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O Presidente da República, Daniel Chapo, exige que as recomendações apresentadas pelos deputados do Parlamento Infantil sejam efectivamente respondidas e acompanhadas de resultados concretos, defendendo que não basta garantir o acesso das crianças à escola.

Daniel Chapo falava esta quinta-feira, em Maputo, durante o encerramento da VIII Sessão do Parlamento Infantil, onde se mostrou disponível para responder às preocupações levantadas pelos deputados, relacionadas com áreas como saúde, educação e segurança.

O Chefe do Estado chamou a atenção para a responsabilidade das escolas, das famílias e das instituições do Estado na protecção e desenvolvimento das crianças, defendendo que nenhuma deve ser silenciada ou privada do direito de expor as suas preocupações.

Entre os problemas levantados pelos deputados estiveram as gravidezes precoces e as uniões prematuras. Sobre a matéria, Chapo recordou que estas práticas são puníveis por lei, mas reconheceu que persistem dificuldades na denúncia, sobretudo em determinadas comunidades e ambientes sociais.

O Presidente da República destacou igualmente a necessidade de combater a insegurança em Cabo Delgado, apontando o terrorismo como um dos principais obstáculos ao desenvolvimento e à continuidade da educação das crianças afectadas pelos deslocamentos.

“A primeira coisa que eu gostaria de fazer […] é resolver o terrorismo em Cabo Delgado”, afirmou Daniel Chapo, sublinhando que muitas crianças são obrigadas a deslocar-se constantemente, o que compromete a sua permanência na escola.

No encerramento da sessão, o Chefe do Estado determinou ainda que, antes da realização da IX Sessão do Parlamento Infantil, seja apresentado um balanço das recomendações feitas pelas crianças, indicando claramente o que foi cumprido e o que permanece por concretizar.

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O presidente do Chade, Mahamat Idriss Deby, anunciou, na quinta-feira, que seu país suspenderá a emissão de vistos para cidadãos dos EUA, em resposta à decisão do Governo Trump de proibir os chadianos de visitar os EUA.

O presidente Donald Trump ressuscitou, na quarta-feira, uma política marcante de seu primeiro mandato ao anunciar a proibição de vistos para 12 países, incluindo o Chade, acusando-os de terem triagem e verificação “deficientes” e de historicamente se recusarem a receber de volta seus próprios cidadãos, que permanecerem além do limite de sua capacidade nos Estados Unidos.

A nova proibição tem como alvo Afeganistão, Mianmar, Chade, República do Congo, Guiné Equatorial, Eritreia, Haiti, Irã, Líbia, Somália, Sudão e Iêmen.

Também haverá restrições mais rígidas para visitantes de outros sete países na nova política de viagens que entra em vigor na segunda-feira às 12h01.

Em uma publicação no Facebook, o presidente do Chade disse que está a instruir seu Governo a suspender vistos para cidadãos americanos “de acordo com os princípios de reciprocidade”.

“O Chade não tem aviões para oferecer, nem bilhões de dólares para dar, mas o Chade tem sua dignidade e orgulho”, disse Deby, citado por African News.

Na República do Congo, o porta-voz do governo Thierry Moungalla disse acreditar que o país estava entre os afectados por causa de um “mal-entendido” sobre um ataque armado nos EUA, cujos perpetradores foram “confundidos” com pessoas da República do Congo.

“Obviamente, o Congo não é um país terrorista, não abriga nenhum terrorista e não é conhecido por ter vocação terrorista. Portanto, achamos que isso é um mal-entendido e acredito que, nas próximas horas, os serviços diplomáticos competentes do governo entrarão em contato com as autoridades americanas aqui”, disse ele na capital, Brazzaville.

Em Serra Leoa, um dos países com restrições de viagem mais rígidas, o Ministro da Informação, Chernor Bah, disse que o país está comprometido em abordar as preocupações que motivaram a proibição.

 

Necessários mais de 250 milhões de meticais para reconstrução de edifícios vandalizados e destruídos no período pós eleitoral, na vila de Namacurra, na província de Zambézia. Entre os estabelecimentos vandalizados estão o edifício do governo, o tribunal e o sector de infraestrutura. 

Os rastos de destruição de infraestruturas do Estado continuam patentes no distrito de Namacurra, província da Zambézia. As vandalizações ocorreram no período pós-eleitoral em Dezembro de 2024. No edifício do governo distrital restam apenas escombros. Escombro também foi a residência oficial do administrador.

No leque das infraestruturas vandalizadas constam o edifício dos serviços distritais de infraestruturas, tribunal entre muitos outros. O novo administrador, Aly Aboobacar, fala de prejuízos na provisão dos serviços à população. 

O antigo administrador de Namacurra e primeiro secretário do comitê distrital são acusados pelos líderes comunitários de desentendimento, o que poderá ter contribuído para o não controle da situação.

A detentora do título, Espanha, qualificou-se, esta quinta-feira, para a final da quarta edição da Liga das Nações, ao vencer a França por 5-4, na segunda meia-final, em Estugarda, Alemanha. A Espanha vai defrontar Portugal na final marcada para domingo.

Jogo de loucos em Estugarda, com a Espanha mais forte no início e a França a ameaçar o empate já na ponta final do jogo.

A Espanha abriu o marcador aos 22 minutos, na sequência de uma jogada de entendimento do trio de ataque, com Nico Williams a finalizar de pé direito. Três minutos depois a vantagem alargou-se com um golo de Merino a fazer jus ao melhor momento da carreira.

Quase que sem reacção, o 2-0 levou as equipas ao intervalo, com a Espanha ainda mais demolidora na segunda parte. Aos 53 minutos, uma falta de Rabiot, dentro da área, sobre Lamine Yamal deu origem ao 3-0, marcado pelo jogador do Barcelona.

Ao fim de dois minutos a vantagem aumentou e Pedri também fez o gosto ao pé, depois de receber o passe de Nico Williams dentro da área.

Inconformado, Mbappe cavou uma grande penalidade e reduziu na marca dos 11 metros, antes de Yamal voltar a brilhar e assinalar um bis, finalizando rasteiro ao passe de Pedro Porro.

A França não desistiu e foi resiliente. Aos 79 minutos, Cherki fez o segundo num golaço de primeira. Alguns minutos depois, foi Vivian a colocar a bola dentro da própria baliza numa tentativa de corte.

Já nos descontos foi Kolo Muani a marcar e deixar a desvantagem mais curta.

A Espanha conseguiu o triunfo e a oportunidade de poder revalidar o título no próximo domingo, quando defrontar Portugal na chamada final ibérica.

Um ataque russo com ‘drones’ e mísseis balísticos matou, pelo menos, quatro pessoas em Kyiv, informaram esta sexta-feira as autoridades da capital ucraniana, com várias outras regiões do país a reportarem bombardeamentos pesados.

Os serviços de emergência indicaram que Kyiv foi alvo de um ataque envolvendo drones e mísseis balísticos que causou explosões e queda de destroços em vários bairros da capital, incluindo um incêndio num edifício de habitação.

De acordo com as autoridades civis e militares da cidade, os carris do metropolitano foram danificados pelo bombardeamento russo. A companhia ferroviária nacional reportou danos nos carris na região, afectando o serviço de comboio que serve a periferia sul de Kiev.

O balanço inicial feito pelas autoridades de Kyiv apontava para, pelo menos, três feridos, para além da confirmação de quatro pessoas mortas, depois de ataques que causaram 20 feridos, incluindo 16 que tiveram de ser hospitalizados.

Fora da capital, várias regiões reportaram bombardeamentos pesados russos. Em Lutsk, no oeste, não muito longe da fronteira com a Polónia, o chefe da administração militar regional mencionou um ataque maciço com mísseis e ‘drones’.

O ataque destruiu parcialmente um edifício residencial de vários andares, ferindo cinco pessoas.

Na Rússia, as autoridades informaram esta sexta-feira que a capital foi alvo de dez drones ucranianos durante a noite. Três aeroportos que servem a cidade foram temporariamente encerrados, de acordo com a agência de transporte aéreo russa, que levantou posteriormente as restrições.

O presidente da CTA, Álvaro Massingue, desafiou os novos presidentes dos 23 pelouros da maior organização empresarial do país a serem proactivos e abertos ao diálogo, para alcançarem os objectivos traçados para os próximos quatro anos.

Com a tomada de posse, termina o processo de formação da nova direcção da agremiação, eleita no mês passado. Massingue explicou que a criação e a dinamização dos pelouros é uma das formas mais estruturantes da CTA. 

Segundo o presidente da classe empresarial, cada pelouro terá a missão de liderar a agenda sectorial dos “patrões” em articulação com os órgãos da CTA, sectores públicos e privados, contribuindo para a melhoria do ambiente de negócios.

Massingue espera que os novos líderes dos pelouros sejam agentes activos na construção de uma economia mais inclusiva, resiliente e competitiva. Massingue diz que o sucesso depende do compromisso dos líderes de cada um dos pelouros.

“Esperamos de vós o espírito de missão, competência técnica, abertura ao diálogo e uma atitude proactiva e reformista”, disse Massingue, explicando que os pelouros não são órgãos consultivos, mas sim braços executivos da CTA.

“Apelamos, por isso, à articulação permanente dos membros às consultas regulares com os nossos operadores económicos, a formulação de propostas sólidas e a construção de consensos com o Governo e os demais parceiros”, instou Massingue. 

Os empossados dizem que têm consciência de que a melhoria do ambiente de negócios não se faz apenas com boas intenções, mas sim em propostas técnicas, concretas, coerentes nas posições e mobilização do associativismo.

Por isso, os empossados esperam contribuir na monitorização e seguimento sistemático das decisões da direcção máxima da Confederação das Associações Económicas.

Falando em representação do Governo, o secretário de Estado do Comércio, António Grispos, sublinhou que a Confederação das Associações Económicas é um importante parceiro para o desenvolvimento da economia do país. Entre os empossados está Abdul Razak, do pelouro de Promoção do Associativismo, Ética e Boa Governação, Laura Manhiça, do pelouro de Desenvolvimento de Capital Humano, e Luís Fortunato, do pelouro de Agricultura.

O crescimento da economia nacional pode não ultrapassar 3% neste ano, prevê Fáusio Mussá, economista chefe do Standard Bank Moçambique, devido a contínuas pressões fiscais, associadas à liquidez do mercado cambial.

Em termos homólogos, o crescimento da economia moçambicana poderá ainda rondar os 3,1% em 2026, se comparado com o previsto para este ano, o que, segundo Fáusio Mussá, não é muito superior ao crescimento populacional.

“Isto traduz, igualmente, as nossas expectativas de declínio do apoio externo e de efeitos positivos limitados dos projectos de gás natural liquefeito (GNL) durante a fase de construção, o que denota ligações limitadas entre o cluster (consórcio) do GNL e a economia local”, explica o economista chefe.

As previsões de crescimento económico do economista chefe do Standard Bank são mais optimistas que as do Governo. No Plano Económico e Social e Orçamento do Estado, o Executivo prevê um crescimento de 2,9% neste ano.

Segundo o Governo, o referido crescimento é sustentado, em grande medida, pelo desempenho positivo da indústria extractiva, com uma taxa de crescimento de 5,4%, construção, 3%, agricultura, produção animal, caça e florestas, 3%, e transportes e comunicações, 2,6%, reflectindo uma recuperação gradual da economia e o impacto dos investimentos nos sectores estratégicos.

No entender de Fáusio Mussá, apesar de as taxas de juro terem descido desde o início de 2024 e de o Governo e o sector bancário terem disponibilizado, neste ano, alguns fundos para apoiar a recuperação pós-eleitoral, o crescimento do crédito continua baixo, denotando um investimento reduzido.

“O crescimento do crédito à economia abrandou para 4,3%, em termos homólogos, em Março, em relação aos 4,4%, em termos homólogos, em Fevereiro”, elucida Fáusio Mussá, num comentário ao relatório do banco.

De acordo com o documento, as condições de operação das empresas no país deterioraram-se de Abrir para Maio, daí que o Purchasing Managers’ Index (PMI) do Standard Bank Moçambique reduziu a pontuação do país para 49,6.

“Indicadores acima de 50,0 apontam para uma melhoria nas condições das empresas em relação ao mês anterior, ao passo que indicadores abaixo de 50,0 mostram uma deterioração”, refere o relatório do Standard Bank Moçambique.

Depois de em Abril situar-se em 50,5, a redução do PMI Moçambique em Maio, segundo o relatório, mostra que os stocks de aquisições, o emprego e os prazos de entrega dos fornecedores tiveram um impacto negativo sobre o índice básico.

Os dados do inquérito de Maio indicaram ainda uma nova redução dos preços médios dos meios de produção no sector privado moçambicano, que surge após três meses consecutivos de subida de preços.

Segundo Fáusio Mussá, apesar de os registos do PMI abaixo do valor de referência de 50 sugerirem uma contracção mensal na actividade económica do sector privado, o aumento da volatilidade do PMI pode indicar uma falta de dinâmica de crescimento na recuperação da economia após as eleições de 2024.

“Os dados do PMI mostram expansões mensais consecutivas a um ritmo mais lento na produção e nas novas encomendas, e contracções nas aquisições e nos stocks, sem crescimento no emprego, o que resultou num declínio dos custos dos meios de produção”, pode-se ler no relatório do banco comercial.

No que refere às expectativas das empresas para o futuro, o inquérito mostra que houve desaceleração em Maio, sugerindo redução do optimismo destas em relação às expectativas de crescimento para os próximos 12 meses.

“Cerca de 38% dos inquiridos previam um crescimento, embora este número tenha sido ligeiramente inferior ao verificado em Abril”, indica a publicação cujos dados foram recolhidos entre os dias 12 e 27 de Maio do corrente ano.

De acordo com os comentários dos inquiridos, citados no documento, o abrandamento do crescimento deveu-se a um aumento mais fraco das vendas. De modo geral, as empresas esperam um aumento das vendas.

“O grau de optimismo diminuiu em relação ao ponto mais alto dos últimos 11 meses registado em Abril, tendo ficado em linha com a média registada até ao momento em 2025”, explica o Purchasing Managers’ Index (PMI).

Na sua grande maioria, as empresas inquiridas (95%) não comunicaram qualquer alteração aos seus quadros de pessoal em Maio, embora algumas tenham reduzido a sua mão-de-obra devido a um fraco crescimento da procura.

De acordo com a publicação, o PMI do Standard Bank Moçambique é compilado pela S&P Global a partir das respostas aos questionários enviados a directores de compras de um painel de cerca de 400 empresas do sector privado.

Os sectores abrangidos pelo inquérito incluem a agricultura, a mineração, a manufactura, a construção, o comércio a grosso, o comércio a retalho e os serviços, refere o banco comercial no documento.

Os inquéritos Purchasing Managers’ Index (PMI) estão disponíveis em mais de 40 países e em algumas regiões, incluindo a eurozona.

Tomaram posse, esta quinta-feira, os novos líderes dos pelouros da Confederação das Associações Económicas de Moçambique. O presidente da CTA, Álvaro Massingue, desafiou os empossados a serem proactivos e a procurarem produzir resultados para o desenvolvimento da economia nacional.

Classe empresarial esteve reunida para testemunhar uma das etapas mais importantes da nova era da Confederação das Associações Económicas de Moçambique. A tomada de posse dos 23 novos líderes dos pelouros da CTA marcou o encerramento do processo de formação da nova direcção da agremiação.

Perante o presidente do órgão, Álvaro Massingue, os empossados subiram ao pódio e prestaram o juramento de bem servir a CTA. Um compromisso que para eles representa o alcance dos objectivos traçados.

No seu discurso, o presidente da CTA falou do papel que os 23 pelouros devem desempenhar nos próximos quatros anos.

Álvaro Massingue lembrou aos empossados que o sucesso dos objectivos preconizados pela sua direcção dependem do compromisso e entrega de cada um dos pelouros.

Falando em representação do Governo, o Secretário do Estado do Comércio sublinhou que a CTA é um importante parceiro para o desenvolvimento da economia do país.

A nova direcção da CTA foi eleita no mês passado.

Setecentos estudantes da Universidade Eduardo Mondlane vão perder o primeiro semestre de aulas deste ano, devido ao cancelamento das inscrições, por causa do pagamento fora do período regular. A Direcção do Registo Académico lamenta a situação, mas mantém a decisão de cancelamento.  

Dezenas de estudantes amotinaram-se no complexo pedagógico da Universidade Eduardo Mondlane, nesta quinta-feira, para reclamar com a direcção pedagógica o cancelamento das inscrições referentes ao primeiro semestre de 2025.

De acordo com a informação que consta no site da instituição, e confirmada pelos lesados, o processo decorreu entre 4 e 14 de Fevereiro. O risco de perder o semestre desespera os estudantes, alguns dos quais finalistas. Reconhecem a falha, mas insistem que a Universidade deve ser sensível à situação dos 700 estudantes. 

A Associação de Estudantes diz que tentou interceder junto da direcção da instituição, mas sem sucesso. 

A Direcção do Registo Académico diz que a instituição até foi tolerante. Betuel Canhanga lamenta o facto, porém não vislumbra outro desfecho. 

Assim, os 700 estudantes com inscrições canceladas só poderão frequentar as cadeiras no primeiro semestre de 2026.

Em “Guardião da Natureza-Educar para ser”, Tchalata apresenta obras de pinturas que têm como inspiração a biodiversidade e as ameaças humanas às espécies do Mar, Fauna e Flora.

“Guardião da Natureza-Educar para ser” é a biodiversidade “pintada”.

Tchalata está preocupado com a ameaça do homem às espécies do Mar, Fauna e Flora.O pincel do artista também pretende  estimular o ser humano a repensar suas actitudes sobre a natureza.

“ Nós temos de ser observadores e dizer não ao lixo, temos que perceber que o plástico nocivo que dura mais de 400 anos no ambiente se fragmenta e polui o mar, os peixes comem e termina nos nossos organismos”, defende o artista

A luta de Tchalata é melhorar a relação homem-natureza, muito conturbada sobretudo com a crescente conversa sobre as alterações climáticas.

O artista procura ainda sensibilizar as crianças a valorizar e preservar o meio ambiente e recorda o governo do seu papel de promotor das artes.

“Não podemos ser só assistentes, temos que agir e lutar, usar o nosso escudo para defender esta riqueza natural que nós temos”, declarou.

O artista quer que a exposição saia das galerias, para escolas, comunidades próximas a parques e reservas, para melhor difundir a mensagem de cuidados  a ter com o planeta e com os animais, sobretudo as espécies ameaçadas de extinção.

“Guardião da Natureza-Educar para ser” é o título da sétima exposição individual de Tchalata, nome oficial  de Aniceto Leonardo Banze.

BIOGRAFIA 

Aniceto Leonardo Banze, moçambicano, nascido em Maputo a 7 de junho de 1981. É licenciado em Educação de Infância com Habilitação em Gestão e Administração de Instituições de Desenvolvimento da primeira Infância pela Universidade Pedagógica, o que lhe permite apoiar crianças no desenvolvimento das suas capacidades de aprendizagem, durante um período importante do seu crescimento social e emocional.

Procura ainda sensibilizar as crianças a valorizar e preservar o meio ambiente, estimulando a sua criatividade, ao transformar materiais recicláveis em obras de arte. Após tirar o curso básico e médio em Artes Gráficas na Escola Nacional de Arte Visuais, frequentou também várias acções de formação artísticas-profissionais dentro e fora do país. É membro fundador da Oficina Pedagógica da Universidade Pedagógica de Maputo Moçambique em 2008.

Proprietário e gestor da Escola Comunitária KaTembe, dedicada ao ensino pré-primário desde 2019.

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