Skip to main content

O País – A verdade como notícia

A União Desportiva do Songo diz estar preocupada com a “polémica” relacionada ao jogo da 22ª jornada do Moçambola, entre a Associação Black Bulls e o Ferroviário de Nampula, pelo facto de os “touros” terem utilizado seis jogadores estrangeiros na partida, o que viola o regulamento da prova.

A guerra de palavras continua. Depois de há uma semana a União Desportiva do Songo ter vindo a terreiro, através da sua página oficial no “facebook”, repudiando as declarações do técnico do Ferroviário de Nampula, Nelson Santos, em que declarava a Associação Black Bulls como campeão do Moçambola, os “hidroeléctricos” voltam à carga.

Em causa está o facto de a ABB ter utilizado seis jogadores em simultâneo, a partir do minuto 74, nomeadamente Kadre (Senegal), Stephen (Libéria) e Hamed (Nigéria), ambos entrados de início, Rume (Nigéria), Djibril (Senegal) e Great (Nigéria). Face a essa situação, o Ferroviário de Nampula submeteu um protesto à Liga Moçambicana de Futebol, sendo que o desfecho do “caso” está previsto para os próximos dias.

Reagindo ao assunto, a União Desportiva do Songo diz que é pela legalidade, daí que espera que o caso seja devidamente esclarecido para o bem do nosso futebol.

O Manchester United anunciou, hoje, que rescindiu o contrato com o jogador português, Cristiano Ronaldo. De acordo com o clube inglês, a rescisão foi em comum acordo.

A desvinculação entre Ronaldo e o United tem efeitos imediatos, segundo escreve a imprensa internacional.

Numa publicação feita pelos Red Devils, nas redes sociais, o clube agradece ao craque português pela “imensa contribuição em duas passagens por Old Trafford, marcando 145 golos em 346 jogos, e deseja a ele e sua família o melhor para o futuro”.

A União Desportiva do Songo joga, esta quarta-feira, no “Caldeirão” do Chiveve, diante do Ferroviário da Beira, em partida de encerramento da 20ª jornada do Moçambola 2022. Uma partida de grande importância para as contas da turma de Songo, que pode encomendar as faixas de campeão, caso vença.

Ferroviário da Beira e União Desportiva do Songo encerram, esta quarta-feira, a disputa da 20ª jornada do Moçambola 2022. Uma partida a ser acompanhada com alguma atenção em virtude das possibilidades que carrega até ao seu final.

É o chamado derby da zona Centro, que envolve duas das melhores equipas da região e do país, que num passado recente representaram o país em competições africanas, foram campeãs nacionais e vencedores da Taça de Moçambique e contam com os melhores jogadores da competição.

Por isso mesmo e, também, pelo facto de ser uma partida que pode definir o futuro do fim da prova, em termos de decisões do topo, uma vez que a União Desportiva do Songo, líder do campeonato nacional, depende de si para chamar a si o estatuto de único candidato à conquista do título.

Uma vitória dos “hidroeléctricos” pode ser determinante nas contas finais, tendo em conta a diferença pontual que tem o segundo classificado e outro candidato (até esta altura), a conquista da prova, a Black Bulls.

Separados por um ponto depois do empate a dois na recepção que os “touros” fizeram ao Ferroviário de Nampula, a União Desportiva do Songo passou a depender somente de si própria para voltar a conquistar o ceptro nacional.

Com 45 pontos, a União Desportiva do Songo, vencendo no Chiveve, passa a somar 48 pontos e deixará a Black Bulls a quatro (ou cinco pontos em caso de retirada do ponto diante do Ferroviário de Nampula devido à violação do regulamento) fazendo com que encomende as faixas que poderá ostentar já na penúltima, quando receber o Incomáti de Xinavane em casa.

Em caso de derrota, deixa a decisão para a essa penúltima jornada, em que vai receber o Incomáti de Xinavane, e a Black Bulls vai a Quelimane para defrontar o Matchedje de Mocuba.

Em caso de vitória das duas equipas nesta penúltima jornada, a decisão será arrastada para Maputo, onde a União Desportiva do Songo defronta o Ferroviário de Maputo, no Estádio da Machava, e a Black Bulls recebe o Costa do Sol, duas equipas longe do seu melhor momento e muito longe dos lugares do pódio do Moçambola.

 

EQUILÍBRIO NO DERBY DO CENTRO

Para a partida desta quarta-feira, as duas equipas estão separadas por 21 pontos, com vantagem para os “hidroeléctricos” que somam 45, contra 24 dos “locomotivas” de Chiveve.

No confronto directo, este será o 26º jogo entre os dois contendores, com ligeira vantagem para a turma da Beira, que nas 25 anteriores partidas venceu 9, perdeu 7 e ainda há registo de 9 empates.

No total, foram marcados 41 golos entre as duas formações, sendo que os “hidroeléctricos” marcaram 20 golos e os “locomotivas” de Chiveve, 21.

Na primeira volta do Moçambola 2022, a União Desportiva do Songo venceu o Ferroviário da Beira por 1-0 com golo apontado por Nelson Divrassone, aos nove minutos.

Esta quarta-feira, será o jogo do tudo ou nada para a UD Songo na busca do terceiro título nacional, para juntar aos conquistados em 2017 e 2018, respectivamente.

Arsénio Maringule, árbitro assistente moçambicano, está nomeado FIFA para integrar a equipa que vai dirigir amanhã o jogo Bélgica vs Canadá, inserido na 1ª jornada do grupo do Mundial.

Ao quarto dia de competições do Campeonato do Mundo de futebol, o moçambicano Arsénio Maringule irá entrar em cena no evento que decorre no Catar. Com efeito, o árbitro assistente irá integrar a equipa de arbitragem africana nomeada para dirigir às 21h00 de Moçambique, o duelo entre a candidata ao título Bélgica e o Canadá.

Janny Sikazwe (Zâmbia) será o árbitro do encontro e, a par de Arsénio Maringule, terá como assistente Jerson Emiliano dos Santos (Angola), enquantoYoshimi Yamashita (Japão) será o quarto árbitro.

Para esta partida, a FIFA indicou a brasileira Neuza Back como quarto árbitro e Juan Soto da Venezuela para assistente de vídeo árbitro.

A equipa é composta ainda por Nicolas Gallo (Colômbia), Mokrane Gourari (Argélia), Massimiliano Irrati (Itália) e Abdelhak Etchiali (Argélia) que irão dar o suporte também a equipa de vídeo árbitro.

 

O “O País” apresenta, neste artigo, os dados estatísticos das internacionais basquetebolistas moçambicanas Delma Zita, Filipa Calisto, Sandra Magoliço e Madina Camara que evoluem no New Mexico Junior College da National Junior College Athletic Association (NJCAA).

No New Mexico Junior College, há quatro moçambicanas que se fixaram, não só para darem continuidade aos seus estudos, como também para evoluírem nas “T Birds”. São atletas com potencial que, num passado recente, deram cartas às selecções dos escalões de formação e foram determinantes para que estas se colocassem nos lugares de pódio em provas continentais.

Hoje, nos EUA, procuram estar a um bom nível. Sandra Magoliço e Madina Camara, por exemplo, combinaram 32 pontos na vitória expressiva do New Mexico Junior College diante do University of the Southwest (114-35), em jogo da National Junior College Athletic Association (NJCAA) realizado no passado dia 1 de Novembro.

Em 21:00 minutos na quadra, Sandra Magoliço concretizou 10 em 13 lançamentos de campo tentados e ainda registou 0 em 3 na linha de lances livres.

Já a extremo Madina Camara esteve perto de colectar um duplo-duplo com 12 pontos e 9 ressaltos, dos quais cinco defensivos e quatro ofensivos em 15:00 minutos em campo. A base Delma Zita, que contabilizou 15:00 minutos na quadra, teve um registo de quatro pontos, seis assistências e três ressaltos. A internacional basquetebolista moçambicana concretizou 2 em 5 lançamentos de campo, para além de na linha dos 6, 75 metros haver registado 0 em 1.

Filipa Calito, vice-campeã africana de sub-18, em 2018, contribuiu com cinco pontos, oito ressaltos (cinco ofensivos e três defensivos) nos 15:00 em que esteve em quadra.

No dia 4 de Novembro, Madina Camara foi a melhor cestinha (18 pontos) do New Mexico Junior College na vitória sobre o Cochise College, por 67-41. Camara acrescentou ainda aos “targets” no jogo quatro assistências e três ressaltos.

A atleta, que se evidenciou no Desportivo e depois brilhou no Ferroviário, concretizou 5 em 9 lançamentos de campo, 2 em 4 tiros exteriores e 6 em 8 lançamentos livres em 26:00 minutos na quadra.

Igualmente no cinco inicial, Delma Zita terminou o jogo com sete pontos, cinco ressaltos (quatro ofensivos e um defensivo), três roubos de bola e um roubo de bola. Zita fechou o jogo com 3 lançamentos concretizados em 5 tentados e 1em 2 na linha de lances livres.

A poste Sandra Magoliço, essa, contabilizou cinco pontos aos quais acrescentou igual número de ressaltos (dois ofensivos e três ofensivos) em 23:00 minutos na quadra. Magoliço concretizou 2 em 6 lançamentos de campo e 1 em 2 na linha de lances livres.

Já no dia 12 de Novembro, na vitória sobre o Seward County Community College por 72-35, Delma Zita esteve em destaque com 14 pontos, quatro assistências, três ressaltos defensivos e um roubo de bola.

A campeã africana de clubes pelo Ferroviário de Maputo concretizou 6 em 11 lançamentos de campo e 2 em 3 tiros exteriores.

Em 21:00 minutos na quadra, Sandra Magoliço contabilizou 4 pontos e igual número de ressaltos (dois ofensivos e igual número defensivos), para além de ter registado 2 em 6 nos lançamentos de campo.

Madina Camara fez igualmente parte do cinco inicial, tendo contabilizado dois pontos em 7:00 minutos na quadra. Lançada para o segundo cinco, Filipa Calisto contribuiu com oito pontos aos quais acrescentou seis ressaltos e dois “turnovers”.

Num jogo com elevado grau de dificuldades, o New Mexico Junior College venceu, no passado dia 18 de Novembro, o McCook Community College por 58-47. Zita contribuiu com cinco pontos, quatro ressaltos e um roubo de bola nos 14:00 em que permaneceu na quadra. Os seus dados estatísticos indicam que converteu 2 em 5 lançamentos de campo e 1 em 2 tiros exteriores.

Por sua vez, Madina Camara contabilizou dois pontos e quatro ressaltos em 21:00 minutos, enquanto Sandra Magoliço apresentou-se com quatro pontos, dez ressaltos (cinco ofensivos e igual número defensivos) nos 18:00 minutos na quadra.

Filipa Calisto esteve na quadra durante 10:00 minutos, saindo do jogo sem pontuar mas “capturou” quatro ressaltos sendo três ofensivos e um defensivo.

SANDRA MAGOLIÇO LIDERA PONTUAÇÃO

A poste Sandra Magoliço lidera o New Mexico Junior College em termos de pontos com média de 10.6 pontos/jogo numa média de 22:06 minutos na quadra. A sua percentagem é 54.6%, nos lançamentos, 100% nos tiros exteriores e 30% na linha de lances livres.

Já Madina Camara apresenta uma média de 7.2 pontos por jogo em 17:04 minutos na quadra, sendo a média da extremo é de 48% nos lançamentos de campo, 37.7% nos tiros exteriores e 75% na linha de lances livres.

Delma Zita, base, tem uma média de 7.0 pontos/jogo em 24:01 minutos em campo para além de se apresentar com as seguintes médias: 48.4% nos lançamentos de campo, 44.4% nos lançamentos longos e 50% na linha de lances livres.

 

A Black Bulls está em vias de perder três pontos na luta pelo título, caso a Liga Moçambicana avalie a violação do regulamento de competições feita no embate diante do Ferroviário de Nampula, no passado domingo.

É que a partir do minuto 74, altura em que os “touros” fizeram uma substituição, com a saída de Jesus e a entrada de Djibril, Black Bulls passou a jogar com seis jogadores estrangeiros em simultâneo, algo que é contrário ao regulamento.

De acordo com o artigo 38º que fala da “limitação de inscrição de jogadores estrangeiros”, o número 1 refere que “o clube pode, no máximo, inscrever até 7 (sete) jogadores estrangeiros, podendo em cada jogo serem utilizados simultaneamente 5 jogadores em campo”.

Este número é secundado pelo seguinte, que refere que “os jogadores inscritos ao abrigo do n.º 1, podem ser incluídos na ficha técnica do jogo e serem utilizados só cinco (5) jogadores em campo”.

Assim, com a utilização em simultâneo de seis jogadores, a partir do minuto 74, nomeadamente Kadre (Senegal), Stephen (Libéria) e Hamed (Nigéria), ambos entrados de início, Rume (Nigéria), Djibril (Senegal) e Great (Nigéria), entrados na segunda parte, violou o regulamento de competições e sujeita-se a uma penalização, que passa por ser averbada uma derrota e a perda dos três pontos.

Caso esta situação se confirme, a Liga Moçambicana de Futebol vai penalizar os “touros”, que perderiam o ponto alcançado diante do Ferroviário de Nampula e ficariam cada vez mais longe da liderança da prova, uma vez que a União Desportiva de Songo ainda não jogou e pode contar com mais cinco pontos em caso de vitória no Chiveve.
Um caso que vai ser decifrado ainda esta semana, quando a Liga Moçambicana de Futebol emitir a homologação dos resultados da 20ª jornada.

A equipa sénior masculina de basquetebol do Ferroviário da Beira defronta, amanhã, às 16h30, o Matero Magic da Zâmbia, em desafio inserido na 1ª jornada do grupo “F” da divisão Este de acesso à Liga Africana de Basquetebol (BAL).

Amanhã é dia “D” para o Ferroviário da Beira, conjunto que arranca a sua marcha rumo à elite 12 (fase final) da edição 3 da concorrida e desejada Liga Africana de Basquetebol (BAL).  Ainda na ressaca da conquista da desnivelada Liga Moçambicana de Basquetebol Mozal, sem nenhuma derrota, os campeões nacionais entram para a quadra do Ellis Park Arena focados na vitória.

No primeiro teste, hoje, às 16h30, os orientados por Luiz Lopez Hernandez batem-se com o Matero Magic do Zâmbia, um adversário o qual venceram no ano passado por 81-51 na primeira ronda de qualificação para a Liga Africana de Basquetebol (BAL).

Os 30 pontos de diferença (com parciais de 26-10, 21-17, 21-7 e 20-8) espelham a superioridade dos “locomotivas” do Ferroviário da Beira como também elevam as expectativas para o duelo de hoje.

Cumprir (vencer, neste caso) frente a adversários teoricamente acessíveis é sempre recomendável, até para poder cimentar rotinas de jogo e fazer a rotação da equipa

Depois de medir forças com o Mateiro Magic da Zâmbia, o Ferroviário da Beira voltará a entrar em cena no grupo “F” da divisão Este de acesso à Liga Africana de Basquetebol na quarta-feira. Os “locomotivas” do Chiveve terão pela frente, no Ellis Park Arena, aquele que é considerado como o adversário mais forte do grupo: City Oilers do Uganda.

Com alguma rodagem, os ugandeses bateram na primeira ronda de acesso a BAL o Matero Magic (90-54) e ABC (71-63), caindo depois aos pés do Urunami do Burundi (64-58).

Já na quinta-feira, em jogo a contar para a 3ª jornada do grupo “F” da divisão Este, o Ferroviário da Beira defronta, às 11h30, o Club Omnisport de La Police Nationale (COSPN) do Madagáscar.

Os dados indicam que o COSPN esteve envolvido, em Outubro passado, na primeira ronda das eliminatórias de acesso à Liga Africana de Basquetebol (BAL) realizadas no Benin.

Feitas as contas, o Club Omnisport de La Police Nationale teve um saldo de duas vitórias diante do KPA do Quénia (66-60) e Djabal Club (110-58).

António Englesse e Carlota Churame foram indicados pela FIBA-África como árbitros acompanhantes do país nos Jogos da AUSC (Região 8), evento que irá decorrer de 2 a 12 de Dezembro, em Lilongwe, Malawi. No mesmo pacote de indigitações, Guidion Matsinhe foi nomeado Comissário Técnico da prova juntamente com Leocardina Gonçalves (Angola) e Addison Chiware (Zimbabwe).

De nomeações em nomeações. Após uma “seca” de quase três anos sem a indigitação de árbitros de basquetebol moçambicano para competições continentais, dá-se, finalmente, a viragem com indicações atrás de indicações pela FIBA-África.

Nilton Macamo e Maria Liliana Bagnath abriram as portas, em Agosto, com a sua nomeação para o “Afrobasket” masculino e feminino de sub-18, em Madagáscar, e António Engless manteve esta tendência com a indicação em Outubro para apitar jogos da fase de qualificação para a Liga Africana de Basquetebol, em Dar es Salam, na Tanzânia. Embora, à última hora, o internacional árbitro moçambicano não tenha seguido viagem devido à redução do número de equipas e consequente “corte” do número de juízes.

Agora, ou melhor e para ser preciso, em Dezembro próximo, António Engless e Carlota Churame serão árbitros acompanhantes do país nos Jogos da AUSC (região), evento a realizar-se de 2 a 12 de Dezembro, em Lilongwe, Malawi.

Recentemente “punido” por alegadamente ter dirigido jogos de provas recreativas, António Engless não se abalou. Dirigiu jogos da recém-terminada Liga Moçambicana de Basquetebol com particular destaque para a final desnivelada entre o Ferroviário da Beira e Costa do Sol.

Engless é um dos árbitros da nova geração cujos “serviços tem sido requisitados” para provas regionais e continentais, nomeadamente fase de apuramento da zona VI de acesso aos “Afrobasket’s” masculino e feminino na categoria sub-18 (prova que teve lugar em 2021, em Maseru, Lesotho), janela de qualificação para o “Afrobasket” 2021 (,em Harare, Zimbabwe), Basketball National League (BNL, campeonato sul-africano de basquetebol nas épocas 2017 e 2018), Jogos da CPLP, entre outras provas.

No alto dos seus 34 anos, António Englesse viu a sua carteira de árbitro internacional (“black license”) homologada em Setembro do ano passado por um período de dois anos (2021 -2023).
Carlota Churame, por sua vez, teve igualmente aparição na última Liga Moçambicana de Basquetebol. A árbitra internacional dirigiu, em Dezembro de 2021, jogos da fase de qualificação para os “Afrobasket’s” masculino e feminino na categoria sub-18, em Maseru, Lesotho.

“Portadora” da carteira internacional “green license”, Carlota Churame apitou também jogos do Torneio de Apuramento à Liga Africana de Basquetebol, no pavilhão do Maxaquene.
Outrossim, teve aparições em Campeonatos Nacionais de juniores masculinos e femininos, em 2018, na capital do país.

Para além dos árbitros internacionais moçambicanos, a FIBA-África nomeou os árbitros acompanhantes António Samuel e David Domingos (Angola), Nonkanyiso Khumzwayo e Cebolenkosi (África do Sul), Muwhezi Munatamba e Sunday Besa (Zâmbia), Brillance Ncube e Ignatious Yesaya (Zimbabwe).

O moçambicano Guidion Matsinhe foi indigitado como Comissário Técnico juntamente com a angolana Leocardina Gonçalves e o zimbabwiano Addison Chiware. O sul-africano Charles Foster será o supervisor de árbitros nesta competição.

Senegal defronta, esta segunda-feira, às 18h00 (horas de Moçambique), os Países Baixos em jogo da 1.ª jornada do grupo “A” do Campeonato do Mundo de futebol, evento que arrancou hoje no Catar.

O Senegal sofreu um grande golpe nas vésperas do Campeonato do Mundo, com o avançado do Bayern de Munique, Sadio Mané, a ser confirmado como carta fora do baralho devido a uma lesão na fíbula, que sofreu contra o Werder Bremen na Bundesliga no início deste mês.

O seleccionador nacional de futebol do Senegal, Aliou Cisse, esperava que o problema impedisse apenas o craque de jogar nas primeiras partidas dos “Leões de Teranga”, mas depois veio a confirmação de que o avançado não estava mesmo em condições de disputar esta competição.

Mané, que marcou nos dois jogos decisivos diante do Egipto que selaram a qualificação do Senegal para o Mundial Catar 2022, assim como foi decisivo na conquista do Campeonato Africano das Nações (CAN), constitui claramente uma grande baixa para os “Leões de Teranga”.

Aliás, na frente de ataque, o Senegal vai contar apenas com Ismaila Sarr e Famara Diedhiou, dupla de avançados que marcou dez golos cada ao serviço dos campeões africanos em título.

No entanto, a equipa orientada por Aliou Cisse geralmente é difícil de derrotar, até pela consistência defensiva que apresenta. Os números falam por si: nos últimos oito jogos, o Senegal não sofreu nenhum golo.

Aliou Cisse, de 46 anos, espera que os seus jogadores mantenham a mesma consistência no Campeonato do Mundo e, acima de tudo, consigam fazer mossa aos Países Baixos. Os senegaleses procuram, neste Mundial, passar da fase de grupos pela segunda vez no seu historial de participação no evento.

Os Países Baixos, por sua vez, chegam ao Mundial do Catar em excelente forma sob a gestão do experiente e “velha raposa” Louis van Gaal, tendo chegado à final da Liga das Nações pela segunda vez em três temporadas.

Embora as credenciais da competição sejam frequentemente questionadas, os três adversários da “Laranja Mecânica” no Grupo 4 (Bélgica, Polónia e País de Gales que estão também no Mundial de futebol) têm potencial enorme para que se respeite a Holanda que conquistou 16 pontos nos confrontos com estes conjuntos.

Os Países Baixos falharam a qualificação para o Mundial de 2018, prova realizada na Rússia, mas avançaram para as meias-finais sob o comando de Van Gaal, em 2018, tendo perdido diante da Argentina na marcação de grandes penalidades.

Amplamente considerados como  a maior nação do futebol , os  Países Baixos nunca conquistaram a maior prova de futebol do planeta. O seu registo aponta para três presenças na final que datam de 1974, 1978 e 2010.

Há, nesta altura, uma crença crescente de que este pode ser o ano de consagração dos Países Baixos no Mundial de futebol. Mas, segundo a crítica desportiva, falta uma pitada de qualidade individual na  chamada “Laranja Mecânica” quando comparada com o grupo de jogadores que representou esta formação no passado.

Começar forte contra o Senegal, hoje, será importante para manter os índices de confiança bastante elevados.

Van Gaal, técnico com enormes credencias e capacidades reconhecidas, está bastante motivado para fazer uma excelente campanha no Campeonato do Mundo.

+ LIDAS

Siga nos

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE