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Pelo menos 56 unidades sanitárias em 16 distritos moçambicanos já administram o injetável lenacapavir, para prevenção da infeção por HIV, beneficiando 15.700 pessoas, avançou o Ministério da Saúde citado pela Lusa.

Segundo a informação, o medicamento lenacapavir para prevenir o Vírus da Imunodeficiência Humana (HIV) já é administrado em 17 unidades sanitárias da província da Zambézia, no centro de Moçambique, e 21 da província de Maputo, no sul. A cidade de Maputo soma outras 17 unidades sanitárias que iniciaram a administração do medicamento, enquanto a província de Nampula, no norte do país, iniciou a administração do medicamento numa unidade sanitária.

“Importa esclarecer que a implementação não ocorre apenas em centros de saúde, mas também em hospitais. A previsão inicial de implementação em 55 unidades sanitárias foi alcançada. Embora o número total de unidades sanitárias se mantenha, houve ajustamentos na abrangência geográfica, incluindo a expansão para a província de Nampula”, esclareceu o ministério.

Os dados avançados pelo Governo indicam que até 21 de Agosto 15.703 pessoas tinham iniciado a prevenção com lenacapavir, das quais 9.264 beneficiários na província da Zambézia, 4.263 na cidade de Maputo, 2.146 na província de Maputo e 30 em Nampula.

“O país recebeu inicialmente cerca de 17.280 doses para início desta forma de PrEP (Profilaxia Pré-Exposição). Considerando o elevado ritmo de utilização, o Ministério da Saúde mantém a monitoria regular dos níveis de stock, das redistribuições entre províncias e das entregas subsequentes, com vista a assegurar a continuidade dos serviços”, indica-se na mesma informação.

As autoridades sanitárias afirmam estarem em curso atividades de monitorização da implementação, seguimento clínico dos beneficiários, farmacovigilância, testagem de HIV, gestão de stock e reforço dos mecanismos de referência e continuidade da PrEP. Os dados recolhidos nesta fase servirão igualmente para orientar a expansão progressiva do lenacapavir para outras províncias e unidades sanitárias.

O Ministério da Saúde esclarece que o lenacapavir é uma nova opção de Profilaxia Pré-Exposição injetável de longa duração, administrada semestralmente a pessoas HIV negativas com risco de exposição, introduzida no âmbito do reforço da prevenção combinada ao HIV.

Moçambique iniciou em 22 de Abril a utilização do medicamento injetável, com a primeira dose administrada na província de Maputo, visando reduzir novas infecções e acelerar o controlo da doença no país.

“Estamos aqui, com muito orgulho, a lançar esta nova terapia inovadora, eficaz para a saúde do povo moçambicano, porque sabemos que, juntos, com essas intervenções combinadas que estamos aqui a introduzir, poderemos, a médio e longo prazo, ter gente com saúde”, disse então o ministro da Saúde moçambicano, Ussene Isse.

A nova opção de PrEP arrancou na província de Maputo, marcando a introdução de uma “tecnologia inovadora” na resposta ao Vírus da Imunodeficiência Humana, com aplicação inicial a pessoas a partir dos 15 anos.

Moçambique regista cerca de 92 mil novas infecções por ano, das quais 34 mil entre adolescentes e jovens dos 15 aos 24 anos, grupo considerado prioritário na nova estratégia de prevenção, referiu na ocasião o ministro da Saúde.

Ussene Isse sublinhou na altura o potencial da nova abordagem para reduzir o estigma e aumentar a adesão à prevenção, sobretudo entre jovens e adolescentes.

O ministro destacou que Moçambique passa a integrar o grupo de nove países africanos com acesso à nova tecnologia, considerada de longa duração e elevada eficácia na prevenção, mas alertou para a necessidade de controlo rigoroso na administração do fármaco.

A introdução do lenacapavir conta com o apoio do Governo dos Estados Unidos e da Organização Mundial da Saúde (OMS), no quadro de parcerias internacionais para reforço da prevenção e controlo do HIV no país, instituições representadas na cerimónia.

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Segundo Bélio António, chefe de saúde pública na província de Sofala, citado pela Lusa, as mortes, registadas entre Janeiro e Maio, estão principalmente associadas à falta de aleitamento materno, gestão deficiente de alimentos e sua indisponibilidade, além de doenças como o VIH e tuberculose, “A chegada tardia na unidade sanitária [também] condiciona ou faz com que possamos ter esses óbitos”, acrescentou o responsável, citado hoje pela televisão pública.

Segundo o chefe de saúde pública, Sofala registou mais de 5.000 casos de desnutrição, até maio, com a maior parte dos pacientes recebidos no Hospital Central da Beira, unidade de referência.

“Os casos saem dos distritos numa condição muito crítica”, apontou Bélio António.

Em Maio, organizações da sociedade civil moçambicana alertaram que o investimento público em nutrição e segurança alimentar continua abaixo das necessidades do país, pedindo reforço das verbas do Orçamento do Estado para combater os elevados índices de desnutrição.

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) alertou, também em maio, que Moçambique enfrenta uma crise nutricional de “grande magnitude”, estimando que cerca de 100 mil crianças menores de 5 anos vão precisar de tratamento para desnutrição aguda grave este ano.

“Moçambique enfrenta uma crise nutricional de grande magnitude, com uma das taxas mais altas de desnutrição na África subsaariana. A desnutrição aguda continua crítica, com 4% das crianças afectadas, incluindo casos graves, que representam risco imediato de mortalidade”, refere aquela agência das Nações Unidas, num comunicado a que a Lusa teve acesso.

Segundo o UNICEF, enquanto cerca de 100 mil crianças menores de cinco anos vão necessitar de tratamento para a desnutrição aguda grave este ano, os cortes de financiamento na ajuda ao desenvolvimento têm impactado directamente a capacidade de providenciar os suplementos, medicamentos e meios logísticos para o aprovisionamento dos serviços essenciais de nutrição e saúde para os mais afectados.

O ministro da Agricultura, Ambiente e Pescas diz que o sector que dirige deve estar preparado para enfrentar o El Niño, que poderá ser caracterizado por falta de chuva nas zonas Sul e Centro e excesso de precipitação no Norte. Roberto Albino, que falava em Sofala no quadro da sua visita de trabalho a esta província, foi confrontado pelos agricultores com dificuldades no acesso ao financiamento, insumos e medicamentos veterinários.

Acompanhado pelo representante do Banco Mundial, Fily Sissoko, o governante escalou, nesta terça-feira, o distrito do Búzi, onde manteve encontro com agricultores e criadores de gado para ouvir as suas preocupações que afectam o desenvolvimento da agricultura e da pecuária na região.

No encontro, os produtores não esconderam os desafios que enfrentam diariamente. Entre as principais preocupações apresentadas está a necessidade de financiamento para impulsionar a produção agrícola e recuperar os prejuízos causados pelos fenómenos climáticos extremos e a disponibilização de vacinas e medicamentos veterinários.

As preocupações incluem ainda o acesso a raças melhoradas de animais, consideradas fundamentais para aumentar a produtividade e a qualidade do efetivo pecuário.

Após ouvir as intervenções, Roberto Mito Albino reconheceu os desafios apresentados e sublinhou a necessidade de os produtores se prepararem para enfrentar os impactos das mudanças climáticas, que classificou como fenómenos inevitáveis.

Como uma das soluções, o governante incentivou os criadores de gado a organizarem-se em cooperativas, considerando que esta estrutura pode facilitar o acesso a apoios financeiros e viabilizar a criação de farmácias veterinárias locais, capazes de responder às necessidades dos produtores.

O representante do Banco Mundial reiterou o compromisso daquela instituição em continuar a apoiar iniciativas que promovam a independência económica e o fortalecimento da capacidade produtiva dos agricultores moçambicanos.

A visita de Roberto Mito Albino e do representante do Banco Mundial enquadra-se no processo de avaliação das necessidades dos produtores antes da implementação de financiamentos, no âmbito do projecto MozAgriBiz.

Cerca de 80% da população moçambicana não tem capacidade para pagar as tarifas normais das operadoras de telefonia móvel. O alerta  é da Agência Reguladora da Concorrência, que sugere o fim da tarifa mínima.

Dois anos após a agitação causada pelo fim dos pacotes ilimitados de telefonia móvel e introdução de tarifas mínimas, o debate foi reaceso nesta terça-feira.

Na Conferência Nacional das Comunicações, a Autoridade Reguladora da Concorrência voltou a colocar o dedo na ferida. Sugeriu a introdução de tarifas máximas, alegadamente porque a tarifa mínima alimenta preços predatórios.

Tendo como base um parâmetro definido pela Organização Internacional das Telecomunicações, o regulador da concorrência revela que os preços mínimos retiram o poder de compra a cerca de 80% da população moçambicana. Por fim, a autoridade reguladora da concorrência alerta para os riscos de publicidades falsas.

Diante das posições, o Instituto Nacional das Comunicações, regulador do sector, continua a defender que as tarifas mínimas são melhores e explica que há mecanismos em implementação para permitir que todos consigam pagar.

“O tecto dos preços vai permitir, primeiro, proteger o consumidor contra preços abusivos, esses preços elevados que nos vêm. Vai proteger o consumidor de preços altos e vai preservar a concorrência. Os operadores não podem ir além do que vai ser estabelecido.  Mas também o tecto dos preços vai, digamos, preservar a concorrência e não vai interferir na liberdade comercial dos operadores. E o preço mínimo traz um problema. Traz um problema para o próprio mercado, sob o ponto de vista da acessibilidade, porque o que significa preço mínimo? Significa o quê? Um operador eficiente não pode ir abaixo daquilo que foi estabelecido”, consideram os operadores.

Entendem ainda que  é preciso também que a informação de preços, de tarifas, sobre os ilimitados, sobre os pacotes promocionais, seja divulgada de forma clara e acessível ao consumidor, para que o consumidor possa fazer comparações, possa tomar decisões sobre a sua escolha de forma racional.

“O que é que tem de fazer, em termos regulatórios, para aquelas zonas em que a população não consegue pagar, por causa do rendimento da população, que é baixo? É preciso haver aqui alguns instrumentos para mitigar aquela questão do fundo universal. Por exemplo, o fundo, ele vai investindo nas zonas onde os operadores não chegam”, anotam.

São alertas que reforçam os ideais dos defensores dos direitos dos consumidores, como por exemplo a ProConsumers Moçambique. As operadoras explicam as tarifas com os elevados custos de operação. A Tmcel, por exemplo, quer mais incentivos para as operadoras.

Por sua vez, a Vodacom explica que as operadoras estão a trabalhar para que os clientes tenham capacidade para pagar as tarifas normais.

“Poucos clientes utilizam a tarifa base. Portanto, todo o mercado utiliza a tarifa de pacote mais baixa. Acho que isso é algo que nós, como operadoras, estamos a discutir e para o qual queremos tomar medidas. Sobre o que as operadoras estão a fazer, acho que houve muito investimento no sector de telecomunicações em Moçambique. Hoje, eu diria que temos cerca de 75% de cobertura geográfica em Moçambique.”

Já a Movitel defende uma política tarifária mais flexível para que as operadoras possam prestar serviços acessíveis às zonas rurais, bem como redução de taxas. O debate promovido pelo Instituto Nacional das Comunicações teve lugar na Cidade de Maputo.

O Serviço Nacional de Investigação Criminal deteve mais um cidadão no âmbito das investigações relacionadas com a apreensão de 3,7 toneladas de fentanil, ocorrida no passado dia 12 de Junho, nos armazéns de uma empresa privada localizada no Aeroporto de Maputo.

Segundo o SERNIC, o detido é um cidadão moçambicano e membro das Alfândegas de Moçambique. A detenção foi efectuada mediante mandado judicial, por existirem fortes indícios do seu alegado envolvimento no caso.

No decurso da operação, foram igualmente realizadas buscas nas residências do suspeito, enquanto prosseguem diligências destinadas à consolidação das provas.

Com esta detenção, sobe para quatro o número de pessoas detidas no processo, entre nacionais e um cidadão nigeriano. As autoridades indicam ainda que decorrem procedimentos legais para a obtenção da autorização necessária para a incineração da droga apreendida.

O SERNIC reafirma o seu compromisso no combate à criminalidade organizada e transnacional e apela à colaboração dos cidadãos na denúncia de actividades criminosas.

A barragem alternativa para abastecer água à cidade de Nampula ainda vai levar mais tempo. O Governo mudou de foco no local para a possível construção da futura barragem de Melule para Macuje.

Embora as consultas públicas e os estudos de impacto ambiental já tenham começado, as previsões oficiais indicam que as obras da Barragem de Macuje (em Rapale) só vão arrancar em 2027 e a conclusão está prevista para 2030. 

Nos últimos anos, a Administração Regional de Águas do Norte, ARA-Norte, estava empenhada na realização de estudos para viabilizar a construção da barragem na bacia de Melule, no distrito de Rapale, a 30km da cidade de Nampula. Entretanto, agora, o foco é outro!

Até que a nova barragem fique pronta, a cidade de Nampula (com mais de um milhão de habitantes) continuará a sofrer de problemas hídricos severos. 

A população depende de uma barragem construída em 1958 para apenas 120 mil pessoas, o que obriga o FIPAG a aplicar restrições e cortes constantes no fornecimento durante as épocas de pouca chuva. Como alternativa temporária, o governo tem recorrido à abertura de furos de água subterrânea em bairros como Namiteca.

Até 2036, o Ministério das Obras Públicas, Habitação e Recursos Hídricos prevê construir 30 represas na província de Nampula para responder ao desafio de acesso à água para vários fins.

Vinte e nove cidadãos foram encaminhados à justiça na província de Tete, nos primeiros seis meses deste ano, por envolvimento em casos de tráfico e consumo de drogas. Os dados foram avançados pela Secretaria de Estado, que alerta para o crescente impacto das substâncias ilícitas, sobretudo entre adolescentes e jovens.

O fenómeno continua a preocupar as autoridades, numa altura em que o Relatório Anual sobre a Evolução do Tráfico e Consumo de Drogas Ilícitas aponta para um agravamento da situação a nível nacional. O documento revela um aumento de 38 por cento no número de pessoas atendidas nos serviços de saúde mental devido a perturbações associadas ao consumo de drogas, totalizando mais de 32 mil casos em todo o país.

Na província de Tete, para além das detenções e encaminhamentos à justiça, cerca de 30 pacientes deram entrada nas unidades sanitárias com perturbações mentais relacionadas com o consumo de substâncias psicoactivas.

Segundo a Secretaria de Estado, o envolvimento cada vez mais frequente de adolescentes em casos de consumo e tráfico constitui um dos principais motivos de preocupação, exigindo o reforço das acções de prevenção e sensibilização junto das comunidades.

A realidade é conhecida por Gaique e Mirco Amos, ambos com 21 anos de idade, que admitem ter sido vítimas do consumo de drogas e integrado as estatísticas associadas a este fenómeno.

As autoridades defendem uma maior colaboração entre famílias, escolas, comunidades e instituições do Estado para travar o avanço do consumo de drogas e reduzir os impactos sociais e de saúde pública associados a este problema.

O Conselho de Ministros aprovou a extinção da Escola Nacional de Aeronáutica, no âmbito do processo de reestruturação institucional do sector da aviação civil em Moçambique.

A decisão, que revoga o Decreto n.º 37/2006, de 27 de Setembro, visa garantir maior eficiência, eficácia, sustentabilidade e melhoria da qualidade dos serviços prestados no sector aeronáutico nacional.

Para substituir a instituição extinta, o Governo aprovou igualmente a criação da Academia Nacional de Ciências Aeronáuticas, entidade que passa a assumir a responsabilidade pela formação de profissionais da aviação civil no país.

Segundo o Executivo, a nova academia surge para responder aos desafios impostos pelo desenvolvimento do sector da aviação a nível nacional, regional e internacional, bem como para assegurar o cumprimento das normas da Organização Internacional da Aviação Civil.

Entre as principais inovações, a Academia Nacional de Ciências Aeronáuticas vai permitir a reintrodução da formação de pilotos de aeronaves de asa fixa, nomeadamente aviões, o regresso do curso de assistentes de bordo e a introdução da formação de pilotos de aeronaves de asa rotativa, como helicópteros.

O Governo considera que a nova academia contribuirá para reduzir os custos associados à formação de profissionais no estrangeiro, reforçar a eficiência operacional e a segurança da aviação civil moçambicana, além de fortalecer a soberania nacional nesta área estratégica.

As autoridades defendem ainda que a formação de profissionais especializados e devidamente certificados, aliada ao investimento em infra-estruturas e equipamentos modernos, é fundamental para acompanhar a evolução do sector e responder às exigências internacionais da aviação civil.

O vice-presidente dos Estados Unidos da América (EUA), JD Vance, afirmou, esta segunda-feira, que as negociações mantidas com responsáveis iranianos, na Suíça, estabeleceram uma base sólida para a concretização de um acordo de paz definitivo, apesar das tensões em torno do Estreito de Ormuz e da situação no Líbano.

Vance e outros responsáveis norte-americanos referiram que foram registados progressos em várias frentes, incluindo a criação de mecanismos destinados a garantir que o Estreito de Ormuz, uma via marítima estratégica para o transporte mundial de energia, permaneça aberto, bem como a travar os confrontos entre Israel e os militantes do Hezbollah, apoiados pelo Irão, no sul do Líbano, onde o cessar-fogo aparentava manter-se.

O acordo provisório para pôr termo aos combates no Irão, assinado na semana passada pelos Presidentes dos EUA e do Irão, estabelece um prazo de 60 dias para a negociação de questões fundamentais, incluindo o futuro do programa nuclear de Teerão. Persistem receios de que o país pretenda utilizar o programa para fins militares, alegação que as autoridades iranianas rejeitam.

As partes chegaram igualmente a um entendimento sobre um mecanismo destinado a pôr fim aos confrontos no Líbano entre Israel, aliado dos EUA, e o Hezbollah. Foi ainda criada uma linha de comunicação para ajudar a garantir a passagem segura de navios comerciais pelo Estreito de Ormuz, uma rota vital para o abastecimento mundial de petróleo.

JD Vance procurou minimizar as tensões geradas pela ameaça feita, no domingo, pelo Presidente norte-americano, Donald Trump, de retomar a guerra caso o Irão voltasse a encerrar o Estreito de Ormuz, alegando o fracasso de Washington em travar os combates no Líbano.

A Argentina alcançou a segunda vitória no Mundial, ao derrotar a Áustria por duas bolas sem resposta. Lionel Messi voltou a ser determinante, ao apontar os dois golos. Com cinco golos, Messi é, até aqui, o melhor marcador da prova. 

Na outra partida de destaque, Mbappe voltou, também,  a ser fundamental, ajudando a França a vencer o Iraque por 3-0. O avançado do Real Madrid marcou dois dos três golos da selecção francesa. 

A Noruega, com pé quente de Halland, venceu o Senegal por três bolas a duas, com dois tentos do avançado do Manchester City. Já a Argélia derrotou a Jordânia por 2-0 e pode sonhar com a segunda fase da prova.

 

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