Skip to main content

O País – A verdade como notícia

A estrada que dá acesso aos bairros Chamissava e Incassane, no distrito de KaTembe, não será entregue em Dezembro, como previsto. O facto, segundo o vereador de infra-estruturas do Município de Maputo, deve-se à recente paralisação das obras.

Em Junho deste ano, o edil de Maputo lançou a primeira pedra para a construção da estrada que dá acesso aos bairros Chamissava e Incassane, a partir da rotunda em KaTembe.

A promessa era de que a estrada ficaria pronta em seis meses, uma informação que inundou de alegria os corações dos “katembeiros”. Afinal, era “sol de pouca dura”, disseram os munícipes, reagindo à paralisação das obras.

Os munícipes que usam a via diariamente dizem que os trabalhos preliminares só pioraram as dificuldades de transitabilidade e relatam avarias constantes de suas viaturas.

Eneas Comiche, quando questionado sobre a paralisação da obra, em Setembro passado, garantiu que, apesar dos constrangimentos, deve-se o olhar para o acordado nos contratos, referindo-se ao período de duração da obra indicado na placa.

O Município de Maputo nunca tinha aparecido ao público a avançar as causas da paralisação.

Sobre o assunto, questionamos o vereador de infra-estruturas no município de Maputo, que falou de problemas na aquisição do material.

“Houve um problema logístico por causa dos materiais de construção. Por questões ambientais, as câmaras de empréstimo, que são os locais onde nós recolhemos os solos para usar nas estradas, foram interditas e novas regras foram impostas. Por isso, não podíamos ir buscar os materiais sem fazer os ajustes. Assim, fizemos os ajustes para voltar a usar”, explicou Chambeze.

Ultrapassados os problemas, as obras já se reiniciaram. No terreno, as obras já andam a um ritmo satisfatório.

Entretanto, contrariamente às palavras do presidente do Município, Saturnino Chambeze diz que a obra não vai terminar na data prevista – Dezembro deste ano.

“Obviamente, estas paralisações e atrasos vão comprometer o cumprimento dos prazos. Mas devo também dizer que, muitas vezes, os prazos não só são comprometidos por situações como estas, mas por situações de chuva, alguma avaria… contudo, vamos fazer de tudo para correr atrás do prejuízo”, garantiu o vereador.

Para os munícipes, a retoma da construção da estrada para os bairros Chamissava e Incassane relança a esperança de dias melhores, pois já tinham perdido a esperança.

A estrada de pavê terá uma extensão de 3,2 quilómetros e está orçada em mais de 65 milhões de Meticais.

A Procuradoria da República Provincial de Inhambane tem, desde esta quinta-feira, novas instalações. Trata-se de um imponente edifício construído de raiz, que vai aliviar o sufoco dos magistrados do Ministério Público no antigo edifício construído no tempo colonial.

Segundo o procurador-chefe em Inhambane, o antigo edifício já era pequeno para aquela instituição, pois havia poucos gabinetes para os magistrados, bem como poucas condições para a conservação de processos em tramitação naquela Procuradoria.

Nazimo Mussa diz que, com o novo edifício, está devolvida a dignidade dos magistrados e funcionários do Ministério Público em Inhambane: “ funcionávamos em condições não muito boas, isso contribuía também como constrangimento e este novo edifício com mais gabinete para magistrados, mais cartórios, temos uma sala conferência, uma biblioteca que não só vai servir aos magistrados, bem como ao público em geral, vai também melhorar o atendimento ao público em geral”.

A Procuradora-geral da República, Beatriz Buchili, disse, na ocasião, que o edifício inaugurado oferece um ambiente de trabalho condigno e adequado, numa altura em que a demanda do serviço do Ministério Público é maior como consequência do alargamento das suas consequências, o que requer também não só o aumento em Recursos Humanos como materiais.

O novo edifício foi inaugurado pelo Presidente da República. Filipe Nyusi disse que espera que a PGR aprimore a prevenção da criminalidade, apostando no combate às novas formas de criminalidade, contando sempre com a participação do povo moçambicano.

“Ontem (quarta-feira), estive em Memba a conversar com os que pertenceram ao grupo terrorista e com a população e ali ficou claro que muitos daqueles que fogem não voltam para as suas casas, têm medo e optam por ir para as outras províncias”, disse Filipe Nyusi, acrescentando que não há, até ao momento, nenhuma indicação que dê certezas que esses mesmos jovens não estão em Inhambane.

O Chefe de Estado quer ver melhorada a qualidade na prestação do serviço público, primeiro, garantindo melhores condições para os funcionários do Ministério Público e, segundo, propiciar melhores condições para a sociedade que lá irá buscar atendimento em face das suas preocupações.

O Presidente da República acrescentou que, com o novo edifício, o Governo dá um passo concreto para que a PGR continue a representar o Estado na prestação de serviços à sociedade, nos domínios da defesa das profissões, da legalidade e da moralidade

Além da Procuradoria de Inhambane, Filipe Nyusi inaugurou os edifícios onde vão funcionar os tribunais judiciais dos distritos de Morrumbene e Funhalouro, construídos no âmbito do programa “Um distrito, um edifício condigno para o tribunal”.

O Primeiro-ministro diz que os moçambicanos devem trabalhar para fazer valer o artigo 84 da Constituição da República, que refere que o trabalho constitui um direito e dever de cada cidadão. Segundo Adriano Maleiane, só assim haverá um debate construtivo no país.

O apelo acontece no segundo dia consecutivo em que o Executivo foi chamado à casa do povo para responder às perguntas de insistência.

Durante a sua intervenção, o Primeiro-ministro pediu um instante para contar um episódio que aconteceu consigo fora do país. Disse que foi questionado por que é que a população do seu país reclama tanto. Maleiane disse ter respondido nos seguintes termos:

“O grande problema é que nós ainda não estamos a usar o artigo 84 da Constituição da República, que fala de trabalho. Então, no dia que a gente se concentrar neste comando constitucional, o debate, o comportamento de cada um vai mudar. Mas o que diz este artigo? Peguei duas coisas muito importantes: trabalhar é um direito e dever de cada um dos moçambicanos, segundo, cada um é livre de escolher a sua profissão. A Constituição da República não pode estar distraída, em não pôr aqui a emprego, nem devia pôr.”

Maleiane disse que o que devia constar da Constituição da República é o direito ao trabalho. Ora, “como cada um exerce esse direito, isso é o que cada um precisa saber. Portanto, no dia que fizermos isso é que teremos um debate construtivo”.

Voltando ao tema da sessão parlamentar, a bancada da Frelimo optou em não questionar ao Executivo por se sentir satisfeita com as respostas dadas. Já as bancadas da Renamo e do Movimento Democrático de Moçambique ficaram desiludidas, pois esperavam mais.

Contudo, mais uma vez, o Primeiro-ministro garantiu que o Governo continuará empenhado em conter a inflação e o alto custo de vida, que tem sofrido bastante influência do preço dos combustíveis, impacto das mudanças climáticas, bem como dos ataques terroristas no Norte do país.

A par disso, o Executivo conta com a implementação das medidas de aceleração económica, que são de médio e longo prazo para contribuir na recuperação da economia nacional.

“Para a materialização deste pacote de medidas, o Governo procedeu, a título de exemplo, à revisão da legislação que fixa as normas de entrada, permanência e saída no país com o objectivo de atrair mais investidores e turistas para Moçambique”, disse Maleiane, que garante estar em curso o ensaio da plataforma E-visa que irá permitir a qualquer cidadão estrangeiro solicitar visto de entrada em Moçambique e obter a sua aprovação em tempo útil.  

“É muito importante percebermos que, a nível de índices de desenvolvimento humano, nós registamos crescimento, apesar dos vários desafios na educação, saúde, estamos a caminhar, não podemos autoflagelar”, explicou a chefe do executivo.

ASSISTÊNCIA SOCIAL

A Renamo não gostou das respostas da ministra do Género, Criança e Acção Social, pois considera que apenas foram apresentados números que em nada reflectem a realidade no terreno.

Segundo a bancada, há idosos maltratados e excluídos dos processos de acesso ao subsídio. Quando há, pouco chega para suster durante o mês.

A bancada do MDM vai mais longe e acusa o Governo de tornar o processo partidário. Nyelete Mondlane nega e esclarece, indicando os principais critérios para se beneficiar do apoio.

O critério etário é válido para as pessoas idosas (com mais de 60 anos) e para crianças (menores de 18 anos); o critério de residência deve residir no local do pedido de assistência e reconhecido pela estrutura administrativa local; o critério de rendimento é feito através de visitas domiciliárias e outras diligências que permitam aferir sobre as condições socio-económicas; e critério clínico que é aplicável para as pessoas com doenças crónicas e para as crianças desnutridas, com a intervenção das unidades sanitárias que avaliam e certificam o estado clínico dos beneficiários.

 Segundo a governante, “a assistência social destina-se àquelas pessoas mais vulneráveis, sem forma de terem subsistência e sem família. Assim, nem todas as pessoas idosas, com deficiência, crianças ou pessoas com doenças crónicas, são legíveis aos nossos sistemas. Na selecção de pessoas que não possuem famílias, nós temos responsabilidades, mas quase todos temos famílias e é responsabilidade de cada um cuidar destas pessoas”.

A ministra do Género, Criança e Acção Social referenciou que, por forma a garantir a transparência do processo, é realizada a divulgação dos programas, critérios de elegibilidade e das listas dos beneficiários seleccionados, o que permite aos cidadãos apresentarem as suas queixas e reclamações que são devidamente tratadas pelo Instituto Nacional de Accão Social.

O Governo suspendeu, hoje, as actividades da Igreja Velha Apostólica em Moçambique por tempo indeterminado. A suspensão deve-se aos desentendimentos e os recentes episódios de violência entre os membros da congregação.

Foi através de um despacho, assinado pela ministra da Justiça, Assuntos Constitucionais e Religiosos, que o Governo oficializou a suspensão das actividades religiosas da Igreja Velha Apostólica em Moçambique.

O Ministério da Justiça, Assuntos Constitucionais e Religiosos diz que a medida visa travar a onda de violência a que se assiste na igreja.

Em reacção, a Igreja Velha Apostólica em Moçambique afirma que a medida vai salvaguardar os princípios dos crentes, com destaque para a paz interna.

“Essa medida, até um certo ponto, é acertada por uma razão muito simples. O grupo identificado, que apoia o apóstolo emérito Jaime César Matlhombe, estava a tentar aqui acções de violência porque não querem conformar-se com aquilo que é a resolução que o apostolado anunciou no dia 6 do mês corrente. Não há condições de resolver um problema num momento em que todo mundo está a choramingar, é preciso perceber, primeiro, por que que estão a chorar e qual é a razão do conflito”, disse Elídio Mavume, representante da Igreja Velha Apostólica em Moçambique.

E mais, a igreja diz que está a trabalhar para retomar as actividades o mais rápido possível. A congregação revelou que já submeteu um documento ao Ministério da Justiça, Assuntos Constitucionais e Religiosos com alguns pontos a serem tomados em conta para o efeito e aguarda uma resposta.

“Vamos, de facto, encontrar forma de resolver o problema porque a nação apostólica está, neste momento, triste porque quer ir à igreja, mas ao mesmo tempo abraçamos esta acção de forma positiva porque visa dar o fim a um problema que coloca em causa o bom nome da igreja e dos próprios crentes”, reiterou Elídio Mavume, representante da Igreja Velha Apostólica em Moçambique.

Para o Conselho Cristão de Moçambique, não basta apenas suspender as actividades, a igreja em causa necessita de um acompanhamento das autoridades competentes.

“Suspender é atitude que deve ter uma coisa logo a seguir para que a medida não seja para afastar ainda mais as pessoas, mas sim para se reconciliarem o mais rápido possível. Por isso, apelo a um segmento a nível do Ministério para garantir que o programa ocorra sem turbulências”, informou Felicidade Chirinda, do Conselho Cristão de Moçambique.

Jaime Matlombe deixou de ser o líder máximo da Igreja Velha Apostólica em Moçambique, há cerca de duas semanas. Durante anos, o ex-líder foi acusado de escândalos sexuais, curandeirismo, criminalidade e fraude financeira.

 

O ministro das Obras Públicas, Habitação e Recursos Hídricos garante que, dentro de algumas semanas, estará reposta a ligação terrestre entre as províncias de Nampula e Niassa. A via está interrompida desde terça-feira, devido ao desabamento da ponte metálica sobre o rio Natete, na Estrada Nacional Número 13, distrito de Ribáuè, em Nampula.

A reacção acontece 48 horas depois do desabamento da ponte metálica sobre o rio Natete, no distrito de Ribáuè, em Nampula.

“Vai estar pronta dentro de algumas semanas. Estamos a mobilizar todo o tipo de material que é necessário para ir lá”, garantiu Maleiane.

O ministro das Obras Públicas diz que há sabotagem das infra-estruturas rodoviárias, por isso apela ao bom uso.

“É preciso saber o que levou ao desabamento da ponte. O mesmo ocorreu numa outra zona onde a ponte desabou por excesso de carga. Queremos que a imprensa e as redes sociais ajudem a contornar este tipo de abusos”, exortou Mesquita.

Sobre a estrada alternativa, que é limitada a camiões de até 20 toneladas, prejudicando transportadores de alta tonelagem, Carlos Mesquita esclarece: “A ANE já está a trabalhar no processo. Aquilo foi algo que aconteceu inesperadamente e é claro que tem de se criar, mesmo sendo desvio, condições de acesso seguro, para evitar outros danos maiores”.

Recorde-se que a ponte de betão sobre o rio Natete, no distrito de Ribáuè, em Nampula, desabou na época chuvosa de 2021, e a Administração Nacional de Estradas colocou por cima a ponte metálica para garantir a transitabilidade provisória.

 

O Instituto Nacional dos Transportes Rodoviários (INATRO) garante que volta a receber, a partir da segunda-feira da próxima semana, pedidos de novos candidatos para os exames teóricos. Já a Associação das Escolas de Condução (AECOM) diz esperar que o sistema electrónico da instituição melhore nos próximos dias.

Um mês depois de suspender o serviço de exames teóricos, por sobrecarga do sistema devido às restrições impostas pela pandemia da COVID-19, o INATRO anunciou, esta quinta-feira, a boa nova.

Os candidatos a exames teóricos já podem fazer os seus pedidos a partir da próxima semana. “Chegamos à conclusão de que o número reduziu de forma significativa, porque, quando nós fizemos o levantamento, tínhamos cerca de 10 mil candidatos a realizar exames teóricos, e, ao fazer esta paragem para absolver na sua máxima capacidade na sala de exame, ficamos com um número reduzido, esta situação ficou minimamente resolvida, já não temos uma avalanche”, explicou a Delegação do INATRO na Cidade de Maputo, Felícia Manhique.

O problema que se tem verificado a nível da Delegação do INATRO na Cidade de Maputo, Felícia Manhique, reconhece a existência de escolas sobrecarregadas, que, apesar dos actuais números de despachos efectuados pela instituição que tutela.

“Ainda há escolas que estão sobrecarregadas, mas já podemos retomar a normalidade, pois não é um número alarmante”, vincou Manhique em entrevista ao jornal “O País”.

Reagindo à decisão, a Associação das Escolas de Condução de Moçambique (AECOMO) disse que a medida vai descongestionar as escolas. Porém, espera melhorias no sistema electrónico do INATRO, pelo facto de, nos últimos tempos, estar a registar maior número de falhas.

“Era uma medida que, a princípio, como disse, parecia que ia ajudar-nos a dar vazão a estes pedidos antigos, nem isso o sistema corresponde nem os novos alunos podem realizar exames, porque o sistema não ajuda, e essa questão do sistema é um assunto de que já viemos a longa data a queixar-nos, e não sei qual seria a melhor via para ultrapassar esta questão”, reitera o secretário-geral da AECOMO, Afonso Mabucuro.

O INATRO garante ter despachado, em um mês, cerca de nove mil e quatrocentos pedidos antigos de realização de exames teóricos que são resultados dos últimos três anos.

O Presidente da República apresentou, ontem, em Memba, 30 pessoas que se haviam juntado ao grupo terrorista. Destaque vai para a cunhada de Bin Omar, tido como um dos líderes do grupo, e um professor.

No mês passado, o Presidente da República, Filipe Nyusi, apresentou um grupo de supostos ex-terroristas. Separadamente, o comandante-geral da Polícia da República de Moçambique, Bernardino Rafael, apresentou um outro grupo.

Filipe Nyusi esteve, quarta-feira, em Memba, Cabo Delgado, para apresentar um novo grupo, composto por 30 elementos, entre os quais uma mulher, que se supões que seja cunhada de um dos nomes citados como líderes dos terroristas, Bin Omar; estava também um professor.

A apresentação foi feita num comício, onde Filipe Nyusi aproveitou para pedir perdão à comunidade pelos 30 dissidentes do terrorismo. Segundo disse, “nós somos um país que é conhecido como perdoador.

E perdoar é voltar a conviver com os supostos ex-terroristas. “Continuem com as suas comunidades, se tiverem algum problema, avisem-nos para que os possamos ajudar na sua reintegração”, disse Filipe Nyusi, para, depois, destacar que é preciso que estes 30 sejam elo entre as autoridades e os que ainda estão com os terroristas.

Isso inclui os cidadãos que ainda estejam com os terroristas, mas não mais por vontade própria. “Aqueles que estão encurralados em Katupa ou Nangade, que não sabem por onde sair, nem para Tanzânia nem outro lado, é só combinar ou deixem uma carta num sítio, nós vamos buscá-los”, garantiu Filipe Nyusi.

Recorde-se que, nos últimos dias, têm sido reportados novos ataques em Ancuabe e Montepuez, onde pode ter sido afectada uma empresa que explora rubis naquela parcela do país.

Filipe Nyusi ainda interagiu com a população e, até, decidiu dar uma volta de carro nas ruas de Memba.

A Associação Machel Fidus foi à terra natal do primeiro Presidente de Moçambique para plantar árvores e lançar a iniciativa Rapariga Nota 20 por ocasião da passagem dos 36 anos após a morte de Samora Machel.

Passam-se 36 anos após a tragédia de Mbuzine que matou o primeiro Presidente de Moçambique independente. Para assinalar a data, a Associação Machel Fidus foi à terra natal de Samora.

No posto administrativo de Chilembene, província de Gaza, havia crianças, a quem Machel chamou de flores que nunca murcham, membros da Associação Fidus, parceiros e Governo local à espera do momento solene de homenagem ao antigo estadista.

Foi pelas mãos dos petizes que a coroa de flores foi depositada no monumento construído em homenagem a Samora Moisés Machel.

Depois disso, a chefe da localidade de Chilembene, Esperança da Piedade José, destacou as qualidades de Samora Machel. “Ele era um homem político, gostava da verdade, era justo e gostava das crianças, as flores que nunca murcham. A mensagem que eu deixo à sociedade em geral é que devemos continuar com os feitos do Presidente Samora Machel”, apelou a chefe da localidade de Chilembene.

Depois da deposição da coroa de flores, fez-se o lançamento da iniciativa “Rapariga Nota 20”, que visa reter crianças na escola. “A ideia é que, no universo de 100 escolas numa primeira fase, sejam três mil raparigas, mas queremos que este vá crescendo”, disse Feliciano Cuamba, director de programas no Movimento pela Cidadania.

Na iniciativa, “Um Gesto, Um Sorriso”, a Associação Machel Fidus fez o plantio de fruteiras na Escola Secundária de Chilembene. “Decidimos trabalhar na Escola Secundária de Chilembene com as crianças que nunca murcham, que são as crianças de Samora e plantar árvores para que elas (as árvores) não murchem. Nós achamos que esta é uma maneira de contribuirmos para o nosso ambiente e sabemos que está com problemas muitíssimos graves”, justificou Malenga Machel, filho do antigo Presidente da República, Samora Moisés Machel.

As crianças tiveram, ainda, um momento para aprender mais sobre o meio ambiente de forma descontraída com o ambientalista Carlos Serra.

A Eletricidade de Moçambique vai investir mais de 20 milhões de dólares para fazer melhoria da qualidade de energia na Cidade e província de Maputo.

Por conta do crescimento populacional na Cidade e Província de Maputo, a EDM, viu a necessidade de melhorar no fornecimento da corrente elétrica. Para o efeito, vai implementar o projecto de reabilitação e aumento da capacidade da rede de transporte elétrica.

Gil Massinga, responsável pelo projecto, afirmou que já estão a ser construídas novas linhas de condução eléctrica, entretanto, o projecto já esta a 60%.

+ LIDAS

Siga nos

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE