O partido PODEMOS pretende reforçar a sua implantação em todo o território nacional até 2027, com a criação e consolidação de estruturas em todos os distritos, postos administrativos e bairros do País. O objectivo foi reiterado durante uma sessão do Conselho Político, considerada pela direcção como decisiva para a definição das prioridades do partido para os próximos seis meses.
Na abertura dos trabalhos, a liderança do PODEMOS defendeu que o fortalecimento da organização interna constitui um requisito essencial para que o partido possa responder às expectativas dos moçambicanos e concretizar os objectivos políticos a que se propõe.
Segundo o dirigente, a sessão irá aprovar o plano de actividades para o segundo semestre do ano, definindo as linhas de actuação dos órgãos centrais, provinciais e distritais, bem como os mecanismos de coordenação e monitoria das acções do partido.
A direcção explicou que a planificação semestral permite avaliar a execução das actividades, corrigir eventuais falhas e ajustar as estratégias em função dos resultados alcançados. Neste contexto, considerou positiva a avaliação do plano anterior e defendeu a necessidade de aprofundar o processo de capacitação das estruturas distritais para assegurar uma maior presença do partido junto das comunidades.
O PODEMOS reafirmou igualmente a intenção de consolidar a sua organização de base, sustentando que a implementação das orientações políticas depende da existência de estruturas activas em todos os níveis da administração territorial.
Durante a intervenção, a liderança saudou o desempenho da bancada parlamentar, destacando o trabalho de fiscalização desenvolvido na Assembleia da República, e enalteceu igualmente o papel das estruturas distritais na interpretação e resposta aos desafios políticos.
Reconhecendo tratar-se de um partido ainda jovem, a direcção admitiu a existência de dificuldades próprias do processo de crescimento, mas defendeu que os desafios enfrentados devem servir de aprendizagem e contribuir para o amadurecimento da organização.
A liderança manifestou confiança de que o PODEMOS continuará a consolidar-se como uma das principais forças políticas do País, apelando aos membros para manterem o espírito de unidade, reforçarem os mecanismos internos de trabalho e prosseguirem o processo de implantação das estruturas em todo o território nacional.
Eduardo Jumisse volta a fazer parte da equipa técnica dos Mambas, depois de mais de um ano e meio afastado por decisão da direcção da Federação Moçambicana de Futebol. O regresso de Jumisse foi uma das exigências do seleccionador nacional, Chiquinho Conde, nas negociações para a renovação do seu contrato.
Eduardo Jumisse tinha sido afastado por alegadamente ter induzido os jogadores a entrarem em greve no fim do CHAN 2022, em reivindicação do aumento dos valores de premiação por terem se qualificado para os oitavos-de-final da prova.
No entanto, também pesava o facto de não ter um nível que o permitisse ser assistente do seleccionador nacional, o que foi ultrapassado, depois de ter terminado o curso B da CAF, organizado pela FMF.
E porque não havia espaço para o aumento do número de assistentes de Chiquinho Conde, a Federação Moçambicana de Futebol viu-se obrigada a afastar Mbinho, que era o adjunto de Chiquinho Conde, para a integração de Eduardo Jumisse, que assim regressa, e com contrato até 31 de Janeiro de 2026, tal como os restantes assistentes, que renovam os seus contratos.
As autoridades que investigavam a morte do Presidente iraniano Ebrahim Raisi e do ministro dos Negócios Estrangeiros daquele país concluíram que a aeronave em que este seguia se despenhou após o aparecimento súbito de nevoeiro denso, descartando qualquer sabotagem.
Lembre-se, o acidente levantou suspeitas de sabotagem e receio do crescimento do conflito no médio oriente. Isto porque nos últimos meses antes da sua morte, o Presidente do Irão assumia-se como um firme adversário de Israel, apoiando o movimento islamita palestiniano Hamas, em conflito com Telavive.
Assim, justificou o ataque sem precedentes lançado pelo Irão contra Israel a 13 de Abril deste ano, utilizando 350 ‘drones’ e mísseis, a maior parte dos quais foram interceptados, com a ajuda dos Estados Unidos e de vários outros países aliados de Telavive.
A Fundação Aga Khan, uma das organizações não governamentais mais antigas que operam em Cabo Delgado, suspendeu todos os projectos de desenvolvimento que estavam a ser implementados nos distritos alvo de ataques terroristas.
Para evitar fechar as portas, actualmente, a Fundação Aga Khan está a trabalhar apenas em zonas consideradas seguras.
A suspensão dos projectos de desenvolvimento nas zonas consideradas de alto risco de ataques terroristas foi confirmada pelo director nacional da Fundação Aga Khan, Augusto Momade, uma das poucas organizações não governamentais que continua a trabalhar em Cabo Delgado, apesar da insegurança.
Actualmente, a Fundação Aga Khan só trabalha nos distritos que estão na lista de zonas consideradas seguras, com um novo projecto conhecido por Agrovida, que está a ser com o apoio do reino dos Países Baixos.
O projecto Agrovida está a ser implementado em Balama, Namuno, Montepuez, Chiúre, Ancuabe, Metuge, Mecufi e na cidade de Pemba, oito dos dezassete distritos de Cabo Delgado que, actualmente, são considerados de baixo risco de ataques terroristas.
O Município de Maputo volta a falhar a entrega da Avenida Julius Nyerere, cujas obras arrancaram no ano passado. A edilidade diz que a demora se deve à correcção do projecto que não incluía a implementação das valas de drenagem ao longo da via.
Depois de uma paragem considerável das obras de requalificação da Avenida Julius Nyerere, iniciadas em 2023, os motores voltam a roncar, só que, desta vez, com novas datas para a conclusão das obras. Segundo a edilidade, o troço só será concluído no primeiro trimestre de 2025.
O facto é que as obras da última fase de requalificação do troço de mais de cinco quilómetros deveriam ter sido entregues em Abril do presente ano, mas tal não aconteceu e o município passou a apontar o mês de Junho como a data limite. No terreno, a execução das obras é de 60 por cento, e o atraso preocupa os praticantes da via que, nestas alturas, já começam a associar a movimentação com interesses políticos.
“Essas mexidas no período da campanha eleitoral fazem-me perceber que isto é um assunto político. Então, eles estão a apressar-se agora para que a população veja que eles estão a trabalhar, mas é desgastante. Nós precisamos da via, porque é na via em que nos movimentamos”, disse Manuel Muchongue, munícipe de Maputo.
Depois do silêncio sobre os detalhes que norteiam o projecto, o Conselho Municipal decidiu abrir-se à STV e admitiu que o atraso se deve a uma correcção no projecto que, na sua concepção, não envolvia a construção das valas de drenagens.
“Quando se iniciaram as obras, não havia um projecto de drenagem das águas, seja de um ou do outro lado naquela zona e, à medida que se foi executando, identificámos a necessidade de desenhar um projecto de drenagem adequado para que aquela estrada possa durar mais tempo, e é isso que está a ser finalizado, que é o projecto executivo de drenagem. Assim que terminar, poderemos fazer o corte e a instalação do sistema”, explicou João Munguambe, vereador de Infra-estruturas e Salubridade na Cidade de Maputo.
A referida instalação de sistemas vai exigir, ainda, uma intervenção profunda no troço que compreende a lixeira de Hulene, cujo muro é quase inexistente e o lixo começa a invadir a via.
“Não há dúvida de que a existência da lixeira e daqueles líquidos naquele espaço específico representa um desafio maior, porque não se trata de águas pluviais que podem ser drenadas para os cursos de água ou para o oceano. Aqueles líquidos precisam de ser adequadamente tratados”, disse Munguambe, garantindo que há, neste momento, uma equipa de especialistas virados para esta acção.
Transportadores dizem somar grandes prejuízos
Mais de 10 rotas de transporte público de passageiros usam a via diariamente. Os automobilistas dizem que, devido ao estado da via, chegam a não conseguir trabalhar todos os dias da semana, uma vez que a manutenção é recorrente.
“Conforme estão a ver, as estradas não estão boas, e do outro lado não estão a terminar, e temos um congestionamento que não dá para nada. Estamos a trabalhar mal mesmo, muitos buracos não ajudam, a inspecção do carro não dura, trabalhamos um dia, no segundo dia o carro pára”, reclama Avelino Matusse, Transportador da Rota Xipamanine-Magoanine.
Outra vítima do atraso da entrega das obras da Julius Nyerere, é Collan Jossias, transportador da rota Praça dos combatentes-Zimpeto, que afirma que “nem temos ganhos praticamente. Diariamente, estamos nesta situação. Este troço todo até à Missão Roque só tem buracos atrás de buracos. Então, os carros sempre são danificados. Em cada seis meses, temos de ir à inspecção. Nessas circunstâncias, é complicado”.
O não envolvimento de consultores na concepção dos projectos é uma das falhas que o Município de Maputo terá cometido no presente projecto de melhoria da Av. Julius Nyerere, de acordo com a Federação Moçambicana de Empreiteiros. Segundo Bento Machaieie, em muitos casos, os empreiteiros são obrigados a fazer melhorias dos projectos.
“No processo de execução, o empreiteiro acaba por constatar alguns elementos que, para garantir a boa execução e qualidade da obra, acaba por propor à entidade contratante no sentido de corrigir, isso tem acontecido muito por esse tipo de situações”, lamenta.
Aliás, Machaieie aponta o atraso no desembolso dos pagamentos como a razão para o atraso das obras, que, muitas vezes, a culpa pública recai ao empreiteiro. Para o presidente da Federação Moçambicana dos Empreiteiros “um dos factores que pesa para isso acontecer tem a ver com os pagamentos, porque é recorrente as entidades contratantes lançarem concursos e no meio da execução da obra faltar dinheiro para terminar a obra e isso acaba criando condições para que seja dilatado o prazo da execução da obra”.
As obras custam cerca de 130 milhões de Meticais e o valor foi desembolsado dos cofres do município da capital.
O Papa Francisco manifestou, hoje, preocupação com o agravamento do conflito em território palestiniano, e apelou novamente para um cessar-fogo imediato.
Não é a primeira vez que o Papa Francisco pede diálogo entre Palestina e Israel.
Na missa deste domingo, na Praça de São Pedro, o Sumo Pontífice lamentou que mais de um milhão de pessoas tenham sido mortas e outras dezenas feridas.
O Papa insistiu na necessidade de continuarem as negociações para uma trégua e para um “cessar-fogo imediato”, reiterando o pedido de libertação dos reféns israelitas ainda detidos pelo Hamas.
O Santo Padre exigiu ainda que a população de Gaza receba ajuda, pois várias doenças tem-se espalhado naquele na região, incluindo a poliomielite.
Na última semana, Israel lançou uma operação militar em grande escala no território palestiniano da Cisjordânia, sob ocupação israelita desde 1967, onde ocorreram confrontos mortais e fortes incursões do Exército em cidades palestinianas como Tulkarem e Jenin.
Os membros do partido do “galo” dedicaram este domingo, o nono dia da campanha eleitoral, para visitar o Mercado Grossista do Zimpeto e o parque terminal de “chapas”, onde pediram votos a favor do MDM e do seu candidato presidencial, Lutero Simango.
Empunhando a bandeira, a comitiva composta maioritariamente pelo grupo juvenil daquele emblema político convenceu o eleitorado a votar no seu candidato com promessas de organizar o comércio informal, bem como prover condições de financiamento de projectos de jovens.
Segundo Ismael Nhacucue, o seu partido tem projectos de reformas do comércio informal. “O nosso grande objectivo é melhorar cada vez mais a qualidade de vida dos moçambicanos. Com isso, vamos organizar o comércio informal e todos os que nele estão inseridos. Nós sabemos que a nossa economia é basicamente informal. Vamos assegurar que este negócio se torne cada vez mais formal e, desta forma, garantir que todos os moçambicanos tenham pós-reforma garantida”, disse.
Depois do parque do Zimpeto, os membros do MDM foram concentrar-se defronte do campo anexo ao Estádio Nacional do Zimpeto, onde fizeram a festa em caravana.
O candidato da Renamo a Presidente da República, Ossufo Momade, garante que, caso seja eleito, vai, junto com o seu partido, mostrar como é que se governa. Momade acrescenta que a Frelimo não sabe governar, e pede para ser eleito, para, em pelo menos um mandato, mostrar como governar.
Ossufo Momade iniciou o seu périplo na cidade de Nampula. No seu discurso, ironizou dizendo que já ressuscitou, num acto de saudação e apresentação da sua candidatura e manifesto eleitoral à população de Nampula.
Ossufo Momade garante que, neste ano, a Renamo não vai falhar. O candidato diz que é preciso fazer reformas na Função Pública, combater a corrupção e apostar na agricultura mecanizada, de modo a desenvolver o país.
“Convido professores, médicos e enfermeiros a votarem em mim e na Renamo, para resolvermos os vossos problemas. Esteve Chissano, prometeu futuro melhor. Veio Guebuza, dizendo que ia combater a corrupção e não fez nada. Nyusi vai sair pela porta pequena. Está a deixar o país mais pobre, está a deixar o país sem hospitais e sem escolas”, disse.
Os populares presentes no campo dos macondes aplaudiam Ossufo sempre que deixava ficar a sua visão de governação, que vai se centrar na elevação da consciência da cidadania moçambicana, respeito pela lei e pelas instituições do Estado, onde, segundo Momade, as pessoas devem trabalhar para o aumento da produção e da produtividade.
Ossufo Momade fez a abertura oficial da sua campanha uma semana depois do início da incursão de “caça ao voto”.
Os sistemas de defesas antiaérea da Rússia abateram 158 drones ucranianos de asa fixa em 15 regiões do país. A informação foi avançada, hoje, pelo ministério da Defesa da Rússia, através da rede social Telegram.
De acordo com a agência noticiosa EFE, citada pelo portal de notícias “Notícias ao Minuto”, o ataque foi dos mais maciços desde o início da campanha militar russa na Ucrânia, e abrangeu 15 regiões da Federação Russa.
Segundo os militares russos, o maior número de drones foi abatido sobre as regiões de Kursk (46), Briansk (34), Voronezh (28) e Belgorod (14), que fazem fronteira com a Ucrânia. Acrescentaram que dois drones foram abatidos sobre Moscovo e sete outros nos arredores da capital russa.
Segundo a agência noticiosa AFP, uma central elétrica a carvão perto de Briansk terá sido atingida, tal como uma refinaria de petróleo nos arredores da cidade.
Um funcionário local da região de Moscovo disse que três drones tentaram atingir a central elétrica a carvão de Kashira, refere a AFP.
Na quarta-feira, drones ucranianos atingiram e incendiaram dois depósitos de combustível no sudoeste da Rússia, na região de Rostov e no norte da região de Kirov.
O Presidente sul-africano, Cyril Ramaphosa, declarou guerra contra as gangues criminosas. As declarações foram feitas, esta sexta-feira, na Cidade do Cabo, onde assinou um acordo com as autoridades locais para o aumento do número de polícias na província.
África do Sul debate-se com alto índice de criminalidade, incluindo a transnacional, estando naquele país parte dos mandantes de raptos e dos envolvidos no terrorismo são apontados como
Foi assinado nesta sexta-feira um acordo entre o governo nacional, o governo do Cabo Ocidental e a Prefeitura da Cidade do Cabo com vista a garantir um aumento do efectivo policial para colmatar a criminalidade na província do Cabo.
Ramaphosa considerou a assinatura do acordo um marco histórico pois este contribui para o combate ao crime na cidade do Cabo. Afirma ainda que o documento é um compromisso com um plano de acção para estabelecer uma cidade e província mais seguras
Na ocasião Cyril declarou guerra contra as gangues que actuam na cidade do Cabo, que segundo ele tornou-se a capital da criminalidade, da violência das gangues, do assassinato e de outras actividades criminosas, incluindo tráfico e abuso de drogas.
O Presidente sul africano considera ainda que o documento é uma forma de dizer um basta ao crime. Este trava uma guerra contra a máfia da construção, contra os gangsters, e permitirá levá-los a justiça.
Ramaphosa fez alusão ao facto de pais, professores e alunos estarem cansados de bandidos causando caos nas escolas e levando armas e drogas para as salas de aula.
Refira-se que o Cabo Ocidental registrou o maior aumento de assassinatos no primeiro semestre do ano.