
Ndzuthini – A arte de escrever na sombra
“Escrevo em changana porque é uma língua muito rica, uma língua muito bela. Escrevo em changana porque acredito que o plurilinguismo nacional é uma realidade

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É uma daquelas narrativas cujos actores secundários assumem o protagonismo no lugar dos que realmente deveriam dar a vida à mesma. Deixaram a gota do

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Uma síntese amorosa e (in)suspeita A narrativa a que Aldino Muianga nos tem habituado inscreve-se no que considero uma tendência estética do idealismo da literatura

Diluídos no escuro os coqueiros, elegantes silhuetas projectam-se contra o profundo azul do céu O macúti balança sufocando o riso num sussurro amigo sob o