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O País – A verdade como notícia

Pessoas com doenças como a asma, hipertensão arterial e cardíacas podem ter complicações de saúde devido ao calor intenso que se faz sentir na Cidade e província de Maputo nos últimos dias. O alerta é da médica de clínica geral do Hospital Central de Maputo, que aponta a hidratação como uma das saídas.

São simples hábitos que mantém o corpo saudável, principalmente, em dias de calor intenso.

“ Primeiramente beber água para desidratar, ficar em lugares frescos, um lugar onde a pele não ira queimar ” diz a banhista da praia da Costa do Sol, na Cidade de Maputo, Deolinda Cumbe.

Já Flávio Simone gosta de praticar exercícios físicos para se manter em forma e toma cuidado com as altas temperaturas e tem as suas estratégias.

“ Costumo correr, fazer alguns exercícios físicos e tenho feito isso a partir das 19 horas por causa do calor e, é, também, uma hora morta, o sol não está no auge” disse o banhista.

Nos últimos dias, os termómetros têm apontado para altas temperaturas na Cidade e província de Maputo. E, sendo assim, pessoas com doenças como asma, hipertensão arterial e doenças cardíacas arriscam-se a ter complicações de saúde.

“ As temperaturas muito altas criam um estado de desidratação que pode se tornar grave quando o indivíduo não consome ou não se hidrata, ou seja, repõe a perda do líquido que perdeu”, explicou a médica clínica geral do Hospital Central de Maputo, Amila Fábula.

E os mais vulneráveis não são apenas os que têm doenças crónicas.

São as idades extremas e falo de crianças ou bebês, idosos, jovens também, sobretudo aqueles que praticam exercícios físicos, porque a temperatura aumenta principalmente quando se expõem ao sol” disse Amila Fábula.

E que cuidados ter com a saúde numa altura onde o calor já se faz sentir no país?

“ Ventilar bem a casa, abrir as portas e janelas mas também tendo o cuidado com os mosquitos sobretudo por tratar-se de uma época caracterizada por chuvas, e os mosquitos estão a espreita, outra forma é consumir muitos líquidos, frutas como a melancia que contém muito líquido e é ideal, estamos numa altura em que se aproxima a época de festas e é importante referir que o álcool não hidrata o nosso corpo ” acrescentou Fábula.

A médica de clínica geral do Hospital Central de Maputo alerta que em caso de febres causadas por altas temperaturas desaconselha-se a automedicação, devendo consumir-se líquidos e permanecer em lugares frescos.

Faltando apenas duas semanas para o fim das matrículas para os novos ingressos, há pais que ainda não matricularam seus filhos, na Cidade de Maputo. O País fez uma ronda pelas escolas e constatou esse cenário.

Apesar de mais da metade dos pais e encarregados de educação já terem feito as matrículas, na Cidade de Maputo, há aqueles que ainda não se dirigiram às escolas para o efeito.

“Nós tínhamos a meta de 233 alunos e até agora já conseguimos preencher 197 vagas, o que corresponde a acima de 70 por cento, e temos 36 vagas que sobram e avaliação que fazemos é positiva porque já ultrapassamos a fasquia dos 70 por cento” disse a directora da Escola Primária Completa 3 de Fevereiro, Custódia Zucula.

Um cenário que não é notável para as escolas primárias Completa Kurhula e a Luta Continua que já têm mais de 95 por cento das vagas preenchidas.

“Tínhamos 209 vagas e nós dissemos que comparado ao ano passado estamos muito bem, conseguimos atingir 99 por cento, faltam apenas 4 vagas”, detalhou o Chefe da Secretaria Escola Primária Completa Kurhula, Armando Zimba.

“ Estamos quase a atingir a meta para o ano 2023, estamos num bom caminho, tínhamos 82 vagas para 2023, estamos com 99 por cento no processo de matrículas das crianças, disse director adjunto da Escola Primária Completa a Luta Continua, Edson Muthemba.

Mas afinal o que leva os pais e encarregados de educação a não efectuarem as matrículas atempadamente?

“O que realmente condiciona isto deve ser o facto de os pais tardam em efectuar o registo do boletim de nascimento das crianças, e alguns pais até vem às escolas para reservar vagas mas nós não fazemos isso sem o documento da criança” defendeu a Directora da Escola Primária Completa 3 de Fevereiro.

Jeremias Majobar é pai e encarregado de Educação e diz que já tinha esquecido de matricular o seu filho para que comece a frequentar a escola no próximo ano.

E os que já garantiram as vagas para os seus filhos deixam o conselho “ o pilar da sociedade é a escola, e é preciso que não deixemos assuntos importantes como estes para o último minuto sob o risco de não termos sucesso neste processo” explicou um pais e encarregado entrevista pelo “O País” que preferiu não se identificar.

A previsão do sector de educação é de matricular, em 2023, um milhão e quinhentos mil alunos da primeira classe em todo país.

Mais de mil pessoas morreram vítimas de acidentes de viação em todo o país, no ano passado. O mês de Dezembro foi um dos mais sangrentos, com o registo de 100 óbitos. Para evitar que o cenário se repita, na presente quadra festiva, a Polícia está a intensificar a fiscalização rodoviária.

Ao longo da Estrada Nacional Número Quatro (EN4), as brigadas da Polícia promoveram uma campanha de sensibilização para a prevenção dos acidentes de viação durante a quadra festiva.
A sinistralidade rodoviária é responsável pela morte de mais de um milhão de pessoas por ano, em todo o mundo e Moçambique está no rol das estatísticas de países com maiores índices. Os dados evidenciam o facto.

Só para se ter uma ideia, do total de 1027 acidentes de viação que o país registou no passado, cerca de 315 ocorreram nos meses de Setembro e Dezembro.

No rol das estatísticas nacionais sobre a sinistralidade rodoviária, a província de Maputo ocupa o quarto lugar, atrás da capital do país, Gaza e Inhambane.

A província de Maputo quer, na presente época festiva, mostrar que aprendeu a lição com os acidentes do passado, fez o TPC e quer colocar em prática novas estratégias para reduzir a sinistralidade rodoviária.

“Queremos que todos nós possamos passar as festas com boa saúde, calmaria e sem choros, sobre choros que vêm da estrada”, ansiou Afonso Miquichone, comandante da Polícia da República de Moçambique na província de Maputo, interagindo com os condutores e passageiros.

E foi a partir da estrada que a brigada de fiscalização rodoviária reforçou mensagens de condução segura durante a quadra festiva para evitar o derramamento de sangue.

“Se forem a perceber que a velocidade é excessiva, a condução não é defensiva, é um pouco violenta, denunciem de modo a reduzir os índices de acidentes de viação”, apelou Leonel Cossa, director da Ordem na Província de Maputo, falando aos utentes de transporte público.

E durante a quadra festiva, haverá mais sensibilização, porque o objectivo é atacar o factor comportamento humano. “A sensibilização visa, essencialmente, trabalhar no factor homem.

Quem pensa em fazer ultrapassagem irregular é o homem, quem circula em velocidade excessiva é o homem, quem circula sabendo que está fatigado é o homem. É por isso que achamos que mudando a opinião do homem, poderemos ganhar mais”, indicou Afonso Miquichone.

O troço da EN1, no distrito da Manhiça, considerado corredor de morte, vai merecer especial atenção das autoridades.

“Temos muitos postos ao longo da via Marracuene–Manhiça, que são de observação. Portanto, o nosso plano operativo para esta quadra festiva dá prioridade a este troço para que não seja palco de derramamento de sangue”, revelou o comandante da PRM na Província de Maputo.

Mortes que não foram poucas, segundo as estatísticas do ano passado. Dos 1027 acidentes de viação registados no ano passado em todo o país, 398 foram do tipo atropelamento, 168 choques entre carros e 202 de despiste e capotamento. O terror na estrada matou, em 2021, mais de mil pessoas e, destas, o maior número, quase duzentas, perderam na província de Maputo.
E o balanço dos primeiros 10 meses deste ano não foi dos melhores, pelo menos para a província de Maputo.

“Não estamos bem. Olhando para os dados estatísticos, de Janeiro a Outubro deste ano, tivemos o registo de 123 casos de acidentes de viação contra 115 registado no igual período do ano passado. Nos óbitos, tivemos uma redução. Foram 128 óbitos contra 144, mas tivemos aumento em outras consequências. Tivemos 164 feridos graves contra 74, 200 ligeiros contra 74 e 87 danos avultados contra 71”, revelou Rodrigo Tchabana, porta-voz da Polícia de Trânsito na província de Maputo.

Para inverter este cenário, diga-se, preocupante, a brigada de fiscalização não vai atacar apenas o comportamento humano. “Durante este período, vamos reduzir a fiscalização, mas vamos intensificar a sensibilização, vamos trabalhar na educação do homem, vamos chamar à razão, à consciência. Teremos alguns postos de observação e controlo de velocidade”, destacou o porta-voz da Polícia de Trânsito na província de Maputo.

A REVIMO diz que não será possível acabar com os acidentes de viação no país e defende que se mantenha o que chamou de realidade sustentável. “Não podemos ter situações em que acidentes evitáveis nos aconteçam sem nenhuma explicação. Por exemplo, o estacionamento de camiões nas bermas da estrada, isso não pode acontecer”, referiu Alexandre Nhampossa, presidente da REVIMO.

Na missão de reduzir a sinistralidade rodoviária durante a quadra festiva, a Polícia socorre-se de três planos, nomeadamente: Tsakane, Stop acidentes de viação e Zalala.

Está interrompida a circulação rodoviária no troço do posto administrativo de Catuane e da localidade de Madubula, no distrito de Matutuine, província de Maputo, devido à subida do caudal do rio Maputo. O facto deve-se ao aumento das descargas na Barragem de Pongolapoort, na Africa do sul.

A 18 de Novembro passado, a Administração Regional de Águas do Sul previu o aumento do nível das águas no rio Maputo, devido ao aumento das descargas na Barragem de Pongolapoort, localizada na vizinha África do Sul, depois do último incremento em 2018.

Dito e feito. As descargas aumentaram e, segundo um Comunicado da ARA-sul, já há consequências. “Regista-se inundações dos campos agrícolas nas zonas baixas do rio Maputo e, por consequência, está interrompida a circulação rodoviária no troço do posto administrativo de Catuane e localidade de Madubula”, lê-se no comunicado.

Face à situação, a ARA-Sul reitera o apelo à sociedade em Geral para a observância de medidas de precaução ao se fazerem ao Rio Maputo.

Já atracou, no Porto de Maputo, o navio veleiro da expedição marinha “One Ocean”. No país, a embarcação norueguesa vai realizar pesquisas, em cerca de duas semanas, sobre os maiores problemas marinhos e das prováveis soluções, segundo fez saber a ministra do Mar, Águas Interiores e Pescas.

Eram 09 horas, deste sábado, quando o navio veleiro, da expedição “One Ocean” atracou no Porto de Maputo. Na embarcação, de 98 metros de comprimento, estão mais de 100 estudantes e investigadores que pretendem, através de pesquisas no oceano, responder aos problemas que afectam o ambiente marinho.

A ministra do Mar, Águas Interiores e Pescas diz que o lixo marinho continua a ser uma das maiores preocupações.

O Conselho Superior da Magistratura do Ministério Público expulsou, na semana passada, um procurador de Sofala, indiciado de actos de corrupção.

A decisão foi tomada em sede da III Sessão Extraordinária do Conselho Superior da Magistratura do Ministério Público, realizada de 13 a 15 de Dezembro de 2022.

Segundo um comunicado que “O País” teve acesso, aquele órgão deliberou a expulsão do quadro de pessoal da Procuradoria Provincial da República em Sofala, de um magistrado com a categoria de Procurador da República, cuja identidade não é revelada.

“O referido magistrado usou das suas funções em benefício próprio e em prejuízo de terceiros, ao solicitar e receber valores monetários, para facilitar a soltura de um arguido preso, indiciado pela prática de crime de homicídio involuntário”, lê-se no documento.

O Conselho Superior da Magistratura do Ministério Público indica ainda que a sanção aplicada resulta da violação dos deveres e princípios profissionais, designadamente, legalidade, dignidade, lealdade e honestidade.

O vereador de Ordenamento Territorial, Ambiente e Construção do Município de Maputo, Silva Magaia, diz que os pronunciamentos de Eneas Comiche sobre a proliferação de parques de venda de viaturas em segunda mão, que o edil considerou “lixo”, foram mal percebidos.

O edil de Maputo, Eneas Comiche, não quis voltar a falar da polémica sobre a proliferação de parques de venda de viaturas em segunda mão, tendo, para tal, delegado o vereador Silva Magaia, que explicou que a intenção não é proibir a venda de carros usados, mas sim alertar para o perigo que os veículos podem causar.

“O presidente disse uma coisa e nós não estamos a conseguir interpretar. Em curtas palavras, pode-se traduzir – não é porque ouvimos o presidente dizer isso, é porque discutimos este assunto internamente – estas viaturas serão um problema; vamos transformar o nosso país numa grande sucata. Daqui a algumas décadas, vão começar a ser abandonadas na via pública, porque não há assessórios, porque as peças que usam hoje estão a ser descontinuadas, porque quem as fabrica pode deixar de o fazer… o tipo de combustíveis pode não ser compatível… Há, portanto, uma série de variáveis que podemos trazer. [Importa] clarificar que o problema não é a compra ou venda. Não é que se vá proibir a importação daquelas viaturas, não é isso que o presidente está a dizer.”

Em relação aos locais onde foram instalados os parques ilegais de venda de viaturas, Silva Magaia adianta que há um estudo desenvolvido pela edilidade para a construção de habitações sociais.

“Aquela zona tem um enorme potencial para habitação social, e estamos a discutir isto. Vamos procurar uma oportunidade para trabalhar com os operadores e identificar um sítio próprio para eles exercerem a actividade e fazermos investimento para habitação social naquela zona.”

O presidente do Município de Maputo efectuou, esta sexta-feira, uma visita de trabalho ao Distrito Municipal KaMpfumo, para aferir o nível de execução do plano de desenvolvimento municipal 2019/23.

Trabalhadores da Distribuidora Nacional de Material Escolar (Diname) decidiram, hoje, paralisar as actividades da instituição, por não receberem seus salários nos últimos sete meses.

Depois de tantas tentativas para resolver o problema de falta de salários, os trabalhadores da Diname decidiram levar a cabo, esta quinta-feira, uma manifestação, como forma de mostrar a sua indignação, mas a Polícia não os facilitou.

“Nós estamos a tentar manifestar o nosso direito e a Polícia levou os nossos dísticos, chamou Mahindra para vir intimidar-nos. São sete meses sem salários, não sei se qualquer outro indivíduo pode aguentar isso”, lamentou Eugénio Javal, trabalhador da Diname.

Diante da situação, os funcionários da instituição reuniram-se, esta quinta-feira, durante três horas, com a direcção do Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano (MINEDH), como forma de se encontrar uma saída.

“O MINEDH não está em condições de pagar os salários, nos perguntamos a quem devemos recorrer, porque o que nós sabemos é que somos do MINEDH e disseram-nos que o nosso processo estava no IJEP, mas, ao mesmo tempo, não podemos ir para o IJEP por estar em negociações com o MINEDH para a transformação da Diname. O que nos resta agora é encerrar a firma e tirarmos a direcção que está lá, que foi nomeada pelo ministro na altura, não há outra coisa que possamos fazer”, afirmou Andrade Matsinhe, trabalhador da Diname.

Após estas palavras, os manifestantes dirigiram-se à direcção da Diname, convidaram o director financeiro a abandonar o local e, de seguida, fecharam as portas.

“O que o director deve fazer é colaborar, tirar as chaves do carro, colocá-las no armazém e fechar as portas. No dia em que a direcção, o MINEDG ou o IJEP decidirem, voltaremos”, disse José Mate, trabalhador da Diname.

Segundo os trabalhadores, a empresa só voltará a operar depois do pagamento dos seus salários.

Trata-se de barbatanas secas de diversas espécies de tubarões caçadas ilegalmente no território moçambicano. A directora-geral da Administração Nacional das Áreas de Conservação não deu detalhes sobre a apreensão nem o destino final da carga.

Celmira da Silva revelou apenas que a apreensão foi feita há duas semana num dos terminais daquela unidade aeroportuária, mas o caso ainda está sob investigação e, por isso, não poderia avançar mais detalhes sobre o assunto.

O “O País” tentou, junto da governante, perceber quem era o proprietário da carga e qual seria a sua origem ou o destino final, mas sem sucesso.

No âmbito do reforço da fiscalização de crimes ambientais, Celmira da Silva disse que mais de 1700 guardas florestais, afectos a diferentes áreas de conservação espalhadas em todo o país, serão integrados no Aparelho do Estado, a partir do próximo ano, com vista a reforçar a capacidade de fiscalização da biodiversidade.

A medida visa responder de forma eficiente aos novos desafios da caça e pesca furtiva, através de realização de formação do corpo de fiscalização dos agentes ligados à conservação e protecção dos recursos naturais, principalmente para as espécies protegidas pela lei, como é o caso de dugongo e tartaruga marinha que estão em via de extinção.

Segundo indicou, no âmbito desta acções, a ANAC, em coordenação com African Parks Network e outros parceiros, promoveram a formação básica de 123 fiscais, capacitação e reciclagem de outros 175. Foram, igualmente, capacitados 90 guardas florestais em combate a crimes contra fauna bravia e tráfico de produtos de flora e fauna bravia.

Foram formados 36 fiscais e agentes da Polícia de Protecção dos Recursos Naturais e Meio Ambiente e Alfândegas de Moçambique, na colecta de evidências na cena de crime, treinados em Botswana, 18 agentes em matérias de investigação de crimes ambientais, incluindo agentes das Alfândegas.

Ainda no ciclo de capacitação dos intervenientes no combate aos crimes ambientais, foram formados procuradores de nível distrital na utilização do Manual de Investigação Penal de crimes contra a fauna bravia.

Celmira da Silva explicou que o judiciário tem sido também evolvido nas capacitações, com vista a melhorar a capacidade de resposta no combate à caca furtiva e comércio ilegal de produtos de fauna bravia, como, por exemplo, pontas de marfim e de rinocerontes.

Relativamente à caça furtiva, a directoria-geral da ANAC fez saber que, este ano, foram registados 385 casos que resultaram na detenção de 839 pessoas em conexão com os crimes contra a vida selvagem.

Dos 385 casos registados em 2022, 41 foram julgados e 13 condenados a penas que variam entre quatro e 30 anos de prisão maior.

Neste período, foram igualmente apreendidas 158 armas de fogo, destruídos 348 acampamentos de furtivos e desactivadas 11770 armadilhas utilizadas pelos caçadores ilegais nas suas incursões.

Segundo a governante, o sucesso das operações de combate a crimes ambientais só foi alcançado graças ao envolvimento de outros actores.

“De forma geral, as tendências de caça furtiva têm reduzido graças a várias medidas tomadas pela ANAC em colaboração com organismos nacionais, internacionais e parceiros de cooperação”, acrescentou Celmira da Silva.

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