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Municípios formados em proteção social

Os Presidentes dos municípios estão a ser capacitados em Chimoio para reforçar os mecanismos de protecção social face aos choques climáticos. A formação pretende preparar

Municípios formados em proteção social

Os Presidentes dos municípios estão a ser capacitados em Chimoio para reforçar os mecanismos de protecção social face aos choques climáticos. A formação pretende preparar

A jornalista do grupo SOICO, Julieta Zucula, venceu, esta quinta-feira, a segunda edição do prémio de jornalismo intitulado “Moçambicanos que contam: exemplos de resiliência, justiça e desenvolvimento para o país”, promovido pelo Moza Banco.

Neste concurso, Julieta Zucula ocupou o segundo lugar, na categoria de televisão, onde concorreu com a reportagem “Mulheres que dão amor”, uma reportagem que conta a história de três mulheres que deixaram tudo de lado para cuidar das pessoas que amam.

A homenagem, segundo a jornalista, tinha o intuito de homenagear estas mulheres que cuidam de pessoas com deficiência, não em troca de dinheiro, mas por amor ao próximo.

“A reportagem foi produzida para o dia sete de Abril. Quando o Moza Banco lançou o concurso, vi que a mesma se aproximava aos objectivos do concurso, que é trazer histórias de resiliência e superação. Estou feliz pelo reconhecimento”, disse Julieta Zucula.

Zucula afirma, ainda, que o prémio não pertence a ela, mas também a essas mulheres guerreiras, até porque foi a única mulher entre os nove vencedores. Há exactamente um ano, a jornalista sagrou-se vencedora também no concurso do INSS.

Ganharam o prémio noutras categorias A TVM, em terceiro e primeiro lugar.

Outras categorias foram de rádio, televisão e imprensa escrita.

Ao todo foram vencedores Horácio Madede e Alexandre Machica da Rádio Moçambique; Osvaldo Madede e Cornélio Rosa da TVM; Dalton Sitoe do Jornal Notícias; Raul Senda do jornal Savana e Matias Guente do  Canal de Moçambique 

Participaram, ao todo, 44 trabalhos, sendo que três foram desclassificados, porque não reuniam os requisitos necessários.
Esta é a segunda edição do concurso. Na primeira, Amândio Borges, também do Grupo SOICO, foi o vencedor.

A falta de acesso ao financiamento para investir em negócios, as dificuldades na importação de mercadorias e o assédio barram a inclusão da mulher no sector económico. A constatação é da Fundação para o Desenvolvimento da Comunidade, que defende medidas para reverter o cenário.

Depois de realizada a primeira Conferência Anual das Mulheres na Economia, em Junho deste ano, a Fundação para o Desenvolvimento da Comunidade e outras organizações da sociedade civil juntaram-se na mesma sala, esta quinta-feira, para, mais uma vez, discutir os desafios da inclusão financeira.

“As mulheres não têm acesso ao crédito bancário e muitas vezes se sentem obrigadas a recorrer a outros mecanismos de financiamento, tal é o caso de agiotas ou microbancos, que não trazem vantagens”, disse Joaquim Oliveira, que falava em representação do FDC.
O assédio e os estereótipos sociais são outros problemas que limitam o acesso da mulher ao financiamento e que dificultam a sua inclusão na economia.

“Há também dificuldades relacionadas com a importação de mercadorias, no caso de vendedoras informais, porque muitas das vezes são perseguidas. Parece haver um discurso para incentivar o empreendedorismo e o auto-emprego, mas os sistemas não estão preparados para integrá-las e acompanhar a sua participação na economia”, acrescentou Oliveira.

A sociedade civil defende que é urgente permitir que haja mais mulheres na economia.

“A inclusão financeira é importante, no sentido de que ela possibilita o acesso a serviços básicos e importantes, não só para a economia geral, mas também individual”, referiu Cláudia Agostinho, representante da FSD Moçambique.

Para incluir mais mulheres no sector económico, os intervenientes defendem que as acções de educação financeira devem ser mais concretas, de modo a garantir a sua emancipação.

Mais de cento e sessenta e quatro mil e duzentas pessoas, poderão ser afectadas pelas cheias e inundações, na presente época chuvosa, nas bacias hidrográficas do Púngue e Buzi, nas províncias de Sofala e Manica. São pessoas que vivem em zonas de risco, dos distritos da Beira, Dondo, Buzi, Nhamatanda, Gorongosa, e Chibabava em Sofala, e Mossurize e Sussundenga em Manica.

Devido ao fenómeno El Nino, prevê-se na época chuvosa que vai até Março do próximo ano, chuvas normais com tendência para baixo do normal, segundo o Instituto Nacional de Meterologia-INAM.

Em face da situação, e para mitigar o impacto, junto das populações, teve lugar esta quarta-feira na vila do Buzi em Sofala, uma sessão especial de comité das bacias do Púngue e Buzi, que juntou técnicos da Administração regional de águas do Centro ARA-Centro e os governos distritais das duas províncias, escreve a Rádio Moçambique.

Na ocasião, o director da divisão de gestão da bacia do Buzi, Salvador Mamela, avançou alguns projectos em marcha, como por exemplo a construção de diques, para evitar o transbordo dos rios.

Por seu turno, o secretário Permanente do distrito do Buzi, Eduardo Issá, que dirigiu a reunião, disse ser urgente a tomada de medidas para a protecção de recursos hídricos no país.

A sessão especial de comité das bacias do Pungue e Buzi, teve a duração de um Dia.

A criminalidade organizada reduziu em mais de 600 casos nos últimos 12 meses, com destaque para os raptos, que reduziram para seis casos, com mais de 30 detidos. A informação foi avançada, esta quarta-feira, pelo Presidente da República, na abertura do Conselho Coordenador do Ministério do Interior.

Não obstante os desafios actuais da segurança pública, com destaque para os raptos que se têm registado, o chefe de Estado, que falava esta quarta-feira, em Maputo, garante que houve notáveis avanços no combate ao crime organizado de Novembro do ano passado a esta parte.

Segundo Nyusi, está registada a redução de 666 casos de diversos crimes e de 166 casos de acidentes, o que, para o estadista, ainda é pouco.
No que toca aos raptos, um dos crimes mais desafiantes da actualidade, Nyusi falou de uma redução de seis casos, frustração de três, detenção de 31 suspeitos, desmantelamento de cativeiros e resgate de duas vítimas.

“Houve também avanços no desmantelamento de 951 quadrilhas que se dedicavam a assaltos com recurso a armas de fogo, mas nós, como sociedade, não sentimos isso. A Polícia pode neutralizar mil quadrilhas, mas basta um criminoso nos fazer mal para fazermos avaliação de que a Polícia não funciona”, disse Nyusi.

Nyusi lamenta que os feitos da PRM no combate à criminalidade sejam pouco reconhecidos pela sociedade.
Apesar dos resultados encorajadores, o Presidente julga que não é tempo para cantar vitória, dada a persistência dos raptos e branqueamento de capitais, pelo que exigiu soluções modernas e aproximação da PRM às comunidades.

“Todo esse cenário nos remete à necessidade de investirmos na elevação da competência, capacidade operacional da Polícia, o que passa pelo adestramento dos recursos humanos enquanto elementos cruciais para a efectivação da missão de garantir ordem e segurança públicas. Isso passa também pelo reequipamento”, explicou.

Sobre o terrorismo em Cabo Delgado, Filipe Nyusi avançou que decorre a inscrição dos membros da Força Local para a canalização de subsídios.
O trigésimo terceiro Conselho Coordenador do MINT decorre sob o lema “Consolidando estratégias para o desenvolvimento institucional e aprimoramento da segurança interna face à criminalidade organizada com enfoque para raptos e branqueamento de capitais”.

PROCESSO DE DDR
Seiscentos e quarenta e cinco beneficiários já começaram e receber pensões, no âmbito do processo de Desarmamento, Desmobilização e Reintegração. Os dados foram divulgados pelo Presidente da República, na abertura, esta quarta-feira, em Maputo, do terceiro Conselho Coordenador do Ministério do Interior.

Filipe Nyusi disse que o processo decorre sem sobressaltos, sendo que, até ontem, se realizou, em Nampula, a inscrição de mais de 200 beneficiários do processo.

O chefe de Estado lamenta a desinformação em torno do assunto e garante abertura para qualquer esclarecimento sobre o processo de DDR.
Na mesma ocasião, o Presidente da República anotou que a criminalidade e a sinistralidade rodoviária têm estado a reduzir, devido ao aprimoramento de estratégias de todos os intervenientes das Forças de Defesa e Segurança.

Ainda assim, Filipe Nyusi exigiu mais empenho para que esta tendência prevaleça, sobretudo em relação aos crimes transfronteiriços, financiamento ao terrorismo e raptos.

O Conselho Coordenador do Ministério do Interior decorre sob o lema: “Consolidando estratégias de desenvolvimento institucional e de aprimoramento da segurança interna, face aos desafios da criminalidade organizada, com enfoque nos raptos, terrorismo, seu financiamento e branqueamento de capitais.”

O Governo planeia construir uma estrada que seja alternativa à Estrada Nacional Número Um, que liga o país do Sul ao Norte. O ministro das Obras Públicas e Habitação voltou a falar da EN1 e disse que as obras vão arrancar no primeiro semestre de 2024.

O Primeiro-Ministro diz que o Pacote de Aceleração Económica já se faz sentir na economia através dos números que mostram uma melhoria dos sectores de actividade no país. Adriano Maleiane falava, esta quarta-feira, na Assembleia da República, em mais uma sessão de perguntas e respostas do Governo.

A sessão da Assembleia da República foi marcada pelo regresso dos membros da bancada parlamentar da Renamo, cerca de um mês depois de terem boicotado as plenárias em protesto contra o que designam resultados fraudulentos das eleições autárquicas de 11 de Outubro último.

Os membros da “perdiz” reapareceram vestidos de camisetas pretas com dizeres que mostram indignação face aos resultados anunciados pelos órgãos eleitorais sobre as últimas eleições. “Ladrões de votos” é a expressão mais comum.

Na sessão de perguntas e respostas do Governo, o Primeiro-Ministro disse que o Pacote de Aceleração Económica já se faz sentir no país.

“A implementação destas medidas está a permitir atrair mais investimentos, reduzir os custos no exercício das actividades económicas, estimular a produção de bens e serviços, assim como contribuir para a estabilidade macroeconómica e o crescimento do Produto Interno Bruto do nosso país. A título ilustrativo, o nosso Produto Interno Bruto, ao longo do presente ano, tem vindo a registar uma tendência de aceleração, tendo-se situado em 4,17%, 4,67% e 5,92% no primeiro, segundo e terceiro trimestre, respectivamente”, disse Adriano Maleiane.

Por seu turno, o ministro da Economia e Finanças revelou que o nível da dívida da Petromoc teve uma redução enorme.

“O nível da dívida teve uma redução na ordem de 75%, nos últimos cinco anos, passando de 3,87 mil milhões de Meticais, em 2022, para 969 milhões, em Setembro de 2023. Como consequência, a situação de endividamento da empresa encontra-se a níveis sustentáveis, reduzindo o risco fiscal para o Estado”, avançou Tonela.

Max Tonela falou também das empresas Aeroportos de Moçambique, LAM e Tmcel, que, na sua perspectiva, tendem a registar resultados positivos.
O Governo planeia construir uma estrada que seja alternativa à Estrada Nacional Número Um, que liga o país do Sul ao Norte. O ministro das Obras Públicas e Habitação voltou a falar da EN1 e disse que as obras vão arrancar no primeiro semestre de 2024.

Numa altura em que muitos troços da EN1 estão degradados, o Governo foi ao Parlamento prometer um projecto de estrada que seja alternativa à via.
“Também está na agenda do nosso Governo desenvolver uma estrada alternativa à N1, que, na nossa óptica, passará por Macia, Chókwè, Mapai, Massangena, Mussorize, Chimoio e Inchope, sendo que, para o efeito, teremos de construir uma ponte sobre o rio Save, em Massangena, onde já está em curso o processo de contratação do consultor que vai realizar estudos e desenho do projecto”, afirmou o governante na Assembleia da República.
Carlos Mesquita fala de avanços no plano de reabilitação da EN1, a única via que liga o país do Norte ao Sul.

“Já iniciamos o processo de contratação dos consultores para a execução do projecto conceptual para a reabilitação de 508 km dos troços da EN1, nomeadamente Inchope-Gorongosa, com 70 km; Gorongosa-Caia, 168 km; Chimuara-Nicoadala, 176 km e Metoro-Pemba, com 94 km, cujas obras prevemos que sejam adjudicadas no primeiro semestre de 2024. Enquanto estas obras de reabilitação não tiverem o seu início, continuaremos com os trabalhos de reparação de emergência, contemplando outros troços já adjudicados, nomeadamente Inchope-Casa Nova e Casa Nova-Rio Save-Inhassoro”, revelou.

Mesquita avançou que o Governo está a mobilizar recursos financeiros para construir uma estrada do Zumbo, na província de Tete, ao Índico, na província de Zambézia.

 

CINCO FUNCIONÁRIOS PROCESSADOS POR CAUSA DO ESCÂNDALO DOS LIVROS ESCOLARES

A ministra da Educação e Desenvolvimento Humano diz que cinco funcionários do Estado foram processados em conexão com o escândalo dos erros nos livros escolares. Carmelita Namashulua avança que, desses funcionários processados, três foram demitidos e dois pagaram multas por 90 dias.

Os deputados da Assembleia da República quiseram saber da ministra da Educação e Desenvolvimento Humano como é que ficou o processo relacionado com erros nos livros escolares, particularmente o de Ciências Sociais da sexta classe. Carmelita Namashulua deixou claro que houve responsabilização.

Outrossim, Namashulua diz que os atrasos no pagamento de horas extras dos professores está relacionado com a implementação da Tabela Salarial Única.

Quanto ao projecto “Um estudante, um computador”, a ministra disse que não foi uma promessa falsa, pois já foi seleccionada, por concurso público, a empresa que vai fornecer os computadores a serem distribuídos aos estudantes do ensino superior.

A Frelimo diz que as respostas do Governo são claras sobre os avanços que Moçambique tem estado a registar nos últimos anos. A Renamo e o MDM deploram as intervenções do Executivo no Parlamento e acusam-no de estar a deteriorar a condição de vida dos moçambicanos.

Os casos de cólera continuam a aumentar em Tete. Subiu de cinco para sete o número de distritos  com casos confirmados da doença. A informação foi avançada pelo responsável de Saúde Pública, Hélder Dombole, que confirmou também o surto de diarreias no distrito de Marara.

Os distritos de Tete e Angónia são os que tiveram casos confirmados, mas sem registo de óbitos.

As autoridades sanitárias em Tete apontam o consumo de água imprópria e o movimento de pessoas de um ponto para o outro, como factores que estão a contribuir para a propagação da doença.

Em  termos cumulativos , a província de Tete tem o registo de 1209 casos, dos quais 424 foram tratados em regime de internamento e seis resultaram em óbitos.

Governo de Marracuene mandou demolir, mais uma vez, o muro do jurista e político Carlos Jeque, que bloqueia uma das vias de acesso no bairro 29 de Setembro naquela autarquia da Província de Maputo.

Uma máquina escavadora, escoltada pela Polícia, foi chamada ao bairro 29 de Setembro pela quarta vez, para fazer o mesmo trabalho: demolir um muro que, segundo os moradores de Marracuene, limita a sua circulação. É que o muro em causa está a ser erguido no meio da rua. Zedequias Magaia, natural de Marracuene, nascido nos anos 70, questiona a legitimidade de Carlos Jeque para promover desmandos no Bairro.

“Ele próprio, Carlos Jeque, nasceu e encontrou esta rua aqui. Nós estamos admirados por ver esta confusão toda. Estamos também admirados por saber que ele é membro da Assembleia Municipal. Ele não nos ajuda em nada. Vamos pedir explicações junto do partido Frelimo, para saber disto. Este senhor não nos ajuda em nada, não vale nada para nós.”

Ernesto Miti, também morador do Bairro 29, da autarquia de Marracuene, diz estar a favor da abertura da rua no bairro, porque, segundo explicou, aquela rua existe desde a era colonial. “Esta rua sempre existiu. Eu nasci aqui e andei sempre nesta rua, há quarenta e tal anos a andar nesta rua. Então, quando vejo isto, ele nem estava a viver aqui, mas agora vivi cá e é o que estamos a ver. Eu próprio estou a favor da manutenção desta rua.”
Quando se fez a demolição, Carlos Jeque não se encontrava em casa. Estava numa cerimónia fúnebre. Um dos seus trabalhadores repudiou a acção das autoridades. “O patrão não sabe disto. Ele está nos falecimentos de um familiar. O que estão a fazer estes camaradas é injustiça, é muita injustiça”.
Quando a máquina escavadora abandonava o local, Carlos Jeque chegava na companhia da sua esposa. É um braço-de-ferro que dura há cerca de dez anos. Jeque não poupou as palavras e disse estar a ser vítima de perseguição.

“Vou construir até me matarem, porque aqui é minha casa, onde eu nasci. Aqui não há parcelamento, porque nós viemos aqui em 1940 ou 1944. Não havia rua aqui. Quem é que parcelou aqui? São zonas não parceladas, por isso é que sempre vão buscar a Polícia para me amedrontar, e eu não tenho medo. Eu vou gastar até me matarem, porque aqui vou fechar mesmo. Não há população, é o secretário do bairro; não há população. Esta Polícia vem aqui para matar-me, não há outra coisa.”

Ainda assim, o jurista e político diz que estará na assembleia municipal para defender os interesses da população.

“Fizeram tudo para eu não ser cabeça-de-lista. Removeram isto tudo para eu não ser cabeça-de-lista. Agora, como a Comissão Política mandou o meu nome para membro da assembleia, querem-me sujar, para eu não ser membro da assembleia. Estão a fazer tudo para eu não ser presidente da Assembleia Municipal de Marracuene, mas eu vim para trabalhar para o meu povo, para Marracuene, e eu aqui vou morrer”.

O Governo de Marracuene diz que esta acção está coberta de uma decisão judicial e continuará a garantir a livre circulação de pessoas e bens.
Logo depois da saída das equipas do governo distrital, Carlos Jeque e seus trabalhadores voltaram a fechar a rua com recurso ao entulho.

Um empresário foi baleado e atropelado por criminosos, esta noite, durante uma tentativa de rapto frustrada pela população. O Caso deu-se na cidade de Maputo.

A onda de raptos continua a tomar conta da capital do país. Esta segunda-feira, mais um empresário seria raptado por malfeitores. Tal só não aconteceu graças à rápida intervenção da população.

O caso deu-se na Avenida 24 de Julho, na Cidade de Maputo. O empresário é proprietário de uma loja de venda de têxteis.

O empresário foi surpreendido pelos raptores quando saia do seu estabelecimento pouco depois das 18 horas.

No local, os raptores tentaram arrastar o empresário até a viatura. Não tendo conseguido devido a resistência da vítima, os malfeitores balearam-na nas pernas, mas mesmo assim o rapto não foi bem sucedido.

A frustração do rapto só foi possível porque a população interveio, segundo explicou uma testemunha. “um jovem corajoso apanhou uma pedra grande e lançou aos bandidos, daí que viram que a população estava a vir e fugiram.

A vitima foi levada ao hospital por familiares para receber cuidados médicos.

Depois de uma reportagem feita pelo “O País”, que dava conta da existência de famílias nos bairros Chamane, Marrambone, Guitambatuno e Muelé 1, 2 e 3, na cidade de Inhambane, que estão há uma semana sem água a jorrar nas suas torneiras, a empresa Águas da Região Sul (AdRS), emitiu um comunicado referindo que tal se deve à queda de pressão na sua rede.

“A empresa Águas da Região do Sul – AdRS, SA. informa os seus estimados clientes e o público, em geral, de que, devido a uma anomalia a nível da rede de distribuição, se regista ocorrência de queda de pressão e redução do tempo de fornecimento de água nos bairros Chamane, Marrambone, Guitambatuno e Muelé 1, 2 e 3 na cidade de Inhambane”, lê-se no comunicado recebido pela nossa redacção.

A situação afecta um total de 300 clientes que se encontram nos pontos extremos da rede de distribuição de água nos bairros acima mencionados. Porém, a equipa técnica da empresa está no terreno, com vista a garantir a rápida reposição da normalidade do serviço.

No referido comunicado, a empresa não diz, no entanto, quando poderá, efectivamente, resolver o problema.

As restrições de água na cidade de Inhambane não são novidade, sendo que a empresa provedora já reportou quedas na produção do precioso líquido a partir do Rio Guiúa, situação que levou a empresa a abrir furos de água com a vista a ter novas fontes.

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