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O País – A verdade como notícia

Pelo menos quatro pessoas morreram e 153 ficaram feridas após um sismo de magnitude 6,3 na escala de Richter que atingiu este domingo Herat, no Afeganistão, segundo informação da organização humanitária Save the Children.

O anterior balanço das autoridades apontava para um morto e 150 feridos.

O terramoto teve o epicentro a 33 quilómetros da cidade, onde mil pessoas morreram em sismos registados no início deste mês.

A 7 de Outubro, aldeias inteiras foram destruídas por um sismo de magnitude 6,3 que causou milhares de mortos, de acordo com o Fundo da ONU para a Infância (UNICEF).

O Afeganistão está a sofrer uma grave crise humanitária, com a retirada generalizada da ajuda estrangeira desde o regresso dos talibãs ao poder em Agosto de 2021.

O fornecimento de abrigos em grandes quantidades com a aproximação do inverno será um desafio para as autoridades talibãs, que têm relações tensas com as organizações de ajuda internacional.

O Afeganistão é frequentemente afetado por sismos, em especial na cordilheira de Hindu Kush, perto da junção entre as placas tectónicas euro-asiática e indiana.

Em Junho de 2022, um terramoto de magnitude 5,9 matou mais de mil pessoas e deixou dezenas de milhares de desalojados na província de Paktika, no sudeste do país.

 

Uma pessoa morreu e cerca de 150 ficaram feridas na sequência de um sismo de magnitude 6,3 que atingiu hoje a cidade de Herat, no Afeganistão. Segundo o responsável da equipa de socorro e emergência na província de Herat, o número de vítimas pode vir a aumentar, uma vez que os meios ainda não chegaram a todas as zonas afectadas. O terramoto ocorreu por volta das 03h00 locais, 05h00 de Maputo, na província onde mil pessoas morreram em sismos registados no início deste mês.

O Afeganistão está a sofrer uma grave crise humanitária, com a retirada generalizada da ajuda estrangeira desde o regresso dos talibãs ao poder em Agosto de 2021.

O processo de impugnação do Presidente angolano, João Lourenço, iniciado pela UNITA foi, este sábado, chumbado na Assembleia Nacional, após os deputados do MPLA terem votado contra a criação de uma comissão de investigação.

A votação foi feita numa plenária convocada de urgência pelo presidente do parlamento, uma sessão marcada por assobios dos deputados dos dois partidos.

Na votação, os votos do MPLA garantiram que não será formada uma comissão de investigação às alegações contidas num documento entregue pela UNITA ao parlamento. O chefe da bancada parlamentar da UNITA, disse que a decisão é nula porque a assembleia não pode fazer uma votação sem ter uma proposta.

O líder daquela bancada acrescenta que os deputados do MPLA, foram pouco inteligentes em não criarem uma comissão eventual para discutirem a acusação da UNITA, e por isso, a batalha de destituição do Presidente da República vai continuar.

O presidente da UNITA, Adalberto Costa Júnior, não descarta a possibilidade de levar o assunto aos tribunais e refere, por outro lado, que vai discutir o documento da destituição com a sociedade angolana.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou no sábado que a deslocação forçada de milhares de doentes do norte da Faixa de Gaza para hospitais sobrelotados no sul daquele território palestiniano poderá equivaler “a uma sentença de morte”.

OExército israelita ordenou a todos os habitantes do norte da Faixa de Gaza, incluindo os doentes e os feridos, que se deslocassem para o sul, para poder lançar uma ofensiva militar terrestre contra o movimento islamita palestiniano Hamas, no poder naquele enclave palestiniano desde 2007 e que levou a cabo um sangrento ataque surpresa a Israel há uma semana.

 

“A OMS condena veementemente as repetidas ordens israelitas para evacuar 22 hospitais, que tratam mais de 2.000 doentes no norte da Faixa de Gaza”, declarou a agência especializada da ONU num comunicado.

Deslocar 2.000 doentes para o sul de Gaza, “onde os estabelecimentos de saúde atingiram já o máximo da sua capacidade e são incapazes de absorver um aumento considerável do número de doentes, poderá ser o equivalente a uma sentença de morte”, sustentou a organização.

Mais de 1.400 pessoas foram mortas pelos combatentes do Hamas, a maioria das quais civis, incluindo crianças, e pelo menos 150 pessoas foram capturadas como reféns, segundo as autoridades israelitas.

A Assembleia Nacional de Angola convocou, na noite desta quinta-feira,  os deputados membros da comissão permanente para uma reunião, hoje, na sequência da entrega da proposta da UNITA para destituição do Presidente da República.

Na convocatória da reunião, a que a Lusa teve acesso, constam dois pontos na ordem de trabalhos: informação aos deputados sobre a proposta da UNITA, principal partido da oposição angolana, e a convocação de uma reunião plenária para o dia 14 de Outubro.

O grupo parlamentar da UNITA anunciou hoje a entrega da iniciativa de destituição do Presidente de Angola.

Durante uma conferência de imprensa que antecedeu o acto, o líder do grupo parlamentar da União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA), Liberty Chiaka, afirmou tratar-se de “um dia muito importante para o desenvolvimento da democracia angolana”.

Chiaka disse que, depois de entregue o documento, a Assembleia Nacional “pára tudo para resolver o assunto”, estabelecendo a lei que o Plenário da Assembleia Nacional se reúna com urgência, para organizar o processo.

O exército israelita afirmou, esta quinta-feira, ter atacado durante a noite o quartel-general operacional do movimento islamita Hamas, que respondeu com o lançamento de foguetes contra Telavive.

Em comunicado, as Forças de Defesa de Israel (FDI) indicaram que o comando ‘Nohva’ integra “terroristas seleccionados por responsáveis do Hamas” com a missão de realizar emboscadas, raides, operações de sabotagem, entre outras.

As FDI informaram ainda que mataram Mohamed Abu Shamla, um oficial da marinha do Hamas, que alegadamente utilizava a sua casa para armazenar armas navais “para realizar operações terroristas contra Israel”.

Dezenas de habitantes de Gaza morreram nos contínuos bombardeamentos noturnos de Israel no Norte da Faixa de Gaza. No campo de refugiados de Jabalia, foram registados 15 mortos e dezenas de feridos, enquanto pelo menos sete palestinianos foram mortos na cidade de Khan Younis e sete no campo de refugiados de Nuseirat.

Por seu lado, o Hamas afirmou ter disparado foguetes contra Telavive, na sequência de ataques israelitas contra dois campos de refugiados na Faixa de Gaza, o enclave palestiniano controlado pelo movimento islamita desde 2007.

O Presidente da Turquia está a negociar com o Hamas a libertação de reféns israelitas. Recep Erdogan lançou um processo de negociações com o Hamas para conseguir a libertação dos reféns israelitas sequestrados pelo grupo, mas acusa Israel de “não se comportar como um Estado” na Faixa de Gaza, indicou na noite desta quarta-feira uma fonte oficial, citada pelo Observador.

“Eles estão a negociar para obter a libertação dos reféns”, declarou esta fonte.

Erdogan manteve esta quarta-feira conversações com o príncipe herdeiro da Arábia Saudita, Mohammed bin Salman, e com o presidente argelino, Abdelmadjid Tebboune, informou a agência oficial Anadolu.

“Em nome da Turquia, estamos prontos para fazer tudo o que estiver no nosso poder”, incluindo conduzir “uma mediação” e uma “arbitragem justa, para afastar rapidamente o cenário de conflito na região”, declarou o chefe de Estado turco.

Apesar de uma aproximação iniciada há vários meses com Israel, Erdodan acusou esta quarta-feira este país de não se comportar como um Estado” na Faixa de Gaza, onde o exército israelita vem lançando numerosos ataques e ameaças com uma operação terrestre.

Dezenas de estrangeiros foram mortos, desaparecidos ou feitos reféns depois do ataque surpresa a Israel por militantes do grupo extremista Hamas, no dia 07 de Outubro.

De acordo com o Governo israelita, citado pela imprensa internacional, cerca de 150 pessoas foram sequestradas durante a invasão do movimento extremista Hamas, que ameaçou na segunda-feira a executar reféns como retaliação ao número crescente de ataques israelitas à Faixa de Gaza. Entre as pessoas feitas de reféns, estão mulheres, idosos e crianças.

Muitos dos estrangeiros mortos e desaparecidos, de acordo com o Notícias ao Minuto, estavam em um festival de música electrónica no deserto do sul de Israel no fim de semana, quando o ataque do Hamas começou.

De acordo com as últimas informações, na Tailândia são 20 mortos, 14 reféns e 13 ficaram feridos. Trabalham em Israel cerca de 30 mil tailandeses.

Nos EUA, pelo menos 22 mortos e vários cidadãos estão reféns do Hamas, confirmou o Presidente norte-americano, Joe Biden.

Onze mortos e 18 desaparecidos na França. O Governo lamenta as mortes e os cidadãos desaparecidos, incluindo “várias crianças” que foram “provavelmente sequestradas” pelo Hamas.

Nas Filipinas, duas pessoas morreram e há três desaparecidos. A embaixada filipina em Israel anunciou a morte de uma mulher e de um homem, vítimas do ataque a um kibutz na fronteira de Gaza.

No Peru, há dois mortos e três desaparecidos.

Os dados indicam que no Brasil dois cidadãos com dupla nacionalidade israelita e brasileira foram mortos.

Na Espanha, um cidadão espanhol e com nacionalidade israelita morreu.

Em Camboja, um estudante cambojano morreu. Na Austrália, um cidadão morto.

A comunidade judaica no Chile anunciou a morte de um cidadão, não confirmada pelas autoridades. Um morador do kibutz Kissufim está desaparecido, segundo o MNE.

Em Azerbaijão, um homem foi morto, segundo Baku.

Na Áustria, um morto e dois desaparecidos. Viena anunciou ontem que um dos três cidadãos com dupla nacionalidade desaparecidos foi encontrado morto.

Na Alemanha, vários reféns foram feitos pelo Hamas. O MNE não comentou o alegado sequestro de uma mulher germano-israelita de 22 anos, Shani Louk, que se encontrava na festa perto da Faixa da Gaza e que a sua mãe disse ter num vídeo nas redes sociais. A irmã de uma mulher berlinense falou sobre a morte da família na noite de segunda-feira. No entanto, a família ainda não recebeu confirmação oficial.

No México, dois reféns.

Entre os países que registam cidadãos desaparecidos estão Paraguai (dois), Colômbia (dois), Tanzânia (dois), Itália (dois). Uma cidadã do Panamá desaparecida foi encontrada viva, segundo as autoridades do país.

O Hamas, que controla a Faixa de Gaza desde 2007, ameaçou executar os reféns raptados em Israel, incluindo jovens capturados durante um festival de música.

Até o momento, o conflito deixou mais de 1,8 mil mortos, em ataques retaliatórios a Gaza pelas forças israelenses.

O número de mortes devido ao conflito armado entre Israel e o grupo extremista Hamas chegou a 1.900. Desses, 900 são palestinos, segundo dados divulgados esta terça-feira pelo Ministério da Saúde da Palestina. Do lado de Israel, os últimos dados das Forças Armadas davam conta de, pelo menos, 1.000  mortos desde o ataque surpresa no sábado.

“Infelizmente, desta vez, eles conseguiram matar mais de 1.000 pessoas”, afirmou o general Dan Goldfuss, da Força de Defesa de Israel, citado pela CNN, sem dar detalhes sobre a nacionalidade dos mortos em Israel ou a proporção de civis e militares entre os mortos.

O grupo extremista Hamas lançou um ataque sem precedentes contra Israel no dia 7 de Outubro. As forças israelenses responderam com bombardeios em alvos na Faixa de Gaza. O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, declarou, no domingo, guerra ao Hamas e falou em destruir o grupo.

O ministro da Defesa israelense, Yoav Gallant, determinou, na segunda-feira, um “cerco completo” à Faixa de Gaza. Segundo Gallant, electricidade, alimentos, combustível e água não serão fornecidos ao local.

“Estamos a lutar contra os bárbaros e responderemos de acordo”, afirmou.

Na terça-feira, segundo a RFI, Israel disse ter restabelecido o controle sobre as cidades israelenses na fronteira com Gaza. Segundo as autoridades, nenhuma invasão foi registada na segunda-feira.

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