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O País – A verdade como notícia

Convidados destacam regresso às raízes e inovação no discurso de Chapo

Artistas e académicos convidados para a Conferência Nacional de Quadros da FRELIMO, que decorre em Chimoio, reagiram positivamente ao discurso de abertura do Presidente do partido, Daniel Chapo. Para os convidados, a intervenção marca um “regresso às raízes”, com um olhar para o futuro, e traz orientações concretas para o

O Presidente da República defendeu a criação de um fundo global de combate ao terrorismo para apoiar países que enfrentam este mal. Filipe Nyusi falava na Cimeira Rússia–África que terminou esta sexta-feira.

Sob os ouvidos do Presidente da Rússia e de outros líderes africanos, Filipe Nyusi falou da importância da criação de um fundo global de combate ao terrorismo, tendo destacado, também, os progressos alcançados nos acordos de paz com a Renamo.

Ainda no seu discurso, o Presidente da República desafiou Vladimir Putin a incrementar a cooperação económica com os países africanos.

Filipe Nyusi falou ainda da participação de Moçambique nos processos de paz no mundo na qualidade de membro não-permanente do Conselho de Segurança das Nações Unidas.

NYUSI DISPONÍVEL PARA MEDIAR GUERRA NA UCRÂNIA

Já no balanço da sua participação na Cimeira Rússia-África, Filipe Nyusi disse que mostrara disponibilidade ao Presidente da Rússia, Vladimir Putin, em ajudar, para que se alcance a paz com a Ucrânia. O Presidente da República avançou ainda que Putin disse não estar a ter respostas no diálogo com a Ucrânia.

Em relação à posição de neutralidade do conflito nas Nações Unidas, Filipe Nyusi disse que transmitira a Vladimir Putin o facto de não receber pressão.

Nelson Manhendje, membro do Movimento Democrático de Moçambique e antigo delegado do MDM na cidade da Matola, anunciou publicamente o seu apoio à candidatura de Júlio Parruque a edil da Matola. Manhendje garante que, apesar do apoio ao seu amigo, continua membro do MDM.

Este sábado, um pouco por todo o país, foi marcado por passeatas e apresentação pública de cabeças-de-lista do partido Frelimo nas autarquias a que vão concorrer.

Na Província de Maputo, o partido no poder apresentou Shafee Sidat, cabeça-de-lista para Marracuene, Júlio Parruque para Matola, Geraldina Bonifácio para Boane, Paulo Chitiva para Namaacha, Luís Munguambe para Manhiça e Abdul Gafur para Matola Rio.

Mas porque o evento teve lugar no Município da Matola, o destaque foi dado ao cabeça-de-lista da Frelimo para aquela autarquia e actual Governador da Província de Maputo, Júlio Parruque, que passeou pelas artérias da Matola, acenou aos munícipes, mas o que queria mesmo era fazer promessas.

No meio de aplausos, algo inesperado aconteceu: Nelson Manhendje, membro do Movimento Democrático de Moçambique, apresentou, publicamente, o seu total apoio à candidatura de Júlio Parruque.

Surpresas à parte, o cabeça-de-lista do Município da Matola-Rio, Abdul Gafur, diz que conhece os problemas da recém-criada autarquia.

Em Cabo Delgado, concretamente em Pemba, Balama e Mocímboa da Praia, a Frelimo também exibiu as suas apostas na corrida à presidência desses municípios.

Já Mansur Cassamo compromete-se em melhorar a vida dos munícipes do recentemente criado Município de Balama.

Helena Bandeira, cabeça-de-lista da Frelimo em Mocímboa da Praia, só quer uma coisa: reconstruir a cidade.

O Presidente da República está na Rússia desde esta quarta-feira, para uma visita de trabalho, que inclui uma reunião com o seu homólogo, Vladimir Putin, e a participação na II Cimeira Rússia-África, que arrancou nesta quinta-feira, em São Petersburgo. O evento conta com os representantes de 47 dos 54 países africanos ao contrário dos 40 que estiveram na primeira cimeira, em Sochi, em 2019.

Filipe Nyusi chegou a São Petersburgo na noite desta quarta-feira, junta à ministra dos Negócios Estrangeiros, Verónica Macamo. À chegada, foram recebidos por Alexander Surikov, embaixador da Rússia em Moçambique.

Nesta deslocação, o Presidente da República faz-se acompanhar, ainda, por uma comitiva composta por cerca de 10 membros, entre ministros, secretários de Estado, empresários e académicos, destaque para Carlos Zacarias, ministro dos Recursos Minerais e Energia, Daniel Nivagara, da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, o secretário de Estado da Juventude e Emprego, assim como o vice-reitor da Universidade Púnguè, Pedro Guiliche.

De acordo com a agência russa de notícias TASS, citada pela imprensa internacional, Vladimir Putin terá uma reunião individual com Filipe Nyusi. Putin deverá reunir-se também com os presidentes das Comores, Burundi, Zimbabwe, Uganda e Eritreia.

“A participação do Presidente Nyusi nesta cimeira tem em vista o reforço das relações de amizade, solidariedade e cooperação entre a Rússia e o continente africano em vários domínios de interesse mútuo, bem como ao nível bilateral”, lê-se na nota enviada pela Presidência.

A cimeira Rússia–África tem confirmada a presença apenas de dois chefes de Estado dos PALOP – de Moçambique, Filipe Nyusi, e da Guiné-Bissau, Umaro Sissoco Embaló -, que não deu detalhes da sua participação no evento organizado pelo Governo russo que denunciou o que chamou de pressões sem precedentes dos países ocidentais sobre os líderes africanos para não participarem no evento.

Já Angola enviou o ministro dos Negócios Estrangeiros, Téte António, e São Tomé e Príncipe estará representado pelo embaixador de Lisboa, que está também acreditado em Moscovo.

Além de Moçambique e Guiné-Bissau, estarão representados pelos Presidentes a África do Sul, Cyril Ramaphosa, e do Egipto, Abdel Fattah al-Sisi. Estarão ainda o vice-presidente da Nigéria, Kashim Shettima, e os primeiros-ministros de Marrocos, Aziz Ajanuch, e da Argélia, Aimen Benabderrahmane.

Espera-se desta segunda cimeira que a Rússia e os países africanos assinem um plano de acção até 2026 e uma série de documentos bilaterais, como anunciou o Kremlin, que também espera que a relação vá para além dos acordos na área da defesa e venda de armas, que se resumem, na maioria dos casos, até hoje a relação de Moscovo com África.

Contudo, para Moscovo, o mais importante, segundo analistas internacionais ouvidos pela Lusa, é mostrar um entendimento com os Estados africanos, apesar do conflito na Ucrânia, que alguns condenaram na ONU, e do fim do acordo dos cereais.

O Presidente da República, Filipe Nyusi, recebeu, hoje, o ex-Primeiro-Ministro de São Tomé e Príncipe, Jorge Bom Jesus, que disse que vem buscar a experiência na gestão de processos eleitorais em Moçambique.

O político e académico são-tomense Jorge Bom Jesus está de vista a Moçambique e reuniu-se, hoje, com o Chefe de Estado moçambicano, tendo partilhado várias informações sobre a política doméstica, mas o foco do ex-Primeiro-Ministro são-tomense é a experiência de Moçambique sobre os processos eleitorais.

“O MLSTP, neste momento, depois de governar os últimos quatro anos, está na oposição e está, neste momento, a preparar-se para as próximas eleições gerais que vão acontecer em 2026. E estamos a solicitar apoio e também intercâmbio”, referiu Jorge Bom Jesus.

Jorge Bom Jesus encoraja o Presidente da República a continuar com os esforços de pacificação de Cabo Delgado: “Ficamos de alguma forma satisfeitos por saber que a situação em Cabo Delgado está mais estabilizada para o bem-estar das populações e para o desenvolvimento de Moçambique”.

Nesta intervenção, Jorge Bom Jesus agradeceu o apoio que Moçambique tem prestado ao seu país na formação de quadros, destacando-se o sector da saúde.

Em Moçambique, o político são-tomense vai visitar locais de interesse social e político.

A Comissão Nacional de Eleições (CNE) diz que todos os partidos inscritos para as eleições autárquicas de 11 de Outubro foram aprovados. Hoje, arrancou o processo de submissão de candidaturas, mas nenhum partido apresentou a sua intenção de se candidatar ao escrutínio.

Embora todos os 23 partidos políticos, coligações e grupos de cidadãos que se inscreveram para as autárquicas tenham sido aprovados, o processo teve contestações.

A Renamo, por exemplo, submeteu uma impugnação para que se reprovasse a inscrição do partido Revolução Democrática. Em causa, estão os símbolos usados por esta formação política, que a Renamo entende serem semelhantes aos seus.

Ainda assim, o coordenador-adjunto da Comissão de Assuntos Legais e Deontológicos, Alberto Sabe, diz que a Revolução Democrática, formada por dissidentes da Renamo, foi aprovada.

“Todos foram aprovados, porquanto todos traziam os documentos exigidos pela lei. A CNE observa a autenticidade, a identidade e a semelhança de símbolos dos partidos. Feito isto, de hoje (referindo-se a ontem), dia 20 de Julho, até 11 de Agosto, estamos à excepção das candidaturas dos proponentes para as autarquias que anseiam desejar candidatar-se. A CNE não tem competência legal para excluir qualquer concorrente. Acima de tudo, tem positividade. Tem de ser dentro do prazo que a lei determina. Havendo qualquer vício, qualquer que seja falta de algum instrumento, cabe à CNE convidar o proponente para suprir aquela que é a falta para não enfermar o processo da sua inscrição ou candidatura”, disse Alberto Sabe, coordenador- adjunto da Comissão de Assuntos Legais e Deontológicos da CNE.

Esta quinta-feira, primeiro dia da submissão de candidaturas para as eleições de 11 de Outubro, nenhum partido esteve no Centro de Conferências Joaquim Chissano para o efeito.

“Infelizmente, até agora ainda não recebemos nenhum partido, mas estamos na fase de capacitação. Estamos prontos para receber os partidos. O apelo que nós deixamos é que os partidos não deixem para o fim. Venham logo nos primeiros dias, que é para, em caso de haver alguma falta de qualquer documento, suprir tempestivamente”, apelou.

Nas eleições internas de sábado último, em Homoíne , Marcelino Samuel sagrou-se vencedor, para ser o cabeça-de-lista nas eleições autárquicas de Outubro próximo. Samuel estava na corrida com a jovem deputada Jovial Setina, tendo vencido com 31 votos, contra 22 de Jovial.

Sucede que, depois das avaliações do processo para a submissão às autoridades eleitorais, se constatou que Marcelino Samuel não se recenseou em Homoine, tendo-o feito em Maputo, o que o tornou inelegível para ser o futuro presidente do Conselho Autárquico de Homoine.

No seu lugar, a deputada Jovial Setina, que ficou em segundo lugar nas eleições internas, torna-se cabeça-de-lista.

O vice Primeiro-Ministro da Irlanda, Micheál Martin, garantiu que o seu país vai continuar a apoiar Moçambique nos sectores de nutrição, saúde e educação, para além de resiliência e adaptação às mudanças climáticas. Neste momento, as províncias de Inhambane e Niassa estão a beneficiar de investimentos na ordem dos 27 milhões de euros financiados pela Irlanda.

O vice Primeiro-Ministro da Irlanda falava após ser recebido, em audiência, nesta quarta-feira (ontem), pelo Presidente da República, Filipe Nyusi. Micheál Martin falou da intenção de apoiar na capacidade de resiliência de Moçambique às mudanças climáticas.

“Nós queremos trabalhar juntos na área de adaptação às mudanças climáticas. Sei que Moçambique e o Presidente da República têm se mostrado fortes na prevenção dos desastres e em termos de capacidade para resististecnia aos impactos das mudanças climáticas. E nós vamos trabalhar, na província de Inhambane, em termos de instalação de água e de sistemas de produção de alimentos”, explicou o governante.

Neste momento, a Irlanda tem projectos de desenvolvimento ligados ao abastecimento de água, agricultura, saúde e educação, nas províncias de Inhambane e Niassa.

“Desde 1996, temos estado em Inhambane. Anualmente, nós providenciamos cerca de 27 milhões de euros que ajudam em Inhambane e Niassa para instalação de água, e tivemos um enorme progresso na distribuição de água nestas duas províncias, e em termos de sistemas de produção agrícola, aquacultura e estamos a olhar para o ecoturismo”, disse o Vice Primeiro-Ministro da Irlanda.

Segundo Micheál Martin, Moçambique é um parceiro próximo da Irlanda e é onde se concentra o segundo maior programa bilateral de desenvolvimento internacional patrocinado pelo seu país no continente africano.

“Durante a minha visita, espero testemunhar em primeira mão a diferença positiva e sustentável que a Irlanda está a fazer na vida dos moçambicanos”, avançou o governantes.

No seu programa de visita a Moçambique, Micheál Martin deverá escalar a província de Inhambane, entre este quarta e quinta-feira, onde o Governo irlandês tem desenvolvido vários projectos, sobretudo nos sectores da agricultura e educação.

Em termos de investimentos, entre as companhias irlandesas a trabalhar em Moçambique destacam-se a Kenmare Resources, Kentz, Cove Energyand Nicholas O´Dwyer Engineering. Importa referir que a Kenmare, que explora as minas das areias pesadas de Moma, província de Nampula, foi a primeira companhia internacional a obter uma concessão, estabelecer uma mina e exportar com sucesso, abrindo o caminho para outras companhias investirem neste sector em Moçambique.

O secretário-geral das Nações Unidas diz que o sistema financeiro internacional não cumpre a sua função enquanto rede de segurança global face aos desafios humanitários actuais. António Guterres diz que o mundo deve inspirar-se no espírito de humanismo, dignidade e justiça defendido por Nelson Mandela.

No seu pronunciamento, o secretário-geral das Nações Unidas, organização que instituiu a efeméride, fala da pobreza, fome, desigualdades sociais e catástrofes como actuais desafios das nações e lamenta que o sistema financeiro internacional não responda aos dramas sociais.

“Actualmente, a pobreza, a fome e as desigualdades estão a aumentar, os países fundam-se em dívidas, a crise climática está a destruir a vida daqueles que menos fizeram para provocar e o nosso sistema financeiro injusto e desactualizado não cumpre a sua função enquanto rede de segurança global”, disse Guterres.

Com isso, Guterres apela ao resgate do legado do pan-africanista Nelson Mandela, cuja trajectória se notabilizou pela defesa da dignidade humana.

“Temos a possibilidade de resolver esses problemas, ao comemorarmos a vida de Nelson Mandela. Ao comemorarmos a vida e obra de Nelson Mandela, deixemo-nos inspirar pelo seu espírito de dignidade e justiça. Apoiemos as mulheres, as meninas e os agentes de mudança de todo o mundo”, apelou.

Já alguns analistas internacionais, ouvidos pelo jornal O País, apontam que o legado de Mandela está cada vez mais esquecido, pela África e pelo povo sul-africano. Wilker Dias julga que a África do Sul voltou a ser palco de desigualdades raciais e criminalidade.

“A África do Sul tem ainda alguns focos desta separação racial; existem algumas zonas em que os negros não são permitidos entrar, isso acaba por afectar esse processo que foi conseguido por Nelson Mandale. Portanto, o legado de Nelson Mandela está a ser enterrado, primeiro pelos próprios sul-africanos e depois pela África”, denunciou Wilker Dias.

Já José Gama fala de uma África do Sul politicamente conturbada na era pós-Mandela. Para o analista, o ANC que Nelson Mandela deixou é diferente do de hoje. “Na altura, o ANC tinha uma forte ideologia.

Antigamente, as pessoas votavam no ANC porque eram incutidas que aquilo que prevalecia era ainda o espírito de Nelson Mandela, mas, hoje, sobretudo os mais velhos, sentem-se traídos porque há coisas que não estão a ser resolvidas, e o ANC, sem Nelson Mandela, está cada vez mais a entrar em declínio.”

O Dia Internacional Nelson Mandela, celebrado a 18 de Julho, celebra o aniversário do nascimento do líder sul-africano e vencedor do Prémio Nobel da Paz de 1993.

A Comissão Política da Renamo aprovou, hoje, os 65 nomes dos cabeças-de-lista para igual número de autarquias que vão acolher as eleições autárquicas a 11 de Outubro próximo. Destaque vai para Venâncio Mondlane e António Muchanga, cabeças-de-lista para as cidades de Maputo e Matola, respectivamente.

A meta da Renamo é, por um lado, manter as oito autarquias onde governa actualmente, mas, por outro, conseguir 50% dos municípios existentes e até conquistar mais. Depois da reunião da Comissão Política Nacional, o porta-voz Alfredo Magumisse anunciou os nomes.

Para a capital do país, a aposta da Renamo vai para Venâncio António Bila Mondlane, nome que já vinha a ser ventilado em alguns meios de comunicação, sobretudo os digitais. Para Matola, a Renamo volta a apostar em António Pedro Muchanga.

Nas outras autarquias da Província de Maputo, vão concorrer Carvalho Eduardo Mbeve, Manhiça; Rahil Samsser Khan, Marraquene; Janeiro Pedro, Namaacha; Alcinda da Conceição, Boane; Henriques Chirime, Matola-Rio.

Para as autarquias da província de Gaza, a Renamo avança com Felix Felisberto Tivane para Xai-Xai; Arlindo Afonso, Chókwè; Narciso Manuel Cumbane, Macia; Vicente Flor Langa, Chibuto; Herminio Eusébio Novela, Manjacaze; Moisés Gabriel Nhabanga, Praia de Bilene; Muphatua Baloi, Massigir.

Para Inhambane, a Renamo depositou a sua esperança em Vitalino Macacauze, Inhambane, Mamudo Bene Hagere Mamudo, Maxixe; Joaquim Quinito F. Vilanculos, Vilanculos; Chaile Pedro Matimo, Massinga; Alberto Chale Mujuvo, Quissico; Rogério Canda, Homoíne.

Em Manica, para Chimoio, a perdiz tem aposta em Manuel Samule Macocove como cabeça-de-lista; para Barue avança Bonifácio Tique Quembo; para a vila autárquica de Manica vai Zolinho Nanganhane; para Gondola está Edson Isaías Masanganhe; para Guro avança Bernanrdo António Cutana; e para Sussundenga o escolhido é Rosa Saene.

Em Sofala, a cidade da Beira tem como cabeça-de-lista Geraldo Alexandre Carvalho; para Dondo Cristóvão Filipe Soares; para Marromeu avança Eusébio Vasco Mendonca; para a Vila Autárquica de Caia vai encabeçar a lista da Renamo Martinho Celestino Francisco; e para Gorongosa vai Mureze Roberto.

Para a província de Tete, avança para a capital Tete Ricardo Frederico Francisco Tomás como cabeça-de-lista que concorreu na última edição das eleições autárquicas. Para Moatize, a Renamo escolheu Catarina Olinda Salomão; para Ulongue avança Lucas Inácio João, para a Vila Autárquica de Nhamaiabwe foi seleccionado Taybo Nurmahomed Camissa; e, para Vila Autárquica de Chitima, o seleccionado é Alberto César Mirção Dominos.

Para a província da Zambézia, Manuel de Araújo avança como cabeça-de-lista para a cidade de Quelimane. Para Morrumbala; avança Abílio Abel Magaia; para a Vila Autárquica de Milange, a escolha recai para Enoque Domingos Zaqueu; para Mocuba avança Fernando Pequenino; Alto Molocué está Otílio Eduardo Munhequele; para Maganja da Costa está Eduardo João Ladria; e, para Vila Autárquica de Gurué, a Renamo apostou em Mnateiga Bulaisse.

Para o maior círculo eleitoral do país, a província de Nampula, a Renamo mantém a aposta em Paulo Vahanle. Para a cidade de Nacala Porto, a Renamo decidiu manter a confiança em Raul Novinte, actual autarca. Para Mussoril, vai Lúcia Xavier Afate. Para a Ilha de Moçambique, vai Abdul Raimo Zainadine; para Monapo avança Pedro Florêncio; para Angoche, a escoalha recai para Issufo Rajá; para Ribaué avança Joinfre Celestino e, por fim, Mário Adriano Muimela está como cabeça-de-lista para Malema.

Em Cabo Delgado, Amido António é o cabeça-de-lista para a cidade de Pemba; para Mocímboa da Praia está Sulemane Omar; para Montepuez avança Benjamim Augusto; para Mueda, a Renamo apostou em Francisco Maiaia; no extremo mais a norte da província, concretamente em Balama, a Renamo vai apostar em Simão Alberto Amimo; em Chiurre avança Alicora Intutunha e, para a Ilha do Ibo, está como cabeça-de-lista Magido Mussaibo.

Para a província de Niassa, a capital provincial Lichinga contará com Orlando Augusto Leite Sousa como cabeça-de-lista da perdiz; para Cuamba, o cabeça-de-lista é Mário Cinquenta Naula; em Metangula está Vasco Anónio; Mecanhelas a Renamo avança com Bonifácio Martinho Mapereira Verula; em Madimba avança Sequeira António e, por fim, Marrupa tem como cabeça-de-lista da Renamo Armando Augusto Leite de Sousa.

Os nomes anunciados vão depois ser homologados pelo Conselho Nacional da Renamo que vai reunir-se no fim deste mês na província de Sofala.

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