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O País – A verdade como notícia

Tomaram posse, hoje, o presidente do Conselho de Administração do Instituto Nacional de Petróleos (INP), Engenheiro Nazário Balangane, o director-geral do Instituto Nacional de Minas (INAMI), Elias Xavier Félix Daudi, e director-geral-adjunto do INAMI, Grácio Rosário Cune.

O acto foi dirigido pelo Primeiro-ministro, Adriano Maleiane, que disse, na ocasião, que “o Instituto Nacional de Petróleos (INP), enquanto entidade reguladora, deve procurar apostar, continuamente, em iniciativas inovadoras para fazer face aos desafios estruturais que vão surgindo, ligados a: (i) prospecção, (ii) exploração, (iii) políticas e regulamentação das operações de pesquisa e produção de hidrocarbonetos”.

No seu entender, o INP deve ainda continuar a aprimorar os mecanismos de fiscalização dos projectos de pesquisa e produção de gás que estão em curso e os que venham a ser aprovados, de modo a assegurar que estes cumpram integralmente os seus planos de conteúdo local, sobretudo que no que concerne à criação de mais postos de trabalho, com maior enfoque para jovens.

“Para a materialização destas e outras acções, o Engenheiro Nazário Balangane, que acabamos de empossar, deve prosseguir com o fortalecimento institucional do INP, apostando na formação e capacitação dos quadros da instituição, no trabalho em equipa e na gestão criteriosa e transparente da coisa pública”, disse Maleiane.

Já o Instituto Nacional de Minas (INAMI), autoridade reguladora, deve assegurar o estabelecimento de normas e directrizes relativas à participação do sector público e privado na pesquisa, exploração, tratamento, exportação e importação de produtos mineiros e seus derivados.

“Neste âmbito, esperamos que o INAMI continue a pautar pelo aprimoramento de políticas e medidas que contribuam para que os intervenientes públicos e privados do sector mineiro possam, entre outros, garantir o aumento e a optimização da produção mineira de forma sustentável, incluindo a adição de valor aos recursos minerais produzidos no mercado nacional; e que a produção mineira seja desenvolvida com a utilização de tecnologia eficiente que assegure a protecção e preservação do meio ambiente”, desafiou Maleiane.

Vários alunos ficaram sem aulas devido à paralisação do transporte na Cidade de Maputo. Algumas escolas tiveram que suspender todas as actividades.

Visível eram apenas os estudantes no pátio da escola que encontraram a oportunidade para conversar, porque a falta de transporte, desde as primeiras horas desta segunda-feira, dificultou a chegada à escola quer dos colegas quer dos professores.

“Andei a pé até à escola, mas, desde a nossa chegada, só tivemos aulas no último tempo e, mesmo assim, tivemos que sair cedo porque o professor precisava de caminhar a tempo para casa”, disse Francisco Paulo, aluno na Escola Secundária de Lhanguene.

Warda Macuacua saiu de casa às 11 horas e só chegou à Escola Secundária Francisco Manyanga por volta das 14 horas. “Até pensei que tinha perdido dois tempos, mas nem um tempo perdi porque não havia professor”, contou.

“Não tivemos aulas e os professores só assinaram o livro de ponto e voltaram”, disse Adriane Mondlane, aluna da Francisco Manyanga.       

À Escola Secundaria Estrela Vermelha quase ninguém foi. A instituição teve que paralisar as actividades por falta de alunos, segundo explicou a directora em contacto telefónico.

O Instituto Superior de Ciências e Tecnologias anunciou, através de um comunicado, a paralisação das actividades no turno da tarde, assim como no período pós-laboral.

O cenário de poucos alunos repetiu-se em várias escolas e universidades da Cidade de Maputo.

Persistem os problemas de transporte na região metropolitana do Grande Maputo. Os passageiros socorreram-se dos particulares e das carrinhas de caixa aberta, vulgos “my loves”, para voltarem à casa.

Esta  segunda-feira começou agitada. Pessoas caminhavam longos percursos. Havia “greve” dos transportadores da região metropolitana do Grande Maputo e os seus impactos sentiram-se até ao fim do dia.

“Está difícil. Mesmo para chegar à Cidade de Maputo não foi fácil. Tive que caminhar do bairro Jardim até à Baixa”, contou Ernesto Manuel, que estava à espera de transporte há mais de três horas na paragem.

Mas há quem já começou a caminhar: “Saí do Museu para avenida Guerra Popular, passado por 24 de Julho, porque é um ponto estratégico, na expectativa de achar um ‘chapa’ até Jardim, mas está a ser mesma coisa. Está mal a situação”, desabafou Horácio Bango.

É que os semi-colectivos de passageiros, que são a maioria, não estavam a circular e os autocarros não são suficientes para satisfazer a demanda. A solução são os particulares ou mesmo voltar a pé. “Não há solução. Conforme vês, só podemos apanhar as viaturas particulares e ‘my loves’. Eu vou até T3, mas estou a fazer ligações. Terei de tomar mais três carros para lá chegar”, contou Edmilson Mondlane.

Alexandre vai mais longe: “A situação está péssima. De manhã, vim à Cidade de Maputo a pé. Assim, estou à espera da minha colega para, de novo, pearmos. Estamos aqui desde 15 horas e não estamos a apanhar chapa”.

Os que trabalham na Cidade de Maputo sabem muito bem que o problema de transporte existe, mas não como se observou esta segunda-feira. “Para mim, que uso sempre esta via, não é normal. Mas a situação é difícil. Agora, os porquês e como, dificilmente poderemos saber. São problemas que temos acompanhado”, avançou um outro passageiro.

A Federação Moçambicana dos Transportadores Rodoviários garantiu que, até ao fim desta segunda-feira, a situação estaria normalizada.

Quarenta e sete anos depois da Independência Nacional, o distrito de Mabote nunca teve uma estrada alcatroada. A via que dá acesso ao distrito é de terra batida, o que retrai os investimentos e o turismo. A população diz estar cansada de promessas e pede uma estrada construída de raiz.

Que há problemas nas estradas do país já não é novidade. Entretanto, o que poucos moçambicanos sabem é que, volvidos 47 anos da Independência Nacional, o distrito de Mabote nunca teve uma estrada alcatroada. Tortuoso e desgastante é como se pode caracterizar a via, de 120 quilómetros, que parte de Mapinhane, na EN1, para o distrito de Mabote.

A equipa do “O País” percorreu o troço em quatro horas e chegou à vila do distrito à noite. O que se verificou foi uma vila calma e com poucas infra-estruturas. A existência de corrente eléctrica é um ganho, mas “tal energia não abrange todos. Não pode haver energia apenas na vila. Há casas sem energia a menos de 500 metros da vila”, disse Aristides Mundlovo, comerciante.

Na actividade há 10 anos, não esconde o desgosto de ter uma estrada naquelas condições. “A estrada está em más condições, várias vezes prometeram reabilitá-la, mas, até hoje, nada aconteceu. Mesmo os produtos são difíceis de ter, por isso acabam por ser mais caros.”

Segundo avançou, as promessas de uma estrada melhorada vêm de há décadas e até já se cansou de esperar.

Érica Cume, também residente no distrito, disse que o pior não foi o que vimos, o verdadeiro drama vive-se no período chuvoso. “Mapinhane parece muito longe, mas não é. Só é distante por causa da estrada. É muito difícil viajar nestas condições, quando chove os transportes de passageiros desaparecem, para viajar só podemos usar camiões. Há vezes em que ficamos todos o dia num percurso de 120 quilómetros, há cenários de carros que capotam e alguns avariam. ”

Uma vez que Mabote não tem universidades, Érica, estudante da 12ª classe, sonha em fazer enfermagem e tem planos de sair do distrito. “Daqui, o desejo é ir a Maputo. Tenho as minhas tias lá e elas irão ajudar-me. O ideal é que tivéssemos uma universidade aqui, mas ainda não temos”, lamentou.

Não são apenas as estradas que dificultam o rápido desenvolvimento daquele distrito, há outros serviços importantes que são prestados de forma deficitária. Encontrámos Brito Mazive a abastecer a sua viatura na única bomba de combustível do distrito. “O combustível está muito caro. Na bomba a gasolina, está a 93 Meticais, nas ruas, está a 120 Meticais. Quando não há combustível nesta bomba, os revendedores especulam os preços que até atingem os 150 Meticais por litro”, retratou.

Os residentes de Mabote lançam o grito de socorro. “Nós trabalhamos por contra própria e esses preços são insustentáveis. Além dos combustíveis, está esta estrada muito degradada. Pedimos a quem de direito que possa construir uma estrada melhorada”, pediu Joaquim Agostinho.

DISTRITO TEM APENAS UM BANCO PARA 55 MIL PESSOAS

Outro dado caricato é que o distrito tem um único banco para atender uma população de 55 mil habitantes. Grande parte dos edifícios da vila remete ao tempo colonial, não obstante estarem a surgir novas infra-estruturas, como é o caso da nova delegação do INSS.

É através do troço que vai dar à vila de Mabote que se pode chegar aos parques nacionais de Banhine e Zinave. Da vila de Mabote para o interior de Zinave, a nossa equipa percorreu mais de duas horas e meia para fazer 93 quilómetros. É através de uma estrada degradada que os turistas percorrem dezenas de quilómetros para ver as riquezas que o Zinave tem. Recentemente, o parque tornou-se no primeiro de nível nacional a ter todos os big-five, com a introdução do rinoceronte.

GOVERNO DE MABOTE DIZ ESTAR EM CURSO MOBILIZAÇÃO DE RECURSOS

Bastante optimista, o administrador de Mabote garantiu à nossa reportagem já ter iniciado o processo de mobilização de recursos para a reabilitação da estrada. “Estamos a procurar soluções. O Ministério das Obras Públicas já nos apresentou algumas propostas. A nível do Governo central esta questão está no centro das preocupações, o mesmo acontece a nível do Governo provincial e distrital”, disse Carlos Mussanhane, entretanto, quando questionado sobre os prazos para o arranque das obras, o dirigente foi cauteloso.

“Não vamos avançar com datas, porque elas têm a ver com a questão das negociações. Temos estado a receber garantias de que o processo está encaminhado, vários grupos estão interessados em ter uma estrada alcatroada. Acreditamos que, a breve trecho, teremos boas notícias”, esperançou.

Além das riquezas faunísticas, Mabote produz, anualmente, entre quatro e cinco mil toneladas de castanha de caju, o que o torna no maior produtor desta cultura de rendimento na província de Inhambane.

A Federação Moçambicana das Associações dos Transportadores Rodoviários (FEMATRO) garante ter chegado a acordo com o Governo para subsidiar o sector de transportes de passageiros. O subsídio incide sobre o passageiro e não sobre o combustível.

Mais de 400 mil pessoas ficaram sem transporte, na área metropolitana do Grande Maputo, na manhã de hoje, devido à paralisação dos transportes, em jeito de manifestação contra a subida do preço dos combustíveis.

Para se encontrar uma solução, foi convocada uma reunião de emergência que juntou o ministro dos Transportes e Comunicações, Mateus Magala, e os transportadores, representados pelo presidente da FEMATRO, Castigo Nhamane, que abordou as conclusões do encontro.

“Encontrou-se um entendimento. O Governo está sensibilizado no que toca ao facto de que os transportadores têm razão, mas a população tem que ser transportada, por isso o Governo assumiu que vai subsidiar todos os operadores que operam na zona metropolitana do Grande Maputo – transportadores devidamente licenciados, com a situação fiscal regularizada esses vão receber uma ajuda do Governo, entretanto há um trabalho técnico que, em conjunto, vamos fazer urgentemente, de tal maneira que, até aos próximos dias, já estaremos a falar de números”, garantiu Castigo Nhamane, presidente da FEMATRO.

Antes do último reajuste da tarifa do transporte e do preço dos combustíveis, a FEMATRO tinha a proposta de subsídio de sete Meticais por passageiro, valor que já se mostra desajustado com o agravamento mais recente do preço dos combustíveis. Aliás, a FEMATRO diz que a aquisição de combustíveis representa 50% dos custos de operações e, por isso, o valor antes proposto para o subsídio terá que ser renegociado. No entanto, ainda não se tem uma data certa de entrada em vigor do subsídio em referência e ficou a garantia de que não haverá subida do preço do transporte.

“Hoje, os sete Meticais estão desactualizados com o reajuste do dia um de Julho, tanto que, do nosso lado, precisamos de algum tempo para vermos a correcção dos números anteriores”, acrescentou Nhamane.

A FEMATRO atira culpa ao Governo, por, segundo diz, não ter sido flexível na comunicação: “Usamos este meio para pedir sinceras desculpas aos nossos concidadãos por este constrangimento que se deveu a essas razões. Pela fraca comunicação do lado do Governo, não tínhamos palavras seguras para definir aos nossos membros que posição tinham de tomar”.

A área metropolitana do Grande Maputo é servida por 300 autocarros e cerca de três mil minibus, que transportam, diariamente, 900 mil passageiros.

Pelo menos seis mil pessoas, das milhares que se deslocaram do distrito de Ancuabe para Mieze, na província de Cabo Delgado, em consequência dos recentes ataques terroristas, receberam materiais de abrigo e utensílios domésticos.

O Comité Internacional da Cruz Vermelha (CICV) considera a situação a que milhares de deslocados estão sujeitos, nas últimas semanas, como “de partir o coração”, sobretudo devido às “condições terríveis em que as pessoas chegam. Famílias inteiras deixam suas casas sem nada”.

Abdirizak Ahmed Maalim Mohamednoor, Coordenador de Segurança Económica daquela organização humanitária em Moçambique, referiu, ainda, que “as pessoas em Mieze abriram as suas portas aos deslocados, mas também há famílias numerosas e, em alguns casos, as condições são precárias. Algumas famílias não têm tecto” para se abrigarem nem para acolher as vítimas que recebem.

Para minimizar o drama dos deslocados, em particular os que moram em casas de parentes ou com famílias de acolhimento em Mieze, o CICV distribuiu lonas, baldes, cobertores, redes mosquiteiras, sabonetes e utensílios de cozinha, como panelas e talheres.

“Muitas das famílias recém-deslocadas chegaram a Ancuabe vindas de outros lugares em busca de segurança, e este foi o segundo deslocamento que sofreram. Eles tiveram que fugir a pé ou de autocarro, chegando a novos destinos sem meios de se sustentar”, afirmou Abdirizak Mohamednoor.

Na estrada, muitas vezes, os membros da família separam-se e muitas crianças ficam sem os responsáveis adultos, acrescentou a fonte, citando dados da Organização Internacional para as Migrações (OIM), que aponta para 55% o número dos recém-deslocados com menos de 18 anos.

Transportadores semi-colectivos de passageiros paralisam actividades devido à subida do preço dos combustíveis na cidade e província de Maputo.

“Chapeiros” paralisam atividades, esta segunda-feira, em várias rotas da cidade e província de Maputo, devido à subida do preço dos combustíveis, e exigem que a tarifa seja aumentada.

Há rumores de que a greve de transporte se terá iniciado por volta das 5 horas da manhã e os passageiros, que pretendiam chegar ao seu destino, ficaram prejudicados, porque vários “chapeiros” entram e saem do terminal sem transportar ninguém.

Isabel Caduja, passageira e residente no bairro Agostinho Neto, está no terminal de Zimpeto há mais de 5 horas e pretende chegar a 25 de Junho, mas não há transporte que a leve, a mesma defende que os “chapeiros” não querem aumento da tarifa por vontade própria.

“Quero acreditar que os “chapeiros” não querem que o preço do “chapa” suba por vontade própria, mas sim para chamar a atenção  do governo para uma possível análise do assunto, porque a situação está difícil.”

O representante da cooperativa dos transportadores, Nasmudune Omar, reclama da subida do preço dos combustíveis.

“O combustível subiu três vezes, a tarifa de transporte subiu uma vez, e esta subida está mais sufocante que nunca, pelo que os transportadores já não conseguem fazer receita. Além disso, o mesmo dinheiro é distribuído ao longo da estrada para a polícia. Sobe o preço dos combustíveis e, logo no dia seguinte, temos o INATRO na estrada. Como é que este transportador, que já vem sufocado, vai trabalhar?

Queremos que o Governo faça um reajuste e, enquanto isso não acontece, não vamos colocar os carros na estrada  e o povo vai continuar a sofrer” disse o representante dos transportadores.

Estudantes e trabalhadores tiveram de percorrer quilómetros de distância enquanto os “chapeiros” garantiam que não retomariam as actividades com o actual custo dos combustíveis.

O prognóstico do Instituto Nacional de Meteorologia ( INAM), para esta segunda-feira, aponta para  ocorrência de tempo fresco a frio. A cidade de Lichinga poderá registar a temperatura mais baixa de hoje, de  20 graus.

As cidades de Maputo, Xai-xai, Inhambane e Vilankulo poderão registar máximas de 29, 28, 27  e 25 graus Celsius, e mínimas de 12,13,16 e 13 respectivamente.

Para as cidades da zona centro do país, Beira,Chimoio, Tete e Quelimane, a previsão é de máximas a atingirem 25, 24, 28 e 24 e mínimas de 15,11,15 e 16 graus, respectivamente.

Já para a cidades da região nortenha de Moçambique, Nampula, Pemba e Lichinga, prevêem-se máximas de  27,27 e 20 e mínimas de 16, 17 e 6 graus Celsius, respectivamente.

Celebra-se, hoje , o Dia Internacional sem Saco Plástico. Alguns munícipes da Cidade de Maputo dizem que só vão parar de comprar plásticos caso a sua produção seja banida.

O Dia Internacional sem Sacos Plásticos é considerado, pelas autoridades, como uma oportunidade de divulgar informações sobre a existência de alternativas ambientais além das sacolas plásticas de uso único.

Mas quem anda pelas ruas dos mercados percebe que o plástico ainda é um recurso indispensável no dia-a-dia de várias famílias.

“Quando compramos produtos, as pessoas dão-nos plásticos, eu até ando com os meus sacos plásticos para não gastar dinheiro”, disse Pius Kumar que carregava três sacos plásticos com diversos produtos.

Há cerca de cinco anos, o país procura implementar o regulamento para o banimento dos sacos plásticos. Contudo, Adelino Mendonça justifica que o plástico “é um recurso muito tradicional, e as pessoas usam-no há muito tempo”. Mendonça reconhece que os sacos poderão entrar em desuso, mas “os importadores continuam a trazer os plásticos para os mercados”.

Já o ambientalista Rui Silva considera que Moçambique está preparado para deixar de usar sacos plásticos.

“Em alguns países de África, já existe o banimento e, nalgum momento, podemos dizer que foi de um dia para o outro, e isso trouxe problemas sociais. No caso de Moçambique, temos estado a falar ao longo destes anos, o que permite uma reorganização dos empresários que produzem sacos plásticos, uma vez que é inevitável o banimento do saco plástico”, esclareceu Silva.

De acordo com o Ministério da Terra e Ambiente, estima-se que, anualmente, o país descarte cerca de 100 mil toneladas de saco no ambiente, das quais 17 mil vão para os rios e oceanos.

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