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O País – A verdade como notícia

O presidente da Mesa da Assembleia-Geral da Federação Moçambicana de Futebol (FMF), Teodoro Waty, marcou as eleições para a eleição do novo presidente deste organismo para o dia 03 de Novembro próximo.

O acto vai acontecer na Assembleia-Geral Extraordinária. A eleição de novos corpos gerentes da entidade que gere o futebol moçambicano é o único ponto de agenda da assembleia. Feizal Sidat é, até aqui, o único candidato à corrida eleitoral, curiosamente à sua própria sucessão.

Sidat foi eleito para o cargo de Presidente da Federação Moçambicana de Futebol a 14 de Dezembro de 2019 para o mandato 2019-2023. Esta é a terceira vez que o dirigente concorre à presidência da FMF, depois de ter conduzido, pela primeira vez, os destinos do futebol nacional entre 2007 e 2015.

Com o anúncio do pleito eleitoral na “Casa do Futebol”, prevê-se que, nos próximos dias, surjam mais candidatos.

A capital moçambicana será palco do Campeonato Africano de Tang Soo Do 2023, um evento desportivo que acontecerá entre os dias 6 e 9 de Outubro.

A informação consta de uma nota enviada pela Associação Moçambicana de Tang Soo Do (AMTSD) à nossa redacção.

O Campeonato Africano de Tang Soo Do é um evento que reunirá  aproximadamente 180 atletas de África, incluindo Moçambique, África do Sul, Botswana, Seychelles e Mauritânia.

No evento espera-se pela presença do Presidente da Associação Mundial de Tang Soo Do e Mestres Séniores Internacionais.

Sem nenhuma supresa, até pelo desnível entre as equipas de Maputo e de Inhambane, Maxaquene e Desportivo de Maputo alcançaram vitórias na primeira jornada da fase de apuramento da zona sul para a Liga feminina de basquetebol Sasol.

Primeira formação a entrar em cena, o Maxaquene aplicou “chapa 100” ao Eagles da Maxixe, formação que ano passado disputou a Liga feminina de basquetebol Sasol, terminando na úlima posição. As “tricolores” venceram o jogo por 101-14, num duelo em que o marcador indicava 52-8 ao intervalo, o que significa que o conjunto de Inhambane teve uma média de quatro pontos por cada quarto (4).

O Desportivo de Maputo, orientado por Lourenço Buque, derrotou o Fénix de Inhambane por dez pontos: 59-49.

A prova prossegue esta sexta-feira com o Desportivo de Maputo a bater-se com Eagles da Maxixe, às 16h00, e o Maxaquene a medir forças com o Fénix de Inhambane.

No domingo, último dia da competição, Maxaquene e Desportivo travam argumentos no duelo que, seguramente, irá definir quem segue para a fase final da Liga feminina de basquetebol Sasol.

Estão já apurados para a fase final o Costa do Sol, Ferroviário de Maputo, A Politécnica, Ferroviário da Beira, New Vision de Pemba e Clube Municipal da Beira .

 

A Confederação Africana de Futebol (CAF) atribuiu a organização dos Campeonatos Africanos das Nações de 2025 a Marrocos e de 2027 a uma candidatura conjunta composta por Quénia, Tanzânia e Uganda.

Ao conceder as fases finais do CAN 2025 e 2027, a CAF levou em consideração os extensos relatórios dos Comités de Avaliação Independentes, que visitaram e avaliaram os países licitantes.

O Presidente da CAF, Patrice Motsepe, disse, na ocasião, que “o Comité Executivo da CAF ficou impressionado com a qualidade das apresentações dos países licitantes e dos relatórios de Roland Berger e PWC. Queremos felicitar Marrocos e Quénia, Tanzânia e Uganda e estamos confiantes de que eles cumprirão os padrões muito elevados que estabelecemos para sediar uma competição africana de sucesso e de classe mundial. Também estou satisfeito que o nosso compromisso de permitir que cada uma das seis regiões da CAF sedie a competição, com Quénia, Tanzânia e Uganda a serem os pioneiros e a representar a região da CECAFA. Esta zona sediou o CAN pela última vez em 1976, quando foi concedida à Etiópia.”

A candidatura marroquina concorria contra a Argélia, Zâmbia e candidatura conjunta de Nigéria e Benim para 2025, mas viu o caminho facilitado devido à desistência dos seus adversários.

Esta será a segunda vez que Marrocos, que também concorre com Portugal, Espanha e Ucrânia à organização do Mundial de 2030, organiza uma CAN, depois da edição de 1988, tendo ainda lhe sido atribuída a de 2015, mas, devido ao vírus ébola, pediu adiamento da mesma, acabando por ver a CAF retirar-lhe essa organização.

Patrice Motsepe, presidente da CAF, justificou ainda a escolha de Marrocos para sediar o CAN 2025. “Estou muito confiante pelo Marrocos. A principal razão para esta atribuição é a de apoiar a sua candidatura ao Mundial de 2030”, disse Motsepe.

O Secretariado da CAF, liderado por Véron Mosengo-Omba, visitará Marrocos e Quénia, Tanzânia e Uganda, para discutir e garantir que os compromissos assumidos pelos países anfitriões estão a ser cumpridos.

O maior evento em solo africano regressa à África Oriental após 51 anos desde que foi organizado pela última vez na Etiópia, em 1976.

Esta será a 36ª edição da competição e será a primeira vez que será organizada por três países.

O Ferroviário da Beira recebe o Baía de Pemba com ambições de vencer e consolidar a liderança do Moçambola 2023, como forma de estar mais próximo do título nacional. Uma vitória pode começar a ser chamada para a encomenda das faixas. A jornada será amputada pela não realização de dois jogos, envolvendo a União Desportiva de Songo e o Ferroviário de Maputo, que disputam as afrotaças.

Quando faltam quatro jornadas para o final da prova e com 12 pontos em disputa, o Ferroviário da Beira pode aumentar ainda mais o fosso pontual com o directo perseguidor, a Black Bulls, nesta jornada. É que os “locomotivas” de Chiveve recebem no Caldeirão o Baía de Pemba, e uma vitória pode catapultar a equipa para uma ponta final de luxo.

Mas está, de certo, avisado que não terá um adversário fácil, ou pera doce, já que vem tombando gigantes de algumas jornadas a esta parte. Trata-se de um Baía de Pemba que já tombou grandes do nosso futebol, casos da Black Bulls e da União Desportiva de Songo, ambos por uma bola sem resposta.

Aliás, o Baía de Pemba ainda não perdeu nesta segunda volta e soma quatro empates e três vitórias, resultados que colocam a equipa longe da zona da despromoção. O Ferroviário da Beira, precavido, vai querer vencer e começar a encomendar as faixas de campeão nacional.

Mas a Black Bulls, que tem menos um jogo na prova, não vai facilitar e entregar de bandeja o título. Facto é que tem deslocação complicada a Nampula, onde defronta o Ferroviário local, que também tem ambições de ascender à segunda posição, tendo em conta que a diferença pontual é de apenas um ponto.

Um jogo que vai, de certeza, trazer mudanças na tabela classificativa, em função dos resultados restantes. É que quem perder neste jogo corre o risco de cair para a 4a posição, de forma condicionada, em caso de vitória das equipas que se seguem na classificação, nomeadamente o Ferroviário de Lichinga ou o Costa do Sol, que se defrontam entre si.

Na luta pela manutenção, a Associação Desportiva de Vilankulo recebe, no Alto Macassa, o Ferroviário de Quelimane. Uma derrota dos “locomotivas” da capital da Zambézia pode ser o sentenciar da sua situação na prova e, por isso, não vai querer facilitar e vai querer arrastar a decisão final até ao fim da prova.

Já os “hidrocarbonetos” vão querer fugir da concorrência do Ferroviário de Nacala nesta disputa pela manutenção, vencendo e aumentando o fosso, que agora é de dois pontos, pese embora a turma de Nacala esteja de “folga” devido à ausência do seu adversário, o homónimo de Maputo, que está em Angola.

O já despromovido Matchedje de Maputo, por seu turno, terá que esperar, também, pelo regresso da União Desportiva de Songo, para continuar a cumprir o calendário, já que sabe que apenas espreitou e regressa à “segundona”.

As duas equipas moçambicanas que participam nas competições africanas e com sortes diferentes nos jogos da primeira mão, em Maputo, partem para Angola com mesmo o objectivo, mas com ambições quase diferentes. Enquanto o Ferroviário de Maputo vai procurar gerir a vantagem magra, podendo inclusive empatar e passar a eliminatória, a União Desportiva de Songo vai à busca de uma vitória, por mais de dois golos, para assegurar lugar na fase de grupos da Liga dos Campeões Africanos

A derrota do campeão nacional na primeira mão, em Maputo, diante do Petro de Luanda, por duas bolas a uma, compromete as aspirações da equipa na luta pela qualificação para a fase de grupos da Liga dos Campeões Africanos. Uma derrota que vai pesar nos “hidroeléctricos”, uma vez que terão de duplicar as suas energias para alcançar positivo com muitos mais golos para assegurar lugar na “champions”.

Para garantir a qualificação para a fase de grupos, a turma de Songo terá de vencer por mais de dois golos de diferença, como forma de virar a eliminatória a seu favor, uma tarefa que se avizinha fácil, mas não impossível, como disse o técnico da colectividade, no final do jogo da primeira mão.
Entretanto, a União Desportiva de Songo está numa fase não boa, com duas derrotas consecutivas, a última delas diante do Baía de Pemba, para o campeonato, no sábado passado.

Ainda assim, os “hidroeléctricos” não vergam e garantem que vão a Tundavala para defrontar o campeão angolano e procurar a desforra, num ambiente a qual estão já preparados, quer em termos de enchente nas bancadas, quer pela hostilidade que vão encontrar, derivada da rivalidade entre os dois povos irmãos.

A União Desportiva de Songo parte na manhã desta sexta-feira, de Tete para Lubango, num voo charter, devendo aterrar ao meio dia, e de tarde realizam o treino de adaptação ao Estádio Nacional de Tundavala, local que vai acolher o jogo no sábado, quando forem 16h00 de Maputo.

“LOCOMOTIVAS” DE MAPUTO QUEREM “FAZER HISTÓRIA” EM TERRA ALHEIA

Por seu turno, o Ferroviário de Maputo, que partiu esta quinta-feira para Luanda e depois para Lubango, tem tarefa mais fácil, comparativamente à União Desportiva de Songo, mas complicada, tendo em conta o ambiente que vai encontrar na terra de JLO.
Os “locomotivas” da capital do país levam vantagem na primeira mão, ainda que ligeira, depois da vitória tangencial em Maputo e vão procurar gerir o resultado por forma a que não sejam surpreendidos.

Um empate ou mesmo vitória dos “locomotivas” e, até mesmo uma derrota, mas com diferença de um golo em Lubango, garante a qualificação da turma moçambicana para a fase de grupos da Taça CAF, também conhecida por Taça Nelson Mandela.

A turma orientada por João Chissano parte motivada pelos bons resultados que alcançou nas últimas três partidas, nos quais não sofreu nenhuma derrota. Venceu dois jogos e empatou um, no sábado, diante do Costa do Sol, com Mário a mostrar-se um verdadeiro goleador e, por isso, uma aposta ganha para a equipa técnica.

João Chissano antevê muitas dificuldades no jogo contra o Sagrada Esperança de Angola, referente à segunda “mão” da segunda eliminatória de acesso à fase de grupos da Taça Nelson Mandela. Ainda assim, o técnico do Ferroviário de Maputo garante que a sua equipa vai encarar a partida com a mesma responsabilidade de sempre.

Em vantagem na eliminatória depois da vitória a uma boa resposta no jogo da primeira “mão”, no Estádio Nacional do Zimpeto, o Ferroviário de Maputo vai para Angola para procurar um resultado que garanta a passagem para a outra fase. Apesar do desejo de vencer, o técnico dos “locomotivas” antevê muitas dificuldades na partida.

Para evitar possíveis surpresas, João Chissano diz que está a preparar a sua equipa da melhor maneira, de modo a estar a um bom nível. O técnico dos “locomotivas” conta com todos os jogadores disponíveis para esta partida, que vai ser disputada este sábado.

O Sagrada Esperança, por seu turno, tem estado a fazer aprimoramento do passe, recepção e circulação da bola nas sessões de treinos, visando o jogo com o Ferroviário de Maputo, sábado, às 20h00 de Maputo, no Tundavala, referente à segunda “mão” da penúltima eliminatória de acesso à fase de grupos da Taça da Confederação de futebol.

No jogo da primeira “mão”, disputado em Moçambique, os angolanos perderam por 0-1, estando, por isso, em desvantagem. Para passar a eliminatória, a equipa da Lunda-Norte está obrigada a vencer por uma margem de dois golos.
O defesa central Kimazembá, a recuperar-se de uma intervenção cirúrgica, constitui baixa para a equipa, segundo o médico do clube angolano, Demístocles Esteves.

A União Desportiva de Songo emitiu uma nota de repúdio à atuação dos árbitros de futebol nos jogos que a equipa realiza fora de casa e ameaça cortar todo tipo de relações institucionais com a Comissão Nacional de Árbitros de Futebol e respectivas Comissões Provinciais.

A nota de repúdio da União Desportiva de Songo vem após os factos ocorridos no embate da última jornada do Moçambola 2023, realizada no Campo Municipal de Pemba, em que os “hidroeléctricos” perderam diante do Baía por duas bolas a uma.
O repúdio é causado por alguns lances que, segundo a turma de Songo, tiveram vista grossa da equipa de arbitragem, dentre eles o golo anulado a Nelson Divrassone, ainda na primeira parte, duas pretensas grandes penalidades que não foram assinaladas, e no lance do corte de Sidique para canto, na área, no qual o árbitro do encontro assinalou uma grande penalidade, convertida com êxito e ditou o resultado final.

E não foi somente este jogo reclamado pela União Desportiva de Songo. De acordo com a nota, no embate diante do Ferroviário de Quelimane, a equipa de arbitragem anulou um golo apontado por Dário Melo, por alegado fora de jogo, facto que não foi de acordo com a avaliação do clube.

O referido jogo acabou terminando com o nulo a prevalecer.
Já diante do Ferroviário de Nampula, os “hidroeléctricos” dizem que o segundo golo dos “locomotivas”, apontado aos 85 minutos, por Quaresma, foi em posição irregular, e o árbitro fez vista grossa.

Os “hidroeléctricos” reclamaram ainda do jogo decorrido no Alto Macassa, em que a turma de Vilankulo venceu por uma bola sem resposta, com golo apontado depois dos 85 minutos através de uma grande penalidade.

Face a estes argumentos, em que consideram ter sido prejudicada em cinco pontos, a União Desportiva de Songo “repudia as actuações sistematicamente prejudiciais das equipas de arbitragem nos jogos envolvendo a UD Songo, lamenta o facto da Federação Moçambicana de Futebol, Liga Moçambicana de Futebol e a Comissão Nacional de Árbitros de Futebol remeterem-se ao silêncio cúmplice perante o condicionamento e violação da verdade desportiva por parte das equipas de arbitragem no Moçambola 2023”, segundo a nota.

Assim, os “hidroeléctricos” consideram a “possibilidade de cortar todo tipo de relações institucionais com a CNAF e respectivas comissões provinciais, em face da actuação dos árbitros no Moçambola 2023, limitando a sua colaboração com o estritamente estiver obrigado”, segundo escreve a União Desportiva de Songo.

Para já ainda não há nenhuma reacção da Comissão Nacional de Árbitros de Futebol, da Federação Moçambicana de Futebol, da Liga Moçambicana de Futebol, através do seu Conselho de Disciplina.

O árbitro internacional de basquetebol Nilton Macamo foi nomeado pela FIBA-África para dirigir jogos do grupo “E” da divisão Este da fase de qualificação para a Basketball Africa League (BAL), prova a realizar-se de 6 a 8 de Outubro, em Antanarivo, Madagáscar.

O certame vai contar com a participação do COSPN (Madagáscar), Ushindzi Club (Comores), Roche-Bois Warriors (Maurícias) e Beau Vallon Heat (Seychelles), sendo que o primeiro classificado apura-se para a Elite 16 da Basketball Africa League (BAL).

Para além do moçambicano, a FIBA-África indigitou Cláudio Euiba (Angola), Ahmed Khedr (Egipto), Walelign Gebeto (Etiópia) e Haja Ranaivoson (Madagáscar). Charles Saunders (África do Sul) e Karim Zulficar (Tanzânia) irão desempenhar as funções de delegado técnico e supervisor dos árbitros, respectivamente.

Com a carteira “black license”, renovou recentemente a carteira de árbitro internacionais que os habilita a apitar provas sob a égide da Federação Internacional de Basquetebol.

Macamo, juntamente com António Sitoe, Maria Liliana, Nilton Macamo e Carlota Churame, passaram nos testes físicos efectuados em Janeiro deste ano. Depois, foram bem-sucedidos nos testes teóricos de três módulos realizados entre Fevereiro e Março último na plataforma “e-Learning” (online) promovido pela FIBA Mundo.

Em Agosto do ano passado, Macamo, na qualidade de primeiro árbitro auxiliar, dirigiu a final do Campeonato Africano de Basquetebol masculino sub-18, prova realizada em Antananarivo, Madagáscar. O jovem árbitro teve como “pares” Adlen Larouci (árbitro principal) e Erick Omondi Otieno (segundo árbitro auxiliar). Macamo havia sido indicado, igualmente, para os jogos das meias-finais e quartos-de-
final.

No mesmo ano, precisamente em Dezembro, Nilton Macamo foi indicado como juiz acompanhante do Ferroviário de Maputo na fase final da Taça dos Clubes Campeões Africanos de Basquetebol em seniores femininos.

Em Dezembro de 2021, juntamente com os compatriotas Nilton Macamo Maria Liliana, António Sitoe dirigiu partidas da fase de apuramento da zona VI de acesso aos “Afrobasket’s” masculino e feminino na categoria sub-18, em Maseru, Lesotho.

O árbitro conta ainda com nomeações para as pré-eliminatórias de acesso ao “Afrobasket” masculino, em Janeiro de 2020, no Zimbabwe.

Os internacionais moçambicanos Ivan Urrubal e Martinho Thauzene são as novidades na convocatória dos Mambas divulgada esta terça-feira, tendo em vista o duplo compromisso em Outubro próximo contra as selecções da Guiné Bissau e Nigéria.

As duas partidas estão inseridas na preparação para o Campeonato Africano de Futebol (CAN), cuja fase final vai ser na Costa de Marfim, em Janeiro do próximo ano, assim como para as eliminatórias de acesso ao Campeonato do Mundo.  

Ivan e Martinho estiveram ausentes no último compromisso dos Mambas na derradeira partida contra o Benim, em que o combinado nacional venceu por 3-2, carimbando, 13 anos depois, o passaporte para o CAN. O destaque vai também para a saída do internacional moçambicano Victor Guambe. 

Tirando os dois atletas, Chiquinho Conde manteve a lista dos jogadores da última convocatória, em que a novidade foi a chamada, pela primeira vez, de Ricardo Guimarães e Jonathan Muiomo, além do facto de Faizal Bangal ter sido chamado por Chiquinho Conde pela primeira vez. 

As partidas contra Guiné Bissau e Nigéria vem responder ao desejo de Chiquinho Conde de realizar muitos jogos de controlo antes do CAN, sobretudo diante de selecções cotadas, quer ao nível de África ou do mundo. 

Os dois amistosos poderão servir para a estreia de Jonathan Muiomo, jogador que não chegou a alinhar na derradeira partida contra o Benim. 

Recorde-se que, além dos jogos de preparação, durante os cinco dias em que o combinado nacional vai permanecer em Portugal, vai virar as suas atenções para os treinos, o que vai servir para Chiquinho Conde observar os aspectos positivos e negativos da equipa. 

 

EIS A LISTA DOS CONVOCADOS:

Guarda-redes: Ernani Siluane, Fazistêncio João, Ivan Urrubal

Defesas: Domingos Macandza, Edmilson Dove, Bruno Langa, Fernando Chamboco, Edson Sitoe, David Malembana, Martinho Thaizene, Feliciano Jone

Médios: Amade Momade, Ricardi Guimarães, Dário Melo, Shaquille Nangy, Jonatham Muiomo, Clésio Baúque, Geny Catamo, Elias Pelembe, Witness Quembo, Gildo Vilanculos, Stélio Ernesto

Avançados: Stanley Ratifo, Faizal Bangal, Dayo António

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