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Onze mortos e 11 feridos, nove dos quais em estado grave, é o balanço de um acidente de viação ocorrido na manhã deste sábado, na Estrada Nacional Número 7 (EN7), no povoado de Mazoe, distrito de Changara, província de Tete.

O sinistro, registado por volta das 6 horas, envolveu um autocarro da marca Yutong e uma viatura Toyota Hiace, que colidiram frontalmente.

Segundo informações do Instituto Nacional dos Transportes Rodoviários (INATRO), o acidente ocorreu quando o condutor do autocarro, que seguia no sentido Tete–Changara, tentou efectuar uma ultrapassagem, mas acabou por embater contra a viatura que circulava em sentido contrário.

Na sequência da colisão, 11 pessoas perderam a vida e outras 11 ficaram feridas, nove das quais com gravidade.

O motorista do autocarro foi detido para averiguações, enquanto as autoridades prosseguem com as investigações para apurar as circunstâncias do acidente e determinar eventuais responsabilidades.

 

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A província de Maputo registou redução de casos de sarna, nas últimas três semanas, após cumulativo de 11 400 casos, no mês passado. Uma subida de 5% em comparação ao igual período do ano passado.

Uma doença aparentemente insignificante, porém seus impactos criam desconforto.

Melita António, que lida com a sarna, após um dos seus filhos ser infectado, tendo contaminado toda a família, referiu que além da dificuldade diária em lidar com a doença, há um outro desafio reside no alto custo da medicação.

De acordo com o chefe do departamento da saúde pública na província de Maputo, Filimone Zibia, após números elevados de casos da doença no semestre passado, nas últimas três semanas regista -se uma redução.

A Sarna é uma doença transmissível, porém segundo Zibia  a higiene devida pode minimizar as chances de maior alastramento.

A nossa fonte referiu igualmente que existem equipes que vão de porta a porta para garantir informação às comunidades sobre a doença, com vista a evitar possíveis subidas.

A província de Maputo registou redução de casos de sarna, nas últimas três semanas, após cumulativo de 11 400 casos, no mês passado. Uma subida de 5% em comparação ao igual período do ano passado. 

Uma doença aparentemente insignificante, porém seus impactos criam desconforto.

Melita António, que lida com a sarna, após um dos seus filhos ser infectado, tendo contaminado toda a família, referiu que além da dificuldade diária em lidar com a doença, há um outro desafio reside no alto custo da medicação. 

De acordo com o chefe do departamento da saúde pública na província de Maputo, Filimone Zibia, após números elevados de casos da doença no semestre passado, nas últimas três semanas regista -se uma redução.

A Sarna é uma doença transmissível, porém segundo Zibia  a higiene devida pode minimizar as chances de maior alastramento. 

A nossa fonte referiu igualmente que existem equipes que vão de porta a porta para garantir informação às comunidades sobre a doença, com vista a evitar possíveis subidas. 

Mais de 12 mil pessoas realizaram uma manifestação em Berlim no último sábado para protestar contra o fornecimento de armas pelo governo alemão a Israel e para se opor às acções militares israelenses na Faixa de Gaza.

Reunidos no emblemático Portão de Brandemburgo, os manifestantes pediram ao governo alemão que suspendesse completamente as exportações de armas para Israel e aumentasse a pressão sobre o governo israelense para que interrompesse as operações militares na Faixa de Gaza.

Segundo a CCTV, a manifestação foi iniciada pela líder do partido político alemão Aliança Sahra Wagenknecht, músicos e figuras públicas renomadas.

Durante o protesto, Wagenknecht afirmou que a Alemanha deveria suspender completamente todas as entregas de armas a Israel, em vez de apenas restringir as supostamente usadas em Gaza, enfatizando que isso reflete a forte demanda da maioria do povo alemão.

“A Alemanha deve salientar que o genocídio deve parar. A Alemanha deve interromper claramente todo o fornecimento de armas. Os políticos devem se posicionar e garantir que o conflito termine o mais rápido possível. A Palestina deve ser reconhecida como um Estado”, disse um manifestante.

Alguns manifestantes expressaram preocupação pelo facto de a escalada das operações militares de Israel na Faixa de Gaza estar a ser apoiada pelos Estados Unidos da América.

 

Um ataque aéreo do Israel reduziu a escombros um bairro residencial no centro de Sanaa, capital do Iémen, com casas destruídas, fumaça ainda a subir dos destroços e pertences de famílias espalhadas pelos escombros.

O ataque, que de quarta-feira, teve como alvo um prédio que abrigava os jornais 26 de Setembro e Al-Yemen, causando também um número significativo de vítimas civis e forçando muitos moradores a fugirem para áreas mais seguras.

Múltiplos alvos controlados pelos houthis foram atingidos no ataque. Embora os prédios residenciais não tenham sido atingidos diretamente, muitos desabaram devido às fortes ondas de explosão, prendendo civis sob os escombros. Segundo relatos dos houthis, o ataque deixou 46 mortos e 165 feridos.

“Esta era a casa de Abdullah Shabami. A esposa de seu filho Osama, que era médica, foi morta no ataque aéreo israelense. Esta é a casa de Azzub, bem aqui. Você consegue imaginar cinco famílias perdendo suas casas durante a noite? O próprio Ahmed Azzub também morreu, e sua filha ainda está no hospital. Lutamos por horas para retirá-la dos escombros”.

O relato é de Ibrahim Faki, morador do bairro atacado. Residentes do Iémen realizaram manifestações em Sanaa e outros lugares na sexta-feira e no sábado para protestar contra os referidos ataques aéreos.

Nos últimos tempos, a situação de segurança no Iémen e no Oriente Médio tem se agravado.

A Rússia diz ter abatido 340 drones ucranianos na sexta-feira. Enquanto isso, a Ucrânia relatou um ataque a uma refinaria de petróleo russa.

O Ministério da Defesa russo informou que seus sistemas de defesa aérea interceptaram três foguetes na sexta-feira. O anúncio foi feito este sábado.

As forças russas também lançaram ataques contra postos de comando ucranianos, unidades da legião estrangeira e instalações de armazenamento de drones, de acordo com a reportagem.

Além disso, as forças russas assumiram o controle do assentamento de Novonikolayevka, na região de Dnipropetrovsk.

Enquanto isso, as forças armadas ucranianas usaram as mídias sociais para afirmar que a situação em Kupiansk e seus arredores permanecia sob seu controle. 

Observou-se ainda que o ponto de saída do oleoduto usado pelas forças russas para transportar pessoal para Kupiansk também foi protegido por tropas ucranianas.

Um porta-voz das forças armadas ucranianas confirmou que as forças ucranianas retomaram uma vila na região de Dnipropetrovsk que estava sob controle russo.

Fontes da agência de inteligência militar ucraniana revelaram no sábado que drones foram enviados para realizar um ataque a uma refinaria de petróleo em Ufa, capital da República do Bascortostão, na Rússia.

A Reserva Nacional de Pomene, em Inhambane, está desde o início do ano sem receber turistas. A reserva foi vandalizada no final de 2024, situação que deixou a área de conservação sem condições mínimas de funcionamento.

O ataque surgiu como forma de protesto, com as populações locais a exigirem que lhes fosse permitido explorar livremente os recursos da área, sem restrições impostas pelas autoridades. Como consequência directa da vandalização, os técnicos da Reserva Nacional de Pomene viram-se sem condições mínimas para exercer as suas funções e foram obrigados a abandonar o local.

Sem a presença de fiscais e técnicos no terreno, a Reserva Nacional de Pomene ficou completamente desprotegida. Desde o início do ano, não se registou a entrada de turistas nem a cobrança de qualquer receita, deixando a área de conservação sem vigilância e sem fontes de rendimento.

Na província de Inhambane, a Reserva Nacional de Pomene destaca-se como a única área de conservação que foi alvo de ataques por parte de manifestantes. As restantes três áreas de conservação da província continuam a funcionar normalmente, mantendo as suas atividades de proteção e gestão dos recursos.

Mais de 20 pessoas já perderam a vida, este ano, em naufrágios e afogamentos nas praias da província de Inhambane. A ausência de meios de socorro eficazes continua a ser apontada como uma das principais causas por trás do número alarmante de mortos.

As águas cristalinas de Inhambane, conhecidas pelo seu encanto e lazer, são também o sustento de muitas famílias que delas dependem para sobreviver. No entanto, por detrás da beleza que atrai olhares e garante alimento, esconde-se também a face da tragédia: só este ano, mais de 20 pessoas perderam a vida em naufrágios e casos de afogamento registados em toda província.

Além dos naufrágios, os ataques de tubarões tornaram-se outra grande preocupação para as autoridades marítimas. Só este ano, três pessoas perderam a vida no distrito de Vilankulo, vítimas destes predadores que continuam a semear medo entre pescadores e banhistas. 

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