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Um automobilista morreu carbonizado na madrugada deste sábado, na sequência de uma colisão entre uma viatura ligeira e um camião, na Estrada Nacional Número Um (EN1), no Distrito Municipal da Katembe, Cidade de Maputo. O acidente provocou ainda dois feridos.

O sinistro ocorreu nas primeiras horas da manhã e destruiu completamente a viatura ligeira, que se incendiou após o embate, impossibilitando o condutor de escapar às chamas.

No camião seguiam duas pessoas. Uma sofreu ferimentos graves e a outra contraiu ferimentos ligeiros. Ambas foram socorridas e transportadas para uma unidade hospitalar, onde recebem assistência médica.

O proprietário do camião afirmou que, de acordo com as informações que lhe foram transmitidas, o veículo seguia normalmente no seu percurso quando ocorreu a colisão.

As circunstâncias em que o acidente se deu continuam por esclarecer. Contudo, a Polícia de Trânsito admite, como hipótese preliminar, que o sinistro tenha resultado de uma alegada circulação em contramão por parte do condutor da viatura ligeira. As investigações prosseguem para o apuramento das causas do acidente.

Até ao fecho desta edição, as viaturas sinistradas permaneciam no local do embate, enquanto decorriam os trabalhos das autoridades competentes.

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Durante conversações em Telavive, hoje, o Hamas garantiu que os islamistas estão dispostos a entregar imediatamente o controle do governo em Gaza a um actor palestiniano consensual, se Israel puser fim à ofensiva.

Num discurso no Eid al-Adha, o líder do Hamas reiterou que o grupo está pronto para entregar o governo de Gaza a uma entidade palestina consensual.

Segundo a DW, ele acusou o governo de Israel de travar as negociações por interesses pessoais e ideológicos.

Al-Hayya afirmou ainda que o Hamas aceitou uma proposta de trégua apresentada pelos EUA há duas semanas, mas que Israel rejeitou, levando Washington a recuar.

O líder também defendeu novas negociações para um cessar-fogo permanente.

Por fim, criticou o controle israelense sobre a ajuda humanitária através da Gaza Humanitarian Foundation (GHF), alegando violações de princípios humanitários.

O Ministério da Educação e Cultura diz que a existência de infraestruturas inadequadas e a falta de recursos humanos para a investigação deve-se ao fraco financiamento à investigação científica.  

Dados apresentados, esta sexta-feira,  pelo Ministério da Educação e Cultura apontam que os países africanos investem menos de 1% na investigação científica, o que se reflete na existência de infraestruturas inadequadas e baixo número de investigadores. 

Moçambique faz parte dos países que enfrentam estes desafios e, por isso, o sector da educação defende maior investimento na investigação científica.   

O Secretário de Estado da Ciência e Ensino Superior falava durante o lançamento do Inquérito à Investigação Científica e Desenvolvimento 2024. 

Os resultados do Inquérito poderão ser conhecidos em Novembro próximo.  

O presidente do Chade, Mahamat Idriss Deby, anunciou, na quinta-feira, que seu país suspenderá a emissão de vistos para cidadãos dos EUA, em resposta à decisão do Governo Trump de proibir os chadianos de visitar os EUA.

O presidente Donald Trump ressuscitou, na quarta-feira, uma política marcante de seu primeiro mandato ao anunciar a proibição de vistos para 12 países, incluindo o Chade, acusando-os de terem triagem e verificação “deficientes” e de historicamente se recusarem a receber de volta seus próprios cidadãos, que permanecerem além do limite de sua capacidade nos Estados Unidos.

A nova proibição tem como alvo Afeganistão, Mianmar, Chade, República do Congo, Guiné Equatorial, Eritreia, Haiti, Irã, Líbia, Somália, Sudão e Iêmen.

Também haverá restrições mais rígidas para visitantes de outros sete países na nova política de viagens que entra em vigor na segunda-feira às 12h01.

Em uma publicação no Facebook, o presidente do Chade disse que está a instruir seu Governo a suspender vistos para cidadãos americanos “de acordo com os princípios de reciprocidade”.

“O Chade não tem aviões para oferecer, nem bilhões de dólares para dar, mas o Chade tem sua dignidade e orgulho”, disse Deby, citado por African News.

Na República do Congo, o porta-voz do governo Thierry Moungalla disse acreditar que o país estava entre os afectados por causa de um “mal-entendido” sobre um ataque armado nos EUA, cujos perpetradores foram “confundidos” com pessoas da República do Congo.

“Obviamente, o Congo não é um país terrorista, não abriga nenhum terrorista e não é conhecido por ter vocação terrorista. Portanto, achamos que isso é um mal-entendido e acredito que, nas próximas horas, os serviços diplomáticos competentes do governo entrarão em contato com as autoridades americanas aqui”, disse ele na capital, Brazzaville.

Em Serra Leoa, um dos países com restrições de viagem mais rígidas, o Ministro da Informação, Chernor Bah, disse que o país está comprometido em abordar as preocupações que motivaram a proibição.

 

Necessários mais de 250 milhões de meticais para reconstrução de edifícios vandalizados e destruídos no período pós eleitoral, na vila de Namacurra, na província de Zambézia. Entre os estabelecimentos vandalizados estão o edifício do governo, o tribunal e o sector de infraestrutura. 

Os rastos de destruição de infraestruturas do Estado continuam patentes no distrito de Namacurra, província da Zambézia. As vandalizações ocorreram no período pós-eleitoral em Dezembro de 2024. No edifício do governo distrital restam apenas escombros. Escombro também foi a residência oficial do administrador.

No leque das infraestruturas vandalizadas constam o edifício dos serviços distritais de infraestruturas, tribunal entre muitos outros. O novo administrador, Aly Aboobacar, fala de prejuízos na provisão dos serviços à população. 

O antigo administrador de Namacurra e primeiro secretário do comitê distrital são acusados pelos líderes comunitários de desentendimento, o que poderá ter contribuído para o não controle da situação.

A detentora do título, Espanha, qualificou-se, esta quinta-feira, para a final da quarta edição da Liga das Nações, ao vencer a França por 5-4, na segunda meia-final, em Estugarda, Alemanha. A Espanha vai defrontar Portugal na final marcada para domingo.

Jogo de loucos em Estugarda, com a Espanha mais forte no início e a França a ameaçar o empate já na ponta final do jogo.

A Espanha abriu o marcador aos 22 minutos, na sequência de uma jogada de entendimento do trio de ataque, com Nico Williams a finalizar de pé direito. Três minutos depois a vantagem alargou-se com um golo de Merino a fazer jus ao melhor momento da carreira.

Quase que sem reacção, o 2-0 levou as equipas ao intervalo, com a Espanha ainda mais demolidora na segunda parte. Aos 53 minutos, uma falta de Rabiot, dentro da área, sobre Lamine Yamal deu origem ao 3-0, marcado pelo jogador do Barcelona.

Ao fim de dois minutos a vantagem aumentou e Pedri também fez o gosto ao pé, depois de receber o passe de Nico Williams dentro da área.

Inconformado, Mbappe cavou uma grande penalidade e reduziu na marca dos 11 metros, antes de Yamal voltar a brilhar e assinalar um bis, finalizando rasteiro ao passe de Pedro Porro.

A França não desistiu e foi resiliente. Aos 79 minutos, Cherki fez o segundo num golaço de primeira. Alguns minutos depois, foi Vivian a colocar a bola dentro da própria baliza numa tentativa de corte.

Já nos descontos foi Kolo Muani a marcar e deixar a desvantagem mais curta.

A Espanha conseguiu o triunfo e a oportunidade de poder revalidar o título no próximo domingo, quando defrontar Portugal na chamada final ibérica.

Um ataque russo com ‘drones’ e mísseis balísticos matou, pelo menos, quatro pessoas em Kyiv, informaram esta sexta-feira as autoridades da capital ucraniana, com várias outras regiões do país a reportarem bombardeamentos pesados.

Os serviços de emergência indicaram que Kyiv foi alvo de um ataque envolvendo drones e mísseis balísticos que causou explosões e queda de destroços em vários bairros da capital, incluindo um incêndio num edifício de habitação.

De acordo com as autoridades civis e militares da cidade, os carris do metropolitano foram danificados pelo bombardeamento russo. A companhia ferroviária nacional reportou danos nos carris na região, afectando o serviço de comboio que serve a periferia sul de Kiev.

O balanço inicial feito pelas autoridades de Kyiv apontava para, pelo menos, três feridos, para além da confirmação de quatro pessoas mortas, depois de ataques que causaram 20 feridos, incluindo 16 que tiveram de ser hospitalizados.

Fora da capital, várias regiões reportaram bombardeamentos pesados russos. Em Lutsk, no oeste, não muito longe da fronteira com a Polónia, o chefe da administração militar regional mencionou um ataque maciço com mísseis e ‘drones’.

O ataque destruiu parcialmente um edifício residencial de vários andares, ferindo cinco pessoas.

Na Rússia, as autoridades informaram esta sexta-feira que a capital foi alvo de dez drones ucranianos durante a noite. Três aeroportos que servem a cidade foram temporariamente encerrados, de acordo com a agência de transporte aéreo russa, que levantou posteriormente as restrições.

O presidente da CTA, Álvaro Massingue, desafiou os novos presidentes dos 23 pelouros da maior organização empresarial do país a serem proactivos e abertos ao diálogo, para alcançarem os objectivos traçados para os próximos quatro anos.

Com a tomada de posse, termina o processo de formação da nova direcção da agremiação, eleita no mês passado. Massingue explicou que a criação e a dinamização dos pelouros é uma das formas mais estruturantes da CTA. 

Segundo o presidente da classe empresarial, cada pelouro terá a missão de liderar a agenda sectorial dos “patrões” em articulação com os órgãos da CTA, sectores públicos e privados, contribuindo para a melhoria do ambiente de negócios.

Massingue espera que os novos líderes dos pelouros sejam agentes activos na construção de uma economia mais inclusiva, resiliente e competitiva. Massingue diz que o sucesso depende do compromisso dos líderes de cada um dos pelouros.

“Esperamos de vós o espírito de missão, competência técnica, abertura ao diálogo e uma atitude proactiva e reformista”, disse Massingue, explicando que os pelouros não são órgãos consultivos, mas sim braços executivos da CTA.

“Apelamos, por isso, à articulação permanente dos membros às consultas regulares com os nossos operadores económicos, a formulação de propostas sólidas e a construção de consensos com o Governo e os demais parceiros”, instou Massingue. 

Os empossados dizem que têm consciência de que a melhoria do ambiente de negócios não se faz apenas com boas intenções, mas sim em propostas técnicas, concretas, coerentes nas posições e mobilização do associativismo.

Por isso, os empossados esperam contribuir na monitorização e seguimento sistemático das decisões da direcção máxima da Confederação das Associações Económicas.

Falando em representação do Governo, o secretário de Estado do Comércio, António Grispos, sublinhou que a Confederação das Associações Económicas é um importante parceiro para o desenvolvimento da economia do país. Entre os empossados está Abdul Razak, do pelouro de Promoção do Associativismo, Ética e Boa Governação, Laura Manhiça, do pelouro de Desenvolvimento de Capital Humano, e Luís Fortunato, do pelouro de Agricultura.

O crescimento da economia nacional pode não ultrapassar 3% neste ano, prevê Fáusio Mussá, economista chefe do Standard Bank Moçambique, devido a contínuas pressões fiscais, associadas à liquidez do mercado cambial.

Em termos homólogos, o crescimento da economia moçambicana poderá ainda rondar os 3,1% em 2026, se comparado com o previsto para este ano, o que, segundo Fáusio Mussá, não é muito superior ao crescimento populacional.

“Isto traduz, igualmente, as nossas expectativas de declínio do apoio externo e de efeitos positivos limitados dos projectos de gás natural liquefeito (GNL) durante a fase de construção, o que denota ligações limitadas entre o cluster (consórcio) do GNL e a economia local”, explica o economista chefe.

As previsões de crescimento económico do economista chefe do Standard Bank são mais optimistas que as do Governo. No Plano Económico e Social e Orçamento do Estado, o Executivo prevê um crescimento de 2,9% neste ano.

Segundo o Governo, o referido crescimento é sustentado, em grande medida, pelo desempenho positivo da indústria extractiva, com uma taxa de crescimento de 5,4%, construção, 3%, agricultura, produção animal, caça e florestas, 3%, e transportes e comunicações, 2,6%, reflectindo uma recuperação gradual da economia e o impacto dos investimentos nos sectores estratégicos.

No entender de Fáusio Mussá, apesar de as taxas de juro terem descido desde o início de 2024 e de o Governo e o sector bancário terem disponibilizado, neste ano, alguns fundos para apoiar a recuperação pós-eleitoral, o crescimento do crédito continua baixo, denotando um investimento reduzido.

“O crescimento do crédito à economia abrandou para 4,3%, em termos homólogos, em Março, em relação aos 4,4%, em termos homólogos, em Fevereiro”, elucida Fáusio Mussá, num comentário ao relatório do banco.

De acordo com o documento, as condições de operação das empresas no país deterioraram-se de Abrir para Maio, daí que o Purchasing Managers’ Index (PMI) do Standard Bank Moçambique reduziu a pontuação do país para 49,6.

“Indicadores acima de 50,0 apontam para uma melhoria nas condições das empresas em relação ao mês anterior, ao passo que indicadores abaixo de 50,0 mostram uma deterioração”, refere o relatório do Standard Bank Moçambique.

Depois de em Abril situar-se em 50,5, a redução do PMI Moçambique em Maio, segundo o relatório, mostra que os stocks de aquisições, o emprego e os prazos de entrega dos fornecedores tiveram um impacto negativo sobre o índice básico.

Os dados do inquérito de Maio indicaram ainda uma nova redução dos preços médios dos meios de produção no sector privado moçambicano, que surge após três meses consecutivos de subida de preços.

Segundo Fáusio Mussá, apesar de os registos do PMI abaixo do valor de referência de 50 sugerirem uma contracção mensal na actividade económica do sector privado, o aumento da volatilidade do PMI pode indicar uma falta de dinâmica de crescimento na recuperação da economia após as eleições de 2024.

“Os dados do PMI mostram expansões mensais consecutivas a um ritmo mais lento na produção e nas novas encomendas, e contracções nas aquisições e nos stocks, sem crescimento no emprego, o que resultou num declínio dos custos dos meios de produção”, pode-se ler no relatório do banco comercial.

No que refere às expectativas das empresas para o futuro, o inquérito mostra que houve desaceleração em Maio, sugerindo redução do optimismo destas em relação às expectativas de crescimento para os próximos 12 meses.

“Cerca de 38% dos inquiridos previam um crescimento, embora este número tenha sido ligeiramente inferior ao verificado em Abril”, indica a publicação cujos dados foram recolhidos entre os dias 12 e 27 de Maio do corrente ano.

De acordo com os comentários dos inquiridos, citados no documento, o abrandamento do crescimento deveu-se a um aumento mais fraco das vendas. De modo geral, as empresas esperam um aumento das vendas.

“O grau de optimismo diminuiu em relação ao ponto mais alto dos últimos 11 meses registado em Abril, tendo ficado em linha com a média registada até ao momento em 2025”, explica o Purchasing Managers’ Index (PMI).

Na sua grande maioria, as empresas inquiridas (95%) não comunicaram qualquer alteração aos seus quadros de pessoal em Maio, embora algumas tenham reduzido a sua mão-de-obra devido a um fraco crescimento da procura.

De acordo com a publicação, o PMI do Standard Bank Moçambique é compilado pela S&P Global a partir das respostas aos questionários enviados a directores de compras de um painel de cerca de 400 empresas do sector privado.

Os sectores abrangidos pelo inquérito incluem a agricultura, a mineração, a manufactura, a construção, o comércio a grosso, o comércio a retalho e os serviços, refere o banco comercial no documento.

Os inquéritos Purchasing Managers’ Index (PMI) estão disponíveis em mais de 40 países e em algumas regiões, incluindo a eurozona.

Tomaram posse, esta quinta-feira, os novos líderes dos pelouros da Confederação das Associações Económicas de Moçambique. O presidente da CTA, Álvaro Massingue, desafiou os empossados a serem proactivos e a procurarem produzir resultados para o desenvolvimento da economia nacional.

Classe empresarial esteve reunida para testemunhar uma das etapas mais importantes da nova era da Confederação das Associações Económicas de Moçambique. A tomada de posse dos 23 novos líderes dos pelouros da CTA marcou o encerramento do processo de formação da nova direcção da agremiação.

Perante o presidente do órgão, Álvaro Massingue, os empossados subiram ao pódio e prestaram o juramento de bem servir a CTA. Um compromisso que para eles representa o alcance dos objectivos traçados.

No seu discurso, o presidente da CTA falou do papel que os 23 pelouros devem desempenhar nos próximos quatros anos.

Álvaro Massingue lembrou aos empossados que o sucesso dos objectivos preconizados pela sua direcção dependem do compromisso e entrega de cada um dos pelouros.

Falando em representação do Governo, o Secretário do Estado do Comércio sublinhou que a CTA é um importante parceiro para o desenvolvimento da economia do país.

A nova direcção da CTA foi eleita no mês passado.

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