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O partido PODEMOS pretende reforçar a sua implantação em todo o território nacional até 2027, com a criação e consolidação de estruturas em todos os distritos, postos administrativos e bairros do País. O objectivo foi reiterado durante uma sessão do Conselho Político, considerada pela direcção como decisiva para a definição das prioridades do partido para os próximos seis meses.

Na abertura dos trabalhos, a liderança do PODEMOS defendeu que o fortalecimento da organização interna constitui um requisito essencial para que o partido possa responder às expectativas dos moçambicanos e concretizar os objectivos políticos a que se propõe.

Segundo o dirigente, a sessão irá aprovar o plano de actividades para o segundo semestre do ano, definindo as linhas de actuação dos órgãos centrais, provinciais e distritais, bem como os mecanismos de coordenação e monitoria das acções do partido.

A direcção explicou que a planificação semestral permite avaliar a execução das actividades, corrigir eventuais falhas e ajustar as estratégias em função dos resultados alcançados. Neste contexto, considerou positiva a avaliação do plano anterior e defendeu a necessidade de aprofundar o processo de capacitação das estruturas distritais para assegurar uma maior presença do partido junto das comunidades.

O PODEMOS reafirmou igualmente a intenção de consolidar a sua organização de base, sustentando que a implementação das orientações políticas depende da existência de estruturas activas em todos os níveis da administração territorial.

Durante a intervenção, a liderança saudou o desempenho da bancada parlamentar, destacando o trabalho de fiscalização desenvolvido na Assembleia da República, e enalteceu igualmente o papel das estruturas distritais na interpretação e resposta aos desafios políticos.

Reconhecendo tratar-se de um partido ainda jovem, a direcção admitiu a existência de dificuldades próprias do processo de crescimento, mas defendeu que os desafios enfrentados devem servir de aprendizagem e contribuir para o amadurecimento da organização.

A liderança manifestou confiança de que o PODEMOS continuará a consolidar-se como uma das principais forças políticas do País, apelando aos membros para manterem o espírito de unidade, reforçarem os mecanismos internos de trabalho e prosseguirem o processo de implantação das estruturas em todo o território nacional.

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A ministra da Justiça, Assuntos Constitucionais e Religiosos diz que há algumas exigências dos juízes que não poderão ser respondidas com urgência, porque o Governo não tem dinheiro para o efeito. Helena Kida diz que a garantia da segurança dos magistrados poderá ser avaliada caso a caso, mas o diálogo continua, para evitar que a greve se concretize.

Os juízes decidiram não avançar com a greve anunciada para 9 de Agosto passado, dada a abertura do Governo para negociações face às reclamações dos magistrados.

Esta quinta-feira, a ministra da Justiça, Assuntos Constitucionais e Religiosos, Helena Kida, disse que, apesar de o diálogo estar a decorrer, há questões que não poderão ser resolvidas imediatamente, devido à falta de orçamento por parte do Estado.

“Claro que [em relação a] algumas das reivindicações, chegamos à conclusão de que não são de resposta imediata pronta, não podem ser respondidas de imediato. Vou dar exemplo: a greve tinha sido anunciada para Agosto, numa altura em que o orçamento já tinha sido aprovado, e resolver questões de cariz meramente financeira requer orçamento. Havia, também, algumas reivindicações como melhores condições habitacionais, o que significa que temos de comprar ou teríamos de construir, e leva o seu tempo”, disse a ministra da Justiça.

Uma das preocupações levantadas pelos magistrados é a sua segurança. Sobre este ponto, a ministra disse que o Governo está a estudar uma forma de destacar polícias de protecção para o efeito ou distribuir armas aos juízes, sem desviar o arcenal destinado a combater o terrorismo em Cabo Delgado.

“Uma coisa é o direito de porte de arma, que os magistrados têm, e a outra seria saber qual é esta entidade que tem a obrigação de alocar as armas. Depois, estamos a olhar, também, para uma situação daquelas que não se podem ignorar, que é a instabilidade em Cabo Delgado. Se nós tivermos de assumir que aqueles [soldados] que têm armamento teriam de ceder este armamento para os magistrados, porque a Polícia da República de Moçambique e as Forças Armadas de Defesa e Segurança têm armas de guerra, mas as armas que devem ser adquiridas para a protecção dos magistrados devem ser de protecção individual. Então, temos de discutir melhor, para saber qual a melhor solução entre alocar um ADC que tem arma, mas dar arma, também, ao magistrado, qual seria a quantidade de armas só para este fim”, explicou Helena Kida.

A ministra da Justiça falava esta quinta-feira, na Cidade de Maputo, à margem da abertura da Conferência Nacional Religiosa. No evento, Kida enalteceu o papel das igrejas na manutenção da paz no país.

A sétima Conferência Nacional Religiosa realizou-se sob o lema “Confissões Religiosas, Unidas na construção de uma cultura de paz em Moçambique”.

Em pouco mais de uma semana, mais de 90 mil pessoas tiveram de deixar suas casas no Líbano devido aos bombardeamentos de Israel. Telavive diz que os ataques são uma preparação para a possível entrada de militares por terra.

Ao todo, são 90.530 libaneses que saíram das suas residências, em consequência dos bombardeamentos das Forças de Defesa de Israel, de acordo com a  Organização Internacional para as Migrações.

Cerca de 40 mil pessoas procuraram refúgio em 283 abrigos no país e milhares fugiram para a Síria.

Os militares de Israel lançaram panfletos no território libanês horas antes de iniciar uma série de bombardeamentos, no início da semana passada, apelando para que todos aqueles que residem perto de posições do Hezbollah buscassem abrigo.

A escalada de tensão na fronteira entre Israel e Líbano aumentou na última semana, quando dispositivos de comunicação usados pelo Hezbollah explodiram. O grupo extremista acusou Israel pelo ataque.

Na segunda-feira, as Forças de Defesa de Israel iniciaram uma série de ataques aéreos contra supostas bases do Hezbollah em diferentes áreas do território libanês, tendo sido considerado este o dia mais sangrento da história do país, pelo menos desde a guerra de 2006.

O Ministério da Saúde do Líbano afirma que mais de 600 pessoas morreram desde esta nova escalada de ataques, iniciada na semana finda, 51 dos quais esta quarta-feira.

Ataques entre as partes já vinham ocorrendo desde Outubro de 2023, quando o Hezbollah começou a disparar foguetes em solidariedade ao palestinianos em Gaza, território que é alvo de uma ofensiva de Israel contra o Hamas depois que o grupo promoveu um atentado terrorista que deixou 1.200 mortos no sul do país.

Lembre-se, o Conselho de Segurança das Nações Unidas reuniu-se de emergência esta quarta-feira para discutir a situação no Líbano. Entretanto, não há ainda informações sobre as decisões do órgão. À margem do evento, os Estados Unidos da América, a União Europeia e vários países árabes pediram um cessar-fogo imediato de 21 dias no Líbano.

O Presidente congolês, Félix Tshisekedi, pede que a comunidade internacional sancione o Ruanda pelo seu papel na desestabilização do seu país. O apelo foi feito esta quarta-feira, durante a Assembleia-Geral das Nações Unidas, em Nova Iorque.

Durante o seu discurso, Félix Tshisekedi alertou que o ressurgimento do Movimento 23 de Março, conhecido também como M23, supostamente apoiado pelo Ruanda, provocou uma crise humanitária sem precedentes e que mais de 7 milhões de pessoas na República Democrática do Congo estão deslocadas devido aos combates.

O governante denunciou o que chamou de uma violação grave da soberania nacional congolesa. Por isso, apelou às Nações Unidas para reforçar a  implementação das recomendações da coligação global contra o Estado Islâmico, da qual a RDC é membro, e lamentou o facto de o terrorismo estar a criar raízes em África.

O gabinete da Human Rights Watch no Quénia disse que desde o início de 2024, o exército ruandês e o grupo armado M23 têm bombardeado indiscriminadamente campos de deslocados internos e outras zonas densamente povoadas perto de Goma.

A Organização afirma ter documentado também  cinco ataques flagrantemente ilegais em que civis foram atingidos por fogo de artilharia ou foguetes e cita de forma particular o exemplo de um ataque que fez 35 mortos no dia 3 de Maio, no campo de Mugunga.

Os Estados Unidos tinham acusado as forças armadas do Ruanda e o M23 de estarem por detrás do tiroteio, uma acusação descrita por Kigali como ridícula e absurda.

Mas, enquanto Kinshasa, Estados Unidos e a França acusam regularmente o Ruanda de apoiar o M23, o Conselho de Segurança da ONU limitou-se até agora a condenar o apoio militar estrangeiro dado ao M23.

O Maxaquene vai disputar a poule de apuramento para o Moçambola 2025. O Órgão de Apelo da Comissão de Licenciamento de Futebol julgou procedente o recurso apresentado pelo clube, em relação à decisão do Órgão de primeira instância que não havia atribuído a licença, que permitia que os “tricolores” disputassem a prova.

Dois dias depois de a direcção do Maxaquene ter chamado a imprensa para apresentar o seu posicionamento em relação à decisão da Comissão de Licenciamento de Clubes da Federação Moçambicana de Futebol de não atribuir a licença ao clube, já há novos desenvolvimentos. 

Não estando satisfeito com a decisão, o clube liderado por Abreu Muianga interpôs um recurso ao Órgão de Apelo, onde apresentava argumentos e contra-argumentos sobre o licenciamento, em que assumia que seguiu todos requisitos. 

Esta quinta-feira, o Órgão de Apelo anunciou, através de um documento, que julgou procedente o recurso dos “tricolores”. Nesse sentido, o Maxaquene está credenciado para  disputar o acesso ao Moçambola, pela zona sul. 

O arranque da fase qualificativa para a maior prova futebolística nacional está agendado para este sábado, nas três zonas do país. A decisão acontece num contexto em que a Federação Moçambicana de Futebol já realizou o sorteio. 

Segundo uma fonte da FMF, o Maxaquene vai ocupar a posição dois da série B, não havendo, por isso, a necessidade de fazer outro sorteio. Os “tricolores” vão lutar para regressarem à maior prova futebolística moçambicana. 

A Associação Black Bulls vai conhecer os seus adversários na fase grupos da Taça CAF no dia 7 do próximo mês, altura em que a Confederação Africana de Futebol vai realizar o sorteio. Os “touros” qualificaram-se para esta fase pela primeira vez.

Ainda a viver a euforia da qualificação inédita para a fase6 de grupos da Taça CAF, a Black Bulls vai conhecer o seu destino na comeptição nos próximos dias.

A Confederação Africana de Futebol, CAF, anunciou que vai realizar o sorteio da fase de grupos da prova no dia 7 do próximo mês. No mesmo dia será realizado também o sorteio da Liga dos Campeões Africanos.

A fase de grupos vai acontecer entre Outubro e Dezembro deste ano. Depois da fase de grupos da Liga dos Campeões Africanos e da Taça CAF, os dois classificados de cada grupo entram na fase de eliminatória directa. Essa fase está agendada para entre Março e Maio de 2025.
O representante moçambicano está no pote 4 juntamente com o Desportivo Lunda Sul (Angola ), Orapa United (Botswana ) e Stellenbosch (África do Sul). A Black Bulls, clube que conseguiu chegar à fase de grupos na sua segunda participação nas competições africanas, pretende chegar o mais longe possível na Taça CAF.
Os “touros” vão a esta fase num contexto em que não têm mais possiblidade de se reforçarem, tendo em conta que o mercado de transferências nacional já está fechado.

Baixa de peso para Carlo Ancelotti. Kylian Mbappé sofreu uma muscular na perna esquerda, informou o Real Madrid, e vai falhar o dérbi frente ao Atlético Madrid, agendado para domingo, a contar para a oitava jornada da La Liga.
O internacional francês foi substituído aos 80 minutos do jogo de terça-feira diante do Alavés e confirma-se, agora, o pior cenário. De acordo com a Marca, o avançado estará de fora dos relvados durante cerca de três semanas.
Na época de estreia no Real Madrid, Mbappé leva sete golos e uma assistência em nove jogos.

 

MANCHESTER CITY CONFIRMA LESÃO GRAVE DE RODRI

O Manchester City confirmou, esta quarta-feira, em comunicado, que Rodri sofreu uma rutura no ligamento cruzado do joelho direito no encontro frente ao Arsenal, para a Premier League.

O médio viajou para Espanha para consultar um especialista, depois de ter feito os testes iniciais em Manchester.
Os citizens não avançam com o tempo previsto de recuperação, mas, segundo a imprensa espanhola, Rodri deve falhar o resto da temporada.

O Instituto Nacional de Meteorologia prevê a ocorrência de calor intenso, caracterizada por tempo muito quente e húmido com temperaturas máximas que poderão variar de 36 a 39 graus centígrados.

A vaga de calor vai ocorrer esta quinta-feira, nas províncias de Maputo e Gaza. Adicionalmente, prevê-se a ocorrência de ventos com rajadas fortes, trovoadas e aguaceiros locais, no fim do dia.

Face ao desconforto causado pelo calor intenso, o INAM recomenda a tomada de medidas de precaução e segurança.

Um jovem está a contas com a polícia, na cidade de Chimoio, província de Manica, indiciado de ter matado a sua própria mãe. O indiciado diz estar arrependido de ter cometido o crime, revelando que vivia em constantes discussões com a finada até chegar a ponto de a espancar até à morte.

O indiciado diz, ainda, que perdeu emprego e teria sido um amigo quem montou o esquema, por via de magia negra. A mãe defendia o tal amigo, por isso, justifica, a espancou até à morte.

A neta da malograda, Júlia Martinho, mostrou-se estupefacta com o crime hediondo e disse não perceber os motivos que terão motivado o mesmo.

Segundo Martinho, o indiciado sofre de perturbações mentais, tendo avançado que este terá ateado, em Agosto, fogo à sua própria casa.

“Não sei o que realmente terá acontecido com a minha avó. Eu estava em minha casa e recebi informações sobre a morte dela. Telefonaram-me à noite. Fui para lá e contaram-me que foi agredida até à morte pelo seu filho”, contou Júlia Martinho.

A polícia diz que encontrou a vítima em vida e que a mesma veio a perder a vida no leito hospitalar.

“Devemos a denúncia. Fomos ao terreno e detivemos o jovem. Decorrem trabalhos para averiguar as principais causas desta morte”, frisou a oficial de imprensa no comando provincial da PRM, em Manica, Eunice Faustino.

Segundo Eunice Faustino, “estamos perante um crime de ofensas corporais. Foi instaurado um processo-crime e o indiciado será levado à barra da justiça. Sobre a situação de sua saúde, porque os familiares dizem que o indiciado sofre de alguma perturbação mental, é parte da investigação e os resultados médicos poderão trazer a verdade dos factos”.

Eunice Faustino apela à população para continuar a trabalhar com a polícia no combate à criminalidade.

A denúncia, segundo a oficial de imprensa, é a melhor estratégia para prevenir mal. Eunice Faustino aconselha a população a não enveredar pela violência como forma de resolver qualquer briga dentro ou fora da família.

“Isso mostra que a violência não é a melhor forma para resolvermos qualquer problema. Devemos recorrer ao diálogo ou mesmo às instituições vocacionadas para a resolução de conflitos e evitarmos o cometimento de crime”, acrescentou Eunice Faustino.

Moçambique vai passar a produzir carne bovina de melhor qualidade, inicialmente, na zona Centro do país, o que poderá reduzir a importação da mesma. A iniciativa é o resultado da entrega de 20 kits de suplementação animal aos criadores desta região pela Agência de Desenvolvimento do Vale do Zambeze, que servirão para a recolha de capim para a produção de feno e ração com vários nutrientes para alimentar os animais.

Com estes kits, os beneficiários já podem produzir feno e, consequentemente, ração com os respectivos nutrientes para estes animais. Assim, o gado já não precisa de caminhar longas distâncias diariamente, na época seca, para poder comer e beber água. A caminhada contribui para tornar a carne mais rija e, consequentemente, a perda de qualidade.

A Agência do vale do Zambeze diz que pretende, com a iniciativa, reduzir importações de produtos de carne.

A entrega dos kits foi orientada pelo governador de Sofala, Lourenço Bulha, que indicou que, no primeiro semestre deste ano, devido à seca, Sofala produziu cerca de um milhão e duzentas mil toneladas de carne contra mais de três milhões e meio previstos e que estes equipamentos irão melhorar a produção.

A Agência do vale do Zambeze garantiu, nesta cerimónia, que continuará a buscar, através dos seus parceiros, recursos para a melhoria da cadeia de valores da pecuária na região Centro.

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