A instabilidade no Estreito de Ormuz mantém-se, depois de uma embarcação ter sido atingida durante a madrugada desta terça-feira, por um projéctil de origem desconhecida.
O incidente ocorre num momento em que Washington insiste que decorrem negociações com o Irão para reabrir uma das mais importantes rotas marítimas do mundo, enquanto Teerão rejeita qualquer diálogo directo com os Estados Unidos.
O Presidente norte-americano, Donald Trump, garantiu ontem que as conversações com o Irão estão em curso e poderão conduzir à reabertura do Estreito de Ormuz esta terça-feira.
A resposta iraniana foi imediata. O porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros do Irão negou que existam negociações directas com os Estados Unidos, esclarecendo que os contactos decorrem exclusivamente com Omã, país que procura mediar um entendimento destinado a garantir a segurança da navegação no Estreito de Ormuz.
O estreito permanece, contudo, fortemente condicionado desde o início de Julho, quando fracassou o processo de desanuviamento entre Washington e Teerão e o Irão voltou a restringir a circulação marítima.
Arrancou hoje, na Arena 3D, KaTembe, em Maputo, a quinta edição da feira nacional de agronegócio, MOZGROW. O evento vai durar três dias, juntando mais de 30 empresas nacionais e internacionais.
É a edição número 5 da maior feira de agronegócios do país, uma oportunidade única para reflectir e mostrar o que de melhor se faz no sector em Moçambique.
Num ano em que são esperados mais de dois mil participantes e acima de 30 empresas para exporem seus produtos e serviços, o Presidente do Conselho de Administração da DHD Holding and Consulting, Daniel David, fez o discurso de abertura, abordando a importância de debater sobre competitividade e crescimento no agronegócio no moçambicano.
“A agricultura, o agronegócio na sua plenitude, é algo que impacta as nossas vidas. É algo fundamental para que cada um de nós se sinta representado neste projecto”, disse Daniel David, acrescentando que “não há nada que se faça e que não passe pelo agronegócio. Na nossa vida, a nossa saúde e desenvolvimento intelectual, passam pelo agronegócio porque tudo que começa na terra e termina na mesa das nossas casas e junta famílias passa pelo agronegócio”.
E é por isso que desta vez, a MOZGROW grow foi transformada num espaço de excelência para aqueles que fazem o dia-a-dia do agronegócio. Segundo o PCA da DHD “são as empresas que vão garantir que, de hoje em diante, este projecto cresça, tenha dinamismo e uma sustentabilidade que traga retorno às próprias empresas”.
A esta nova característica adicionar-se-ão novidades em relação ao futuro. Daniel David anunciou que “a próxima edição da MOZGROW vai ter parceiros estratégicos vindos de vários países, principalmente do Brasil”. Tal como referiu “fechamos um protocolo com associações empresariais do Brasil e vai ser um MOZGROW baseado naquilo que é a indústria 4.0, onde a tecnologia tem um papel muito importante na dinamização e para que se dêem passos qualitativos para que as empresas queimem etapas e sejam mais competitivas”, avançou.
Para o BCI, um dos parceiros estratégicos do projecto, mais do que um espaço de debate, a feira MOZGROW tornou-se num lugar de busca de soluções para os desafios do agronegócio no país. “Quando, há cinco anos, nos juntamos à MOZGROW tínhamos consciência da importância de uma plataforma desta dimensão onde os principais intervenientes da cadeia produtiva comercial e industrial juntam sinergias para alavancar a economia moçambicana tendo como base no agronegócio”, disse, intervindo na sessão de abertura, Hugo Costa, Director de Grandes Empresas do Banco Comercial e de Investimentos, BCI. Acrescenta que o BCI é o parceiro natural desta iniciativa, desde o início, estando presente em todas as feiras realizadas subsequentemente, em reconhecimento também do elevado potencial do agronegócio em Moçambique”.
A quinta edição da MozMOZGROW grow decorre até sexta-feira sob o lema: “competitividade e crescimento”. Espera-se que as empresas participantes firmem parcerias e troquem experiências ligadas ao sector do agronegócio.
ORADORES DEFENDEM QUE MOÇAMBIQUE DEVE DEFINIR CADEIAS DE VALOR PRIORITÁRIAS
A feira nacional de agronegócio 2023 abriu a debater as condições necessárias para melhorar as cadeias de valor de produtos como a banana e os resultantes da avicultura.
Em nome da CITRUM, empresa que produz e comercializa citrinos e bananas, Romeu Rodrigues apontou que a eficácia dessas cadeias passa pelas seguintes medidas. “Numa lógica de exportação aquilo que eu julgo que neste momento está a limitar mais a exportação da banana é o facto de termos um metical forte em relação ao rand porque isso distorce em relação ao mercado sul-africano.
Na perspectiva da expansão eu julgo que o mais importante vai ser sempre a cadeia de logística e ela inclui o frio e transporte. Se por exemplo for aberto para nós o mercado do médio oriente nesse momento vai ser necessário que o Porto de Maputo tenha condições logísticas para que o produto exportado chegue em condições ao destino”, afirmou.
Mas não é tudo. Na cadeia de valor do frango, Rui Gomes Director Geral da Frango de Mahubo diz que é preciso tornar mais acessível o custo dos insumos.
“No frango por exemplo são 170 meticais, por cada unidade, o custo da ração. O custo é enorme, isso sem falar do custo do pinto, que pelo facto do ovo não ser produzido internamente chega a ter que ser importado da Turquia”, disse.
Para o académico Hélder Zavale, não é possível a curto prazo tornar eficazes todas as cadeias de valor, daí que é preciso definir prioridades. “Temos que definir três, quatro ou se calhar cinco cadeias de valor prioritárias e não uma lista de 20 ou 30 cadeias de valor estratégicas. Isso não significa que não se vai dar importância às outras cadeias de valor mas que, para as prioritárias, deveria-se criar condições para a melhoria do ambiente de negócios, adicionando facilidades de acesso a financiamento”, afirmou.
Arnaldo Ribeiro da Associação dos Produtores de Banana alerta que se tem ignorado a importância de acautelar a saúde das plantas e dos animais. “O país deve criar na minha opinião uma autoridade com poderes verdadeiros nesta questão da fitossanidade, porque o departamento nacional que trata desse assunto acaba não tendo poder nenhum porque o director provincial, distrital ou o inspector que está no porto também emitem ordens. Acaba não havendo poder nenhum, também porque as pessoas são muito susceptíveis ao refresco”. Os painelistas defenderam a necessidade de maior publicitação da produção nacional para que tenha mais aceitação pelos consumidores.
O Director-Executivo do Fórum de Monitoria do Mecanismo de Revisão Periódica Universal dos Direitos Humanos da ONU em Moçambique (FMMRPU), Sousa Chele, que muito trabalhou e conviveu com Alice Mabota, desde 1997, destaca as qualidades humanas e de cidadã do mundo, bem como o seu contributo histórico na construção do Estado de Direito Democrático em Moçambique, alicerçado ao respeito pela dignidade humana, no primado da legalidade e na justiça social.
Chele considera que o país deve muito a Alice Mabota pelo seu contributo indelével na história da consolidação da sociedade pluralista e edificação do quadro-legal e institucional da República de Moçambique pós abertura democrática com a Constituição de 1990, não esquecendo a luta pela Paz. “Os feitos da mãe Alice serão sempre lembrados e guardados como verdadeiro tesouro do processo de edificação do Estado de Direito Democrático e de luta pela consolidação da Paz em Moçambique assente no respeito dos Direitos Humanos. A sua partida para a glória, junto do pai celestial, não constitui o fim do teu sonho porque os teus porta-standards junto do FMMRPU continuarão com a missão honrosa de carregar o facho, sem pretensiosismos, para que a sua memória e legado perdurem para todo o sempre, não olvidando a inspiração da criação deste Fórum que é um dos seus múltiplos legados em vida”, frisou o Diretor-Executivo do FMMRPU.
Com uma trajectória sem igual e incomparável na defesa dos Direitos Humanos, desde 1995, o legado de Alice Mabota é patente pelo surgimento massivo de campeões, activistas e paralegais na promoção da dignidade humana e na defesa dos valores democráticos e do Estado de Direito no país.
“Na verdade, não há lágrimas capazes de amainar o estado de espírito dos defensores dos Direitos Humanos e da Democracia que dela beberam e juntos trilharam o caminho da liberdade e da dignidade humana em Moçambique. Vezes sem conta, sua luta pela dignidade humana pressionou os Governos a aprovarem leis e aderirem a compromissos internacionais que garantissem a promoção dos direitos humanos em Moçambique. Aliás, Moçambique de hoje não seria o que é sem o sacrifício, a coragem, a determinação, a luta sem quartel, dedicação desta verdadeira mulher de coragem, cujo testemunho pode ser conferido pelos vários prémios internacionais com destaque para o Prémio Ordem Cavalanz conferido pela República Francesa, 1997, o prémio International Women of Courage, conferido pelo Departamento do Estado do governo dos Estados Unidos da América, não olvidando o facto de ter sido recebida pelo Papa Francisco, no Vaticano, em 2014, como resultado dos eu trabalho e contributo para o bem-estar humano”, avança o Director-Executivo do Fórum de Monitoria do Mecanismo de Revisão Periódica Universal dos Direitos Humanos da ONU em Moçambique, endereçando as mais sentidas condolências à família enlutada e todos aqueles que directa ou indiretamente privaram com Alice Mabota.
A pugilista moçambicana, Rady Gramane, na categoria dos 75 kg, participa amanhã, às 17 horas, numa prova denominada “Noite dos Campeões “. O evento, que é organizado pela Federação Internacional do Boxe Amador (AIBA), vai ter lugar na França.
Rady Gramane, por sinal uma das mais medalhadas pugilistas nacionais, vai enfrentar a campeã francesa Dalvina Michel.
O “Noite dos Campeões” é um evento global realizado anualmente, onde os melhores pugilistas escolhidos por uma comissão específica, entram no ringue para defrontar os campeões mundiais. Rady Gramane é actual campeã africana na categoria dos 75 kg.
Picardo Sola, delegado político do MDM na cidade da Beira e Marcelino Manhoso, delegado provincial, foram absolvidos, esta terça-feira, pelo Tribunal Judicial da Beira, por este órgão de justiça entender que não há elementos suficientes para a condenação dos mesmos.
Os dois eram acusados de sequestro e prisão irregular de um cidadão que responde pelo nome de João Nhamue, que foi, supostamente, encontrado a recolher cartões de eleitor no bairro da Munhava, na manhã do dia 11 de Outubro. Nhamue foi apresentado publicamente, num comício popular orientado pelo presidente do MDM, Lutero Simango, no bairro da Manga e depois entregue às autoridades. O mesmo agora está em parte incerta.
Os dois vinham sendo julgados em liberdade, e o juiz da causa, durante a leitura da sentença, afirmou que “somos de julgar improcedente a acusação produzida pelo Ministério Público contra os arguidos, por considerar que não ficou suficientemente provado o envolvimento dos crimes de que são acusados nos autos, devendo, assim, ser absolvidos por insuficiência de provas”, afirmou Tomé Valente, juiz da causa.
A decisão do tribunal é para os delegados da Renamo uma prova de que o tribunal analisou a acusação profissionalmente. “Apesar da tendência do Ministério Público, de tentar nos incriminar politicamente, hoje, o juiz da quinta secção do Tribunal Judicial da Cidade da Beira provou que não se deixa arrastar pelos políticos. A prova está no facto de termos sido absolvidos”, explicou Marcelino Manhoso, delegado político provincial do MDM em Sofala.
O juiz da causa afirmou, entretanto, que o caso não está encerrado e, dirigindo-se ao MP, afirmou que este, querendo, pode iniciar diligências de modo a que se possa localizar o cidadão supostamente sequestrado, ora em parte incerta, e dar seguimento ao caso.
Pelo menos 500 pessoas morreram num ataque aéreo a um hospital onde se encontravam civis feridos, na faixa de Gaza. Militares israelitas negam envolvimento nos bombardeamentos.
O ataque ao hospital Al-Ahli na cidade de Gaza, na Palestina, é o mais mortífero resultante de bombardeamento aéreo nas cinco guerras que foram travadas desde 2008.
As imagens do hospital Al-Ahli mostram um enorme incêndio, vidros partidos e corpos espalhados por todo o lado.
Diversos hospitais da cidade de Gaza tornaram-se local de refúgio para centenas de pessoas, na esperança de serem poupadas de contínuos bombardeamentos, após Israel ter ordenado a todos os residentes da cidade e áreas próximas que se retirassem para o sul da Faixa de Gaza.
Militares israelitas negam o envolvimento no ataque ao hospital e afirmam que a explosão foi causada por um ‘rocket’ palestiano.
A Organização Mundial da Saúde, as Nações Unidas e vários lideres mundiais condenaram o ataque mortal e exigiram a protecção imediata de civis.
Milhares de manifestantes saíram às ruas no Médio Oriente, bem como em outros países, para protestar contra o bombardeamento.
O presidente da Autoridade Palestiniana, Mahmoud Abbas, decretou três dias de luto.
Esta quarta-feira, o Presidente dos Estados Unidos da América, Joe Biden, viaja para Israel, onde deverá manter conversações com o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu e expressar o seu apoio no conflito.
Dados recentes indicam que mais de 4 mil pessoas morreram entre palestinianos e israelitas e mais de 15 mil ficaram feridas desde a retoma do conflito, após o ataque do grupo Hamas.
A situação em Gaza está “a ficar fora de controlo” devido à falta de ajuda humanitária imediata, disse hoje o director-geral da Organização Mundial de Saúde (OMS) na rede social X (antigo Twitter).
“A cada segundo que esperamos para dar ajuda médica, perdemos vidas”, lamentou Tedros Adhanom Ghebreyesus, sublinhando que os produtos médicos ficaram bloqueados durante quatro dias na fronteira entre Egipto e Gaza.
“Precisamos de acesso imediato para começar a fornecer estes produtos vitais”, insistiu, apelando à abertura do posto fronteiriço de Rafah.
Durante dias, toneladas de ajuda foram bloqueadas no deserto egípcio do Sinai, enquanto Rafah está fechada no lado palestiniano, após quatro atentados esta semana.
Costa do Sol, campeão nacional, e Ferroviário de Maputo, vice-campeão, foram “intimados” pela FIBA para disputarem, de 6 a 12 de Novembro, o Grupo “E” da fase de qualificação para primeira edição da “African Women Basketball League”. A fase final realiza-se de 8 a 17 de Dezembro, no Cairo, Egipto. Tão longe, mas tão perto do palco dos sonhos.
Ainda em modo festivo, e na ressaca da heróica e enigmática qualificação das Pérolas (selecção feminina de andebol angolana para os Jogos Olímpicos Paris 2024), Luanda, capital de Angola, vai testemunhar a corrida para a edição de estreia da Liga Africana de Basquetebol Feminino.
Dito de outro modo: o Pavilhão Multiusos do Kilamba será palco do Grupo “E” de acesso à uma prova que vem estabelecer uma nova ordem no quadro do basquetebol feminino continental.
E, na primeira etapa de um certame cuja materialização ecoou em Junho deste ano nos corredores de Maputo, aquando do Congresso da FIBA-África, Costa do Sol, campeão nacional, e Ferroviário de Maputo, vice-campeão, são os legítimos representantes do país.
Ou seja, as “canarinhas” e “locomotivas” deverão juntar-se, de 6 a 12 de Novembro próximo, ao Interclube (campeão angolano) e D’Agosto (vice-campeão) e outras formações, numa corrida na qual os dois primeiros classificados apuram-se para a “African Women Basketball League”.
O D’Agosto e Interclube são, na prática, dois velhos conhecidos do Ferroviário de Maputo (que já disputou finais com ambos conjuntos) e do Costa do Sol (que, ano passado, bateu-se com o Interclube na fase final da Taça dos Clubes Campeões Africanos realizada em Maputo).
O Interclube é, de resto, o emblema mais titulado na actual versão da Taça dos Clubes Campeões Africanos de Basquetebol sénior feminino, tendo conquistado cinco troféus.
As “polícias” ergueram o troféu em 2010, 2011, 2013, 2014 e 2016. O D’Agosto, esse, carregou a taça para as suas vitrines em 2006, 2015 e 2017.
Depois de falhar o título nas finais de 2016 (em Maputo) e 2017 ( em Luanda), o Ferroviário de Maputo chamou a si o estatuto de campeão africano de clubes em 2018, na capital do país, e em 2019, no Egipto, tendo, em ambas ocasiões, derrotado o Interclube.
Feitas as contas, o país já conquistou sete títulos (Maxaquene, Académica, Desportivo, em duas ocasiões, extinta Liga Desportiva, e Ferroviário de Maputo, igualmente duas vezes).
É mister dizer que, caso sigam para a competição, Costa do Sol e Ferroviário de Maputo irão encontrar pela frente adversários que iniciaram, a 17 de Outubro, a disputa do Campeonato Provincial sénior feminino de basquetebol de Angola.
O certame será disputado no sistema de todos contra todos a duas voltas, apurando as quatro primeiras classificadas da primeira fase, que disputarão às meias-finais e posterior a classificação do terceiro e quarto lugares e final, respectivamente.
REUNIÃO TÉCNICA A 5 DE NOVEMBRO
Em fase adiantada nos preparativos da competição, a FIBA-África já definiu que a reunião técnica do Grupo E será realizada no dia 05 de Novembro, em Luanda, numa hora e local por anunciar.
O encontro tem, explica uma nota a que “O País” teve acesso, permitir que a FIBA informe as equipas sobre todos os jogos, procedimentos e requisitos assim como fazer as verificações necessárias e para se inteirar sobre a lista final de cada delegação.
Uma vez declarada encerrada a Reunião Técnica, não haverá alterações na composição das formações participantes, ou seja, 12 jogadores e outros membros da delegação da equipa podem ser formados em qualquer momento durante o torneio.
O Delegado/Comissário Técnico da FIBA terá a missão de efectuar a verificação dos membros da delegação, passaportes, o formulário de lista de delegação da equipe final assinado e os equipamentos.
REGRAS DO JOGO!
O regulamento divulgado pela organização indica que, somente os jogadores e membros da delegação de cada formação, é que deverão constar na lista fnal.
Por outro lado, a delegação da equipa será composta por jogadores, treinadores e equipa acompanhante, para além dos membros da Delegação ( arbitro nomeado pela FIBA também é considerado membro da equipa ou delegação).
No caso de árbitro acompanhante, clarifica a organização, a equipa será sancionada com multa em caso de não apresentação do mesmo.
Mas há mais dados: cada equipa deverá apresentar, obrigatoriamente, um médico certificado, uma vez que não será permitida a recorrência a profissionais de saúde locais. Para a competição, a delegação deverá ser composta por um máximo de vinte e uma
(21) pessoas. A organização definiu ainda que os jogadores, treinadores e membros acompanhantes de cada delegação deverão ser registrados na plataforma de gestão e administração da FIBA (ferramenta online FIBA MAP).
ALOJAMENTO
Os clubes participantes cobrirão os custos de alojamento e alimentação da sua equipa bem como membros da delegação nos casos seguintes: contribuição para despesas de estadia (alojamento, alimentação, transporte interno) de um máximo de vinte e um (21) membros da delegação (seis quartos duplos e nove individuais, dois dias antes do torneio e dois dias depois do certame).
Esta contribuição é de sessenta dólares americanos (USD 60) por pessoa, por dia. O país anfitrião fornecerá transporte local para a delegação dos clubes participantes desde o momento de chegada até à partida.
Arranca, hoje, a feira de agro-negócio Mozgrow, na Arena 3D, KaTembe, Cidade de Maputo. São esperados no evento mais de dois mil participantes e acima de 30 empresas expositoras de produtos e serviços.
A maior feira de agro-negócio do país, a Mozgow, já vai para a sua quinta edição, que arranca hoje e com duração de três dias. No evento, são esperados mais de dois mil participantes e acima de 30 empresas que vão expor os seus produtos e serviços.
Para esta grande feira, os expositores, com o suporte da organização, desdobraram-se para dar forma aos seus stands, fechar negócios, firmar parcerias e trocar experiencias.
“Para além de partilhar a experiência do Vale do Zambeze no sector do agro-negócio, nós esperamos expor a parte dos produtores que nós temos apoiado no sector do agro-negócio, de modo a permitir que façam parcerias com outras empresas de Moçambique”, disse José Cardoso, da Agência do Vale do Zambeze.
A feira Mozgrow é, também, um espaço para se mostrar o que de melhor se faz em Moçambique.
“Espero aprender mais com outros expositores, trocar ideias, fechar parcerias, ter mais clientes, expandir o nosso negócio e mostrar o que de melhor se produz em Moçambique para o mundo”, afirmou Ana Carla, da Quiana Ervas Medicinais, um dos expositores da Mozgrow.
E nesta quinta edição, a inovação científica e tecnológica está em destaque. “Temos a parte de alavancar a inovação tecnológica. Então, no agro-negócio da UNISCED, está mesmo a vir pegar os profissionais que já estão no desenvolvimento agrário como extensionistas e mostrar-lhes a utilidade do agro-negócio para o nosso país, porque, na realidade, todos nós estamos a exercer só que não conhecemos e essência e nós estamos aqui para mostrar isso”, apontou Leopoldina Pimentel da UNISCED.
A Mozgrow vai ter todos os serviços que são parte da cadeia de valor do sector do agronegócio.
“Do lado exterior, vamos ter diversas máquinas e equipamentos ao serviço da agricultura. Vamos ter vários serviços, desde os de veterinária, consultoria, empresas que actuam no sector da distribuição de insumos agrícolas entre outras áreas, incluindo a componente de financiamento que é bastante estratégica quando se fala de agro-negócio no país”, detalhou Patrício Manjate, director do projecto Mozagrow.
Além da exposição, a feira terá, até sexta-feira, sete painéis que vão debater o sector do agro-negócio no país.
“Tudo está organizado para que as pessoas possam vir a Mozgrow e tenham uma experiência diferente de contacto com o actual sector agro-negócio que existe em Moçambique. Nós ainda estamos abertos para receber participantes. Todos aqueles que pretendem visitar a feira, acompanhar os vários debates que vão acontecer aqui podem ainda o fazer. Podem dirigir-se ao local. O evento abre, pontualmente, às 8 horas todos os três dias e fecha às 17 horas”, acrescentou Patrício Manjate.