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Moçambique registou mais 150 novos casos de cólera e dois mortos num mês, elevando para mais de 9.700 os infectados e 91 óbitos acumulados num ano de epidemia, segundo dados oficiais.

No boletim mais recente da Direcção Nacional de Saúde Pública (DNSP) citado pela Lusa, com dados acumulados de 03 de Setembro de 2025 a 29 de Agosto de 2026, são registados 9.708 casos de cólera no país, dos quais 3.986 na província de Nampula, onde foram contabilizados 39 mortos. Seguem-se Tete, com 2.974 casos e 33 óbitos, e Cabo Delgado, com 1.137 infectados e oito mortos.

Há ainda registo de 1.076 infectados e seis mortos em Sofala, 386 infectados e três mortos em Manica, 146 infectados e dois mortos na Zambézia, além de um caso na província de Maputo e um na cidade de Maputo, sem óbitos associados. Gaza contabiliza igualmente um caso e nenhum óbito.

Em Agosto de 2026 que Moçambique tinha registado mais de 450 casos de cólera e três mortos em quase dois meses, chegando a 9.553 infetados e 89 óbitos nesta epidemia, com base na actualização feita na altura.

No início de 2026, no pico do surto que depois passou a ser classificado como epidemia, chegaram a ter transmissão ativa de cólera pelo menos 42 distritos, essencialmente no centro e norte, e mais de 100 casos diários.

Actualmente, de acordo com o último boletim da DNSP, já não se registam casos diários e não há doentes internados, queda associada ao fim da época das chuvas, em abril, e a taxa de letalidade mantém-se em 0,9%.

No surto de cólera entre 17 de outubro de 2024 e 20 de Julho de 2025 foram registados 4.420 infectados, dos quais 3.590 em Nampula, e um total de 64 mortos.

O novo Quadro de Ação Antecipatória das Nações Unidas à cólera em Moçambique prevê financiamentos até 1,7 milhões de euros para intervenções rápidas antes que os surtos se agravem, como o atual.

O documento foi aprovado em 22 de Maio pelas estruturas do Escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA) e estabelece um mecanismo que liga dados epidemiológicos a financiamento imediato, permitindo agir precocemente e evitar crises de maior dimensão.

Acrescenta que a cólera continua a representar uma grave ameaça de saúde pública em Moçambique, com surtos recorrentes associados à falta de acesso à água potável, condições de saneamento deficientes e fenómenos climáticos extremos, como ciclones e inundações.

O novo quadro que antecipa o combate à cólera aprovado pelo OCHA define que a resposta será ativada com base em dados semanais sobre diarreia aquosa aguda, permitindo identificar rapidamente aumentos anormais de casos. Uma vez ultrapassados os limiares predefinidos, as acções serão desencadeadas automaticamente, evitando atrasos na mobilização de recursos.

Um dos elementos centrais do mecanismo é o financiamento pré-posicionado através do Fundo Central de Resposta a Emergências (CERF), que disponibilizará até 1,5 milhões de dólares para o período de vigência de dois anos. Cada ativação pode libertar 750 mil dólares, permitindo duas intervenções rápidas durante esse período.

Além do financiamento direto do CERF, o plano prevê cofinanciamento por parte das agências envolvidas, elevando o valor total mobilizável para perto de dois milhões de dólares, incluindo recursos adicionais destinados à preparação e implementação no terreno.

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No âmbito da sua visita de trabalho à província de Sofala, o Presidente da República reuniu-se esta quarta-feira com o Régulo Mangunde, uma das figuras mais influentes da autoridade tradicional no distrito de Chibabava.

O encontro, carregado de simbolismo político e cultural, foi marcado por um diálogo franco sobre os desafios locais e a importância de reforçar a governação de proximidade. O Chefe de Estado destacou a necessidade de valorizar as lideranças tradicionais como parceiras fundamentais na construção de um Moçambique mais coeso, inclusivo e em paz.

O Régulo Mangunde é amplamente reconhecido na região não apenas pelo seu papel histórico, mas também por ser pai do falecido líder da RENAMO, Afonso Dhlakama, uma das figuras mais emblemáticas da história política recente do país. A audiência, portanto, representou também um gesto de reconciliação nacional, simbolizando o compromisso do Presidente com a unidade entre os moçambicanos.

Durante a conversa, foram abordados temas como o desenvolvimento sustentável, a coesão social e a preservação dos valores culturais e históricos. O Presidente sublinhou o papel das autoridades tradicionais na pacificação das comunidades, na mediação de conflitos e na mobilização das populações para os programas de desenvolvimento.

“O nosso compromisso é com todos os moçambicanos, independentemente da sua origem ou filiação. As lideranças tradicionais são verdadeiros guardiões da nossa identidade e pilares de estabilidade social”, declarou Chapo.

Por sua vez, o Régulo Mangunde expressou gratidão pela visita e manifestou total disponibilidade para continuar a colaborar com o Governo em prol da paz, do progresso e da harmonia comunitária. “A liderança tradicional continuará a ser uma ponte entre o Estado e o povo, promovendo os valores de respeito, união e desenvolvimento”, afirmou.

Este encontro é interpretado como um marco importante no processo de reconciliação nacional e na valorização das instituições tradicionais, demonstrando a aposta do Governo num desenvolvimento assente no diálogo, na escuta ativa e no respeito mútuo.

Há mais um caso confirmado da Varíola dos Macacos, na província de Niassa. Assim, o número de casos da doença no país subiu para quatro. 

Os casos positivos da MPOx, ou simplesmente Varíola dos Macacos, começam a subir, na província de Niassa. 

Dados do Ministério da Saúde apontam que, nas últimas 24 horas, foram testadas 11 amostras, onde foi detectado mais um um novo caso positivo da doença, no distrito do Lago. 

Assim, passou para quatro, o número de casos cumulativos confirmados. 

10 amostras foram negativas e os pacientes tiveram alta do isolamento domiciliar. 

No mesmo período, o sector da saúde diz ter identificado cinco novos casos suspeitos da Varíola dos Macacos, que, entretanto, ainda não foram testados. 

Ainda não há registo de óbitos.

Desde a eclosão da doença, foram rastreados 27 contactos que se encontram em seguimento.   

O Ministério da Saúde reitera que a Mpox é perigosa e alerta sobre a necessidade de reforçar as medidas de combate, tais como, lavar as mãos com frequência, evitar o contacto físico com pessoas doentes ou suspeitas e a partilha de roupas, toalhas com pessoas infectadas.

No dia 31 de Julho, pelas 17h30, na galeria do Camões — Centro Cultural Português em Maputo, será lançado o livro “As Coisas do Morto”, do poeta Francisco Guita Jr. 

A obra poética “As Coisas do Morto”, finalista do Prémio Literário Mia Couto 2025, é composto por 69 textos estruturados em fragmentos numerados e 88 páginas.

Segundo o escritor Pedro Pereira Lopes, editor da Gala-Gala, citado na nota de imprensa da editora, o livro “parte da dialéctica entre a vida e a morte, não como polos opostos, mas como estados intrinsecamente conectados, onde a finitude da experiência terrena projecta a urgência do sentir e do viver. Guita Jr. questiona a própria noção de tempo e permanência, utilizando a imagem recorrente da gaveta como um repositório de fragmentos de vida — memórias, objectos simbólicos, escolhas e silêncios — que co-existem e desdobram-se em diferentes temporalidades”.

Na mesma nota de imprensa, a Gala-Gala escreve, citando Pedro Pereira Lopes, “temas como a escolha e o caminho são abordados com uma sensibilidade que oscila entre a introspecção e a interpelação directa ao leitor. A figura do poema é também metalinguisticamente explorada. Finalmente, a obra culmina numa poderosa meditação sobre a liberdade e a resistência, onde o “não” assume uma dimensão libertadora e a paixão é exaltada como força motriz capaz de transcender o ódio e a dor”.

“As Coisas do Morto” saí pela colecção Biblioteca de Poesia Rui de Noronha, da Gala-Gala Edições, e é o segundo livro de Guita Jr. Pela editora. 

Sobre o autor

Francisco Guita Jr. nasceu em Inhambane, em 1964. Inicia a sua actividade literária no Xiphefo, Caderno Literário, em 1987, do qual é membro fundador.

Estreia-se em 1997 com o livro de poesia “O Agora e o Depois das Coisas”. Em 2000 publica “Da Vontade e de Partir” (Prémio FUNDAC — Rui de Noronha, 1999) e “Rescaldo” (1.º Prémio de Poesia TDM — Telecomunicações de Moçambique, 2001). Lança em Portugal e Moçambique, em 2006, “Os Aromas Essenciais”, e “Los Aromas Essenciales” em 2010. Em 2020 publica, em Moçambique e Angola, o livro “Da Pele do Rosto/ A Coisa do Tempo”. “Chãos e Outras Arritmias”, de 2023, venceu o Prémio de Poesia Reinaldo Ferreira 2022.

Três adolescentes, de 13 anos, estudantes da 7ª classe e jogadores de basquetebol do clube Ferroviário da Beira morreram de forma trágica, no passado domingo, quando um chapa-100 embateu violentamente na barbearia, onde eles estavam a cortar cabelos. 

De acordo com dados da Polícia, o automobilista da viatura desobedeceu uma ordem para parar, de modo que fosse fiscalizado. Durante a fuga, em alta velocidade,  o automobilista perdeu o controlo do carro na rua 33 e bateu com violência numa barbearia, cerca das 19 horas do passado domingo.

No interior, estavam quatro adolescentes e três  deles morreram no local do sinistro. Guilherme Francisco é o único sobrevivente, que saiu lesionado na perna esquerda e uma das vítimas era seu irmão. 

O proprietário do estabelecimento disse que o motorista do  chapa-100, depois de destruir a barbearia tentou fugir e provocou outros danos humanos.  

As três vítimas eram atletas da equipa sub-14 de basquetebol, que, um dia antes da morte, contribuíram para que a sua equipa fosse apurada para a final do torneio de basquetebol, promovido pela Cornelder de Moçambique.

De acordo os moradores do bairro, os acidentes são frequentes naquela rua, por isso, exortaram o município  da Beira a colocar lombas nesta rodovia, pois existem nas proximidades três escolas.

As três vítimas mortais do acidente em referência foram sepultadas, nesta terça-feira.  

É mais  um suposto triângulo amoroso que  termina em morte, na província de Gaza. Mário Moiane de 54 anos de idade perdeu a vida, na tarde de segunda-feira, após consumir uma refeição supostamente envenenada, na sua residência em Chongoene. 

Há suspeitas do envolvimento de uma das duas esposas, aliás, a segunda, com quem mantinha relações há três anos.

De acordo com autoridades locais e vizinhos,  a mulher  de 40 anos de idade, ora detida,  teria descoberto na semana passada   que  o malogrado  pretendia terminar a relação, para reatar com a primeira esposa, com quem esteve casado por oito anos. O fato gerou revolta, discussões e ameaças por alguns dias antes da tragédia.

A primeira esposa confirma que o finado manifestava interesse em encerrar a nova relação, e mantém suspeita de que  tenha sido envenenado pela sua rival.

As autoridades da polícia confirmaram a morte e detenção da segunda esposa do malogrado, mas ainda aguarda-se os resultados de medicina legal para que se saibam as causas da morte. 

 

O Presidente Angolano, João Lourenço, recebeu, na terça-feira, em audiência no Palácio da Cidade Alta, o Príncipe Henry Charles Albert David, Duque de Sussex, que está em Angola, para o fortalecimento do trabalho de desminagem, segundo escreve a imprensa local.

O Príncipe Harry é embaixador da Halo Trust, organização sem fins lucrativos especializada na limpeza de escombros de guerras, tais como minas terrestres e armamentos não detonados em zonas de guerra pós-conflito. 

O Duque de Sussex, como também é conhecido, já esteve em Angola em outras ocasiões com o mesmo objectivo.

Segundo o Jornal de Angola, em Setembro do ano passado, a Halo Trust enalteceu o empenho do Presidente João Lourenço no processo de desminagem em Angola, durante um reconhecimento feito pelo próprio Príncipe Harry.

Angola alcançou, nos últimos anos, milhares de hectares desminados, o que está a permitir o regresso à agricultura e ao turismo em áreas antes inacessíveis, devido à presença de minas terrestres.

O Príncipe Harry sublinhou que o seu envolvimento nesta missão significa muito para a memória da sua mãe, Princesa Diana, que também se dedicou a esta causa. 

Ao pronunciar-se sobre este assunto, o ministro das Relações Exteriores, Téte António, citado pelo Jornal de Angola, fez saber que Angola é dos poucos países no mundo que paga a sua própria desminagem, gastando cerca de 60 milhões de dólares. 

Pelo menos 27 pessoas foram mortas e várias ficaram feridas, num ataque desencadeado por um grupo de homens armados no estado de Plateau, no centro da Nigéria, segundo fontes locais.

“Vinte e sete pessoas inocentes foram mortas a tiros e algumas a golpes de machetes, principalmente mulheres. Muitos feridos foram transportados para o hospital. Suspeitamos que os agressores sejam criadores de gado, [da etnia] fula”, disse Haggai Gankis, secretário da organização local dedicada à juventude, Berom Youth Moulders, citado por Notícias ao Minuto.

O estado de Plateau sofre há muito tempo com a violência, que se intensificou recentemente devido aos efeitos das alterações climáticas, entre criadores de gado, muçulmanos e agricultores, predominantemente cristãos, pelo controlo de terras e recursos.

Segundo Gankis, o ataque ocorreu na noite de segunda-feira, quando os agressores entraram numa aldeia, dispararam e mataram as suas vítimas.

“Estávamos a dormir quando ouvimos tiros. Os assaltantes dispararam (…) [e] também usaram machetes para matar muitas pessoas”, disse David Chuwang, um morador.

Segundo Chuwang, entre os cadáveres, foram encontrados alguns queimados e, por isso, irreconhecíveis.

 

O livro “Belmiro Simango – Black Simon – O Embondeiro do Basquetebol Moçambicano” é lançado hoje, no auditório do BCI, em Maputo. O livro faz parte do projeto “Memórias das Personalidades Desportivas Nacionais”. 

O evento é promovido pelo Ministério da Juventude e Desporto, através do Instituto Nacional do Desporto. 

O lançamento é uma homenagem a Belmiro Simango, uma figura proeminente no basquetebol moçambicano. O livro celebra a sua trajetória e contribuição no desporto moçambicano.

A Liga Moçambicana de Futebol precisa de 100 milhões de meticais para garantir a continuidade do Moçambola 2025, nomeadamente para o transporte aéreo. Nesta terça-feira, a LMF apresentou as suas dificuldades ao ministro da Juventude e Desporto, que garantiu apoio para o prosseguimento da prova.

O Moçambola disputou as primeiras cinco jornadas quase sem sobressaltos, ainda que os jogos fossem adiados para datas próximas, devido à logística da empresa Linhas Aéreas de Moçambique em disponibilizar lugares nos seus aviões, mas todos foram realizados.

Os problemas surgem à entrada da sexta jornada, quando a companhia aérea de bandeira nacional suspender as passagens aos clubes do Moçambola, devido ao não pagamento dos valores dos bilhetes.

Do orçamento inicial de perto de 180 milhões de meticais para viabilizar a prova, 64,7% era destinado ao transporte aéreo, ou seja, pouco mais de 116 milhões de meticais, um valor que aumentou em relação aos anos anteriores, mesmo devido à retirada da bonificação à metade da passagem de cada membro das delegações.

A Liga Moçambicana de Futebol não pagou os valores das passagens, e a empresa Linhas Aéreas de Moçambique fechou as portas.

O Moçambola parou e agora se buscam soluções para que seja retomado e chegue ao fim. A principal dificuldade da Liga Moçambicana de Futebol é o orçamento para o transporte aéreo, segundo disse Alberto Simango Jr., presidente do organismo que gere o Moçambola.

“Em termos orçamentais, o que nós estamos a precisar, neste momento, é de qualquer coisa como 100 milhões de meticais para pagar as passagens, é isso que nós precisamos, porque da época passada para esta, houve um incremento de 100% do custo da passagem, portanto, é isso que está a nos trazer algum custo”, disse Simango.

O facto é que a bonificação que era feita pelas Linhas Aéreas de Moçambique deixou de existir, o que dificulta qualquer acção orçamental da Liga Moçambicana de Futebol, de acordo com Alberto Simango Jr.

“No ano passado, nós viajávamos com cerca de 21 mil meticais por cada passageiro, ou cada atleta, e desta vez são 42 mil”, explicou, garantindo entender as razões que levaram a LAM a exigir o pagamento de 100% da passagem aérea.

“Nós entendemos as razões que a empresa tem, naturalmente, mas não cabe a nós decidirmos. Com este incremento, que é justificável, segundo eles, temos algumas dificuldades, mas o orçamento é esse mesmo, são 100 milhões de meticais”, clarificou.

MOÇAMBOLA SEM DATA PARA RETOMA

Com este défice orçamental de 100 milhões de meticais, Alberto Simango Jr. não sabe quando o Moçambola vai retomar, até porque ainda não há solução para o problema.

Assim, a direcção da Liga Moçambicana de Futebol está à espera da possível solução governamental, por isso pode não haver Moçambola nesta semana.

“Antes é difícil dizer se teremos ou não teremos, mas o importante é que ficou claro com as declarações de Sua Excelência, Ministro da Juventude e Desporto, que o governo vai intervir e Moçambola vai continuar a existir. Portanto, se será esta semana ou não, esperemos para ver”, destacando haver ainda tempo para decisões, até porque “hoje ainda é terça-feira”.

Simango diz mesmo que se dependesse de razões meramente desportivas, “podia dizer que sim”, mas remata que há questões que não dependem de si. “Vamos acompanhar o que o Governo é capaz de fazer nas próximas horas, nos próximos tempos, e aí diremos quando é que nós retomamos.”

O Moçambola disputou apenas um jogo da sexta jornada do Moçambola, com o Baía de Pemba a vencer o Ferroviário de Nampula por duas bolas sem resposta.

CAIFADINE MANASSE NÃO TEM VARINHA MÁGICA PARA CRISE DA LMF

O ministro da Juventude e Desporto, Caifadine Manasse, ouviu as preocupações da Liga Moçambicana de Futebol mas não tem a varinha mágica para os problemas do Moçambola.

Manasse prometeu apenas que vai fazer contactos e trabalhar com outros segmentos para garantir o retorno da prova.

“Isto é algo que tem a ver com transportes. Neste caso, o que vamos fazer como governo é trabalhar com os nossos colegas que estão nesta área”, garantiu, reconhecendo os desafios que as LInhas Aéreas de Moçambique têm pela frente, num momento do processo de reestruturação muito séria para adequá-la àquilo que são as exigências.

“Nós, como o Ministério da Juventude e Desporto, estamos a trabalhar afincadamente para encontrar soluções para a área de desporto para os próximos tempos”, prometeu Manasse.

Aliás, o ministro da Juventude e Desporto prometeu que a imprensa será a primeira a saber das soluções que serão encontradas, afinal os media “sempre sabe das coisas até antes de acontecerem”, por isso “o que vamos fazer é trabalhar para que a mídia saiba quais são os passos que vamos seguir, como governo”.

Sem solução à vista, o Moçambola continua parado, num ano atípico em que iniciou tarde e deve encerrar até Novembro, para dar lugar à preparação dos Mambas que em Dezembro vai disputar o CAN 2025, em Marrocos.

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