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O País – A verdade como notícia

Já há movimentações tendo em vista as eleições na Federação Moçambicana de Futebol (FMF). Além de Feizal Sidat, Namoto Chipande é candidato à corrida para a presidência do organismo reitor do futebol moçambicano.

A aproximadamente um mês das eleições na Federação Moçambicana de Futebol, marcadas para o dia 3 de Novembro próximo, surgem novos desenvolvimentos no que diz respeito à corrida para a presidência da FMF.  Feizal Sidat era o único que já havia manifestado a intenção de concorrer para o segundo mandato, ou seja, para a sua própria sucessão.

Sidat, que reassumiu a presidência do mais alto órgão reitor do futebol moçambicano em 2019 depois de um período sabático de outros anos,  defende que pretende continuar com os projectos que tem estado a levar a cabo, mormente no que toca à construção de infra-estruturas desportivas.

Ora, nos últimos dias, Namoto Chipande surge na órbita. O jovem dirigente, com um histórico na gestão da FMF, entrou na corrida ao escrutínio de dia 3 de Novembro.

Ao que o “O País” apurou, Chipande submeteu, na sexta-feira, através do seu mandatário, o expediente da sua candidatura na secretaria da FMF, formalizando, dessa forma, a intenção de lutar na corrida pela presidência da Federação Moçambicana de Futebol.

Até aqui, não são conhecidas as linhas de força do manifesto de Namoto Chipande que, como dirigente, já foi vice-presidente para a área das selecções no consulado de Alberto Simango Jr.

Foi, aliás, durante esse período que Chipande se notabilizou no dirigismo, tendo implementado várias reformas nas selecções nacionais. Espera-se que, nos próximos dias, surjam mais candidatos para a presidência da FMF, tal como aconteceu em 2015, em que se registou um número considerável de candidatos. Nesse ano, ao todo, foram quatro candidatos, no caso, Alberto Simango Jr, Teodoro Waty, Manuel Chang e Enoque João.

O Sporting está intransigente e não subiu a proposta pelo remanescente do passe do moçambicano; À medida que se destaca na equipa principal, a cotação do canhoto continua a aumentar. A SAD leonina abriu conversas com o emblema da margem Sul do Tejo para avançar com a renovação do extremo.

Segundo o Jornal O Jogo, Geny Catamo é um dos casos pendentes para a Direcção do Sporting que entrou em campo à procura de conseguir garantir uma fatia importante do passe do moçambicano. Com 25% dos direitos económicos do jogador, a SAD leonina está a negociar com a do Amora, de modo a ter uma percentagem maioritária do passe do futebolista.

Face à utilização como titular na ala direita e também pelo destaque individual com a bola no pé, Catamo está a valorizar-se. A entrada para o ataque, diante da Atalanta, mereceu elogios e voltou a mostrar que o extremo está na luta por um lugar no onze. Naturalmente, a sua técnica salta à vista e jogando na Liga Europa mais depressa entra no radar de outros clubes.

Como tal, a SAD do Amora recusa saldos pelo atleta e aguarda que o Sporting suba a proposta. A Direcção de Frederico Varandas teve a oportunidade de pagar, anualmente, 200 mil euros para chegar à totalidade do passe. Investiu apenas 200 mil euros, o equivalente a 13 milhões de Meticais, em 2019, no então júnior moçambicano e considerou que tal negociação ainda estava activa.
No entanto, o prazo expirou e será necessária uma renegociação. Varandas mantém-se intransigente no valor colocado em cima da mesa e a SAD do Amora está tranquila, a ver como o jogador se vai valorizando.

Ainda de acordo com a mesma publicação, não havia plano de vender os 75% do passe do jogador por menos de três milhões de euros. Esta é uma situação premente para a SAD leonina porque o contrato de Geny acaba em 2025 e a intenção é prolongá-lo e aumentar a cláusula de 60 para 80 mil euros. Tem nove jogos na época e foi chamado à sua selecção para os dois particulares, dos dias 13 e 16, frente à Angola e Nigéria.

PROCESSO NEGOCIAL
Geny Catamo chegou em 2019, depois de observado no Amora, mas os leões, por terem dúvidas do valor do atleta, compraram apenas 25% do passe. Amorim gostou do que viu, pediu para o atleta rodar e ganhar experiência, de modo a ser solução este ano.

A Academia Black Bulls reivindicava 80% do valor que o Amora viesse a receber. No entanto, de acordo com a FIFA está proibida a partilha de passes por três clubes. O Amora acredita só ter de pagar os direitos formativos.
O talento do driblador desperta a cobiça de alguns clubes europeus. Tem contrato até 2025, mas o Sporting quer ampliar a extensão e passar a cláusula de rescisão dos 60 para os 80 milhões de euros.

O internacional moçambicano, Witness Quembo, está a viver momentos de glória ao serviço do Nacional da Madeira. Witti voltou a ser determinante, ao assinar um “hat-trick” na vitória da sua equipa por 5-0, diante do Oliveirense, em jogo da sétima jornada da segunda liga portuguesa.

Fulminante e decisivo, Witti tem sido, na presente temporada, o abono da família do Nacional da Madeira, equipa que procura regressar à primeira liga portuguesa. As boas exibições do moçambicano têm merecido destaque na imprensa portuguesa.

O internacional moçambicano tem contribuído com os seus golos para que esse desejo seja uma realidade. Diante do Oliveirense, Witti foi a figura de destaque, numa partida em que coube a Chucho Ramírez abrir o activo, concluindo com êxito um cruzamento de Gustavo Silva, num lance em que o guarda-redes do Oliveirense saiu mal na fotografia.

Gustavo Silva voltaria a estar em evidência, desta feita, apontando o segundo tento do Nacional. E depois veio a magia de Witti.

O internacional moçambicano fez o primeiro golo na conta pessoal à passagem dos 20 minutos, num remate colocado à entrada da área do Oliveirense, um tento, diga-se, com uma nota artística.

O Nacional da Madeira foi ao intervalo a vencer por três bolas sem resposta. Com classe e postura, Witti comandou a orquestra dos madeirenses. O jovem lateral moçambicano viria a apontar mais um golo, assinando, por isso, um “hat-trick”, por sinal o primeiro na presente temporada.

Witti soma seis golos e quatro assistências em oito jogos, constando da lista dos melhores marcadores da sua equipa. Com este resultado, o Nacional da Madeira, que curiosamente alcançou a sua oitava vitória consecutiva na presente época, passa a ocupar provisoriamente a segunda posição da segunda liga portuguesa, com 15 pontos.

Amora recusa saldos por Geny Catamo: Sporting só tem 25% do passe 

O Sporting está intransigente e não subiu a proposta pelo remanescente do passe do moçambicano; À medida que se destaca na equipa principal, a cotação do canhoto continua a aumentar. A SAD leonina abriu conversas com o emblema da margem Sul do Tejo para avançar com a renovação do extremo.

Segundo o Jornal O Jogo, Geny Catamo é um dos casos pendentes para a Direcção do Sporting que entrou em campo à procura de conseguir garantir uma fatia importante do passe do moçambicano. Com 25% dos direitos económicos do jogador, a SAD leonina está a negociar com a do Amora, de modo a ter uma percentagem maioritária do passe do futebolista.

Face à utilização como titular na ala direita e também pelo destaque individual com a bola no pé, Catamo está a valorizar-se. A entrada para o ataque, diante da Atalanta, mereceu elogios e voltou a mostrar que o extremo está na luta por um lugar no onze. Naturalmente, a sua técnica salta à vista e jogando na Liga Europa mais depressa entra no radar de outros clubes.

Como tal, a SAD do Amora recusa saldos pelo atleta e aguarda que o Sporting suba a proposta. A Direcção de Frederico Varandas teve a oportunidade de pagar, anualmente, 200 mil euros para chegar à totalidade do passe. Investiu apenas 200 mil euros, o equivalente a 13 milhões de Meticais, em 2019, no então júnior moçambicano e considerou que tal negociação ainda estava activa.

No entanto, o prazo expirou e será necessária uma renegociação. Varandas mantém-se intransigente no valor colocado em cima da mesa e a SAD do Amora está tranquila, a ver como o jogador se vai valorizando.

Ainda de acordo com a mesma publicação, não havia plano de vender os 75% do passe do jogador por menos de três milhões de euros. Esta é uma situação premente para a SAD leonina porque o contrato de Geny acaba em 2025 e a intenção é prolongá-lo e aumentar a cláusula de 60 para 80 mil euros. Tem nove jogos na época e foi chamado à sua selecção para os dois particulares, dos dias 13 e 16, frente à Angola e Nigéria.

A selecção nacional de futebol feminino empatou, esta quinta-feira, a zero com a sua similar da Zâmbia, em desafio inserido na 1.ª jornada do Grupo “B” da 11ª edição do Campeonato feminino “HOLLYWOODBETS COSAFA-2023”, mais conhecido como Torneio COSAFA.

Zâmbia e Moçambique reencontraram-se após cinco anos, depois de o primeiro encontro ter acontecido em 2018, onde as campeãs levaram a melhor vencendo por 3-0, no dia 18 de Setembro de 2018, na cidade portuária de Port Elizabeth.

Na próxima ronda, Moçambique terá pela frente às Comores (15h30), enquanto Angola enfrenta a Zâmbia.

ANGOLA MUITO FORTE

A selecção de Angola teve uma estreia avassaladora após vencer por expressivos 5-0, a sua  congénere das Comores, em jogo pontuável para a primeira jornada do Grupo A, em pleno Lucas Moripe Stadium, no bairro de Atteridgeville, Pretória, localizado na província sul-africana de Gauteng.

Com estes desfechos, Angola lidera condicionalmente a pauta classificativa com três pontos, seguindo Zâmbia e Moçambique com apenas um ponto. Na última posição estão as Comores sem nenhum ponto.

Tal como foi planeado na antecâmara deste jogo, as “Welwitschias”, comandadas por Sousa Garcia, técnico da selecção angolana, entraram em campo com o único objectivo: marcar nos primeiros minutos. Missão cumprida. As angolanas foram ao intervalo com uma vantagem folgada no marcador (5), mercê das facilidades criadas pela equipa insular, que não teve argumentos suficientes para contrariar a supremacia das suas adversárias.

Zeferina Caupe (5´), Sara Luvunga (21´), Matondo Matuvova (25´) e Paulina Sambo (31´) foram as autoras dos golos do triunfo angolano e, ainda beneficiaram de um autogolo da atacante Anllaouia Hadhirami Ali (45´+3´). Na segunda etapa, a turma angolana continuou impiedosa e manteve o pé no acelerador, mas a guarda-redes recém-substituída, Nathani Anrifou, esteve em melhor plano em relação ao seu colega, Ben Amina e evitou uma hecatombe.

Mesmo depois de terem falhado a presença na fase de grupo das últimas quatro edições, as angolanas conseguiram no seu palmarés, conquistar o honroso segundo lugar na edição disputada em 2008, após perderem na final, para a África do Sul por 1-3.

No ano passado, a turma angolana não foi para além da fase de grupos e terminou em terceiro lugar do Grupo A com quatro pontos. Em três embates, suplantaram as insulares das Ilhas Maurícias (3-0), empatando depois com a sua congénere de Moçambique (2-2). Na terceira e última jornada da fase de grupos, as Welwitschias não evitaram a derrota frente ao carrasco África do Sul, por 3-0.

Entretanto, amanhã, o Grupo C, entrará em cena, destacando-se o regresso do Zimbabwe ao convívio das competições internacionais, depois de ter visto levantado o embargo que havia sido imposto pela FIFA em 2022. As zimbabweanas estreiam-se amanhã diante do Lesotho (12.00 horas), enquanto que Namíbia enfrenta Botswana (15.00 horas).

De acordo com o regulamento da prova, os três melhores classificados e o segundo melhor colocado de todos grupos seguirão para as meias-finais.

Costa do Sol e Ferroviário de Maputo protagonizam, esta sexta-feira, às 18h00, no pavilhão da Universidade Eduardo Mondlane, o jogo de cartaz da jornada 7 do Campeonato da Cidade de basquetebol em seniores femininos. Há sempre um atractivo duelo entre “canarinhas” e “locomotivas” para alimentar a vista. Pudera, são as duas melhores equipas da actudalidade no basquetebol feminino no país. 

É daqueles jogos sempre apetecíveis, não estivéssemos em presença de dois conjuntos que têm bipolarizado o cenário do basquetebol feminino nos últimos anos. Aliás, como um dos atractivos para o duelo de sexta-feira, vale a pena recordar os números e posicionamento das duas formações disputadas seis jornadas da maior prova do calendário do basquetebol da capital do país.

Costa do Sol e Ferroviário de Maputo, ambos com 12 pontos, partilham a liderança do Campeonato da Cidade e têm algo mais em comum: ainda não perderam na competição. O que vale, por outras palavras, dizer que quando os conjuntos orientados pelos “coachs” Nasir “Nelito” Salé (Ferroviário de Maputo) e Leonel “Mabê” Manhique subirem à quadra, estará em disputa a liderança da competição.

Uma coisa, de resto, é certa:  a liderança é um objectivo comum às duas  equipas.  Ferroviário ou Costa do Sol podem colocar-se numa boa posição ou não, mas nunca será definitiva, porque ainda há  mais jogos. 

Campeãs e vice-campeãs nacionais e, por acréscimo da cidade, têm de estar sempre motivadas, alerta e no máximo das suas  nossas capacidades. É, pelo menos, o que se espera quando se olha para dois plantéis recheados de jogadoras de selecção nacional que recentemente estiveram em cena no desastroso “Afrobasket” de Kigali, no Ruanda.

Actual detentor do troféu, o Ferroviário de Maputo aponta para a revalidação do Campeonato da Cidade, mas ciente de que terá pela frente um adversário que ano passado frustrou as suas expectativas no “nacional”.

Seja como for, no último embate entre as duas equipas, o Ferroviário de Maputo venceu ao Costa do Sol  (67-42) e conquistou a Taça Maputo Maputo Jogabets 100 Paus.  

 

OUTROS JOGOS DO DIA 

Ainda nesta sexta-feira, e no outro extremo da Cidade de Maputo, o Maxaquene bate-se, às 18h00,  no seu pavilhão,  com  o vizinho e rival Desportivo de Maputo.

Os dois conjuntos defrontaram-se há uma semana, em Inhambane, com as “tricolores” a vencerem as “alvi-negras, por 47-35, e a assegurar a qualificação para a Liga Sasol de basquetebol feminino.

Duas horas depois, ou seja, às 20h00, será a vez das equipas do Maxaquene “B” e Aeroporto travarem argumentos. 

Em masculinos, o Ferroviário “B” mede forças, no seu campo, às 18h00, com o Costa do Sol “sub-20”, num duelo entre o penúltimo e último classificado com 9 a 8 pontos, respectivamente. No mesmo recinto, às 19h30, o Ferroviário “A” mede forças com a Universidade Pedagógica.

Nem mesmo a razia que tem sofrido ciclicamente nos últimos sete anos, com a saída das suas joias para os clubes mais musculados e “”endinheirados” do país,  trava a austúcia e irreverência da equipa sénior masculino de basquetebol d’A Politécnica. 

Nem mesmo a presença dos irmãos Amarildo e Augusto Matos, que se juntaram à Anderson Macamo no Sporting de Quelimane, foi suficiente para travar os “politécnicos” na 2.ª  jornada da fase de apuramento da zona norte para a Liga Moçambicana de Basquetebol Mozal. 

Em pleno pavilhão do Ferroviário de Nampula, a A Politécnica derrotou, quarta-feira, o Sporting de Quelimane (84-42), uma diferença de 42 pontos que espelha a clarividência dos orientados por José “Matilo” Macuácua.

Incapaz  e sem presença ofensiva para fazer face aos “politécnicos”,  o Sporting de Quelimane de Dilar Dessai somente contabilizou 13 pontos nos dois primeiros quartos.

Quem continua sem saber lidar com a derrota é o Costa do Sol que, diante do anfitrião Sporting de Nampula, resolveu o jogo com um resultado de 70-42. Os “canarinhos” saíram ao intervalo a vencer por vinte pontos: 33-13.

Com esta vitória, o Costa do Sol reforçou a condição de líder da prova com 4 pontos, os mesmos que o C.D.M. Beira, mas com melhor cesto-average.

O C.D.M Beira não teve dificuldades para levar de vencida a New Vision de Nampula por 90-46, com o marcador a indicar 51-23 ao intervalo.

Esta quinta-feira, realiza-se a 3.ª  jornada com os seguintes embates: New Vision Nampula vs A Politécnica (14h00), Sporting de Quelimane vs Costa do Sol (16h00) e Ferroviário de Nampula vs C.D.M da Beira (18h00).

O vencedor da 14.ª edição da Liga Moçambicana de Basquetebol Mozal irá representar Moçambique na fase de qualificação ao Basketball Africa League,  BAL 2024. 

A selecção nacional de futebol feminino entra em cena esta quinta-feira no torneio regional do Cosafa, defrontando a sua congénere da Zâmbia, para a primeira jornada do grupo B. As moçambicanas têm ambição de atingir o pódio nesta competição que junta países da região austral de África.

Moçambique joga esta quinta-feira, a partir das 15h30, diante da sua similar da Zâmbia, em partida que abre o grupo B do torneio regional da Cosafa que se disputa na vizinha África do Sul.

Trata-se de um adversário que é candidato à conquista do troféu regional, não fosse o detentor da prova, e que vai criar muitas dificuldades ao combinado nacional, que tem objectivos elevados nesta edição do Cosafa.

Basta frisar que Moçambique foi recentemente afastado das eliminatórias do Campeonato Africano de Futebol (CAN), a ter lugar no Marrocos no próximo ano, pelo Senegal, com agregado de 2-1, com os dois jogos da eliminatória disputados em Dakar.

Por isso mesmo,  as meninas do nosso país vão querer aproveitar a boa forma e o facto de estarem mais entrosadas para buscar um bom resultado diante da campeã Zâmbia e partir em busca de um lugar nas meias-finais da prova.
Depois da Zâmbia, Moçambique volta a jogar no domingo com as Comores, fechando a fase de grupos na terça-feira da próxima semana diante de Angola.

O torneio Cosafa, disputado por 12 selecções divididas em três grupos de quatro cada, qualifica os primeiros classificados para as meias-finais, e Moçambique vai lutar por um desses quatro lugares.

 

COSAFA FEMININO TERÁ VAR PELA PRIMEIRA VEZ

Entretanto, é na chamada capital de ouro do mundo, Joanesburgo, localizada na província sul-africana de Gauteng, que arrancou, esta quarta-feira, mais uma edição do Campeonato Sénior Feminino da COSAFA, devendo terminar no dia 15 de Outubro deste ano.
A presente edição será especial e ficará marcada com a introdução da tecnologia VAR, que será utilizada nesta competição. O vídeo-árbitro será utilizado pela primeira vez na história de uma competição organizada pelo Conselho das Associações de Futebol da África Austral (COSAFA).
Entretanto, no Grupo A, a anfitriã, África do Sul, vai disputar o acesso às meias-finais com as congéneres do Malawi, Madagáscar e eSwatini e os primeiros jogos tiveram lugar esta quarta-feira.
Já no Grupo C, destaca-se o regresso do Zimbabwe ao convívio das competições internacionais depois de ter visto levantado o embargo que lhe havia sido imposto pela FIFA em 2022. As zimbabweanas estreiam-se nesta sexta-feira diante do Lesotho (12.00 horas), enquanto Namíbia enfrenta Botswana (15.00 horas).
De resto, esta será uma edição emocionante da melhor competição regional feminina do continente, já que tanto a Zâmbia quanto a campeã africana e a África do Sul se destacaram no Campeonato Mundial da FIFA realizado na Austrália e na Nova Zelândia este ano.
De acordo com o regulamento da prova, os três melhores classificados e o segundo melhor colocado de todos grupos seguirão para as meias-finais.
O novo figurino tem por objectivo conferir maior rodagem às equipas, visto que permite a realização de um mínimo de três jogos e máximo de cinco.

No duelo mais importante da primeira jornada da fase de apuramento da zona norte para a Liga Moçambicana de Basquetebol Mozal, o Costa do Sol venceu, ontem, a A Politécnica por 59-42.

Ao intervalo, no pavilhão do Ferroviário de Nampula, o marcador indicava 25-20, vantagem para os “canarinhos”. Equipa sensação da última edição da Liga Moçambicana de Basquetebol Mozal (ficou em terceiro lugar), o Sporting de Quelimane caiu aos pés do C. D Municipal da Beira (70-60).

Os quelimanenses, comandados por Dilar Dessai, não contaram com os préstimos dos irmãos Amarildo, Pio e Augusto Matos nesta empreitada. Na partida entre as equipas da casa, saiu-se melhor o Ferroviário de Nampula que derrotou a New Vision (86-46).

A prova prossegue hoje com a realização dos jogos C. D. Municipal da Beira vs New Vision (14h00), Costa do Sol vs Ferroviário de Nampula (16h00) e A Politécnica vs Sporting de Quelimane (18h00).

O jogador da União Desportiva do Songo, Danito, vítima de agressão em Angola, depois da partida entre a sua equipa e o Petro de Luanda, inserida na segunda “mão” da segunda eliminatória de acesso à fase de grupos da Liga dos Campeões Africanos, em que o campeão moçambicano perdeu por 1-3, continua hospitalizado em Lubango, capital da província da Huíla, em Angola.

O atleta, que ainda está em observação, ainda não obteve a autorização da equipa médica para regressar ao país. Danito foi agredido por um grupo de seis indivíduos, nas imediações do hotel em que estava hospedado, na companhia dos seus colegas Ernani e Macaime.
O director clínico do Hospital Central de Lubango considera considera que o quadro clínico do atleta é satifatório, antevendo que possa ter alta nos próximos dias.

“Ele está a reagir muito bem. Isso nos leva a crer poderá voltar ao convívio familiar o mais breve possível”, disse o médico.
A polícia local garante estar a trabalhar para identificar os malfeitores.

“Há já uma luz relativamente a investigação da agressão do atleta moçambicano. A polícia activou vários meios e forças especializadas na matéria de investigação criminal”, garante a polícia angolana.

A Secretaria do Estado da Huíla, local onde aconteceu o crime, considera que este é um caso isolado, até porque a província tem zelado pela segurança de todos os cidadãos.

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