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O País – A verdade como notícia

Mambinhas entram com pé direito na defesa do título, ao golear Seychelles por 5-1. O grande teste da primeira fase será esta segunda-feira, diante de Angola, que venceu o Lesotho por 5-0, tornando-se, por isso, co-líder do grupo.

A selecção nacional de sub-20, os Mambinhas, entrou a vencer no torneio regional da Cosafa, ao derrotar Seychelles por 5-1.

Actual campeão do Cosafa, conquistado em 2020, Moçambique apresentou-se com uma selecção rejuvenescida no Estádio Mavuso, com Dário Monteiro a apostar numa equipa ofensiva.

Fazito, na baliza, Aylton, General, Valipaval e Atílio na zona defensiva, Traoré, DJ Zavala, Keyns, no sector intermediário, Edson, António e Chamito na frente do ataque, foram escalados pelo seleccionador nacional para este embate de estreia e do início da defesa do título.

Os campeões regionais dominaram o jogo como esperado, com uma série de ataques que prenderam os ilhéus no seu próprio meio campo.

O empate acabou por ser quebrado por António Sumbane, aos 14 minutos, que aproveitou o facto de o guarda-redes contrário estar fora da sua zona de jurisdição para abrir o marcador, resultado com o qual se foi ao intervalo.

Os ilhéus foram apanhados a “dormir” no início da segunda parte, quando Chamito Alfândega apareceu livre de marcação para fazer o segundo da partida, antes de Dénio Munhave, que tinha entrado na segunda parte, colocar os Mambinhas com um resultado mais confortável e dar contornos de goleada, aos 55 minutos.

Os campeões do Cosafa capitalizaram o facto de as Seychelles estarem desmoralizadas e Djwa Ramos, também ele entrado na etapa final, aproveitou para fazer mais dois golos no fim da partida, aos 79 e 80 minutos.

Já para lá do tempo regulamentar, foi Jahni Nourice a fazer o golo da consolação para as Ilhas Seychelles, fixando o resultado em 5-1.

Dário Monteiro diz ter ficado satisfeito com o resultado, mas não com a exibição, por isso, “vamos continuar a trabalhar para fazermos jogos melhores”, sem esquecer que “grande parte destes jogadores estão a vestir pela primeira vez a camisola da selecção nacional”.

José “DJ” Zavala acabou nomeado como o homem do jogo no arranque do grupo B do Cosafa sub-20.

Entram a vencer os Mambinhas, que assim iniciam da melhor a defesa do título. Segunda-feira, têm um duelo difícil diante de Angola, que também venceu o Lesotho por números expressivos (5-0).

Dário Monteiro diz que vai trabalhar para ultrapassar o adversário. “Vimos Angola a jogar, e é uma grande equipa, que nos vai criar dificuldades, mas vamos fazer de tudo para vencer o jogo”, disse Dário Monteiro.

Em caso de vitória frente a Angola, os Mambinhas garantem a qualificação às meias-finais da prova que decorre em Manzini, vizinho Reino de eSwatini.

O sorteio da fase final do CHAN 2023 já foi realizado, e os Mambas já conhecem os seus adversários. Trata-se da anfitriã Argélia e dos conjuntos do Mali e Líbia.

O seleccionador nacional de futebol, Chiquinho Conde, diz que o grupo não é fácil, como alguns consideram, tendo em conta o histórico de cada uma das selecções.

“Em relação ao sorteio que terminou há dias, apraz-me dizer que calhámos num grupo, para alguns, teoricamente acessível, precisamente por causa dos nomes dos países, mas esquecemos, muitas vezes, que esses mesmos países já participaram no CAN, falo, em particular, da Líbia, que já ganhou este troféu do CHAN, em 2014, e esteve nas meias-finais de um dos CHAN”, começou por dizer Chiquinho Conde.

E por falar da Líbia, que foi um dos participantes do Torneio Internacional de Nouakchott, na Mauritânia, Chiquinho Conde diz que teve oportunidade de analisar a selecção, mas “vamos continuar a observar este adversário, que é o nosso segundo adversário”.

Mas não é só a Líbia que preocupa o seleccionador nacional. A Argélia é um candidato nato, segundo Chiquinho Conde. Ainda assim, “nós vamos disputar com humildade, como sempre fazemos, o que é apanágio deste grupo, sempre a respeitar os nossos adversários e trabalhar arduamente para analisarmos, também, algumas incidências do comportamento técnico-táctico das equipas que militam no nosso grupo”.

Quanto à Etiópia, “vamos primeiro capitalizar todos os nossos esforços para analisar e trabalhar sobre a selecção da Etiópia, porque o primeiro jogo é sempre importante”, segundo o seleccionador nacional.

Mas mais importante de tudo, para Chiquinho Conde, é “nós arquitectarmos a nossa preparação, para que atempadamente tenhamos todas as condições para prepararmos e trabalharmos fundamentalmente as nossas ideias e depois trabalharmos pelas ideias dos pontos fracos e os pontos fortes dos nossos adversários”.

 

JOGADORES DA CAMPANHA LEVAM VANTAGEM NA CONVOCATÓRIA

Relativamente à possibilidade de escolha de jogadores para integrarem a selecção nacional no CHAN 2023, Chiquinho Conde não prefere fazer mais magias. Reconhece que o “futebol é o momento”, mas também assume que já tem a “espinha dorsal”, que “parte fundamentalmente do grupo que esteve connosco desde o início da nossa caminhada”.

Está ciente dos cenários que podem contribuir para que alguns jogadores não estejam presentes na fase final, como é o caso do mercado de transferências de Dezembro, que pode condicionar a ida de alguns jogadores, tal como aconteceu com Edmilson. Conde espera que “não saia nenhum jogador”.

Outrossim, é a condição física durante a prova. “Veremos, durante a competição, quem estará em melhores condições, e espero que ninguém se lesione, para que todos possam jogar e estar presentes neste torneio, porque o mérito foi de todos aqueles que participaram anteriormente no grupo”.

E esses, segundo Conde, “partem na polo position”, mas há sempre espaço e abertura para a entrada de qualquer jogador “que seja moçambicano e esteja a jogar no futebol local”.

 

QUALIFICAÇÃO FEITA COM MÉRITO

Para já, chegar à fase final do CHAN 2023, uma competição reservada a jogadores que actuam internamente nos campeonatos locais não deve ser vista como surpresa, mas como resultado de trabalho árduo que é levado a cabo pela equipa técnica e pelos jogadores.

Esta é a convicção de Chiquinho Conde, que diz que “chegámos a esse patamar com muito mérito. Aliás, há princípios que regem os Mambas e que ditaram este sucesso e o slogan ‘se não der para ganhar também não dá para perder’ está intrínseco no grupo, faz parte do nosso ADN e como deve calcular vai continuar”, disse Conde.

Entretanto, “é preciso caminharmos um pouco mais sobre o patamar que já conseguimos alcançar, e isso só se consegue com trabalho, com humildade, com respeito pelos nossos adversários, sabendo, de antemão, que há uma expectativa muito grande, obviamente, mas tudo depende também daquele que vai ser a nossa performance”, concluiu Chiquinho Conde.

A fase final do CHAN da Argélia terá lugar em Janeiro do próximo ano, com a presença de Moçambique e mais 17 melhores selecções africanas.

A selecção nacional de sub-20, os Mambinhas, entrou a vencer no torneio regional da Cosafa, ao derrotar as Seychelles por 5-1.

Actual campeão do Cosafa, conquistado em 2020, Moçambique apresentou-se com uma selecção rejuvenescida no Estádio Mavuso, com Dário Monteiro a apostar numa equipa ofensiva.

Fazito, na baliza, Aylton, General, Valipaval e Atílio na zona defensiva, Traoré, DJ Zavala, Keyns, no sector intermediário, Edson, António e Chamito na frente do ataque, foram escalados pelo seleccionador nacional para este embate de estreia e do início da defesa do título.

Os campeões regionais dominaram o jogo como esperado, com uma série de ataques que prenderam os ilhéus no seu próprio meio campo.

O empate acabou sendo quebrado por Antonio Sumbane, aos 14 minutos, que aproveitou o facto do guarda-redes contrário estar fora da sua zona de jurisdição para abrir o marcador, resultado com o qual se foi ao intervalo.

Os ilhéus foram apanhados a “dormir” no início da segunda parte quando Chamito Alfândega apareceu livre de marcação para fazer o segundo da partida, antes de Dénio Munhave, que tinha entrado na segunda parte, colocar os Mambinhas com um resultado mais confortável e dar contornos de goleada, aos 55 minutos.

Os campeões do Cosafa capitalizaram o facto das Seychelles estarem desmoralizados e Djwa Ramos, também ele entrado na etapa final, aproveitou para fazer mais dois golos no final da partida, aos 79 e 80 minutos.

Já para lá do tempo regulamentar foi Jahni Nourice a fazer o golo da consolação para as Ilhas Seychelles, fixando o resultado em 5-1.

José “DJ” Zavala acabou nomeado o homem do jogo no arranque do grupo B do Cosafa sub-20.

Entram a vencer os Mambinhas, que assim iniciam da melhor a defesa do título. Segunda-feira tem um duelo difícil diante de Angola.

É o regresso do “roncar” dos motores do GP Picanto Cup e Modificados ao Autódromo Internacional de Maputo. É o regresso da pura adrenalina, perícia e técnica ao volante e sobre rodas de viaturas cuja aceleração pelos pilotos convida os amantes do desporto moçambicano a viverem momentos de grande emoção.

No regresso, após um período de cerca de dois meses sem poder mostrar a verdadeira arte de conduzir, os pilotos irão procurar, a cada manga, a cada curva e à entrada da chicana, proporcionar movimentos de cortar a respiração. Aliás, o automobilismo é isso mesmo: momentos únicos e de grande “suspense” e passiveis de serem rememorados!

Para a prova de sábado, que se espera muito competitiva dada a ansiedade dos pilotos em voltar a acelerar, estão inscritos 32 pilotos em representação de 16 equipas.

Nas últimas horas, os pilotos e equipas a intensificarem a sua preparação para a batalha na “catedral do desporto motorizado” em Moçambique. O foco é procurar novas estratégias para atacar os três lugares de pódio.

Em função dos últimos resultados alcançados pelas equipas e pilotos que dão corpo  ao GP Picanto Cup, com destaque para a excelente prestação que a maioria dos participantes teve na competição do  campeonato disputado na vizinha África do Sul, tudo indica que haverá uma batalha renhida pelo pódio.

À entrada do 4° Super GP Picanto Cup, a equipa da Moztek Racing, formada pelos pilotos Mauro Almeida e Manuel Barbosa, que conquistou o 3° lugar na última corrida na terra do rand, parte para esta corrida muito motivada e confiante no alcance de bom resultado no fim das três mangas, segundo revelou Manuel Cardoso, chefe das três equipas participantes, nomeadamente, Moztek Racing, Pro e Eleven.

À semelhança das outras equipas do GP Picanto Cup, a equipa da Five Star Racing, dos pilotos Nico Banze e Paulo Collinson, que conquistou o 2° lugar na última corrida na África do Sul, continua a registar um crescimento em todos os níveis e mantém-se na lista das melhores equipas do certame na presente temporada.

Por seu turno, a equipa da Prodata, formada pelos pilotos André Almeida, Marco Abreu e Orlando Settimelli, está bem embalada e vai procurar superar, no próximo sábado, a sua última prestação em pista e tem como principal objectivo conquistar a segunda vitória no certame.

Ao nível da corrida de velocidade dos Modificados, reina muita expectativa no seio dos pilotos e, de acordo com a organização da 4ª prova da Taça ATCM, vai contar com a estreia de novos pilotos e será marcada pelo aumento do número de participantes na grelha de partida nas quatro classes que compõem a competição.

Entretanto, todas as atenções da 4ª prova da Taça ATCM dos Modificados estarão viradas para a classe D, que continua a ganhar pilotos que vêm das outras modalidades de automobilismo movimentadas pelo ATCM, com destaque para o Karting.

Contrariamente ao formato tradicional do GP Picanto Cup, o Super GP será composto por quatro mangas de 12 voltas, sendo que cada piloto vai disputar duas mangas de forma intercalada em função da sua qualificação nos treinos cronometrados.

Os Mambinhas sub-20 iniciam, este sábado, a defesa do título do torneio Cosafa da modalidade, diante das Seychelles, em partida da primeira jornada do grupo B da competição, que decorre a partir de amanhã, no vizinho Reino de eSwatini.

O combinado nacional partiu na passada quarta-feira, com destino a Manzini, onde vai procurar, não só a revalidação do troféu conquistado em 2020, mas também a qualificação ao Campeonato Africano das Nações, próximo ano.

Assim, quando forem 15h30 (hora de Maputo) deste sábado, o conjunto treinado por Dário Monteiro vai fazer a sua estreia na competição, diante das Ilhas Seychelles, com pretensão de entrar a vencer, tal como aconteceu na edição passada, para começar a pensar em chegar às meias-finais quanto cedo, sem depender de ninguém.

No mesmo dia, e para o mesmo grupo, abrem o dia Angola e Lesotho, quando forem 12h00.

Depois das Seychelles segue-se Angola, no duelo de titãs, que é o mais importante, olhando para a rivalidade entre as duas selecções. Esse jogo terá lugar no dia 10 de Outubro, segunda-feira, quando forem 15h30.

O combinado nacional fecha a primeira fase no dia 12 de Outubro, quarta-feira, quando forem 12h00, defrontando o Lesotho, selecção que venceu na jornada inaugural da edição passada, por uma bola sem resposta.

Para chegar à fase seguinte, meias-finais, os Mambinhas são obrigados a não perder nenhum jogo, podendo vencer os três, vencer dois e empatar um, ou então vencer um e empatar dois, para terminar na liderança ou como melhor segundo classificado dos três grupos.

O grupo A abre a edição deste ano do Cosafa sub-20 com Zâmbia e Maurícias a realizarem o primeiro jogo, às 12h00, mesmo dia em que eSwatini, anfitrião, recebe o Botswana, às 15h30.

Já no grupo C estão as selecções da África do Sul e Malawi, que jogam entre si no sábado pelas 12h00, e Namíbia e Comores, que jogam quando forem 15h30 do mesmo sábado.

Recorde-se que, para esta edição, o seleccionador nacional, Dário Monteiro, chamou 21 jogadores, com destaque para dois “sobreviventes” da selecção que conquistou a prova em 2020, nomeadamente Ayton Zerefos e José “DJ” Zavale, ambos da Associação Black Bulls, além de dois jogadores vindos do estrangeiro, Edson Lobo Mucuana (do Vilafranquense de Portugal) e Djwa Manave Ramos (do FC Torrente de Espanha).

Moçambique, que ao longo da história do Cosafa sub-20 chegou a duas finais, venceu uma edição e perdeu outra. Em 2008, os Mambinhas perderam a final diante da anfitriã África do Sul, por 3-2, redimindo-se em 2020, diante da Namíbia, por uma bola sem resposta, com golo de Augusto, aos 31 minutos.

Ferroviário da Beira defronta, este sábado, às 15h00, os Diables Noirs da República do Congo, em partida da primeira mão da segunda eliminatória de acesso à fase de grupos da Taça CAF. Os “locomotivas” de Chiveve estão motivados e querem vencer para levar vantagem para o jogo da segunda mão, fora de portas.

É chegado o dia de jogo da segunda eliminatória da Taça da Confederação, ou Taça CAF, que envolve uma equipa moçambicana. Trata-se do Ferroviário da Beira, que volta à ribalta do futebol africano, defrontando os Diables Noirs da República do Congo.

Os “locomotivas” de Chiveve, vice-campeões nacionais da edição passada, são agora os únicos representantes do país nas afrotaças, depois do afastamento da Black Bulls da Liga dos Campeões, diante do Petro de Luanda, de Angola.

A turma de Chiveve chega, assim, à segunda eliminatória e última fase que dá acesso à fase de grupos da segunda maior competição futebolística de África de clubes, defrontando o vencedor da Taça do Congo da edição 2021/22, os Diables Noirs.

Na eliminatória passada, o Ferroviário da Beira afastou o AS Santé do Chad, com agregado de 3-1, com vitória nas duas mãos, sendo 1-0 no Estádio Nacional de Zimpeto, e 2-1 em casa emprestada dos chadianos.

Para este jogo, a equipa técnica conta com todo plantel completo, depois da recuperação e disponibilidade de João Bonde, que esteve lesionado.

O treinador zambiano ao serviço dos “locomotivas” de Chiveve, Wedson Nyirenda, promete uma equipa aguerrida e que procure sair com uma vitória confortável que garanta uma segunda mão mais tranquila, em Kinshasa.

“Vamos defrontar uma equipa muito forte e precisamos de estar no nosso melhor; precisamos de implementar melhor o nosso plano; precisamos de vencer este jogo em casa, para estarmos em vantagem e mais confortáveis quando jogarmos fora de casa”, disse Nyirenda.

Para este jogo, no Estádio Nacional do Zimpeto, os “locomotivas” de Chiveve esperam que, tal como aconteceu na eliminatória passada, os moçambicanos possam acorrer em número maior para apoiar a equipa. Por isso mesmo, o preço do bilhete foi fixado em 200 Meticais.

Ainda nesta ronda, destaque para o embate entre o Royal AM da África do Sul, conjunto em que actua o capitão dos Mambas Domingues, e o Zesco United da Zâmbia, também para a mesma eliminatória.

O novo prodígio do ténis nacional, qual Carlos Alcaraz, foi convidado para durante um ano evoluir no Centro de Alto Rendimento de Sousse, na Tunísia. Forja-se, nos “courts”, uma nova geração de tenistas tais como Bruno Nhavene e Luca Figueiredo.

Chegou ao Cairo com o estatuto de umas promessas do ténis moçambicano. Nos “courts”, aplicou-se a fundo e fechou o Torneio dos Mestres no “Top 3” na categoria sub-14.

A medalha de bronze por si arrecadada, numa prova que movimentou tenistas de oito países, assenta que nem uma luva na mão. Foi tão só a confirmação de que Edilson Rosa tem credenciais bastante para crescer e transformar-se num tenista de grande qualidade no futuro.

Aliás, o pupilo de Alberto Nhacale tem estado a registar um notável e, em reconhecimento do seu potencial, o tenista moçambicano poderá beneficiar de uma bolsa para evoluir no Centro de Alto Rendimento da ITF (International Tennis Federation) em Sousse, na Tunísia.

Será uma oportunidade ímpar para, durante um ano, desenvolver as suas capacidades num centro dotado de melhores condições de treinamento assim como prosseguir com os seus estudos.

Isto, na verdade, à semelhança de Bruno Nhavene que actualmente se encontra nos EUA depois de ter estado no Centro de Alto Rendimento de Marrocos.

Entretanto, Edilson Rosa foi afastado do Open Standard Bank de ténis ao perder com o ucraniano Oleksandr Birlinskyo por dois sets a zero com duplo 6/0.
Agora, o tenista tem as suas atenções viradas para o torneio que irá envolver apenas tenistas moçambicanos na 10ª edição do Standard Bank Open.

 

A cidade de Quelimane, capital provincial da Zambézia, acolhe, de 14 a 16 de Outubro, a “poule” de apuramento da zona centro à Liga Moçambicana de Basquetebol Mozal. A Liga Moçambicana de Basquetebol terá lugar de 21 de Outubro a 6 de Novembro, no pavilhão do Maxaquene.

A última vez em que Zambézia teve um representante na Liga Moçambicana de Basquetebol foi em 2016, quando CAME de Quelimane disputou a prova em Maputo.

Esta formação terminou a prova na penúltima posição com apenas uma vitória em seis jogos (venceu o Vaz Team da Beira, por 67-58, em jogo da terceira jornada da fase regular) e foi despromovida da Liga Moçambicana de Basquetebol.

Seis anos depois, e com fortes ambições de voltar a ter um representante no Campeonato Nacional de Basquetebol sénior masculino, a província da Zambézia assumiu a responsabilidade de sediar a fase de apuramento ao certame.

Os jogos estão agendados para o pavilhão Favezal, recinto que está, neste momento, a beneficiar-se de retoques para estar em condições de receber os “artistas” da modalidade da bola ao cesto.

“Decidimos organizar a prova pelo facto de estarmos ausentes há bastante tempo. Zambézia tem potencial para contribuir para o desenvolvimento do basquetebol”, explicou Zema Passades, presidente da Associação de Basquetebol da Zambézia.

Para atacar esta prova, que contará com a participação de quatro equipas, o Sporting de Quelimane projecta reforçar com os irmãos Pio “Lingras” Matos, Augusto “Gordo” Matos e Amarildo Matos, e ainda Octávio Gregório Magoliço, este último com estatuto de basquetebolista moçambicano com mais Campeonatos Africanos disputados.

“Estamos dispostos a pegar nesta oportunidade para ver se aparecemos a competir ao mais alto nível em Maputo”, notou.

A Direcção Provincial da Juventude e Desportos da Zambézia diz estarem criadas todas as condições para que o evento decorra sem sobressaltos.
“Todo o esforço está a ser feito para que, realmente, este evento decorra sem sobressaltos”, garantiu José Lobo da Direcção Provincial da Juventude e Desportos da Zambézia.

 

Está definido! Os Mambas iniciam, na primeira semana de Dezembro, os trabalhos de preparação, tendo em vista a sua participação no CHAN 2022, prova a realizar-se de 13 de Janeiro a 4 de Fevereiro do próximo ano.

De resto, nesta época do ano, o Moçambola 2022 já terá terminado e o seleccionador nacional, Chiquinho Conde, contará com o grupo de jogadores convocados única e exclusivamente concentrados na prova na qual os Mambas vão disputar pela segunda vez na sua história.

Com um grupo de jogadores que fizeram a campanha de qualificação ao CHAN 2022 com sucesso já identificado, mas, acima de tudo, face ao assédio de clubes de fora do país, Chiquinho Conde espera não ter contrariedades. Isto porque, caso alguns jogadores que se evidenciam no Moçambola se transfiram para o estrangeiro, o leque de jogadores convocáveis pode reduzir.

“É verdade que há a janela de transferência de Dezembro, onde poderá haver alguma transferência. É claro que eu desejo que eles tenham a melhor projecção para as suas carreiras e vidas. Mas estou a contar que não aconteça nenhuma transferência até Dezembro”, começou por desejar o seleccionador nacional de futebol em entrevista à “RM Desporto”.

A ideia passa, claramente, por manter o grupo coeso e projectá-lo para uma boa prestação. Conde não fecha, no entanto, a possibilidade de poder enquadrar novos valores, dada a possibilidade de eventuais lesões assim como a baixa da forma de jogadores.

“Queremos manter este grupo que formámos e também ver a possibilidade de inclusão de alguns jogadores, porque o futebol é o momento. Não sabemos o que vai acontecer daqui a um mês em termos de estado de forma e condicionamento físico. Podem acontecer lesões”, alertou Chiquinho Conde.

O mais importante, para já, é que os jogadores se concentrem, no máximo, no campeonato nacional de futebol e procurem dar o seu melhor. Aliás, somente com jogadores em grande forma é que os Mambas podem alcançar bons resultados.

“Entrou o Sebastian do Ferroviário da Beira, que nunca tinha estado neste grupo. Entrou também o Edson e tivemos a saída do Edmilson. Pode haver a possibilidade de entrarem alguns jogadores que acharmos nesta nossa observação. Eu quero que, neste momento, eles estejam concentrados no campeonato que está à ribalta, que disputem arduamente e compitam. Eu preciso de que estejam a um bom nível em termos de competição”, notou o seleccionador nacional de futebol.

Os Mambas estão inseridos no grupo “A” do Campeonato Africano reservado aos atletas que evoluem nas respectivas ligas nacionais, juntamente com a Argélia, país organizador da prova, Líbia e Etiópia.

A estreia dos Mambas está prevista para o dia 13 Janeiro de 2023, no Baraki Stadium, Algiers, quando defrontarem a Etiópia.

Na segunda jornada, marcada para 17 de Janeiro, no mesmo campo, o combinado nacional mede forças com a Líbia.

No fecho da fase de grupos, a 21 de Janeiro, Moçambique mede forças com a Argélia. O CHAN 2022 será a 7ª edição deste torneio bienal. Inicialmente programado para 10 de Julho e 1 de Agosto de 2022, a competição foi adiada e remarcada para o próximo ano, devido à pandemia da COVID-19, assim como a realização do Campeonato do Mundo entre os meses de Novembro e Dezembro deste ano, no Qatar.

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