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Municípios formados em proteção social

Os Presidentes dos municípios estão a ser capacitados em Chimoio para reforçar os mecanismos de protecção social face aos choques climáticos. A formação pretende preparar

Municípios formados em proteção social

Os Presidentes dos municípios estão a ser capacitados em Chimoio para reforçar os mecanismos de protecção social face aos choques climáticos. A formação pretende preparar

Na manhã de hoje, houve pânico a bordo de um avião das Linhas Aéreas de Moçambique (LAM).

Segundo relatos, 20 minutos antes de o Boeing (voo TM 301) aterrar no Aeroporto OR Tambo International, na Cidade de Joanesburgo, um dos jactos deixou de funcionar e o comandante deixou cair as máscaras de oxigênio.

Alguns passageiros tentaram usar as máscaras, mas dizem que não tinham oxigênio. Um dos passageiros disse que leu numa das máscaras que a última manutenção tinha sido feita em 2020. A questão que ainda não está esclarecida é o que levou o comandante a regressar a Maputo e não optar por aterrar em solo sul africano?

As Linhas Aéreas vão conceder uma conferência de imprensa para explicar com detalhes o sucedido.

A província da Zambézia acaba de anunciar a primeira morte, devido à cólera, depois de as autoridades sanitárias terem declarado, no domingo, a eclosão da doença nos distritos de Gurúè, Gilé e Mocuba.

A morte foi registada em Mocuba, onde o cumulativo de casos de cólera atingiu 50, 40 dos quais em internamento.

Cumulativamente nos três distritos da província da Zambézia, foram já notificados perto de 600 casos de cólera.

Entretanto, a secretária de Estado na Zambézia, Cristina Mafumo, que concluiu, esta quarta-feira, uma visita de trabalho de dois dias ao distrito de Mocuba, renovou o apelo para o reforço das medidas de higiene individual e colectiva.

Entretanto, a secretária de estado na Zambézia, Cristina Mafumo, repudia a onda de desinformação a volta da cólera que culminou com assassinato a um membro da PRM e destruição de infra estruturas públicas.

A secretária de estado na Zambézia recordou que, na semana passada, alguns populares no distrito de Gurue, assassinaram um membro da Polícia da República de Moçambique e feriram quatro líderes comunitários, supostamente por estarem a contribuir para a propagação da cólera.

A dirigente clarifica que o alastramento da cólera é originado pela falta de higiene individual e colectiva, como lavagem das mãos, dos alimentos entre outras formas.

Ainda durante a sua interacção a secretária de estado desafiou a população para se engajar na produção agraria.

Numa mensagem apresentada na ocasião, a população agradece o esforço do executivo na criação de condições para a redução da vulnerabilidade.

Cristina Mafumo visitou, há dias, uma visita de trabalho a Mocuba, com algumas actividades como a inauguração de uma clínica para prestação de serviços de oftalmologia, realização de encontro com jovens e visita ao hospital distrital. 

Cinquenta pesquisadores da África Austral estão reunidos na Cidade de Maputo para debater mudanças climáticas e o futuro de África. Da reunião, devem surgir recomendações que minimizem o impacto das alterações climáticas no continente.

Moçambique procura partilhar no evento as suas experiências em matérias de gestão de crises resultantes de desastres naturais, mas também capitalizar experiências. Por isso, a Universidade Eduardo Mondlane (UEM) já se adiantou na instalação de um centro regional para pesquisa e gestão de crises climáticas, como deu a conhecer Vithor Nywipwy, director-adjunto para pós-graduação na UEM.
“Este centro lida com tudo o que tem a ver com questões agro-alimentares, incluindo mudanças climáticas. Este centro lida com pesquisadores, com estudantes, com recursos e cria todas as condições para que a pesquisa seja realizada. Portanto, (…) este centro é mais um barco para se chegar à realidade dos factos, explicou o académico.”

A conferência, que está a decorrer na Cidade de Maputo, tem como lema “Rumo a soluções locais para a prevenção precoce, alerta e redução do risco de desastres na Comunidade de Desenvolvimento da África Austral e além”. Roxan Cadiz, directora-adjunta da Faculdade Engenharia da Universidade Eduardo Mondlane diz ser importante apostar em sistemas de aviso prévio para evitar danos nas comunidades.

“Se pudéssemos ter esses sistemas, essas formas de prever e conseguir informar a comunidade que o país está preparado para reduzir estes eventos (…) Este é um dos objectivos, avançar para pesquisa e tentar trazer soluções locais que podem ser úteis a médio e longo prazos.”
Deste evento vão sair decisões e recomendações para os decisores políticos, sociedade civil, académicos e investigadores.

Pelo menos 400 pessoas morreram nos primeiros dez meses deste ano, vítimas da malária, no país. O Ministério da Saúde prevê que os casos aumentem nos próximos anos, devido aos impactos das mudanças climáticas. Os dados foram revelados hoje, durante o lançamento do inquérito sobre a doença na região Sul do país.

A malária é uma doença cujo número de óbitos a coloca na lista das três que mais matam no país. Só nos primeiros dez meses deste ano, mais de nove milhões de pessoas foram infectadas pela Malária, segundo revelou Baltazar Candrinho, Director Nacional do Programa de Combate à Malária.

Para o Ministério da Saúde, o número de novas infecções e mortes por Malária revelam que há ainda muito por se fazer, disse Ilesh Jani, Vice-Ministro da Saúde.

As alterações climáticas tornam o país mais vulnerável à doença. Porque a ideia é eliminar a Malária, esta quinta-feira, o Ministério da Saúde lançou, no distrito de Marracuene, na Província de Maputo, um inquérito sobre a prevalência da doença na região Sul do país.

O inquérito está orçado em cerca de 150 milhões de meticais e poderá abranger 12 mil agregados familiares, da Cidade e Província de Maputo, Gaza e Inhambane, até finais de Dezembro.

Os resultados serão conhecidos no mês de Março do próximo ano.

O Presidente da República, Filipe Nyusi, foi obrigado a parar de ler o discurso escrito devido ao barulho da população do posto administrativo de Covó-Gêr-Gêr, em Nampula, durante a cerimónia de inauguração de energia eléctrica.

Foi um caso inusitado que aconteceu esta quarta-feira no Posto Administrativo de Covó-Gêr-Gêr, no distrito de Nacala-à-Velha, local que acolheu a cerimónia de inauguração de uma subestação de energia eléctrica para a população local.

O facto aconteceu no momento do discurso do Presidente da República, Filipe Nyusi, com a população presente no local a não dar ouvidos às palavras do Chefe do Estado. Ou seja, a população que estava presente no local das cerimónias principais, maioritariamente jovens e crianças, não parava de provocar o barulho, o que acabou por inviabilizar o discurso escrito de Filipe Nyusi.

Mesmo a meio do ambiente barulhento, o Presidente da República até tentou iniciar o seu discurso, mas foi apenas por 56 segundos e interrompeu quando se apercebeu de que a população não acompanhava o que dizia.

Decidiu descer do palanque para falar mais próximo da população e procurar um melhor entendimento. O que o Presidente da República queria mesmo era informar que “viemos aqui para vos dar energia. Fizemos isso em Nacaroa e estamos a fazer isso agora”.

Uma vez que precisava de ter uma visão de toda população, Nyusi decidiu voltar ao pódio para continuar com o discurso, mas o barulho simplesmente não cessava, o que levou o governador da província a tentar pedir calma à população, algo que não aconteceu e também não se sabia o motivo de tanto barulho.

Filipe Nyusi continuou a ler por mais dois minutos e 56 segundos o seu discurso, porém decidiu abandonar os papéis e optou por um discurso mais improvisado, como forma de fazer chegar a sua mensagem à população.

Mesmo a meio de dificuldades de comunicação, Filipe Nyusi disse que “nós prometemos electrificar todos os postos administrativos neste mandato e estamos quase a terminar e acredito que, no próximo ano, vamos concluir. De início, nesta província ainda ficarão oito postos administrativos para terminar”.

A cerimónia acabou terminando com a população a abandonar o local mesmo antes do fim da cerimónia e antes mesmo de se retirar, o Chefe de Estado parou para responder a duas perguntas do jornal O País, em relação ao comportamento da população e sobre a situação que se vive no seio do partido Frelimo.

Sobre a atitude dos presentes no local da cerimónia, Filipe Nyusi disse que o que aconteceu é que “a população quer energia, quer água, quer estradas, quer telefone, quer viver bem e, quando a gente chega, para eles, é uma festa. É aquilo que viram que eles andaram longas distâncias a perseguirem-nos e nem nos deram tempo para parar a falar, porque eles querem celebrar a energia que chegou e que há muito tempo esperavam”.

Relativamente às vozes que se fazem ouvir dentro do partido, nomeadamente as cartas críticas dos seus membros, Filipe Nyusi não respondeu, tendo dito apenas que “eu não ouvi falar do partido”.

O reitor da Universidade Pedagógica de Maputo, Jorge Ferrão, defende que o Governo deve criar um orçamento direccionado à educação de primeira infância. Ferrão entende que só assim se vai garantir a inclusão de todas as crianças no ensino pré-escolar.

Para chegar a esta conclusão, o antigo Ministro da Educação baseou-se nos dados do sector da Educação que apontam que no país há cerca de 1500 instituições de ensino pré-escolar, estando nelas inscritas mais de 100 mil crianças.

Por isso mesmo, e para o reitor da Universidade Pedagógica de Maputo, Jorge Ferrão, o número de creches está abaixo do necessário.

O académico defende que deve haver mais investimento no subsistema de ensino pré-escolar, para que nenhuma criança seja excluída. “Esses números são insignificantes em termos de cobertura nacional, o que nos deixa com o dilema de termos de continuar a garantir a cobertura da rede pré-escolar, pelo menos para 10 por cento até 2024. Não existe um orçamento dedicado exclusivamente à educação na primeira infância, continuamos a viver de pequenos projectos que são implementados por parceiros”, disse Jorge Ferrão que acrescentou que é pertinente que todos comunguem da importância fundamental do desenvolvimento da primeira infância na construção de um futuro mais promissor e mais igualitário para a sociedade moçambicana.

A sociedade civil defendeu, na ocasião, que a educação de primeira infância deve ser inclusiva. Farida Gulamo, da Associação dos Deficientes Moçambicanos, falou das crianças com deficiência auditiva, tendo destacado que “.

Os pronunciamentos foram feitos esta quarta-feira, durante a terceira Conferência do Desenvolvimento da Primeira Infância.
O evento de dois dias decorre sob o lema “Incluir e proteger a criança hoje e sempre”.

Visando o reforço do sistema de aviso prévio e adaptação às mudanças climáticas, Moçambique e Noruega assinaram, esta quarta-feira, uma parceria, cujo foco será a troca de conhecimentos para uma acção antecipada.

Face à ocorrência cíclica de eventos climáticos extremos, Moçambique busca melhorar a sua capacidade de previsão meteorológica com vista à tomada de decisões mais acertadas e mitigação de riscos.

Para o efeito, foi assinado, esta quarta-feira, em Maputo, um acordo de transferência de conhecimento entre o Instituto Nacional de Meteorologia de Moçambique (INAM) e o Instituto de Meteorologia da Noruega (MET Noroway) .

“O nosso principal objectivo é melhorar os dados meteorológicos e o conhecimento sobre o clima para melhor orientar o processo de tomada de decisão e a resposta a nível provincial, distrital e nacional. No final do dia, os serviços meteorológicos podem salvar vidas e assegurar a nossa sobrevivência”, disse Haakon Gram-Johannesen, embaixador da Noruega.

O embaixador abordou as similaridades entre Moçambique e Noruega, a destacar a vasta costa oceânica que caracteriza os dois países, pelo que pensa que a experiência norueguesa sobre a análise de ondas oceânicas é um valor adicional, isto para além das habilidade na análise climática.
Gram-Johannesen foi mais longe ao dizer que “não se pode pensar em relevância no sector da agricultura, pesca e águas sem o INAM. Este aspecto torna a nossa relação relevante, mas por outro lado traz uma responsabilidade acrescida, no sentido de assegurarmos que os resultados sejam tomados em tempo hábil”.

O embaixador apelou para que haja comprometimento de ambas partes.

Do lado de Moçambique, o ministro dos Transportes e Comunicações, Mateus Magala, falou do apoio da Noruega como relevante para o reforço da resiliência do país.

“Com esta parceria que irá envolver o estabelecimento de melhores práticas, discussões colegiais e treinamento no uso de ferramentas compartilhadas, disseminação dos resultados, partilha de ferramentas para gerir e avaliar a qualidade de dados meteorológicos, é nossa expectativa que, até 2030, o INAM consiga Melhorar a prestação de serviços meteorológicos e climáticos, para informar os decisores a nível nacional, provincial e local, em Moçambique e na Região”, disse Magala.

O governante abordou a necessidade de implementação de acções adequadas por parte dos sectores-chave para evitar os efeitos nefastos das mudanças climáticas.

“Neste contexto, precisamos de conjugar todos os esforços para a implementação de acções adequadas para assegurar a redução e gestão dos riscos e fortalecer a resiliência climática, bem como apoiar o desenvolvimento sustentável”, explicou.

A parceria é formalizada numa altura em que acaba de se iniciar mais uma época chuvosa, que nos últimos tempos tem sido caracterizada pela ocorrência cíclica de eventos extremos do tempo, cujo impacto devastador muito nos preocupa, uma vez que,  continuamos a assistir a perdas de vidas humanas, deslocação de pessoas, destruição de infra-estruturas, fomentando a insegurança alimentar e outras vulnerabilidades, criando impactos expressivamente negativos, em vários sectores-chave da economia e desenvolvimento do país.

Com este passo, o governante entende que Moçambique concorre para um dos objectivos da ONU no que se refere à nova iniciativa de “fornecer a todos os cidadãos do planeta, nos próximos cinco anos, um sistema integrado de aviso prévio para uma acção antecipada”.

As partes não se referiram a qualquer custo no acordo rubricado por Adérito Aramuge, director-geral do Instituto Nacional de Meteorologia de Moçambique e Rasmus Benestad, representante do Instituto de Meteorologia da Noruega.

Refira-se que para a presente época chuvosa ainda não foi aprovado o plano de contingência. A comissão técnico-científica, reunida, esta segunda-feira, na quarta sessão ordinária para debater, entre os vários assuntos, o impacto dos desastres naturais da época chuvosa já em curso no país e a questão do aviso prévio, avançou que a elaboração do plano de contingência está na fase final.

A instituição acrescentou que “não era possível produzir o documento antes do início do período”, pelo que se espera que, dentro de dias, o plano seja aprovado.

Nesta época, chuvas torrenciais já mataram pelo menos oito pessoas e destruíram mais de 60 casas no distrito de Gurúè. A secretária de Estado na Zambézia, Cristina Mafumo, que reagia à situação ocorrida há duas semanas, disse que se sabia que haveria “este período de chuva, mas não na magnitude com que está a acontecer e muito menos com os estragos que a mesma está a causar”.

Duas mulheres foram assassinadas no intervalo de uma semana, no Município da Matola. Os autores do crime ainda não foram identificados. No entanto, a Polícia diz estar a trabalhar para esclarecer os casos.

Crime violento está a tomar conta do bairro Siduava, na Matola. Uma jovem de 31 anos de idade foi assassinada no fim de Outubro passado. Quando voltava do trabalho, no meio da noite, cruzou-se com supostos malfeitores, que a impediram de seguir à casa. O sorriso e os sonhos da jovem apagaram-se. Deixou dois filhos: o mais velho, de seis anos de idade, e a mais nova, de apenas quatro meses de vida. O marido está inconsolável.

“Eu colaborei com os malfeitores, fiz tudo para trazer a minha esposa para casa. Hoje não consigo encarar esta realidade. Tínhamos planos, tínhamos sonhos conjuntos, tínhamos objectivos, e tudo isso foi arrancado bruscamente. Não sei como encarar a vida, a minha está desorganizada.”

Os supostos malfeitores ainda ligaram ao marido a exigir 10 mil Meticais, de modo a restituírem a esposa à liberdade. O marido enviou, por via de carteira de moeda electrónica, 4500 Meticais, e o remanescente entregaria fisicamente, conforme o combinado.

Na noite de domingo, 29 de Outubro, a vítima estava nas mãos de supostos malfeitores. O corpo só foi descoberto na quinta-feira, isto é, no dia 2 de Novembro, atirado a um terreno baldio junto a um muro. O marido diz que espera pelos resultados da perícia policial.

“Desde aquele dia, estiveram cá elementos do SERNIC e da PRM, do posto policial de Siduava assim como da esquadra de Tsalala, que recolheram dados e prometeram esclarecer o caso, mas até agora ainda não tive nenhum contacto.”

O apoio familiar tem sido imprescindível para Gabriel Adriano, que ficou sem a sua esposa, com quem vivia há mais de 10 anos. Muitos familiares, amigos e vizinhos têm amparado a família.

A Polícia diz ter tomado conhecimento dos dois casos de assassinato, mas ainda não tem pistas dos autores.

“Estamos a trabalhar para esclarecer o caso, tomamos conhecimento da ocorrência e estamos no terreno para identificar os malfeitores e leva-los à barra da justiça”, avançou Carmínia Leite, porta-voz da PRM na Província de Maputo.

A falta de transporte, ruas sem iluminação pública, e a falta de patrulhamento da Polícia são apontados como elementos catalisadores do crime violento no bairro Siduava.

Duas mulheres foram assassinadas num intervalo de uma semana, no Município da Matola. Os autores do crime ainda não foram identificados. No entanto, a Polícia diz estar a trabalhar para esclarecer os casos.

Crime violento está a tomar conta do bairro Siduava, na Matola. Uma jovem que tinha 31 anos de idade, foi assassinada no fim do mês passado, quando voltava do trabalho. No meio da noite, cruzou-se com supostos malfeitores, que a impediram de seguir a casa. O sorriso e os sonhos da jovem apagaram-se. Deixou dois filhos.O mais velho com seis anos de idade e a mais nova com apenas 4 meses de vida. O marido está inconsolável.

Os supostos malfeitores ainda ligaram para o marido a exigir dez mil meticais, de modo a restituirem a liberdade da esposa . O marido enviou, por via de moeda electrónica, 4500 mt e o remanescente entregaria fisicamente conforme o combinado.

O apoio familiar tem sido imprescindível para Gabriel Adriano, que ficou sem a sua esposa com quem vivia há mais de dez anos.
A polícia diz ter tomado conhecimento dos dois casos de assinato, mas ainda não têm pistas dos autores.

A falta de transporte, ruas sem iluminação pública aliado a falta de patrulhamento da polícia são apontados como elementos catalisadores do crime violento no bairro Siiduava.

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