Um automobilista morreu carbonizado na madrugada deste sábado, na sequência de uma colisão entre uma viatura ligeira e um camião, na Estrada Nacional Número Um (EN1), no Distrito Municipal da Katembe, Cidade de Maputo. O acidente provocou ainda dois feridos.
O sinistro ocorreu nas primeiras horas da manhã e destruiu completamente a viatura ligeira, que se incendiou após o embate, impossibilitando o condutor de escapar às chamas.
No camião seguiam duas pessoas. Uma sofreu ferimentos graves e a outra contraiu ferimentos ligeiros. Ambas foram socorridas e transportadas para uma unidade hospitalar, onde recebem assistência médica.
O proprietário do camião afirmou que, de acordo com as informações que lhe foram transmitidas, o veículo seguia normalmente no seu percurso quando ocorreu a colisão.
As circunstâncias em que o acidente se deu continuam por esclarecer. Contudo, a Polícia de Trânsito admite, como hipótese preliminar, que o sinistro tenha resultado de uma alegada circulação em contramão por parte do condutor da viatura ligeira. As investigações prosseguem para o apuramento das causas do acidente.
Até ao fecho desta edição, as viaturas sinistradas permaneciam no local do embate, enquanto decorriam os trabalhos das autoridades competentes.
Circular por algumas artérias da cidade da Beira constitui, actualmente, um autêntico desafio aos automobilistas e aos peões. Apesar de a edilidade estar empenhada em reabilitar as principais rodovias, há estradas no Chiveve que, há mais de cinco anos, não beneficiam de nenhuma intervenção.
O Conselho Municipal da Beira tem estado empenhado, há mais de 10 anos, na reabilitação de inúmeras rodovias em vários bairros, dos 26 existentes, recorrendo a pavês, facto que está a facilitar a movimentação de pessoas e bens das suas residências para outros pontos. No entanto, há zonas em que as vias de acesso não registam nenhuma intervenção há bastante tempo, as ruas não têm um sistema de drenagem das águas pluviais e o capim tomou conta delas, dificultando sobremaneira o movimento de pessoas e bens.
A situação torna-se mais crítica no período chuvoso. Aliás, choveu intensamente na Beira, nos últimos três dias, pelo que o cenário, no local, é mau.
Os munícipes pedem a intervenção do município para colmatar o problema.
Quisito Oliveira é mototaxista, mas, no último sábado, usou uma bicicleta para realizar a sua actividade, devido à situação que danifica as motorizadas.
Noutros bairros, os automobilistas queixam-se, igualmente, do estado das vias, que, para eles, contribui para a danificação precoce das suas viaturas.
Mário João, motorista de um transporte semicolectivo de passageiros, disse que o estado de algumas estradas prejudica a sua actividade.
O município da Beira diz que está ciente dos desafios que os munícipes de alguns bairros enfrentam diariamente para se locomoverem, tanto a pé como usando qualquer meio de transporte. Para Albano Carige, a solução vai surgindo gradualmente de bairro em bairro.
O edil da Beira, Albano Carige, adiantou que o trabalho nas estradas de terra batida vão exigir mais agressividade por parte do município, para garantir a sua durabilidade.
Albano Carige deixou ficar a promessa de que o processo de reabilitação das estradas em referência irá arrancar, gradualmente, logo que passar a presente época chuvosa. Na cidade da Beira, existem cerca de 600 quilómetros de estradas, e apenas a metade é pavimentada.
A Primeira-Ministra, Benvida Levi, endereçou, hoje, as suas condolências à igreja católica e lamentou a morte do Papa Francisco.
“Nós estamos todos muito tristes. O Papa Francisco não é só um papa que mudou a maneira de ser e estar na igreja católica, como é um Papa muito amigo de Moçambique. E como Moçambicanos, certamente, estamos tristes”, disse Benvinda Levi, acrescentando que o Sumo Pontífice sempre apoiou Moçambique.
A Governante lembrou da interacção do Papa com os moçambicanos, durante a sua visita em 2019, e expressou os seus sentimentos a igreja católica e aos cristãos do mundo.
O arcebispo de Maputo, Dom João Carlos, considera que este é o momento de acções de graças pelo legado deixado pelo Papa Francisco. João Carlos apelou ainda à oração, para que Deus console “o coração de todos que sentem pela partida do Papa”.
“É um homem que soube amar a igreja e viver para a igreja. Então, é um homem da igreja. É também o homem dos pobres, aqueles que não tem voz, nem vez, aqueles que são postos de lado”, disse o arcebispo de Maputo, enaltecendo as qualidades do Papa.
Dom João Carlos acrescentou que é um momento de se manter em oração. “A nível da igreja é claro que nós continuamos a rezar, e o que pedimos é oração”, sublinhou.
Sem avançar muitos detalhes, João Carlos disse que existem procedimentos que serão tomados pela igreja e, a seguir, segue-se a nomeação de um novo Papa.
O Presidente da República, Daniel Chapo, expressou condolências pela morte do Papa Francisco. Chapo apelou à união em oração da comunidade cristã.
Através de uma mensagem publicada no Facebook, Daniel Chapo lamentou a morte do sumo pontífice e expressou suas condolências. O Chefe do Estado desejou “que a fé e a esperança confortem os corações enlutados, e que o legado do papa Francisco continue a iluminar o nosso caminho”.
Chapo enalteceu o legado do papa, destacando que foi “líder espiritual de humildade exemplar, defensor incansável dos mais vulneráveis e promotor do diálogo entre os povos”,.
“O seu legado de compaixão e justiça social permanecerá como inspiração para todos”, concluiu.
O Arcebispo da Beira, Dom Cláudio Dalla Zuanna, figura que conviveu com o Papa Francisco, considerou, esta segunda-feira, que o mundo perdeu um líder da simplicidade e fraternidade. Zuana afirma, ainda, que o maior legado que ele deixa é a busca incansável pela paz.
Dom Cláudio Dalla Zuanna disse, em entrevista ao “O Pais”, que a morte do Sumo Pontífice, ontem, vai deixar um vazio grande no mundo. Zuanna considera, por outro lado, que Papa Francisco era a única voz, entre os poderosos da terra, a levantar-se em defesa da paz e da justiça e do respeito pelos mais desfavorecidos. “Agora, claro que vai fazer-nos falta esta voz que era quase única entre os poderosos da terra a levantar-se em defesa da paz, em defesa da justiça, do respeito dos mais desfavorecidos, daqueles que ele às vezes utilizava a palavra, os que são deitados fora, os que já não servem dentro da sociedade. Mas ele, com estes ensinamentos, além do seu exemplo,já marcou o caminho.
Penso que é um caminho irreversível dentro da Igreja e ninguém poderá pensar que já o que o Papa Francisco disse foi com ele. Não está conosco, de maneira que a Igreja, com certeza, continuará o caminho que ele traçou e que, no fundo, é o caminho do Evangelho, porque o primeiro defensor dos pobres foi o próprio Jesus Cristo”, observou.
Dalla Zuanna, que conviveu com o papa Francisco, lembra-se da sua humildade e simplicidade. O Papa Francisco, de acordo com o Arcebispo da Beira, era uma pessoa que fazia enormes esforços para deixar as pessoas à vontade na sua presença.
Lembro-me da sua humildade e quase sempre a brincar com as pessoas. O primeiro encontro que eu tive foi em 2013, quando fui como Arcebispo receber aquele símbolo de responsabilidade como arcebispo. Ele soube, ali, que eu tinha nascido na mesma cidade dele e então começou a conversar como se fôssemos amigos há muito tempo, gente da mesma terra, assim, tirava as distâncias imediatamente. Não havia ninguém que tivesse a mesma coisa. Quando, em Setembro, tivemos o encontro dos bispos de Moçambique com o Papa, ele disse, se prepararam discursos oficiais, deixem, eu quero ouvir de vocês. E eu comecei a falar e, depois, os outros bispos. Todos falamos e interagimos com ele, para dizer nada de oficial, nada de distâncias. Era uma pessoa que estava à vontade com todos, com os poderosos e com as pessoas mais humildes que havia”, recordou o Arcebispo da Beira.
A simplicidade do Papa, segundo o Dom Cláudio, despertou a consciência daqueles que exercem o poder.
“De alguma forma, podemos dizer, aqueles que têm nas mãos as chaves da paz, da segurança, da convivência civil e social. Penso que não haverá ninguém, talvez com opiniões diferentes do próprio Papa Francisco, mas não haverá ninguém que não poderá ter em conta este exemplo e este convite à paz. Mesmo ontem dizia, não às armas, não ao sentimento de voltar a armar-se. O povo e o mundo parece que querem a paz. Então, quase nas últimas palavras, fez-nos um convite para vivermos na paz, a vivermos como irmãos.
O Papa Francisco, acrescenta Zuanna, sempre exortou aos jovens para não estarem acomodados nas cadeiras, sem nada a fazer.
“Costumava dizer não quero jovens de sofá, de poltrona, jovens ali só nas redes sociais e sem comprometerem-se na vida, tendes que construir um futuro. E acho que estas palavras para Moçambique têm um peso ainda maior, vista a percentagem de jovens que há no nosso país. Aos jovens, o Papa falava do presente e do futuro. Então, já agora, é preciso construir uma vida melhor, envolver-se, comprometer-se também na sociedade, não só colocando as nossas necessidades como prioritárias, mas a relação com os outros, construirmos fraternidade, construirmos paz. Penso que este é o legado que ele deixa a todos, mas de todo modo especial aos jovens, porque são os jovens que irão levar a frente este mundo.”
A Igreja Católica, em Moçambique, através de um comunicado, resume a vida e obra do Papa Francisco numa única palavra, fraternidade. O Papa Francisco, de acordo com os bispos de Moçambique, era um homem de fé inabalável. “Pastor próximo dos pobres, profeta da misericórdia e da justiça, o Papa Francisco marcou a história da Igreja com seu testemunho de simplicidade e compaixão e firme compromisso com os mais vulneráveis. Neste momento de luto, a Arquidiocese da Beira une-se ao Colégio dos Cardeais, à Sé Apostólica, à Conferência Episcopal de Moçambique e a todos os fiéis católicos na oração de sufrágio pelo repouso eterno do Papa Francisco. Convidamos todas as paróquias, comunidades religiosas e fiéis leigos a participarem nas missas de sufrágio da sua alma e a manterem, onde possível, momentos de oração, reflexão e agradecimento pelo dom do seu pontificado”.
Os bombardeamentos aéreos dos Estados Unidos na capital do Iémen, no domingo, provocaram pelo menos 12 mortos e 30 feridos, de acordo com os rebeldes Huthis.
“Doze pessoas foram mortas e outras 30 ficaram feridas, após ataques do inimigo norte-americano no mercado de Farwah e no bairro popular” com o mesmo nome, no centro da capital Sana, segundo o Ministério da Saúde Huthi, citado por Lusa.
Aviões de combate norte-americanos realizaram, no domingo, novos bombardeamentos em pelo menos três províncias do Iémen, incluindo a capital.
De acordo com a agência de notícias Efe, a televisão iemenita Al-Massirah, propriedade dos Huthis, noticiou que os bombardeamentos visaram vários alvos na montanha de Faj Attan, sem fornecer detalhes ou número de vítimas.
Residentes na capital disseram à Efe que naquela zona montanhosa existem grutas onde são armazenadas armas e munições.
Os habitantes relataram ainda que os bombardeamentos atingiram uma infraestrutura que tem sido alvo recorrente de ataques sauditas, desde o início da guerra do Iémen, em 2014, bem como o bairro residencial de Farwah.
Segundo a Al-Massirah, os ataques aéreos também atingiram a Ilha Kamaran, na costa frente aos portos de Al Salid e Ras Issa, no Mar Vermelho, área que foi atacada várias vezes desde o início da grande ofensiva militar dos Estados Unidos contra os Huthis, em 15 de Março.
No sábado à noite, pelo menos três pessoas morreram e outras quatro ficaram feridas em ataques aéreos norte-americanos contra a capital iemenita.
Angola registou 500 mortos e 13 818 casos de cólera devido ao surto que o país enfrenta desde Janeiro deste ano, com 17 das 21 províncias afectadas, segundo dados do Ministério da Saúde.
O ponto de situação do surto de cólera, feito pelo Ministério da Saúde, dá conta de que nas últimas 24 horas foram registadas duas mortes e 220 novos casos, nas províncias de Benguela – a única que reportou óbitos e com o maior número de infeções (107) -, Cuanza Norte, Luanda, Malanje, Bengo, Icolo e Bengo, Cuanza Sul, Huíla, Zaire, Namibe e Cabinda, segundo escreve Lusa.
Nas últimas 24 horas, 269 pessoas receberam alta, mas continuam internadas 1 244 outras com cólera.
De acordo com uma nota do Ministério da Saúde, no sábado decorreu uma reunião técnica na província de Benguela, presidida pelo governador provincial, Manuel Nunes Júnior, e com a presença da titular da pasta da Saúde, Sílvia Lutucuta, e outros responsáveis governamentais do setor da energia e águas e do Ambiente, bem como representantes da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).
O grupo de trabalho teve como objectivo avaliar as acções em curso, reforçar o compromisso interinstitucional e definir novas diretrizes estratégicas para uma resposta eficaz à situação de saúde pública provocada pelo surto de cólera.
A jornada de trabalho incluiu igualmente visitas técnicas a diversos pontos de abastecimento de água nos municípios, comunas e bairros da província, tendo Sílvia Lutucuta orientado o reforço do abastecimento de água potável, com prioridade para as zonas de maior risco.
Ampliar os pontos de hidratação oral e melhorar a assistência pré-hospitalar e hospitalar, mobilizar todos os atores sociais na promoção de ações comunitárias e de sensibilização para práticas de higiene são outros objetivos da governante.
A ministra orientou de igual modo o empoderamento das comunidades na gestão e conservação das infraestruturas instaladas e articulação com o Ministério do Ambiente para a construção de latrinas comunitárias, com recurso a materiais locais disponíveis.
A província de Benguela é, depois de Luanda, o epicentro da doença, e o Bengo é a região com o maior número de óbitos (70) e casos (2.104), desde o início do surto.
O Papa Francisco denunciou hoje a “dramática e desprezível situação humanitária” em Gaza, e apelou ao cessar-fogo e à libertação dos reféns, nas celebrações do domingo de Páscoa.
Na sua mensagem, lida por um assessor depois de o Papa aparecer na varanda da Basílica de São Pedro, em Roma, Francisco alertou também para “o clima de crescente antissemitismo que se está a espalhar pelo mundo”, segundo cita Lusa.
“Apelo aos beligerantes para que cessem o fogo, libertem os reféns e prestem uma ajuda preciosa às pessoas famintas que anseiam por um futuro de paz”, afirmou Francisco na mensagem.
Antes do início da leitura da sua mensagem pascal, o Papa, ainda a recuperar de uma grave pneumonia, apareceu na varanda da Basílica de São Pedro, para abençoar os milhares de fiéis ali reunidos, que o saudaram com vivas e aplausos.
“Irmãos e irmãs, Feliz Páscoa!”, afirmou Francisco, 88 anos, que apareceu numa cadeira de rodas, sem cânulas nasais de oxigénio, para dar a sua tradicional benção “Urbi et Orbi” (à cidade e ao mundo).
As milhares de pessoas que se encontravam na Praça de São Pedro começaram a aplaudir quando uma banda militar começou a tocar o hino da Santa Sé e o hino italiano.
Segundo escreve Lusa, o Papa argentino permaneceu sentado na cadeira de rodas e pediu a D. Diego Ravelli, mestre das celebrações litúrgicas pontifícias, para ler a mensagem às 35 mil pessoas reunidas na Praça de São Pedro, para a Missa do Domingo de Páscoa, que foi presidida pelo Cardeal Angelo Comastri.
Após a mensagem, o Papa ainda apareceu no seu ‘papamóvel’ no meio da multidão de fiéis reunidos na Praça de São Pedro para celebrar a Páscoa, e durante cerca de 15 minutos percorreu os corredores da praça e abençoou bebés, rodeado por guarda-costas.
O Papa tem estado ausente de todos os ritos da Semana Santa no Vaticano e apenas se deslocou na tarde de Quinta-feira Santa à prisão romana de Regina Coeli, perto do Vaticano, para cumprimentar os reclusos, como tem feito desde o início do seu pontificado.
“Vivo-a o melhor que posso”, respondeu o pontífice, com um sussurro, da janela do carro ao sair da prisão, quando questionado pelos meios de comunicação sobre como está a viver a Semana Santa neste momento delicado para a sua saúde.
Os ensaios para o concerto MOSA International CORAL decorrem a bom ritmo, quando faltam poucas semanas. A fusão da cultura moçambicana e sul africana vai marcar o grande espetáculo da música coral.
No mesmo local, concentram-se coristas moçambicanos para afinar as vozes que vão animar o concerto internacional de música coral, rostos que vão subir ao palco da arena 3D, na Katembe, num evento que vai juntar a cultura moçambicana e sul africana.
Enquanto se aguarda pelo derradeiro momento, o grupo coral moçambicano vai mexendo em alguns aspectos importantes, a preparação dos coristas.
O exercício de aquecimento é fundamental e é o primeiro passo dado durante os ensaios.
É pelas mãos da maestrina Helena Rosa que a música e a dança juntam-se num único palco, para marcar o lançamento do concerto Mosa Internacional Coral.
“Estamos, neste momento, a fazer a finalização das obras e fazer a harmonização das vozes. A ideia é trazer para o público um concerto memorável. Temos, no concerto, duas partes, que é a parte do coral, que vai trazer música tradicional africana, vai trazer música religiosa, mas também música clássica que vai ser feita por solistas moçambicanos e solistas sul africanos. Estamos, neste momento, a trabalhar para que o concerto seja um grande evento”, disse Helena Rosa, maestrina.
A fusão dos géneros culturais irá marcar o evento e os coristas entregam-se ao desafio.
“O maior desafio, para além da língua, é o preparo vocal, porque as canções que nós cantamos aqui, nos desafiam, não só fisicamente, mas também intelectualmente. São muito desafiadoras, desde a língua, os seus tons, as intensidades das canções. Isto tudo constitui um desafio diário, e cada ensaio é um ensaio”, disse Áquia Simango, corista.
O tempo não é mero detalhe, é uma ferramenta indispensável. E, diga-se,muito necessária. São várias horas de preparação para garantir um bom espectáculo.
“É muita coisa por ser apreendida. São canções que, diria eu, não são do nosso quotidiano. Então, há canções que nós precisamos, efectivamente, estar em condições para apresentar correctamente. Por exemplo, eu falava da diversificação das músicas que vamos apresentar, são canções que, em algum momento, precisam de um ensaio e preparo, para podermos apresentar”, afirmou Zacarias Fernando, também corista.
Beldumar Paia é um dos personagens com o papel de solista que vai apresentar a música clássica.
Quanto mais próximo o concerto, mais aumenta a ansiedade dos participantes moçambicanos e sul africanos que prometem uma grande festa.

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