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O partido PODEMOS pretende reforçar a sua implantação em todo o território nacional até 2027, com a criação e consolidação de estruturas em todos os distritos, postos administrativos e bairros do País. O objectivo foi reiterado durante uma sessão do Conselho Político, considerada pela direcção como decisiva para a definição das prioridades do partido para os próximos seis meses.

Na abertura dos trabalhos, a liderança do PODEMOS defendeu que o fortalecimento da organização interna constitui um requisito essencial para que o partido possa responder às expectativas dos moçambicanos e concretizar os objectivos políticos a que se propõe.

Segundo o dirigente, a sessão irá aprovar o plano de actividades para o segundo semestre do ano, definindo as linhas de actuação dos órgãos centrais, provinciais e distritais, bem como os mecanismos de coordenação e monitoria das acções do partido.

A direcção explicou que a planificação semestral permite avaliar a execução das actividades, corrigir eventuais falhas e ajustar as estratégias em função dos resultados alcançados. Neste contexto, considerou positiva a avaliação do plano anterior e defendeu a necessidade de aprofundar o processo de capacitação das estruturas distritais para assegurar uma maior presença do partido junto das comunidades.

O PODEMOS reafirmou igualmente a intenção de consolidar a sua organização de base, sustentando que a implementação das orientações políticas depende da existência de estruturas activas em todos os níveis da administração territorial.

Durante a intervenção, a liderança saudou o desempenho da bancada parlamentar, destacando o trabalho de fiscalização desenvolvido na Assembleia da República, e enalteceu igualmente o papel das estruturas distritais na interpretação e resposta aos desafios políticos.

Reconhecendo tratar-se de um partido ainda jovem, a direcção admitiu a existência de dificuldades próprias do processo de crescimento, mas defendeu que os desafios enfrentados devem servir de aprendizagem e contribuir para o amadurecimento da organização.

A liderança manifestou confiança de que o PODEMOS continuará a consolidar-se como uma das principais forças políticas do País, apelando aos membros para manterem o espírito de unidade, reforçarem os mecanismos internos de trabalho e prosseguirem o processo de implantação das estruturas em todo o território nacional.

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A UEFA procura um novo estádio para acolher a final da Liga dos Campeões de 2026/27, programada para San Siro, devido à falta de garantias sobre a capacidade do recinto italiano, revelou a entidade.

A UEFA tinha dado à cidade de Milão um prazo alargado para mostrar que o estádio Giuseppe Meazza, em que jogam o AC Milan, de Rafael Leão, e o Inter Milão, estaria recuperado a tempo de receber o jogo decisivo da Champions em 2027, cujas obras de renovação estão planeadas para decorrer entre os Jogos Olímpicos de inverno de 2026 e a realização dos jogos do Campeonato Europeu de 2032.

Mas as autoridades da cidade não conseguiram dar as garantias necessárias, pelo que o comité executivo da UEFA “decidiu não atribuir a final a Milão e reabrir o processo de licitação para nomear um local adequado”, informou o organismo liderado por Aleksander Ceferin, após a reunião do comité executivo da UEFA, em Praga.

O futuro do estádio em San Siro, desde que sediou a final da Liga dos Campeões pela última vez em 2016, tem sido incerto e o cenário de uma demolição está em cima da mesa, de tal forma, que AC Milan e Inter Milão desenvolveram planos para construir os seus próprios estádios.

Segundo o comité executivo da UEFA, o novo local da final da liga milionária em 2027 vai ser escolhido até junho do próximo ano.
A decisão sobre San Siro foi tomada uma semana depois de uma delegação da UEFA ter visitado a cidade, no âmbito do duelo entre o AC Milan e o Liverpool (1-3), na primeira jornada da Liga dos Campeões.

O estádio, agora com capacidade para cerca de 75.000 assentos, já recebeu o jogo mais importante do futebol europeu de clubes quatro vezes: em 1965 (vencedor Inter Milão, que bateu o Benfica por 1-0), em 1970 (vencedor Feyenoord), em 2001 (vencedor Bayern Munique) e em 2016 (vencedor Real Madrid).

As próximas duas finais da Liga dos Campeões vão ser disputadas no estádio Allianz Arena (2024/25), dos alemães do Bayern Munique, e na Puskas Arena (2025/26), em Budapeste.

A fase de apuramento à Liga Nacional de Basquetebol, conhecida como Liga Sasol, em seniores femininos, inicia esta quinta-feira nas regiões sul e norte do país. Ao todo serão oito equipas a disputarem a prova, sendo quatro em cada região, que apuram a representante para a fase regular da prova

As provas de apuramento à Liga Sasol vão decorrer em simultâneo nas zonas sul e norte a partir desta quinta-feira, 26 de Setembro. Pela zona sul, as provas terão lugar em Maputo e no norte na cidade de Nampula.

Prevê-se que cada região tenha quatro equipas a disputarem a vaga para a fase regular, sendo que na zona sul serão as equipas do Maxaquene, Desportivo, Águias Especiais de Xai-Xai e Eagles da Maxixe a corporizarem a prova.

Por seu turno, na zona norte vão lutar pela vaga as equipas de Ferroviário de Nacala, União Juvenil de Napipine de Nampula, Academia New Vision de Pemba e FL Segurança de Lichinga.

A disputa do apuramento nas zonas sul e norte acontece uma semana depois do centro ter feito o mesmo, com a qualificação do Clube Municipal da Beira a ser o representante daquela região central do país, numa prova que teve apenas duas equipas. Assim, o Clube Municipal da Beira teve que deixar para trâs a Liga de Chimoio com dua vitórias num play-off a maior de três jogos.

Estas equipas qualificadas nas três regiões do país, juntam-se às cinco apuradas directamente da última edição do ano passado, devido a sua posição na classificação final, nomeadamente Ferroviário de Maputo, campeã em título, Costa do Sol, vice-cempeã, Lázio, A Politécnica e Ferroviário da Beira.

A fase regular da Liga Sasol terá lugar ba capital do país em Novembro próximo.

 

BANDEIRA NOMEADO COMISSÁRIO TÉCNICO DA FASE DE APURAMENTO À LIGA MOZAL

Artur César de Castro Bandeira foi nomeado Comissário Técnico da série A da fase de apuramento à Liga Moçambicana de Basquetebol Mozal, prova a realizar-se de 1 a 5 de Outubro, em Nampula.

A fase de apuramento contará com a participação dos Ferroviários de Nampula e Maputo, Academia New Vision de Pemba, União Juvenil de Napinine, Soluções Rurais de Nampula e Maxaquene.

A fase regular e as finais da Liga Mozal irão decorrer de 22 de Novembro a 12 de Dezembro, na cidade de Maputo.

Maputo será palco, a partir desta quinta-feira, do torneio regional do COSAFA, ao nível dos Sub-20. São 11 selecções da região que vão disputar a prova à procura de chegar à final, que qualifica para a fase final do Campeonato Africano das Nações da categoria, em 2025. Moçambique procura mais uma glória, nomeadamente a conquista do título e mais uma qualificação ao CAN

 

A selecção nacional de futebol Sub-20 vai, a partir desta quinta-feira, procurar garantir uma vaga no Campeonato Africano da categoria, prova que será disputada no próximo ano. Para tal, os Mambinhas precisam conquistar a Taça COSAFA, competição será disputada em Maputo.

É mais uma caminhada para a selecção nacional dos Sub-20, os Mambinhas, que têm a dura missão de marcar presença, pela terceira vez, na fase final do Campeonato Africano de Futebol da categoria.

O combinado nacional vem de um ciclo de dois dois jogos de preparação com a sua congénere do Lesotho, com um saldo de uma vitória e um empate. Moçambique conquistou o primeiro título da COSAFA na categoria, em 2020, sob comando técnico de Dário Monteiro.

Moçambique está no grupo “A”, juntamente com o Zimbabwe, Botswana e Eswatini. Na sua estreia, esta quinta-feira, os Mambinhas defrontam Eswatini, quando forem 15h00, jogo a ser antecido pelo embate entre Zimbabwe e Botswana.

No sábado, os Mambinhas voltam ao relvado para defrontar Botswana, para a segunda jornada, também às 15h00, antecedido pelo jogo entre Eswatini e Zimbabwe, encerrando a primeira fase diante do Zimbabwe, na segunda-feira, também à mesma hora. O Zimbabwe, com seis títulos na categoria sub-20, será um dos principais adversários para os moçambicanos, sendo a segunda equipa com mais conquistas na competição.
Ao todo, serão 11 selecções a disputarem a prova e que esperam pelo menos chegar à decisão e conquistar uma vaga na final continental, que será realizada no próximo ano, onde a COSAFA será representada pelos finalistas.

O Grupo B é composto por três selecções, sendo que Zâmbia e Angola abrem as hostilidades na sexta-feira, ficando de fora Namíbia. No mesmo dia, o Grupo C vai ter os jogos Comores vs Lesotho e África do Sul vs Malawi.

A Zâmbia é o recordista de títulos nesta categoria, com 12 conquistas e o seu treinador, Boyd Mulwanda, ergueu este troféu como jogador em 1997. Para Boyd Mulwanda, seria um momento especial repetir o feito como treinador.

O técnico da Namíbia, James Britz, levou o país à medalha de prata, em 2020, e está de volta para a terceira oportunidade de busca do título, agora com uma equipa renovada.

Para selecção de Moçambique, orientada por Sérgio Faife Matsolo, é a procura do segundo título regional, depois da conquista de 2020. Nesse ano, os Mambinhas terminaram no topo do seu grupo, derrotando o Lesotho (1-0) e o Zimbabwe (2-0), antes de um empate 0-0 com a África do Sul. Os Mambinhas ultrapassaram a Zâmbia nas meias-finais após venceram por 5-4 na lotaria das grandes penalidades, depois do nulo no tempo regulamentar.

A decisão do título viria a ser contra a Namíbia, tendo o combinado nacional vencido a final por uma bola sem resposta. Anfitrião pela primeira vez, Moçambique pretende fazer história nessa prova, conquistando o segundo troféu e regressando à elite do futebol africano.

 

O Conselho de Segurança das Nações Unidas reúne-se de emergência, hoje, para discutir a situação no Líbano, onde os bombardeamentos israelitas, nos últimos dias, fizeram cerca de 600 mortos.

A reunião foi solicitada pela França e terá lugar às 18h00 dos Estados Unidos, que corresponde à meia-noite de Moçambique, e contará com a presença do secretário-geral da ONU, António Guterres.

Nos últimos dias, o exército israelita levou a cabo ataques em vários pontos do sul e leste do Líbano, e também na capital, Beirute, nos quais foram mortas cerca de 600 pessoas e mais de mil ficaram feridas. 

Esta nova fase do conflito, de aumento dramático de tensões entre Israel e o Hezbollah, foi desencadeada por dois dias de explosões simultâneas dos dispositivos de comunicação do grupo, ataques atribuídos a Israel que fizeram cerca de 40 mortos e de 3.000 feridos, de acordo com o mais recente balanço divulgado pelas autoridades libanesas.

Com uma nova imagem, a estátua do arquiteto da unidade nacional, Eduardo Mondlane, passou a vigorar na lista das praças turísticas do país. Se antes já atraía nacionais e estrangeiros, o local conheceu uma requalificação à altura da figura que representa. 

Ostentando as cores verde, bronze e creme, a praça digital alberga, para além da imagem do primeiro presidente da Frelimo, a história de Eduardo Mondlane estampada em tabuleiros de mármores. A tecnologia instalada permite aceder a uma série de documentos e factos históricos através de um simples scanner.

Inaugurada na manhã desta quarta-feira pelo Presidente da República, a praça digital é a melhor forma de imortalizar os feitos do organizador do grupo de jovens voluntários, que desencadeiaram a luta de libertação nacional, na visão da Ministra da Cultura e Turismo, Eldevina Materula.

Segundo a ministra, “Este monumento foi, entre vários aspectos que serão mencionados em breve por sua Excelência o Presidente da República, pensado de forma a atrair o turismo, e é por isso que optámos por este modelo, este modelo de trazer uma estátua onde os  nossos turistas possam também fazer fotografias com o nosso primeiro herói nacional. Optámos por esta praça digitalizada na medida em que, as pessoas podem vir e através do QR Code, que está em todas as placas informativas, as pessoas podem aceder a mais informação sobre o Presidente Eduardo Mondlane”. 

A família Mondlane representada pelos filhos, Nyeleti e Eduardo Mondlane Júnior, caracteriza o facto como sendo de grande importância e de reconhecimento da dedicação do seu pai na causa nacional. 

“É um momento importante para a família Mondlane, para essa próxima etapa em que estamos a embarcar como país, nesse momento de grandes mudanças que serão caracterizado pela escolha de um novo presidente”, disse Mondlane Júnior.

O engenheiro da obra, Celso Nícolas explicou que foram montados na praça cinco placas didáticas, colocadas em lápides de betão com mármore, além de várias lâmpadas na parte frontal. Foi também colocada uma base em betão para que a estátua com 6,8 metros de altura permaneça consistente, mesmo com um vento acima de 200 km por hora.

Dentro de dias irá arrancar as obras de requalificação do cruzamento entre as avenidas que deságuam no monumento.

O general na reserva, António Hama Thai, diz que as Forças Armadas de Defesa de Moçambique (FADM) estão num bom caminho no combate ao terrorismo. Já Jorge Khalau, antigo Comandante-geral da PRM diz ter certeza que o terrorismo vai acabar.

À margem das celebrações do dia 25 de Setembro, data em que se celebra o Dia das Forças Armadas de Defesa de Moçambique, o general na reserva, António Hama Thai, apontou para o terrorismo na provincia de Cabo Delgado como um mal que coloca em causa o bem-estar dos moçambicanos.

Ainda assim, Hama Thai disse que as forças moçambicanas estão a trabalhar para acabar com este mal. 

Segundo avançou o general da reserva, é preciso que os militares moçambicanos actuem com o devido conhecimento.“Se as FDM agirem dentro do quadro técnico cientifico-militar podem vencer o terrorismo”.

No entender do antigo Comandante-geral da PRM, Jorge Khalau, o terrorismo é uma mal que vai acabar, até porque, segundo disse, o “Governo está a fazer um grande esforço para acabar com o terrorismo”.

O treinador da Associação Black Bulls, Hélder Duarte, antevê muitas dificuldades na fase de grupos da Taça CAF, uma vez que o clube já não tem possibilidade de reforçar o seu plantel em virtude de o mercado nacional já se ter fechado.

Objectivo alcançado em território congolês. Pela primeira vez, a Associação Black Bulls vai disputar a fase de grupos das competições africanas, concretamente a Taça CAF. É um momento histórico e de viragem para o futebol moçambicano. Há sete anos que uma equipa nacional não conseguia tal feito. No meio de muita euforia, o técnico dos “touros” entende que o primeiro objectivo já foi alcançado, mas ainda há muito caminho por percorrer.

“Agora, queremos chegar o mais longe possível na competição. Temos os nossos sonhos e eles passam por vencermos todos os jogos que iremos disputar”, anota Hélder Duarte.

A próxima etapa vai exigir muito da Black Bulls, num contexto em que não tem mais possibilidade de se reforçar. Mais do que se centrar nas dificuldades, a ABB deverá procurar soluções para fazer face à competição.

“Temos um plantel muito curto. Em sete meses, tivemos mais 33 jogos e em dois meses teremos e em dois meses teremos mais 18 partidas para 20 jogadores. Ora, vamos tentar gerir isso da melhor forma, mas vais ser muito difícil”, disse Duarte, que, apesar de antever muitas vicissitudes, acredita no potencial e determinação dos seus jogadores.

A qualificação para a fase de grupos é mais um passo dado, mas ainda há muitos desafios. A direcção do clube está ciente do que deve fazer. Para o presidente do clube, Junaid Lalgy, é preciso ajustar uma série de coisas de modo a que o representante moçambicano tenha uma participação condigna na competição.

“Qualificámo-nos para a fase de grupos, mas temos de mexer muito em certos sectores nevrálgicos do clube. Queremos dignificar a nossa instituição e o nosso país. Muita coisa será feita nos próximos dias”, garante o dirigente.

Enquanto aguarda os próximos adversários na Taça CAF, a Black Bulls vai virar as baterias para o Moçambola, prova na qual já tem três jogos em atraso.

O programa Sustenta, do Governo, pode ter acentuado as desigualdades sociais dos agricultores no país, por ter beneficiado mais os médios em detrimento dos pequenos produtores. A conclusão é de João Mosca, Nelson Capiana e Yara Nova, que lançaram, esta segunda-feira, o livro intitulado “Sustenta: (in)sustentável?”.

Em algumas páginas, os escritores moçambicanos mostram um estudo sobre um dos maiores programas do Governo, com vista ao melhoramento da qualidade de vida das famílias rurais, através da promoção da agricultura sustentável em Moçambique.

Numa sala repleta de académicos e políticos, Rafael Uaiene foi quem teve a responsabilidade de apresentar a obra e, sem rodeios, convidou os autores a darem esclarecimentos.

João Mosca foi quem representou o trio e começou por tecer algumas críticas ao programa que, no seu entender, trouxe algumas desigualdades sociais para os agricultores.

“No estudo que nós fizemos, o Sustenta beneficiava de forma muito desigual um tipo de produtores. Os médios que já tinham tractores, um nível de mecanização e já estavam mais relacionados com o mercado. Eram exactamente os mais priorizados em termos de afectação de recursos. Portanto, isso poderia agravar as diferenças sociais, e essa tendência de agravamento poderia levantar situações de instabilidade social e outras dificuldades”, apontou João Mosca, em representação do trio de autores.

O escritor diz, ainda, que os produtores passaram a focar-se em produzir para vender, além de produzir para comer, o que pode ter comprometido a segurança alimentar em algumas zonas.

“Houve aumento de produção em culturas comerciais como gergelim, soja e milho, mas houve redução em outras culturas alimentares. A pergunta é a seguinte: porque os produtores que têm agora mais rendimento dedicam uma parte desse rendimento para comprar alimentos no mercado? Então, a questão da segurança alimentar pode ser garantida, uma parte, por via do mercado e não só através da autoprodução.

Se os produtores, que têm maior rendimento com o sustento, dedicam os seus rendimentos a outros consumos, então, a segurança alimentar pode ficar comprometida”, disse Mosca.

Sustenta o (in)sustentável já está nas prateleiras de Maputo e oferece uma análise profunda sobre os riscos e benefícios deste programa lançado em 2017 pelo Governo, com vista a catapultar a agricultura e, acima de tudo, controlar os níveis de fome no país.

Celebram-se, quarta-feira, os 60 anos das Forças Armadas de Defesa de Moçambique. O evento irá decorrer sob o lema “60 anos das Forças Armadas de Defesa Nacional, servindo a defesa de Moçambique e dos moçambicanos”.

Hoje, decorreram os últimos acertos e ensaios militares para a cerimónia, sendo que o palco em que vai decorrer o evento já estava montado e, até ao fim do dia, decorriam os últimos acertos para completar os detalhes desejados.

Alguns participantes, incluindo o ministro da Defesa Nacional, Cristóvão Artur Chume, subiram primeiro ao palco para fazer os últimos ensaios.
Ao mínimo detalhe, Chume demonstrou parte o que poderá acontecer esta quarta-feira nas cerimónias de celebração dos 60 anos das Forças Armadas de Defesa Nacional.

O Chefe do Estado-Maior General, Joaquim Mangrasse, seguiu os mesmos passos na sua demonstração durante os ensaios finais. Do lado da baía, era possível ver as demonstrações dos meios navais.

O ministro da Defesa Nacional, Cristóvão Chume, orientou, no passado dia 21 de Agosto, no Quartel-general, em Maputo, a cerimónia de lançamento das celebrações dos 60 Anos do Desencadeamento da Luta Armada de Libertação Nacional, Dia das Forças Armadas de Defesa de Moçambique.

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