Skip to main content

O País – A verdade como notícia


ÚLTIMAS

Destaques

NOTÍCIAS

Um automobilista morreu carbonizado na madrugada deste sábado, na sequência de uma colisão entre uma viatura ligeira e um camião, na Estrada Nacional Número Um (EN1), no Distrito Municipal da Katembe, Cidade de Maputo. O acidente provocou ainda dois feridos.

O sinistro ocorreu nas primeiras horas da manhã e destruiu completamente a viatura ligeira, que se incendiou após o embate, impossibilitando o condutor de escapar às chamas.

No camião seguiam duas pessoas. Uma sofreu ferimentos graves e a outra contraiu ferimentos ligeiros. Ambas foram socorridas e transportadas para uma unidade hospitalar, onde recebem assistência médica.

O proprietário do camião afirmou que, de acordo com as informações que lhe foram transmitidas, o veículo seguia normalmente no seu percurso quando ocorreu a colisão.

As circunstâncias em que o acidente se deu continuam por esclarecer. Contudo, a Polícia de Trânsito admite, como hipótese preliminar, que o sinistro tenha resultado de uma alegada circulação em contramão por parte do condutor da viatura ligeira. As investigações prosseguem para o apuramento das causas do acidente.

Até ao fecho desta edição, as viaturas sinistradas permaneciam no local do embate, enquanto decorriam os trabalhos das autoridades competentes.

Vídeos

NOTÍCIAS

A Delegada da Renamo em Nampula, Abiba Aba, nega haver uma contestação generalizada à liderança de Ossufo Momade. Abiba Aba disse ainda que a delegação da sua província não foi encerrada e os trabalhos decorrem normalmente. 

Abiba Aba, delegada da Renamo em Nampula, disse, nesta quarta-feira, que está em curso um diálogo entre a liderança do partido e os desmobilizados de guerra, para juntos encontrarem a solução dos problemas levantados.  A delegada diz ainda que não houve encerramento da sede da Renamo em Nampula. 

“É uma delegação grande e todos sabemos. A Renamo é também um partido reconhecido a nível nacional e internacional. Eu acho que se existe algum problema, é preciso haver uma sentada para se ultrapassar o problema.  A sentada está a acontecer na cidade de Maputo e, infelizmente, não pude ir, porque tenho alguns trabalhos pessoais”, explicou. 

Abiba Aba assumiu que pode haver um grupo descontente com Ossufo Momade, mas nega que seja um problema geral. “Estamos aqui nós, somos Nampulenses, Macuas de raiz. Estamos aqui porque Ossufo Momade existe. Estão aqui para receber a delegada da Renamo, nomeada pelo presidente Ossufo Momade”.  

O Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC) incinerou, hoje, na cidade de Chimoio, província de Manica, cerca de 400 quilogramas de cannabis sativa, vulgarmente chamado “suruma”. Foram igualmente incinerados fármacos e bebidas de fabrico caseiro, cujo proprietário da indústria operava ilegalmente. 

O SERNIC diz que está a fazer de tudo para que Manica não seja um corredor de tráfico e consumo de drogas. Esta quarta-feira, procedeu-se à incineração de suruma, uma droga que é produzida, consumida e traficada de forma abundante na província.

Não é apenas a suruma que preocupa o SERNIC. Foi possível também desmantelar uma fábrica clandestina de bebidas, que também foram destruídas na lixeira de Chizombero.

O SERNIC revela que, nos últimos tempos, o consumo de drogas na província de Manica, especialmente na cidade de Chimoio, tem aumentado de forma preocupante. A situação é ainda mais alarmante porque há casos de uso de drogas até em ambientes escolares. Apesar disso, a instituição garante que está a intensificar acções para combater o problema.

O secretário-geral da ONU, António Guterres, condenou o tiroteio perto de um centro de distribuição de ajuda humanitária no sul da Faixa de Gaza, que fez 27 mortos, uma situação que o seu porta-voz descreveu como inconcebível.

“É inaceitável que os civis arrisquem e, por vezes, percam a vida simplesmente à procura de comida”, disse Stéphane Dujarric aos jornalistas, citada por Notícias ao Minuto, reiterando o apelo para uma investigação independente e já exigida após incidentes semelhantes esta semana.

O Exército israelita anunciou que abriu uma investigação depois de a Cruz Vermelha ter confirmado a morte de 27 palestinianos após um tiroteio, ocorrido perto de um centro de distribuição de ajuda humanitária no sul da Faixa de Gaza.

Na manhã de ontem, os soldados israelitas “dispararam tiros de aviso (…) contra suspeitos que se aproximavam de uma forma que colocava a sua segurança em risco”, referiu Effie Defrin, porta-voz do Exército israelita.

“O incidente está sob investigação e vamos esclarecer completamente” o sucedido, acrescentou, indicando que o Exército “não estava a bloquear o acesso dos residentes de Gaza” aos pontos de distribuição de ajuda humanitária.

“Pelo contrário, estamos a permitir. É o Hamas que está a impedir esse acesso”, contrapôs, em referência ao grupo islamita palestiniano que governa o território desde 2007.

O Comité Internacional da Cruz Vermelha (CICV) confirmou a morte de 27 pessoas nos incidentes junto do centro de distribuição de ajuda humanitária, tal como já tinham informado anteriormente as organizações de socorro do território palestiniano.

“Ao início desta manhã, o hospital de campanha da Cruz Vermelha, com 60 camas, em Rafah (sul), recebeu um fluxo massivo de 184 doentes. Dezanove deles foram declarados mortos à chegada, e outros oito sucumbiram aos ferimentos pouco depois. A maioria dos doentes foi baleada”, descreveu o CICV em comunicado.

Os incidentes com tiros tornaram-se quase diários após uma fundação apoiada por Israel e pelos Estados Unidos ter estabelecido pontos de distribuição de ajuda humanitária dentro de zonas militares israelitas, um sistema que, segundo a organização, visa evitar o Hamas.

As Nações Unidas rejeitaram o novo sistema, alegando que não responde à crescente crise de fome no território e permite a Israel utilizar a ajuda humanitária como arma.

A organização em causa, a Fundação Humanitária de Gaza (GHF), nomeou entretanto um pastor evangélico de direita, o reverendo Johnnie Moore, para a sua liderança.

Em comunicado, a entidade privada encarregada desde a semana passada de entregar ajuda humanitária a um único local no sul da Faixa de Gaza anunciou que o reverendo, nomeado comissário para a Liberdade Religiosa Internacional pelo Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, será o seu novo diretor-geral.

A Ucrânia classificou como ultimatos irrealistas os termos de paz apresentados pela Rússia, durante as negociações em Istambul, considerando que as propostas não vão pôr fim à guerra.

“Em vez de responder às nossas propostas construtivas em Istambul, a Rússia apresentou uma série de ultimatos que não contribuem para uma paz genuína”, frisou o ministro dos Negócios Estrangeiros ucraniano, Andriy Sybiga, na rede social X, citado por Notícias ao Minuto.

Andriy Sybiga lamentou que “o formato de Istambul se tenha transformado em reuniões sobre trocas de prisioneiros de guerra”, sem “resultados tangíveis” para o fim da ofensiva russa lançada em Fevereiro de 2022.

A Rússia reconheceu que a resolução do conflito com a Ucrânia é “extremamente complexa”, um dia depois de novas conversações russo-ucranianas na Turquia terem terminado sem um acordo de cessar-fogo.

Os russos e os ucranianos reuniram-se em Istambul, na segunda-feira, para uma segunda ronda de negociações sob mediação turca, após uma primeira reunião em 16 de Maio.

No entanto, até agora, os esforços diplomáticos para encontrar uma saída para a ofensiva russa produziram poucos resultados, com Moscovo e Kiev a concordarem apenas com a troca de prisioneiros e de corpos de soldados mortos na frente de combate.

“A questão da resolução do conflito é extremamente complexa e envolve muitas ‘nuances'”, disse o porta-voz do Kremlin (presidência), Dmitri Peskov, citado pela agência de notícias France-Presse (AFP).

Moscovo pretende, acima de tudo, “eliminar as causas profundas do conflito” para alcançar a paz com Kiev, referiu.

Peskov elogiou, no entanto, os acordos importantes alcançados em Istambul, garantindo que “o trabalho vai continuar”.

Segundo o memorando, publicado pelas agências noticiosas russas TASS e Ria Novosti, Moscovo exige uma “retirada completa” do exército ucraniano das regiões parcialmente ocupadas de Donetsk e Lugansk (leste) e de Zaporijia e Kherson (sul).

Tal retirada deve ocorrer antes do “estabelecimento de um cessar-fogo de 30 dias”.

Outras exigências incluem o “reconhecimento legal internacional” das quatro regiões e da península da Crimeia, anexada em 2014, como territórios russos, bem como a neutralidade da Ucrânia, numa altura em que Kiev pretende aderir à NATO.

Todas estas exigências maximalistas já foram rejeitadas no passado pela Ucrânia, que, por sua vez, pede a retirada do exército russo do território ucraniano, cerca de 20% do qual está ocupado por tropas de Moscovo.

Peskov também considerou improvável, num “futuro próximo”, um encontro entre Putin e os homólogos ucraniano, Volodymyr Zelensky, e norte-americano, Donald Trump, sugerido pela Turquia na segunda-feira e pedido por Kiev.

A Casa Branca disse que Trump estava pronto para se deslocar à Turquia para participar em tal cimeira.

Refira-se que mais de três anos depois, a guerra causou dezenas de milhares de mortos civis e militares dos dois lados, e o fim não parece estar à vista, como reconheceu hoje o porta-voz de Putin.

O Zimbabwe autorizou o abate de pelo menos 50 elefantes numa reserva no sul do país, devido ao excesso de animais e decorrente perigo para o ecossistema, informou hoje as autoridades locais.

Segundo a Autoridade de Parques Nacionais e Vida Selvagem do Zimbabwe (ZimParks), citada pelo Notícias ao Minuto, a Reserva Save Valley alberga atualmente cerca de 2.550 elefantes, muito acima da sua capacidade ecológica que é de apenas 800.

“O abate tem como objetivo controlar o crescimento da população de elefantes na região e, nesta primeira fase, vai centrar-se em 50 elefantes”, especificou a ZimParks em comunicado.

Nos últimos cinco anos, a Save Valley transferiu 200 elefantes para outras áreas protegidas no norte do país, como as reservas de Hurungwe e Sapi, numa tentativa de preservar o equilíbrio ecológico e proteger o ‘habitat’ de vida selvagem.

As autoridades informaram que a carne dos elefantes abatidos será distribuída às comunidades locais, e o marfim passará a ser propriedade do Estado e será entregue à ZimParks para ser guardado.

Em Setembro passado, o Governo do Zimbabwe activou um plano de controlo da população que previa o abate de cerca de mil elefantes, uma decisão tomada com o objetivo de aliviar a pressão sobre os recursos naturais.

Houve tumultos em Tete e dois agentes da Polícia Municipal foram vítimas de agressão física, protagonizada  por um grupo de mototaxistas durante uma acção de fiscalização ao longo da Estrada Nacional Número 7.

O desentendimento entre a Polícia municipal e os mototaxistas, começou pouco depois de os agentes terem apreendido cerca de 50 motorizadas, no âmbito de uma fiscalização que visava pressionar os prestadores de serviços de mototáxis a regularizar as suas licenças e manifestos. 

Os mototaxistas não gostaram da actuação e começaram a colocar barricadas ao longo da EN7, justamente nas proximidades da ponte Samora Machel e incendiaram pneus como forma de protestar contra a alegada má actuação. 

Os manifestantes ameaçam voltar a agredir os agentes e a interromper a circulação na ponte Samora Machel, caso as autoridades continuem com alegada má actuação na via pública.

O comandante da Polícia Municipal em Tete já reagiu ao assunto e confirmou a agressão aos dois agentes. No entanto, esclarece que a confusão foi motivada por um grupo de pessoas, cujas as motorizadas não têm licenças e manifestos.

Sem gravar entrevista, o Hospital provincial de Tete, confirma ter recebido dois pacientes vítimas de agressão física, mas explica que os pacientes já tiveram alta hospitalar.

O ex-Presidente da República, Filipe Nyusi, destacou o papel da diplomacia na recuperação da confiança das instituições financeiras e económicas internacionais para com o país e pediu aos diplomatas para continuarem a promover Moçambique.

“Acho que se recordam quando fomos abandonados pelo mundo financeiro por muitas razões, mas a vossa ação, a ação da diplomacia que representam, foi fantástica para nós devolvermos a confiança junto desses parceiros”, declarou o antigo chefe do Estado de Moçambique, ao receber em audiência a Associação dos Diplomatas de Moçambique (Adimo), que celebra este ano 50 anos da diplomacia moçambicana, após a independência, em 25 de junho de 1975.

Os parceiros internacionais suspenderam a ajuda na sequência do escândalo das dívidas ocultas, que envolveu vários governantes do executivo liderado por Armando Guebuza.

As instituições referenciadas retomaram as ajudas em 2022, no segundo mandato de Filipe Nyusi enquanto Presidente de Moçambique.

Em declarações aos jornalistas no final do encontro com a Adimo, Filipe Nyusi realçou que a diplomacia moçambicana conseguiu “manter” a confiança e criou “crédito” junto das instituições financeiras.

“Fizemos muito esforço e devolvemos o Banco Mundial, o FMI e alguns parceiros da comunidade internacional. Mesmo a questão de conseguirmos a primeira plataforma de gás, esse que já está a dar qualquer coisa (…) pela diplomacia conseguimos convencer, porque para aquela plataforma vir aqui (…) era preciso ir ao Japão, Coreia, Holanda, discutir [com] os compradores do gás, nada podia arrancar sem negócio e essa diplomacia foi conduzida pela casa da diplomacia”, acrescentou, citado pela Lusa.

O ex-Presidente lembrou aos diplomatas que o país é rico em diversos recursos e pediu empenho de todos para promover as suas potencialidades.

A selecção nacional de futebol realizou esta terça-feira o segundo treino para o embate diante da África do Sul, marcado para o dia 10 de Junho corrente. Os jogadores prometem dar tudo de si, para representar condignamente o país.

Segundo treino dos Mambas e já com novidades. Se já não contava com Geny Catamo, Domingues e Reinildo Mandava, de fora da convocatória, Bruno Langa é outra baixa confirmada, uma vez que está nos play-offs de acesso à primeira liga espanhola.

Chiquinho Conde chamou Danilo Muze para o lugar do lateral esquerdo do Almería da Espanha e está terça-feira já contava com Mexer e Kambala, que só se juntaram mais tarde.

A motivação é maior no balneário dos Mambas, com os jogadores a se mostrarem confiantes num bom resultado, apesar do adversário que terão pela frente.

Ivan Urrubal, guarda-redes dos Mambas, diz que o estado do espírito é sempre bom, até porque “é gratificante estar aqui com os colegas”, por essa razão “o espírito é sempre o mesmo, de alegria e de coesão”.

O guarda-redes moçambicano, que espera ser utilizado no jogo diante da África do Sul, diz ainda que os Mambas vão encarrar o jogo do mesmo que tem feito sempre “com muita responsabilidade, com as mesmas tácticas e técnicas que o misterm incumbindo em nós e o mesmo slogan ‘se não dá para ganhar também não dá para perder’”.

Jonatham Muiomo esteve ausente das últimas convocatórias de Chiquinho Conde, primeiro por lesão e depois por opção. Regressa aos Mambas e diz estar motivado e preparado para defrontar a África do Sul.

“Estou muito feliz por representar o país em qualquer jogo e é um prazer jogar aqui. E sim, é sempre um orgulho estar aqui”, disse o jogador que promete aplicar-se a 100%, caso seja chamado para representar os Mambas.

Jogo importante para os objectivos dos Mambas

No primeiro treino dos Mambas, o seleccionador nacional e um dos capitães dos Mambas consideram que seria um jogo difícil, mas que era para vencer.

O seleccionador começou por disse que os objetivos para este confronto com os Bafana-Bafana passam, essencialmente por competir para começar a preparar o próximo compromisso, que será em Setembro, a contar para a fase de apuramento ao Mundial 2026.

“Passa essencialmente por nós fazermos aqui um treino técnico-tático sempre, na nossa vertente de respeitar sempre o nosso modelo, a nossa ideia de jogo, daqueles que nós temos disponíveis, o único que não está aqui ainda é o Kambala, que chega esta tarde, o Mexer, que entra em estágio ainda hoje, mas que vai começar a treinar amanhã, e espera só se o Bruno terá ou não a disponibilidade de poder vir, e depois fazermos um treino técnico e tático, para que eles possam também estar familiarizados com aquilo que são as nossas ideias”, disse Chiquinho Conde.

Por seu turno, Edmilson Dove, que disse ter muitos amigos na selecção da África do Sul, quer provar suas valências, vencer os Bafana Bafana, considerando o jogo de especial.

“Tenho muitos colegas na seleção sul-africana, vai ser um jogo diferente e espero que a equipa de Moçambique saia vitoriosa. O ambiente no grupo de trabalho é de muita seriedade, foco e responsabilidade acima de tudo, porque sabemos que não é fácil vestir a camisola da seleção, tem peso e temos que representá-la com o mesmo respeito e a mesma determinação, é o que estamos a ver, todo o grupo está focado e estamos empenhados e esperamos que até lá tenhamos todas as pontas afirmadas”, considerou o Mamba.

O jogo amigável entre Moçambique e África do Sul terá lugar em Polokwane a 10 de Junho corrente.

O governo dos Países Baixos caiu esta terça-feira. O primeiro-ministro, Dick Schoof, demitiu-se depois de o líder do partido de extrema-direita, Geert Wilders, ter retirado o partido da coligação governamental.

Segundo o Notícias ao Minuto, os dois partidos desentenderam-se por causa da política de imigração.

O governo esteve em funções durante 11 meses. Era formado por uma coligação de quatro partidos.

O país deverá, agora, ir para eleições antecipadas.

Recentemente Wilders afirmou que o governo estava a demorar demasiado tempo a pôr em prática a “política de imigração mais rigorosa, jamais vista” nos Países Baixos.

Após a vitória eleitoral, que provocou reações em todo o continente europeu, as sondagens continuam a mostrar que o partido político de Wilders, o Partido da Liberdade (PVV), continua a ser o mais forte. No entanto, no fraturado sistema político do país, nenhum partido consegue obter uma maioria absoluta no Parlamento composto por 150 deputados. Assim, Wilders precisa de parceiros de coligação.

O quarto partido da atual aliança governamental, o Novo Contrato Social, que se afirma “anticorrupção”, caiu nas sondagens desde a saída do líder Pieter Omtzigt.

Os partidos de extrema-direita estão a crescer em toda a Europa. Em Maio, o partido de extrema-direita Chega ficou em segundo lugar nas eleições portuguesas. Na Alemanha, o AfD, partido de extrema-direita anti-imigração, duplicou o resultado nas eleições gerais de fevereiro para 20,8%.

+ LIDAS

Siga nos

Galeria