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A corrupção continua a afectar sectores-chave na província de Gaza, com mais de uma centena de processos em investigação na Procuradoria Provincial. Educação, Polícia e contratação pública figuram entre as áreas mais vulneráveis. Paralelamente, empresários denunciam alegados esquemas de corrupção nos processos de licenciamento de empresas.

A corrupção continua a constituir um dos principais desafios às instituições públicas na província de Gaza. Mais de 100 processos relacionados com alegados crimes de corrupção encontram-se em investigação, envolvendo sectores críticos como a educação, a Polícia e a contratação pública de bens e serviços, numa realidade que compromete a transparência e a confiança dos cidadãos nas instituições do Estado.

“Estamos a falar de tipos legais de crime como corrupção passiva, abuso de cargo ou função e peculato. As áreas onde se registam mais actos de corrupção são os sectores da educação, da Polícia e da contratação pública. Temos um número considerável de processos remetidos à Procuradoria Provincial de Gaza e que, neste momento, estão em tramitação. Não posso indicar com precisão quantos processos existem, mas são mais de 100”, afirmou Saquina Jengal, magistrada do Ministério Público.

Enquanto a Justiça prossegue com as investigações, os empresários manifestam outras preocupações. O sector privado denuncia alegadas práticas de corrupção nos processos de licenciamento de empresas, alegando que a excessiva burocracia e as supostas exigências ilícitas dificultam a abertura de novos negócios e desencorajam o investimento na província.

“Também deviam estar presentes nesta sala alguns funcionários do Governo, porque a corrupção não existe apenas no sector privado. Há um corrupto e há um corruptor. Todo o processo envolve ambas as partes”, afirmou um dos participantes.

Perante as denúncias, o director do Gabinete Provincial de Combate à Corrupção apelou a um maior envolvimento da sociedade na prevenção e combate a este fenómeno.

“A corrupção não é inevitável. Nenhum país consegue alcançar um desenvolvimento sustentável se a corrupção se transformar numa prática tolerada. Almejamos uma sociedade que rejeite atalhos ilícitos e escolha construir o seu futuro com base no esforço, na competência e na responsabilidade”, afirmou Cristóvão Mondlane, director do Gabinete Provincial de Combate à Corrupção.

As declarações foram feitas esta quarta-feira, durante uma acção de formação sobre prevenção e combate à corrupção, ética e deontologia profissional, dirigida a activistas e empreendedores da província de Gaza.

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A cerimónia de assinatura da decisão final de investimento do Projecto terá lugar hoje, em Maputo. A cerimónia contará com a presença do Presidente da República e de distintas individualidades  nacionais e estrangeiras..

O Projecto prevê a construção de uma plataforma  flutuante para a extracção e liquefacção de gás natural ao largo  da Bacia do Rovuma. 

Sob tutela do Ministério dos Recursos Minerais e Energia, o  Projecto será desenvolvido pelos parceiros da Área 4 da Bacia do

Rovuma, nomeadamente a Empresa Nacional de  Hidrocarbonetos (ENH), Eni, CNPC, Kogas e XRG.

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê ocorrência de ventos fortes com rajadas de até 60 quilómetros por hora, a partir do fim da tarde desta quinta-feira.

De acordo com o comunicado do INAM, o fenómeno poderá afectar  os distritos costeiros das províncias de Maputo e Gaza.

Os ventos poderão agitar o mar e gerar ondas com alturas de até 4 metros, entre os paralelos 24 e 27 graus.

O INAM apela à tomada de medidas de precaução e segurança face ao risco associado aos ventos fortes que poderão registar-se.

O Ministro da saúde, Ussene Isse, diz que as XVIII Jornadas Nacionais de Saúde, que arrancaram esta Quarta-feira mostram a  necessidade  do acesso universal do acesso dos serviços de saúde numa altura em que vários desafios exigem novos  conhecimentos, inovação e reformas. 

Com o lema ” Promovendo a Resiliência do Sistema Nacional da Saúde com base em evidência científica”, foram abertas, nesta Quarta-feira, as Jornadas Nacionais de Saúde.

O Ministro da Saúde, Ussene Isse, disse que o evento, que  terá uma abordagem híbrida, com cerca de 1 191 participantes nacionais e internacionais, mostra a necessidade de desenvolvimento de novos conhecimentos para o acesso universal dos serviços de saúde, numa altura em que se regista vários desafios no sector.

“Estas jornadas são para o setor de saúde, o indicador do cumprimento das documentações de sua excelência, Daniela Francisco Chapo, presidente da República de Moçambique, sobre a necessidade de garantirmos o acesso universal aos cuidados de saúde. Torna-se urgente e o imperativo nacional a construção da resiliência do sistema de saúde, entendida com a capacidade de absorver o impacto dos choques, assegurar a continuidade dos serviços e transformar criativamente as funções do sistema de saúde para ante grandes adversidades.” disse o Ministro da Saúde, Ussene Isse. 

Segundo o Ministro, o número de participantes revela avanços em relação às jornadas de 2021.

Foi destacado, também,  o facto das mesmas realizarem-se numa altura em que o conselho de ministros aprovou o decreto que prevê a criação da primeira escola pública de saúde pública no país.

Na ocasião, o Director geral do Instituto Nacional de Saúde, Eduardo Gudo, destacou as dificuldades que impediram a realização das jornadas no ano passado, sendo que as mesmas acontecem a cada três anos no país, desde 1976.

“Pela primeira vez, desde que iniciamos Jornadas Internacionais de Saúde em 1976 a tempos 49 anos, tivemos três adiamentos em relação a uma edição de Jornadas Internacionais. Estas jornadas foram inicialmente programadas para novembro de 2024, foram depois adiadas para março de 2025, e finalmente estamos a realizar nesta semana, devido a condicionalismos que estavam fora do controlo da organização das Jornadas Internacionais de Saúde.” concluiu Eduardo Samo Gudo. 

Nestas jornadas foram submetidos 1042 resumos científicos, dos quais 789 foram aprovados.

O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, acusou hoje a Rússia de representar uma “ameaça global”, após o fornecimento de energia à estrutura de contenção da antiga central nuclear de Chernobyl ter sido cortado por um bombardeamento russo.

“Cada dia que a Rússia prolonga a guerra, se recusa a implementar um cessar-fogo abrangente e fiável e continua a atacar todas as nossas instalações energéticas, incluindo as críticas para a segurança das centrais nucleares e outras instalações nucleares, representa uma ameaça global”, escreveu Zelensky nas redes sociais. 

   Segundo Lusa, o Ministério da Energia ucraniano anunciou anteriormente que o abastecimento de eletricidade da estrutura de confinamento, que contém parte da central nuclear de Chernobyl, destruída em 1986 no seguimento de um acidente nuclear, foi cortado por causa de um bombardeamento russo.

O ataque surge numa altura em que também a central nuclear ucraniana de Zaporijia, em território ucraniano é controlada por militares russos, tem a ligação à rede cortada há uma semana e em que operações militares russas impedem a sua reparação, segundo o Serviço Europeu para a Ação Externa (SEAE). 

Desde a invasão da Ucrânia pela Rússia, em Fevereiro de 2022, esta é a décima vez que a central ocupada pelas tropas russas está desligada da rede, mas, refere à diplomacia europeia, “este é o apagão mais longo e grave, especialmente porque a atividade militar continua a impedir a reparação e a religação das linhas de energia”. 

O Papa Leão XIV criticou o tratamento “desumano” dos imigrantes nos Estados Unidos, tendo questionado se as medidas da administração de Donald Trump vão ao encontro da doutrina e dos ensinamentos católicos.

O Papa Leão XIV criticou, na terça-feira, o tratamento “desumano” dos imigrantes nos Estados Unidos, tendo questionado se as medidas do presidente Donald Trump vão ao encontro da doutrina da Igreja Católica.

 “Alguém que diz que é contra o aborto, mas concorda com o tratamento desumano dos imigrantes nos Estados Unidos, não sei se isso é ser pró-vida”, disse o pontífice, em declarações aos jornalistas à porta da sua residência, em Castel Gandolfo.

Leão XIV, que assumiu o cargo em Maio, na sequência da morte do Papa Francisco, foi questionado quanto à decisão da arquidiocese de Chicago de conceder um prémio a Dick Durbin, senador democrata de Illinois que apoia o direito ao aborto. Esta decisão motivou críticas por parte de católicos conservadores, incluindo vários bispos norte-americanos, noticiou a agência Reuters.

“É muito importante olhar para o trabalho geral que o senador tem feito. […] Compreendo a dificuldade e as tensões, mas penso que, como eu próprio já disse no passado, é importante olhar para muitas questões que estão relacionadas com o que é o ensinamento da Igreja”, disse.

A empresa Cervejas de Moçambique (CDM) lançou, nesta quarta-feira, em Maputo, uma campanha intitulada “Um Brinde aos Bares”. A iniciativa visa reconhecer o papel que os bares desempenham no ecossistema da indústria cervejeira e no desenvolvimento socioeconómico do país.

O evento teve lugar na Cidade de Maputo e contou com a presença de vários parceiros e gestores de estabelecimentos, alguns dos quais foram homenageados pela sua dedicação e contribuição para o sector.

Durante o lançamento, o administrador-executivo da CDM destacou a importância estratégica dos bares, classificando-os como pontos de contacto essenciais entre as marcas da empresa e os consumidores.

“Esta iniciativa designada ‘Um Brinde aos Bares’ é uma iniciativa da Cervejas de Moçambique, de reconhecimento destes parceiros bastante importantes para o nosso negócio, que são os bares. Eles são o ponto de contacto entre as nossas marcas e os consumidores, e nós queremos destacar aquilo que é a importância que eles têm, não só para nós, como empresa, mas também para o país. Por isso, trouxemos aqui dados muito importantes, que é, por exemplo, de dizermos que os bares contribuem com mais de 45 milhões de dólares para o PIB em Moçambique, mais de 25 mil empregos que eles criam para os moçambicanos e também contribuem em impostos acima de 13 milhões de dólares”, disse Bruno Tembe, administrador-executivo da CDM.

A CDM destacou ainda a forte ligação entre os bares e o sector cultural, sobretudo a indústria musical.

A campanha “Um Brinde aos Bares” foi lançada nesta quarta-feira, na Cidade de Maputo.

Um terremoto de magnitude 6,9 na escala Richter matou pelo menos 69 pessoas e deixou milhares de pessoas feridas  ontem nas Filipinas. Por conta do desastre, milhares de pessoas estão sem casas.

O terremoto de magnitude 6,9 na escala Richter   atingiu o centro das Filipinas e matou cerca de 69 pessoas,  na última terça- feira. Como consequência, milhares de  pessoas ficaram feridas e inúmeras desalojadas.

Estão em curso operações de emergência que visam encontrar sobreviventes, As autoridades procuram também restabelecer o fornecimento de energia e água naquele país.

Citado  pela Euronews,  as autoridades locais dizem que o número de mortos na cidade poderá aumentar. As imagens da tragédia mostram  locais em ruínas e casas dos residentes devastadas. 

O terremoto ocorreu  a  menos de uma semana depois de a região ter sido afectada  por duas tempestades consecutivas, nas  cidades  do continente  asiatico. 

As Filipinas são um dos países do mundo mais propensos a catástrofes e são frequentemente atingidas por terramotos e erupções vulcânicas devido à sua localização geográfica.

O Estado moçambicano perde, anualmente, mais de 70 milhões de dólares devido à pesca ilegal. O peixe capturado de forma ilegal tem como destino países Europeus.

A pesca ilegal continua a contribuir para escassez de recursos marinhos e traz perdas para o Estado moçambicano quem anualmentem deixa de receber mais de 70 milhões de dólares. 

Para contornar este quadro, o INAMAR está a apertar o cerco contra pescadores ilegais e a combater o uso de redes nocivas para a pesca.

Acção está inserida numa campanha de fiscalização rigorosa que foi lançada est a quarta-feira no distrito de Angoche, província de Nampula, onde foi tornado público que por conta da pesca ilegal há indivíduos que também foram detidos.

Enquanto a fiscalização decorria, houve momentos de distúrbios protagonizados por um grupo de pescadores, facto que obrigou as autoridades marítimas a disparar.

A União Democrática dos Construtores, um partido lançado há poucos meses pelo presidente Brice Oligui Nguema, assumiu a liderança no primeiro turno das eleições legislativas, conquistando 55 das 145 cadeiras na Assembleia Nacional.

Esta é a primeira votação legislativa do país desde que um golpe militar em 2023 pôs fim ao domínio de 50 anos da família Bongo no poder. O partido do ex-presidente Ali Bongo Ondimba, o PDG, conquistou apenas três assentos, com ambos os partidos a dividir dividir assentos.

Uma segunda volta está marcada para 11 de Outubro, onde 77 distritos eleitorais indecisos, a maioria disputada entre UDB e PDG, determinarão a composição final do parlamento.

O Gabão está agora sob um sistema presidencial, restaurado depois que o general Oligui Nguema venceu as eleições de Abril, após a adopção de um código eleitoral controverso que permitiu que figuras militares, incluindo ele mesmo, concorressem.

Embora os poderes legislativos permaneçam limitados, esta votação está sendo vista como um teste fundamental para a transição do Gabão de volta ao regime constitucional.

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