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Um automobilista morreu carbonizado na madrugada deste sábado, na sequência de uma colisão entre uma viatura ligeira e um camião, na Estrada Nacional Número Um (EN1), no Distrito Municipal da Katembe, Cidade de Maputo. O acidente provocou ainda dois feridos.

O sinistro ocorreu nas primeiras horas da manhã e destruiu completamente a viatura ligeira, que se incendiou após o embate, impossibilitando o condutor de escapar às chamas.

No camião seguiam duas pessoas. Uma sofreu ferimentos graves e a outra contraiu ferimentos ligeiros. Ambas foram socorridas e transportadas para uma unidade hospitalar, onde recebem assistência médica.

O proprietário do camião afirmou que, de acordo com as informações que lhe foram transmitidas, o veículo seguia normalmente no seu percurso quando ocorreu a colisão.

As circunstâncias em que o acidente se deu continuam por esclarecer. Contudo, a Polícia de Trânsito admite, como hipótese preliminar, que o sinistro tenha resultado de uma alegada circulação em contramão por parte do condutor da viatura ligeira. As investigações prosseguem para o apuramento das causas do acidente.

Até ao fecho desta edição, as viaturas sinistradas permaneciam no local do embate, enquanto decorriam os trabalhos das autoridades competentes.

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Setecentos estudantes da Universidade Eduardo Mondlane vão perder o primeiro semestre de aulas deste ano, devido ao cancelamento das inscrições, por causa do pagamento fora do período regular. A Direcção do Registo Académico lamenta a situação, mas mantém a decisão de cancelamento.  

Dezenas de estudantes amotinaram-se no complexo pedagógico da Universidade Eduardo Mondlane, nesta quinta-feira, para reclamar com a direcção pedagógica o cancelamento das inscrições referentes ao primeiro semestre de 2025.

De acordo com a informação que consta no site da instituição, e confirmada pelos lesados, o processo decorreu entre 4 e 14 de Fevereiro. O risco de perder o semestre desespera os estudantes, alguns dos quais finalistas. Reconhecem a falha, mas insistem que a Universidade deve ser sensível à situação dos 700 estudantes. 

A Associação de Estudantes diz que tentou interceder junto da direcção da instituição, mas sem sucesso. 

A Direcção do Registo Académico diz que a instituição até foi tolerante. Betuel Canhanga lamenta o facto, porém não vislumbra outro desfecho. 

Assim, os 700 estudantes com inscrições canceladas só poderão frequentar as cadeiras no primeiro semestre de 2026.

Em “Guardião da Natureza-Educar para ser”, Tchalata apresenta obras de pinturas que têm como inspiração a biodiversidade e as ameaças humanas às espécies do Mar, Fauna e Flora.

“Guardião da Natureza-Educar para ser” é a biodiversidade “pintada”.

Tchalata está preocupado com a ameaça do homem às espécies do Mar, Fauna e Flora.O pincel do artista também pretende  estimular o ser humano a repensar suas actitudes sobre a natureza.

“ Nós temos de ser observadores e dizer não ao lixo, temos que perceber que o plástico nocivo que dura mais de 400 anos no ambiente se fragmenta e polui o mar, os peixes comem e termina nos nossos organismos”, defende o artista

A luta de Tchalata é melhorar a relação homem-natureza, muito conturbada sobretudo com a crescente conversa sobre as alterações climáticas.

O artista procura ainda sensibilizar as crianças a valorizar e preservar o meio ambiente e recorda o governo do seu papel de promotor das artes.

“Não podemos ser só assistentes, temos que agir e lutar, usar o nosso escudo para defender esta riqueza natural que nós temos”, declarou.

O artista quer que a exposição saia das galerias, para escolas, comunidades próximas a parques e reservas, para melhor difundir a mensagem de cuidados  a ter com o planeta e com os animais, sobretudo as espécies ameaçadas de extinção.

“Guardião da Natureza-Educar para ser” é o título da sétima exposição individual de Tchalata, nome oficial  de Aniceto Leonardo Banze.

BIOGRAFIA 

Aniceto Leonardo Banze, moçambicano, nascido em Maputo a 7 de junho de 1981. É licenciado em Educação de Infância com Habilitação em Gestão e Administração de Instituições de Desenvolvimento da primeira Infância pela Universidade Pedagógica, o que lhe permite apoiar crianças no desenvolvimento das suas capacidades de aprendizagem, durante um período importante do seu crescimento social e emocional.

Procura ainda sensibilizar as crianças a valorizar e preservar o meio ambiente, estimulando a sua criatividade, ao transformar materiais recicláveis em obras de arte. Após tirar o curso básico e médio em Artes Gráficas na Escola Nacional de Arte Visuais, frequentou também várias acções de formação artísticas-profissionais dentro e fora do país. É membro fundador da Oficina Pedagógica da Universidade Pedagógica de Maputo Moçambique em 2008.

Proprietário e gestor da Escola Comunitária KaTembe, dedicada ao ensino pré-primário desde 2019.

O Presidente da República de Moçambique, saúda a comunidade muçulmana pela celebração do Eid Ul-Adhá, que se assinala amanhã, dia 06 de Junho.

Nesta ocasião de profunda relevância espiritual para a comunidade muçulmana, o Presidente da República dirige uma calorosa saudação a todos os muçulmanos moçambicanos, desejando que esta celebração seja marcada por paz, união, renovação da fé e reflexão sobre os valores de solidariedade, sacrifício e fraternidade que o Eid Ul-Adhá simboliza.

O Chefe de Estado encoraja ainda que o espírito de partilha que caracteriza esta festa seja vivido em plenitude, contribuindo para o fortalecimento da coesão social e da convivência harmoniosa entre todos os moçambicanos, independentemente das suas crenças religiosas.

Segundo a Presidência, Daniel Chapo reconhece e valoriza o papel das confissões religiosas, incluindo a comunidade islâmica, na promoção da paz, da moral, da solidariedade e do desenvolvimento do país. Nesta quadra festiva, reafirma o compromisso do Estado moçambicano em garantir a liberdade religiosa e em continuar a cultivar um ambiente de respeito mútuo e diversidade cultural e espiritual.

“O Presidente da República deseja, assim, a todos os muçulmanos em Moçambique e na diáspora, um Eid Ul-Adhá Mubarak, pleno de bênçãos, saúde, prosperidade e fé renovada”, escreve a Presidência.

A Associação Industrial de Moçambique (AIMO) realizou, esta quarta-feira, nas suas instalações, em Maputo, a décima sexta Assembleia Geral Ordinária. O momento marcou a eleição dos novos órgãos sociais para o mandato 2025–2030.

De acordo com uma nota de imprensa, a sessão decorreu em conformidade com os estatutos da agremiação, com destaque para a renovação da liderança do Conselho Directivo, agora sob comando de Paulo Chibanga, eleito por unanimidade com 100% dos votos.

A Assembleia Geral foi considerada um marco crucial na trajectória da AIMO, num contexto de reposicionamento estratégico da indústria moçambicana e de reforço do papel da organização na defesa dos interesses dos seus membros. Com um manifesto centrado na coesão, inovação e sustentabilidade industrial, os novos órgãos prometem imprimir uma nova dinâmica ao sector.

O presidente cessante do Conselho Directivo, Rogério Samo Gudo, fez um balanço positivo dos últimos cinco anos, destacando que quando assumiu a pasta em 2020, “o principal desafio foi trazer a voz da indústria para os diferentes parceiros, especialmente junto ao Governo. Iniciámos o mandato num período difícil, marcado pela pandemia da Covid-19, o que exigiu da equipa uma rápida adaptação e resiliência”, afirmou.

Rogério Samo Gudo destacou ainda avanços na adopção de políticas de capacitação voltadas à indústria, bem como a implementação de estratégias com foco na promoção da transformação da indústria extractiva. “Fizemos progressos, mas há ainda muito por fazer no fortalecimento institucional da AIMO e na consolidação de políticas públicas eficazes”, concluiu.

O novo presidente do Conselho Directivo, Paulo Chibanga, assumiu com entusiasmo e responsabilidade a liderança da associação. “Este é um mandato liderado por uma equipa jovem, mas que conta também com decanos experientes da indústria moçambicana. A nossa principal missão será promover a coesão entre os membros, fomentar o surgimento de novas indústrias e fortalecer a liderança industrial do país”, declarou.

Chibanga destacou ainda que a nova direcção pretende intensificar o trabalho de advocacia institucional, com o objectivo de proteger o sector, incentivar a exportação de conteúdo local e reduzir a dependência de produtos importados. “Defendemos também a busca activa por isenções industriais que possam impulsionar a competitividade das empresas nacionais”, acrescentou.

A nova composição dos órgãos sociais é a seguinte: Assembleia Geral: Presidente, Rogério Samo Gudo | Escopil Indústria; Secretária, Quissange Ibrahimo | Transtrevo; Conselho Fiscal: Presidente, Carlos Simbine | Valoriza; Vice-Presidente, Bruno Chicalia | CTJ Consultoria; Vogal, Karina Jamal | Koko Boxes; Conselho Directivo: Presidente, Paulo Chibanga | Enserve Moçambique; Vice-Presidentes, Samuel Samo Gudo | Mozal e Marco Correia | Duys Moçambique, Naimo Jala | NJ Advogados; Vogais, Francisco Ferreira dos Santos | JFS, Mubarak Razak | Pintex e Seyit Baydar | Limak Cimentos.

O mandato arranca com inovações com o surgimento do Conselho Consultivo que apresenta uma estrutura estratégica de apoio à direcção, composta por personalidades reconhecidas no meio empresarial, académico e institucional, e visa orientar a AIMO na promoção de um ambiente de negócios mais competitivo e sustentável. Sob o lema “Unidos, por uma AIMO mais coesa e uma indústria mais forte”, a nova
direcção assume o compromisso de liderar com transparência, visão estratégica e foco no crescimento sustentável da indústria moçambicana.

O país celebra, no dia 16 de Junho, o seu Dia Nacional na Expo 2025 Osaka, evento que decorre em Kansai, no Japão, desde 13 de Abril.

Na ocasião, o país estará em destaque por assinalar a efeméride que tem como principal objectivo fortalecer as relações de cooperação bilateral entre os governos de Moçambique e do Japão, bem como estreitar os laços com outros países e organizações que participam na Expo.

A escolha de 16 de Junho surge pelo facto de ser uma data histórica, por assinalar, desta vez, 65 anos do Massacre de Mueda em Moçambique e o Dia da Criança Africana.

O momento solene das celebrações irá acontecer no espaço designado National Day Hall – Ray Garden, e será precedido por visitas aos pavilhões de Moçambique e do Japão e um Fórum de Negócios organizado por Moçambique, no Expo Salon, onde se prevê a participação de cerca de duzentas pessoas, entre empresários moçambicanos, japoneses e de outros países presentes na Expo 2025.

No Fórum de Negócios, Moçambique terá a oportunidade de apresentar potencialidades económicas com destaque para áreas de investimento e negócios, turismo, para além doutros sectores que concorrem para o desenvolvimento socioeconómico do País. O Fórum de Negócios contempla encontros empresariais direccionados (B to B).

No mesmo dia, haverá, igualmente, actividades culturais multidisciplinares com artistas nacionais que irão acompanhar a delegação moçambicana que se deslocará a Japão.

Espera-se que, com a celebração desta efeméride, Moçambique projecte a sua imagem a vários níveis para o mundo.

Por outro lado, e para dar maior visibilidade à participação da República de Moçambique na Expo 2025, o Comissariado-Geral acaba de lançar, numa plataforma digital, a exposição virtual com conteúdos patentes no Pavilhão de Moçambique.

A exposição virtual vai permitir que os moçambicanos e outros interessados, a nível internacional, possam visitar o pavilhão online a qualquer momento e em qualquer lugar, bastando, para o efeito, aceder às páginas oficiais do COGEMO.

Importa referir que, até 13 de Outubro, o País expõe, no seu pavilhão, na Expo 2025, potencialidades diversas que ilustram a riqueza nacional nas áreas ambiental, social, económica, cultural e também 14 iniciativas que sugerem uma série de soluções tecnológicas para resolver problemas locais a vários níveis, respondendo ao tema de Moçambique na EXPO: “Educação e trabalho, utilizando a inteligência artificial e robótica”, no contexto dos Objectivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Cinco detentos numa prisão da Costa do Marfim foram mortos quando uma busca de rotina se transformou em um confronto violento, segundo disseram autoridades, na quarta-feira.

Prisioneiros em Bouaké , a segunda maior cidade do país, reagiram com “hostilidade” a uma busca de rotina por contrabando, na terça-feira, disse o promotor Abel Nangbelé Yeo em um comunicado, citado por African News. Cinco prisioneiros foram mortos e 29 pessoas, incluindo seis agentes penitenciários e 23 presos, ficaram feridas.

Quando os agentes de segurança chegaram ao prédio, foram atacados por prisioneiros armados com cassetetes , facões e outros objectos contundentes, segundo o comunicado. Os agentes dispararam tiros de advertência “para encobrir a retirada”.

Durante a busca, os policiais apreenderam blocos de maconha, comprimidos de Tramadol, celulares e três granadas.

Refira-se que a Costa do Marfim tem sido criticada por grupos de direitos humanos e pelas Nações Unidas por suas condições prisionais.

No ano passado, o Comitê das Nações Unidas contra a Tortura expressou preocupação com a “altíssima taxa” de superlotação prisional na Costa do Marfim e criticou as condições de detenção, incluindo higiene precária, ventilação precária e alimentação inadequadas. Também expressou preocupação com “a extensão da violência nas prisões “.

A selecção nacional de futebol vai realizar mais duas sessões de treinos em solo pátrio antes da partida para Polokwane, no sábado, onde terça-feira defrontam a África do Sul em jogo amigável. Chiquinho Conde faz balanço positivo dos primeiros dias de treinos.

O grupo de trabalho dos Mambas está completo, com a integração de novos elementos que faltavam, casos de Ratifo, último a se juntar, Ali Abudo, que substituiu o lesionado Luís Miquissone, e Teixeira, terceiro guarda-redes que faltava ser integrado.

Esta quinta-feira o combinado nacional fez o quarto treino em solo pátrio, já a trabalhar todos aspectos que serão tomados em conta diante da África do Sul, na próxima terça-feira.

O seleccionador nacional, Chiquinho Conde, único que falou no habitual briefing antes do início dos treinos, disse que os trabalhos decorrem de forma tranquila até porque “começámos com menos jogadores e paulatinamente o grupo foi se compondo porque a ideia era mesmo essa, íamos mesmo trabalhar com 23 jogadores”, destacando a integração de Teixeira como terceiro guarda-redes, uma vez que “havia possibilidade de um dos guarda-redes do sub-23 integrar este grupo de trabalho, mas a distância e também pela performance que a equipa teve ontem, ainda bem, tudo indica que nós iremos continuar na competição, por isso resolvemos trazer um dos guarda-redes que já esteve na nossa lista do sub-23”.

As outras alterações trazidas por Chiquinho Conde foi a integração de Danilo, devido a indisponibilidade do Bruno Langa, ainda inserido no play-off para a subida em Espanha, para além de Ali Abudo, que chega para o lugar de Luís Miquissone, que depois da ecografia feita, notou-se uma debilidade física, impedindo o jogador da União Desportiva de Songo de continuar.

Ernan, por seu turno, teve queixas no ombro, mas continua a trabalhar e o seleccionador nacional espera que esteja em condições de dar o seu contributo nesta missão. 

Em termos de trabalho em campo, Chiquinho Conde disse que “vamos continuar sempre na senda de trabalhar aquilo que são as nossas ideias, a forma como nós iremos sair a jogar no jogo com a África do Sul, que eu quero potenciar esta mesma situação, a ligação que nós temos tido”, lembrando as dificuldades que os Mambas tiveram no último embate diante da Argélia, nomeadamente a ligação defesa-ataque que considera ter faltado.

Chiquinho Conde diz que quer observar mais os jogadores que não têm tido minutos nos Mambas, casos de Jonatham Muiomo, o Clésio, Gildo, entre outros.

 

“SE NÃO DÁ PARA GANHAR, TAMBÉM NÃO DÁ PARA PERDER”

Apesar de ser um jogo amigável, o seleccionador nacional assegura que o combinado nacional não vai facilitar e acredita que os jogadores vão dar o seu máximo para que o slogan do balneário continue válido.

“Num jogo de futebol é possível os três resultados. Obviamente que todos os intervenientes querem o melhor e o melhor é ganhar, mas se isso não acontecer, o nosso lema passa por aí mesmo, se não der para ganhar, também não dá para perder. Porque, independentemente de ser um jogo amigável, faz parte do programa da Data-FIFA e é importante também testar todas as nossas nuances, porque o que está aqui em causa é a selecção nacional”, explica Chiquinho Conde.

O seleccionador nacional diz que as ausências confirmadas de Reinildo Mandava, que vai disputar o Mundial de Clubes, o Alfonso Amade, que está atrás da sua situação contratual, Ricardo Guimarães e Pepo, que por motivos inerentes à programação do início da temporada estão indisponíveis para além de Geny Catamo, não vão criar constrangimentos nos objectivos do grupo.

Até porque são jogadores que fazem parte da espinha dorsal, tal como alguns que estão presentes, que fazem do grupo principal, mas também do CHAN, dentre eles Mexer, Edmilson, Chamboco, Nené e outros.

Ainda assim, Conde diz estarem reunidas as condições para uma boa partida de futebol.

“Por isso, estão aqui reunidas as condições para que também eles desfrutem deste momento. E tenham uma palavra a dizer e mostrarem também que, em alguns momentos, posso contar com eles para qualquer desafio que, à posterior, possa acontecer”, disse, tendo em conta os jogos de qualificação ao Mundial-2026 e a fase final do Campeonato Africano das Nações, de Dezembro deste ano.

“Em Setembro, que é muito importante para a qualificação ao Campeonato do Mundo, e em Outubro também. E depois, quiçá, estarem presentes todos eles no grupo da fase final do CAN”, frisou. 

Prestação dos sub-23 vai impulsionar Mambas frente aos Bafana Bafana

Com a selecção sub-23 a disputar o torneio COSAFA e depois de ter vencido a África do Sul no jogo inaugural, o seleccionador nacional dos Mambas está mais motivado e confiante e considera que o resultado de Bloemfontein pode influenciar no jogo de Polokwane.

Conde começou por felicitar a delegação presente no COSAFA. “Antes de mais quero dar os parabéns a todos os elementos que constituem a delegação que está em Bloemfontein, inclusive a equipa técnica, onde nós todos trabalhamos e temos uma única ideia”.

Para Conde “é motivo de satisfação para todos nós, porque penso que é a primeira vez na história que nós ganhamos a África do Sul, ainda por cima a anfitriã do torneio, uma selecção difícil, experiente, e ver aqueles jovens a jogarem com bravura, com muita responsabilidade e dinamismo, ajuda-nos também a pensar que nós temos alternativas para a selecção A. Uma e outra peça que poderá, posteriormente, entrar neste grupo de trabalho. Para mim é motivo de alegria, satisfação e para todos os moçambicanos também, porque é o Mamba que está a competir e quando se ganha, acho que é motivo de satisfação para todos”. 

 

MAMBAS PARTEM SÁBADO PARA POLOKWANE

Em termos de agenda de trabalhos dos Mambas, depois do treino desta quinta-feira os Mambas terão mais uma sessão de treinos esta sexta-feira, na Arena Lalgy, no Tchumeme, para afinar os aspectos técnicos-tácticos.

No sábado, os Mambas partem para África do Sul, numa viagem terrestre com destino a Polokwane, devendo realizar um treino de recuperação física, devendo então treinar no domingo e na segunda-feira no local do jogo.

O embate entre África do Sul e Moçambique terá lugar na terça-feira quando forem 19:30h de Maputo.

Imundice na vala de drenagem de Paquitequete, o histórico bairro da cidade de Pemba, em Cabo Delgado, está a pôr em risco a vida de pessoas, especialmente de crianças, que transformaram o local numa espécie de parque infantil.

A vala de Paquitequete nunca esteve limpa e sempre cheirou mal, mas agora, os moradores do bairro já não estão a suportar. 

“Esta vala precisa de limpeza para ficar bonita. Esta água entra nos quintais e quase todo bairro cheira mal porque não é bem tratada em termos de limpeza. Nós sempre fazemos limpeza, mas estamos cansadas porque esta vala é pequena. As garrafas e o lixo vêm de longe, das ilhas de Mfunvo e Kiziue [distrito de Metuge], trazidas pela maré alta, que faz transbordar água e até já destruiu muitas casas”, desabafou Mariamo Saide, moradora do bairro.

Além do lixo e do mau cheiro, os moradores de Paquitequete estão preocupados com a falta de segurança na vala e pedem a colocação de tampas, para evitar incidentes e proteger as crianças que passam ou brincam no local sem a noção do perigo.

“Esta vala deve ser coberta para não vermos lixo e as crianças passarem sem cair na água”, sugeriu Ngamo Yancubo, também residente do bairro.

O País procurou  ouvir do município de Pemba sobre as preocupações dos moradores de Paquitequete em relação a vala, mas mesmo com insistência, não obteve resposta.

Donald Trump, proibiu a entrada nos Estados Unidos de cidadãos de 12 países, com destaque para a Guiné Equatorial. Segundo uma proclamação publicada pela Casa Branca, esta quarta-feira, a medida visa proteger o país de terroristas estrangeiros.

Cidadão do Afeganistão, Birmânia, Chade, República Democrática do Congo, Eritreia, Haiti, Irão, Líbia, Somália, Sudão, Iémen e Guiné Equatorial, esta última membro da CPLP, estão proibidos de entrar nos Estados Unidos a partir do dia 09 de Junho.

A medida foi decretada pelo Presidente dos Estados Unidos da América, Donald Trump, que diz que vai proteger o país do terrorismo estrangeiro.

“É por isso que, no meu primeiro dia de volta ao cargo, ordenei ao Secretário de Estado que realizasse uma revisão de segurança das regiões de alto risco, e fizesse recomendações sobre onde as restrições deveriam ser impostas. Simplificando, não podemos ter migração aberta de nenhum país onde não possamos examinar e rastrear com segurança e confiabilidade aqueles que buscam entrar nos Estados Unidos”, disse Trump.

Sete outros países estão sujeitos a restrições, designadamente, Burundi, Cuba, Laos, Serra Leoa, Togo, Turquemenistão e Venezuela.

“A intensidade das restrições que estamos a aplicar depende da gravidade da ameaça representada. A lista está sujeita a revisão com base na implementação de melhorias substanciais. Da mesma forma, novos países podem ser adicionados à medida que ameaças surgirem ao redor do mundo. Mas não permitiremos a entrada em nosso país de pessoas que desejam nos prejudicar e nada nos impedirá de manter a segurança dos Estados Unidos”, acrescentou.

As restrições aplicam-se tanto à entrada de imigrantes como de não imigrantes, especifica a ordem executiva assinada por Trump, que é divulgada poucos dias depois do atentado no Colorado.

No domingo, um homem lançou engenhos incendiários contra os participantes numa marcha semanal, no Colorado, em apoio aos reféns israelitas detidos na Faixa de Gaza. Segundo a Casa Branca, o presumível autor do ataque encontrava-se em território norte-americano ilegalmente.

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