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O País – A verdade como notícia

Seis homens foram detidos na noite do dia 9 do mês em curso num dos bairros de expansão na cidade de Nampula, encontrados na posse de ossada humana.

Suspeita-se que se trate de ossada de um albino.

A porta-voz do SERNIC em Nampula, Enina Tsinine, disse que os ossos terão sido exumados na Zambézia, distrito de Gilé, mas ainda sem detalhes. A fonte avançou ainda que três dos detidos são da Zambézia e três de Nampula.

Tsinine avançou ainda que o SERNIC frustrou assim um “negócio” de ossada humana que ia render ao grupo 500 mil Meticais. Sobre os mandantes ou os supostos compradores, o SERNIC avança que está em investigação.

José Manuel, Embaixador de Angola em Moçambique, falava em representação dos Altos-Comissários e Embaixadores de 14 países com representações em Moçambique, durante o lançamento da semana comemorativa da Comunidade de Países para o Desenvolvimento da África Austral (SADC), realizado esta quinta-feira, na província da Zambézia. São 43 anos que a organização assinala no próximo dia 17 de Agosto sob o lema “Economia Azul Fortalecendo a Integração Regional na SADC”.

O diplomata fez saber que os países têm centrado a sua cooperação em vários domínios, desde culturais, económicos e políticos. “Os países-membros da SADC têm cooperado no campo político, económico, político e social com o objectivo último de fazer a  integração regional. Esta integração regional é um dos últimos fins da SADC, que pretende ver os estados-membros a desenvolver-se de uma maneira sustentável, equilibrada e que possamos cooperar entre nós”, precisou José Manuel, Embaixador de Angola em Moçambique, em representação de todos os diplomatas cujo os países estão representados em Moçambique e são membros da SADC.

Henriques Bongesse, vice-ministro do Mar, Águas Interiores e Pescas, que dirigiu o lançamento da Semana Comemorativa da SADC, sob o lema “Economia Azul Fortalecendo a Integração Regional na SADC”, defendeu que o engajamento da missão da organização é visível no país. Destacou a intervenção da organização no combate ao terrorismo na província de Cabo Delgado. “Na província Cabo Delgado, temos sossego, a nossa população já está a regressar à sua zona de origem graças a essa cooperação entre os países e as nossas Forças de Defesa e Segurança”, destacou Bongesse.

Os altos-comissários e embaixadores de 14 países-membros da SADC ofereceram víveres a um centro de acolhimento de crianças órfãs e vulneráveis.

A província da Zambézia vai acolher as cerimónias centrais do Dia da SADC no próximo dia 17 Agosto.

A Fundação para o Desenvolvimento da Comunidade defende a implementação de estratégias combinadas de resiliência climática, no país. A ideia foi defendida, esta quinta-feira, por Graça Machel, durante a apresentação de um plano para a redução do risco de desastres, sobretudo durante a época chuvosa.

As alterações climáticas estão a afectar o mundo. Em Moçambique, os recentes ciclones e outros eventos climáticos severos são sinal disso.

E porque eles vieram para ficar, a Fundação para o Desenvolvimento da Comunidade (FDC) chama atenção para a importância de uma agenda colectiva comum para que as comunidades, principalmente as mais vulneráveis, estejam preparadas para a ocorrência de choques climáticos.

“Vamos ter conversações muito sérias. É por isso que a implementação da estratégia vai levar 10 anos. Para concordarmos áreas de habitação, de produção e de investimentos que possam querer fazer (que sejam mais duradouros), para as pessoas sofrerem menos. Porque nós temos de fazer com que haja menos perdas humanas, e se possível nenhuma morte”, disse Graça Machel, que acrescentou que a perda de bens das populações que vivem em zonas de risco deve ser mínima.

Durante 10 anos, isto é, entre 2024 e 2034, a Fundação e o Governo vão executar iniciativas combinadas para o reforço da capacidade do Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco de Desastres (INGD) face à problemática das alterações climáticas.

“É mais um reforço àquilo que o Governo tem estado a fazer”, assinalou o dirigente. Questionado se o período de 10 anos, para a implementação da estratégia, é suficiente para os ganhos necessários, o vice-presidente do Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco de Desastres, Gabriel Belém Monteiro, justificou que se trata de um processo dinâmico.

“Podemos atingir o objectivo antes dos 10 anos, por exemplo. O processo é dinâmico, vai depender da forma como as comunidades vão adaptar-se, e a forma como a sociedade civil vai mobilizar. Porque as mudanças climáticas são uma realidade, mesmo que não queiramos, elas são uma realidade. Vamos neste processo auscultar, teremos de estar atentos às mensagens do Governo, para evitarmos danos maiores”, explicou.

A implementação do plano estratégico vai custar pouco mais de de 16 milhões de dólares, distribuídos em parcelas anuais de aproximadamente 1,7, 1,4 e 1,1 milhões de dólares no primeiro, segundo e terceiro triénio, respectivamente.

Refira-se que, de acordo com a estratégia, o recrutamento e a formação do pessoal da Unidade de Gestão e Resiliência Climática, a Gestão e Redução do Risco de Desastres da FDC consumirão cerca de 25 por cento do orçamental total.

No primeiro dia de visita da Primeira-Dama do Quénia a Moçambique, Isaura Nyusi levou a sua homóloga para conhecer o Centro de Acolhimento Hakumana, no centro da Cidade de Maputo.

O centro desenvolve diversas actividades, como artesanato, com o objectivo de devolver a dignidade e autovalorização a pessoas com doenças sem cura – como o HIV/SIDA – que muitas vezes são discriminadas pelas próprias famílias e pela sociedade.

Sala por sala, as Primeiras-Damas de Moçambique e do Quénia conheceram muitos dos compartimentos que acolhem cerca de 200 pessoas, entre crianças e adultos, vítimas de estigma e discriminação social devido a doenças crónicas como o HIV/SIDA.

No fim da visita, Isaura Nyusi e Rachel Ruto foram recebidas no auditório do Instituto Maria Mãe de África, por vários crentes da Igreja Católica e membros do centro Hakumana.

Isaura Nyusi recordou as dificuldades que o sector da saúde tem para o tratamento de doenças e, por isso, louvou o empenho do centro.

Por sua vez, a sua homóloga queniana disse que os dois países africanos têm muito em comum, sobretudo no que diz respeito a iniciativas de ajuda aos carenciados, pelo que reforçou a mensagem de Isaura e doou 1000 dólares, pouco mais de 64 mil Meticais para ajudar a iniciativa do Hakumana.

A visita da Primeira-Dama do Quénia no país termina este sábado.

A governadora de Manica ordenou, esta quinta-feira, o sector de saúde na província a processar disciplinarmente os médicos que estão a aderir à greve que já tem mais de 30 dias.

Francisca Tomás, que falava na sessão extraordinária do colectivo de Direcção Provincial de Saúde, disse não fazer sentido que profissionais que juraram tratar com dignidade a população sejam os mesmos a abandoná-los por alegadas reivindicações.

“Eles devem ter processos disciplinares. Eles ficaram sete a oito anos na formação para virem fazer greve ou tratar a população?” questionou a governadora, alertando que a maior parte dos grevistas não têm consigo o leque de reivindicações.

“Porque, ao que tomámos conhecimento, nem existe o leque de reivindicação. Quando questionamos o que estão a reivindicar, eles dizem para questionarmos os seus superiores, porque são estes que lhes mandam reivindicar. A pessoa deve aderir à greve quando sabe o que está a reivindicar.”

Nos últimos meses, a sala de cuidados intensivos do Hospital Central de Nampula esteve a beneficiar-se de obras de reabilitação e equipamento, e a partir desta quarta-feira, passou a entrar em funcionamento, contando com 12 camas e mais uma especializada para pacientes que simultaneamente precisam de fazer hemodiálise devido à insuficiência renal.

“Não tínhamos equipamento que faz hemodiálise ao nível de cuidados intensivos, o que quer dizer que aquele doente que tiver alguma falha muito orgânica ou falha de insuficiência renal aguda naquele momento que inclusive está entubado era necessário transferir para outra sala e agora não vai ser necessário porque esse equipamento já está dentro da sala de cuidados intensivos. Em termos de laboratório, aquilo que não tínhamos, é o equipamento de gasometria e é extremamente importante para uma sala de cuidados intensivos. O que quer dizer que os medicamentos que administramos, o equilíbrio dos soros tem que ser avaliado se esse soro está a entrar na qualidade que é necessária ou não e esse equipamento dá-nos a possibilidade de dizermos em cinco minutos que a qualidade do soro ou do medicamento que estamos a colocar está elevada e temos que reduzir”, explicou Cachimo Mulina, director do Hospital Central de Nampula, falando aos jornalistas ao lado do secretário de Estado na província de Nampula, Jaime Neto, que acabara de visitar a nova sala de cuidados intensivos.

Neto esteve atento à explicação dada pelos médicos nacionais e estrangeiros que estavam a prestar serviços de saúde a uns pacientes que estavam na altura a receber cuidados intensivos. Foi-lhe transmitido que o equipamento é mesmo de ponta e vai ajudar qualitativamente na prestação de cuidados de saúde naquele que é o hospital-escola e de referência em toda a zona Norte do país, por isso mesmo recebe casos complicados referenciados das províncias de Niassa, Cabo Delgado e parte da Zambézia.

“É uma sala que dispõe de equipamento que muito rapidamente pode fazer o diagnóstico das doenças, mas também pode recuperar aqueles que tenham traumas de origem diversa. Mais uma vez, nota-se a preocupação que o Governo tem, de facto, de melhorar as condições de todos”, referiu Jaime Neto, que à nossa pergunta sobre a sua apreciação em relação ao funcionamento daquele hospital se mostrou mais tranquilo.

“A informação que tenho e aquilo que vejo é que os médicos estão a trabalhar. Nós temos aqui no hospital acima de 300 médicos e aqueles que não estão presentes hoje são 37. Queremos saudar a toda a equipa médica que está presente e que está a trabalhar e está a cumprir o seu papel de curar os doentes. Em relação aos outros que faltaram, acredito que brevemente hão-de vir porque o Governo está continuamente a criar condições para que possam trabalhar em ambientes seguros com equipamento que possa facilitar o diagnóstico de doenças”, concluiu o secretário de Estado.

Na ocasião, foi entregue, igualmente, uma ambulância que diferentemente de outras está equipada com meios que permitem a reanimação ambulatória de um doente que esteja numa situação de perda de sinais vitais.

Mais de 5 milhões de crianças foram vacinadas contra o sarampo. A campanha de vacinação terminou a 4 de Agosto e abrangeu cinco províncias. O Ministério da Saúde fala de metas alcançadas em mais de 100 por cento.

As províncias de Manica, Sofala, Tete, Zambézia e Niassa são as mais vulneráveis ao Sarampo, com o registo de 80 por cento dos casos da doença nos últimos quatro anos.

Na campanha de vacinação lançada a 31 de Julho, nas cinco províncias, a meta era de vacinar mais de 4,8 milhões de crianças dos nove aos 59 meses de vida.

Segundo o director nacional de Saúde Pública, Quinhas Fernandes, que falava esta quinta-feira em conferência de imprensa, as metas foram alcançadas em mais de 100 por cento, uma vez que foi possível vacinar mais de cinco milhões de crianças.

“Todas as províncias alcançaram as coberturas desejadas. O sucesso da campanha de vacinação foi resultante do engajamento da liderança a vários níveis, dos pais e encarregados de educação das províncias onde decorreu o processo”, explicou Quinhas Fernandes.

Para o processo, foram investidos cerca de cinco milhões de dólares e mobilizados mais de 38 mil actores do sector da saúde.

O lançamento da próxima ronda está previsto para o próximo ano.

Sobre a situação da cólera no país, Quinhas Fernandes que falava em conferência de imprensa, esta quinta-feira, avançou que ainda há focos da doença nos distritos de Mueda e Mocímboa da Praia, na província de Cabo Delgado, e distritos de Meconta e Eráti, em Nampula.

O director nacional de Saúde Pública avançou, na ocasião, que a realização da nona ronda de vacinação contra a poliomielite está prevista para o mês de Setembro próximo.

Mais de três milhões de moçambicanos entre 5 e 24 anos não frequentaram a escola em 2022, no país. Deste universo, mais de sete mil não têm interesse e quatro mil consideraram a educação cara. Os dados foram revelados hoje, na apresentação dos resultados do Inquérito sobre Orçamento Familiar 2022.

De Janeiro a Dezembro de 2022, o Instituto Nacional de Estatística entrevistou 15 mil, do total de mais de seis milhões de agregados familiares existentes no país, com o objectivo, entre outros, de fazer um diagnóstico das características das famílias moçambicanas.

O estudo considerou as seguintes variáveis: educação, saúde, emprego, características de habitação, bens duráveis, despesas do consumo geral dos agregados familiares, receitas dos agregados familiares, turismo doméstico e inclusão financeira.

 

EDUCAÇÃO

Sobre a educação, o INE conclui que 23,9% da população inquirida não frequentou a escola, no período em alusão, deste número, quase 30% justificou falta de interesse e 20% considerou os estudos onerosos.

Feitos os cálculos, isso quer dizer que mais de três milhões de moçambicanos entre 5 e 24 anos, segundo o INE, não foram à escola em 2022. Deste universo, mais de sete mil por desinteresse e quatro mil consideram a educação cara.

Outros factores também contribuíram para este resultado: “Podemos destacar também aqueles que dizem que a escola está distante da sua casa, com 6,5% e aqueles que falam da falta de vagas, com 3% e ainda 1% que diz que não existe o nível seguinte, o que significa que a pessoa terminou um certo nível, mas na área onde vive, não existem outro níveis de escolaridade”, acrescentou Abdualai Dade, do Instituto Nacional de Estatísticas.

O Inquérito sobre Orçamento Familiar 2022, lançado esta quarta-feira, na Cidade de Maputo, revelou ainda que a taxa de analfabetismo esteve em 38%, no país. A província de Cabo Delgado teve maior percentagem, com 39,9%, e a Província e Cidade de Maputo registaram os menores índices, com 9% e 6%, respetivamente.

 

SAÚDE

Na saúde, o Instituto Nacional de Estatística comparou o IOF 2014/2015, o 2019/2020 e os resultados obtidos no mais recente de 2022 e concluiu que houve maior insatisfação dos utentes quanto aos serviços de saúde, “com maior destaque para aqueles que reclamaram muito tempo de espera para serem atendidos, com cerca de 62%, segue-se a falta de êxito, foram ao hospital, consultou o médico ou foi ao curandeiro, mas não teve êxito”, disse Abdualai Dade.

 

EMPREGO

A taxa de desemprego situou-se em 18%, em todo o país, com maior destaque para a Província de Maputo, onde cerca de 36% do total de inquiridos disse estarem desempregados.

Ademais, 71% da população de 15 anos de idade ou mais estava a trabalhar, maior parte da qual nas áreas da agricultura, silvicultura e pesca, isto é, 74,7%.

 

DESPESAS DO CONSUMO GERAL DOS AGREGADOS FAMILIARES

O IOF 2022 revelou também que as famílias moçambicanas gastaram apenas 1,6%, com a educação, comparativamente aos 2,4% entre 2019 e 2020.

Por seu turno, as despesas com a saúde reduziram de 1,7% para 0,5%, no ano passado. Neste período, a maior parte do dinheiro foi para a compra de produtos alimentares e bebidas alcoólicas, com uma despesa mensal de cerca de 39%.

Os gastos com o transporte aumentaram para 11%, contra 9, 6%. O mesmo aconteceu com as comunicações, que de 4,8% passaram para 6,3. Os moçambicanos não se importaram muito com vestuários e calçados, que mereceram apenas 5,7%.

O inquérito revelou também que, em média, os agregados nacionais residentes no país tiveram um gasto mensal de cerca de 8 666 Meticais, sendo que a média mensal da área urbana se situou acima da média nacional com 12 548,00 Meticais e a da área rural abaixo com 6 680,00 Meticais.

Mais de 60% do rendimento da população provém da conta própria. Nas zonas urbanas, 60,2% da receita provém do trabalho assalariado, enquanto na zona rural a maior fonte de receita é o trabalho por conta própria com 83,1%.

Segundo o inquérito, 10% da população é pobre e contribuiu com menos de 1% da despesa total. Já a mesma proporção dos mais ricos é responsável por cerca de 40% da despesa.

 

INCLUSÃO FINANCEIRA

O IOF 2022 procurou saber junto da população de cinco anos de idade ou mais, se tinha pelo menos uma conta bancária, a existência e proximidade de uma agência bancária ou ATM, e também se as mesmas usavam a carteira móvel para as transacções financeiras.

A Cidade e Província de Maputo registam as maiores percentagens da população que tem conta bancária, com 67,8% e 57,0%, respectivamente, e a Província da Zambézia com 11,1%, regista a menor percentagem

97,5% da população possui conta na carteira móvel e 35,1% da população possui nos bancos.

Os dados do IOF servem de suporte para a formulação de políticas e programas sectoriais do Governo, sector privado, academia e da sociedade civil, no geral.

Duas pessoas morreram queimadas e outras duas contraíram ferimentos graves num acidente de viação ocorrido hoje, no posto administrativo de Incaia, província de Gaza. A Polícia aponta ultrapassagem irregular como causa preliminar do sinistro.

Mais uma vez, houve derramamento de sangue na província de Gaza. O acidente de viação do tipo choque entre viaturas resultou na morte de duas pessoas e igual número de feridos. A Polícia da República de Moçambique confirma o facto.

“O acidente foi de choque entre carros e, após o choque, uma das viaturas envolvidas pegou fogo. Neste momento, nós ainda estamos no terreno a trabalhar para identificar a prováveis causas, mas anunciamos, com tristeza, dois óbitos e dois feridos”, revelou Carlos Macuácua, chefe do departamento de Relações Públicas da PRM em Gaza.

Indo ao detalhe, Carlos Macuácua sublinhou que “a viatura que pegou fogo foi de marca Toyota Hiace carregada de passageiros que ia em direcção à capital do país”.

De forma preliminar, a Polícia da República de Moçambique, na província de Gaza, aponta a ultrapassagem irregular como a causa do acidente. “O que está claro, até aqui, é que o comportamento humano está por detrás do acidente. Houve uma ultrapassagem irregular e colisão. Então, o apelo que nós queríamos deixar para todos os usuários é que cada automobilista que se faça à via pública deve respeitar as regras de trânsito para a prevenção de acidentes e as suas consequências”, terminou lançando o apelo.

Quanto aos feridos, a Polícia disse que foram transferidos para a unidade sanitária mais próxima.

As autoridades prometeram dar, esta quinta-feira, mais detalhes sobre as circunstâncias nas quais o acidente ocorreu.

Este é o quarto acidente de viação que acontece em menos de cinco meses, na província de Gaza, e todos estes sinistros resultaram em 25 mortes.

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