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Chapo inaugura água em Gorongosa e diz que obra devolve dignidade ao povo

Chapo inaugura água em Gorongosa e diz que obra devolve dignidade ao povo Foi com palavras simples e profundamente humanas que o Presidente da República, Daniel Chapo, explicou nesta sexta-feira(16.10.26), em Gorongosa, o que significa para uma família a chegada da água potável. Ao inaugurar o sistema de abastecimento de

O Presidente da República decidiu manter todas às medidas do decreto 30/2021 de 26 de Maio sobre às medidas preventivas da COVID-19, entretanto há 10 excepções. Entre às novidades, consta o recuo do horário do recolher obrigatório, que passará a ser das 22 horas às 4 horas.

“O atendimento Público deve ser por pré-marcação, as empresas devem privilegiar o teletrabalho nos locais onde o distanciamento social não for possível, as celebrações religiosas, conferências e reuniões não devem ter mais de 40 pessoas em locais fechados e mais de 80 em locais abertos”, disse Filipe Nyusi.

No rol das novas medidas, também consta a actualização do horário de funcionamento dos restaurantes e serviços de entrega que passarão a funcionar atè às 20 horas. ” Os bottle stores deverão funcionar das 09H-15H e aos domingos deverão manter-se fechados. O funcionamento de teatros, centros culturais e auditórios volta a ser interdito. O uso dos auditórios deve ser devidamente fundamentado ao Ministério da Justiça, Assuntos Constitucionais e Religiosos. Os centros comerciais vão funcionar das 09 horas às 18 horas durante a semana e até às 15 horas durante os feriados. A frequência às praias para lazer, volta a ser interdita”, anunciou Nyusi.

O Chefe de Estado referiu que excepcionalmente poderá ser autorizada a realização de conferências com até 150 pessoas, mediante solicitação de aprovação, junto do Ministério da Justiça, Assuntos Constitucionais e Religiosos.

Às medidas anunciadas hoje, entram em vigor a partir da meia noite do dia 26 de Junho de 2021.

Filipe Nyusi disse ainda que o Governo continua a trabalhar para imunizar 17 milhões de moçambicanos, “embora estejamos a enfrentar a escassez de vacinas no mercado internacional. Por isso a melhor vacina é o respeito pelas medidas de prevenção”, ressalvou.

O Presidente da República, Filipe Nyusi, profere hoje, pelas 19:00 horas, no Gabinete da Presidência da República, uma Comunicação à Nação no âmbito da Situação de Calamidade Pública.

A Comunicação do Chefe do Estado moçambicano é feita no contexto da situação actual da COVID-19 no país, segundo refere uma nota da Presidência da República.

As Comunicações  à Nação têm servido para fazer balanços e actualizar as medidas de prevenção.

Ontem, Moçambique notificou cinco mortes por COVID-19. Com os óbitos notificados ontem subiu para 23 o número de mortes devido à COVID-19 no mês de Junho, um aumento de 35.3% em relação a igual período do mês de Maio, quando o país registou 17 óbitos. O número já é superior ao total de óbitos (22) registados no mês de Maio, um acréscimo em 4.5%.

Neste momento, o país tem 2.050 casos activos e 857 óbitos devido à COVID-19.

Moçambique já reúne condições para receber apoio da SADC para combater o terrorismo em Cabo Delgado. Entretanto, as FDS é que estarão na linha da frente no combate à insurgência armada no norte do país, segundo o Presidente da República, Filipe Nyusi.

Falando no encerramento da Cimeira Extraordinária do organismo regional, Nyusi esclarece que o apoio vai consistir em intervenção através do envio da “Força Conjunta” regional proposta e aprovada pela Toika da SADC.

Entretanto, Nyusi não detalhou os moldes em que o referido apoio será materializado, mas afiançou que o combate contra o terrorismo e extremismo violento em Cabo Delgado terá na linha da frente as Forças de Defesa e Segurança (FDS) de Moçambique.

Contudo, aliado aos esforços de combate contra o referido fenómeno, Nyusi defendeu a necessidade do aumento do controlo das fronteiras dos países da região.

No âmbito socioeconómico, Nyusi falou da necessidade de aprimoramento das estratégias de combate contra a pandemia da COVID-19, estabelecimento da paz e segurança regional, electrificação, operações humanitárias de emergência, dinamização da economia no âmbito da estratégia de desenvolvimento regional (2020-2030) e reforço das parcerias entre as comunidades empresariais dos países da SADC.

Refira-se que, na sua nota de abertura da cimeira extraordinária do órgão, Nyusi destacou que os países da SADC precisam de um plano de acção e roteiro de desenvolvimento estratégico para a industrialização regional no contexto do processo de integração, facto que foi secundado pela secretária-executiva da organização, que reiterou a necessidade de reforço da capacidade de investigação e produção de vacinas contra a COVID-19 na região.

A próxima Cimeira da SADC, a 41ª, terá lugar em Agosto de 2021, na capital malawiana, Lilongwe, evento no qual o Malawi, através do seu Presidente da República, Lazarus Chakwera, vai assumir a presidência rotativa do órgão.

Além do presidente em exercício da SADC, Filipe Nyusi, a Cimeira Extraordinária de Maputo contou com a presença dos Presidentes de Botswana, República Democrática do Congo (RDC), Malawi, África do Sul, Tanzânia e Zimbabwe. Lesotho, Eswathini, Angola Comores, Madagáscar, Namíbia, Maurícias foram representados pelos primeiros-ministros e ministros do interior, de cooperação e altos-comissários.

O Presidente da República, Filipe Nyusi e o Presidente da Renamo, Ossufo Momade, mantiveram um encontro ontem e passaram em revista os progressos na implementação do Acordo de Maputo.

No encontro, concluíram que 2.307 ex-combatentes foram desarmados e desmobilizados, começando agora a sua reintegração na sociedade.

Olhando para o futuro, as partes estão empenhadas em assegurar que os restantes combatentes sejam totalmente desarmados e desmobilizados.

De acordo com a Presidência da República, as partes acordaram iniciar o processo de integração dos ex-combatentes da Renamo na Polícia da República de Moçambique, conforme acordado no Memorando de Entendimento e como elemento de consolidação da reconciliação nacional.

O Governo e a Renamo convidaram, mais uma vez, “aqueles que ainda estão no mato” a juntarem-se ao processo de DDR e reafirmaram a vontade de continuar a trabalhar em conjunto até que a questão seja resolvida.

O Presidente da República defendeu hoje que a Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) deve ser o parceiro principal de Moçambique no combate ao terrorismo em Cabo Delgado, reiterando que a insurgência armada é uma ameaça regional.

Moçambique é a partir de hoje o centro das atenções das populações de todos os paises da Região Autral de África. Em causa está a realização, em Maputo, da Cimeira Estraordinária dos Chefes de Estado e de Governo da SADC.

Na qualidade de afintrião e Presidente em exercício do bloco, Filipe Nyusi começou a sua intervenção pedindo um minuto de silêncio em homenagem a Keneth Kaunda, Jonh Magufuli e primiero-ministro do reino de E-Swatine que perderam a vida.

Nyusi reconheceu que a região debate-se com problemas que exigem união e solidariedade entre os paises. O terrorismo em Cabo Delgado foi assunto no seu discurso, tendo alertado que o problema pode afectar toda a região.

O Presidente da República disse esperar dos países membros cooperação, pois o apoio da SADC é primordial para Moçambique na luta contra este mal.

Filipe Nyusi não deixou de destacar a participação, no evento, da presidente da Tanzania, um país estratégico pois faz limite com Cabo Delgado.

O Presidente Moçambicano não deixou de destacar as recentes realizações do bloco, como o Fórum de Negócios da SADC e o lançamento, em Nacala, do Centro de Operações Humanitárias e de Emergência da Comunidade. O Chefe de Estado pediu um debate franco e aberto, pois as decisões de hoje tem impacto sobre as futuras gerações.

Filipe Nyusi manifestou ainda a preocupação com as mudanças climáticas, que colocam os países da região a viverem num estado de imprevisibilidade, pois estimulam o aumento da temperatura, o nível das águas dos oceanos e aumentam o nível de pluviosidade, provocando fenómenos climáticos extremos.

Nyusi acrescentou que os efeitos das mudanças climáticas têm criado escassez de água, extinção da flora e fauna, pragas nas plantas, escassez de alimentos, migração de pessoas devido as secas e inundações, ciclones tropicais e outros fenómenos associados.

O presidente da República, Filipe Nyusi, endereçou felicitações a António Guterres pela reeleição ao cargo de Secretário-Geral da Organização das Nações Unidas.

Numa mensagem recebida pela nossa redacção, o Chefe de Estado refere que a recondução de Guterres ficará marcada na história do concerto das nações por ter sido a única candidatura apresentada para o cargo. Essa decisão da Assembleia Geral constitui testemunho do excelente trabalho desenvolvido por Vossa Excelência e pela equipa que dirige, ao longo dos últimos cinco anos.

Destacando os desafios sócio-económicos impostos pela COVID-19, Nyusi diz que o prestes do português orgulha ao povo moçambicano no seu todo, por traduzir a plena comunhão dos ideais que a Carta das Nações Unidas consagra e pela determinação de fazer face aos desafios de paz e segurança internacionais do nosso planeta.

O Presidente da República acredita que com a liderança experimentada do reeleito Secretário-geral, a Organização das Nações Unidas irá prosseguir com o compromisso que todos abraçaram aquando da primeira eleição.

Nyusi assegura que Moçambique vai continuar a empenhado na materialização da agenda internacional, muito em particular nas áreas prioritárias das Nações Unidas que, por sinal, coincidem com as áreas que o seu Governo elegeu para o presente quinquénio, designadamente, as questões da paz e segurança internacionais, o desarmamento geral e completo, os direitos humanos, a luta contra o terrorismo e o extremismo violento bem como a Agenda 2030 que consubstancia os Objectivos do Desenvolvimento Sustentável.

Filipe Nyusi aproveitou a ocasião para lembrar a António Guterres que Moçambique é candidato, pela primeira vez, na sua história, ao assento de membro Não- Permanente do Conselho de Segurança das Nações Unidas para o mandato 2023-2024.

Segundo Nyusi, é objectivo de Moçambique contribuir, de forma modesta, mas robusta, à luz da nossa história e experiência, para o esforço na busca dos caminhos da paz e da segurança internacionais.

O Presidente da República termina endereçando votos de boa saúde e de muita prosperidade ao embarcar no cumprimento de mais um mandato que espera profícuo.

O Presidente da República e Presidente em Exercício da Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral (SADC) Filipe Nyusi, acolhe, amanhã, em Maputo, a Cimeira Extraordinária da organização regional.

Durante a Cimeira, os Chefes de Estado e de Governos da SADC irão centrar as discussões na abordagem regional em apoio ao país na luta contra o terrorismo e em outras temáticas prioritárias da Presidência de Moçambique na SADC, como o combate à pandemia da COVID-19 e a Segurança Alimentar na Região.

Outro ponto que merecerá atenção dos estadistas diz respeito à celebração simbólica dos 40 anos da SADC, sob o lema “SADC – 40 Anos Construindo a paz e Segurança, Promovendo o Desenvolvimento e Resiliência Face aos Desafios Globais”.

Segundo um comunicado da Presidência da República, a cimeira irá decorrer em formato presencial reduzido e híbrido, em observância das medidas de contenção da pandemia da COVID-19.

Participam na Cimeira Extraordinária os Chefes de Estado e de Governo dos 16 Estados Membros da SADC e a Secretaria Executiva da SADC.

A dependência económica dos países e a falta de eficiência, nas diferentes cadeias de valores, estão entre as causas do mau ambiente de negócios a nível da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC).

O repto é do Presidente em Exercício da Comunidade de Desenvolvimento dos Países da África Austral, Filipe Nyusi, que aponta para disparidades entre os países, como um desafio a considerar, na iniciativa de tornar o ambiente de negócios saudável na região.

Filipe Nyusi destacou, por isso, que o reforço no investimento em infraestruturas, na industrialização e definição de políticas comuns, configura-se como fundamental para que a região supere adversidades que a comunidade apresenta.

“Afiguram-se muitos desafios nos nossos países. O ambiente de negócios na SADC impõe desafios de cooperação entre os membros. Será necessário continuar com o processo de promoção de comércio. Um dos pressupostos são as infraestruturas e políticas adequadas para que os países trabalhem conjuntamente”, disse Filipe Nyusi.

Filipe Nyusi que falava, na manhã desta terça-feira, na abertura do Fórum de Negócios da SADC, apontou, ainda, a pandemia da COVID-19 e dos efeitos das mudanças climáticas como sendo as causas que travam o rápido desenvolvimento económico na região.

Reconhecendo a importância do sector privado como catalisador das economias dos países na região, Filipe Nyusi disse que há necessidade de reforçar a sua capacidade de produção, e o objectivo passa pela criação de políticas favoráveis.

O Presidente da República e Presidente em Exercício da SADC, Filipe Jacinto Nyusi, procede, amanhã, à abertura do Fórum de Negócios da SADC.

De acordo com uma nota da Presidência da República, o evento, que é uma iniciativa da SADC e do Governo de Moçambique, serve como uma plataforma corporativa integrada de diálogo e promoção económica competitiva e empresarial da SADC.

Antes do início dos trabalhos do Fórum, Filipe Nyusi irá visitar a Expo Internacional da SADC, que visa a exibição do potencial de cada país membro, assim como impulsionar o ecossistema empresarial regional, essencialmente nas áreas estratégicas como industrialização, investimentos, sustentabilidade e ambiente de negócios.

“A realização do Fórum de Negócios da SADC é um compromisso assumido durante a 40ª Cimeira Virtual de Chefes de Estado e de Governo da SADC”, lê-se no referido comunicado.

A cerimónia contará com a presença do Presidente da República do Botswana e Presidente em Exercício do Órgão de Cooperação nas Áreas de Política, Defesa e Segurança da organização, Mokgweetsi Masisi,membros do Governo, quadros da Presidência da República e de outras instituições do Estado.

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