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A CTA diz esperar que o Mozefo Young Leaders desperte na juventude o espírito de criação e busca de emprego. Na qualidade de parceiras do evento, a Confederação das Associações económicas de Moçambique fala da importância da juventude no desenvolvimento do país.

Numa altura em que as universidades estão a graduar, anualmente, cerca de trezentos mil jovens, a Confederação das Associações Económicas de Moçambique diz que a juventude não pode esperar que o Estado absorva a avalanche para dar emprego. É preciso que os jovens comecem a desdobrar-se no empreendedorismo para criar e satisfazer o mercado de emprego.

Agostinho Vuma, presidente da confederação, diz que a CTA junta-se ao Mozefo Young Leaders porque acredita no contributo da juventude para o desenvolvimento do país: “O sector privado tem muito a dizer sobre a importância que a juventude joga no processo de tomada de decisões e no desenvolvimento do país.

É neste contexto que decidimos juntarmo-nos a esta iniciativa para incentivarmos a troca de ideias entre os jovens de diferentes pontos do mundo, sobre os principais pontos que mexem com esta classe. É, na verdade, um momento importante para nós e para o país, pois acreditamos que deste encontro irão sair essenciais ideias para o desenvolvimento”. Disse Agostinho Vuma.

O Mozefo Young Leaders decorre nos dias 28 e 29 deste mês, mas os oradores do evento que vivem no estrangeiro já começaram a chegar ao país.

A cobrança do Imposto Especial sobre o Jogo atingiu o montante de 305,4 milhões de meticais nos primeiros nove meses deste ano, correspondente a 35,1% da previsão anual e a um crescimento nominal de 35,3%, comparativamente ao período homólogo de 2017.

De acordo com dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), consultados pelo “O País”, o incremento de apostas nos casinos e câmbio favorável do dólar americano face ao Metical, influenciaram a subida de impostos cobrados ao chamado “jogo de azar”.

Já os impostos sobre o comércio externo, nomeadamente, os direitos aduaneiros e a sobretaxa, alcançaram o montante de 10.756,6 milhões de meticais, equivalente a 47,2% da previsão anual, indica o INE.

Estes impostos registaram um crescimento nominal de 26,8% relativamente a igual período do ano transacto, resultante do impacto positivo das medidas de controlo de isenções e outro tipo de benefícios fiscais.

Relativamente ao Imposto sobre o Consumo Específico de Produtos Importados, foram cobrados 2.996,4 milhões de meticais entre Janeiro e Setembro deste ano, correspondentes a 26,3% da previsão anual e a um crescimento de 46,3%, quando comparado com igual período de 2017, justificado essencialmente pelo maior controlo sobre os produtos importados substanciais e de luxo.

Cobrança do IVA

O valor total do Imposto sobre o valor Acrescentado (IVA) bruto atingiu no período em análise o montante de 47.479,6 milhões de meticais, tendo sido efectuados reembolsos no valor de 7.831,7 milhões de meticais, resultando o IVA líquido de 39.633,2 milhões de meticais.

De acordo ainda com o INE, a cobrança do IVA nas chamadas “Operações Internas” atingiu o montante de 21.701,7 milhões de meticais, correspondente a uma realização de 75,2% e a um crescimento nominal de 14,5%, relativamente a igual período do ano 2017.

Esse comportamento é pelo contínuo trabalho de sensibilização, educação fiscal e ainda pela fiscalização a facturação nos estabelecimentos comerciais, mercados, abrangendo também as zonas rurais.

Já no que se refere ao IVA nas “Operações Externas” foi arrecadado o valor de 25.763,2 milhões de meticais, correspondente a 60,5% da previsão anual e a um crescimento de 18,2% relativamente ao período homólogo do exercício anterior, como resultado do impacto das medidas técnicas e administrativas de controlo e redução dos benefícios fiscais e ainda a evolução do volume das importações.

Quarta-feira, 28 de Novembro é o dia inaugural da segunda edição do Mozefo Young Leaders, evento organizado pela FUNDASO. Quando forem 7 horas, os vários acessos do Centro de Conferências Joaquim Chissano, na cidade de Maputo, estarão abertos de modo que os 1200 jovens inscritos até à tarde desta terça-feira possam posicionar-se na sala principal, onde vai decorrer a cerimónia de inauguração, às 8h30.  

Mesmo antes do início da segunda edição do Mozefo Young Leaders, a organização está feliz com o nível de preparativos, pois tudo está a correr conforme o expectável. E o facto de a juventude proveniente de vários cantos do país e do estrangeiro estar a aderir à iniciativa é outro motivo de satisfação.

Até às 14 horas desta terça, de acordo com Emerson Miranda, o nível de preparação estava a 90%: “está tudo garantido para que o evento seja um grande sucesso. Contamos, para o efeito, com a participação de jovens universitários e empreendedores, dos quais a maioria vem de outras províncias do país”, afirmou o apresentador desta edição do Young Leaders.

Além de oradores como Luciano Huck, Jordan Keizer e Sara Kabajohn, já no país, igualmente, encontram-se na cidade de Maputo jovens moçambicanas que vêm do estrangeiro para partilhar experiências colhidas noutros cantos do mundo. São os casos de Ana Namburete e Lara David. Para a primeira oradora, é um grande privilégio fazer parte desta iniciativa da Fundaso: “é uma honra, para mim, fazer parte do Mozefo Young Leaders. Nesta edição, eu vou falar do uso da inteligência artificial nos cuidados pré-natais”.

A segunda edição deste evento organizado com os holofotes focado na juventude realiza-se com o lema “O futuro somo nós”, e, não obstante, contará com a participação de cerca de artistas, responsáveis por álacre a atmosfera do Mozefo Youn Leaders.

 

 

As Pequenas e Médias Empresas (PME) moçambicanas propuseram uma participação mínima de 25 por cento em cada projecto da indústria de hidrocarbonetos a ser implantado no país, mas viram a proposta “cair por terra”, ou seja, o Governo decidiu pelo limite de 15 por cento.

De olho nos eventuais ganhos da exploração do gás e petróleo, cujo investimento poderá chegar aos 50 biliões de dólares nos próximos anos, as PME elevaram a fasquia ao propor uma participação em cada um destes negócios na ordem de 25%, porém, o Governo fixou 15%.

Segundo explicou esta terça-feira à imprensa, o director de Estudos Económicos e Financeiros do Ministério da Economia e Finanças, Vasco Nhabinde, o limite fixado visa “acelerar o arranque dos projectos”, sendo que as empresas moçambicanas terão a prorrogativa de realizar seu capital de forma gradual.

“Eles queriam 25% e nós entendemos que 15% era o ideal. Essa participação pode ser feita dentro de um período que varia de 12 a 18 meses”, acrescentou Nhabinde, declinando no entanto, avançar com os prazos para a aprovação final da Lei de Conteúdo Local, instrumento que irá determinar as cláusulas de participação das empresas moçambicanas no bilionário negócio de hidrocarbonetos.

“Depois de algumas alterações na proposta inicial, acreditamos que em breve o Conselho Económico vai analisar o documento, pelo que a decisão final partirá deste órgão”, disse o director de Estudos Económicos e Financeiros do Ministério da Economia e Finanças.

Com essas acções, o Governo quer assegurar maior participação dos moçambicanos nos projectos de gás e petróleo, que prepara-se para entrar na sua derradeira fase de desenvolvimento da indústria de hidrocarbonetos, com parte dos contratos e decisões de investimentos assinados entre o Executivo de Maputo e as gigantes petrolíferas que operam na Bacia do Rovuma.

Porém, o director da Faculdade de Economia da Universidade Eduardo Mondlane (UEM), Fernando Lichucha, que falava aquando da conferência anual sobre crescimento inclusivo, que decorre em Maputo, entende que o processo de participação dos moçambicanos no negócio de gás e petróleo não será fácil.

“É um processo gradual. As experiências noutros países em situação similar a Moçambique, mostraram que a volatilidade de preços de gás natural e petróleo pode ser um risco”, lembrou Lichucha.

O volume de negócios do sector da indústria está em alta em Moçambique. No fecho do terceiro trimestre de 2018, atingiu uma variação positiva de 305,9%, uma subida ligeira face a Agosto (299,9%) e 292,9% em Julho, segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE).

Em termos homólogos (comparação com 3º trimestre de 2017), o negócio deste sector de actividade apresentou em Setembro do corrente ano, uma desaceleração em 6,2%, contra significativas variações positivas de 1,9% e 9,5% registadas em Agosto e Julho, respectivamente.

Esta análise, segundo o INE, considera as taxas de variação homólogas calculadas sobre médias móveis de três meses.

O agrupamento de bens de consumo não duradouro apresentou em Setembro uma taxa de variação homóloga negativa de (?18,1%), alterando a tendência das taxas de variação homóloga positiva registadas ao longo do trimestre anterior.

O agrupamento de bens de energia apresentou variações homólogas positivas com "tendência irregular" ao longo do trimestre em análise, tendo alcançado 28,7% em Setembro depois de passar por 38,3% e 62,1% em Agosto e Julho respectivamente, refere o Instituto Nacional de Estatística.

Realçando, que o agrupamento de bens intermédios que registou 2,6% em Setembro apresentou 14,8% e 17% em Agosto e Julho, respectivamente.

No trimestre em análise, o agrupamento de bens de energia contribuiu com cerca de 2,7 pontos percentuais (pp). Os bens intermédios e consumo não duradouro contribuíram com valores negativos de (?4,4 e ?3,3 pp, respectivamente).

Considerando os agrupamentos a dois dígitos, no 3º trimestre de 2018, a divisão das indústrias extractivas contribuiu com cerca de 2,1 pontos percentuais para a taxa de variação homóloga do índice de volume de negócios. As indústrias do coque, produtos petrolíferos, quimicas, borrachas e matérias plásticas contribuíram com valor tenuemente positivo de 0,2 pp, aponta o INE.

Já os restantes agrupamentos contribuíram com valores negativos com destaque para a divisão das indústrias alimentares, bebidas e tabacos que observaram cerca de (?6,2pp). As indústrias de minerais não metálicos e indústrias de minerais metálicos e metalúrgica de base contribuíram com valores negativos de (?1 e ?0,4 pp.) respectivamente.

O bom desempenho do volume dos negócios da indústria moçambicana foi acompanhada pelo crescimento dos índices de produção deste sector no trimestre em análise, refere a análise trimestral do Instituto Nacional de Estatística.

Concretamente, o índice de produção industrial apresentou no terceiro trimestre deste ano, uma tendência de crescimento irregular, tendo alcançado 269,5% em Setembro depois de registar 258,8% e 263,9% em Agosto e Julho, respectivamente.

Em relação ao nível do trimestre anterior, que se situara em 178,6%, o índice de produção industrial registou no trimestre em análise um aumento médio de 85,5 pontos percentuais.

 

O Banco Africano de Desenvolvimento (BAD) já financiou mais de 100 projectos, orçados em dois biliões de dólares, em Moçambique nos últimos 40 anos. O Banco diz que vai continuar a investir no país, principalmente, nas áreas de energia, agricultura e infra-estruturas.

Esta segunda-feira o BAD lançou um resumo do impacto das suas actividades em Moçambique. Nas suas contas, o BAD diz que só nos últimos 10 anos financiou mais de 800 quilómetros de estradas, garantiu água a perto de dois milhões de pessoas, e ajudou mais de oito mil famílias de camponeses a melhorar os seus rendimentos.

No seu resumo, o BAD diz ainda que ajudou a criar cerca de 1500 empregos através do projecto ferroviário de Nacala, para além de ter financiado 1350 quilómetros de distribuição de energia eléctrica, o que permitiu o acesso a mais de 822 mil pessoas. Segundo esta instituição financeira até Dezembro de 2017 a sua carteira total em Moçambique consistia em 20 operações de empréstimo, num valor de 623 milhões de dólares.

O banco refere ainda que vai implementar um novo documento com uma estratégia nacional que vai assentar fundamentalmente no investimento em infra-estruturas e na agricultura. A nova estratégia, segundo fez saber Pietro Toigo, representante do BAD em Moçambique que falava durante a apresentação do resumo das actividades desta instituição, vai ajudar a catapultar o país e o continente em geral, aumentar a produção agrícola e ligar as zonas de produção aos mercados através do investimento em infra-estruturas.

“Vai ser uma estratégia para impulsionar o desenvolvimento rural de Moçambique, para a criação de trabalho e para a diversificação da economia”, disse.

Toigo referiu que apesar de o sector industrial desempenhar um papel limitado na economia do país, o Banco desenvolveu várias operações para apoiar pequenas indústrias que já beneficiaram mais de cinco mil pessoas, sendo metade delas mulheres.

O relatório do BAD foi lançado na Universidade Pedagógica e o reitor desta Instituição disse na ocasião que a academia é chamada a reflectir a actual situação do país, caracterizada pelo crescimento demográfico, descoberta de recursos naturais e mudanças climáticas.

“O Banco Africano de Desenvolvimento, a nossa Universidade, e toda academia moçambicana, são chamados e não devem ficar alheios a estas dinâmicas porque as mesmas afectarão as nossas formas de ser e de agir. Temos que estar atentos a estes fenómenos para que de forma conjunta, de forma estruturada sejam encontradas as respostas mais apropriadas para estas e outras demandas”, defendeu Jorge Ferrão.

Refira-se que o BAD é parceiro económico de Moçambique desde 1977.

 

Já está em Moçambique o apresentador brasileiro, Luciano Huck para participar do Mozefo Young Leaders.

Com roupa na mala e conhecimentos na cabeça, o apresentador, que é uma das mais renomadas figuras da televisão brasileira, desembarcou no aeroporto internacional de Maputo, na manhã desta segunda-feira.

À sua chegada, Huck disse esperar um debate profundo sobre as principais preocupações da juventude.

“Estou muito feliz por estar aqui. Tenho ouvido muitas histórias e recebido muitas cartas, muitos e-mails daqui de Moçambique, e fiquei feliz pelo convite” disse, na sua primeira intervenção para a nossa reportagem.

Huck está expectante quanto aos temas que serão abordados na segunda edição do Mozefo Young Leaders.

“Serão três dias bastante intensos, mas de muita troca e muita aprendizagem” vaticinou.

Orador de um dos temas do Mozefo Young Leaders, Luciano Huck saúda a iniciativa da organização do evento e espera transmitir a sua experiência.

Huck diz ter pesquisado muito sobre Moçambique e reconhece que o país tem potencial para singrar-se em diferentes áreas.

Para além da grande carreira que tem na televisão, Huck está também associado a outras actividades de cariz social. Dirige uma instituição denominada Instituto Criar, que trabalha nas áreas de televisão, Cinema e Medias no geral, através das quais promove o desenvolvimento profissional, social e pessoal de jovens.

Segundo dados disponíveis na internet, através desta instituição, criada em 2004, mais de 1000 jovens foram atendidos no programa educacional.

Graças ao Instituto Criar, Luciano foi um dos indicados para o prêmio Empreendedor Social em 2007, um prêmio de empreendedorismo social dado pelo jornal Folha de S.Paulo e pela fundação Schwab, cujo propósito é identificar líderes de cooperativas, empresas sociais (do setor privado que distribuem lucros para ajudar a sociedade), ONGs e indivíduos que desenvolvem ideias inovadoras e sustentáveis para benefício coletivo.

 

Sob gestão da empresa Interactive, foi desenvolvido um aplicativo denominado Mozefo Young Leaders, com o objectivo de facilitar o processo de inscrição ao Mozefo Young Leaders (MYL), evento que arranca já na quarta-feira. O mesmo aplicativo dá acesso ao programa, possibilidade conversa, de conhecer os oradores e demais funcionalidades

Trata-se de um aplicativo que pode ser baixado no GooglePlay ou na Appstore, em celulares e, além de possibilitar a inscrição, dá acesso a conteúdos exclusivos sobre os oradores, permite conversas entre os participantes inscritos e dá acesso ao programa do evento.

“Para a segunda edição do Mozefo Young Leaders desenvolvemos um aplicativo internamente. Este aplicativo está disponível na GooglePlay e na Appstore. É muito simples. Basta pegar no seu telefone e ir para a plataforma Playstore ou GooglePlay, escrever Mozefo Young Leaders, localizar o aplicativo e baixar”, explicou Nelson de Sousa, da Interactive, como é que é possível ter o aplicativo Mozefo Young Leaders nos celulares, mostrando ao “O País” o processo seguido em celulares para a obtenção do aplicativo.

De Sousa avança ainda que “para fazer inscrição através do aplicativo é muito simples. Basta ir à tela inicial no canto superior esquerdo, existe a opção ‘inscreva-se aqui’, é só clicar. É redireccionado a uma nova página, onde cada participante preenche os dados pessoas e depois a pessoa escolhe o método de pagamento, se é visa pré-pago ou transferência ou depósito e, por fim, a pessoa recebe o seu bilhete no seu e-mail”, esclareceu o responsável da Interactive.

Mas além do processo de inscrição, esta plataforma dá inúmeras possibilidades de os participantes do Mozefo Young Leaders se informarem sobre o evento e não só.

“Com o aplicativo é possível ver quem são os oradores, o programa do evento entre os dias 28 e 29 (de Novembro corrente), tem as notícias actualizadas. No campo ‘orador’ podemos ver o perfil de cada orador e podemos ver as associações que fazem parte do Mozefo Young Leaders e quem são essas associações”, acrescentou.

É possível ver vídeos no aplicativo e actualizações sobre os últimos acontecimentos do Mozefo Young Leaders.

Refira-se que todos os participantes inscritos e que já têm o bilhete podiam já levantar o crachá desde ontem as 16 horas.

Vinte projectos de estudantes finalistas e recém-graduados de várias universidades do país serão apresentados na segunda edição do Mozefo Young Leaders, numa feira de projectos.

O objectivo é criar um espaço de avaliação das iniciativas e possíveis parcerias para a sua implementação. A iniciativa é liderada pela Associação de Estudantes Finalistas Universitários de Moçambique (AEFUM), que é parceira do Mozefo Young Leaders. “A Feira Nacional de Projectos é uma iniciativa que visa juntar os estudantes do ensino superior, aqueles que têm iniciativa de geração de renda com instituições sou entidades que tenham capacidade de, em parceria com estes jovens, puderem garantir a implementação destas ideias de negócios”, clarificou o coordenador geral da AEFUM, Osvaldo Mauaie, referindo que 20 foram os projectos eleitos e que responderam aos critérios exigidos. “A parceria com a Fundação Soico vai garantir a visibilidade a estas iniciativas”, refere Mauauie.

A AEFUM entende que o Mozefo Young Leaders serve de lição aos jovens para perceberem que o ser empreendedor e ter sucesso na vida não é algo de outro mundo. “O Mozefo Young Leaders é uma grande oportunidade para todos como jovens no sentido de que se vão cruzar lá pessoas de vários extractos sociais. Estarão jovens que têm alguma experiência, história. Vi, por exemplo, que temos alguns dos oradores que começaram a ser empreendedores aos oito anos de idade, alguns deles aos 16 anos já eram grandes empresários. Então é uma oportunidade nossa de irmos aprender dessas pessoas quais foram os desafios, como é que eles começaram”, defende, argumentado que “alguns de nós pensamos que parte dos empresários de renome a nível internacional têm pais que financiaram suas ideias. Vi parte do perfil dos oradores e percebi que não. São pessoas que começaram de baixo e tinham necessidades básicas como muitos jovens moçambicanos tem”.

Refira que a Associação de Estudantes Finalistas Universitários de Moçambique tem cerca de sete mil estudantes finalistas de várias universidades do país, pese embora nas suas actividades acabe abrangendo também estudantes finalistas e recém-graduados que não são membros.

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