Skip to main content

O País – A verdade como notícia


ÚLTIMAS

Destaques

NOTÍCIAS

O partido PODEMOS pretende reforçar a sua implantação em todo o território nacional até 2027, com a criação e consolidação de estruturas em todos os distritos, postos administrativos e bairros do País. O objectivo foi reiterado durante uma sessão do Conselho Político, considerada pela direcção como decisiva para a definição das prioridades do partido para os próximos seis meses.

Na abertura dos trabalhos, a liderança do PODEMOS defendeu que o fortalecimento da organização interna constitui um requisito essencial para que o partido possa responder às expectativas dos moçambicanos e concretizar os objectivos políticos a que se propõe.

Segundo o dirigente, a sessão irá aprovar o plano de actividades para o segundo semestre do ano, definindo as linhas de actuação dos órgãos centrais, provinciais e distritais, bem como os mecanismos de coordenação e monitoria das acções do partido.

A direcção explicou que a planificação semestral permite avaliar a execução das actividades, corrigir eventuais falhas e ajustar as estratégias em função dos resultados alcançados. Neste contexto, considerou positiva a avaliação do plano anterior e defendeu a necessidade de aprofundar o processo de capacitação das estruturas distritais para assegurar uma maior presença do partido junto das comunidades.

O PODEMOS reafirmou igualmente a intenção de consolidar a sua organização de base, sustentando que a implementação das orientações políticas depende da existência de estruturas activas em todos os níveis da administração territorial.

Durante a intervenção, a liderança saudou o desempenho da bancada parlamentar, destacando o trabalho de fiscalização desenvolvido na Assembleia da República, e enalteceu igualmente o papel das estruturas distritais na interpretação e resposta aos desafios políticos.

Reconhecendo tratar-se de um partido ainda jovem, a direcção admitiu a existência de dificuldades próprias do processo de crescimento, mas defendeu que os desafios enfrentados devem servir de aprendizagem e contribuir para o amadurecimento da organização.

A liderança manifestou confiança de que o PODEMOS continuará a consolidar-se como uma das principais forças políticas do País, apelando aos membros para manterem o espírito de unidade, reforçarem os mecanismos internos de trabalho e prosseguirem o processo de implantação das estruturas em todo o território nacional.

Vídeos

NOTÍCIAS

Celebram-se, quarta-feira, os 60 anos das Forças Armadas de Defesa de Moçambique. O evento irá decorrer sob o lema “60 anos das Forças Armadas de Defesa Nacional, servindo a defesa de Moçambique e dos moçambicanos”.

Hoje, decorreram os últimos acertos e ensaios militares para a cerimónia, sendo que o palco em que vai decorrer o evento já estava montado e, até ao fim do dia, decorriam os últimos acertos para completar os detalhes desejados.

Alguns participantes, incluindo o ministro da Defesa Nacional, Cristóvão Artur Chume, subiram primeiro ao palco para fazer os últimos ensaios.
Ao mínimo detalhe, Chume demonstrou parte o que poderá acontecer esta quarta-feira nas cerimónias de celebração dos 60 anos das Forças Armadas de Defesa Nacional.

O Chefe do Estado-Maior General, Joaquim Mangrasse, seguiu os mesmos passos na sua demonstração durante os ensaios finais. Do lado da baía, era possível ver as demonstrações dos meios navais.

O ministro da Defesa Nacional, Cristóvão Chume, orientou, no passado dia 21 de Agosto, no Quartel-general, em Maputo, a cerimónia de lançamento das celebrações dos 60 Anos do Desencadeamento da Luta Armada de Libertação Nacional, Dia das Forças Armadas de Defesa de Moçambique.

O Ministério das Obras Públicas, Habitação e Recursos Hídricos projecta reabilitar e expandir o sistema de fornecimento de água à vila de Magude, na Província de Maputo, para adequá-lo à actual realidade populacional, escreve o sítio da Rádio Moçambique.

O pequeno sistema está, neste momento, obsoleto, não conseguindo responder ao crescimento populacional, além de não ir ao encontro da qualidade exigida.

O ministério das Obras Públicas, Habitação e Recursos Hídricos já fez os primeiros estudos que vão culminar com a execução do projecto de reabilitação da infra-estrutura, que, neste momento, está sob gestão de um operador privado.

O administrador de Magude, Lázaro Bambamba, indicou que, em paralelo, as autoridades locais estão a trabalhar com o empresariado local, para a abertura de outros sistemas nos bairros circunvizinhos, visando colmatar a problemática da falta de água.

Um distrito conta, neste momento, com cerca de setenta mil habitantes, dos quais quarenta e cinco mil concentrados na vila.

O presidente do Clube dos Desportos de Maxaquene, Abrão Muianga, diz que já foi submetido o recurso, junto do Órgão de Apelo, para que seja autorizada a sua participação na poule de apuramento para o Moçambola 2025. Os “tricolores” asseguram que cumpriram todo o processo e que a sua exclusão no sorteio da poule não devia ter acontecido.

As equipas que vão representar cada uma das 11 províncias do país na poule de apuramento para o Moçambola 2025 já foram apuradas e o sorteio da prova realizado na segunda-feira. O Maxaquene, que é representante da Cidade de Maputo, não foi sorteado, alegadamente porque não concluiu o processo de licenciamento de clubes, por isso não ter recebido a licença para disputar a poule.

Abrão Muianga, presidente dos Maxacas, nega que a colectividade esteja ilegal no licenciamento e diz que houve um mal entendido por parte dos que gerem o processo.

“No início da época, para além do processo de inscrição da equipa do futebol na Associação do Futebol da Cidade de Maputo, iniciámos, também, o processo de licenciamento, que é o cadastramento dos atletas na plataforma da FIFA connect e todos os documentos necessários que sabemos que eram necessários para o processo de licenciamento. Fizemos esse exercício e cumprimos com todas as etapas que eram necessárias”, começou por justificar Abrão Muianga.

O presidente explicou ainda que “submetemos o nosso pedido à associação que fez uma carta abonatória a denunciar irregularidades e fizemos uma nota de que estávamos a dever um mês de salários e que no mês seguinte iríamos regularizar, conforme o nosso plano de pagamento. Depois de efectuarmos o referido pagamento, fizemos mais uma nota à associação que emitiu uma segunda carta abonatória informando que não existiam dívidas para com terceiros que fazem parte do processo de licenciamento, nomeadamente a equipa do futebol, os técnicos e todos associados ao departamento de futebol e cumprimos com todos os procedimentos. Estávamos cientes de que iríamos receber a licença esta semana, apesar de termos solicitado o pedido há bastante tempo”.

Entretanto, segundo Abrão Muianga, a direcção estranhou quando, na quinta-feira, viu o comunicado das equipas que estavam em condições de disputar a poule de apuramento e uma nota de que o Maxaquene não tinha o processo concluído. “Estranhamos porque era quinta-feira e o sorteio estava previsto para segunda-feira e porque nós, como Maxaquene, não fomos notificados”, disse.

Só na sexta-feira, no período da tarde, é que o Maxaquene recebeu a notificação da Comissão de Licenciamento de Clubes, que dava nota de que o clube tinha dívidas, por isso não podia ser-lhe atribuída a licença, para além de que tinha 72 horas para regularizar a situação.

Estivemos a trabalhar sexta, sábado e domingo e ontem (segunda-feira) de manhã, submetemos o recurso para a instância superior, que é o Órgão de Apelo e aguardamos o feedback dessa entidade”, acrescentou.

 

“Confiamos na boa fé do Órgão de Apelo”

O presidente dos “tricolores” está confiante de que o processo foi mal gerido, uma vez que “nós estamos cientes de que reunimos todos os requisitos para ter a licença e para participar na poule. Daí que não estamos parados e a equipa continua a treinar e estamos cientes de que como Maxaquene, no que a parte desportiva diz respeito, conseguimos ultrapassar os caminhos, e como direcção, na parte administrativa conseguimos reunir todos os requisitos necessários para a questão de licenciamento e ter a licença para disputar a poule”.

Por isso, Abrão não tem dúvidas e acredita que a licença será atribuída ao clube da capital do país. “Estamos confiantes e acreditamos na boa fé do Órgão de Apelo na atribuição da licença, com vista a que o Maxaquene participe na poule”, disse, confiante Abrão Muianga, que até quinta-feira já tenha uma resposta positiva ao seu recurso.

 

Campo pronto até Outubro próximo

Relativamente à preparação da sua participação na poule do Moçambola e pretensão de disputar o campeonato nacional do próximo ano, a direcção “tricolor” assegura que já trabalha na questão das infra-estruturas para acolherem jogos oficiais.

Abrão Muianga explica o processo de reabilitação do campo de futebol. “O nosso campo está na fase final da sua reabilitação e a questão principal é da relva, porque montamos um sistema de rega, fizemos o preenchimento dos campos vazios e a requalificação da relva. Neste momento, decorre o processo de alinhamento e acreditamos que até fim do mês de Outubro o campo já estará em condições de utilização.

Estamos a trabalhar com todos os aspectos, porque sempre estivemos cientes de que iríamos regressar ao Moçambola e que teríamos de ter um campo para utilizar. E este campo não era usado para provas da federação há mais de 15 anos. Mas nós decidimos criar um plano estratégico de redução de custos e rentabilizar ao máximo as nossas infra-estruturas, que é o desafio que nós abraçamos e graças a Deus os nossos parceiros têm estado a apoiar-nos em todos os sentidos”, explicou Muianga.

Para já, o que falta no campo dos Maxacas é a melhoria dos bancos de suplentes, colocação da tribuna de honra e respectiva bancada, “de modo a que o campo esteja elegível para poder acolher os jogos do Moçambola no ano 2025”.

 

Apelo à calma dos sócios

Abrão Muianga não deixou de tranquilizar os adeptos em relação a esta situação, garantindo que tudo está a ser feito para que a licença seja atribuída ao Maxaquene e que possa, a partir de sábado, disputar a prova. “Sei que a notícia alarmou os nossos sócios, adeptos e simpatizantes, até porque o Maxaquene é de dimensão nacional, move massas e acredito que as entidades que são responsáveis pela gestão do processo sabem muito bem do impacto de ter uma equipa como o Maxaquene no Moçambola”, disse.

Para o presidente dos “tricolores”, com o Maxaquene no Moçambola, aumenta a visibilidade do próprio Moçambola, porque os campos estarão sempre cheios. “Por isso, apelo aos sócios para que fiquem calmos, porque o recurso foi submetido e nós aguardamos a resposta do Órgão de Apelo. Acreditamos que teremos resposta positiva para participarmos na poule e depois garantirmos nossa presença no Moçambola 2025”, concluiu Abrão Muianga.

Recorde-se que o Maxaquene está arredado do Moçambola desde 2019, ano em que desceu de divisão.

Já são conhecidas as datas para os jogos da selecção nacional de futebol diante da similar de Eswatini, próximo mês. Os Mambas jogam a 11 e 14 de Outubro em Maputo e Nelspruit, respectivamente.

Os jogos da terceira e quarta jornadas de qualificação para o Campeonato Africano das Nações de Marrocos, em Dezembro de 2025, já têm datas marcadas.

Os dois jogos do Grupo I, em que estão inseridos os Mambas, terão lugar no mesmo dia, em horários diferentes.

A selecção de Moçambique vai receber, no Estádio Nacional do Zimpeto, a sua similar de Eswatini a 11 de Outubro, sexta-feira, quando forem 15h, no mesmo dia em que o Mali terá pela frente a Guiné-Bissau, em Bamako, às 21h. Os jogos são referentes à 3ª jornada, a última da primeira volta.

Três dias depois, ou seja, a 14 de Outubro, os Mambas deslocam-se a Nelspruit, onde jogam para a quarta jornada diante do mesmo adversário, Eswatini. O jogo será às 21h de Maputo.

No mesmo dia, mas às 16h de Maputo, Guiné-Bissau e Mali medem forças em Bissau, para a mesma jornada.

Chiquinho Conde já projectou os dois jogos e referiu que são para vencer e somar seis pontos. Falando no fim do jogo diante da Guiné-Bissau, o seleccionador nacional disse que, para alcançar os seis pontos com Eswatini, é preciso que haja humildade.

“Temos agora, em Outubro, dois jogos com Eswatini e são jogos para ganhar. São para ganhar, mas sempre respeitando o adversário”, disse na altura Chiquinho Conde.

Aliás, o seleccionador nacional sabe que o segundo jogo será fora de portas e já começou a campanha de apoio dos adeptos dos Mambas. “Se, eventualmente, o público puder deslocar-se e acompanhar a selecção nacional em todos os locais, seria fantástico e nós agradeceríamos, porque estaríamos mais próximos de conquistar os 10 pontos (no fim da jornada dupla de Outubro) que temos em perspectiva”, disse, sempre frisando que “nuca devemos menosprezar o adversário, respeitar sempre e ter humildade”.

Até porque Chiquinho Conde sabe que Eswatini cresceu e pode criar dificuldades ao combinado nacional.

Os Mambas são líderes do Grupo I com quatro pontos em dois jogos, fruto de um empate com Mali e vitória diante da Guiné-Bissau. Os malianos também somam quatro pontos e os Djurtus três pontos. Eswatini é lanterna vermelha sem nenhum ponto.

Operadores privados de transporte marítimo, em Inhambane, decidiram paralisar as actividades devido à suposta concorrência desleal “apadrinhada” pelas autoridades marítimas. Os operadores denunciam um alegado proteccionismo promovido pelo Instituto Nacional de Transporte Marítimos a favor de um operador privado.

Trata-se de homens que decidiram abandonar as embarcações e amotinar-se diante do edifício onde funciona o Instituto Nacional de Transporte Marítimo, para exigir o fim de uma alegada concorrência desleal apadrinhada pelas autoridades.

Em causa está esta embarcação de um operador privado, que, segundo eles, tem privilégios em detrimento de outros que também são privados.

Decidiram parar com tudo porque, segundo eles, desde 2019 que se queixam do proteccionismo promovido a favor de uma embarcação, mas sem nenhuma resposta.

Até ao encerramento desta reportagem, o delegado provincial do INTRANSMAR não atendia às nossas chamadas.

Em Tete, uma mulher de 34 anos foi detida pela polícia, indiciada de assassinar o namorado. A vítima tem 24 anos de idade e é membro das Forças de Defesa de Moçambique. O crime deu-se na passada sexta-feira, quando a indiciada, motivada por ciúmes, decidiu, com ajuda de uma amiga, seguir a vítima numa barraca onde, alegadamente, estava a consumir bebidas alcoólicas com outra mulher.

A indiciada, no entanto, nega ter sido ela quem matou o namorado, alegando que a amiga é que desferiu golpes na cabeça do parceiro durante a discussão.

Por sua vez, a amiga da indiciada, que também se encontra detida, acusada de fazer parte do assassinato, alega ter agido em legítima defesa. A polícia não descarta a possibilidade de o crime ter sido premeditado.

Ainda em Tete, a polícia apresentou um indivíduo de trinta e um anos, indiciado de roubar motorizadas na via pública. Parte das motorizadas recuperadas no último fim-de-semana foram roubadas no recinto de uma unidade policial.

O Banco Africano de Desenvolvimento já investiu cerca de 3,5 mil milhões de dólares em Moçambique, desde que o país aderiu a esta instituição financeira em 1997, ou seja, há 47 anos.

O valor investido, segundo o primeiro-ministro, Adriano Maleiane, serviu para financiar 115 projectos de diversas áreas, desde energia, água, saneamento, estradas e pontes, até à agricultura.

Maleiane frisou que, a par disso, o Banco Africano de Desenvolvimento (BAD) tem apoiado o país no desenvolvimento do capital humano e na melhoria da estabilidade fiscal, ambiental e mobilização de recursos para o sector público e privado.

“Temos a destacar, ainda, a modernização do Corredor de Nacala, que permitiu melhorar a logística e a conectividade a nível interno, assim como contribuiu para o fortalecimento da posição competitiva de Moçambique nas cadeias de valor regionais”, recordou o primeiro-ministro.

O governante reconheceu, igualmente, o apoio prestado pelo BAD para mitigar os efeitos das mudanças climáticas – que têm afectado, ciclicamente, o país –, a pandemia da COVID-19 e o terrorismo no Norte do país.

Adriano Maleiane falava durante as celebrações dos 60 anos do BAD. No evento, o representante da instituição financeira em Moçambique, Macmillan Anyanwu, fez uma radiografia das seis décadas e referiu que vários foram os desafios enfrentados pelos países africanos, desde os desastres naturais, instabilidade macroeconómica e, mais recentemente, a COVID-19, e em todas as situações esteve envolvido para mitigar a devastação e o impacto nos países-membros.

Macmillan reconheceu que os desafios ainda são muitos, mas o foco é apoiar na transformação socioeconómica em todo o continente e resolver os problemas existentes na educação e saúde.

“Temos de continuar a integrar África”, disse e continuou: “Temos de continuar a apoiar investimentos em infra-estruturas que ajudem a aumentar a conectividade entre os países africanos. Isso ajudaria a aumentar o comércio inter-regional para que os países africanos possam acrescentar valor aos seus produtos”, disse.

Já o ministro dos Transportes e Comunicações, Mateus Magala, disse que a visão do BAD de eliminar a pobreza e promover o bem-estar nos países africanos continua a mesma, mas entende que, neste momento, a instituição financeira deve reorientar a sua forma de assistir os países membros, provendo-se como um banco de soluções para problemas como desemprego dos jovens e mulheres, as dívidas nas economias africanas e a segurança.

O Ministro dos Transportes e Comunicações, Mateus Magala, remeteu os jornalistas que querem ter detalhes sobre a saída da Fly Modern Ark (FMA) da gestão das Linhas Aéreas Moçambique (LAM) ao novo Presidente do Conselho de Administração da Companhia de Bandeira, Américo Muchanga. 

Mateus Magala foi interpelado pelos jornalistas, após um evento ocorrido na Cidade de Maputo. Na sua resposta, o governante deu voltas, divagou, mas não tocou no assunto da FMA. 

“Eu penso que vocês viram, fizemos algumas mudanças, apostamos em pessoas que pensamos que podem alavancar o estatuto actual da LAM, pusemos o novo presidente, o engenheiro Muchanga, que é uma pessoa credível e capaz, e gostaria que essas perguntas, que são importantes, darmos a oportunidade a ele de responder”, disse o ministro e acrescentou “receba-os, tenha uma conversa mais detalhada e construtiva”.  

Magala recomendou igualmente ao novo PCA das LAM a conceder uma conferência de imprensa para falar dos seus planos para tornar a companhia de bandeira uma empresa atractiva. 

Disse ainda que o governo está a fazer de tudo para melhorar a condição desta mas também da TMcel, e frisou que só em três ou cinco anos é que o país terá uma empresa atrativa, tanto para o sector público, quanto para o privado. 

“Quando tivermos uma empresa que realmente tem os fundamentos sólidos, nessa altura poderemos ter uma discussão de onde é que nós queremos levar a empresa em termos de qual é o modelo que é mais adequado para promover a nossa empresa e defender os nossos interesses”, explicou. 

O ministro disse que até aqui está tudo em aberto, o modelo pode ser público, privado ou uma parceria, mas o importante é primeiro solidificar a companhia de bandeira.

O Parlamento da Guiné-Bissau está novamente ocupado por soldados da Guarda Nacional. Os militares estão a impedir o acesso aos funcionários e deputados. Isto acontece depois da Comissão Permanente deliberar novas eleições do órgão, após dissolução por Umaro Sissoco Embaló.

Desde a manhã de domingo que ninguém pode entrar no palácio Colinas do Boé, sede do parlamento da Guiné-Bissau, no centro do país.

O Parlamento guineense está sob forte controlo dos militares, principal base de apoio do Presidente Umaro Sissoco Embaló, o que fez com que vários funcionários não se dirigissem ao local, por medo.

Na sexta-feira, o presidente do órgão, Domingos Simões Pereira, regressado ao país após sete meses no estrangeiro, convocou reuniões das estruturas intermédias do Parlamento ora dissolvido, entre as quais a Comissão Permanente, que substitui as competências da plenária. 

Na sua reunião de sexta-feira, a Comissão Permanente deliberou que se fizessem novas eleições legislativas para que possa retomar à normalidade do Parlamento. Entretanto, Embaló avisou que se a Comissão Permanente abordasse o assunto estaria a incorrer no crime de usurpação de competências, defendendo que esta é uma responsabilidade do Supremo Tribunal de Justiça.

O parlamento guineense foi dissolvido pelo Presidente Umaro Sissoco Embaló em Dezembro de 2023 e, dias depois, os deputados tentaram aceder ao local, por não reconhecerem a decisão, que consideraram inconstitucional visto que a dissolução ocorreu antes de passar um ano após as legislativas. Entretanto, foram dispersados pela polícia, com granadas de gás lacrimogêneo.

Desde então, o edifício vinha sendo vigiado por polícias armados, até que no mês passado foi reaberto, mas apenas para acesso pelos funcionários ou público que tiver algum expediente a tratar.

+ LIDAS

Siga nos

Galeria