Skip to main content

O País – A verdade como notícia


ÚLTIMAS

Destaques

NOTÍCIAS

A instabilidade no Estreito de Ormuz mantém-se, depois de uma embarcação ter sido atingida durante a madrugada desta terça-feira, por um projéctil de origem desconhecida.

O incidente ocorre num momento em que Washington insiste que decorrem negociações com o Irão para reabrir uma das mais importantes rotas marítimas do mundo, enquanto Teerão rejeita qualquer diálogo directo com os Estados Unidos.

O Presidente norte-americano, Donald Trump, garantiu ontem que as conversações com o Irão estão em curso e poderão conduzir à reabertura do Estreito de Ormuz esta terça-feira.

A resposta iraniana foi imediata. O porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros do Irão negou que existam negociações directas com os Estados Unidos, esclarecendo que os contactos decorrem exclusivamente com Omã, país que procura mediar um entendimento destinado a garantir a segurança da navegação no Estreito de Ormuz.

O estreito permanece, contudo, fortemente condicionado desde o início de Julho, quando fracassou o processo de desanuviamento entre Washington e Teerão e o Irão voltou a restringir a circulação marítima.

Vídeos

NOTÍCIAS

Depois de uma reportagem feita pelo “O País”, que dava conta da existência de famílias nos bairros Chamane, Marrambone, Guitambatuno e Muelé 1, 2 e 3, na cidade de Inhambane, que estão há uma semana sem água a jorrar nas suas torneiras, a empresa Águas da Região Sul (AdRS), emitiu um comunicado referindo que tal se deve à queda de pressão na sua rede.

“A empresa Águas da Região do Sul – AdRS, SA. informa os seus estimados clientes e o público, em geral, de que, devido a uma anomalia a nível da rede de distribuição, se regista ocorrência de queda de pressão e redução do tempo de fornecimento de água nos bairros Chamane, Marrambone, Guitambatuno e Muelé 1, 2 e 3 na cidade de Inhambane”, lê-se no comunicado recebido pela nossa redacção.

A situação afecta um total de 300 clientes que se encontram nos pontos extremos da rede de distribuição de água nos bairros acima mencionados. Porém, a equipa técnica da empresa está no terreno, com vista a garantir a rápida reposição da normalidade do serviço.

No referido comunicado, a empresa não diz, no entanto, quando poderá, efectivamente, resolver o problema.

As restrições de água na cidade de Inhambane não são novidade, sendo que a empresa provedora já reportou quedas na produção do precioso líquido a partir do Rio Guiúa, situação que levou a empresa a abrir furos de água com a vista a ter novas fontes.

O poeta e escritor Nelson Lineu vai lançar, quarta-feira, pelas 17h30, na Galeria do Porto de Maputo, o seu novo livro “Sopro”. Com a chancela da TPC, a obra literária será apresentada pelo Professor e Ensaísta Aurélio Ginja.

O livro de contos de Nelson Lineu aborda a corrupção, o custo de vida, o trabalho infantil, a ausência de um sonho moçambicano, a dicotomia individualismo e colectivismo, e a supremacia de um grupo sobre os outros como consequências do mal-estar no país, não como as suas causas.

Nos enredos das histórias, a ficção busca suporte da realidade para convencer o leitor e os factos apelam verosimilhança à ficção numa cumplicidade que se torna o valor estético da obra, como atesta o professor de Literatura e crítico literário Albino Macuácua: “A ‘condição prosaica’ das personagens presentes nos textos enforma-se a partir de episódios e situações comuns do nosso dia-a-dia, que se misturam com o universo místico, mas com a particularidade de terem fins surpreendentes e inimagináveis”, lê-se na nota de imprensa.

O livro “Sopro” é o quarto de Nelson Lineu, depois de ter publicado “O Passo certo no Caminho Errado” (Literatas, crónicas, 2020), “Asas da Água (TPC, poesia, 2019) e “Cada um em mim, poesia, 2014”.

 

Na semana passada, entre os dias 22 e 24, 10 jovens, na Província de Cabo Delgado, provenientes da Cidade de Pemba, e dos centros de reassentamento de deslocados de Saul, Tratara e Ngalane, no Distrito de Metuge, tiveram a oportunidade de participar numa capacitação em empreendedorismo e geração de renda, no Centro Yopipila.

A capacitação teve como principal objectivo oferecer conhecimentos e ferramentas que aos beneficiários, de modo que possam desenvolver os seus próprios negócios.

Segundo uma nota de imprensa sobre o evento, a capacitação faz parte da actividade de mentoria em negócios, no quadro do Música Para Todos “Eco´band “, que é uma iniciativa inovadora e pioneira que conecta abordagens ecológicas e criativas na construção de instrumentos musicais sustentáveis.

No final da capacitação, os participantes beneficiaram-se de kits completos para pedreiros, carpinteiros, serralheiros, costureira e electricistas, para iniciarem os seus negócios e garantirem o auto sustento de acordo com a natureza de trabalho de cada um.
A capacitação foi ministrado por facilitadores da Fundação Azul, no quadro das sinergias com as Fundações MUSIARTE e Hakuna Matata.
Alguns dos participantes são residentes nos centros de deslocados e, devido aos ataques vividos nas suas zonas, perderam as suas ferramentas de trabalho. A capacitação serve também de esperança para as suas vidas.

Assia Serafim, uma das beneficiárias do treinamento, é residente no Centro de Deslocados Internos de Saul. Devido aos ataques protagonizados na sua zona de origem, viu-se obrigada a abandonar a sua casa e o seu negócio, neste caso, a sua máquina de costurar. Com a capacitação, teve a oportunidade de se beneficiar de uma máquina de coser e reiniciar o seu negócio. “Estou muito feliz por voltar a ter uma máquina. Com esta minha máquina, vou poder voltar a cozer os vestidos para poder vender”.

O projecto Música Para Todos está inserido no Procultura e é financiado pela União Europeia e co-financiado e gerido pelo Camões IP e as embaixadas da Irlanda e Suíça.

“O povo malgaxe escolheu o caminho da continuidade, da serenidade e da estabilidade”, declarou Rajoelina, de 49 anos, que obteve 58,95% dos votos expressos nas eleições realizadas em 16 de Novembro, declarados pela Comissão Eleitoral Nacional Independente (CENI). Os resultados finais têm de ser ainda homologados pelo Supremo Tribunal Constitucional malgaxe.

Em reacção à vitória de Rajoelina dez candidatos da oposição afirmaram não reconhecer os resultados eleitorais. O vencedor, Rajoelina, um antigo DJ, conquistou assim um segundo mandato de cinco anos, apoiado pelo Tanora Malagasy Vonona (TGV, Jovens Malgaxes Determinados), partido de que é líder.

Doze candidatos, entre eles os antigos presidentes Marc Ravalomanana e Hery Rajaonarimanpianina, que apelaram ao boicote das eleições, estão com dificuldade para digerir a derrota, quando davam como certo triunfo sobre o presidente reeleito.

Por: Nyimpini Khosa (Dulcídio Cossa)

 

A conheço desde os tempos de “nha cretcheu”, mas posteriormente um momento específico marcara nossa relação.
Passam-se alguns anos que escrevi minha Tese de Doutorado, e nesse longo processo de escrita, maravilhoso, fortalecedor e às vezes doloroso, duas artistas, ou melhor, irmãs foram fundamentais: SARA TAVARES e Lenna Bahule. Foi justamente nessa época que a minha relação com estas mulheres transcendeu a compreensão humana. A intimidade com o álbum Xinti de Sara Tavares e Nômade de Lenna Bahule foi espiritual. Os sons destes álbuns tornaram minha escrita e vida leves como pluma.

Mana Sara, mana Lenna, jamais fui o mesmo desde que as conheci. E por isso, ainda em vida, dediquei-lhes uma vênia em minha Tese.
Hoje, mana Sara, “do lado de cá”, do meu mais profundo lado moçambicano- changano-tsonga, é a ti e para ti que escrevo, trêmulo, mas com a certeza de que me ouves “do lado de lá”. Sem erudição nas palavras quero na simplicidade dizer-te “coisas bunitas” e o quanto amo-te. Como não dizer-te, se “esse teu sorriso é que me kuiô BUÉ”?

Muitos choram, deprimidos, com a tua transcendência a outro plano, mas eu, “i feel good, very nice”, “i got good, good, good vibes”, porque tú és meu “PONTO DE LUZ”, “que me conduz, aceso na alma”. Tal como o Edson, fizeste de mim um bom “CAMINHANTI” com “PÉ NA STRADA” da Luz.

“Já chega hora di bai, hora di bai já chega”!? Dá um aperto no peito, mas não, você é “DI ALMA”, e uma alma jamais se vai. “Di alma, bô ê nha família”, “bô ê fidja di sol di dia”, “di noite és a lua que tá guia”. Ancestral-guia.

Estou pensando em ti, na tua melodia, pensando em nós, de olhos fechados viajo na fantasia. Só imagina. “Xinti”. “SÓ D´IMAGINA” já sinto esperança, só de imaginar já sinto criança de luz na tua leveza humana ancestral. Meu ritual.

“Aqui vou eu em KEDA LIVRE” numa viagem longe sem sair do sítio, dando “a volta ao mundo e na curva redonda do teu gingar”. “Aqui vou eu em keda livre”. “Eu contigo, tu comigo, Ser Humano é Ser Divino”.

Que posso mais dizer-te? Não te quero dizer mais nada, quero é sentir tua “VOZ DI VENTO”, na onda do teu mar, onde “tem serenata pa luar”, “don di natureza”.

Quero sentir teu cheiro, que a natureza “EXALA”. “Palavras atafulham minha fala”.

“Saiba que tudo que o amor não cala, exala”.

Agora entendo e percebo, quando disseste-me: – “não procures por mim, serei tua borboleta, não procures entender, não tentes perceber!”. Ouvi o sussurro da tua alma com calma, sinto tudo contigo, sinto perto de ti abraço apertado no meu peito, no fundo do meu coração. Agora entendo e percebo, “ciência está em saber ser”. Vivo eu “pelas asas da surpresa”. “FUNDI KU MI”, sejamos um só.

Sou apenas um “MININO”, e quero dar-te um pouco mais de mim como “QUANDO DÁS-ME UM POUCO MAIS” de ti. Afinal, tú ensinaste-me que ao acordar devo pensar logo positivo e, não devo deixar de dizer “bom dia” com um sorriso. Ponho alegria em tudo aquilo que faço, porque “não vale a pena viver a vida como um castigo”. Hoje, não só “poderia ser um bom dia” como é um Bom dia.

Amanhecendo celebrando ouço-te cantando com os ancestrais, “dando graças ao Papá”, por tudo aquilo que nos dá.

Sei que encontraste tua “liberdade na doce verdade”, e vais para a “terra prometida viver a eterna Vida”. Mas fique mais um pouquinho, hoje é um Bom dia. Ou leve-me contigo.

Mana, maninha, “é poderosa a fé”, eu acredito, “o amor é bué”, tú mesma disseste-me isso, e eu acredito. Tenho fé.

Mana Sara, do lado de cá sigo “MANSO, MANSO”, mesmo que haja “dias em que o sol não sai à rua”, “há sede de beber a água viva, água viva que me refresque e lava tudo, tudo cá dentro”. “Quero um pouco de água e um pouco de céu, quero um pouco de terra e um pouco de chão, e um tanto de música no meu coração”…

“SUMANAI”…

Quero abrir as asas, voar e encontrar-te como “o dom das palavras que voam no vento”. Tal como tú, voaste. Afinal, “há que ouvir a voz que grita cá dentro”.

 

À Rainha Sara Tavares (1978 – 2023)

Ngonyama ya kaGaza
Aracaju/Sergipe, 20/11/2023

 

A Associação Industrial de Moçambique (AIMO) participa do Fórum de Investimento Gateway (Moçambique – EU), que decorre sob o lema “Criando Oportunidades de Negócios na cidade de Maputo. O evento reúne líderes empresariais e autoridades governamentais de Moçambique e da União Europeia para discutir o desenvolvimento da indústria e da manufactura em Moçambique, com foco na optimização das cadeias de valor domésticas, regionais e globais.

Segundo uma nota de imprensa, o painel intitulado “Indústria e Manufactura: optimizando as cadeias de valor domésticas, regionais e globais”, a AIMO foi representada por dois membros do Board, Paulo Chibanga, da Enserve e Hugo Gomes da CDM, onde durante o painel, os representantes da AIMO reflectiram sobre aspectos críticos que minam o desenvolvimento contínuo da indústria moçambicana.

Paulo Chibanga destacou questões relacionadas ao padrão de Industrialização, a ligação intersectorial, expansão Industrial e a criação de uma linha de financiamento sustentável para as indústrias.

Chibanga enfatizou a importância de investimentos significativos em infra-estrutura para superar esses obstáculos e que impulsionam o sector. Todavia, “Insistimos para que possamos alavancar a Indústria Moçambicana, visto que, é preciso rever novos modelos de financiamento para além das questões de qualidade e certificação de work force, há necessidade de revisão do quadro legal e a sua modernização”, frisou Chibanga.

Numa outra abordagem, Hugo Gomes, vincou que “há proliferação de imposto e taxas que se aplicam ao sector industrial” e que no seu entender “são em grande medida parte dos maiores desafios do desenvolvimento industrial”. Durante o painel, Hugo Gomes, subsidiou a sua posição anterior usando como exemplo o Programa de Avaliação da Conformidade – PAC, um instrumento legislativo e normativo recentemente aprovado pelo governo, cujo a obrigatoriedade da avaliação da conformidade teve início no dia 1 do corrente mês de Novembro de 2023.

A participação da AIMO no Fórum de Investimento Gateway foi bastante fundamental para destacar questões críticas e sensibilizar as autoridades competentes e os investidores presentes para os desafios enfrentados pela indústria moçambicana. A associação está comprometida em colaborar com os sectores público e privado para superar os aspectos críticos que minam o desenvolvimento industrial nacional, onde o destaque vai para a necessidade de melhoramento do quadro institucional legal e ambiente de mercado, Tipo de Indústria e modelo de industrialização, tecnologia e modernização, o Financiamento do sector industrial com intuito de criar um ambiente propício ao crescimento e desenvolvimento sustentável da indústria em Moçambique.

O grupo islamita Hamas afirmou, este domingo, que está a tentar prolongar o cessar-fogo de quatro dias com Israel, que começou sexta-feira, para libertar mais reféns israelitas sequestrados na Faixa de Gaza.

“O Movimento de Resistência Islâmica Hamas está a tentar prolongar a trégua após o final do período de quatro dias, tentando seriamente aumentar o número de detidos libertados, conforme estabelecido no acordo de trégua humanitária”, anunciou ontem o grupo islâmico na plataforma Telegram, citado pelo Noticias ao Minuto.
O anúncio do Hamas ocorre após o terceiro dia do cessar-fogo e da troca de reféns israelitas por palestinianos presos nas cadeias de Israel.
Ontem, o grupo islâmico libertou 14 reféns israelitas e três tailandeses, que já foram transferidos para território israelita.
Pelo terceiro dia consecutivo, o serviço prisional israelita a libertação de 39 prisioneiros de segurança palestinianos, todos menores, incluindo um residente na Faixa de Gaza.
O acordo, que também inclui a entrada de ajuda humanitária em Gaza, prevê a libertação de 50 reféns israelitas no total em troca de 150 prisioneiros palestinianos e poderá ser prorrogado se o Hamas se comprometer a entregar pelo menos dez reféns por dia.

A Directora-Geral e o Director-Artístico do Paris Dance Project, Solenne Hays Mascré e Benjamin Millepied, deslocaram-se à Cidade de Maputo com a pretensão de procurar parcerias na área da dança contemporânea. Segundo disseram esta sexta-feira, esperam que os artistas africanos e europeus possam trocar diálogos que enriqueçam mutuamente as suas sociedades.

 

Na última terça-feira, Solenne Hays Mascré e Benjamin Millepied aterraram, pela primeira vez, no Aeroporto Internacional de Maputo. À capital moçambicana, os directores franceses do Paris Dance Project deslocaram-se com o objectivo de encontrar parcerias originais e inovadoras, quer com programadores da área da dança contemporânea, quer com bailarinos e coreógrafos moçambicanos e de outros países africanos.

De modo que as suas pretensões fossem alcançadas, Solenne Hays Mascré e Benjamin Millepied viajaram para Maputo numa altura em que a cidade acolhe duas bienais de dança contemporânea: Kinani e Dança em África.  “Este é um momento-chave de consciencialização em matérias de dança. Inclusivamente, nestes dias em que nos encontramos em Maputo, já identificamos artistas com propostas muito fortes, os quais queremos convidá-los a fazerem parte dos nossos projectos, de modo a valorizarmos as suas propostas”, disse a Directora-Geral de Paris Dance Project, Solenne  Hays Mascré.

Para francesa, a dança é uma manifestação maior da arte, pela possibilidade de expressão de ideias sem o recurso à palavra que muitas vezes pode dividir o entendimento sobre as coisas. A dança facilita o diálogo entre os indivíduos e as sociedades. Também por isso, Solenne Hays Mascré agendou momentos de intercâmbio com artistas que, à sua semelhança, encontram no corpo uma ponte rumo às culturas de outros espaços e/ou de outros continentes. E ainda acrescentou: “Eventos como as bienais Dança em África e Kinani permitem aos artistas moçambicanos ou africanos e franceses ou europeus entrarem em contacto com artistas de regiões diversas”.

Como que a complementar o raciocínio da sua compatriota, o Director-Artístico do Paris Dance Project, Benjamin Millepied, salientou que, quer a bienal Dança em África, quer o Kinani são fundamentais porque facilitam encontros que, de outra forma, talvez não aconteceriam. Assim, os países desses artistas saem a ganhar, porque, através da dança, se exprimem ideias fortes como aquelas que traduzem uma visão parcial ou abrangente da sociedade. Logo, considerou, “Esta nossa estadia em Maputo tem sido um momento de grande êxito, porque vimos coreografias modernas que queremos mostra-las em países como França ou Estados Unidos”.

Na percepção de Benjamin Millepied, o Kinani é um momento-chave para os programadores e coreógrafos apresentarem os seus trabalhos em público. “Aprendemos muito nestes dias”, reconheceu.

Solenne Hays Mascré e Benjamin Millepied conheceram-se numa altura em que a francesa trabalhava para uma grande sala de espectáculo em Paris. Depois de ter programado um espectáculo de Benjamin Millepied, ambos resolveram desenvolver um projecto artístico com um valor social, o Paris Dance Project.

O Paris Dance Project concentra-se na juventude, com uma forte dimensão educativa. Inclusive, regularmente, a iniciativa tem convidado artistas para conversar com os alunos nas escolas, levando, igualmente, a arte a espaços que não são comuns. “O nosso propósito também é trabalhar em lugares simbólicos e contar as histórias invisíveis desses mesmos territórios”, reforçou Benjamin Millepied, que nasceu em França e cresceu no Senegal, país que tem uma grande influência na sua maneira de pensar a dança contemporânea. “Por causa dessa influência, eu e a dança somos a mesma coisa”.

 

 

A Ministra dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, Verónica Macamo, efectua de 26 a 28 de Novembro corrente, uma visita oficial de trabalho ao Japão, à convite da Ministra dos Negócios Estrangeiros japonesa, Kamikawa Yoko.

A agenda da Ministra Macamo em Tokyo, capital nipônica, circunscreve-se às conversações oficiais com a Ministra Yoko e aos encontros com líderes da comunidade empresarial japonesa, durante os quais analisará assuntos referentes à cooperação bilateral nos domínios político-diplomático e das diplomacias económica, empresarial e multilateral.

Esta visita visa avaliar e reforçar os laços de amizade e de cooperação bilateral entre Moçambique e o Japão.

Nesta deslocação, a Ministra Macamo faz-se acompanhar pelo embaixador de Moçambique no Japão, José Morais, o director da direcção para Ásia e Oceânia, José Matsinha, e o director da Direcção para os Assuntos Jurídicos e Consulares, Geraldo Saranga, ambos do Ministério dos Negócios Estrangeiros e Cooperação.

+ LIDAS

Siga nos

Galeria