O Presidente do Conselho Municipal de Chimoio, entidade responsável pela gestão da Casa Mortuária da cidade, pediu desculpas à família de uma mulher cujo cadáver foi encontrado com uma das orelhas removida. O edil garantiu que o caso está a ser investigado pelas autoridades competentes, devendo ser responsabilizado quem estiver na origem do sucedido.
Falando sobre o caso, o Presidente do Conselho Municipal de Chimoio reconheceu a gravidade da situação e manifestou solidariedade à família enlutada. “Muito humildemente, pedi desculpa à família pelo ocorrido. Vamos apurar realmente o que aconteceu e, se houver algum responsável, será punido”, afirmou, admitindo que o autor poderá ser um funcionário municipal, um profissional do hospital ou alguém estranho às duas instituições.
O edil afastou, entretanto, a possibilidade de o caso estar relacionado com tráfico de órgãos, argumentando que, segundo as informações de que dispõe, nenhuma outra parte do corpo da vítima terá sido retirada.
Na sequência do incidente, o Conselho Municipal de Chimoio anunciou o reforço das medidas de controlo na Casa Mortuária. Entre as medidas previstas está a coordenação com o hospital para que a entrada de cadáveres seja feita, sempre que possível, durante o período diurno. Em casos de falecimento durante a noite, deverá ser estabelecido um horário e um procedimento específico para a recepção dos corpos, garantindo a presença de um funcionário responsável.
Entretanto, o sector de Medicina Legal esteve, na manhã desta segunda-feira, a analisar os cortes encontrados no cadáver, com o objectivo de determinar a sua origem e esclarecer se foram provocados por intervenção humana ou por animais roedores.
As autoridades aguardam pelos resultados das investigações para determinar as circunstâncias exactas em que ocorreu a remoção da orelha e apurar eventuais responsabilidades.
Está tudo a postos para a realização, amanhã, no Autódromo Internacional de Maputo, do 3º Grande Prémio Picanto Cup. O dia de hoje – sexta-feira- é reservado para o ensaio e montagem da estrutura do grande evento.
Centro das atenções no final de semana, o Autódromo Internacional de Maputo abre as suas portas sábado, 10 de Junho, para receber muita acção e aceleração dos pilotos para os lugares de pódio no Super Grande Prémio Picanto Cup e Bravantic.
Cada prestação dos pilotos é preparada ao mínimo detalhe por uma equipa nos bastidores que verifica, ao pormenor, a condição mecânica das viaturas. E no 3º Grande Prémio Picanto Cup, com um alinhamento de quatro mangas, não será diferente.
É neste sentido que, esta sexta-feira, os pilotos, chefes de equipa, mecânicos, organização e outros intervenientes estão concentrados no Autódromo Internacional de Maputo para a preparação da prova e acerto de vários aspectos a esta inerente.
Com a estrutura montada, os pilotos ganham maior concentração e cresce a responsabilidade para oferecer um grande espectáculo ao público que se fizer presente à “catedral” do desporto motorizado em Moçambique.
O 3º Grande Prémio Picanto Cup vai comportar quatro mangas, nomeadamente Manga A-1 (agendada para às 12h00), Manga B-1 (a realizar-se às 13h15), Manga A-2 (alinhada para às 15h00) e Manga B-2 (a fechar o dia, às 16h30).
A prova será marcada de momentos de grandes emoções com exibição de “drift”, modalidade na qual os pilotos mostram a técnica de direcção ao volante.
O 3º Grande Prémio Picanto Cup vai movimentar 28 pilotos em representação de quatorze equipas, sendo de esperar provas renhidas e dominadas por incerteza quanto aos vencedores.
O Presidente da Guiné-Bissau, Umaro Sissoco Embaló, admitiu esta quinta-feira, nomear Domingos Simões Pereira, vencedor das legislativas de domingo, ao cargo de primeiro-ministro, depois de ter dito o contrário durante a campanha eleitoral
Durante a campanha eleitoral, Sissoco Embaló disse que não iria nomear Domingos Simões Pereira para o cargo de primeiro-ministro, nem o vice-presidente do Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), Geraldo Martins, enquanto ambos não respondessem a casos pendentes na justiça.
Com os resultados das eleições a darem vitória a Domingos Simões Pereira, candidato da coligação Plataforma Aliança Inclusiva, PAI – Terra Ranka, Embaló não teve alternativa senão admitir e nomear Pereira ao cargo de primeiro-ministro.
Umaro Sissoco Embaló disse, numa comunicação à nação, que teve que recuar da decisão para o bem-estar do país.
A Comissão Nacional de Eleições divulgou esta quinta-feira os resultados das eleições legislativas que deram a vitória à coligação PAI – Terra Ranka com 54 dos 102 deputados no parlamento, conquistando assim a maioria absoluta.
Os resultados provisórios indicam também que o Movimento para Alternância Democrática obteve 29 assentos na Assembleia Nacional Popular, mais dois assentos do que em 2019.
O Gabinete do Governador da Zambézia está, desde esta quinta-feira, privado de água. Deve cerca de cinco milhões de Meticais e Águas da Região Centro tratou de cortar o contador. Pio Matos promete pagamento, mas não concorda com o corte registado no Hospital Central de Quelimane.
É uma situação que leva o Governador da Zambézia, Pio Matos, a coçar a cabeça. É que o seu Gabinete deve cerca de cinco milhões de Meticais à empresa Águas da Região Centro, em Quelimane. O governador tem o sentimento de que a firma está a avançar por esta mendida para recuperar os seus valores. No entanto, Matos não defende corte de água, por exemplo, no Hospital Central de Quelimane, situação que ocorreu esta quarta-feira.
A apreciação que se tem é que o Governo pode estar a passar por uma situação de crise financeira, já que há muitos serviços que não está a conseguir pagar.
Sobre o corte do fornecimento de água, na maior unidade sanitária da província da Zambézia, a Secretária de Estado já reagiu. Ao jornal O País, Cristina Mafumo garante esforços para o pagamento.
Já o Director do Hospital Central de Quelimane diz que os impactos do corte de água ainda não são visíveis, já que o corte do contador ocorreu quando os reservatórios estavam cheios.
Dos 182 milhões de Meticais que os clientes devem à empresa Águas da Região Centro, só o Estado tem a pagar 52 milhões de Meticais.
A Fiba-Mundo se compromete a apoiar o país na construção de uma Arena de basquetebol no âmbito das suas acções de desenvolvimento da modalidade. A promessa foi feita pelo respectivo presidente, Hamane Niang, no encontro que manteve esta quinta-feira com o presidente da República, Filipe Nyusi.
Está em Maputo para participar do Congresso da FIBA-Africa, que inicia esta sexta-feira em Maputo, e que vai reeleger Anibal Manave como presidente do organismo que gere o basquetebol africano.
E foi à margem deste evento continental que Hamane Niang, presidente da FIBA-Mundo, foi recebido pelo presidente da República, Filipe Nyusi, esta quinta-feira. No encontro entre os dois líderes ficou a promessa do organismo mundial da bola ao cesto de apoiar o país na construção de uma arena de basquetebol em Maputo, na potenciação e descoberta de talentos e na organização de eventos mundial de basquetebol.
No final do encontro, coube ao Secretário-geral da FIBA-Mundo, Andreas Zagklis, em representação do presidente da FIBA-Mundo, o maliano Hamane Niang, dar a conhecer aquilo que foi o teor do encontro entre os dois líderes.
“É sempre parte das conversações que temos com todos os Governos de todo o continente e este nosso trabalho é abrir as conversações com os Governos. O mais importante é que no futuro tenhamos a possibilidade de demonstrar para as pessoas o verdadeiro potencial de Moçambique. E nós estamos focados, como FIBA, nesses aspectos: a construção de infraestrutura que respondam às necessidades do país, como vimos na última Taça dos Clubes Campeões Africanos, em Dezembro”, disse Andreas Zagklis.
Vale dizer, segundo Zagklis, que “a FIBA está aqui para dar um impulso para que mais jovens possam jogar esta modalidade e identificar os talentos, masculinos e femininos, para jogarem ao máximo nível”.
Ademais, de acordo com o Secretário-geral da FIBA-Mundo, é preocupação deste organismo “o crescimento de atletas africanos que jogam nas melhores ligas da bola sexto no mundo”.
Andreas Zigklis assegurou ainda que a FIBA-Mundo tem estado sempre em coordenação com os Governos, Ministérios e Federações na implementação dos projectos de desenvolvimento da modalidade e, “no futuro, quando eles todos decidiram, no momento oportuno para o país, estaremos aqui para acompanhar os projetos que forem implementados”.
A FIBA-Mundo reconheceu ainda que o país está propenso a acolher provas de gabarito mundial de basquetebol, facto comprovado pelas recentes provas que organizou com sucesso.
“Estamos muito abertos a conversar, a partir de 2026, das disponibilidades do continente africano acolher campeonatos mundiais. Esses são os nossos planos. E não temos como limitar as competições as ambições das federações”, disse Zigklis para depois acrescentar que “creio que Moçambique já demonstrou, com Afrobasket masculino e feminino, que pode organizar tudo. Tem conhecimento, tem capacidade operacional da federação e do Comité Olímpico. Com o apoio do Governo, não temos nenhuma dúvida que podem ser excelentes anfitriões de cada tipo de evento da FIBA”.
PAÍS ABERTO PARA ACOLHER PROJECTOS DA FIBA-MUNDO
Por seu turno, o Secretário de Estado do Desporto, Gilberto Mendes, em representação do Presidente da República, mostrou-se satisfeito pela escolha na realização do Congresso em Maputo e assumiu o compromisso de trabalhar em conjunto com a FIBA-Mundo no projecto de construção da Arena de basket de Maputo.
“Tivemos uma conversa muito interessante com sua excelência o Chefe de Estado e abordamos vários assuntos desde as competições e escorremos o próprio perfil do Chefe do Estado que é o homem do desporto e que foi importante, em alguma fase da vida da FIBA. Falamos também das infraestruturas, do nosso sonho de um dia construirmos a nossa Arena de Maputo e com a qual a FIBA já se prontificou em apoiar na busca de equipamento e na mobilização”, disse Gilberto Mendes.
Ou seja, de acordo com Mendes, “quando formos ao terreno à procura de fundos para construir a nossa Arena, eles estarão connosco”.
Até porque o projecto de construção de uma Arena já está na manga e é um desenho que já está feito. “Iremos atrás, em conjunto com os nossos parceiros da FIBA e contando com a prestação do presidente ao nível do continente, que curiosamente é moçambicano e homem do basquetebol e que, certamente, não quererá terminar os próximos 4 anos sem deixar uma Arena aqui no país”, frisou Gilberto Mendes.
Recorde-se que o Congresso da FIBA-Africa decorre esta sexta-feira e sábado em Maputo, e para além da reeleição de Aníbal Manave como presidente do organismo vai realizar o sorteio do AfroCan, em masculinos, e Afrobasket, em femininos, esta sexta-feira.
Arrancaram, hoje, as obras de construção do novo edifício do Tribunal Supremo, na Cidade de Maputo. O Presidente da República, Filipe Nyusi, diz que a nova sede vai dar mais dignidade e respeito à instituição.
Avaliada em mais de 3,85 mil milhões Meticais, a nova sede do Tribunal Supremo terá cinco pisos. A infra-estrutura será moderna e financiada pelo Governo. O Presidente da República diz que o investimento é para dar mais dignidade e respeito ao Supremo.
As obras deverão durar 16 meses, e Filipe Nyusi exige rigor no cumprimento dos prazos.
“Esperamos do empreiteiro a observância rigorosa do contrato de empreitada de obras públicas, assim como as medidas de higiene e segurança no trabalho.”
No evento, o presidente do Tribunal Supremo, Adelino Muchanga, disse que novo não deve ser só o edifício, mas também o atendimento ao cidadão.
Além do Chefe do Estado e dos órgãos de justiça, estiveram presentes no lançamento da primeira pedra da nova sede do Supremo os ministros das Obras Públicas, Finanças e do Interior.
Amade Camal diz que o Estado deve aumentar a produção e alargar a base fiscal para deixar de estar sufocado com despesas de salário. O gestor empresarial diz também que o Estado moçambicano teve a oportunidade de ter independência financeira quando houve corte do apoio internacional ao Orçamento do Estado.
Em dia de estreia como comentador no Noite Informativa, programa televisivo da Stv Notícias, esta quarta-feira, o empresário Amade Camal falou do corte de água nos hospitais e em outras instituições em Quelimane, na Zambézia, dizendo que tal revela mediocridade na gestão, isto porque, no seu entendimento, houve desvios de aplicação por parte dos gestores das instituições devedoras à empresa Águas da Região Centro
Amade Camal abriu o Noite Informativa (como comentador), falando de uma das coisas que mais passou a vida a fazer: gestão.
Abordou um dos temas actuais, o corte no fornecimento de água às instituições públicas na Zambézia, com destaque para hospitais.
Primeiro apurou alguns dados e soube que, afinal, a Águas da Região Centro tinha proposto que as dívidas fossem pagas a partir de Janeiro, num modelo que fosse o mais conveniente para os devedores. Mas tal não aconteceu.
Por isso, entende que nada mais a empresa podia fazer, até porque precisa de ter receitas para continuar a garantir o fornecimento de água aos clientes cumpridores.
“Se esta empresa tem que comprar electridade, produtos químicos, fardamentos, tem que pagar salários, como é que vai fazer se os seus maiores consumidores não pagam? E, depois, pões em risco um milhão de pessoas. Há algum hospital que vai conseguir resolver o problema sanitário de um milhão de pessoas que bebem água não potável? Não. E porque não pagam? Desvios de aplicação”, diz o empresário de 49 anos de experiência como empresário, que acrescenta que que o desvio de aplicação pode ser sinal de outros problemas. O comentador é conciso ao defini-los: “Mediocridade na gestão”.
Bom, esta é uma parte da gestão, mas a olhar para o funcionamento de toda a Administração Pública, o Estado debate-se com mais problemas. 54% Das despesas de funcionamento são com salários. Para este desafio, Amade Camal aponta possíveis saídas para reverter o cenário.
“A maneira de resolver isto é aumentar a produção, a produtividade e a base tributária”, tendo como argumento o facto de, dos contribuintes do Estado, apenas 18% serem os que pagam impostos.
Fora o aumento da produção e base fiscal, o empresário diz que a despesa deve reduzir. E como reduzir, sendo que acima da metade desta despesa destina-se aos salários? Amade Camal diz que o salário tem o pressuposto de prestação de serviço com qualidade, o que, segundo diz, não acontece na Função Pública.
“Se perguntarmos a maioria dos moçambicanos, eu diria que 66% dirá que não está satisfeita com os serviços. Portanto, se está a pagar salários a pessoas que não produzem o que devem”.
E o empresário aponta o dedo ao Estado que contrata, afirmando que este não fiscaliza, nem dá metas para poder exigir dos seus contratados.
O comentador do Noite Informativa fala igualmente da crise que o país viveu quando, na sequência do despoletamento do caso das dívidas ocultas, houve corte do apoio ao Orçamento do Estado. Afinal, para ele não era crise, era sim oportunidade para o país aumentar a produção e garantir ser autossustentável sem depender de apoios.
Depois da sua estreia no Noite Informativa, Amade Camal passa a ser um dos rostos do programa como convidado toda a quarta-feira.
A Primeira-Dama da República de Moçambique, Isaura Nyusi, lançou, hoje, na Província de Maputo, uma campanha de saúde para crianças órfãs e vulneráveis. A iniciativa vai beneficiar milhares de crianças em todo o país.
Na Província de Maputo, são assistidas, anualmente, entre 15 e 17 mil crianças órfãs e vulneráveis, provendo saúde, educação e alimentação. Essas crianças encontram-se nas comunidades ou em locais como o Centro de Acolhimento e Orfanato Missão Roque, em Matutuine, na Província de Maputo.
“O Centro de Acolhimento e Orfanato Missão Roque acolhe, anualmente, 50 crianças rapazes e raparigas. Neste momento, temos 40 crianças de ambos os sexos. O centro sobrevive de doações de pessoas singulares e colectivas da Província e Cidade de Maputo, bem como de uma organização não-governamental de Espanha que nos tem prestado algum apoio”, referiu a irmã Florinda Mussa, da Igreja Católica.
No distrito de Matutuine, Província de Maputo, Isaura Nyusi trabalhou, hoje, na vila da Bela Vista, onde lançou a campanha com o lema “Saúde das crianças órfãs e vulneráveis”, uma iniciativa da Primeira-Dama da China, em parceria com a Organização das Primeiras-Damas de África para o Desenvolvimento, da qual Moçambique faz parte.
“Dediquemos este mês para levar a cabo acções que visam massificar a sensibilização e a consciencialização da sociedade sobre a necessidade de fortificar a nossa cultura de valores morais e da protecção da criança, disseminando as normas sobre os direitos da criança a todos os níveis, sem discriminação. É neste sentido de protecção e respeito pelo direito da saúde das crianças que nos juntamos à Embaixada da República Popular da China para desenvolvermos a iniciativa da Primeira-Dama da China em prol da saúde em Moçambique”, disse Isaura Nyusi, Primeira-Dama da República.
Na ocasião, a esposa do Presidente da República apresentou uma equipa de médicos chineses especialistas em pediatria, cirurgia e clínica geral, que vai trabalhar no país para efectuar vários exames, dos quais desenvolvimento psíquico das crianças.
O embaixador da China em Moçambique, Wang Hejun, disse que o seu país tem enviado médicos para Moçambique desde os anos 70, contribuindo para a melhoria da saúde dos moçambicanos.
“A China tem enviado equipas médicas para Moçambique desde 1976. Até agora, um total de 359 médicos divididos em 24 equipas vieram a Moçambique e já trataram, cumulativamente, mais de um milhão de pacientes e realizaram mais de 150 mil operações, tendo contribuições significativas para a melhoria da saúde das crianças”, afirmou Wang Hejun, embaixador da China em Moçambique.
Na ocasião, crianças do Centro e Orfanato de Missão Roque receberam material escolar e de higiene provenientes do Governo chinês.
O Comité Moçambicano de Minibásquete promove, sábado, 10 de Junho, na Escola Secundária da Malhangalene, o festival do escalão que contará com a participação de 80 crianças oriundas de escolas e núcleos da cidade de Maputo.
A prova vai movimentar quatro formações em femininos, nomeadamente Costa do Sol, Polana Caniço,
Briosa e Khandlelo. Já ao nível dos masculinos irão evoluir os conjuntos da Polana Caniço, Shalom e Briosa. A maratona de jogos inicia às 8h00, sendo que três horas depois realiza-se o circuito técnico (neste drible, passe, mudança de direcção, lançamentos).
O Comité Moçambicano de Minibásquete é uma agremiação que tem dado um enorme contributo para na área da formação no país, ajudando a descobrir vários talentos que hoje representam às selecções nacionais de basquetebol.
Há a destacar, entre várias actividades por si realizadas, o Torneio de Mini Basquete Millennium bim, uma iniciativa que que visa apoiar o desporto moçambicano, impulsionando a prática desportiva, formação e o bem-estar entre os jovens e crianças.
A primeira edição do evento realizou-se em 2006, sendo que até aos dias de hoje tem sido um veículo de transmissão de valores, princípios e referências de nomes que poderão destacar-se profissional no basquetebol nacional e além-fronteiras.
O Comité Moçambicano de Minibasquete foi responsável, igualmente, pela realização do “Campo de Férias Carlos Morgado” que envolveu jogos de minibasquete, circuitos técnicos, “ateliers” de pintura e workshop de canto e instrumentos tradicionais.
Esta actividade juntou, durante cinco dias, 200 crianças, dos seis aos doze anos (em ambos os sexos), nas cidades de Maputo e Matola, respectivamente nas escolas Internacional de Maputo e primária Completa de Bagamoyo.
Ainda no rol de iniciativas promovidas pela agremiação, mais de cem crianças participaram em 2017 no torneio de minibasquete escolar, em femininos e masculinos, denominado ENH, na cidade de Pemba.
O evento foi organizado pelo Comité Moçambicano de minibasquete em parceria com a Associação Provincial da modalidade e Governo de Cabo Delgado.
Os médicos anunciaram ontem que vão retomar a greve, alegadamente porque o Governo não está a cumprir o acordado. O que se sabia é que as reivindicações dos médicos tinham sido já negociadas e até cumpridas, mas nada disso aconteceu. A Associação Médica de Moçambique convocou ontem a imprensa para anunciar uma terceira greve.
“O Governo não foi sério, não implementou o que acordou connosco. Do que foi acordado, apenas 10% é que foi implementado. Para além disso, neste mês de Maio, os médicos receberam os salários com reduções consideráveis, foram inferiores que os de Abril. Ninguém sabe explicar as razões disso, aproximamo-nos ao MISAU e não tivemos explicação do problema.”
E as preocupações dos médicos são as mesmas que as dos outros profissionais de saúde que suspenderam a greve, no domingo: más condições de trabalho.
“Nós temos falta de recursos para diagnóstico, desde reagentes de laboratório, equipamentos para exames de imagem (Raio X e TAC) até falta de medicamentos.”
Devido a esses problemas, há hospitais sem serviços de urgência em horários específicos e outros que vão implementar as restrições.
Não há data ainda para a greve, mas a Associação Médica de Moçambique diz que os prazos serão conhecidos já esta sexta-feira.