A Organização das Nações Unidas, ONU, alertam que o financimenro da resposta humanitária em Mocambique garente apenas 30% das necessidades deste ano, numa altura que se estima que o terrorismo tenha provocado mais de 28 mil deslocados, so este.
O mais recente relatório do Gabinete das Nações Unidas para Assuntos Humanitários aponta que Moçambique continua a debater-se com múltiplas crises simultâneas, impulsionadas pelos impactos de eventos climaticos e pelo terrorismo.
Moçambique continuou a enfrentar desafios humanitários sobrepostos em julho de 2026, impulsionados pelos deslocamentos relacionados com o conflito no norte, pelas necessidades contínuas de recuperação após cheias severas e pelo aumento dos riscos de seca associados ao El Niño, refere o documento citado pela RPT Noticias.
Quanto ao terrorismo, as Nacoes unidas relatam que só em Julho deste ano, cerca de 1.979 pessoas foram deslocadas devido ao conflito armado, elevando para 28.163 o número de deslocados registados desde o início do ano.
“O Plano de Necessidades e Resposta Humanitária, da ONU, de 2026 requer 534 milhões de dólares (34,176 mil milhões de meticais), mas apenas cerca de 160 milhões de dólares (cerca de 10,2 mil milhões de meticais) tinham sido mobilizados até Julho, encontrando-se assim financiado em apenas 30% face às necessidades totais”, refere a organização.
O relatório alerta igualmente para um novo risco climático relacionado com o fenómeno El Niño, que pode comprometer a produção agrícola e agravar a insegurança alimentar durante a próxima época chuvosa, de outubro a abril.
“O El Niño deverá agravar a segurança alimentar durante a época chuvosa de 2026/27. As previsões apontam para precipitação abaixo da média e aumento do risco de seca, particularmente no sul e centro de Moçambique, lê-se no relatório”, explicou.
As Nações Unidas mostram-se ainda preocupadas com a situação humanitária em Gaza, onde a organização diz ter registado 176% mais casos de malária face ao mesmo período de 2025.
Na penúltima jornada do grupo A, a Nigéria venceu a Serra Leoa (2-3), qualificou-se e apurou também a Guiné-Bissau. No grupo B, Cabo Verde derrotou o Burquina Faso por 3-1 e qualificou-se para o próximo CAN. Moçambique e Angola estão a um passo de garantir, também lugar na fase final do CAN-2023.
A selecção principal de futebol de Cabo Verde venceu, domingo, na cidade da Praia, a sua similar do Burquina Faso por 3-1, garantindo assim, pela segunda vez consecutiva, o apuramento para uma fase final do Campeonato Africano das Nações (CAN).
Em jogo a contar para a quinta e penúltima jornada do grupo B, realizado no Estádio Nacional, os golos da equipa cabo-verdiana foram inscritos por Bebé, logo aos seis minutos, João Paulo aos 65 minutos e Clé, que entrou para o lugar do capitão, Ryan Mendes, na parte final do jogo.
O golo solitário do Burquina Faso foi obtido aos 45 minutos por intermédio de Dayo.
Após esta vitória, quando falta mais uma jornada por disputar, Cabo Verde e Burquina Faso, com 10 pontos cada, garantem o apuramento para o CAN-2023.
No outro jogo do grupo, o Togo venceu o Eswatini por 2-0, em partida realizada no Estádio Mbombela, na África do Sul (casa emprestada pela primeira equipa), resultado que, após o triunfo de Cabo Verde, deixa as duas selecções sem possibilidade de apuramento para a fase final da prova.
Na última jornada, a acontecer em Setembro, Cabo Verde viaja para Lomé (capital togolesa) para defrontar o Togo, enquanto o Burquina Faso recebe o Eswatini, em Ougadougou, a capital burquinabe.
Por seu turno, e pela quarta vez, a Guiné-Bissau vai jogar a fase final do Campeonato Africano de futebol. No sofá, os “Djurtus” festejaram a vitória da Nigéria frente à Serra Leoa, por 2-3, assegurando o segundo lugar no grupo A.
Naquela que foi a penúltima jornada da fase de qualificação para o CAN-2023 (a realizar-se em 2024), a selecção da Guiné-Bissau vai participar no CAN pela quarta vez. A Guiné-Bissau já tinha vencido São Tomé e Príncipe por uma bola sem resposta na abertura da data-FIFA de apuramento ao CAN-2023.
MOÇAMBIQUE E ANGOLA PRESTES A COMPLETAR GRUPO DOS PALOP’S
Se Guiné-Bissau e Cabo Verde já garantiram a sua passagem à fase final, do grupo dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa, PALOP’s, São Tomé e Príncipe é a que já não tem possibilidades de qualificação, uma vez que está na última posição do grupo A, com apenas um ponto.
Dos cinco países, Moçambique e Angola são as que ainda podem garantir lugar na Costa do Marfim, em Janeiro e Fevereiro de 2024.
Os “Palancas”, que derrotou e ultrapassou República Centro Africano por 1-2, fora de portas, somam 8 pontos, na segunda posição do grupo E, com mais um ponto que o seu adversário desta jornada.
Para Angola se qualificar precisa de vencer na última jornada, em sua casa, diante do lanterna vermelha do grupo, Madagáscar, ou então uma derrota da República Centro Africano em Acra, diante do Gana, pode ajudar. Aliás, neste grupo, Gana, Angola e República Centro Africano ainda podem se qualificar. Um empate de Angola e um empate no outro jogo, também qualifica os “palancas” ao CAN-2023.
Também com decisão em casa está Moçambique que recebe Benin na última jornada. Os Mambas, que na 5ª jornada venceram Ruanda por 2-0, contam com sete pontos, mais dois que o ser adversário da última jornada, e um empate garante lugar pela quinta vez na fase final do CAN.
A Zâmbia e a Guiné-Equatorial qualificaram-se para a fase final do Campeonato Africano das Nações de 2023 prevista para 13 de Janeiro a 11 de Fevereiro de 2024 na Costa do Marfim.
Segundos nos seus respectivos grupos antes da última jornada das eliminatórias, estas duas selecções não só obtiveram os seus bilhetes para esta prova mas derrotaram e ultrapassaram os líderes dos seus grupos, que se tinham qualificado no pontapé de saída da competição.
No grupo H, os “Chipolopolo” da Zâmbia dominaram nitidamente a Costa do Marfim em Ndola, por 3-0, apesar duma inquietante febrilidade defensiva.
A Guiné-Equatorial tomou o comando do grupo J graças à sua curta mas preciosa vitória, com um golo tardio de Emílio Nsue sobre a Tunísia.
O grupo K tem um novo líder, já que, entre as duas selecções já qualificadas e que mediram forças sábado último, mas a última palavra coube à África do Sul, que venceu Marrocos por 1-0.
Assim, são já 16 as selecções qualificadas ao CAN da Costa do Marfim, nomeadamente o país anfitrião, Senegal, detentor do título continental, Nigéria, Guiné-Bissau, Burquina Faso, Cabo Verde, Egipto, Guiné Conakry, Gana, Argélia, Mali, Zâmbia, Guiné Equatorial, Tunísia, África do Sul, Marrocos.
Quase todas as províncias do país já definiram os seus representantes na fase regional da Taça de Moçambique, à excepção de Manica e Tete, que devem apurar os seus representantes. Maputo cidade continua a ser a que mais equipas apura para a fase regional, nomeadamente cinco equipas.
A fase provincial da Taça de Moçambique deve ter 18 equipas que vão disputar os oitavos-de-final da segunda maior competição futebolística do país, com destaque para a zona Sul, que tem oito equipas. O Centro apura seis e a fase regional Norte será disputada por quatro equipas.
Disputadas as fases provinciais, quase todas as províncias já conhecem seus representantes para a fase que se inicia no próximo mês de Julho, cuja final está prevista para finais de Novembro ou primeira semana de Dezembro.
A Cidade de Maputo é a que mais equipas apura para a fase regional, nomeadamente cinco equipas, todas elas já identificadas. Trata-se do Costa do Sol, Ferroviário de Maputo e Black Bulls, ambas do Moçambola, Liga Desportiva de Maputo e Desportivo Maputo, estas duas da segunda divisão.
Os “canarinhos” chegam a esta fase depois de superar o 1º de Maio por duas bolas sem resposta com dois golos de Mbulu, enquanto os “locomotivas” da capital deixaram para trás as Águias Especiais, no último sábado, também por 2-0, com Maxwell em evidência.
No embate entre equipas da divisão secundária, os “alvi-negros” derrotaram os “alaranjados” por 3-1, no passado sábado, enquanto a Liga Desportiva de Maputo teve que suar as estopinhas para ultrapassar o Vulcano com único golo apontado por Eduardo.
Estas cinco equipas vão a sorteio juntamente com outras três equipas das províncias de Maputo, Gaza e Inhambane para a fase regional. Na província de Maputo o vencedor da prova foi o Desportivo da Matola, que na final derrotou a Escola de Sargentos de Boane por duas bolas a uma.
Em Gaza foi o Clube local a vencedora da prova e qualificada para a fase regional, após vencer na final Clube Desportivo Penitenciária de Mabalane por uma bola sem resposta, com golo de Di Maria.
Por sua vez a Associação Desportiva de Vilankulo, representante de Inhambane no Moçambola 2023, continua a dominar na província e voltou a conquistar a Taça local. Na final disputada domingo, os “hidrocarbonetos” derrotaram o Ferroviário de Inhambane por 3-1 e apuraram-se à fase regional.
CENTRO COM DUAS EQUIPAS POR APURAR
No que à zona centro diz respeito, das seis vagas disponíveis, quatro delas já foram preenchidas, com a província da Beira a apurar duas equipas, nomeadamente o Ferroviário e o Matchedje, ambos da Beira.
Os “locomotivas” da capital de Sofala e representantes no Moçambola 2023, foram os vencedores da província, numa final em que venceram, justamente, o Matchedje da Beira, por uma bola sem resposta, domingo último, com João Bonde a ser o herói “locomotiva”.
Vale frisar que os “locomotivas” tiveram a dura missão de passar pelo Estrela Vermelha da Beira nas meias-finais, fase em que os “militares” estiveram isentos e qualificados automaticamente para a final e para a fase regional.
Na Zambézia foi onde houve queda do representante da província no Moçambola 2023, o Ferroviário de Quelimane, derrotado na final pelo Matchedje de Mocuba por uma bola sem resposta. Assim, os “militares” de Mocuba, que ano passado foram despromovidos do campeonato nacional da 1ª divisão, serão os representantes na fase regional.
Por seu turno, Manica, que também apura um representante, vai disputar a final da prova provincial no domingo, 25 de Junho, quando FC Pensão Delgado e FC Mini Mundo de Inchope se defrontarem a partir das 14:30. Apenas uma delas vai representar a província na fase regional.
Tete, por seu turno, apurou uma das duas equipas, nomeadamente o Ferroviário de Moatize, que na meia-final derrotou a Planície de Mpadue por 3-1. Os “locomotivas” de Moatize vão disputar a final provincial diante do vencedor da outra meia-final entre FC Bagamoio de Moatize e União Desportiva de Songo, que será, também, a outra representante da província na fase regional.
NORTE COM TODOS REPRESENTANTES
No norte do país, as quatro equipas que vão disputar acesso à fase nacional já foram apuradas, nomeadamente os Ferroviários de Nampula e Nacala, pela província de Nampula, o Ferroviário de Lichinga, por Niassa, e Baía de Pemba, de Cabo Delgado, todas elas que militam no Moçambola 2023.
Na província de Nampula os representantes foram apurados este domingo, com as duas “locomotivas” a levarem a melhor sobre os seus adversários. O Ferroviário de Nacala foi a Nampula derrotar o Sporting por 3-1, enquanto o de Nampula foi a Angoche levar de vencida outro Sporting, mas por 2-1.
Assim, os dois Ferroviários, de Nacala e Nampula, vão disputar a final provincial.
Em Cabo Delgado, por seu turno, o Baía de Pemba teve que ir às grandes penalidades para ultrapassar o Ferroviário de Pemba por 4-3, depois do empate a duas bolas no final do tempo regulamentar. Assim, a representante da província no Moçambola vai representar a província na fase regional.
Finalmente no Niassa, o Ferroviário de Lichinga teve a maior goleada da fase provincial, ao suplantar o Muchenga FC por 9-1 e carimbar lugar na fase regional.
O sorteio da fase regional vai se realizar nos próximos dias na sede da Federação Moçambicana de Futebol.
O Presidente da República da África do Sul defendeu esta terça-feira o alargamento do diálogo entre África e os países-membros da NATO para uma paz mundial duradoura.
Cyril Ramaphosafalava em Pretória, capital do país, onde foram assinados acordos de cooperação com os primeiros-ministros dos Países Baixos, Mark Rute, e da Dinamarca, Mette Frederiksen, nos sectores do hidrogénio verde e do desenvolvimento energético, respetivamente.
Segundo o Presidente sul-africano, citado pelo Notícias ao Minuto, os Países Baixos anunciaram mil milhões de dólares para o estabelecimento do Fundo SA-H2 para mobilizar investimentos em hidrogénio verde.
Na semana passada, Portugal tornou-se no primeiro país-membro e fundador da NATO a assinar com o governo do Congresso Nacional Africano (ANC) no poder desde 1994 e antigo aliado de Moscovo, um acordo de cooperação na área da Defesa.
Apesar de os Países Baixos e a Dinamarca serem membros da NATO, e de apoiarem a Ucrânia contra a invasão da Rússia, considerando a África do Sul “desalinhada” relativamente à actual guerra, Cyril Ramaphosa sublinhou a importância da cooperação com os dois países na construção da paz.
O líder sul-africano referiu que “dado os desafios actuais na África e na Europa, é importante que alarguemos o nosso diálogo para incluir questões regionais”.
“A Dinamarca, os Países Baixos e a África do Sul, juntamente com a União Africana e a União Europeia, são parceiros importantes na abordagem dos nossos desafios comuns e respetivos”, declarou.
“Se quisermos superar as crescentes divisões entre as nações, entre as regiões e entre o Norte e o Sul globais, devemos começar com o diálogo”, defendeu.
Para Ramaphosa, deve-se “trabalhar para criar um mundo pacífico e próspero construindo parcerias mutuamente benéficas que apoiem as aspirações de todos os povos”.
O julgamento do ex-Presidente dos EUA, Donald Trump, no caso dos documentos confidenciais retirados da Casa Branca, terá início no dia a partir de 14 de Agosto, em Miami, no estado da Florida.
Através de um despacho assinado esta terça-feira, a juíza principal do processo, Aileen Cannon, determinou que o prazo para a realização do julgamento seja de duas semanas a partir de 14 de Agosto, acrescentando que, se por qualquer motivo os trabalhos forem adiados, deve acontecer logo que possível.
Segundo a imprensa internacional, o prazo para a defesa e para os procuradores apresentarem requerimentos relativos ao julgamento termina no próximo dia 24 de julho e uma audiência será realizada no dia 08 de agosto para tratar de todas as questões de calendário.
O procurador especial Jack Smith, encarregado da investigação, prometeu que o julgamento contra Trump e contra o seu assessor Walt Nauta, acusado de ser cúmplice do ex-Presidente, será rápido e respeitará “o interesse público e os direitos dos réus”.
Este mês, Trump foi acusado nos tribunais de Miami de 37 crimes federais por deter ilegalmente documentos oficiais após deixar a presidência dos Estados Unidos.
Nelson Santos, técnico português que já orientou o Costa do Sol e os Ferroviários de Maputo e Nampula, foi como escolhido para comando técnico da equipa de Sub-23 do Clube Desportivo de Mafra – Futebol, conjunto que vai disputar a Liga Revelação para a temporada 2023/24.
Nélson Santos, de 39 anos, foi na última temporada treinador-adjunto do Gangwon FC, clube da I divisão da Coreia do Sul. O técnico assinara um contrato com a duração de uma época, tendo trabalhado ao longo deste período com o sul-coreano Yong-soo Choi.
Nelson Santos foi, para além de “adjunto”, coordenador técnico da formação com a missão de reestruturar o futebol base daquela colectividade.
Ao longo da sua carreira, já foi adjunto de Jorge Silas na B SAD, em 2018/19 e, posteriormente, representou a B SAD na Liga Revelação, Nogoom FC (Egipto), Al-Hilal Omdurman (Sudão).
Na temporada 2022, Nelson Santos foi responsável pelo terceiro lugar ocupado pela equipa do Ferroviário de Nampula no Moçambola.
Estranhamente, e mesmo depois do sucesso, não renovou o seu contrato com os “axinenes” que terminaram a temporada com 40 pontos, menos dez que o campeão União Desportiva do Songo.
O saldo da equipa foi de 12 vitórias, quatro empates e seis derrotas e ainda 25 golos marcados e 19 sofridos.
A selecção nacional de vólei de praia seguiu, esta terça-feira, para Hammlet, na Tunísia, onde de 23 a 30 de Junho irá disputar os II Jogos Africanos de Praia, evento que contará com a participação de 42 países. Moçambique somente vai disputar provas de voleibol de praia.
Para o certame, o país carrega fortes ambições de revalidar o título conquistado há quatro anos, em femininos, na cidade da Praia, em Cabo Verde. É neste sentido que foram seleccionadas três masculinas e igual número em femininos.
Numa prova na qual irá competir no “torneio quatro por quatro” (com quatro voleibolistas de cada lado), Moçambique será representado por Ainadino Martinho, Jorge Monjane, José Mondlane, Osvaldo Mungoi, Aldevino Nuvunga e Alírio Manjate em masculinos.
Já em femininos, está uma equipa constituída por Ana Paula Sinaportar, Vanessa Muianga, Ângela Tembe, Natália Intengo, Assiat Ibraimo e Joana Simone. Na primeira edição, em femininos, o país quedou-se na 4ª posição.
Está confirmada, em femininos, a presença de voleibolistas do Sudão, Congo, Nigéria, Tunísia, Marrocos e Zâmbia. Já em masculinos, teremos como oponentes atletas do Botswana, Tunísia, Togo e Gâmbia.
A delegação moçambicana despediu-se, ontem, na sede do Comité Olímpico de Moçambique (COM) com a promessa de tudo fazer para dignificar o país no certame.
Nesta segunda edição dos Jogos Africanos de Praia, espera-se que 1100 atletas participem em 30 eventos/disciplinas desportivas, num universo de 53 países, número superior aos 42 que participaram nos primeiros Jogos Africanos de Praia na ilha do Sal, Cabo Verde, há quatro anos.
De salientar que as competições nas modalidades de futebol feminino e remo servirão de qualificação para os Jogos Mundiais de Praia, a terem lugar em Bali, Indonésia, em Agosto deste ano.
Os segundos Jogos Africanos de Praia visam reunir os atletas e jovens dentro dos valores da solidariedade e respeito. A competição é promovida pela Associação dos Comités Olímpicos Africanos (ACNOA) e conta com a organização técnica da União das Confederações Desportivas Africanas (UCSA).
Lembre-se que a ilha do Sal acolheu de 14 a 23 de Junho de 2019 a primeira edição dos Jogos Africanos de Praia, tendo Marrocos sido consagrado como o grande vencedor.
Cabo Verde ficou na quarta posição no “ranking” de medalhas, num universo de 43 nações em 11 modalidades ligadas ao mar, nomeadamente atletismo, basquetebol 3×3, andebol de praia, ténis de praia, futebol de praia, remo no mar, futebol “Freestyle”, karaté kata, “kitesurf”, e natação em águas abertas.
O piloto moçambicano, Rodrigo Dias Almeida, participa, entre os dias 23 e 25 de Junho, em Zandvoort, na Holanda, na 2.ª corrida da temporada 2023 do troféu DTM Adac GT4 de automobilismo.
Representando a equipa alemã da “BWT Muke Motorsport”, Rodrigo Almeida vai competir numa pista que, em 2021, regressou ao calendário da Fórmula 1 como local do revivido Grande Prémio da Holanda.
É uma pista de corrida de automobilismo de 4,259 Km (2,646 milhas), localizada nas dunas ao norte de Zandvoort, perto da costa do Mar do Norte.
Neste recinto, Almeida vai lutar para chegar aos lugares de pódio depois de, na estreia, a 27 de Maio, ter ocupado 17.º lugar ao cabo de três corridas, isto depois de ter recuperado até à 13.ª posição, no circuito de Oschersleben, na Alemanha.
O piloto moçambicano fez dupla com o checo Joseph Knopp, sendo que na 2.ª corrida havida no dia seguinte ocupava a 14.ª posição, quando a sua viatura Mercedes AMG GT4 sofreu um toque lateral. Este incidente precipitou que, no final, terminasse em 18º lugar na classificação geral da segunda corrida.
Depois de Zandvoort, Rodrigo Almeida irá participar entre os dias 7 a 9 de Julho na prova marcada para o circuito de Norisring, naquela que será a segunda prova do calendário, está agendada para os dias 7 a 9 de Julho, como parte de uma série de mudanças levadas a cabo pelo estabelecimento de uma nova data do Grande Prémio da Bélgica de Fórmula 1.
A quarta prova está agendada para os dias 4 a 6 de Agosto próximo, em Nurburgring, circuito que no passado recebeu corridas de Fórmula 1.
Ainda no mês de Agosto, precisamente entre os dias 18 e 20, Lausitzring, na Alemanha, será palco da quarta prova do Troféu DTM Adac GT.
Seis das oito corridas que corporizam esta competição terão lugar na Alemanha, daí que, no fim-de-semana de 8 a 10, o circuito de Sachsenring será o local que vai testemunhar mais uma aparição de Rodrigo Almeida no troféu DTM Adac GT.
Rodrigo Almeida e outros pilotos que vão tomar parte neste evento irão cumprir, depois, uma pausa de verão de um mês, a ser seguida pela prova de Nurburgring de 4 a 6 de Agosto.
Lausitzring, também na Alemanha, irá sediar a quinta prova duas semanas depois, ou seja, entre os dias 18 e 20 de Agosto.
Seguem-se as provas de Sachsenring (8 a 10 de Setembro) e Red Bull Ring (22 a 24 de Setembro). O mais internacional piloto moçambicano fecha a temporada 2023 em Hockenheimring, local tradicional que acolhe a última prova entre os dias 20 a 22 de Outubro.
O treinador do Sporting, Ruben Amorim, chamou o internacional moçambicano Geny Catamo para fazer a pré-época dos “Leões”. No entanto, segundo avança o sítio oficial do jornal “A Bola”, o talentoso jogador tem clubes interessados nos serviços na Espanha, Inglaterra e França.
Geny Catamo pode estar de saída do Sporting. Segundo o jornal ‘A Bola’, o internacional moçambicano tem interessados em Espanha, França e Inglaterra, mas Rúben Amorim quer ver o atleta em acção na pré-temporada verde e branca.
“Geny Catamo está convocado para fazer a pré-época do Sporting, oportunidade para tentar convencer o treinador Rúben Amorim de que tem qualidade para integrar o plantel, mas sabe que a tarefa é difícil, ainda para mais quando a concorrência é de Pedro Gonçalves, Trincão e Edwards”, escreve o diário desportivo, na edição desta terça-feira, 20 de Junho.
“Sondado por clubes de Espanha, França, do Leste da Europa e do Championship, o segundo escalão de Inglaterra, o moçambicano de 22 anos, que na última temporada esteve cedido ao Marítimo, encara essa possibilidade com bons olhos.
No passado, esteve perto do Bordéus (empréstimo com cláusula obrigatório mediante objectivos), mas acabou por ver gorada essa possibilidade”, finaliza o jornal ‘A Bola’.
Esta temporada, ao serviço do Marítimo, Geny Catamo realizou 11 jogos, marcou um golo e fez uma assistência.
Com a Listada verde e branca, o moçambicano – avaliado em 600 mil euros – só efectuou uma partida, na recepção do Sporting ao Portimonense, em 2021/22, tendo entrado aos 60 minutos.
MEXER COM NOVO TREINADOR
O internacional moçambicano Edson Sitoe, mais conhecido por Mexer e que evolui no Estoril, conta com um novo treinador. Trata-se de Álvaro Pacheco, técnico que chegou a acordo com o Estoril para um contrato com a duração de uma temporada.
O técnico ex-Vizela terá ligação válida até Junho de 2024 com o emblema da Linha de Cascais e foi oficialmente apresentado segunda-feira.
Álvaro Pacheco regressa ao activo depois de uma ausência de quase sete meses dos bancos após ter deixado o comando técnico do Vizela, também na Liga, em finais de Novembro. Agora, retorna ao activo pela mão do Estoril.
A selecção nacional de vólei de praia segue, esta terça-feira, para Hammlet, na Tunísia, onde de 23 a 30 de Junho irá disputar os II Jogos Africanos de Praia, evento que irá contar com a participação de 42 países. Moçambique somente vai disputar provas de voleibol de praia.
Para o evento, o país carrega fortes ambições de revalidar o título conquistado há quatro anos, em femininos, na cidade da Praia, em Cabo Verde. É neste sentido que foram seleccionadas seis duplas das quais três masculinas e igual número em femininos.
Num evento no qual irá competir no torneio quatro por quatro (com quatro voleibolistas de cada lado), Moçambique vai ser representado por Ainadino Martinho, Jorge Monjane, José Mondlane, Osvaldo Mungoi, Aldevino Nuvunga e Alírio Manjate em masculinos.
Já em femininos, foi constituída uma equipa constituída por Ana Paula Sinaportar, Vanessa Muianga, Ângela Tembe, Natália Intengo, Assiat Ibraimo e Joana Simone. Na primeira edição, em feminino, o país quedou-se na 4ª posição.
Está confirmada, em femininos, a presença de voleibolistas do Sudão, Congo, Nigéria, Tunísia, Marrocos e Zâmbia. Já em masculinos teremos como oponentes atletas do Botswana, Gâmbia, Tunísia, Togo e Gâmbia.
A delegação moçambicana despediu-se, ontem, na sede do Comité Olímpico de Moçambique (COM) com a promessa de tudo fazer para dignificar o país no certame.
Nesta segunda edição dos Jogos Africanos de Praia, espera-se que 1.100 atletas participem em 30 eventos/disciplinas desportivas, num universo de 53 países, número superior aos 42 que participaram nos primeiros Jogos Africanos de Praia na ilha do Sal, Cabo Verde, há quatro anos.
De salientar que as competições nas modalidades de futebol feminino e remo servirão de qualificação para os Jogos Mundiais de Praia a terem lugar em Bali, Indonésia, em Agosto deste ano.
Os segundos Jogos Africanos de Praia visam reunir os atletas e jovens dentro dos valores da solidariedade e respeito. A competição é promovida pela Associação dos Comités Olímpicos Africanos (ACNOA) e conta com a organização técnica da União das Confederações Desportivas Africanas (UCSA).
Lembre-se que a ilha do Sal acolheu de 14 a 23 de Junho de 2019 a primeira edição dos Jogos Africanos de Praia, tendo Marrocos sido consagrado como o grande vencedor.
Cabo Verde ficou na quarta posição no “ranking” de medalhas, num universo de 43 nações em 11 modalidades ligadas ao mar, nomeadamente atletismo, basquetebol 3×3, andebol de praia, ténis de praia, futebol de praia, remo no mar, futebol freestyle, karaté kata, kitesurf, e natação em águas abertas.