O Presidente do Conselho Municipal de Chimoio, entidade responsável pela gestão da Casa Mortuária da cidade, pediu desculpas à família de uma mulher cujo cadáver foi encontrado com uma das orelhas removida. O edil garantiu que o caso está a ser investigado pelas autoridades competentes, devendo ser responsabilizado quem estiver na origem do sucedido.
Falando sobre o caso, o Presidente do Conselho Municipal de Chimoio reconheceu a gravidade da situação e manifestou solidariedade à família enlutada. “Muito humildemente, pedi desculpa à família pelo ocorrido. Vamos apurar realmente o que aconteceu e, se houver algum responsável, será punido”, afirmou, admitindo que o autor poderá ser um funcionário municipal, um profissional do hospital ou alguém estranho às duas instituições.
O edil afastou, entretanto, a possibilidade de o caso estar relacionado com tráfico de órgãos, argumentando que, segundo as informações de que dispõe, nenhuma outra parte do corpo da vítima terá sido retirada.
Na sequência do incidente, o Conselho Municipal de Chimoio anunciou o reforço das medidas de controlo na Casa Mortuária. Entre as medidas previstas está a coordenação com o hospital para que a entrada de cadáveres seja feita, sempre que possível, durante o período diurno. Em casos de falecimento durante a noite, deverá ser estabelecido um horário e um procedimento específico para a recepção dos corpos, garantindo a presença de um funcionário responsável.
Entretanto, o sector de Medicina Legal esteve, na manhã desta segunda-feira, a analisar os cortes encontrados no cadáver, com o objectivo de determinar a sua origem e esclarecer se foram provocados por intervenção humana ou por animais roedores.
As autoridades aguardam pelos resultados das investigações para determinar as circunstâncias exactas em que ocorreu a remoção da orelha e apurar eventuais responsabilidades.
Sobe de dois para cinco anos o período de cumprimento do serviço militar
Sobe de dois para cinco anos o tempo de cumprimento do serviço militar no país. O Governo explica que a revisão da lei pelo Parlamento visa responder aos desafios actuais de defesa da soberania nacional.
Numa sessão parlamentar que voltou a decorrer com a ausência da Renamo, as bancadas da Frelimo e do MDM decidiram mexer na Lei do Serviço Militar.
O documento aprovado na generalidade e por unanimidade prevê o aumento de mais três anos para o serviço militar. É uma alteração feita 14 anos depois.
“A proposta de revisão da Lei do Serviço Militar vai de acordo com a salvaguarda da Segurança Nacional, porque se centra em aspectos fundamentais da materialização e profissionalização das Forças Armadas, designadamente: alargamento da duração do efectivo normal de dois para cinco anos, no caso das tropas gerais e de dois para seis anos para as tropas especiais; responsabilidade criminal aos faltosos, compelidos e refratários; e convocação directa ao cidadão para a incorporação mediante autorização do Ministro da Defesa Nacional”, explicou o ministro da Defesa Nacional, Cristóvão Chume.
Quem propôs o aumento do tempo é o Governo, com o objectivo de melhor capacitar os militares para responderem às ameaças actuais à soberania, das quais o terrorismo e os crimes transnacionais.
“Vamos ter melhores soldados. Actulmente, eles treinam durante um ano, são destacados ao campo de operações de combate ao terrorismo e só permencem lá por seis meses, depois saem. Então, com esta lei, vamos permitir mais e colocar pessoas mais experientes para combaterem o terrorismo”, disse Chume, que explicou, igualmente, que a revisão da lei representa em si um corpus legislativo que irá propiciar a modernização e profissionais das Forças Armadas de Defesa de Moçambique.
O objectivo da revisão da lei é garantir a retenção e a profissionalização dos militares das FADM.
Para implementar a medida, são necessários cerca de 1,5 milhões de Meticais. E serão ainda multadas todas as entidades públicas e privadas que não exigirem a declaração da situação militar regularizada, segundo a lei.
Ademais, a implantação da lei vai introduzir a cobrança de taxas pela emissão dos documentos não destinados a fins militares.
Na sessão, os deputados ratificaram três convenções sobre a segurança e a saúde dos trabalhadores, tendo em conta que, nos últimos dois anos, se registaram mais de 1400 acidentes de trabalho.
“A ratificação e a aprovação desses instrumentos não irão trazer encargos acrescidos para o orçamento do Estado. A implementação do instrumento mostra-se oportuna e necessária, tendo em conta que o desenvolvimento industrial pode contribuir para o aumento de doenças profissionais e de acidentes de trabalho”, disse Margarida Talapa, ministra do Trabalho e Segurança Social.
Por sua vez, os deputados exigem rigor na implementação das convenções.
O Ministério da Saúde da Faixa de Gaza, governada pelo Hamas, afirma que foi retomada a contagem pormenorizada das vítimas da guerra entre Israel e o Hamas, tendo sido registadas mais de 13.000 mortes, escreve o Notícias ao Minuto. A organização confirmou o recomeço da investigação sobre as vítimas.
O Ministério tinha deixado de actualizar os números no dia 11 de Novembro, após a interrupção do acesso e das comunicações no norte de Gaza, onde as tropas terrestres israelitas combatem os militantes palestinianos.
A última contagem baseia-se nos números actualizados dos hospitais do sul e nos números de 11 de Novembro dos hospitais do norte.
O Ministério da Saúde afirma que foram dadas como desaparecidas mais de seis mil pessoas, que se receia estar soterradas pelos escombros.
O acordo para um cessar-fogo de quatro dias em Gaza e para a libertação de dezenas de reféns do Hamas e de palestinianos presos por Israel parece enfrentar um obstáculo de última hora.
Um alto funcionário israelita disse que o acordo só entraria em vigor na sexta-feira, um dia mais tarde do que o inicialmente anunciado.
A esposa do Presidente da República, Isaura Nyusi, participa, hoje, na Cidade de Nairobi, no Quénia, no evento de Acção de Caridade denominado “Mulheres Alegres”, e no Lançamento da Campanha de Unificação da Organização das Primeiras Damas Africanas para o Desenvolvimento (OPDAD) “Somos Iguais”.
O evento está inserido no âmbito do fortalecimento das relações bilaterais entre os gabinetes das duas primeiras-damas, e contará com a presença de outras primeiras-damas de África que são membros da OPDAD.
O actor Jamie Foxx virou alvo de um processo por importunação sexual.
Ontem, um tribunal do estado de Nova Iorque recebeu uma queixa contra o actor Jamie Foxx, acusado de agressão sexual, alegadamente ocorrida na esplanada de um restaurante da cidade norte-americana em 2015.
Segundo a imprensa internacional, a queixosa acusou Eric Marlon Bishop, conhecido como Jamie Foxx, de a tocar sem consentimento depois de ela e uma amiga terem abordado o actor no terraço da esplanada de um restaurante, em Agosto de 2015.
De acordo com a queixa, Foxx concordou em tirar uma foto, elogiou a mulher, comparando-a à atriz Gabrielle Union e depois agarrou-a no braço, puxou-a para longe e tocou-lhe no seio sem consentimento.
Além disso, segundo a mulher, o actor “colocou os dedos” na sua “vagina e ânus” até que a amiga veio em seu auxílio, uma vez que um dos guarda-costas da estrela de Hollywood ter-se-á apercebido a situação, mas nada fez.
“A queixosa sofreu ferimentos, ficou doente, com dores, angustiada e incapacitada, e teve que passar por tratamento e aconselhamento médico”, diz o processo, que acusa também o restaurante e o proprietário, Mark Birnbaum, de terem permitido o ataque através do comportamento alegadamente negligente dos funcionários.
O processo apresentado no Supremo Tribunal de Nova Iorque, um tribunal de primeira instância, exige uma indemnização e defende que a alegada vítima foi afectada “permanentemente” pelo “abuso sexual e agressão agravada” que terá sofrido.
O caso foi aberto ao abrigo da Lei de Sobreviventes Adultos de Nova Iorque, que vai expirar na sexta-feira, e que permite que as vítimas processem os alegados agressores sexuais, mesmo que os crimes tenham expirado.
Aos 55 anos, Foxx participou de mais de 80 filmes ao longo da carreira – alguns tão conhecidos como Ray, Colateral e Django Libertado – que o tornaram um dos rostos mais conhecidos da indústria de Hollywood.
Em Abril, Foxx foi internado num hospital devido a um problema de saúde. Em julho, o ator admitiu que tinha passado por momentos muito difíceis, mas garantiu que estava pronto para regressar ao trabalho.
O sector do turismo cresceu em cerca de 12% no ano passado. O anúncio foi feito pela ministra da Cultura e Turismo, Eldevina Materula, que avançou ainda que, actualmente, a taxa de ocupação hoteleira está acima dos 80%.
Já decorrem trabalhos para a 9ª edição da Feira Internacional de Turismo-Fikani. Nesta quarta-feira, a ministra da Cultura e Turismo falou sobre o evento que decorre de 30 de Novembro a 03 de Dezembro.
Na ocasião, Eldevina Materula mostrou-se satisfeita com o desempenho actual do turismo no país.
“No ano passado, o sector teve um crescimento de 12% em resultado de tudo aquilo que perdemos durante a pandemia. Neste momento, a taxa de ocupação está acima de 80% , consciente de alguns distritos que já atingiram 100%”, avançou Materula.
Sobre a isenção de vistos, uma medida que entrou em vigor em Maio deste ano, a ministra fala de avanços e chamou atenção para melhor entendimento da matéria.
“Estamos cientes de que este trabalho é muito importante e já estamos a ver resultados, mas é preciso estarmos capacitados, como país, como sector. Estamos a desenvolver algumas acções nos aeroportos para melhor recebermos os nossos turistas”, disse Eldevina Materula.
A 9ª edição da Feira Internacional de Turismo-Fikani terá lugar no Centro Cultural Moçambique-China, na Cidade de Maputo.
Já está definido o primeiro finalista da Taça de Moçambique ZAP. É União Desportiva de Songo que, esta terça-feira, venceu a Associação Desportiva de Vilankulo, por 2-1.
Entrar a marcar. Desacelerar, activar novamente o piloto ofensivo, escancarar à baliza contrária de caras com o guarda-redes e gerir um adversário partido por conta de uma viagem desgastante (ndr: a União Desportiva do Songo chegou à Beira pela madrugada de terça-feira para jogar às 15h00 do mesmo dia).
Um martírio para quem cuja única missão é jogar a bola. Songo não tem culpa, na verdade. Paskim ainda ameaçou com rasgo pela área, mas não teve critério na zona de definição. Dominguez, na ternura dos 40 anos celebrados há pouco, mostrou como se faz, assistindo soberbamente Muzaza que interpretou da melhor forma a sinfonia do mestre. Dito de outro modo: Muzaza abriu o livro aos 3′.
Rodrigues foi ao primeiro andar, fez como mandam as regras, porém Guirrugo disse não ao golo. Mas também disse que “não sou substituto de Ernani por acaso.
O que estava fácil para a União Desportiva do Songo tornou-se ser, Dominguez teve uma intervenção num lance dentro da área. O árbitro Wilson Muianga, parente pobre do jogo (não por este lance), apitou para a marca dos onze metros. Com mestria, Dayo elevou a contagem para 2-0. Sem capacidade de reacção, e muito menos pulmão para preencher a zona de tampão na intermediária, a Associação Desportiva de Vilankulo errava nos passes. Esporadicamente, partia para o ataque sem criar “frisson” na retaguarda dos “hidroeléctricos”.
Que maravilha a movimentação de Dominguez a arrastar adversários, passe de mestre para Dayo que tudo fez, menos respeitar a classe do craque que esperava pelo endossar da “pelota” para atirar a contar. Dayo não teve capacidade para convocar da inteligência e fazer o que recomendam os manuais de futebol naquelas situações. Prontos. A casa não estava cheia, mas deu para se ouvir algum murmúrio do público que não gostou do tempo do passe. “Ok”, momento não aproveitado pela União Desportiva do Songo, seguido de um “ko” de abordagem e leitura de um lance por parte do árbitro Wilson Muianga que, perto do intervalo, fez vista grossa a um lance que daria penalti à equipa de Inhambane.
Foi mesmo por isso que foi escoltado aos balneários no final da primeira parte. Quando o comboio que seguia a Tete, partindo da Beira, apitou (bem perto do Caldeirão do Chiveve há uma estação dos CFM), Betinho, cara-a-cara com Guirrugo, falhou escandalosamente aquele que seria o 2-1. Isto aos 41′ da segunda parte. Mas não eram só os seus (neste caso, treinadores e colegas de equipa) que colocavam as mãos na cabeça perante tanta falta de ratice para marcar. Songo agradeceu.
Mas quem não estava à altura do espectáculo era mesmo o árbitro. Primeiro, porque assinalou uma grande penalidade dúbia à favor da Associação Desportiva de Vilankulo (convertida por Betinho) e, depois, porque ignorou um lance que levaria Songo à marca dos onze metros. O que é certo é que, com o carrossel mágico de Dominguez, os “hidrocarbonetos” tremiam bastante. Mas, com as alterações feitas na equipa da União Desportiva do Songo, e já a pensar na final, a ADV tentou pressionar, bombardeando as bolas para área contrária, sem, no entanto, lograr os seus intentos. Songo procura, agora, salvar a época.
O adversário da final sairá do jogo Black Bulls vs Baia de Pemba, esta quinta-feira.
O vice-presidente da Comissão Nacional de Eleições, Fernando Mazanga, diz que a instituição está a entregar editais viciados ao Conselho Constitucional. Mazanga acusa as comissões distritais e provinciais de excluir os vogais da Renamo e do MDM, na organização do material.
Depois de a Renamo queixar-se, esta terça-feira, do envio de actas e editais falsos ao Conselho Constitucional, pela Comissão Nacional de Eleições, o vice-presidente do órgão de administração eleitoral convocou a imprensa para reafirmar.
“Isto constituiu uma grande preocupação para nós, porque o que vai consumir o Conselho Constitucional já está envenenado. O CC solicitou editais e actas originais, mas o que está a receber são cópias.”
Os documentos que, segundo o número 2, da Comissão Nacional de Eleições são viciados, foram entregues ao Conselho Constitucional sem o aval dos vogais das comissões distritais e provinciais de eleições, pertencentes ao partido Renamo.
“O que estamos a verificar nestas solicitações é que os nossos colegas não estão a ser tidos nem achados no trabalho que está a ser feito de trazer editais que possam responder àquilo que foi feito à mesa. O que trouxeram para submeter ao CC corresponde aos vogais de uma só parte.”
Entretanto, o presidente da Comissão Provincial de Eleições de Niassa, Xavier Waceda, desmente os pronunciamentos de Mazanga e explica-se.
“Recolhemos os editais, recolhemos as actas e fizemos a conferência em equipa e, no final, produzimos uma acta que cada membro das organizações políticas conferiu. Nós não trouxemos editais nem actas falsas.”
Segundo o vice-presidente da CNE, a entrega de actas e de editais que diz terem sido viciados se assistiu além da província de Niassa, na Cidade de Maputo e nas províncias de Tete, Zambézia, Cabo Delgado e Nampula.
O arcebispo da Beira e magno chanceler da Universidade Católica de Moçambique, Dom Cláudio Dalla Zuana, defende a necessidade de se respeitar a democracia e diz que o desenvolvimento sustentável só pode ser alcançado quando o cidadão tem papel activo na tomada de decisões.
O arcebispo da Beira falava durante a abertura do VI Congresso Internacional da Universidade Católica de Moçambique (UCM), que decorre sob o lema “UCM promovendo a fraternidade em prol do desenvolvimento sustentável”.
No evento, Dalla Zuana inspirou-se no Papa Francisco para fazer a sua apresentação, tendo explicado que, para se chegar ao desenvolvimento sustentável, há quatro caminhos: a integridade ecológica, a justiça social e económica, a democracia e a paz.
“A democracia é essencial. Este pilar exige sistemas políticos transparentes, participativos e responsáveis, em que a liberdade de expressão é protegida e a participação dos cidadãos é incentivada. A ideia é que a sustentabilidade só pode ser alcançada quando os cidadãos têm papel activo na tomada de decisões”, disse.
Sobre a justiça social e económica, o magno chanceler da UCM explicou que urge a necessidade de um desenvolvimento que seja socialmente justo e um desenvolvimento economicamente inclusivo, sem deixar de lado o acesso equitativo aos recursos, serviços e oportunidades, independentemente da classe social, género e etnia.
Falou igualmente dos caminhos para o alcance da fraternidade, destacando a amizade social como um elemento central na construção de um mundo mais fraterno e solidário, que não se limita às relações interpessoais próximas e familiares.
“A amizade social implica uma abordagem ética na maneira como as sociedades são organizadas e governadas. É preciso promover políticas e práticas que promovam a inclusão, justiça e igualdade, e que combatam a exclusão e marginalização, o que desafia as estruturas políticas e económicas que perpetuam a desigualdade e indiferença”, disse para depois acrescentar que a amizade social também tem a ver com a disponibilidade de apoiar uns aos outros, especialmente os que se encontram em situações de vulnerabilidade.
Já o reitor da UCM, Filipe Sungo, diz que o tema escolhido não é só académico, mas um imperativo ético e moral urgente por se reflectir e olha a fraternidade como um alicerce que agrega enquanto colectivo académico, e estimula a transcender as fronteiras do convencional e do confortável.
“A intersecção entre fraternidade e desenvolvimento sustentável é crucial. O desenvolvimento sustentável não se restringe ao progresso tecnológico ou ao crescimento económico; engloba também a justiça social e a equidade. Aqui, a fraternidade é fundamental, pois nos faz reconhecer a interdependência que nos liga e a necessidade de um futuro compartilhado.”
A abertura do evento contou com a presença do ministro da Ciência e Tecnologia e Ensino Superior, Daniel Nivagara, que disse que, mais do que discutir ideias, as mesmas devem ter aplicação prática.
O sexto Congresso Internacional da UCM terá duração de três dias e decorre na Cidade de Maputo, com a presença de mais de 500 estudantes.
O Amora continua intransigente e recusou uma terceira investida do Sporting por Geny Catamo. O clube da Liga 3 detém 75% dos direitos económicos do extremo e não se mostra receptivo a negociar a qualquer preço, porque, nesta fase, sabe que o jogador se tem exibido a bom nível e tem interessados.
Segundo escreve “O Jogo” na edição desta quarta-feira, o Sporting já tinha feito duas propostas ao Amora, a última das quais de 1,2 milhões de euros. Hugo Viana, director desportivo, avançou com uma nova intenção, entregando agora 1,5 milhões de euros ao emblema da Margem Sul, já depois de reiterado ao rival que não iria subir a parada.
Apesar da ligeira subida no valor de compra dos 75% do passe, o negócio não foi desbloqueado. As partes combinaram, entretanto, voltar ao assunto apenas em 2024, agendando para o próximo verão nova ronda negocial.
O Amora, de resto, considerava aceitar uma proposta a rondar os 3 milhões de euros, aproximadamente a três milhões de meticais pelo talentoso moçambicano. No entanto, a intransigência dos “leões” nas conversas mantidas congelaram o possível acordo.
Recorde-se que o Sporting tem os direitos desportivos do jogador e está tranquilo, acreditando que, por isso mesmo, terá forma de ter a totalidade dos direitos económicos mais tarde ou mais cedo. A questão é a valorização do jogador, com dois golos na época e a crescer na equipa, beneficiando da lesão de Fresneda para ser a alternativa a Esgaio na ala direita.
A Direção teve a possibilidade de pagar anualmente 200 mil euros até chegar aos 800 mil euros para adquirir os 100% do passe, mas acabou por não accionar esta possibilidade, investindo apenas numa das quatro parcelas. Ou seja, o Sporting pagou 200 mil euros pelos 25% dos direitos económicos de Geny Catamo.
Segundo O JOGO apurou, o Fulham de Marco Silva está a fazer marcação cerrada a Geny Catamo e voltou recentemente a contactar a SAD do Amora para avaliar a possibilidade de adquirir o jogador.
O clube da Liga 3 não decide o futuro do extremo e entrega essa responsabilidade ao Sporting, porém, salvaguardando os seus interesses, pois pode ter em mãos um “jackpot.” O Aston Villa também observou o jogador, tal como o Génova e a Udinese, estes dois últimos da Serie A.