitos desafios. A OXFAM aponta alguns aspectos negativos que se têm registado a nível daquele ponto do país, como consequência da passagem da intempérie.
Por exemplo, a organização não-governamental constatou no terreno que rapazes e raparigas abandonam a escola à procura de actividades de geração de renda, facto que tem concorrido para o aumento de casos de uniões prematuras. Por seu turno, homens e mulheres abandonam os seus locais de origem em busca de emprego. Como consequência disso, tem-se registado a intensificação da produção de carvão vegetal, que tem impacto ambiental negativo a longo prazo.
“As chuvas torrenciais e enchentes que se registaram no país levaram tudo, deixando os agricultores sem nada para colher ou cultivar. As famílias não têm nada para cultivar antes do Inverno, pois perderam as suas sementes e material agrícola, forçando-os a tomar decisões desesperadas para sobreviver”, salientou Amjad Ali, director de Programa da Oxfam da África Austral. De modo a dar resposta à situação, foram mobilizados 16,4 milhões de dólares norte-americanos”.
SUPRIDAS 12% DAS NECESSIDADES HUMANITÁRIAS
A ONU alterou o Plano de Resposta Humanitária (HRP) de Moçambique, alertando para as necessidades adicionais de 138 milhões de dólares em financiamento até Setembro de 2023. Essa decisão tem em vista atender à crescente necessidade humanitária, resultante da crise agravada pelos efeitos do ciclone tropical Freddy, que gerou, como consequência, inundações e um surto de cólera em todo o país.
De acordo com a Coordenação dos Assuntos Humanitários das Nações Unidas (OCHA), até ao momento, somente foram mobilizados 16,4 milhões, o que representa cerca de 12% do valor global necessário para colmatar as consequências negativas da intempérie.
Para Romão Xavier, representante da Oxfam em Moçambique, o ciclone Freddy veio expor, mais uma vez, as fragilidades e vulnerabilidades das comunidades e da sociedade em geral. A entidade realça a necessidade de os países começarem a sair do discurso sobre mudanças climáticas e financiamento para acções concretas que aumentem, de forma significativa, a capacidade adaptativa das comunidades e dos países menos desenvolvidos, que, apesar de serem os que menos contribuem para as mudanças climáticas, são os que sofrem muito mais dos seus efeitos.
À semelhança de Moçambique, no Malawi, a produção de alimentos básicos, como o milho, caiu quase 30 por cento, forçando o aumento dos preços. Michenga Pensulo, agricultor de 56 anos, do distrito de Phalombe, em Malawi, disse que “vendi os meus dois hectares de terra por 150 mil Kwachas (aproximadamente 10 mil Meticais) porque preciso de comprar comida e suprir outras necessidades básicas. Foi uma decisão dolorosa, mas não suporto ver a minha família passar fome,” salientou.
“Em situações como esta, mulheres, meninas e crianças são as que mais sofrem”, disse Lingalireni Mihowa, líder de Justiça de Género da Oxfam na África Austral. “Eles, muitas vezes, enfrentam perigo para garantir comida e têm que abandonar a escola para que a família possa comer.”
“Mais de sete milhões de pessoas já enfrentam fome extrema nos dois países. A menos que os doadores atendam imediatamente ao apelo da ONU, para ajudar as pessoas a reconstruir as suas vidas, milhões de pessoas não terão nada para comer”, disse Amjad.
O ciclone Freddy deixou claro a necessidade de se investir nas acções responsáveis para atender à questão das mudanças climáticas.
Radar, uma aplicação para identificar técnicos de informática, é a aposta da Technoplus para a décima edição da Moztech. Já a Nitxove leva, para o evento, solução de mobilidade por aplicação, que disponibiliza serviços de táxi e transporte de bens 24 horas.
A Technoplus está no ramo de tecnologias de informação desde 2010. A empresa dedica-se à reparação de equipamento informático e desenvolvimento de softwares.
A Technoplus participou nas primeiras edições da feira Moztech, nas quais apresentou inovações de impacto para o mercado nacional. Desta vez, a empresa vai expor o radar.
“O que nós fazemos praticamente é conectar o cliente a um especialista de TI que vá resolver o problema. A aplicação foi criada com o objectivo de elevar a qualidade de serviço de suporte de TI no mercado moçambicano. Antes era para um problema nosso interno e agora destina-se às outras empresas”, explicou Sázia Sousa, fundadora da Technoplus.
A Nitxove, também, aderiu à maior feira tecnológica do país para firmar a sua marca na área de mobilidade urbana.
“Estamos a trazer uma marca nova, a Nitxove. É o que nos faz chegar a Moztech porque é uma marca do ecossistema. É uma aplicação de mobilidade urbana”, avançou Bruno Luzia, co-fundador da Nitxove.
A aplicação desenvolvida pela empresa, para além de pessoas, garante o movimento de produtos de pequeno e grande porte.
“O diferencial será o que colocamos como serviço porque não estamos a falar da Nitxove somente para mobilidade de pessoas, mas também para mobilidade de bens. Nós percebemos um défice nestas duas áreas. Com a Nitxove, são possíveis estes procedimentos a partir de casa”, referiu Bruno Luzia, co-fundador da Nitxove.
A BLJA prevê lançar a Nitxove a 30 de Junho corrente, um dia após o término da grande feira Moztech.