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O País – A verdade como notícia

O número de deslocados na Faixa de Gaza pela guerra entre o movimento palestiniano Hamas e Israel aumentou para mais de 187 mil pessoas, anunciaram hoje as Nações Unidas.

Em 24 horas, a ONU registou um aumento de mais de 64 mil deslocados na Faixa de Gaza, que tem estado sob bombardeamentos israelitas desde sábado, na sequência de ataques do Hamas em Israel, escreve o Notícias ao minuto.

Do total de deslocados, cerca de 137 500 estão abrigados em escolas administradas pela Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina no Oriente Próximo (conhecida pela sigla inglesa UNRWA).

Representantes da UNRWA disseram que as condições nas instalações da agência na Faixa de Gaza são extremamente precárias e o fornecimento de água potável é muito limitado, segundo a agência espanhola EFE.

Israel anunciou o bloqueio total da Faixa de Gaza, onde residem 2,3 milhões de pessoas.

Pelo menos 29 pessoas, incluindo 12 menores, morreram e 50 ficaram feridas num alegado ataque do exército birmanês, num acampamento de deslocados, no Norte do país, disseram hoje fontes da equipa de resgate.

A maioria dos mortos são mulheres e crianças, acrescentaram as mesmas fontes, que participaram nos trabalhos de resgate e na transferência das vítimas para o hospital da cidade de Laiza, no estado de Kachin, em Myanmar (antiga Birmânia), junto à fronteira com a China, escreve o Notícias ao Minuto.

Os números estão de acordo com os recolhidos pelos meios de comunicação locais e pela Organização Nacional Kachin, que afirmou, na conta na rede social Facebook, que mais de 20 civis, incluindo crianças, morreram durante o ataque de artilharia do exército birmanês, pouco antes da meia-noite de segunda-feira, numa zona perto de Laiza e junto a um campo de deslocados. 

Cerca de 19 milhões de crianças estão impedidas de ir à escola no Sudão devido ao conflito entre o exército e as paramilitares Forças de Apoio Rápido, denunciaram ontem a Unicef e a Save the Children.

Em comunicado, estas organizações afirmam que o aumento da violência levou ao encerramento de pelo menos 10.400 escolas nas zonas mais afectadas pelo conflito, enquanto 5,5 milhões de crianças que vivem em zonas mais afastadas dos combates aguardam ainda que as autoridades confirmem se é possível reabrir as salas de aula.

O conflito, classificado na nota como “brutal”, iniciou-se no passado dia 15 de Abril, opondo o exército e as Forças de Apoio Rápido (RSF, na sigla em inglês).

A Unicef e a Save the Children recordaram que, mesmo antes do conflito, cerca de 7 milhões de crianças não frequentavam a escola devido à pobreza e à instabilidade.

A agência da ONU e a organização não-governamental alertaram também para o facto de que, se a guerra continuar, “nenhuma criança no Sudão poderá regressar à escola nos próximos meses, deixando-as expostas a perigos imediatos e a longo prazo, incluindo deslocações, recrutamento por grupos armados e violência sexual”.

 

A guerra entre o movimento palestiniano Hamas e Israel já fez até à manhã desta segunda-feira 123 mil deslocados na Faixa de Gaza, de acordo com o Gabinete de Coordenação para os Assuntos Humanitários das Nações Unidas, citado pelo Observador.

Segundo as Nações Unidas, as hostilidades causaram deslocados internos entre os habitantes.

“Mais de 17.500 famílias representam 123.538 pessoas, que receiam a sua protecção e a destruição das suas habitações”, acrescenta a ONU.

Mais de 1.100 pessoas, dos quais 700 em Israel e mais de 400 em Gaza, morreram em dois dias de conflito entre Israel e Hamas, que capturou uma centena de israelenses em uma ofensiva que pegou o país de surpresa.

O grupo islâmico Hamas lançou no sábado um ataque surpresa contra o território israelita, sob o nome de operação “Tempestade al-Aqsa”, com o lançamento de milhares de foguetes e a incursão de milicianos armados por terra, mar e ar.

Em resposta ao ataque surpresa, Israel bombardeou a partir do ar várias instalações do Hamas na Faixa de Gaza, numa operação que batizou como “Espadas de Ferro”.

“Durante a noite, mais de 500 alvos do grupo islâmico Hamas, no poder em Gaza, e da Jihad Islâmica Palestina foram atingidos esta madrugada por ataques aéreos e fogo de artilharia na Faixa de Gaza”, anunciou, em comunicado, o exército israelita.

O Exercito de Israel, citado pela imprensa internacional, alertou, ontem a noite, que o inimigo ainda está no terreno e que removeria todos os habitantes das áreas próximas da Faixa de Gaza.

O Primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, pediu aos israelenses que se preparassem para uma guerra “longa e difícil”.

A ofensiva lançada no sábado por terra, mar e ar pelo Hamas, que governa Gaza, deixou até agora mais de 700 mortos e 2.150 feridos em Israel, 200 deles em “estado crítico”, segundo o balanço actualizado pelas Forças de Defesa de Israel.

Os bombardeios lançados em resposta por Israel contra Gaza causaram 413 mortos – incluindo 78 crianças – e 2.300 feridos, indicou o Ministério da Saúde do enclave palestino.

O governo israelense também indicou que o Hamas capturou “mais de 100” pessoas no seu ataque, tomando-as como “prisioneiras”.

O Papa Francisco expressou a sua dor pela violência que causou 500 mortos e vários feridos e, por isso, pediu o fim dos ataques armados entre Israel e a Palestina.

Os ataques com armas, por favor, parem”, pediu o chefe da Igreja Católica no final da oração do Angelus, na manhã deste domingo, perante mais de 10 mil fiéis reunidos na Praça de São Pedro, no Vaticano.

Segundo o santo padre, citado pelo Notícias ao Minuto, o terrorismo e a guerra não conduzem a nenhuma solução.

O grupo islâmico Hamas lançou, no sábado, um ataque surpresa contra o território israelita, sob o nome de operação “Tempestade al-Aqsa”, com o lançamento de milhares de foguetes e a incursão de milicianos armados por terra, mar e ar.

Pelo menos 300 pessoas morreram em Israel na sequência do ataque do movimento islâmico Hamas, enquanto mais de 200 pessoas palestinianas foram mortas no âmbito da contraofensiva aérea do Estado judeu sobre Gaza.

O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, declarou guerra contra o Hamas.

O conflito entre Israel e Palestina já fez 500 mortos e milhares de pessoas ficaram feridas desde o início de uma ofensiva do Hamas, segundo os serviços de socorro israelitas.

A guerra do Médio Oriente está a atingir outras dimensões, com o Líbano e Israel a trocarem disparos. Os confrontos no terreno continuam, um dia depois de o Hamas ter lançado um ataque surpresa contra território israelita.

Mais de 300 cidadãos israelitas morreram na ofensiva do Hamas, enquanto cerca de 1.600 ficaram feridos, segundo o balanço deste domingo.

Fontes oficiais avançam que o número de vítimas mortais deverá aumentar, dada a gravidade de alguns feridos.

Do lado palestiniano, morreram pelo menos 232 pessoas e 1.700 ficaram feridas, segundo o Ministério da Saúde de Gaza, território controlado pelo Hamas desde 2007.

A comunidade internacional mostra-se preocupada com a tensão e violência entre a Palestina e Israel e apela a todas as partes envolvidas para que cessem imediatamente o fogo.

Mais de 200 pessoas morreram hoje em Israel na ofensiva do Hamas, enquanto pelo menos 232 palestinianos morreram em Gaza devido aos ataques aéreos israelitas, segundo os mais recentes dados confirmados por fontes médicas, citadas por agências internacionais.

O número de feridos na Faixa de Gaza subiu para 1.697, de acordo com o Ministério da Saúde palestiniano, e em Israel subiu para 1.100, segundo os serviços de emergência, citados pela agência Efe, na sequência da ofensiva surpresa que o Hamas lançou hoje de manhã contra Israel por terra, mar e ar, e da resposta que se seguiu.

Uma reunião de emergência do Conselho de Segurança das Nações Unidas sobre a situação no Médio Oriente e a questão palestiniana realiza-se no domingo, na sequência deste novo conflito entre Israel e o Hamas, anunciou hoje em comunicado a Organização das Nações Unidas (ONU), citado pelo Notícias ao minuto.

A justiça da República Democrática do Congo condenou um deputado à pena de morte por participação no movimento insurrecional M23 e traição do Estado congolês. 

Um deputado, proprietário de uma empresa mineira, foi condenado à pena de morte em Kinshasa, na República Democrática do Congo, pelo sistema de justiça militar. O parlamentar condenado é acusado de participação no movimento insurrecional M23  e traição.

Em Agosto, a acusação tinha solicitado prisão perpétua para Édouard Mwangachuchu, representante eleito da região de Masisi, na província de Kivu do Norte.

O Alto Tribunal Militar não concedeu quaisquer circunstâncias atenuantes ao condenado, que não esteve presente no momento da leitura da sentença.

O general Robert Kalala, juiz presidente do Tribunal Superior, declarou o reu  culpado de posse ilegal de armas e munições de guerra, participação no movimento insurrecional M23” e “traição”.

O co-réu, Robert Muchamalirwa, capitão da polícia processado por “violação de ordens”, foi absolvido e o tribunal ordenou a sua libertação imediata.

A pena de morte é frequentemente pronunciada na RDC, mas não é aplicada há 20 anos e tem sido subistituida pela prisão perpétua.

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