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O País – A verdade como notícia

Hélder Mendonça questiona liderança de Forquilha e admite assumir PODEMOS

Hélder Mendonça alerta que, se Albino Forquilha se mantiver na gestão do partido, o PODEMOS não vai conseguir eleger nenhum deputado nas próximas eleições. Mendonça acusa a direcção de limitar a democracia interna, aponta situações que considera nepotismo e admite aceitar uma eventual indicação para liderar a formação política. O

O cabeça-de-lista do Movimento Democrático de Moçambique, Augusto Mbazo, escolheu, ontem, os bairros suburbanos para apresentar o seu projecto de governação no município de Maputo.

Mbazo escalou o bairro Luís Cabral, arredores da capital, onde interagiu com alguns vendedores do mercado local. O cabeça-de-lista do MDM prometeu, na ocasião, melhorar as condições destes para o desenvolvimento das suas actividades.

Mbazo garantiu que irá reabilitar o mercado, dar dignidade aos respectivos vendedores para além de criar facilidades no acesso ao financiamento para os seus negócios.

“Onde o MDM governa, há claramente sinais de desenvolvimento. Temos a Cidade da Beira, onde há um trabalho visível na melhoria das condições dos seus munícipes. Queremos governar Maputo para mudar a vida dos munícipes. Nós vamos criar linhas de financiamento de projectos para vocês desenvolverem os vossos negócios. Vamos construir novas bancas para que possam vender os vossos produtos”, garantiu o cabeça-de-lista do Movimento Democrático de Moçambique.

Augusto Mbazo assegura ainda que vai intervir nas vias de acesso tanto na zona de cimento como na periferia. Mbazo garante ainda resolver os problemas de saneamento e ordenamento territorial na periferia de Maputo.

“Vemos vias de acesso degradadas. Isto não é digno para vocês. O MDM vai reabilitar e construir vias de acesso para que se melhore a mobilidade das pessoas. Vemos ruas apertadas que dificultam a circulação. Queremos acabar com esta situação”, disse.

Abordando outro jovem residente no bairro Luís Cabral, Augusto Mbazo assegurou que “vamos mudar e transformar este bairro com a reabilitação das vias e abertura de oportunidades de emprego. Vamos ligar a EN4 e a EN1 para haver mais movimento aqui”, prometeu.

Falando com jovens, disse ainda que irá criar condições para que tenham acesso ao emprego. “Há muitos jovens no desemprego não só neste bairro. O nosso manifesto prevê ainda a criação de projectos para que os jovens tenham auto-emprego. É preciso investir na juventude que se sente marginalizada”, frisou Augusto Mbazo.

Já na zona da junta, Augusto Mbazo reiterou o “seu compromisso em dar dignidade aos vendedores que lutam, no dia dia, para colocar pão em cima da mesma mesmo em condições adversas no exercício

das suas actividades”.

Augusto Mbazo considera que “é preciso que se crie condições para que as pessoas exerçam, de forma organizada, o comércio na cidade de Maputo.”

Outro ponto levantado pelo cabeça-de-lista do MDM tem que ver com as condições em que os munícipes são transportados. “Nós vamos colocar mais frotas para transportar os maputenses. Temos projectos de viabilização de novas frotas. Vamos disciplinar a actividade. Pretendemos sensibilizar ainda os transportadores para não pautarem por encurtamento de rotas que cria transtornos aos passageiros.”

O cabeça-de-lista da Frelimo, Rasaque Manhique, garantiu, ontem, aos funcionários públicos ter a solução para minimizar o problema de transporte, construções desordenadas, falta de balneários em locais com aglomeração de pessoas e atribuição de DUAT.

Rasaque Manhique elegeu, uma vez mais, um espaço fechado – Centro Internacional de Conferências Joaquim Chissano – para partilhar as suas ideias de governação na Cidade de Maputo.

Perante funcionários públicos, o cabeça-de-lista da Frelimo foi desafiado a elaborar o seu pensamento sobre os passos a dar para acabar com o caos nos transportes, construções desordenadas, falta de balneários em locais de grande aglomeração de pessoas, fraco saneamento, ordenamento territorial, dificuldades das pessoas com deficiência em aceder aos transportes, entre outros.

“Temos problemas de inundações. Há necessidade de tomada de medidas urgentes. Há necessidade de se responsabilizar as pessoas. Temos de ser vigilantes com as pessoas que constroem em zonas propensas à inundações”, disse uma funcionária do Conselho Municipal da Cidade de Maputo.

A questão das dificuldades enfrentadas por pessoas com deficiência no acesso aos transportes, manifestou um dos intervenientes, é “séria e que é vivida no dia-a-dia quando estes estão nas paragens”, sendo, por isso, “confrontados com problemas de mobilidade” e tal “não se deve tratar a questão da deficiência com caridade mas sim uma questão de direitos humanos.”

Os funcionários públicos defenderam ainda a necessidade de se reverter o problema do acesso aos espaços para a prática desportiva na capital do país, assim como investir cada vez mais na motivação dos trabalhadores e continuidade dos projectos iniciados pelos antigos dirigentes.

Sentado e atento às intervenções, Manhique tomou nota das cerca de dez intervenções. Depois, fez-se novamente ao púlpito do Centro Internacional de Conferências Joaquim Chissano, para “responder” os questionamentos feitos, assim como as observações dos funcionários públicos.

“Vamos garantir a manutenção de estradas. Vamos garantir a manutenção das nossas ruas. Mas, muitas vezes, pensamos nós que as ruas e avenidas só estão aqui na zona de Cimento
da cidade. A cidade não é só aqui no Kapfumo, a cidade é no Hulene, KaMaxaquene, Mapulene, Magoanine. São bairros da Cidade de Maputo. Temos de avançar, com coragem, para trazer novas vias e ruas pavimentadas nestes bairros que não estejam nesta zona de Cimento”, retorquiu o cabeça-de-lista da Frelimo.

Outrossim, o ensino inquieta os funcionários públicos e foi pela voz de um quadro do Ministério da Educação de Desenvolvimento Humano que veio a preocupação em relação ao facto de “algumas escolas não terem Direito do Uso e Aproveitamento de Terra, uma situação que faz com que alguns projectos não sejam desenvolvidos pelos financiadores porque estes exigem o Direito, Uso e Aproveitamento da Terra.”

Rasaque Manhique, a propósito, deixou claro que “primeiro, é o acesso à terra infra- estruturada” , porquanto, sustentou, “enquanto atribuirmos terra onde quer que exista sem que estruturamos essa mesma terra, estamos a criar confusão.”

Para Manhique, “vamos ter de ter paciência, criando infra-estruturas aceitáveis para depois continuarmos com a atribuição desses espaços, mas também precisamos de regularizar estes
títulos aos nossos concidadãos nos locais onde já lá estejam”.

Adiante, o cabeça-de-lista da Frelimo reitera o compromisso em “melhorar a qualidade das infra-estruturas nas escolas primárias” explicando, depois, o porquê da insistência neste aspecto: “Muitas vezes, os pais de crianças pequenas que frequentam o ensino primário decidem levar os seus filhos para o ensino privado. Não é somente na busca de um ensino de qualidade. Os pais observam todos os aspectos. Vão a um local, olham para os sanitários, vêem o edifício muito bem colocado porque é lá onde querem deixar as suas crianças, para que os seus filhos que tenham saído de casa às 6h30 com uma camisa branca voltem à casa nas mesmas condições.”

Calcorreando alguns  bairros periféricos da capital do país, o cabeça-de-lista da Renamo, Venâncio Mondlane, passou uma mensagem de mudanças ao nível do ordenamento territorial e acesso ao financiamento aos jovens. Mondlane garante apostar no desporto, área na qual pretende acabar com a transformação de campos de futebol em espaços de comércio.

Este fenómeno tem “tirado sono” aos desportistas que, regra geral, lamentam o facto de os jovens deixarem de ter um espaço privilegiado não só para práticas saudáveis como também para evidenciarem o seu potencial.

“Os campos estão a ser substituídos pela actividade comercial. Então, nós queremos reverter este cenário. Os parques, os jardins, as infra-estruturas desportivas, os lugares onde se faziam ginástica, nós queremos retomar isso para aumentar a oferta de espaço para a prática desportiva.”

Venâncio Mondlane reiterou que vai apostar na revitalização  de parques na capital, tendo prometido que vai transformar o espaço do Jardim Zoológico no maior parque da região.

“Nós queremos converter o Jardim Zoológico numa coisa bonita, coisa única que nunca existiu em Moçambique. Portanto, em termos simples e directo, o que isso significa? Vamos converter numa éspecie de um jardim em grande dimensão em que vais ter, dentro do próprio espaço, serviços variados. Estamos a falar de serviços bancários, serviços de telefonia móvel, galerias de arte, espaço para prática desportiva e piqueniques e escolas técnico-profissional ali dentro”, garantiu o cabeça-de-lista da Renamo.

Na periferia de Maputo, Venâncio Mondlane disse ainda que, acima de tudo, pretendia transmitir uma mensagem de valorização da dignidade humana.
Mondlane entende que “quando referenciamos à dignidade humana, passamos para outro ponto capítulo que tem a ver com o valor do trabalho que as pessoas fazem”.

Dar o melhor “tratamento” aos jovens que ganham o seu pão no dia-a-dia, exercendo actividades na rua, debaixo de muitas dificuldade, é, segundo Mondlane, uma das suas grandes apostas caso seja eleito edil de Maputo.

“Nós queremos quebrar o mito de que há uma espécie de um conflito entre o formal e o informal. Estamos a passar a mensagem de que, na nossa governação, o estar no informal e  estar no formal, ter uma licença ou não ter uma licença, é meramente uma questão de um papel ou documento. Mas o que nós queremos é a intenção que a pessoa tem de trabalhar honestamente para alimentar a sua família e para dignidade dos seus filhos.”

O cabeça-de-lista da Renamo frisou ainda que “a mensagem que estamos a transmitir não é de levar o emprego feito, neste caso empresas registadas do grupo A” porque são, segundo suas palavras, “o país não consegue ter mais de cinquenta mil empregos feitos por ano do Rovuma ao Maputo. Só em Maputo temos 300 mil desempregados.”

Neste mesmo prisma, Venâncio Mondlane considerou que a sua visão passa por “apostar em escolas de formação técnico-profissionais que vão ter representações em todos os distritos nos quais iremos formar os jovens a custo zero”.

Mondlane diz ainda que “estamos a falar de cursos de curta duração de seis meses até um ano como serralharia, carpintaria, construção civil, portanto, cursos modernos como designer, edição de vídeos e produção”.

O cabeça-de-lista da Renamo diz pretender “resgatar Maputo”, o que não passa apenas pelo seu “aspecto exterior como as estradas, lojas e árvores”, mas sim “resgatar a dignidade do maputense para que se sinta orgulhoso de estar na Cidade de Maputo.”

O Presidente da República desafiou, hoje, a nova secretária de Estado em Sofala a trabalhar para a conclusão do DDR. Filipe Nyusi lançou o desafio no empossamento de Cecília Chamutota.

Nomeada semana passada, a nova secretária de Estado da província de Sofala foi empossada, esta segunda-feira, pelo Presidente da República.
Durante a cerimónia, Filipe Nyusi apontou algumas áreas cruciais, que deverão merecer a atenção de Cecília Chamutota, com maior destaque para o processo de Desarmamento, Desmobilização e Reintegração (DDR).

“Encontramo-nos numa fase derradeira de implementação das acções de Desarmamento, Desmobilização e Reintegração, o que exige de nós a reafirmação do nosso compromisso com a paz, tolerância e coexistência social”, disse o Chefe de Estado.

Filipe Nyusi recomendou, igualmente, à nova secretária de Estado em Sofala a trabalhar com pessoas experientes e competentes para o benefício da população, uma vez que a província de Sofala é ciclicamente afectada pelos efeitos das alterações climáticas.

“Para o efeito, procura tirar proveito da existência de quadros competentes e experientes na província de Sofala, desde os administradores distritais, membros do Conselho dos Serviços de Representação do Estado e do Conselho Executivo Provincial e do sector privado”, exortou.

Por seu turno, Cecília Chamutota diz contar com o apoio das equipas dos diferentes ramos de actividade, em Sofala, para o alcance dos objectivos traçados.

A empossada acredita que só com o apoio de todas as forças vivas da província de Sofala poderá alcançar as metas traçadas.
Na mesma cerimónia, foi empossado Fernando Chomar como chefe de Protocolo de Estado.

A Renamo em Quelimane privilegiou contacto interpessoal no Mercado Lixo e uma passeata pelas artérias da cidade. A Frelimo optou por campanha porta-a-porta para conquistar o voto. Já o MDM prometeu mudar pontes, estradas e água caso sua lista seja eleita.

Os três principais partidos, que concorrem à governação da cidade de Quelimane, estão a acelerar o seu passo para garantir que, no dia 11 de Outubro, a sua lista seja eleita. 

Esta segunda-feira, ao sétimo dia da campanha eleitoral, os cabeças-de-lista foram à rua para vender os seus projectos de desenvolvimento para a cidade de Quelimane.

O cabeça-de-lista da Renamo continua a privilegiar passeatas pelas artérias da cidade de Quelimane, arrastando membros e simpatizantes do partido.

Ainda esta segunda-feira, Manuel de Araújo, na companhia da sua esposa, manteve contacto interpessoal com os vendedores do Mercado Lixo, onde prometeu desenvolver a cidade. 

A Frelimo fez chegar, de porta em porta, a sua mensagem aos eleitores, não só através do seu cabeça-de-lista, mas também da secretária-geral da OMM, Mariazinha Niquice. 

“Queremos mudar a cidade de Quelimane; está cheia de covas, de lixo. Então, nós como Frelimo, temos o manifesto e o programa para mudar o cenário”, disse Mariazinha Niquice, em contacto com os eleitores. 

Lourenço Gani reiterou a sua pretensão de mudar Quelimane caso seja eleito. “Votar Frelimo é votar nas melhores condições de vida. O bairro está todo degradado e com problemas de saneamento. A solução está com os jovens. Quem decide são vocês. Estamos a pedir o vosso voto”, pediu Lourenço Gani, cabeça-de-lista da Frelimo em Quelimane. 

Já o MDM manteve contacto interpessoal com os potenciais eleitores e deixou promessas. 

“Somos número um no boletim de voto. Se escolherem o MDM, estarão a votar em projectos que vão desenvolver a cidade de Quelimane. Está a votar na ponte sobre o rio Inhangome, na estrada boa e machimbombos que hão-de vir até aqui (interior do bairro)”, prometeu Bruno Dramusse, cabeça-de-lista do MDM em Quelimane. 

Em Quelimane, as caravanas da Frelimo e Renamo cruzaram-se num ambiente pacífico.

Júlio Parruque, cabeça-de-lista da Frelimo, na autarquia da Matola, afirmou que vai garantir um bom ambiente de negócios para os empresários da cidade da Matola.

Neste sétimo dia da campanha eleitoral, Júlio Parruque centrou as suas energias a apresentar a cerca de 100 agentes económicos, que estiveram em representação de vários que actuam nos três postos administrativos da autarquia, nomeadamente da Matola-sede, da Machava e de Infulene, os seis pontos-chave da sua governação, caso vença, nas eleições de 11 de Outubro.

Júlio Parruque assegurou aos empresários que, para a Frelimo, o sector privado é parceiro mais que fundamental, é estratégico.

“Este encontro com o sector privado é muito importante, queremos emitir o sinal de que estamos juntos, hoje, na campanha e durante os próximos cinco anos. Sentimos que a Matola está connosco, sentimos conforto, encoraja-nos muito, é sinal de que os munícipes reconhecem o esforço da Frelimo, apesar da conjuntura na Matola. Nós queremos servir a Matola com humildade, transparência e competência”, frisou.

Na ocasião, Parruque partilhou as seis linhas de força para a sua governação, destacando a sua importância para a actividade dos empresários da autarquia. Para o cabeça-de-lista da Frelimo, a segurança, a recolha de lixo, a boa condição de estradas e o transporte de passageiros, a urbanização, o emprego para jovens e a boa governação e inclusão são as prioridades.

“Queremos contribuir para dar resposta aos raptos. Queremos que o empresário se sinta protegido e viva tranquilo. Havemos de apelar à colaboração do sector privado. Porque a estrada beneficia à população e aos empresários. A Matola, nos últimos cinco anos, reinventou-se para construir e garantir a manutenção das estradas. No transporte de passageiros o sector privado também entra com os chapa 100. Queremos matolenses fortes no transporte”

No ponto de emprego para jovens, “precisamos muito da vossa colaboração, a colaboração dos empresários. Queremos que a juventude “matolense” sinta que está a ser valorizada e beneficiada pelas oportunidades existentes.

Júlio Parruque acrescentou que o desenvolvimento do sector privado na Matola, é o desenvolvimento dos mais de um milhão de habitantes da autarquia. Deixou ainda a promessa de que a burocracia será minimizada e a corrupção será combatida. Nós queremos caminhar juntos. Queremos que vocês se sintam incluídos, com bom ambiente de negócios, onde a burocracia é minimizada e a corrupção é combatida. Porque nós queremos que os negócios corram bem. Para que possamos contribuir para os impostos e porque devemos empregar os jovens. Porque esta cidade tem potencial”, concluiu.

O cabeça-de-lista de lista da Renamo, na Matola, voltou hoje ao mercado de Malhampsene para prometer aos seus vendedores um sistema de combate a incêndios.

Foram as primeiras palavras proferidas pelo homem da Renamo, que se propõe, tal como disse, a resgatar Matola do abismo. Rodeado de dezenas de membros e apoiantes da sua formação política, enquanto falava, Muchanga avançou que para além de um sistema de prevenção e combate a incêndios todos os comerciantes daquele mercado serão inscritos na segurança social.

“Vamos criar condições para o combate a incêndios, neste mercado, vamos criar condições para que os vendedores tenham comparticipação na segurança social. Queremos, em geral, que vocês tenham melhores condições no mercado, o dinheiro colectado será, primeiro, investido no mercado para saneamento, para termos um mercado limpo, com sanitários, com iluminação, água potável e segurança”, prometeu o cabeça-de-lista da Renamo.

O combate aos raptos na Matola foi outra garantia de Muchanga, porque segundo defende, sem investimento de empresários, a economia da cidade regride.

“Os raptos estão a destruir o nosso país, os empresários estão a fugir, não estão a investir e a pobreza está a tomar conta de nós. Votem no número dois, votem na Renamo, vamos mudar isso”.

Ao som de música tradicional e com cânticos locais, a comitiva de António Muchanga, que privilegiou, esta terça-feira, o contacto interpessoal com comerciantes de Malhampsene, prosseguiu em caravana para a Matola-Gare, onde deu continuidade à campanha eleitoral.

Stella Zeca, cabeça-de-lista da Frelimo, esteve, esta segunda-feira, no bairro de Cerâmica, onde prometeu construir, caso vença as eleições, um centro de formação municipal.

“Iremos trabalhar em parceria com outras instituições de formação profissional. Os jovens daqui, em Cerâmica, irão beneficiar-se de cursos de serralharia, electricidade, carpintaria e pedreiros, para quando estiverem a construir as vossas casas não depender de profissionais de outros bairros ou até da cidade de Dondo. Aqui, em Cerâmica, iremos também, se nos elegerem, construir uma escola secundária. Queremos que os jovens deste bairro deixem de percorrer vários quilómetros a pé em busca de um local para estudarem”, prometeu Zeca.

Ainda em Cerâmica, a Frelimo, através da chefe da Brigada Central de Assistência a província de Sofala, Margarida Talapa, acusou o MDM de nada fazer em prol da comunidade daquela zona.

“Aqueles outros estão no poder há cerca de 20 anos. Estão sem escolas e as estradas estão degradadas aqui, em Cerâmica. Vote na nossa menina de ouro, porque só com Stella Zeca e a Frelimo é que Cerâmica terá dias melhores”, prometeu Talapa.

A Polícia da República de Moçambique registou, nos primeiros quatro dias de campanha eleitoral, cinco casos de ilícitos eleitorais nas cidades Maputo, Xai-Xai, Quelimane e Nampula.

Trata-se de ilícitos ligados à destruição de material de propaganda eleitoral.

Segundo o porta-voz da PRM, Orlando Mudumane, citado pela Rádio Moçambique, houve igualmente registo de três casos criminais, com destaque para ofensas corporais, em que membros de partidos políticos envolveram-se em agressões físicas.

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