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O País – A verdade como notícia

O Estádio Nacional do Zimpeto está aprovado para acolher o jogo da quarta jornada de qualificação para o CAN 2023, entre os Mambas e o Senegal, a 28 de Março próximo. A confirmação foi dada pelo presidente da Federação Moçambicana de Futebol, Feizal Sidat.

Depois de muitas suspensões, eis que ficam dissipadas todas as dúvidas em relação à utilização ou não do Estádio Nacional do Zimpeto, palco que foi alvo de uma pré-inspecção, medida recomendada pela Confederação Africana de Futebol (CAF) à Federação Moçambicana de Futebol (FMF).

Na altura, a CAF deu um prazo de 10 dias à FMF para que fizesse a pré-inspecção, o que caso não acontecesse poderia implicar a interdição do estádio para acolher os jogos oficiais, mormente a partida contra o Senegal, inserida nas eliminatórias para o Campeonato Africano de 2025.

Sem anunciar, o organismo que superintende o futebol moçambicano efectuou a pré-inspecção à noite, tal como avançou Feizal Sidat, recentemente, à margem da conferência de imprensa que tinha como mote o “dossier” Argélia.

Através de uma publicação, na sua página oficial das redes sociais, Feizal Sidat confirmou que os Mambas vão receber o Senegal no Estádio Nacional do Zimpeto em Março próximo, afastando desta feita a possibilidade de o combinado nacional receber a selecção senegalesa num terre neutro, tal como aconteceu em 2021, em que o conjunto moçambicano foi obrigado a realizar a partida contra o Malawi na vizinha África do Sul.

O presidente da Federação Moçambicana de Futebol fez a publicação a partir de Cairo, na sede da Confederação Africana de Futebol, após efectuar uma visita de cortesia e depois de se reunir com os dirigentes do organismo que gere o futebol africano. Não se sabe ao certo se terá sido nesse encontro em que Feizal Sidat obteve a confirmação.

Assim, fica confirmado o encontro entre Mambas e Leões de Teranga para 28 de Março próximo, a partir das 18h00, em Maputo, partida de capital importância para o combinado nacional, que procurar qualificar-se para a sua quinta presença em fases finais do campeonato africano de futebol, após ter cometido essa proeza em 1986, 1996, 1998 e 2010.

Moçambique e Senegal lideram, neste momento, o grupo L de qualificação para o CAN, cuja fase final vai ter lugar na Costa do Marfim, com quatro pontos cada um, frutos de uma vitória e um empate. Os Mambas estão bem encaminhados para alcançar esse desiderato, o que caso aconteça, vai quebrar o enguiço de 13 anos sem marcar presença na mais prestigiosa festa do futebol africano.

As duas selecções defrontam-se primeiro em Dakar, a 20 de Março, para a terceira jornada e oito dias depois em Maputo, para a quarta jornada. Em caso de vitória nas duas partidas, os Mambas ficam com um caminho andado rumo ao CAN.

A selecção nacional Sub-20 (Mambinhas) perdeu diante do Senegal, por 0-3, em jogo da segunda jornada do CAN da categoria, prova que decorre no Egipto. O combinado nacional é obrigado a vencer a Nigéria na terceira e última jornada, de modo a garantir a passagem para a segunda fase da competição.

Depois da estreia auspiciosa naquela que é a sua segunda participação numa fase final do campeonato africano de futebol (CAN), diante do anfitrião Egipto, partida em que os Mambinhas, não só arrancaram um empate sem abertura de contagem, como também tiveram uma boa prestação, o combinado nacional cedeu uma derrota diante do Senegal.

Os Mambinhas até tiveram uma entrada aceitável na partida, facto que foi apenas sol de pouca dura pois, depois, os senegaleses assumiram as despesas do jogo, encostando a selecção nacional “às cordas”. Não espantou, por isso, que os Leões de Teranga chegassem ao marcador logo nos primeiros minutos da partida.

O golo do Senegal espevitou a selecção nacional, que passou a visitar regularmente a baliza do seu adversário, através de jogadas bem elaboradas, sem, no entanto, chegar ao tão almejado golo.

Quando parecia que os Mambinhas é que estavam mais perto do tento de empate, foi o Senegal a marcar o segundo golo, complicando ainda mais as contas dos comandados de Dário Monteiro. Os Mambinhas até tentaram esboçar uma reacção, o que não foi possível. A primeira parte terminou com os senegaleses em vantagem no marcador.

Na segunda metade do jogo, Dário Monteiro operou algumas mexidas no xadrez, para dar outra frescura à equipa e ao jogo. Com novas unidades em campo, o jogo dos Mambinhas melhorou, sobretudo ofensivamente, na medida em que chegavam à baliza contrária com jogadas bem elaboradas.

Ainda assim, o combinado nacional não conseguiu desfazer a muralha do Senegal, que, não sendo propriamente uma equipa marcadamente defensiva, conseguia anular todas as jogadas do seu adversário. O Senegal, mais calculista e pragmático, voltou a colocar o marcador a funcionar, ao apontar o terceiro golo da partida, selando o resultado em 3-2. Os Leões de Terenga são, até aqui, os únicos totalistas do grupo A, somando duas vitórias em igual número de jogos.

Os Mambinhas são obrigados a vencer o jogo da terceira e última jornada da primeira fase diante da Nigéria, tendo em vista garantir uma vaga na segunda fase da competição.

A selecção nacional de futebol sub-20 defronta, às 16h00 desta quarta-feira, a sua similar do Senegal em jogo da segunda jornada do Campeonato Africano da categoria, prova que decorre no Egipto

Mais um adversário de peso no caminho dos Mambinhas, mais um tradicional candidato ao título para se colocar em sentido, mais um jogo de grande intensidade, em perspectiva, para os atletas deixarem a pele em campo e pontuarem antes do derradeiro encontro com a Nigéria, heptacampeã sub-20.

Depois de um sofrido empate a zero diante do Egipto, num duelo de muita pressão do adversário e solidariedade demonstrada pelos Mambinhas nas quatro linhas, segue-se outro tradicional candidato ao título no CAN sub-20: Senegal.

É um duelo no qual os orientados por Dário de Jesus Monteiro irão procurar apresentar-se com coesão defensiva, maior interligação entre os sectores e acutilância no ataque. Pois, no final das contas, há o objectivo de voltar a pontuar e alimentar o sonho de fazer história na prova, qualificando-se para a fase seguinte.

Diante do líder do grupo A, o combinado nacional vai jogar também com algumas cautelas, procurando, a espaços, surpreender o seu adversário que conta com quatro atletas que evoluem na Europa.

Para o efeito, o seleccionador nacional iniciou logo na segunda-feira a preparação da fórmula para o sucesso, com a realização de uma sessão de treino de recuperação após o duelo no domingo com o Egipto.

Na tarde desta segunda-feira, os Mambinhas voltaram a cumprir uma sessão de treinos, tendo em vista esta partida inserida na segunda jornada do grupo A do CAN sub-20 com o ensaio de aspectos táctico-técnicos.

A finalização, o posicionamento defensivo, as saídas em contra-ataques e os lances de bola parada mereceram alguma atenção por parte da equipa técnica. O Senegal estreou-se no grupo A deste CAN com uma vitória sobre a Nigéria por um a zero. Os senegaleses foram finalistas vencidos das edições 2015, 2017 e 2019 do Campeonato Africano de futebol sub-20, tendo perdido diante da Nigéria, Zâmbia e Mali por 1-0, 20-0 e 3-2 (resultado encontrado na marcação de grandes penalidades após empate a uma bola no tempo regulamentar), respectivamente.

DÁRIO SOLICITADO PELOS ADEPTOS EGÍPCIOS

Após o empate a zero entre Moçambique e Egipto, os adeptos da selecção anfitriã do CAN sub-20 deixaram para trás o orgulho e foram muito solícitos para com Dário Monteiro.

Ou seja, no final do jogo no Estádio Internacional de Cairo, os aficionados convidaram o seleccionador nacional para sessão de fotografias em reconhecimento das boas indicações que os Mambinhas deixaram ficar na estreia no CAN sub-20.

Movimento desusado entre sábado e domingo na piscina Olímpica da Escola Secundária Estrela Vermelha. É que, unidos por uma causa, os fazedores desta modalidade olímpica dedicaram 48 horas para celebrar, naquele empreendimento desportivo, a vida e obra de “Fredy” dos Santos, antigo seleccionador nacional de natação e treinador do Clube Tubarões de Maputo.

Frederico dos Santos perdeu a vida, justamente, num fatídico dia 20 de Fevereiro, quando estava ao serviço da natação. Ou seja, no fim de uma jornada do Campeonato de Verão de Natação quando o muro de protecção da Piscina Olímpica do Zimpeto caiu.

O contributo inestimável para a natação não foi esquecido. É por isso que sete clubes se juntaram para dar corpo à Taça Frederico dos Santos, em homenagem ao malogrado.

Ao cabo de quatro sessões, duas realizadas sábado e igual número no domingo, o Clube Desportos Tubarões de Maputo foi mais forte ao conquistar um total de 136 medalhas, sendo 52 de ouro, 37 de prata e 47 de bronze. O recém-criado Clube Barracudas de Maputo ficou na segunda posição com 86 medalhas, das quais 30 de ouro, 38 de prata e 18 de bronze. A fechar os lugares de pódio, tivemos o Clube de Natação Golfinhos de Maputo, com 47 medalhas divididas em 15 de ouro, 13 de prata e 19 de bronze.

Em fase de reestruturação após perder alguns nadadores para o Barracudas, o Clube Naval de Maputo ficou na 4ª posição com 11 medalhas: quatro de ouro, igual número de bronze e três de prata. O único clube vindo do estrangeiro, neste caso de eSwatini, o Swim Lab, terminou a prova no 5º lugar com 10 medalhas, sendo duas de ouro, seis de prata e duas de bronze. Já o Clube Ferroviário de Maputo fechou a sua participação na competição na 6ª posição com 18 medalhas, das quais duas de ouro, cinco de prata e 11 de bronze. Na cauda da classificação geral, temos o Clube de Natação Zimpeto, que conquistou uma medalha de ouro e outra de prata.

 

ALÍCIA E VALDO LOURENÇO DOMINAM

Os nadadores Valdo Lourenço e Alícia Mateus, do Clube Barracudas de Maputo, foram os grandes campeões dos escalões de seniores masculinos e femininos, respectivamente. Valdo Lourenço superou a concorrência de Adny Agy, do Clube Tubarões de Maputo Ludell Cordeiro, ambos nadadores do Clube Tubarões de Maputo.  Por sua vez, Alícia Mateus deixou para trás Domingas Munhemeze e Agira Omar do Clube Tubarões.

Nos juniores masculinos, Diego Boca – nadador do Clube Tubarões – foi o campeão de escalão seguido do seu colega de equipa Ukay Makanga e Sebastião Esteves do Barracudas.

Mason Cohem, talentoso nadador do Clube Tubarões de Maputo, venceu a categoria de juvenis na qual teve como concorrentes os companheiros de Elmer Marcos e Abdul dos Santos. Já em femininos, Nemzi Albino, dos Tubarões, foi a campeã do escalão, tendo como companheiras no pódio Marta Mpfumo (Tubarões) e Havley Hoy (Swilab de eSwatine).

Beatriz Simões foi mais forte nos infantis femininos, escalão no qual Angela Chicumbe  e Estela Massingue ocuparam a segunda e terceira posições, respectivamente. Já nos masculinos, o destaque vai para Keysey Ribeiro, que foi consagrado vencedor do escalão, tendo como segundo e terceiro classificados Voky Branquinho e Ismael Pecado, respectivamente.

 

 CLASSIFICAÇÃO FINAL:

 

Ouro    prata      bronze      total

1º  Tubarões                 52        37           47            136

2º Barracudas               30        38           18             86

3º Golfinhos                 15         13           19             47

4º Naval                       4           3              4            11

5º Swin Lab                   2           6              2            10

6º Ferroviário               2           5             11              18

7º Zimpeto                    0           1              1               2

Os Mambinhas somaram o primeiro ponto na história do país em fases finais do Campeonato Africano das Nações, na categoria dos sub-20. O feito foi alcançado após empate sem abertura de contagem diante do Egipto, no jogo inaugural da competição Africana.

A história começa a ser feita da mesma maneira pelos mais novos, tal como fizeram os mais velhos. E é sempre na segunda participação em fases finais de uma competição africana.

Em 2021, os Mambinhas tinham sofrido por derrotas nos três jogos disputados e, por conseguinte, saído do CAN da categoria sem nenhum ponto e com apenas um golo apontado.

Em 2023, na sua segunda participação numa fase final do CAN de sub-20, o início de um feito histórico – um empate, um ponto e, pela primeira vez, não sofre golo, apesar de não ter marcado.

É como tinha acontecido com os Mambas no CHAN, à sua segunda participação, que começaram com empate, também sem abertura de contagem, diante da Etiópia.

Com apenas dois jogadores a actuarem fora de portas nas escolhas de Dário Monteiro, o primeiro “onze” dos Mambinhas teve apenas um “estrangeiro”: Edson Macuana. Na baliza, estava Fazito, guarda-redes que teve apenas uma semana para se integrar nos Mambinhas, mas já trazia uma experiência do CHAN da Argélia.

Com um sistema de 4x3x3, Dário Monteiro colocou Aylton, General, Atílio e Cleyd na defensiva; Traoré, DJ e Carrelo na intermediária; e Keyns, Edson e Chamito na frente.

O Egipto procurou de todas as formas o golo, chegando até a enviar a bola ao poste da baliza de Fazito após cobrança de um canto, mas a sorte não estava do seu lado. Outro factor que contribuiu para os faraós não chegarem a marcar golos foi a defensiva compacta dos moçambicanos, que não permitia veleidades na zona mais recuada.

Em alguns momentos é que os Mambinhas procuravam sair para frente, sem, no entanto, chegarem a criar perigo junto da baliza adversária.

Na ponta final, Dário Monteiro ainda fez algumas alterações, fazendo entrar Leonel, Ivan Tropa, Cantilo e Edilson para os lugares de Keyns, Chaimito, Cleyd Tropa e Edson Macuane, respectivamente, mesmo assim não tinha pendor ofensivo que pudesse criar perigo na baliza dos egípcios.

Aliás, nos últimos minutos, o Egipto encurralou os Mambinhas no seu sector defensivo e criou várias oportunidades de marcar, mas Fazito e a falta de pontaria ajudaram o combinado moçambicano a somar o primeiro ponto na história dos sub-20.

Foi o primeiro ponto dos Mambinhas numa fase final de um Campeonato Africano das Nações da categoria, um feito que merece destaque.

Com o empate, os Mambinhas somam um ponto e aguardam, agora, o próximo adversário, a Nigéria, no sábado, a partir das 16h00.

Os Mambinhas sub-20 estreiam-se amanhã no CAN da categoria, pensando na vitória, diante do Egipto.

De Egipto, brota o sonho de Moçambique estar, pela primeira vez, num campeonato mundial de futebol. O sonho é da selecção sub-20, que está em busca da sua concretização em terras faraónicas.

A busca do desejado objectivo começa este domingo, quando os pupilos de Dário Monteiro defrontar o Egipto no jogo da primeira jornada do Grupo A.

Antevê-se um jogo difícil, por isso os jogadores pedem apoio de todos os moçambicanos.

Depois de defrontar o Egipto, a selecção nacional jogará diante do Senegal e fechará a fase regular frente à Nigéria.

Hélder Duarte está a caminho do Ferroviário da Beira. O técnico português vai substituir o seu compatriota Filipe Moreira, que prescindiu do contrato com os “locomotivas”.

Um mês depois de ter sido anunciado como novo treinador do Ferroviário da Beira, o técnico português Filipe Moreira recuou na sua decisão. Ao que se sabe, Moreira vai assumir outros desafios no Paris 13 Atlético, clube que milita na terceira divisão do campeonato francês.

Para colmatar essa contrariedade, os “locomotivas” do Chiveve, que na presente temporada se reforçaram com sete jogadores, foram buscar o também português Hélder Duarte, técnico que chegou a Moçambique pela porta da Associação Black Bulls.

Hélder Duarte foi responsável pelo primeiro título dos “touros”, em 2021, tendo depois abandonado o clube para abraçar outro projecto no seu país de origem. O técnico tem a dura missão de levar o Ferroviário da Beira à conquista do título, facto que não acontece há anos.

A Federação Moçambicana de Atletismo vai implementar o projecto de Academia de Alto Rendimento, em Maputo. A iniciativa vai contar com o financiamento da World Atlethic, que vem financiando o projecto de captação de talentos em todo o país.

O projecto é antigo e só este ano é que se vai efectivar. O plano da Federação Moçambicana de Atletismo é que a Academia de Alto Rendimento seja implantada ainda no presente semestre.

O entendimento para a implantação da Academia de Alto Rendimento foi alcançado esta sexta-feira durante uma reunião virtual entre a direcção presidida por Kamal Badrú e a World Atlethic.

Kamal Badrú referiu ainda que o projecto vai impulsionar a preparação de atletas para as competições internacionais, nomeadamente Jogos Olímpicos, campeonatos regionais, africanos e mundiais.

 

FORMAÇÃO DE TREINADORES E JUÍZES

Entretanto, outro dos projectos da Federação Moçambicana de Atletismo para o presente ano 2023 é a formação de juízes treinadores e juízes da modalidade.

O projecto é no âmbito do desenvolvimento dos Recursos Humanos da instituição, e a formação será feita em parceria com a World Athletics, a mesma organização internacional que gere o atletismo mundial.

Para esta primeira fase a Federação Moçambicana de Atletismo decidiu pela formação de treinadores no nível I e juízes com padrões da World Athletics.

Numa primeira fase, a formação será online, na vertente teórica, e posteriormente a prática, que será presencial.

O Ferroviário de Maputo já definiu o seu plantel para a época 2023 de futebol, na qual vai procurar defender a Taça de Moçambique conquistada no ano passado, bem como recuperar o Moçambola e fazer boa prestação nas afrotaças 2023/24.

São três frentes que a turma do Ferroviário de Maputo terá pela frente na presente temporada e, por isso, precisa de ter um plantel equilibrado e robusto, para não sacrificar os mesmos jogadores nessas competições.

O campeonato nacional é uma prova que foge das vitrinas “locomotivas” da capital há sensivelmente sete anos, já que a última vez em que conquistou a prova foi em 2016. Por isso, será o principal objectivo da turma orientada por João Chissano, que quer ver resgatada a sua veia conquistadora que sempre teve.

A Taça de Moçambique é uma prova que o Ferroviário de Maputo vai procurar renovar, depois de ter a conquistado ano passado, graças à vitória sobre o homónimo da Beira. E a Taça Nelson Mandela, ou Taça CAF, prova na qual regressa depois de vários anos.

O Ferroviário de Maputo quer fazer uma boa figura nessa competição e chegar ao mais longe possível, aproveitando o facto de, ao iniciar a prova, a equipa estar com mais rodagem em relação aos restantes clubes, cujos campeonatos podem não se ter iniciado ainda.

É com este intuito que a turma da capital do país foi ao mercado contratar cinco jogadores para fecharem o plantel de 23 atletas, nomeadamente Xirasse, que no ano passado esteve ao serviço da Associação Desportiva de Vilankulo, Quaresma e Beto Maravilha, ambos vindos do Costa do Sol, Shelton, que representou o Ferroviário de Nacala, e avançado Fortinho, que já passou pelo Sporting de Nampula e Ferroviário, também de Nampula.

A equipa treinada por João Chissano anunciou também a renovação de contrato com boa parte dos jogadores que estiveram na época passada, nomeadamente os  guarda-redes Armando, Franque e Manuel, os defesas Jeitoso, Huga, Pauluana, Nota, Miter, Tununu e Nelson; os médios, Kito, Shaquille, Raulito, Neldinho, Celso, Raúl, Mapangane e o avançado Maxwell.

Recorde-se que na etapa final da época passada a direcção do Ferroviário de Maputo trocou o seu treinador principal, o belga Jean Loscuito, que tinha iniciado a temporada, pelo moçambicano João Chissano, que acabou por fazer uma boa ponta final, ao conquistar a Taça de Moçambique.

Os “locomotivas” da capital do país já abriram as oficinas e já trabalham com vista à nova temporada e com ambições de conquistar todas as provas, a começar pelo Campeonato Provincial da cidade de Maputo, a Liga Jogabets.

A competição da capital do país vai iniciar dentro de dias e contará com a participação de 14 equipas, dentre elas as quatro que vão disputar o Moçambola 2023, nomeadamente o Ferroviário de Maputo, Costa do Sol, Black Bulls e Matchedje de Maputo.

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